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Os centros barométricos resultantes são:

Centros de Alta Pressão ou
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CIRCULAÇÃO DO AR NOS CENTROS BAROMÉTRICOS

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Quanto mais próximas estão as
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Variação da pressão atmosférica com a Latitude e a Circulação Geral da
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Deslocação das cinturas ciclónicas e anticiclónicas com as estações do
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Distribuição da precipitação

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Processo de formação
Chuvas Frontais
Porção da atmosfera horizontalmente homogénea, no que respeita à
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No H.N.:
 a massa de ar frio desloca-se para sul
 a massa de ar quente para norte.
Deste deslocamento surge o confronto ...
Quando se movimentam na direcção
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Quando a massa de ar quente
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Embora se desloquem no mesmo sentido, as duas frentes avançam a velocidades
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Consulta o site (animações das diferentes superfícies frontais):
http://www.educaplus.org/climatic/03_fact_frentes.html
Cartas Sinópticas do tempo
Mapa onde estão assinalados os fenómenos atmosféricos registados à
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Bom Tempo e Mau Tempo
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Primavera/Verão

Somos afectados pelas altas pressões e
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Bom Tempo e Mau Tempo
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Outono/Inverno

Somos afectados (perturbação da frente
polar) pelas superfícies frontais...
Chuvas Convectivas
Frequentes nas regiões equatoriais e no interior dos continentes durante o
verão (em Portugal, no Alentejo)
Quando o ar en...
Chuvas Orográficas/relevo
Ocorre nas regiões de montanha.
O ar húmido ao encontrar uma barreira – vertente da montanha exposta aos
ventos húmidos – ...
Pressão atmosférica e Precipitação - Geografia 7º ano
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  1. 1. Pressão atmosférica – é a força que o ar atmosférico exerce por unidade de superfície. Varia com Temperatura Quanto maior a temperatura, menor a pressão Altitude Quanto maior a altitude, menor a pressão Densidade Quanto maior a densidade, maior a pressão
  2. 2. A pressão atmosférica varia no tempo e no espaço, devido a: -Variações da temperatura (influência térmica); - Densidade do ar; - Movimentos da atmosfera (influência dinâmica). Movimentos do ar na atmosfera Verticais Ascendentes Horizontais Subsidentes Convergentes Divergentes
  3. 3. A pressão atmosférica é, normalmente, reduzida ao nível do mar, traduzindose num valor, designado de pressão normal: • 1013 mb (milibares) ou hPa (hectopascais) – os mb são mais utilizados em meteorologia. Assim… •Valores superiores a 1013 mb – Altas pressões • Valores inferiores a 1013 mb – Baixas pressões As linhas isóbaras ou isobáricas, são linhas que unem pontos com igual valor de pressão atmosférica. Estas formam determinadas configurações, designadas de sistemas de pressão ou centros barométricos.
  4. 4. Os centros barométricos resultantes são: Centros de Alta Pressão ou Anticiclones Quando a pressão atmosférica é superior a 1013 mb (hPa) A pressão aumenta periferia para o centro. Centros de Baixas Pressão ou Ciclones ou Depressões Barométricas Quando a pressão atmosférica é inferior a 1013 mb (hPa) da Os anticiclone representamse com a letra A (como na figura acima), ou com o sinal + (por ser maior que o normal), ou apenas pelo valor da pressão, por exemplo 1020. A pressão diminui da periferia para o centro Representam-se com a letra B, D, com o sinal - , ou apenas com o valor (por exemplo 990).
  5. 5. CIRCULAÇÃO DO AR NOS CENTROS BAROMÉTRICOS Ao longo da superfície da Terra, distribuem-se em faixas mais ou menos alternadas, dois tipos núcleos de pressão ou centros barométricos: as altas e baixas pressões. Dando origem aos movimentos do ar, ou seja, aos ventos. Esta circulação ocorre sempre das altas para as baixas pressões! No hemisfério Norte os ventos sofrem um desvio para a direita
  6. 6. Quanto mais próximas estão as linhas isobáricas, mais forte é a velocidade do vento Mais Fraco Mais Forte
  7. 7. A origem e os estados do tempo associados aos centros barométricos
  8. 8. Distribuição dos centros barométricos  Existe uma variação em latitude dos centros barométricos de origem dinâmica, que se distribuem em faixas paralelas ao Equador;  Os centros barométricos encontram-se intercalados, entre baixas e altas pressões, em latitude;  De acordo com a estação do ano, os centros barométricos sofrem pequenas oscilações, para Norte, no Verão, e para Sul no Inverno – no Hemisfério Norte.
  9. 9. Variação da pressão atmosférica com a Latitude e a Circulação Geral da Atmosfera PN PN Círculo Polar Árctico - - Trópico de Cancer Círculo Polar Antárctico ++ ++ - - - - ++ ++ - - Baixas pressões subpolares (N) - - - - - - ++ Ventos de Leste ++ ++ Equador Trópico de Capricórnio Altas pressões polares (N) ++ - Ventos de Leste ++ PS PN ++ Altas pressões subtropicais (N) Baixas pressões equatoriais Altas pressões subtropicais (S) Baixas pressões subpolares (S) Altas pressões polares (S)
  10. 10. Deslocação das cinturas ciclónicas e anticiclónicas com as estações do ano
  11. 11. Distribuição da precipitação Dada a influência meteorológica dos centros de pressão, as áreas do globo que registam fracos níveis de precipitação encontram-se, geralmente, sob a influência dos centros de altas pressões, como acontece, por exemplo, com o deserto quente do Sara, localizado entre os 30º e 35º de latitude a Norte. Pelo contrário, as regiões que registam elevados totais de precipitação encontram-se, normalmente, sob a influência dos centros de baixas pressões, como se verifica na região equatorial. * Isoietas - linhas que unem lugares com igual valor de precipitação Mapa de isoietas*
  12. 12. Processo de formação
  13. 13. Chuvas Frontais
  14. 14. Porção da atmosfera horizontalmente homogénea, no que respeita à temperatura, à humidade e à densidade. De acordo com a temperatura, podem ser: Massa de ar quente – vinda do equador/trópicos Massa de ar frio – vinda dos pólos De acordo com a humidade as massas podem classificar-se como: Massa de ar marítima – formada no oceano Massa de ar continental – formada no continente Nota: As características de uma massa de ar não são constantes, acabando por se modificarem ao afastarem-se das regiões de origem – adquirindo as características das áreas envolventes.
  15. 15. No H.N.:  a massa de ar frio desloca-se para sul  a massa de ar quente para norte. Deste deslocamento surge o confronto entre duas massas de ar completamente diferentes, o que constitui como que uma “frente de batalha”, onde disputam o ar frio e ao quente. Ar frio Ar Quente Ar frio
  16. 16. Quando se movimentam na direcção das baixas pressões, as massas de ar frio e quente colidem umas com as outras – essa área de confronto entre duas massas de ar chama-se superfície frontal. Superfície Frontal – é uma superfície de descontinuidade entre duas massas de ar de natureza diferentes. Frente – é a linha de intersecção da superfície frontal com a superfície da Terra.
  17. 17. Quando a massa de ar frio “empurra” a massa de ar quente surge a superfície frontal/frente fria. Superfície muito inclinada, o ar frio introduz-se sob o ar quente e “obriga-o” a subir de forma rápida e violenta, o que leva à formação de nuvens de grande desenvolvimento vertical, dando origem a aguaceiros e trovoadas.
  18. 18. Quando a massa de ar quente “empurra” a massa de ar frio surge a superfície frontal/ frente quente. Superfície pouco inclinada e o ar quente desloca-se lentamente sobre o ar frio, onde se formam nuvens de desenvolvimento horizontal e precipitação sob a forma de chuvisco.
  19. 19. Embora se desloquem no mesmo sentido, as duas frentes avançam a velocidades diferentes, influenciando a evolução da perturbação frontal:  A superfície frontal fria/frente fria deslocam-se mais rapidamente que a quente.  O sector do ar quente vai sofrendo um progressivo estrangulamento, reduzindo cada vez mais a distância que separa as duas frentes.  A frente fria atinge a frente quente, havendo uma junção do ar frio posterior e anterior, levando à ascensão forçada de todo o ar quente.  Ocorre a oclusão, dando origem à superfície frontal oclusa/frente oclusa – frente resultante da junção da frente fria com a frente quente.  No princípio da oclusão a chuva pode ser violenta, o mau tempo dissipa-se gradualmente.
  20. 20. Consulta o site (animações das diferentes superfícies frontais): http://www.educaplus.org/climatic/03_fact_frentes.html
  21. 21. Cartas Sinópticas do tempo Mapa onde estão assinalados os fenómenos atmosféricos registados à superfície, por forma a dar uma imagem geral do estado da atmosfera num dado momento e região. É possível verificar, entre outras coisas, a posição das superfícies frontais ao nível do solo (as frentes).
  22. 22. Bom Tempo e Mau Tempo em Portugal Primavera/Verão Somos afectados pelas altas pressões e a inclinação dos raios solares é menor – as temperaturas são elevadas e o céu apresenta-se limpo. Elevado aquecimento da P.Ibérica (interior) origina a formação de uma baixa pressão – temperaturas elevadas, chuvas fortes e possibilidade de trovoadas.
  23. 23. Bom Tempo e Mau Tempo em Portugal Outono/Inverno Somos afectados (perturbação da frente polar) pelas superfícies frontais – chuva e alternância de temperaturas amenas e baixas. Somos afectados ar frio continental – céu geralmente limpo e temperaturas baixas. Pode formar-se geada e neve nas terras altas.
  24. 24. Chuvas Convectivas
  25. 25. Frequentes nas regiões equatoriais e no interior dos continentes durante o verão (em Portugal, no Alentejo) Quando o ar entra em contacto com a superfície terrestre muito aquecida, torna-se mais quente e leve, por isso sobe em altitude, ao subir arrefece perdendo a sua capacidade de conter vapor de água, aumenta a humidade relativa, atinge o ponto de saturação e condensa – Estado do tempo: ocorrência de precipitação intensa com probabilidade de trovoada.
  26. 26. Chuvas Orográficas/relevo
  27. 27. Ocorre nas regiões de montanha. O ar húmido ao encontrar uma barreira – vertente da montanha exposta aos ventos húmidos – é obrigado a ascender, ao subir a temperatura do ar diminui e facilmente é atingido o ponto de saturação e a condensação, pelo que há grande probabilidade de ocorrência de precipitação. Nas vertentes opostas, o ar desce, aquece e a precipitação diminui.
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