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4 jornalismo colaborativo

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  • 1. Jornalismo Participativo Jornalismo Digital Famecos/PUCRS
  • 2. Jornalista Público
  • 3. Antes da Internet - Públicoligava para a redação,passava a denúncia
  • 4. Depois da Internet - Públicomanda mail para os amigos/twitta/bloga e ao mesmotempo comunica imprensa
  • 5. Não ouvir o público eraapenas não ouvir umaligação
  • 6. Não ouvir o público agora édar brecha parareclamações - e perderpauta para a concorrência
  • 7. Imprensa Tradicional -GatekeepingNovas Mídias -Gatewatching
  • 8. GateWATCHINGConceito criado por Axel Bruns, quando opúblico subverte a tradição e fiscaliza o que amídia publica
  • 9. Correções
  • 10. JornalismoCidadão - feito pelas pessoas com um viéscívico e de serviçosColaborativo/Open Source - feito por váriaspessoas ao mesmo tempo
  • 11. Modelo open sourceA produçãocooperativa épotencializada pelapossibilidade deinteração de todoscom todos,instantaneamente e emescala mundial.
  • 12. Open SourceCódigo aberto, caminhos abertos, PRÁTICASABERTAS
  • 13. TiposPúblico faz conteúdo - blog, Twitter, páginas pessoaisPúblico participa - vcRepórter, VCnoG1Todos mexem em tudo - Wikimedia, Slashdot
  • 14. CuidadoEstes tipos de participação não são iguais aosobservados nos jornais e TVs com o simples mande asua foto (TV+show ZH), ligue para nós (SecretáriaEletrônica Ipanema), mas etapas iniciais dasparticipações mais efetivas
  • 15. “Antes mera consumidora de notícias, a audiência está aprendendo como conseguir informação melhor e mais oportuna. Também estáaprendendo como se juntar ao processo jornalístico, ajudando a criar uma enorme conversação e, em alguns casos, fazendo um trabalho melhor que o dos profissionais” (Gillmor, 2004).
  • 16. Meus leitoressabem mais do que eu
  • 17. Jornalismo deixa deser PALESTRA etorna-se CONVERSAcom os leitores
  • 18. Muitas pessoas corrigemmais rápido o problema queapenas poucas pessoaspodem corrigir
  • 19. Webjornalismo participativo “Práticas desenvolvidas em seções ou na totalidade de um periódico noticioso na Web, onde a fronteira entre produção e leitura não pode ser claramente demarcada ou não existe” (Primo e Träsel, 2006, p.6).
  • 20. Webjornalismo participativo Cobre as lacunas deixadas pela mídia tradicional, não substituir o jornalismo como um todo. O jornalista deixa de ser o sujeito que vai atrás da informação e diz ao leitor como as coisas são para ser o profissional que gerencia e harmoniza os dadosque chegam até ele através dos próprios leitores.
  • 21. Mas por queeu tô aqui?
  • 22. Escolas de jornalismo não perdem papel, poiscapacitam e aprimoram o profissional.A pessoa sem diploma pode ter um bom talento, maso contexto demanda um preparo - Brasil não é EUAEmpresas jornalísticas continuam. Boas reportagemdemandam tempo - e empresas que possam pagarpara o jornalista escrever e apurar com tempo, além desustentar processosEmpresa precisa de informação de boa qualidade,mesmo que o padrão de qualidade seja discutível
  • 23. Público deve ser pensado de forma diferente. Leitornão é inimigo, mas sim um cara que está no lugar quevocê ainda não chegouEspecialistas blogando são novas fontesJornalistas sempre sonharam com leitores ativos,então é hora de aproveitar issoCriar rivalidade gera tensão, o que não podeacontecer. Leitor é reativo, provocar desequilibrarelação de dependência jornalista-leitor
  • 24. BibliografiaBRUNS, Axel. Gatewatching. Nova York: Peter Lang, 2005.GANS, Herbert. Democracy and the news. Nova York: Oxford, 2003.GILLMOR, Dan. We, the media: grassroots journalism by the people, forthe people. Sebastopol: OReilly, 2004. http://wethemedia.oreilly.comPRIMO, Alex; TRÄSEL, Marcelo. Webjornalismo participativo e a escritacoletiva de notícias. Contracampo, Niterói, v.14, 1º semestre/2006.