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Comunidades Vituais

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Comunidades Vituais Comunidades Vituais Presentation Transcript

  • COMUNIDADE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Andréa De Carli Arlete Pizzi Cátia Zílio Jucélia Meneghetti Zeni Letícia Roland
  • Especialização em Informática na Educação Tecnologias da Informação e Comunicação Aplicadas à Educação Profª Patrícia Alejandra Behar
  • Comunidades Virtuais Conceitos Objetivos Participantes
  • Conceitos Howard Rheingold “Comunidades virtuais são agregações sociais que emergem da Rede quando existe um número suficiente de pessoas, em discussões suficientemente longas, com suficientes emoções humanas, para formar teias de relações pessoais em ambientes virtuais, alterando de algum modo o Eu, dos que nele participam”.
  • Conceitos Comunidades virtuais... - Essência organizacional de redes e articulações no ciberespaço - Construídas sobre afinidades, interesses, conhecimento comuns - Acordos de convivência e procedimentos sociais - Projetos mútuos, em processos cooperativos e de trocas - Independente de fronteiras geográficas e institucionais
  • Conceitos Comunidades virtuais... - Além de um lugar onde as pessoas se encontram, elas são um meio para se atingir diversos fins. - São grupos estimulados a trabalhar em função de um indivíduo, funcionando como autêntica enciclopédia viva, pois auxiliam os membros a lidarem com a sobrecarga de informações.
  • Objetivos Características fundamentais, por Etienne Wenger: - O domínio: tem identidade definida por um domínio compartilhado do interesse - A comunidade: as pessoas envolvidas constroem relações que os permitem aprender uns com os outros (mesmo sem intencionalidade)
  • Objetivos Características fundamentais, por Etienne Wenger: - A prática: as pessoas participam de uma forma ativa; elas desenvolvem um repertório, compartilhando recursos: experiências, histórias, ferramentas, modos de resolver problemas de forma compartilhada. Isto leva tempo e interação mútua.
  • Participantes Comunidades virtuais são formadas por pessoas que se ocupam de um processo de aprendizagem coletivo em um domínio compartilhado de empenho humano (Etienne Wenger): - Uma tribo, que aprende a sobreviver; - Uma faixa de artistas, que buscam formas novas de expressão; - Um grupo de engenheiros, que trabalham em problemas semelhantes; etc.
  • Participantes As comunidades virtuais ultrapassam os limites tradicionais dos grupos ou equipes de trabalho e as fronteiras de uma organização. Seus membros podem fazer parte de um mesmo departamento, pertencer a diferentes áreas de uma companhia ou a diferentes instituições. A participação baseia-se em relações de confiança e contribuição que cada um traz para a rede.
  • Resumo Comunidade Virtual Comunidade Virtual Sujeitos como o mesmo interesse Buscam Resolver problemas, Discutir projetos Pedir informações, Traçar e Identificar novos projetos Trocar experiências Alunos Professores Pesquisadores Anônimos Comunicação Assíncrona ou Síncrona Ferramentas Chat Fórum Listas de Discussão email
  • Comunidades Virtuais de Aprendizagem Conceitos Objetivos Participantes Ferramentas Regras
  • Conceitos São ambientes planejados, permitem a troca de experiências entre pessoas igualmente envolvidas no processo produtivo. São ambientes criados a partir de objetivos pedagógicos definidos, planejamento estratégico, metodologia adequada e ferramentas que auxiliem no processo.
  • “a socialidade instiga o aprendiz de uma comunidade virtual de aprendizagem a aprender de forma colaborativa e coletiva” (ROESLER e SARTORI, 2003, p.10)
  • Conceitos Estas comunidades de aprendizagem promovem a educação, a cultura e a comunicação, oportunizando a sociabilidade. As CVAs são uma metodologia de trabalho, não um fim em si; precisam inserir-se em um projeto ou iniciativa, cujos objetivos ajudam a atingir.
  • Objetivos Necessidade de organizar coletivamente o conhecimento , de maneira que as práticas, a pesquisa e o compartilhamento de idéias sejam enriquecidos. Desenvolver habilidades, competências, formação geral ou profissional em determinado grupo.
  • Participantes Pessoas ligadas informalmente, assim como contextualmente, por um interesse comum no aprendizado e na aplicação da prática. Todos sabem algo sobre alguma coisa, em diferentes níveis de saber, de sentidos, o que constitui um saber coletivo inédito ; Estão implicadas,simultaneamente, inúmeras interpretações, significações, inferências de pessoas leigas no assunto e de especialistas no assunto.
  • Regras Negociação As finalidades, intenções e protocolo para interação são constituídos pelos participantes. Aproximação Os participantes da comunidade preferem buscar um elo de ligação e/ou amizade com os outros participantes.
  • Regras Compromisso A qualidade da participação depende dos indivíduos. O compromisso depende dos valores compartilhados na comunidade onde a participação representa uma escolha ética entre aqueles que compartilham objetivos ou necessidades. Engrenagem Os participantes interagem uns com os outros e têm a capacidade de conduzir livremente e significativamente a discussão. Mas a fim de não dispersar muito os assuntos entra na engrenagem o mediador, responsável por manter a interação e a efervescência nos debates.
  • “A comunicação no ciberespaço nos remete de forma intensa a um processo de interação que supera a oralidade e a escrita, congregando imagem, som, movimento, cores, intensidades, sentimentos, emoções num mesmo espaço/tempo.” Dra. Araci Hack Catapan/UFSC
  • Ferramentas Chat Fórum Lista de discussão Email Trabalhos em grupo e pesquisa Publicação e comunicação digital Correio eletrônico Webfólio Enquetes
  • “o imaginário como prática de construção e reconstrução do real é engendrado pelo grupo, no exercício da interatividade; e pela tecnologia, através das possibilidades comunicativas que esta oferece.” (ROESLER e SARTORI, 2003, p.10)
  • Estabelecer estratégias Gestão Onde começar Motivação Suporte Preocupação com Integração as aderências Aprender fazendo Objetivos claros Encorajar Metodologias Articular a Educação Definição de papéis Feedback Regras de convívio
  • Resumo 1. OBJETIVOS DEFINIDOS EM RELAÇÃO À EDUCAÇÃO: Desenvolver Habilidades e Competências; Promover Formação Geral ou Profissional em determinado grupo, proporcionando dispositivos de informação e Comunicação para profissionais que tenham objetivo comum de aprender;
  • Resumo Buscar formas de incentivar de forma imbricada a educação, a Cultura e a Comunicação; Oportuniza a Socialidade (Compartilhamento de Sentimentos, Projetos de Vida). Ademilde Silveira Sartori e Jucimara Roesler
  • Resumo 2. PROMOVENDO PRÁTICAS EDUCATIVAS: Por Meio de seus dispositivos de Comunicação e Informação Proporcionam Aprendizagem, Fomentam o Imaginário Que é Engendrado pelo Grupo Pela Interatividade Pela Tecnologia
  • Resumo 3. OBJETO DE AÇÃO COLETIVA: O Declínio do Individualismo; Aprendizagem baseada na Interatividade, já que o sentimento de pertença no Grupo; Criação de Uma Identidade Comum, Novas Possibilidades de Aprendizagens Coletivas no Espaço Virtual. Araci Hack Catapan
  • Resumo 4. O CONHECIMENTO GERADO EM REDE VIRTUAL: Apresenta Sentido Transversal e Aberto; Implica Interações Simultâneas provocando interpretações e inferências entre pessoas leigas, iniciantes com especialistas no assunto; Constitui um Saber Coletivo
  • Resumo Todos sabem algo; Esse Saber tem Diferentes Níveis; Diferentes Sentidos; Em uma interação aberta, que não se limita, mas se supera no ciberespaço.
  • Bibliografia Comunidades virtuais de aprendizagem: espaços de desenvolvimento de socialidades, comunicação e cultura. Disponível em: http://www.pucsp.br/tead/n1a/artigos%20pdf/artigo1.pdf CATAPAN, Araci Hack. Comunidades Virtuais de Aprendizagem. UFSC, 2004. Disponível em: http://www.conahpa.ufsc.br/2004/mredonda/araci.pdf COSTA, Rogério. As Comunidades Virtuais. In Revista Informática na Educação: teoria & prática, Porto Alegre, v.8, n.2, jul.dez.2005 Salto Para o Futuro - Ambientes virtuais que potencializam as relações de ensino-aprendizagem - Ambientes virtuais de aprendizagem: do “ensino na rede” à “aprendizagem em rede” . Disponível em: http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/nfa/tetxt2.htm
  • Bibliografia SAMPAIO-RALHA, Jurema. O Animador de Comunidades Virtuais. Disponível em: http://www.escola2000.org.br/pesquise/texto/textos_art.aspx?id= 70 WENGER, Etienne. Communities of practice: a brief introduction. Disponível em: http://www.ewenger.com/theory/index.htm RHEIGOLD, Howard. The Virtual Community. Disponível em: http://www.rheingold.com/vc/book/ Cadernos Eletrônicos. Disponível em: http://cadernos.futuro.usp.br