11 091022 Pietro Baruselli Tecnicas Reproducao

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Como as tecnologias da reprodução conseguem produzir mais bezerros, com melhor genética e mais pesados, Pietro Baruselli, FMVZ-USP

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11 091022 Pietro Baruselli Tecnicas Reproducao

  1. 1. Como as tecnologias da reprodução conseguem produzir mais bezerros, com melhor genética e mais pesados<br />Pietro Sampaio Baruselli<br />Prof. Titular - Departamento de Reprodução Animal<br />Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia<br />Universidade de São Paulo.<br />
  2. 2. Cadeia de produção da carne bovina<br />
  3. 3. Sistema de produção de bezerros<br />O primeiro elo da cadeia<br /> da carne bovina<br />
  4. 4. Sistema de produção de bezerros<br />Quantidade (produzir o maior número de bezerros / matriz / ano)<br />Qualidade (padronização, capacidade de ganho de peso, carcaça uniforme, etc.)<br />
  5. 5. Quantidade de bezerros<br />
  6. 6. EFICIÊNCIA REPRODUTIVA EM GADO DE CORTE<br /><ul><li> Produzir a maior quantidade de bezerros / matrizes / ano</li></li></ul><li>O rebanho Bos indicus é fundamental para o desenvolvimento da industria da carne em países tropicais<br />80% do rebanho brasileiro é composto por Bos indicus e cruzamentos<br />
  7. 7. Parto (2)<br />Concepção<br />Parto (1)<br />Gestação 280 dias<br />(Bos taurus)<br />Período de concepção<br />Involução<br />uterina<br />Gestação <br />D-30<br />Período de serviço (85 dias)<br />Período de serviço (75 dias)<br />Intervalo entre partos (12 meses)<br />Intervalo entre partos e período de serviço na eficiência reprodutiva em Bos taurus e Bos indicus<br />Gestação 290 dias <br />(Bos Indicus)<br />
  8. 8. FONSECA (1991)<br />
  9. 9. 2. Qualidade de bezerros<br /><ul><li> Melhoramento genético</li></li></ul><li>INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL<br />AUMENTO DA QUANTIDADE E DA QUALIDADE DE CARNE <br />Melhoramento genético<br />
  10. 10. Características analisadas:<br /><ul><li>Probabilidade de prenhez precoce
  11. 11. Idade ao primeiro parto
  12. 12. Período de gestação
  13. 13. Produtividade acumulada (kg/bez/ano)
  14. 14. Perímetro escrotal (365 e 450d)
  15. 15. Peso (120, 365, 450d)
  16. 16. Área de olho de lombo
  17. 17. Espessura de gordura subcutânea </li></ul> (12a a 13a costela; garupa)<br /><ul><li> Stayability</li></ul>Avaliação genética de touros e matrizes<br />DEPs (Diferenças esperadas nas Progênies)<br />Prediz a habilidade de transmissão genética de um progenitor<br />I.A.<br />Sumário 2007 - ANPC<br />
  18. 18. MELHORAMENTO GENÉTICO<br />X<br />Touro testado<br />Rebanho comercial<br />
  19. 19. AGROP. CAFÉ NO BULE<br />RIBAS DO RIO PARDO - MS<br />
  20. 20. CRUZAMENTO INDUSTRIAL<br />
  21. 21.
  22. 22. Baixa adaptabilidade de touros <br />Bos taurus às condições tropicais<br />
  23. 23.
  24. 24. Vacas e novilhas &gt; 24 m<br /> = 71.988.424cab.<br />Total de sêmen comercializado<br />= 7.500.000 doses / ano<br />5 a 7% do rebanho<br />brasileiro é inseminado<br />artificialmente<br />2,0 doses/<br />concepção<br />Anualpec2006<br />Percentual de vacas inseminadas artificialmente no Brasil<br />
  25. 25. REDUZIDO EMPREGO DA<br />INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL<br /> BAIXA TAXA DE SERVIÇO<br />1.BAIXA EFICIÊNCIA DE DETECÇÃO DE ESTRO<br />2. REDUZIDO NÚMERO DE VACAS CICLANDO NO PERÍODO PÓS-PARTO<br />Comprometimento da eficiência reprodutiva<br />
  26. 26. Quantidade de bezerros<br />+<br />2. Qualidade de bezerros<br />?<br />
  27. 27. É POSSÍVEL PRODUZIR 1 bez./vaca/ano<br />POR INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL?<br /><ul><li> Intervalo entre partos de 12 meses
  28. 28. Período de serviço de 70 a 80 dias
  29. 29. Concepção no início da estação de monta</li></ul>EFICIÊNCIA REPRODUTIVA x MELHORAMENTO GENÉTICO<br />
  30. 30. 1. COMPORTAMENTO ESTRAL<br /> EM BOS INDICUS<br />
  31. 31. DETECÇÃO DE ESTR0: O GRANDE PR0BLEMA DA I.A.<br />Fêmeas Bos indicus apresentam cio de curta duração<br />
  32. 32. MANEJO DE DETECÇÃO DE CIO PARA<br /> INSEMINAÇÃO ARTICIAL TRADICIONAL<br />Dificuldades de manejo para implantação de um programa de IA<br /><ul><li> Rodeios diários (manhã e tarde)
  33. 33. Taxa de serviço (eficiência de detecção de cio + ciclicidade)
  34. 34. Número de lotes em observação (escala)
  35. 35. Degradação das pastagens nos centros de observação de cio
  36. 36. Previsibilidade do resultado
  37. 37. Disponibilidade de mão-de-obra</li></ul>Dificuldades operacionais<br />
  38. 38. Cada cio perdido ocorre atraso de no mínimo 21 dias no intervalo parto/concepção <br />
  39. 39. A detecção do cio é<br />fator limitante para<br />o emprego da I.A. <br />
  40. 40. 2. Anestro<br /> pós parto<br />
  41. 41. Parto<br />70 a 80 dias<br />100 a 250 dias<br />IEP 12 meses<br />IEP &gt; 13, 14... m<br />I.A.<br />I.A.<br />ⓟ<br />Baixa eficiência reprodutiva<br />
  42. 42. Porcentual de vacas de corte <br />lactantes ciclando entre<br />60 a 70 dias pós parto<br /><ul><li>Primeiro experimento:
  43. 43. 24,3% (52/214 vacas Nelore)
  44. 44. Segundo experimento
  45. 45. 14,0% (7/50 vacas Nelore/Angus)</li></ul>Baruselli et al., (2002)<br />Marques et al., (2003)<br />
  46. 46. A baixa taxa de<br />ciclicidade no pós parto<br />é fator limitante para<br />o emprego da I.A. <br />
  47. 47. FORMAS PARA MELHORAR A EFICIÊNCIA REPRODUTIVA DE VACAS DE CORTE INSEMINADAS ARTIFICIALMENTE <br />INDUÇÃO DA CICLICIDADE E DO CIO POR TÉCNICAS DE MANEJO <br />INDUÇÃO DA CICLICIDADE E DA OVULAÇÃO POR TRATAMENTOS<br />
  48. 48. 1. INDUÇÃO DA CICLICIDADE E DO ESTRO POR TÉCNICAS DE MANEJO <br />
  49. 49. 2. INDUÇÃO DA CICLICIDADE E DA OVULAÇÃO POR TRATAMENTOS <br />
  50. 50. LH<br />LH<br />LH<br />P4<br />160 dias<br />IEP=15m<br />70 a 80`dias<br />IEP=12m<br />E2<br />P4<br />Estro<br />Estro<br />P4<br />P4<br />P4<br />P4<br />Parto<br />50 dias<br />IEP=11,1m<br />Crescimento folicular durante o pós parto<br /><ul><li> Anestro pós-parto</li></ul>Parto<br />
  51. 51. Dinâmica folicular durante o tratamento com dispositivo de progesterona <br />BE ou VE<br />PGF2a<br />BE, GnRH,<br />hCG ou LH<br />IATF<br />P4<br />Ovulação sincronizada<br />14<br />10<br />mm<br />6<br />2<br />Dia 9<br />Dia 7 a 9<br />Dia 0<br />Dia 3 a 6<br />
  52. 52. EFICIÊNCIA REPRODUTIVA DE VACAS DE CORTE INSEMINADAS EM TEMPO FIXO<br />
  53. 53. Protocolo experimental<br /><ul><li> 600 vacas Nelore paridas (55 a 70 dias; 10/08 a 25/08)</li></ul>US 70d<br />IATF<br />US 120d<br />US 30d<br />Touro<br />Dia 45<br />Dia 10<br />Dia 0<br />Dia 90<br />IATF<br />US 30d<br />US 70d<br />US 120d<br />Touro<br />Obs. cios<br />Dia 45<br />Dia 0<br />Dia 90<br />US 70d<br />US 120d<br />Touro<br />Obs. cios<br />Dia 45<br />Dia 90<br />Dia 0<br />US 120d<br />US 70d<br />Touro<br />Dia 90<br />Dia 45<br />Dia 0<br />20/10/2004<br />(Penteado et al.,2005)<br />
  54. 54. Agropecuária Café no Bule, Camapuã<br />Medico Veterinário Luciano Penteado <br />
  55. 55. Agropecuária Café no Bule, Camapuã<br />Medico Veterinário Luciano Penteado <br />
  56. 56. a<br />8,0%<br />a<br />b<br />b<br />11,8%<br />31,0%<br />c<br />45,0%<br />21,0%<br />d<br />22 dias de antecipação da prenhez<br />Gráfico 1. Estimativa da prenhez acumulada de vacas Nelore submetidas a diferentes tipos de manejo durante a estação de monta (n=594). Camapuã. 2005.<br />(Penteado et al., 2005)<br />
  57. 57. Eficiência reprodutiva e produtiva de vacas de corte conforme o intervalo entre partos<br />
  58. 58. Parto<br />14/08<br />13/09<br />14/09<br />13/10<br />14/10<br />12/11<br />1º mês<br />2º mês<br />3º mês<br />(-48 a -19)<br />(-18 a 11)<br />(-79 a -49)<br />PERÍODO DE CONCEPÇÃO (1ª EM) <br />x<br /> DATA DO PARTO (2ª EM)<br />Concepção<br />1º mês<br />2º mês<br />3º mês<br />EM<br />EM<br />01/11<br />31/01<br />31/01<br />01/11<br />1º ANO<br />2º ANO<br />
  59. 59. 9<br />1/8/2005<br />31/8/2006<br />30/9/2007<br />29/10/2008<br />28/11/2009<br />1/8/2011<br />30/8/2012<br />29/9/2013<br />29/10/2014<br />14<br />(135d)<br />8<br />1/8/2005<br />30/9/2006<br />29/11/2007<br />1/8/2009<br />30/9/20010<br />29/11/2011<br />1/8/2013<br />30/9/2014<br />15<br />(165d)<br />7<br />1/8/2005<br />30/10/2006<br />1/8/20008<br />30/10/2009<br />01/08/2011<br />30/10/2012<br />1/8/2014<br />16<br />(195d)<br />7<br />1/8/2005<br />19/11/2006<br />1/8/20008<br />19/11/2009<br />01/08/2011<br />19/11/2012<br />1/8/2014<br />18<br />(255d)<br />17<br />(225d)<br />5<br />5<br />1/8/2005<br />1/8/2007<br />1/8/2009<br />1/8/2011<br />1/8/2013<br />1/8/2005<br />1/8/2007<br />1/8/2009<br />1/8/2011<br />1/8/2013<br />EFICIÊNCIA REPRODUTIVA DE VACAS DE CORTE NA ESTAÇÃO DE MONTA DE 4 MESES<br />(01/Out a30/Jan.; Nº DE PARTOS COM REAPROVEITAMENTO DA MATRIZES)<br />IEP<br />No<br />Crias<br />5° Parto<br />6° Parto<br />10° Parto<br />2° Parto<br />3° Parto<br />8° Parto<br />9° Parto<br />1° Parto<br />4° Parto<br />7° Parto<br />12<br />(75d)<br />10<br />1/8/2005<br />1/8/2006<br />1/8/2007<br />1/8/2008<br />1/8/2009<br />1/8/2010<br />1/8/2011<br />1/8/2012<br />1/8/2013<br />1/8/2014<br />13<br />(105d)<br />
  60. 60. 5<br />1/8/2005<br />31/8/2006<br />30/9/2007<br />29/10/2008<br />28/11/2009<br />3<br />14<br />(135d)<br />1/8/2005<br />30/9/2006<br />29/11/2007<br />2<br />15<br />(165d)<br />1/8/2005<br />30/10/2006<br />2<br />16<br />(195d)<br />1/8/2005<br />19/11/2006<br />1<br />1<br />18<br />(255d)<br />17<br />(225d)<br />1/8/2005<br />1/8/2005<br />EFICIÊNCIA REPRODUTIVA DE VACAS DE CORTE NA ESTAÇÃO DE MONTA DE 4 MESES<br />(01/Out a30/Jan.; Nº DE PARTOS COM REAPROVEITAMENTO DA MATRIZES)<br />IEP<br />No<br />Crias<br />5° Parto<br />6° Parto<br />10° Parto<br />2° Parto<br />3° Parto<br />8° Parto<br />9° Parto<br />1° Parto<br />4° Parto<br />7° Parto<br />12<br />(75d)<br />10<br />1/8/2005<br />1/8/2006<br />1/8/2007<br />1/8/2008<br />1/8/2009<br />1/8/2010<br />1/8/2011<br />1/8/2012<br />1/8/2013<br />1/8/2014<br />13<br />(105d)<br />
  61. 61. IATF<br />Taxa de prenhez ao final da EM ?<br />Taxa de <br />prenhez<br />Exemplo 1<br />90%<br />30%<br />30%<br />30%<br />=<br />Exemplo 2<br />90%<br />60%<br />=<br />10%<br />20%<br />Exemplo 3<br />=<br />90%<br />10%<br />60%<br />20%<br />início<br />meio<br />final<br />Estação de monta<br />
  62. 62. Agosto e Setembro<br />Gráfico. Efeito da data Juliana (calendário Juliano; 1 = 1º de Janeiro;<br />365 = 31 de Dezembro) sobre o peso ao desmame de 730.578 bezerros da raça Nelore (1500 a 3000 amimais/dia). Uberaba, 1975 a 1995.<br />Fonte: ABCZ<br />
  63. 63. Análise dos<br /> resultados da IATF<br />HOFIG RAMOS AGRICULTURA E PECUÁRIA<br />BRASILÄNDIA / MS<br />Número de IATF 2005/2006 <br />5.579<br />
  64. 64. Divisão em setores e<br />categorias<br />Multíparas paridas<br />Recria <br />e descartes<br />Vacas Prenhes<br />Multíparas paridas<br />Primíparas paridas<br />Touros jovens<br />Touros velhos<br />NovilhasPrenhes<br />Multíparas paridas<br />Novilhas Reposição<br /> Vacas Prenhes<br />Vacas 2ª. e 3ª. cria<br />Multíparas paridas<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  65. 65. Pasto Maternidade<br />Vacas Prenhes<br />Vaca que<br />PARIRAM<br />Vacas Prenhes<br />Vacas que <br />PARIRAM<br />FORMAÇÃO DO LOTE DE VACAS PARIDAS<br />Vacas 2ª. e 3ª. cria<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  66. 66. Pasto de vacas prenhes<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  67. 67. Pasto maternidade<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  68. 68. Formação dos lotes de vacas paridas por época de nascimento<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  69. 69. Primípara: manejo nuticional diferenciado<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  70. 70. Currais Funcionais e Eficientes<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  71. 71. Troncos<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  72. 72. Área de Trabalho Adequada<br /><ul><li> LIMPEZA
  73. 73. ÁGUA
  74. 74. ENERGIA ELÉTRICA</li></ul>Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  75. 75. Manutenção dos Bretes de Contenção<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  76. 76. Manejo do lote<br />Dia 0 - Implante<br />Recolhimento<br />do lote no Curral<br />(último parto há 30 dias)<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  77. 77. Cuidado com a entrada do lote no curral<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  78. 78. Separação dos bezerros<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  79. 79. Separação dos bezerros<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  80. 80. Manejo das vacas no curral<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  81. 81. Manejo das vacas no curral<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  82. 82. Manejo das vacas no curral<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  83. 83. Manejo das vacas no curral para sincronização da ovulação<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  84. 84. Dispositivos intravaginais de Progesterona<br />
  85. 85. Manejo das vacas no curral para sincronização da ovulação<br />
  86. 86.
  87. 87. Controle das atividades <br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  88. 88. Retorno dos bezerros com as vacas<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  89. 89. Manejo do lote<br />Dia 0 -Implante<br />Retorno do Lote Implantado <br />ao Pasto<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  90. 90. Manejo do Lote<br />Dia 9 – Retirada dos Implantes<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  91. 91. Retirada dos dispositivos intravaginais de progesterona<br />
  92. 92. Retirada dos Implantes <br />e<br />Administração de Fármacos <br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  93. 93. 6<br />5<br />4<br />3<br />Plasma progesterone <br />concentration (ng/mL)<br />2<br />1<br />0<br />0<br />2<br />4<br />6<br />8<br />Concentração sanguínea de progesterona durante a permanência do implante intravaginal de progesterona<br />Dias<br />
  94. 94. Manejo do lote<br />Dia 9 – Retirada do Implante<br />Retorno do Lote <br />ao Pasto<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  95. 95. Manejo do Lote<br />Dia 11 – IATF<br />Recolhimento<br />do lote para INSEMINAÇÃO<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  96. 96. IATF<br />Médico Veterinário:<br />Márcio de Oliveira Marques<br />
  97. 97. Monta Natural<br />IATF<br />Parto<br />Sincronização<br />10 dias<br />D59<br />D35<br />D45<br />D49<br />D70<br />Final da<br />estação de monta<br />21 dias<br />Pós parto D38<br />Eficiência reprodutiva:<br />Período de serviço = 54,6 dias<br />50,5% de taxa de concepção à 1a IATF (2.817/5.579)<br />Intervalo entre Partos = 11,3 meses<br />68,7% de taxa de prenhez<br />EFICIÊNCIA REPRODUTIVA COM A IATF<br />Resultado Geral: n= 5.579 vacas<br />18,2% de taxa de concepção à monta natural (1o serviço)<br />(1.015/5.579)<br />
  98. 98. Monta<br />natural<br />IATF<br />Parto<br />50 dias<br />71 dias<br />21 dias<br />65 a <br />75%<br />+<br />=<br />=<br />+<br />IEP = 11,2m<br />IEP = 11,9m<br />11,4m<br />
  99. 99. IATF <br />Linha de montagem industrial de prenhezes<br />
  100. 100. Manejo da IATF bovinos de corte<br /><br /><br /><br />200 vacas<br />manhã<br />PGF + <br />CE + eCG<br />IATF<br />BE<br />200 vacas<br />tarde<br />P4<br />D0<br />D10<br />(M e T)<br />D8<br />
  101. 101.
  102. 102. Produção de carne conforme a demanda do mercado<br />
  103. 103. MANEJ0 DE DETECÇÃO DE CI0 PARA<br /> INSEMINAÇÃO ARTICIAL TRADICI0NAL<br />
  104. 104. MANEJ0 PARA INSEMINAÇÃO ARTICIAL <br />EM TEMP0 FIXO (SEM DETECÇÃO DE CIO)<br />Fazenda Santa Paula, Lavínia, SP<br />Med. Vet. MS Márcio Oliveira Marques<br />
  105. 105. MANEJ0 PARA INSEMINAÇÃO ARTICIAL <br />EM TEMP0 FIXO (SEM DETECÇÃO DE CIO)<br />Fazenda Santa Paula, Lavínia, SP<br />Med. Vet. MS Márcio Oliveira Marques<br />
  106. 106. Sêmen<br /> sexado ♂<br />Sêmen<br /> Convencional<br />Sêmen<br /> sexado ♀<br />10% ♂ e 90% ♀<br />90% ♂ e 10% ♀<br />50% ♂ e 50% ♀<br />I.A.<br />
  107. 107. BCS: 1,5<br />
  108. 108. IATF <br />Genética (IA)=Melhoramento<br />(quantidade e qualidade de carne)<br />+<br />Eficiência Reprodutiva<br />Mais bezerros, com melhor genética e mais pesados<br />
  109. 109. Números da IATF no Brasil<br />* Estimativa<br />Departamento de Reprodução Animal – FMVZ/USP<br />

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