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Acreditação Sael

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Aula sobre acreditação hospitalar e qualidade.

Aula sobre acreditação hospitalar e qualidade.

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  • A anestesia é, fundamentalmente, intervenção destinada a permitir procedimentos diagnósticos ou cirúrgicos, não visando correção de problemas pré-existentes. Este fato, per se , dificulta a avaliação dos resultados. Acrescenta-se a isto a interação de problemas médicos pré-existentes, sua história natural e a história natural das doenças cirúrgicas com os procedimentos diagnósticos ou cirúrgicos associados à anestesia. Assim, a interpretação dos resultados da anestesia requer análise cuidadosa de observador experiente e isento, na tentativa de minimizar equívocos eventuais no estabelecimento de relação causa e efeito entre anestesia e o status clínico pós-anestésico. De fato, as doenças subjacentes, médicas ou cirúrgicas, têm sido encontrado serem o determinante do prognóstico pós operatório e não o anestésico empregadoForrest, Reheder, Calaham, 1992; 17201 anestesias. Os fatores relacionados com a morbidade grave são dificilmente controlados pelo anestesiologistaCohen et al, 1992; n=37665 anestesias ou são raramente passíveis de prevençãoLagasse, 1995; n= 13389 anestesias. A morbidade pós-anestésica pode ser definida comoKlinck, 1999: Maior: mortalidade, deficit funcional expressivo; Menor: morbidade transitória (dor na área operada, naúsea e vômitos, dor de garganta, recuperação prolongada); Intermediária ou potencial: incidentes ou distúrbios da fisiologia que possam ser relacionados a morbidade significante (como hipotensão arterial, por exemplo). PBG maio 2008
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  • Transcript

    • 1. Briefing Reunião SAEL 08 de maio
      • Qualidade em anestesia
        • Acreditação
        • Indicadores
          • Cefaléia
          • Dor na sala de recuperação anestésica
          • Náuseas e vômitos
          • Consulta pré-anestésica
      • Grupo de Transplantes
        • Meridional Transplantation Study Group
      • Visita pré - anestésica
        • Obrigatoriedade
        • Escala
        • Disponibilidade nos consultórios Meridional Center
      PBG maio 2008
    • 2. Briefing Reunião SAEL 08 de maio
      • Visita pós - anestésica
        • Cartão de visitas profissional
      • Intranet (Comunicação interna)
        • Emails
        • Artigos
        • Lista de discussão ANESTESIADOR
      • Atualização em anestesia
        • Congressos
        • Aulas internas
      PBG maio 2008
    • 3. Gestão e Qualidade em um Serviço de Anestesia Acreditação
    • 4. Gestão e Qualidade em um Serviço de Anestesia Acreditação
    • 5. Acreditação
      • Reconhecimento da “Qualidade”.
      PBG maio 2008
    • 6. Avaliação do Serviço de Anestesia Princípios básicos
      • Estrutura (infra-estrutura, ambiente e equipamento);
      • Processo (interação das pessoas com a estrutura e entre elas);
      • e Resultado (produto).
      • Deming, 1986
      PBG maio 2008
    • 7. Sumário
      • Introdução
        • Definição
        • Quem são os envolvidos
        • Programa de “qualidade”
      • Gestão de “qualidade”
        • Liderança
        • Estratégias e planos
        • Clientes e sociedade
        • Informação e conhecimento
        • Pessoas
        • Recursos materiais
        • Resultados
      PBG maio 2008
    • 8. “ Qualidade...”
      • ... é uma filosofia a ser compartilhada por todos os membros da organização, baseada em atitudes positivas em direção a mudanças* e mais focalizada no processo que no indivíduo.
      • *O progresso advém de mudanças no sistema, não de exortações ou ameaças.
      PBG maio 2008
    • 9. Quem são os envolvidos?
      • ... é uma filosofia a ser compartilhada por todos os membros da organização, baseada em atitudes positivas em direção a mudanças* e mais focalizada no processo que no indivíduo.
      • *O progresso advém de mudanças no sistema, não de exortações ou ameaças.
      PBG maio 2008
    • 10. Quem são os envolvidos?
      • Os serviços fazem parte de um todo maior , que é a instituição onde se insere.
      • A natural interação entre os diversos serviços faz da “qualidade” conseqüência da integração gerencial, sistêmica e coerente , criando condições para que a assistência atinja níveis de excelência em todo o hospital e não apenas em algumas partes (“ilhas”) dele.
      PBG maio 2008
    • 11. Descentralização
      • A descentralização é essencial .
      PBG maio 2008
    • 12. Descentralização
      • A descentralização é essencial .
      • Não se deve falar em “departamento” ou “gerência” de “qualidade”, como se ela pudesse ser atribuição exclusiva de um setor do hospital.
      • O Controle de Qualidade em Anestesia pode beneficiar-se de programas institucionais, mas fundamenta-se na participação direta e permanente de seus membros.
      PBG maio 2008
    • 13. Programa de “qualidade”
      • Conjunto de ações integradas e atitudes permanentes de todos os membros da empresa.
      • Conseqüência de um modelo de gestão que previne ou minimiza as não-conformidades ou erros do sistema.
      PBG maio 2008
    • 14. Modelo de gestão - objetivos Monitoração para assegurar o resultado Implementação de ações para erradicá-las Não conformidades Identificação Definição da causa PBG maio 2008
    • 15. Elementos do modelo de gestão (Critérios de Excelência) :
      • Liderança
      • Estratégias e planos
      • Clientes e sociedade
      • Intormação e conhecimento
      • Pessoas
      • Recursos materiais
      • Processos
      • Resultados
      PBG maio 2008
    • 16. Liderança
      • Sistema de liderança
      • Cultura da excelência
      • Análise crítica do desempenho global do serviço
      • Liderança
      • Estratégias e planos
      • Clientes e sociedade
      • Intormação e conhecimento
      • Pessoas
      • Recursos materiais
      • Processos
      • Resultados
    • 17. Sistema de liderança
      • Como está distribuído o poder e como estão organizados os grupos?
      • Quais são os principais líderes?
      • Como são legitimados pela alta direção da instituição e por seus pares?
      • Como participam da formulação das estratégias e da busca de oportunidades futuras para o serviço?
      • Como a direção estabelece padrões de trabalho?
      • Avaliação do desempenho de práticas de gestão (indicadores de desempenho ou informações qualitativas).
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    • 18. Cultura da excelência
      • Valores (orientam o serviço e devem estar alinhados com os valores da direção da instituição)
      • Diretrizes organizacionais
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    • 19. Valores (Exemplos) :
      • “ ...segurança acima de tudo!”
      • “ ...analgesia e conforto do paciente!”
      • “ ...respeito às pessoas!”
      • “ ...desenvolvimento constante!”
      • “ ...inovação e competência técnica!”
      • Os líderes dão o exemplo (liderança baseada em valores).
      PBG maio 2008
    • 20. Diretrizes oganizacionais
      • Missão
      • Visão
      • Políticas básicas do serviço
      PBG maio 2008
    • 21. Missão
      • O que faz o serviço?
      • Como faz?
      • Para quem faz?
      • Com que objetivo maior?
      PBG maio 2008
    • 22. Missão
      • O que faz o serviço?
      • Como faz?
      • Para quem faz?
      • Com que objetivo maior?
      • Onde o Serviço está.
      • O que o Serviço é.
      PBG maio 2008
    • 23. Missão (Exemplo) :
      • O que faz o serviço?
      • Como faz?
      • Para quem faz?
      • Com que objetivo maior?
      • “ O SAEL presta atendimento especializado em anestesia no Hospital Meridional (1) , de qualidade compatível com os mais recentes desenvolvimentos técnico-científicos, (2) , para pacientes do SUS, convênios ou particulares (3) , atuando sobre as diretrizes de Ética e Qualidade, mantendo uma meta de excelência na prestação de serviço (4) .”
      PBG maio 2008
    • 24. Visão
      • Meta a ser alcançada
      • Inspiração
      • Desafios
      PBG maio 2008
    • 25. Visão
      • Meta (ousada) a ser alcançada.
      • Inspiração (que motiva a todos em busca do ideal).
      • Desafios (novos patamares).
      • Onde o Serviço deverá estar ou o que deverá ser.
      • O que o Serviço será.
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    • 26. Políticas básicas do Serviço
      • Objeto de contínua revisão, atualização e implementação .
      • “ Como as coisas são feitas por aqui...”
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    • 27. Políticas básicas do Serviço (Exemplos) :
      • “ Não se permite aplicar anestesia sem avaliação pré-anestésica.”
      • “ Todo procedimento anestésico deve ser registrado em ficha específica.”
      • “ A oximetria de pulso é obrigatória em todos os procedimentos anestésicos”
      • “ Resolução CFM 1363/93 (condições básicas de segurança para a prática da anestesia).”
      • “ A capnografia é obrigatória em todas as situações em que se aplique anestesia geral.”
      • ...
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    • 28. Estratégias e planos
      • Formulação de estratégias
      • Operacionalização de estratégias
      • Planejamento da medição do desempenho global
      • Liderança
      • Estratégias e planos
      • Clientes e sociedade
      • Intormação e conhecimento
      • Pessoas
      • Recursos materiais
      • Processos
      • Resultados
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    • 29. Formulação de estratégias
      • Considerações:
        • Definição da situação atual do serviço: Recursos disponíveis (humanos, materiais, financeiros, organizacionais); Ameaças (políticas, econômicas, sociais, tecnológicas...);
        • Necessidades dos pacientes/clientes, comunidade, regulamentação, competição...;
        • Descrição das realizações necessárias para que o Serviço caminhe em direção à sua Visão .
      • Definição de
        • focos (~3) e
        • ações estratégicas (~2 a 5).
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    • 30. Operacionalização de estratégias
      • Desdobramento das estratégias em planos de ação de curto e longo prazo, incluindo:
      • Indicação de pessoas a executar tarefas;
      • Alocação de recursos para realizá-las;
      • Metas a serem alcançadas;
      • e acompanhamento da implementação dos planos de ação e seus resultados.
      PBG maio 2008
    • 31. Estratégias e planos (Exemplos) :
      • Foco estratégico: Melhoria contínua da qualidade do serviço de anestesiologia.
      PBG maio 2008
    • 32. Estratégias e planos (Exemplos) :
      • Foco estratégico:
        • Melhoria contínua da qualidade do serviço de anestesiologia.
      • Ações estratégicas:
        • Treinamento constante dos profissionais;
        • Adoção de novas condutas;
        • Aquisição de novos equipamentos.
      PBG maio 2008
    • 33. Estratégias e planos (Exemplos) :
      • Foco estratégico:
        • Melhoria contínua da qualidade do serviço de anestesiologia.
      • Ações estratégicas:
        • Treinamento constante dos profissionais;
        • Adoção de novas condutas;
        • Aquisição de novos equipamentos.
      • Planos de ação para a ação estratégica:
        • Definição das necessidades de treinamento de cada profissional;
        • Definição do plano de desenvolvimento individual (PDI) de cada profissional;
        • Escolha dos cursos a serem feitos;
        • Programação das saídas dos profissionais para freqüentar os cursos;
        • Realização de reuniões de revisão de casos;
        • Freqüência a congressos e reuniões científicas;
        • ...
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    • 34. Planejamento da medição do desempenho global
      • Monitoração dos rumos seguidos;
      • Definição de indicadores (critérios) de desempenho.
      PBG maio 2008
    • 35. Planejamento da medição do desempenho global (Exemplo) :
      • Auditoria permanente dos procedimentos anestésicos
      • Padrões de assistência em anestesia;
      • Condições de funcionamento dos aparelhos de anestesia;
      • Avaliação pré-anestésica e preparo para anestesia;
      • Indução e manutenção da anestesia;
      • Monitoração durante a anestesia;
      • Condições de alta da recuperação pós-anestésica;
      • Dispensação e controle de fármacos “controlados”.
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    • 36. Medição do desempenho global
      • Detecção de não-conformidades.
      PBG maio 2008
    • 37. Detecção de não conformidades (Exemplos) :
      • Parada cardíaca ou óbito intra-operatório;
      • Hipotensão ou hipertensão arterial;
      • Arritmias ou outras alterações eletrocardiográficas;
      • Outras ocorrências circulatórias.
      • Dificuldade ou impossibilidade de intubação traqueal;
      • Impossibilidade de desintubação;
      • Reintubação no período pós-anestésico;
      • Aspiração pulmonar do conteúdo gástrico;
      • Hipóxia;
      • Espasmo de laringe ou outra obstrução de vias aéreas;
      • Outras ocorrências respiratórias;
      • Falha de anestesia regional;
      • Hipotermia ou hipertermia;
      • Falhas no equipamento;
      • Reações alérgicas;
      • Admissão não prevista em Unidade de Terapia Intensiva devido a problemas anestésicos.
      PBG maio 2008
    • 38. Clientes e sociedade
      • Definição dos clientes (pacientes e seus familiares, cirurgiões, hospitais, planos de saúde ou outros pagadores dos atos anestésicos).
      • Em outras palavras, como conhecer os clientes , suas reais necessidades e expectativas, para depois satisfazê-las.
      • Este elemento de gestão também compreende:
        • Imagem e conhecimento
        • Relacionamento com os clientes; e
        • Interação com a sociedade em geral.
      • Liderança
      • Estratégias e planos
      • Clientes e sociedade
      • Intormação e conhecimento
      • Pessoas
      • Recursos materiais
      • Processos
      • Resultados
       PBG maio 2008
    • 39. Classificação de estado físico. American Society of Anesthesiologists.
      • Ausência de doença;
      • Doença sistêmica leve;
      • Doença sistêmica grave, porém não incapacitante;
      • Doença sistêmica grave com risco constante de vida;
      • Sem expectativa de vida a despeito da intervenção;
      • Doador de órgãos.
      PBG maio 2008
    • 40. Clientes e sociedade
      • Este elemento de gestão também compreende:
        • Imagem e conhecimento dos pacientes pelo serviço e do serviço pelos clientes, bem como imagem em relação a outros serviços de anestesiologia;
        • Relacionamento com os clientes; e
        • Interação com a sociedade em geral.
      • Liderança
      • Estratégias e planos
      • Clientes e sociedade
      • Intormação e conhecimento
      • Pessoas
      • Recursos materiais
      • Processos
      • Resultados
    • 41. Clientes e sociedade Imagem e conhecimento do mercado
      • Critérios adotados para segmentar e agrupar os clientes;
      • Identificação, análise e monitoração de suas necessidades
      • Identificação dos atributos do serviço e como sua importância relativa ou valor para os clientes é divulgada;
      • Como são identificados e analisados os níveis de conhecimento dos clientes sobre o serviço.
      • A instituição em que se situa o SA e este, naturalmente, têm grandes benefícios a auferir com a participação dos membros do serviço na administração geral ou técnica (gestão dos Centros Cirúrgicos e Ambulatórios, nos trabalhos desenvolvidos em seus diferentes colegiados, como as comissões de Ética, Compras, Controle de Infecção, Qualidade, Revisão de Prontuários, Padronização de Medicamentos, ou nas associações de funcionários. Nas instituições de ensino incluem-se as comissões de Residência Médica e Estágio, Pós-graduação, Ensino Graduado, Câmara Curricular, etc.)
      PBG maio 2008
    • 42. Clientes e sociedade Relacionamento com os clientes
      • F orma como o serviço seleciona e disponibiliza canais de acesso, como trata as sugestões e outras solicitações dos usuários;
      • Como é assegurado que as reclamações sejam pronta e eficazmente atendidas e/ou solucionadas, como o serviço avalia a satisfação/insatisfação e fidelidade dos clientes, comparando-o com outros serviços.
      • Considera-se igualmente como as informações obtidas dos clientes são utilizadas para intensificar o grau de satisfação e obter referencias positivas, incluindo as práticas utilizadas para torná-los fiéis.
      PBG maio 2008
    • 43. Clientes e sociedade Interação com Sociedade
      • Em interação com a sociedade se buscam as formas como o serviço se projeta para o grupo social mais amplo visando se tornar conhecido, ao mesmo tempo que desenvolve na população confiança nos procedimentos anestésicos.
      • Preocupação com os impactos reais e potenciais dos processos anestésicos sobre o ecossistema e a sociedade, procurando se antecipar às principais questões públicas relacionadas com a anestesia; como as necessidades das comunidades usuárias são identificadas, analisadas, compreendidas e atendidas de forma a promover o fortalecimento da Anestesiologia e da Medicina.
      • Representação (participação) do SA nas atividades das sociedades médicas (Sociedade Brasileira de Anestesiologia e suas Regionais, Associação Médica Brasileira e suas Federadas, Conselhos Regional e Federal de Medicina, Sindicatos Médicos).
      PBG maio 2008
    • 44. Informações e conhecimento
      • Uma reduzida parcela das insatisfações são traduzidas em reclamações ou sugestões e estas raramente chegam ao conhecimento da administração. O valor real das reclamações, todavia, advém de seu mérito intrínseco e da capacidade do SA de traduzi-las em intervenções que venham a corrigir as causas de insatisfação.
      • Cada aspecto do atendimento anestésico deve estar associado com a habilidade de medi-lo quantitativa e qualitativamente.
      • Definição d o que os indicadores devem medir e como medi-lo .
      • O excesso de dados supérfluos congestiona os sistemas de informação e prejudica suas funções.
      • Monitoração – Painel de controle
      • A relevância dos sistemas de informação é expressa pela sua capacidade de comunicar resultados às partes interessadas.
      • Liderança
      • Estratégias e planos
      • Clientes e sociedade
      • Intormação e conhecimento
      • Pessoas
      • Recursos materiais
      • Processos
      • Resultados
    • 45. Pessoas
      • Número
      • Qualificação
      • Liderança
      • Estratégias e planos
      • Clientes e sociedade
      • Intormação e conhecimento
      • Pessoas
      • Recursos materiais
      • Processos
      • Resultados
    • 46. Pessoas Número
      • Número suficiente (e dentro de regime de trabalho compatíveis com um desempenho satisfatório, aqui incluídos intervalos entre procedimentos e plantões) para administração da anestesia, avaliação pré-anestésica, recuperação e visita pós-anestésica (incluindo o controle da dor pós-operatória), e supervisão .
      • As dimensões do SA, considerados o volume de atividade, o número de anestesiologistas, a diversidade e complexidade da prática clínica, a distribuição geográfica e temporal das atividades desenvolvidas e a vinculação com a(s) instituição(oes) de saúde onde se inserem determinarão a inclusão de outros profissionais na equipe. Tem-se entre eles biomédicos ou engenheiros com formação em manutenção e apoio operacional de equipamentos médicos, técnicos de laboratório, pessoal de apoio voltado para administração geral, gerência de recursos humanos, compras, cobrança, contratação de serviços e assessorias de comunicação, jurídica e contábil.
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    • 47. Pessoas Qualificação
      • Entre os anestesiologistas, além da qualificação técnica formal geral (Título de Especialista em Anestesiolologia), seria desejável habilitação em situações específicas como: controle de vias aéreas difíceis, suporte básico (BLS) e avançado da vida em anestesia (SAVA), adultos (ACLS), e em crianças (PALS), interface com a medicina intensiva (FCCS), anestesia regional, dor pós-operatória, e anestesia em especialidades (Neuroanestesia, Anestesia Pediátrica, Anestesia Obstétrica, Anestesia em Oftalmologia, Anestesia Cardiovascular, etc).
      • Em ambiente acadêmico , acrescenta-se à qualificação acima, o Título Superior de Anestesiologia, os títulos acadêmicos (Pós- graduação sensu strictu em Mestrado e Doutorado, e Livre-Docência), a produção científica (pesquisas realizadas e publicadas) e a formação didática.
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    • 48. Recursos materiais
      • Número e qualidade;
      • Manutenção preventiva
      • Aferições periódicas de segurança e desempenho.
      • Conformidade com os padrões vigentes de boas práticas clínicas.
      • Liderança
      • Estratégias e planos
      • Clientes e sociedade
      • Intormação e conhecimento
      • Pessoas
      • Recursos materiais
      • Processos
      • Resultados
    • 49. Padrões de boas práticas clínicas (Exemplos) :
      • Resoluções do Conselho Federal de Medicina (93 e 94);
      • Normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas);
      • Portarias do Ministério da Saúde;
      • Legislação estadual;
      • Recomendações da SBA (Sociedade Brasileira de Anestesiologia);
      • Padrões da ONA (Organização Nacional de Acreditação).
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    • 50. Processos
      • Administrativos
        • Gerais
        • Específicos
      • Técnicos
      • Liderança
      • Estratégias e planos
      • Clientes e sociedade
      • Intormação e conhecimento
      • Pessoas
      • Recursos materiais
      • Processos
      • Resultados
    • 51. Processos
      • Administrativos
        • Gerais:
          • Registros (Prefeitura,Conselho Regional de Medicina);
          • Contratos e demissões de recursos humanos;
          • Contratos de prestação de serviços;
          • Faturamento de serviços prestados;
          • Pagamentos de honorários e salários;
          • Recolhimento de encargos e impostos (de renda e sobre serviços);
          • Locação de imóveis, condomínios e impostos prediais,
          • Pagamento de contas de água, luz e telefonia fixa ou celular, provedores;
          • Contratos e pagamento de despesas com serviços de terceiros;
          • Despesas com veículos;
          • Despesas com equipamentos de comunicação externa e interna, etc.
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    • 52. Processos
      • Administrativos
        • Gerais
        • Específicos*:
          • agendamento de consultas de avaliação pré-anestésica e nas clínicas de tratamento da dor,
          • solicitação de exames subsidiários e pareceres de outras especialidades necessários a estas atividades,
          • agendamento de serviços de anestesia para procedimentos cirúrgicos, diagnósticos e
          • consultoria técnica (monitoração, acessos vasculares e vias aéreas, ventilação artificial, analgesia e sedação, etc), escalas de trabalho, folgas e licenças.
          • * A documentação dos processos administrativos gerais e técnicos é essencial.
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    • 53. Questionário de Avaliação Pré-Anestésica .
    • 54. Modelo de termo de consentimento informado para procedimento anestésico.
      • TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO PARA PROCEDIMENTO ANESTÉSICO.
      • Recebi explicações detalhadas da(s) proposta(s) de procedimento(s) anestésico(s) ao(s) qual (is) eu (ou o paciente por quem me responsabilizo) possa vir a ser submetido. Fui informado de seus benefícios, riscos, complicações potenciais e alternativas prováveis. Tive a oportunidade de fazer perguntas e todas as minhas dúvidas foram esclarecidas.
      • Autorizo, portanto, a realização do(s) procedimento(s) descrito(s) ou outro(s) procedimento(s) que o médico anestesiologista considere necessário frente à(s) situação(ões) não prevista(s) que possa(m) ocorrer e justifique(m) intervenção(ões) diferente(s) daquela(s) discutida(s).
      • Estou ciente de que não é possível garantir a evolução, mas que serão utilizados todos os recursos, medicamentos e equipamentos disponíveis no hospital para obter o melhor resultado.
      • Paciente _______________________________________________________________________
      • (Assinatura) (Nome em letra de forma)
      • Responsável____________________________________________________________________
      • (Assinatura) (Nome em letra de forma)
      • Grau de Parentesco _____________________________
      • OS ESPAÇOS ABAIXO DEVEM SER COMPLETADOS PELO ANESTESIOLOGISTA
      • Certifico que expliquei o(s) procedimento(s) anestésico(s) possivelmente usado(s) neste caso, seus benefícios e alternativas. Creio ter respondido satisfatoriamente todas as perguntas que me foram feitas e que o paciente/responsável tenha compreendido o que lhe foi explicado.
      • Médico Anestesiologista _____________________ Data ____/_____/____ Horário _____
      • __________________________________________ ___________________________
      • (Assinatura) (CRM)
    • 55. Resultados
      • Componentes da qualidade assistencial:
      • Efetividade: melhores resultados assistenciais;
      • Eficácia: resultados/custo;
      • Aceitação: satisfação do(s) cliente(s).
      • Liderança
      • Estratégias e planos
      • Clientes e sociedade
      • Intormação e conhecimento
      • Pessoas
      • Recursos materiais
      • Processos
      • Resultados
    • 56. Resultados
      • Consulta pós-anestésica
        • Avaliação do resultado assistencial
        • Satisfação do paciente
      • Análise de custo
      • Pesquisa de satisfação junto aos demais clientes (os próprios anestesiologistas, outros profissionais que fazem parte do SA, cirurgiões e especialistas de unidades solicitantes de serviço, como Imagem, Radioterapia, Endoscopia e outras; enfermeiros e funcionários do Centro Cirúrgico não diretamente ligados ao SA, dos serviços de apoio, como Endoscopia, Patologia Geral e Patologia clínica, Hemoterapia, Terapia Intensiva, Engenharia Biomédica; funcionários administrativos e administração da instituição em apreço, fornecedores e outros).
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    • 57. Sistema de Índices Numéricos para Análise dos Resultados da Anestesia (Vacanti, Vitez, 1995).
      • 0 Curso Normal: Nenhum dano reversível ou permanente
      • Cuidados, sem dano orgânico
      • 1 Cuidado adicional imprevisto (ex.: uso de drogas adicionais)
      • 2 Hospitalização prolongada
      • 3 Hospitalização prolongada associada a aumento significativo do grau de cuidados (admissão UTI)
      • Dano orgânico reversível
      • 4 Requerendo drogas e testes adicionais (ex.: atelectasia lobar)
      • 5 Envolvendo hospitalização prolongada com ou sem cuidados adicionais (ex.: edema pulmonar por sobrecarga de fluidos)
      • 6 Envolvendo hospitalização prolongada com aumento significativo do grau de cuidados e risco (ex.: pneumonite aspirativa)
      • Dano orgânico irreversível
      • 7 Com efeito residual que não afeta a função (ex.: traqueostomia temporária)
      • 8 Com efeito residual que afeta a função (ex.:síndrome da cauda eqüina)
      • 9 Com efeito residual que incapacita o indivíduo (ex.: infarto do miocárdio maciço complicado)
      • 10 Morte
    • 58. Avaliação da Satisfação do Paciente. Roteiro para entrevista e questionário simplificado.
      • I. Como você se sentiu durante a anestesia?
      • Muito bem
      • Bem
      • Mais ou menos
      • Mal
      • Muito mal
      • Não me lembro (amnésia)
      • Não sabe/não respondeu
      • II. Você sentiu dor durante a anestesia?
      • Não
      • Sim, dor leve ou moderada
      • Sim, dor intensa
      • Não me lembro (amnésia)
      • Não sabe/não respondeu
      • III. Que nota você daria para a dor que sentiu durante a anestesia?
      • (O pesquisador apresenta a escala analógica visual)
      • IV. Como você se sentiu logo após a anestesia?
      • Muito bem
      • Bem
      • Mais ou menos
      • Mal
      • Muito mal
      • Não me lembro (amnésia)
      • Não sabe/não respondeu
    • 59. Avaliação da Satisfação do Paciente. Roteiro para entrevista e questionário simplificado.
      • V. Você sentiu dor no lugar da operação logo após a cirurgia?
      • Não
      • Sim, dor leve ou moderada
      • Sim, dor intensa
      • Não me lembro (amnésia)
      • Não sabe/não respondeu
      • VI. Que nota você daria para a dor que sentiu logo após a anestesia?
      • (O pesquisador apresenta a escala analógica visual)
      • VII. Se fosse necessário passar por esta mesma anestesia novamente, você gostaria que ela fosse feita da mesma forma?
      • Sim
      • De modo geral sim, mas com algumas mudanças
      • De modo geral não, exceto por alguns aspectos
      • Não, de jeito nenhum
      • Não sabe/não respondeu
      • VIII. O que você achou da qualidade do nosso serviço de Anestesia?
      • Ótimo ou Bom
      • Regular (mais ou menos)
      • Ruim
      • Péssimo
      • Não sabe/não respondeu
      • Sugestões:
      • (O questionário acima serve de roteiro para entrevista e também é apresentado para ser preenchido sem identificação do paciente.)
    • 60.  
    • 61. Características do Serviço de Anestesia NÍVEL 1. ONA Manual Brasileiro de Acreditação 2001.
      • Padrão
      • A organização conta com profissionais capacitados para executar procedimentos anestésicos com segurança; a infra-estrutura do Centro Cirúrgico garante os equipamentos básicos necessários para o desenvolvimento desta tarefa; o profissional anestesista registra todas as fases do ato anestésico.
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    • 62. Características do Serviço de Anestesia NÍVEL 1. ONA Manual Brasileiro de Acreditação 2001.
      • Ítens de verificação
      • Verificar se a instituição dispõe de uma lista de anestesistas organizados por plantões, ativos ou à distância, para cada dia da semana;
      • Verificar se há consulta pré-anestésica;
      • Verificar no Centro Cirúrgico a existência de um mecanismo definido para contatar os profissionais do Serviço de Anestesia (lista de anestesistas com telefones ou pagers);
      • Verificar junto às equipes cirúrgicas se o quantitativo dos profissionais anestesista garante a execução dos atos cirúrgicos planejados;
      • Verificar em uma amostra aleatória de 20 prontuários o preenchimento da ficha anestésica em 100% dos casos;
      • Verificar a existência de esquema que garanta o atendimento de procedimentos de emergência (maternidade, unidade de emergência);
      • Verificar a existência de equipamentos adequados para o ato anestésico (aparelho de anestesia equipado com equipamento de monitoração de sinais vitais, medicamentos acessíveis, materiais para o ato de intubação, circuitos de gases medicinais identificados por cores padronizadas pela ABNT).
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    • 63. Características do Serviço de Anestesia NÍVEL 2. ONA Manual Brasileiro de Acreditação 2001.
      • Padrão
      • O Serviço de Anestesia está estruturado de maneira a garantir a cobertura assistencial, por meio de plantões ativos para cada dia da semana; os profissionais anestesistas atuam desde o período pré até o pós operatório; as atividades do serviço estão normalizadas, documentadas e são monitorizados indicadores específicos do serviço; a infra-estrutrura permite a realização de atos cirúrgicos de alto risco; o serviço planeja atividades de treinamento para todos os membros da equipe.
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    • 64. Características do Serviço de Anestesia NÍVEL 2. ONA Manual Brasileiro de Acreditação 2001.
      • Itens de verificação
      • Verificar a existência da relação de anestesistas na área cirúrgica.
      • Verificar a escala de trabalho dos médicos anestesistas e observar se o profissional incluído na relação está disponível na hora da avaliação.
      • Verificar, em uma amostra de vinte prontuários, o registro da avaliação pré-anestésica.
      • Verificar as normas escritas do serviço e seu conhecimento por parte da equipe.
      • Verificar quais os indicadores utilizados para monitorar as atividades do serviço (ex. taxas de suspensão de cirurgias por motivos relacionados à anestesia, índice de intercorrências anestésicas).
      • Verificar quais as atividades de treinamento realizadas no último ano.
      • Verificar a existência de uma área destinada à recuperação pós-anestésica do paciente, com infra-estrutura (ex. medicamentos, equipamentos para monitorização, aparelho para assistência respiratória ou oxigenação, aspiradores) e equipe multiprofissional.
      • Verificar junto à equipe se os equipamentos garantem a segurança dos atos anestésicos em pacientes de alto risco (ex. oxímetro de pulso, capnógrafo, monitores de pressão arterial direta medicamentos).
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    • 65. Características do Serviço de Anestesia NÍVEL 3. ONA Manual Brasileiro de Acreditação 2001.
      • Padrão
      • Os profissionais do Serviço são especialistas; trabalham com protocolos clínicos definidos pela equipe e desenvolvem atividades de atualização técnico-profissional periódicas; o Serviço coordena regularmente atividades de avaliação do desempenho técnico da equipe e trabalha com o objetivo de melhoria contínua; a incorporação tecnológica do Serviço é planejada de acordo com o perfil da Instituição e dos indicadores monitorados.
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    • 66. PBG maio 2008
    • 67. Briefing Reunião SAEL 08 de maio
      • Qualidade em anestesia
        • Acreditação
        • Indicadores
          • Cefaléia
          • Dor na sala de recuperação anestésica
          • Náuseas e vômitos
          • Consulta pré-anestésica
      • Grupo de Transplantes
        • Meridional Transplantation Study Group
      • Visita pré - anestésica
        • Obrigatoriedade
        • Escala
        • Disponibilidade nos consultórios Meridional Center
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    • 68. Briefing Reunião SAEL 08 de maio
      • Visita pós - anestésica
        • Cartão de visitas profissional
      • Intranet (Comunicação interna)
        • Emails
        • Artigos
        • Lista de discussão ANESTESIADOR
      • Atualização em anestesia
        • Congressos
        • Aulas internas
      PBG maio 2008

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