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Amor extravagante
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Amor extravagante

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Transcript

  • 1. O relato da vida real que se segue, é otestemunho pessoal de um médico judeu.
  • 2. “ Trabalhei como cirurgião do exército dosEstados Unidos durante a Guerra Civil.Após a batalha em Gettysburg chegaram aohospital vários soldados feridos, entre elesCharlie Coulson.
  • 3. Como Charlie era muito jovem para sersoldado, pois tinha 17 anos, alistara-secomo tambor. Ele chegou com ferimentosgraves, sendo necessário amputar-lhe umbraço e uma perna.
  • 4. Quando meus assistentes foram aplicar-lheclorofórmio para a cirurgia, ele recusou-se epediu para chamar-me e disse:- Doutor, quando eu tinha 9 anos, dei meucoração a Jesus e desde aquele dia venhoaprendendo a confiar Nele. Ele é minhaforça, Ele me sustentará enquanto o senhorestiver amputando meu braço e minhaperna.
  • 5. Então indaguei e pedi para que tomasse umpouco de conhaque. Mais uma vez elerespondeu:- Doutor, quando eu tinha 5 anos, minhamãe se ajoelhou ao meu lado, pedindo àJesus, para que eu nunca bebesse um golede bebida alcoólica. Existe a possibilidadede eu morrer e ir para a presença de Deus.O senhor quer que eu chegue lá com bafode conhaque?
  • 6. Naquela ocasião, eu detestava Jesus, masadmirei a lealdade daquele rapaz com seuSalvador. Chamei então o Capelão, queconhecia bem o moço, pois estefreqüentava as reuniões de oração.Disse o Capelão:- Charles, estou muito penalizado de vê-loassim.
  • 7. Respondeu Charlie ao Capelão:- Ah, eu estou bem senhor. O doutor meofereceu clorofórmio e conhaque, mas eunão aceitei, pois quero me apresentar aomeu Salvador em meu juízo perfeito.- Talvez você não morra, disse o Capelão.Mas, se o Senhor o levar, você deseja queeu faça alguma coisa?- Capelão, respondeu o jovem, escrevauma carta para minha mãe e diga que tenholido a Bíblia todos os dias, e tenho oradosempre para que Ele a abençoe.
  • 8. - Estou pronto doutor. Prometo que não vounem gemer se o senhor não me der oclorofórmio. Garanti-lhe que não aplicaria a droga, masantes de pegar o bisturi, fui a saleta tomarum gole de conhaque. Quando peguei aserra para cortar o osso, o rapaz colocou aponta do travesseiro entre os dentes esussurrou:- Ó Jesus, bendito Jesus! Fica ao meu ladoagora.O rapaz cumpriu o que prometera, não
  • 9. Naquela noite não dormi pensando no rapaz.Pouco depois da meia-noite, levantei-me e fuiao hospital. Assim que cheguei disse oenfermeiro:- Dezesseis soldados morreram.- E Charlie também? Indaguei.- Não, dorme como um bebê. Por volta das 9horas, o Capelão leu as escrituras paraCharlie e ambos cantaram hinos de louvor.Não consigo entender doutor como umapessoa sentindo tanta dor ainda era capaz decantar, completou o enfermeiro.
  • 10. Passados 5 dias desde que fora operado,Charlie me chamou e disse:- É chegada a minha hora. Creio que nãoterei mais um dia de vida. Sei que é judeu, enão crê em Jesus, mas gostaria que ficasseao meu lado e me visse morrer confiandoem meu Salvador.Tentei ficar, mas não consegui, pois aquelerapaz regozijava no amor daquele Jesusque eu detestava.
  • 11. Passados 20 minutos o enfermeiro meprocurou no consultório.- Doutor, Charlie está morrendo e gostariade vê-lo novamente.Chegando ao quarto, Charlie pediu-me quesegurasse em sua mão e disse:- Doutor, amo o senhor porque é judeu. Omelhor amigo que tive neste mundo foi umjudeu.Perguntei-lhe quem era esse amigo, e elereplicou:
  • 12. - JESUS CRISTO. Quero apresentá-lo aosenhor antes de morrer. Enquanto o senhorme amputava, orei ao Senhor Jesuspedindo que manifestasse o seu amor aosenhor.Essas palavras tocaram fundo em meucoração. Doze minutos depois ele dormiuseguro nos braços de Jesus.Durante a guerra morreram centenas desoldados, mas só compareci aosepultamento de Charlie Coulson.
  • 13. As últimas palavras daquele rapaz meimpressionaram muito. Possuía muitos bensmaterias, mas teria dado todo meu dinheiropara crer em Cristo como ele cria.Contudo a fé é algo que o dinheiro nãocompra.Pouco depois esqueci o sermão de Charlie,embora não conseguisse esquecer-me dopróprio moço. Durante 10 anos lutei contraCristo com todo ódio que tinha por Ele, atéque afinal a oração de Charlie foi atendida.
  • 14. Um ano e meio após a minha conversão fuia uma reunião de oração no Brooklyn, ondeas pessoas davam seus testemunhos.Depois de várias pessoas falarem, levantou-se uma senhora idosa e disse:- Estou com os pulmões muito doentes,pouco tempo me resta. É um imenso prazersaber que muito em breve me encontrareicom meu filho e com Jesus. O Charlie, alémde soldado da pátria, foi também soldado deCristo.
  • 15. E ela continuou:-Ele foi ferido em uma batalha, e ficou aoscuidados de um médico judeu que amputou-lhe um braço e uma perna. Morreu 5 diasapós a operação. O Capelão escreveu-meuma carta relatando o que ocorrera entremeu filho e o médico em seus últimosmomentos de vida.Ao ouvi-la, não me contive. Levantei-me efui correndo até ela. Apertei-lhe a mão edisse:
  • 16. - Deus a abençoe, minha irmã! A oração doseu filho já foi atendida. Sou o médico judeupor quem o Charlie orou, e o Salvador deleagora é meu Salvador também. O amor deJesus cativou minha alma. ”
  • 17. Esse relato toca profundamente nossocoração. Vemos em Charlie Coulson quatroqualidades notáveis:Convicção, Descanso, Amor e Compromisso.Mas vemos ainda a fidelidade de Deus quehonrou essas quatro atitudes dele.
  • 18. Busquem ao Senhor enquanto é possívelachá-lo; clamem por ele enquanto estáperto. (Is 55:6)Todo o que Nele confia jamais seráenvergonhado. (Rm 10:11)Quem converte um pecador do erro doseu caminho, salvará a vida dessapessoa e fará que muitíssimos pecadossejam perdoados. (Tg 5:20)
  • 19. Envie essa mensagem para seus amigos para mostrá-los que você os ama.Que JESUS ilumine seu caminho!
  • 20. Criação: KarinB.® Texto: Silvia Schmidt Imagens: gettyimages.com e cutecolors.com Som: (“The Morning”)Seja consciente: ao repassar não retire os créditos de autoria. Obrigada!

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