19. avaliação da aprendizagem   práticas de mudança por uma praxis transformadora
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19. avaliação da aprendizagem práticas de mudança por uma praxis transformadora Document Transcript

  • 1. CELSO VASCONCELOS PLANEJAMNETO – AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: PRÁXIS DA MUDANÇA (2003). O problema da avaliação percebido a partir da década de 60 apontou: - os enormes estragos da prática classificatória e excludente: - elevados índices de reprovação e evasão, - baixa qualidade da educação, tanto na apropriação do conhecimento como na formação de uma cidadania ativa e crítica. O professor, em geral: - espera sugestões, propostas, orientações. - muitos gostariam até de algumas receitas - o ideário tem muita força na prática avaliativa da escola - o currículo oculto, tradição pedagógica disseminada em costumes, rituais, discursos, - formas de organização, que determinam mais a prática do que os infindáveis discursos teóricos já feitos. Para haver mudança é preciso: - Compromisso com uma causa, que pede: reflexão, - elaboração teórica - disposição afetiva, o querer. - Contribuir para uma práxis transformadora – Interiorizar a mudança. - É preciso mudanças na prática do professor. - Qualquer inovação, antes de existir na realidade, configura-se na imaginação do sujeito. (Interiorizar a mudança). - O acompanhamento das mudanças da avaliação em escolas e redes de ensino deve ter como princípios: - Vale mais a mudança de intenção do que a dos métodos. - A mudança da avaliação (conteúdo, forma, relações) sem a mudança na intencionalidade não tem levado a alterações mais substanciais - A mudança na intencionalidade da avaliação, num primeiro momento, tem possibilitado avanços significativos do trabalho. A mudança na intencionalidade levará à Intervenção na realidade a fim de transformála. “O professor não pode desistir do aluno, porque segundo Perrenoud, todos os alunos aprendem alguma coisa, uns mais, outros menos, mais todos estão sempre aprendendo.” Para mudar sua proposta de trabalho, o professor precisa saber: - O que o aluno precisa aprender (para definir o que ensinar). - Como o aluno conhece (para saber como ensinar). - O que está ensinando é relevante? - Em que medida está se ensinando de forma adequada. - Responder à pergunta – O que vale a pena ensinar? Hoje, não realizar uma aprendizagem significativa, indica a reprodução do sistema de alienação da organização social, na medida em que colabora para a formação de sujeitos passivos, acríticos, (aula / avaliação de perguntas e respostas prontas). Mas, afinal, o que colocar no lugar da pressão da nota? Duas perspectivas fundamentais: - o sentido para o estudo, para o trabalho pedagógico e a forma adequada de trabalho em sala de aula. - poder de o professor estar centrado na proposta pedagógica e não mais na nota. - o resgate da significação do estudo e dos conteúdos,
  • 2. - a busca de uma metodologia participativa em sala, para que não se precise da nota para controlar os alunos, - ganhar o aluno pela proposta pedagógica e não pela muleta das ameaças, - através de novas atividades, professores e alunos redescobrirem o gosto pelo conhecimento que vem da compreensão, do entendimento, da percepção do aumento da capacidade de intervir no mundo. Uma queixa recorrente entre os educadores diz respeito a carga horária das disciplinas. Muitas vezes ouve-se a pergunta: Como posso conhecer melhor, os alunos, se pouco convivo com eles? O que se espera é uma adequação da carga horária à proposta de ensino – para quem não sabe o que quer, solicitar um aumento de aulas semanais sugere mais oportunismo corporativo do que zelo pedagógico. O individualismo está muito enraizado. É preciso trabalhar no coletivo. – É importante a participação do professor no processo de mudança na sua condição de sujeito (não de objeto), caminhando de uma prática imitativa (cultura da reprovação) ou reativa (mera aprovação) à práxis transformadora (ensino de qualidade democrática para todos).