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Treinamento transportador de correa
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Treinamento transportador de correa

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  • 1. TREINAMENTO TÉCNICO DE INSPEÇÃO TRANSPORTADORES DE CORREIA
  • 2. TRANSPORTADORES DE CORREIA AS NORMAS A SEGUIR FIXAM OS PROCEDIMENTOS BÁSICOS DE UM ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA TRANSPORTADORES DE CORREIA (TC) EM OPERAÇÃO, DE TAL FORMA A GARANTIR UMA VIDA LONGA DO EQUIPAMENTO E AS CONDIÇÕES OPERACIONAIS E DE MANUTENÇÃO SEGURA.
  • 3. TRANSPORTADORES DE CORREIA NA APLICAÇÃO É NECESSÁRIO CONSULTAR AS NORMAS : NBR6177 – TRANSPORTADORES CONTÍNUOS – TRANSPORTADORES DE CORREIA - TERMINOLOGIA NBR13742 – PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA PARA TRANSPORTADORES CONTÍNUOS – TRANSPORTADORES DE CORREIA - PROCEDIMENTO 2) DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
  • 4. TRANSPORTADORES DE CORREIA 3) DEFINIÇÕES OS TERMOS TÉCNICOS UTILIZADOS ESTÃO DEFINIDOS NA NORMA NBR 6177.
  • 5. TRANSPORTADORES DE CORREIA 4) CONDIÇÕES ESPECÍFICAS A INSPEÇÃO REGULAR DE TRANSPORTADORES DE CORREIA FORNECE UM DIAGNÓSTICO PRECISO DAS CONDIÇÕES DO EQUIPAMENTO, PERMITINDO ASSIM, PROLONGAR A SUA VIDA ÚTIL E EVITAR A OCORRÊNCIA DE ACIDENTES ATRAVÉS DA CORREÇÃO DOS PROBLEMAS ENCONTRADOS. PODEM-SE UTILIZAR COM ESTA FINALIDADE, AS ORIENTAÇÕES CONTIDAS EM 4.1 À 4.15
  • 6. 4.1 ROLETES DO LADO DO CARREGAMENTO
    • 4.1.1 PRINCIPAIS TIPOS:
    • ROLETE DE CARGA
    VERIFICAR , QUANTO AO DESGASTE DO TUBO DE ANÉIS, RUÍDO ANORMAL, TRAVAMENTO, PEDRAS PRESAS, LIMPEZA, ETC.
  • 7. 4.1 ROLETES DO LADO DO CARREGAMENTO
    • ROLETE DE IMPACTO;
    VERIFICAR ESPAÇAMENTO E NIVELAMENTO DOS ROLETES
  • 8. 4.1 ROLETES DO LADO DO CARREGAMENTO
    • ROLETE DE TRANSIÇÃO;
  • 9. 4.1 ROLETES DO LADO DO CARREGAMENTO
    • ROLETE EM CATENÁRIA;
  • 10. 4.1 ROLETES DO LADO DO CARREGAMENTO
    • ROLETE DE BALANÇA.
    DEVE SER DADA ATENÇÃO AOS ROLETES DA PONTE DE PESAGEM DE BALANÇAS, E EM ESPECIAL QUATRO ROLETES ANTES E DEPOIS DA PONTE.
  • 11. 4.2 ROLETES DO LADO DO RETORNO
    • 4.2.1 PRINCIPAIS TIPOS:
    • ROLETE COM ANÉIS DE BORRACHA;
    VERIFICAR , QUANTO AO DESGASTE DO TUBO DE ANÉIS, RUÍDO ANORMAL, TRAVAMENTO, PEDRAS PRESAS, MATERIAL AGARRADO NO TUBO OU REVESTIMENTO E LIMPEZA.
  • 12. 4.2 ROLETES DO LADO DO RETORNO
    • ROLETE DE AÇO;
  • 13. 4.2 ROLETES DO LADO DO RETORNO
    • ROLETE AUTO-ALINHANTE;
  • 14. 4.3 TAMBORES
    • 4.3.1 PRINCIPAIS TIPOS:
    • TAMBOR DE ACIONAMENTO;
    • TAMBOR DE RETORNO;
    • TAMBOR DE ENCOSTO;
    • TAMBOR DE DESCARGA DO TRIPER;
    • TAMBOR DE DESVIO DO TRIPER;
    • TAMBOR DE DESCARGA;
    • TAMBOR DE CABEÇA;
    • TAMBOR DE ESTICAMENTO;
    • TAMBOR DE DESVIO DO ESTICAMENTO
    • TAMBOR DE DESVIO;
    • TAMBOR CONTRA LEVANTAMENTO.
  • 15. 4.3 TAMBORES 4.3.2 VERIFICAR QUANTO AO DESGASTE DO REVESTIMENTO, PROFUNDIDADE (MÍNIMO 4MM) DA RANHURA DO TAMBOR DE ACIONAMENTO, RUÍDOS ANORMAIS, VAZAMENTO EXCESSIVO DE LUBRIFICANTE NOS MANCAIS, MATERIAL AGARRADO NOS DISCOS LATERAIS E NO CILINDRO DO TAMBOR, VIBRAÇÃO EXCESSIVA E LIMPEZA.
  • 16. 4.4 CORREIA
    • 4.4.1 PRINCIPAIS ITENS:
    • COBERTURA SUPERIOR;
    • COBERTURA INFERIOR;
    • CARCAÇA;
    • BORDA DIREITA;
    • BORDA ESQUERDA;
    • EMENDA.
  • 17. 4.4 CORREIA 4.4.2 VERIFICAR O ESTADO DAS EMENDAS NAS COBERTURAS SUPERIORES QUANTO A SEPARAÇÃO DAS LONAS. LEVANTAMENTO DA BORRACHA DE COBERTURA, TRINCAS E BOLHAS NOS PASSOS E BORDAS. SE A CORREIA FOR DE CABO DE AÇO, VERIFICAR SE OS CABOS ESTÃO SE LEVANTANDO. VERIFICAR O ESTADO GERAL DAS COBERTURAS SUPERIOR E INFERIOR QUANTO A RASGOS, TRINCAS E PERFURAÇÕES, ABERTURA ENTRE LONAS E ARRANCAMENTO DE BORDAS. SEMPRE QUE POSSÍVEL, INDICAR SE O DANO ATINGIU A CARCAÇA.
  • 18. 4.5 ESTICAMENTO ESTICAMENTO POR GRAVIDADE:
  • 19. 4.5 ESTICAMENTO 4.5.2 ESTICAMENTO POR GRAVIDADE: VERIFICAR O ESTADO GERAL DA ESTRUTURA QUANTO A EMPENAMENTOS E OXIDAÇÃO EXCESSIVA, LIMPEZA DAS GUIAS DO CARRINHO, QUANDO HOUVER E ESTADO DOS CABOS DE AÇO. VERIFICAR SE O CONTRAPESO ESTÁ NIVELADO, SE NÃO HÁ MATERIAL ACUMULADO (DEVE SER RETIRADO) OU SE ESTÁ MUITO PRÓXIMO DO SOLO, POIS PODE SER NECESSÁRIO ENCURTAR A CORREIA. VERIFICAR SE O CARRINHO, QUANDO HOUVER, ESTÁ MUITO PRÓXIMO DOS BATENTES, POIS PODE BATER NA PARTIDA OU FRENAGEM. INDICAR A POSIÇÃO DO CONTRAPESO EM RELAÇÃO À SUA POSIÇÃO ORIGINAL, PARA FACILITAR O CONTROLE DO ALONGAMENTO DA CORREIA E DA QUANTIDADE DE CORREIA ADICIONAL EXISTENTE PARA A EXECUÇÃO DE UMA EMENDA, EM CASO DE NECESSIDADE.
  • 20. 4.5 ESTICAMENTO ESTICAMENTO POR PARAFUSO
  • 21. 4.5 ESTICAMENTO 4.5.1 ESTICAMENTO POR PARAFUSO: VERIFICAR O ESTADO GERAL DA ESTRUTURA QUANTO A EMPENAMENTOS, OXIDAÇÃO EXCESSIVA, FALTA DE LUBRIFICAÇÃO DO PARAFUSO E LIMPEZA. VERIFICAR A FLECHA DA CORREIA (APROXIMADAMENTE 1,5CM À 2CM). CORREIA MUITO ESTICADA DANIFICA PRINCIPALMENTE OS ROLAMENTOS E CORREIA FROUXA PERMITE DESLIZAMENTO NO TAMBOR DE ACIONAMENTO E / OU QUEDA DE MATERIAL. INDICAR A POSIÇÃO DO PARAFUSO EM RELAÇÃO À SUA POSIÇÃO ORIGINAL, PARA FACILITAR O CONTROLE DO ALONGAMENTO DA CORREIA.
  • 22. 4.6 COMPONENTES DIVERSOS
    • 4.6.1 PRINCIPAIS ITENS:
    • LIMPADORES
  • 23. 4.6 COMPONENTES DIVERSOS
    • RASPADORES
  • 24. 4.6 COMPONENTES DIVERSOS 4.6.2 LIMPADORES E RASPADORES VERIFICAR O ESTADO GERAL DOS LIMPADORES E RASPADORES QUANTO À ATUAÇÃO, DESGASTE DAS LÂMINAS, CONTATOS DAS PARTE METÁLICAS COM A COBERTURA DA CORREIA E FUNCIONAMENTO DE OUTROS COMPONENTES. VERIFICAR SE OS BATENTES LIMITADORES DO DESGASTE DAS LÂMINAS E OS DISPOSITIVOS DE FIXAÇÃO ESTÃO FIRMES E EM BOM ESTADO.
  • 25. 4.6 COMPONENTES DIVERSOS
    • GUIAS LATERAIS
  • 26. 4.6 COMPONENTES DIVERSOS
    • CORTINAS DE FECHAMENTO
  • 27. 4.6 COMPONENTES DIVERSOS 4.6.3 GUIAS LATERAIS E CORTINAS DE FECHAMENTO VERIFICAR O ESTADO GERAL DAS GUIAS, INCLUSIVE DE SUAS PLACAS DE DESGASTE. VERIFICAR SE A LÂMINA DE BORRACHA NÃO ESTÁ MARCANDO A SUPERFÍCIE SUPERIOR DA CORREIA. COLOCAR A LÂMINA A APROXIMADAMENTE 1mm DE DISTÂNCIA DA CORREIA. VERIFICAR O ESTADO DAS CORTINAS DE FECHAMENTO NAS ENTRADAS DOS CHUTES, SAÍDA E COMEÇO DAS GUIAS.
  • 28. 4.6 COMPONENTES DIVERSOS
    • CHUTES
  • 29. 4.6 COMPONENTES DIVERSOS
    • PLACAS DE DESGASTE
  • 30. 4.6 COMPONENTES DIVERSOS 4.6.4 CHUTES E PLACAS DE DESGASTE VERIFICAR O ESTADO GERAL EXTERNO DOS CHUTES QUANTO A FUROS, RASGOS, DANOS E OXIDAÇÃO EXCESSIVA. SE O TRANSPORTADOR ESTIVER PARADO, VERIFICAR O ESTADO DAS PLACAS DE DESGASTE E DOS PARAFUSOS DE FIXAÇÃO, POIS A QUEDA DE UMA PLACA PODE PROVOCAR LONGOS CORTES NA CORREIA.
  • 31. 4.7 CHAVES ELÉTRICAS
    • 4.7.1 PRINCIPAIS TIPOS:
    • CHAVES DE EMERGÊNCIA;
    • CHAVE DE VELOCIDADE;
    • CHAVE DE DESALINHAMENTO;
    • CHAVE-SONDA;
    • DETECTOR DE RASGO;
    • CHAVE DE NÍVEL;
    • CHAVE DE FIM DE CURSO;
    • CHAVE DE SOBRECURSO;
    • CHAVE DE INVERSÃO DE MARCHA;
  • 32. 4.7 CHAVES ELÉTRICAS
    • CHAVES DE EMERGÊNCIA
  • 33. 4.7 CHAVES ELÉTRICAS
    • CHAVE DE DESALINHAMENTO
  • 34. 4.7 CHAVES ELÉTRICAS
    • CHAVE-SONDA
  • 35. 4.7 CHAVES ELÉTRICAS
    • DETECTOR DE RASGO
  • 36. 4.7 CHAVES ELÉTRICAS
    • CHAVE DE FIM DE CURSO
  • 37. 4.7 CHAVES ELÉTRICAS 4.7.2 VERIFICAR A LIMPEZA E O ESTADO EXTERNO DAS CHAVES ELÉTRICAS. SE O EQUIPAMENTO ESTIVER PARADO OU EM CONDIÇÃO DE TESTE, SOLICITAR AO ELETRICISTA O TESTE DE TODAS AS CHAVES. FAZER TESTES PERIÓDICOS. O TRANSPORTADOR, EM HIPÓTESE ALGUMA, DEVE SER COLOCADO EM OPERAÇÃO SEM O PERFEITO FUNCIONAMENTO DE SUAS CHAVES DE EMERGÊNCIAS.
  • 38. 4.8 ALINHAMENTO VERIFICAR O ALINHAMENTO DA CORREIA. INDICAR NO ESQUEMA DO TC A POSIÇÃO APROXIMADA DO DESALINHAMENTO, QUANDO HOUVER. SE O DESALINHAMENTO ACOMPANHAR O MOVIMENTO DA CORREIA, INFORMAR ESTE FATO. INDICAR SE O DESALINHAMENTO OCORRE NO LADO DO CARREGAMENTO OU NO LADO DO RETORNO.
  • 39. 4.9 ESTRUTURA
    • 4.9.1 PRINCIPAIS ITENS:
    • ESTRUTURA PRINCIPAL;
    • COBERTURA DE TRANSPORTADOR;
    • CHAPA DE PROTEÇÃO;
    • ANTEPAROS DE SEGURANÇA;
    • PASSADIÇOS E PASSARELAS.
  • 40. 4.9 ESTRUTURA
    • ESTRUTURA PRINCIPAL;
  • 41. 4.9 ESTRUTURA
    • COBERTURA DE TRANSPORTADOR;
  • 42. 4.9 ESTRUTURA
    • CHAPA DE PROTEÇÃO;
  • 43. 4.9 ESTRUTURA
    • ANTEPAROS DE SEGURANÇA;
  • 44. 4.9 ESTRUTURA
    • PASSADIÇOS E PASSARELAS.
  • 45. 4.9 ESTRUTURA 4.9.2 VERIFICAR O ESTADO GERAL DE TODA ESTRUTURA, COBERTURA, CHAPAS DE PROTEÇÃO, ANTEPAROS DE SEGURANÇA, PASSADIÇOS E PASSARELAS, QUANTO A EMPENAMENTO, OXIDAÇÃO E DESGASTE. QUANDO HOUVER COBERTURA, INDICAR EVENTUAIS LOCAIS COM DANOS.
  • 46. 4.10 ACIONAMENTO
    • 4.10.1 PRINCIPAIS ITENS:
    • MOTOR;
    • ACOPLAMENTO HIDRÁULICO;
    • REDUTOR;
    • ACOPLAMENTO FLEXÍVEL;
    • FREIO;
    • CONTRA-RECUO;
    • VOLANTE.
  • 47. 4.10 ACIONAMENTO 4.10.2 VERIFICAR SE HÁ VAZAMENTOS VISÍVEIS DE LUBRIFICANTES NOS REDUTORES, ACOPLAMENTOS HIDRÁULICOS, FREIOS E CONTRA-RECUO. VERIFICAR SE A CARCAÇA DO MOTOR, VOLANTE E OUTROS COMPONENTES NÃO ESTÃO COBERTOS DE PÓ E SUJEIRA, POIS O EXCESSO DE PÓ E SUJEIRA DIFICULTA A REFRIGERAÇÃO E O FUNCIONAMENTO DO COMPONENTE, E PODE, ATÉ MESMO, PROVOCAR DESBALANCEAMENTO. SE HOUVER VOLANTE, VERIFICAR A SUA FIXAÇÃO.
  • 48. 4.11 PINTURA VERIFICAR VISUALMENTE O ESTADO DA PINTURA. INDICAR ÁREAS COM CORROSÃO OU QUE NECESSITEM DE RETOQUE.
  • 49. 4.12 SEGURANÇA
    • 4.12.1 PRINCIPAIS ITENS:
    • A) GUARDAS DE PROTEÇÃO EM:
    • TAMBORES;
    • ACOPLAMENTOS;
    • FREIOS;
    • VOLANTES;
    • CORRENTES;
    • CABOS DE AÇO;
    • ROLDANAS;
    • TORRES DE ESTICAMENTO;
    • AO LONGO DE CARROS DE ESTICAMENTO;
    • AMOSTRADORES.
  • 50. 4.12 SEGURANÇA B) PISOS, DEGRAUS. C) CORRIMÃO.
  • 51. 4.12 SEGURANÇA 4.12.2 VERIFICAR O ESTADO DAS PROTEÇÕES DOS TAMBORES, PARTES GIRANTES, TORRE DE ESTICAMENTO, ACIONAMENTO E OUTRAS PARTES MÓVEIS. VERIFICAR O ESTADO DOS PISOS, DEGRAUS E CORRIMÃOS. NÃO DEVE HAVER BURACOS, PARTES SALIENTES, PISOS SOLTOS, CORRIMÃOS COM ARESTAS OU QUAISQUER DEFEITOS QUE POSSAM PROVOCAR ACIDENTES, LESÕES OU COLOCAR EM RISCO A VIDA DAS PESSOAS (VER NBR 13742).
  • 52. 4.13 MEIO AMBIENTE VERIFICAR A LIMPEZA DO EQUIPAMENTO E ÁREAS PRÓXIMAS, INDICAR OS PONTOS MAIS CRÍTICOS ONDE HÁ VAZAMENTOS DE MATERIAL. NÃO PERMITIR A EXISTÊNCIA DE FUROS EM CHUTES, GUIAS ABERTAS, FALTA DE CORTINAS FECHAMENTO, ETC... GARANTIR O BOM FUNCIONAMENTO DOS RASPADORES. MANTER AS COBERTURAS DOS TRANSPORTADORES COMPLETAS E EM BOM ESTADO. A LIMPEZA É O FATOR DE SEGURANÇA NECESSÁRIA À MANUTENÇÃO DO MEIO AMBIENTE E AO CONFORTO NO TRABALHO.
  • 53. 4.14 ACESSÓRIOS 4.14.1 VERIFICAR SE NÃO HÁ ALGUMA IRREGULARIDADE VISÍVEL EM EQUIPAMENTOS QUE OPERAM EM AUXÍLIO AO TRANSPORTADORES DE CORREIA, TAIS COMO: A) EXTRATORES MAGNÉTICOS; B) DETECTORES DE METAL; C) AMOSTRADORES; D) ALIMENTADORES VIBRATÓRIOS; E) BALANÇAS; F) OUTROS.
  • 54. 4.14 ACESSÓRIOS A) EXTRATORES MAGNÉTICOS;
  • 55. 4.14 ACESSÓRIOS B) DETECTORES DE METAL
  • 56. 4.14 ACESSÓRIOS C) AMOSTRADORES;
  • 57. 4.14 ACESSÓRIOS D) ALIMENTADORES VIBRATÓRIOS;
  • 58. 4.14 ACESSÓRIOS E) BALANÇAS;
  • 59. 4.14 ACESSÓRIOS 4.14.2 SE NECESSÁRIO, INFORMAR AS FALHAS AO SETOR RESPONSÁVEL. UMA FALHA DE ALGUNS DESTES EQUIPAMENTOS PODE CAUSAR DANOS AO PRÓPRIO TRANSPORTADOR DE CORREIA.
  • 60. Roletes de carga travados Vazamento pela guia lateral Roletes de impacto danificados Chave de desalinhamento mal posicionada Rolete guia instalado de forma incorreta, danificando a borda Roletes guia instalados de forma incorreta, danificando a borda Limpador desajustado Guia lateral desajustada Borda desgastada

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