Posfsba Elementos Do Jornalismo On Line 06 Interatividade - Presentation Transcript
Interatividade e Jornalismo On-line
Interatividade e Digitalização
<p> <strong> Informação + software </strong> </p>
<li>Acionamento</li>
<li>Adaptabilidade</li>
Hipertexto
Link
Criação da trajetória
Mídia digital
Suporte para Informação
Navegação
Atualização
Lincagem
Processamento de dados
Pesquisa
Feedback
Comunicação entre agentes
Comentários
Participação (Publique!)
Possibilidades de interação
Navegação
Pesquisa
Feedback e personalização
Comunicação
Participação
Tipos
Você decide
Big Brother
Pay-per-view
Rádio moderno – talkshow
Brecht : “Transformar o rádio de meio de distribuição em meio de comunicação”.
Cartas do leitor
Videogame
Graus de interação (Primo)
Reativa
Estímulo e resposta
Opções limitadas
Argumento de venda
Responsiva
Valor das interações anteriores
“ Aprendizado”
Imprevisibilidade
Interação mútua
Atualização dos interagentes
Reativo ou interativo?
programa de televisão, no qual o espectador pode escolher, através de ligações telefônicas, num menu de três possibilidades, o final do enredo?
canal de televisão pay-per-view em que o assinante “encomenda” a programação dentro das opções oferecidas por uma grade de programas?
programa de rádio onde é feita uma sondagem de opinião, através da exposição das opiniões de leitores via telefone?
possibilidade de trocar e-mails com o editor de uma revista on-line ou com outros leitores da publicação?
jogo de videogame em que o jogador executa comandos de forma a agir como se fosse um dos personagens do jogo?
(Mielniczuk, 2001)
Levy
“Participação ativa do beneficiário de uma transação de informação” (1999, p. 79).
Apropriação e personalização
Reciprocidade
Implicação da imagem (avatar)
Telepresença e Realidade Virtual
Tipos de Interatividade RPG On-line Realidade Virtual Teleconferência, publicação aberta Lista de e-mail Vários participantes N-n Diálogo no Second Life. Telefone Correio Diálogo 1-1 Videogames, simulação com imersão Bancos de dados, Hipertexto Imprensa Rádio, TV etc... Unilateral 1-n Implicação do participante Interrupção e controle do fluxo Mensagem linear e estática
Dimensões (Jensen)
Transmissão (unidirecional)
Conversacional
De consulta
De registro
Graus de Interatividade (Heeter)
Complexidade das opções (de seleção)
Facilidade de acesso
Resposta ao usuário
Controle sobre o sistema
Facilidade para agregar informação
Grau de informação inter-pessoal
Interatividade como Dispositivo (Mielniczuk)
Panopticon
Sujeitos e objetos
Hipertexto Interativo
Quem publica?
Quem edita?
Quem tem opiniões?
Busca X recepção
Navegação
Seleção
Recombinação
Edição do conteúdo
Trajetórias pessoais
Perfis de leitura
Novidade?
Pesquisa
Ruptura no discurso da mídia
Edição pelo Google
Agregadores
Acesso ao dissenso
Acesso às fontes primárias
Feedback e personalização
Pegadas do usuário
Sugestões Amazon
Personalização ativa
“Daily Me” (Negroponte) e agenda
Valor da Mídia de massa (Wolton)
Comunicação
Comunicação entre pares
Fale conosco
Comentários
Registro das opiniões
Acessibilidade
Transparência
Vulnerabilidade
Responsabilidade X constrangimento
We the media and the former audience
Participação
Abertura do pólo do emissor
Ruído X filtragem
Web 2.0 (Mídia Conversacional)
Sinal X Ruído
Papel da edição
Da publicação (gatekeeping)...
À filtragem (gatewatching)
Moderação
Artigo ruim
bom debate
Mídia Colaborativa
Jornalismo...
Cidadão
Participativo
Open Source
WikiNews
Iniciativas corporativas
Jornalismo de Colaborativo:
Aquele que depende da participação do público tanto para a produção do conteúdo, quanto para a sua verificação . A notícia não vale por ter sido publicada, mas sim por resistir às críticas ou incorporar as correções do público.
Ideologia
“ Everyone is a witness, everyone is a journalist” e “ Don’t hate the media, be the media” ( Indymedia )
“ Every citizen is a reporter” ( OhMyNews )
“ Tout citoyen est un ‘capteur d’information ’ qui peut devenir potentiellement un ‘reporter” ( AgoraVox )
Chegou a hora de cortar o intermediário “este profissional do reducionismo” (Pierre Levy)
Open(Crowd)sourcing
Modelo Organizacional de Trabalho
Colaborativo
Voluntário
Reputação derivada das contribuições realizadas (Meritocracia)
Transparência do processo de produção
Abertura da informação à modificação
Crítica e revisão permanentes
Lei de Linus
Catedral e Bazar
Questionamento da propriedade autoral
Motivação da participação
Ganhar status e construir uma reputação na comunidade
Conexão com outras pessoas com base em interesses comum
Compreender e dar sentido aos acontecimentos nos seus próprios termos
Informar e ser informado
Entreter e ser entretido
Exercer sua criatividade
Implicações
A credibilidade do veículo baseia-se no mecanismo coletivo de filtragem.
A credibilidade de cada emissor na reputação conquistada.
A abertura do canal não acarreta necessariamente prejuízo, uma vez que a filtragem coletiva serve para melhorar a relação sinal/ruído .
Cobertura é diálogo, construção coletiva, work in progress.
Questões
A promessa de diversificação dos emissores será cumprida?
Os sites irão veicular conteúdo original ou reproduzir, discutir e criticar a mídia comercial?
Em que condições este modelo se desenvolve melhor, como mídia generalista, ou atendendo a nichos de interesse?
O que de fato acontece
“ Insiders” + visitantes
O papel central da edição
Discursos periféricos versus modelo generalista.
Gatewatching mais do que conteúdo original.
Uma ampliação do campo jornalístico.
Saturação e Filtragem
Liberação da Emissão versus Saturação Informacional
Este excesso não se resolve pela diminuição de informação, mas sim pelo acréscimo de dados úteis à filtragem (Granieri, 2007)
Gatekeeping X Gatewatching
Nova ecologia dos media
Ciclos sucessivos de veiculação, filtragem e repercussão
Complementaridade e ampliação do campo
Papel dos jornalistas
Descobrir e propor temas notícias
Iniciar e moderar debates
Encorajar e filtrar contribuições
= Gatekeeping + gatewatching
Pólo Emissor x Centro Editor
A publicação aberta não é o ponto mais importante da questão, mas sim a função editorial.
Se não é o público quem seleciona, não se pode dizer que as fronteiras entre público e jornalista desapareceram.
Os controles recuaram, para onde é mais importante, a função da edição.
Interatividade e ética
Interatividade é centro da nova ética.
De um p aradigma da objetividade, pirâmide invertida e transmissão no esquema emissor-receptor , assistimos à proposta a um modelo conversacional, colaborativo e baseado em pontos de vista .
Este paradigma exige uma ética da transparência e da falibilidade.
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