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Morte de uma pessoa, acidente, dilúvio
Etapas da Cobertura
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Pressbook

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PUCRS@Gramado
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Aula sobre Cobertura Jornalísitica Digital da disciplina de Técnicas Digitais da Faculdade de Comunicação Social (FAMECOS/PUCRS).

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Cobertura

  1. 1. Cobertura Jornalística Técnicas Digitais André Pase
  2. 2. Coberturas Planejadas Eleições, Olimpíadas, Copa, evento específico Inesperadas Morte de uma pessoa, acidente, dilúvio
  3. 3. Etapas da Cobertura P R S P O F U A D A Í U U T T T Ç O E A Ã O
  4. 4. Produção A cobertura de um evento exige muito planejamento e preparo para enfrentar qualquer situação. O comandante do barco deve levar material para resolver qualquer empreitada, do fone do responsável pela Internet até mídias extras. Definição da equipe, quando possível, deve levar em conta habilidades do repórter. Equipe deve dividir números de contato. O comandante deve ter o celular de cada um para evitar contratempos. Imprimir lista de sites e fontes de informação.
  5. 5. Cada repórter tem de estar ligado com o editor, para evitar atropelos. Cada repórter deve zelar pelo equipamento. As rotinas prendem, mas também controlam o fluxo. Material não pode acumular, pois pode “vencer”. Pontualidade é fundamental. A notícia não tem hora, muito menos em eventos. Murphy também aparece nas coberturas. A noção de ambiente é fundamental. Cobertura não significa festa fora da cidade, mas sim atenção para postura. O comportamento no Fórum Social Mundial é diferente da postura no exercício da FAB ou Gramado, por exemplo.
  6. 6. Pressbook Antes de sair para a cobertura, vale colocar todas as informações em um bloco ou papel. Listas de nomes, patentes, contatos, assessorias, programações, prováveis pautas, recomendações... tudo ajuda. Caso Kleiton e Kledir
  7. 7. Evolução A briga entre o repórter e o fotógrafo pelo banco da frente é passado. Alta “vida digital” tem seus riscos, do olho até a letra. A reportagem e a cobertura dos fatos in loco mudou com a entrada do telefone e depois da Internet, potencializadas pelas assessorias de imprensa.
  8. 8. JP Barlow
  9. 9. Telefone Celular Internet Celular + Internet WiFi
  10. 10. SBT@China Professora Cristiane Finger foi até a China em 2004. A professora mandou vídeos DIARIAMENTE para Porto Alegre. Filmava, editava no computador e pedia conexão pelo hotel, previamente combinado.
  11. 11. Morte do Papa O repórter da Zero Hora Rodrigo Lopes foi até Roma, Itália, para cobrir a morte de João Paulo segundo. Usou celular para mandar áudio ao vivo para a rádio, mas o material da ZH e as imagens já vieram pela Internet. Nesta cobertura, só as imagens de vídeo não foram feitas pelo repórter.
  12. 12. PUCRS@Gramado Uma linha ADSL garantiu todo o “escoamento” da produção da PUCRS. Fotos com câmeras digitais, boletins de rádio gravados com o iPod e matérias para a UniTV seguiam por esse caminho. Pen Drives garantiram matérias mais rápidas. Fotógrafos do site oficial utilizavam laptops com placas para Internet rápida via Vivo. O artista mal entrava no cinema e sua foto já estava no site oficial. Na cerimônia de premiação, fotos iam direto da primeira fila pro mundo. Skype como caminho p. chat de voz, além do iChat na plasma
  13. 13. Agência Placar Para as coberturas de jogos sem repórter no local, equipe busca uma rádio local no www.radios.com.br e ouve em streaming. Todo o trabalho de envio e recepção (compra) do material é feito pela Internet. Muitas vezes sem sair de casa.
  14. 14. Planeta Atlântida Quando a cobertura de Santa Catarina era realizada de Porto Alegre, streamings de áudio e vídeo resolviam o problema, mas com atraso. Fotógrafos com compromisso/deadline do Impresso, então fotos do domingo só chegaram na segunda. Este problema foi sanado anos depois. Ponto online ao lado do palco permite agilidade no envio do material e no último ano equipe utilizou estrutura de blog para dar agilidade.
  15. 15. Apesar de toda a confusão, computadores ligados com a rede criaram ponto de contato imediato com Porto Alegre e, por conseqüência, servidor. Publicação ganhou status imediato, com uso direto de máquinas digitais. Vídeo não possui tanta facilidade pois precisa de uma digitalização. Uso de câmeras que já gravam em MPEG4 - veremos isso na aula de vídeo - darão esse gás mais adiante. Equipes mandavam técnicos de rede para cabear área. Isso pode ser drasticamente reduzido com aparelhos sem fio. Em 2001, um técnico viajou de avião para SC enquanto uma publicitária pegou um ônibus.
  16. 16. Nasa/Iraque
  17. 17. Eleições Nas eleições, todo cuidado é pouco. Se uma linha é dada para o Alckmin, o mesmo espaço deve ser destinado para a Heloísa Helena e para o Lula, por exemplo. Partidos fazem marcação cerrada. Todos os envolvidos na transmissão precisam não só treinar as técnicas utilizadas, os programas, mas também as regras da cobertura da casa - RBS divulgou diretrizes meses antes do pleito. Links ao vivo, uso de câmeras ou linhas, também precisam de cuidado. Links com TSE precisam de combinação prévia.
  18. 18. Copa Copa de 1994 foi a primeira com câmera digital. Em 1998, ZH fazia PDFs diários para a equipe na França. Envio de material foi realizado na sua grande maioria pela Internet. Fato ocorreu novamente em 2002 e ambientes wireless - como vistos na Olimpíada de 2004 - rivalizavam com conexões de banda larga oferecidas pela Fifa Apesar disso, empresas pagam suas próprias conexões para evitar “engarrafamento digital” nas salas de imprensa.
  19. 19. RECEBEU CONVITE PRA COBERTURA? VAI LER SOBRE O ASSUNTO, ORAS
  20. 20. Inesperada Checar antes de publicar uma informação Avisar editor no comando para evitar repetição de informações Se possível, acompanhar repercussão do público especializado (caso TAM)
  21. 21. Equipamento Básico Tudo depende da cobertura. Em Gramado, a FAMECOS contou com WiFi próprio, diferente da cobertura do Fórum Social Mundial. No Gasômetro, organização colocou cabos para que os jornalistas ligassem micros. Pendrive: na pior das hipóteses, o pendrive serve para armazenar dados e transportar entre micros
  22. 22. Áudio: iPod ou gravador com saída USB. Foto: câmera fotográfica com mínimo de 3 megapixels. Dependendo da cobertura e da imagem, foto VGA de celular quebra o galho. Vídeo: câmera miniDV, que grava em digital e conta com saída FireWire. O ideal é uma câmera que já grava em formato digital, como o MPEG4. Este tipo de gravação elimina processo de captura da imagem. Computador: se possível, com WiFi instalado e um BOM winchester. Imagens e vídeos literalmente sugam a memória.
  23. 23. David Pogue repórter de tecnologia do New York Times
  24. 24. Papel e Caneta - SEMPRE

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