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Ata reunião GT 06 CBAN setembro 2012
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Ata reunião GT 06 CBAN setembro 2012

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Ata da reunião 06 do GT do CBAN setembro 2012

Ata da reunião 06 do GT do CBAN setembro 2012

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  • 1. REUNIÃO GRUPO DE TRABALHO CBAN GT 05 04 de setembro de 2012 PRESENTES: Ana Cristina França (APSIS ANEFAC)  Wagner Aquino (IBEMEC) Giana Araújo (APSIS ANEFAC)  Vânia Borgerth (BNDES ANEFAC) Luiz Paulo C. Silveira (APSIS ANEFAC)  Miguel Bahury (Ex-Superintendente CVM) Eric Barreto (Cinecorp ANEFAC)  Diogo (Ernst Young & Terco) Rodrigo Amato (Mark2Market ANEFAC) 1. INFORMES  Apresentação prof. Wagner Aquino e da nova diretoria de São Paulo – Eric Barreto e Rodrigo Amato. (currículos no blog)  O CBAN no Facebook. http://tinyurl.com/8qq5o7p  Jantar Palestra com diretor técnico do IVSC Chris Thorne – setembro 2012  Encontro diretoria RJ com a nova diretoria de São Paulo. Convidados membros do CBAN, presentes e cursantes do curso de intangíveis do IIBV.  Recapitulação do histórico de estudos do IFRS 13 no GT 03, 04 e 05.  Todos combinaram de ficar à disposição do CPC para alguma participação mais efetiva.  Intenção de cadastrar os membros do CBAN  Realização: será solicitado por email. 2. FINALIZAÇÃO DA REVISÃO DO IFRS 13 – TRADUÇÃO IBRACON  Recomendou-se a forma de exposição das sugestões: “onde se lê”... “leia-se”...  Tradução de inputs para “dados de entrada permanece para ficar coerente com a Tradução de Princípios conceituais Básicos do CPC, embora tenha sido sugerido o termo “entradas”.  Com as discussões, apontou-se que a tradução sempre segue a nomenclatura mais corrente, no entanto o sentido do IFRS é sempre mais amplo do que o corrente e isso pode gerar inconsistências entre o texto original e o traduzido.
  • 2. 2  Foi neste sentido que a sugestão da Vânia Borgerth foi preparada – usar o termo “negociar o passivo” no lugar de “transferir o passivo”, onde negociar dá uma ideia de troca, e transferir dá uma ideia de cessão passiva, sem acordo entre as partes.  Na mesma direção se discutiu o termo unit of account, como termo novo a ser traduzido, e que merecia, pela sua definição, uma expressão melhor do que unidade de conta, que à primeira vista lembra o conceito de “conta contábil”, mas possui um sentido diverso (está definido no Apêndice A da IFRS 13) mais afinado com unidade geradora de caixa. Como expressão mais afinada com o conceito sugeriu-se utilizar “unidade contábil” para unit of account.  Rodrigo Amato comentou e justificou a retradução de Exchange market, dealers markets e brokered markets.  Para a metodologia MPEEM sugeriu-se manter a sigla em inglês, que já vem sendo utilizada no mercado, e manter a tradução sugerida (Método dos ganhos excedentes por múltiplos períodos).  Foram também enviadas algumas sugestões estilísticas. 3. ORIENTAÇÃO OCBAN 03 – FAIR VALUE  Finda a discussão dos termos, Ana Cristina sugeriu para os novos diretores Eric e Rodrigo o material a ser utilizado para a nova DT de Avaliação de Instrumentos Financeiros a ser preparada por eles, lembrando que, na sua opinião, a diferença principal de uma DT para uma Orientação seria que esta última estaria mais voltada para todo o mercado e não apenas par avaliadores.  Além da Diretriz Técnica de Instrumentos Financeiros, sugeriu-se elabora também uma para abordagem de custo e outra para mercado.  Passou-se então a discutir o formato do que seria uma Orientação em Valor Justo para Avaliadores.  O professor Wagner Aquino se comprometeu a esboçar um esqueleto para que todos possam fazer considerações na próxima reunião.  De antemão se decidiu que se deve definir os objetivos da Orientação, que inclui:  Como tratar a entrada dentro do modelo de avaliação;  Como tratar os dados contábeis em modelos de avaliação;
  • 3. 3  O que significa mudar o padrão de mensuração para “fair value”, a ruptura da saída do modelo de custo para o modelo de valor justo e o impacto disto nos modelos de avaliação.  O esclarecimento dos conceitos e o que muda, enriquecendo com exemplos. Foi dado como exemplo o significado do conceito de “valor de saída”.  Realizar um estudo do Anexo D do IFRS 13 para comentar as mudanças específicas. 4. PRÓXIMOS PASSOS  Compartilhar modelos de TIP (Technical Information Paper), Guidance Notes e Discussion Paper do IVSC para o professor Wagner Aquino, para que possa se basear na confecção do esqueleto da Orientação.  Enviar carta final de sugestões à tradução do IFRS 13 enviada ao CPC pelo CBAN para a lista do Google e Grupo de Trabalho.  Encaminhar um cadastro de membros do Comitê por email.  Adiar a próxima reunião do GT de outubro para a semana seguinte. 5. CRONOGRAMA PREVISTO local Videoconferência RJ e SP PARTICIPANTES Jantar Palestra Diretor IVSC - Chris Thorne 10/set 10 Aberto ao público setembro “The IVS and the challenges facing the global valuation profession.” outubro Reunião GT CBAN 07 - 11/out Grupo de Trabalho Associados ANEFAC e novembro Reunião geral CBAN 04 - 08/nov convidados