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“Os museus do Brasil e perspectivas de adaptação ao mundo contemporâneo”

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  • 1. “Os museus do Brasil e perspectivas de adaptação ao mundo contemporâneo”
    Lygia Martins Costa (1972)
    Museologia e Ensino:
    Profª: Rose Corrêa
    Antônia Dias da Costa Teixeira
    UNIFRA – 14/10/2010
  • 2. Acervo
    Um país se reflete em seus museus
    Atenção que recebe de parte de seu povo
  • 3. Enfoque dos museus
    • Federais, estaduais, municipais, de entidades civis ou religiosas ou de propriedade individual, os museus retratam a situação no município, estado ou país a que se subordinam ou em que se implantam.
    • 4. Nos últimos anos a concepção de museus definiu-se no mundo profissional, fora de sua responsabilidade verificou-se uma explosão museológica sem planejamento e infra-estruturas condizentes.
    • Falha comum a maioria dos museus brasileiros:
    • 5. Pouca interferência na educação do meio ou, mais ainda, na informação acerca das conquistas científicas nas áreas de medicina preventiva e saneamento básico.
    • 6. Essa marginalização do ensino provocou longas discussões e debates, e a criação de um grupo para estudar o assunto.
    • 7. Em 1970 na Mesa Redonda para Museus da América Latina o assunto foi colocado como dos de maior importância para os países em desenvolvimento, e provocou a publicação de um número especial da revista Museum.
  • Número e distribuição geográfica
    • Um inventário feito em 1972 acusava cerca de 400 instituições, no conceito mais amplo de museu, mas é impossível determinar com rigor, porque os proprietários dos museus que respondiam ao questionário dos inventários desconheciam a conotação das perguntas ou mesmo o valor real de seu acervo.
    • 8. Existem museus em todos os estados, principalmente em São Paulo, na Guanabara, em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul, na Bahia e em Pernambuco.
  • Áreas culturais preferidas
    As coleções regionais são ecléticas, nas quais a documentação histórico-artística local se confunde com o folclore, a etnografia indígena, arqueologia e coletânea de ciências naturais. Mas isso não se dá nos grandes museus.
    Predominam o mobiliário e imaginária colonial erudita de extraordinário valor
    Pernambuco
    Nordeste:
    Bahia
    Preponderam coleções indígenas das respectivas nações
    Norte e Centro- Oeste:
    Sul:
    Ênfase na armaria, consequência das campanhas e guerras de fronteiras.
    MinasGerais:
    Ricos conjuntos de notável patrimônio artístico em mobiliário, talha e imaginária do século XVIII, nos quais o artesanato local se manifesta.
  • 9. Rio de Janeiro e São Paulo:
    Onde se encontram as mais importantes coleções. No Rio transparece mais forte embasamento histórico e prevalência da subordinação administrativa federal. Em São Paulo, tendência mais acentuada pelo fenômeno artístico e subordinação administrativa estadual, municipal e particular.
  • 10. No Rio estão os museus:
    Museu Nacional: O primeiro do país, dominando as ciências naturais e antropológicas.
  • 11. Museu Histórico Nacional: De forte fundamentação histórica, nascido dos festejos do centenário da independência do Brasil.
  • 12. Museu Nacional de Belas-Artes:
  • 13. Museu do Índio: Buscou de princípio tratar o índio não como um ser exótico, mas como um ser gerado por uma organização cultural própria e diferente da nossa.
  • 14. Museu Imperial: Antiga residência de verão de Dom Pedro II em Petrópolis, uma interpretação livre do Palácio do Imperador, conjugada à rememoração do ambiente do Império.
  • 15. Em São Paulo estão os museus:
    Museu do Ipiranga: Dominantemente histórico, desenvolvendo desde as raízes indígenas, com algumas peças da maior significação.
  • 16. Pinacoteca do Estado:
    Excelente coleção de arte brasileira do século XIX e início do XX.
    Museu de Arte de São Paulo: Possui esplêndida coleção de arte internacional, foi formado depois da Segunda Grande Guerra, e aos poucos englobando a arte do pais.
  • 17. Museus de Arte Religiosa:
    Museu de Arte Sacra da Bahia: De renome internacional, com coleções que lhe garantem um grande respeito.
  • 18. Museu de Arte Sacra de São Paulo:
  • 19. O IPHAN:
    O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, exerce ação de salvaguarda sobre inúmeros monumentos arquitetônicos, conjuntos urbanos e rurais, parques históricos e cidades históricas; e nessa ação inventaria, documenta, conserva, restaura, pesquisa, estuda e divulga os mais importantes bens culturais imóveis, integrados e móveis do país.
    Alguns desses museus e casas históricas tidos como de excepcional interesse:
    Museu do Ouro, de Sabará:
  • 20. Museu da Inconfidência, de Ouro Preto:
    Museu de Arqueologia e Artes Populares, de Paranaguá:
  • 21. Museu das Missões em Santo Ângelo:
  • 22. O IPHAN, presta ainda assistência técnica de orientação a todos os órgãos culturais e autoridades públicas que o solicitem, e incentiva por todos os meios a criação dessas instituições, no sentido de agregar às localidades os respectivos legados culturais.
    ONICOM: (Organização nacional do ICOM)
    Foi o primeiro organismo a congregar museólogos e museus de diferentes partes do país e a defender junto às autoridades públicas a causa da museologia entre nós.
    ABM: (Associação Brasileira de Museologia)
    Colabora com museus dos estados através de cursos de aprimoramento profissional. É responsável pela regulamentação da carreira de museólogo, em tramitação nos canais públicos competentes.
  • 23. AMAB: (Associação de Museus de Arte do Brasil)
    De intenção mais restrita, porém muito ativa, tem promovido série de encontros em diferentes estados, procurando sobretudo difundir pelo país a compreensão da arte contemporânea.
    Intreresse do público pelo museu:
    A máquina montada que é um museu só se justifica pela presença do público. Todos devem encontrar nele um interesse para sua inteligência e sensibilidade.
    O público culto busca-o naturalmente; mas o público dos níveis elementar e médio deve ser atraído por ele.
    O brasileiro ainda vai pouco ao museu, isso devido ao número diminuto de instituições com serviço educativo permanente. A criação de condições eficazes para todos é um dos grandes trabalhos dos museólogos. Um constante desafio.
  • 24. Referencias Bibliográficas:
    • COSTA, Lygia Martins Costa. Os museus do Brasil e perspectivas de adaptação ao mundo contemporâneo. In: _____. Demuseologia, arte e políticas de patrimônio. Rio de Janeiro: IPHAN, 2002, p. 37-48
    • 25. http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/brasil_tem_26_mil_museus_sudeste_lidera_o_ranking.html
    • 26. http://www.museudoindio.gov.br/
    • 27. http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:2005_f_santiago_rj.jpg
    • 28. http://www.flickr.com/photos/claudiolara/47513322/
    • 29. http://blogalize.net/museu-imperial-www-museuimperial-gov-br.html
    • 30. http://www.skyscrapercity.com/showpost.php?p=41833592&postcount=32
    • 31. http://visitandosp.wordpress.com/