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LINGUAGEM VISUAL | ELEMENTOS BÁSICOS DA COMUNICAÇÃO VISUAL
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LINGUAGEM VISUAL | ELEMENTOS BÁSICOS DA COMUNICAÇÃO VISUAL

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Transcript

  • 1. Profa. Andrea Dalforno
  • 2. Introdução“Sempre que alguma coisa é projetada e feita, esboçada epintada, desenhada, rabiscada, construída, esculpida ougesticulada, a substância visual da obra é composta a partir deuma lista básica de elementos. Não devem confundir oselementos visuais com os materiais ou meios de expressão: amadeira, a argila, a tinta ou o filme. Os elementos visuaisconstituem a substância básica daquilo que vemos, e seunúmero é reduzido: o ponto, a linha, a forma, a direção, otom, a cor, a textura, a dimensão, a escala e o movimento. Porpoucos que sejam, são matéria-prima de toda informaçãovisual em termos de opções e combinações seletivas.” (DONDIS, 1997, p. 51)
  • 3. PONTOO ponto é a unidade de Os pontos se ligam dirigindo o olhar.comunicação visual mais simples e Em grande número eirredutivelmente mínima. justapostos, criam a ilusão de tom ou cor.Quanto mais complexas forem asmedidas necessárias à execução deum projeto visual, tanto maior será A capacidade única que uma série deo número de pontos usados. pontos tem de conduzir o olhar é intensificada pela maior proximidade dos pontos.
  • 4. Georges Seurat , “A Sunday Afternoon at La Grande Jatte” (1884)
  • 5. Georges Seurat , “The Bathers at Asnieres “ (1883-1884)
  • 6. Georges Seurat, “The Island of La Grande Jatte“ (1884)
  • 7. Georges Seurat, ’La Maria, Honfleur’ (1886)
  • 8. LINHAQuando os pontos estão tãopróximos entre si que se tornaimpossível identificá-losindividualmente, aumenta asensação de direção, e a cadeia depontos se transforma em outroelemento visual distintivo: a linha. Também podemos definir a linha como um ponto em movimento. O procedimento para desenhar uma linha se resume a colocar a ponta de uma caneta ou lápis sobre uma superfície, marcando um ponto, e mover segundo uma determinada trajetória.
  • 9. FORMAA linha descreve uma forma. Nalinguagem das artes visuais, a linhaarticula a complexidade da forma.Existem 3 formas básicas: o círculo, oquadrado e o triângulo equilátero.Todas as formas básicas são figurasplanas e simples, que podem serfacilmente descritas econstruídas, tanto visual quantoverbalmente.
  • 10. A partir de combinações e variações infinitas dessas 3 formas básicas,derivamos todas as formas físicas da natureza e da imaginação humana.
  • 11. Pablo Picasso, “Bathers with a Toy Boat” (1937)
  • 12. DIREÇÃOA disposição dos elementos delinguagem visual num plano podeconduzir o olhar a um certo sentidoespacial.Todas as formas básicas expressam 3direções visuais básicassignificativas: quadrado: horizontal e vertical triângulo: diagonal círculo: curva
  • 13. TOMO tom é a intensidade da Vemos graças a presença ou àobscuridade ou claridade de ausência relativa de luz, seja emitidaqualquer coisa vista. pelo sol, pela lua, ou por qualquerO tom é expressado pelo grau de fonte artificial.intensidade de um preenchimento – A luz circunda as coisas, é refletidapreto ou colorido – e está por superfícies brilhantes, incideintrinsecamente fundamentado na sobre objetos com claridade ourelação luz e sombra. obscuridade relativa.
  • 14. TOMCom grande sensibilidade e delicadeza, asgradações tonais, distintas eidentificáveis, entre o preto e o brancopode chegar a 30 tons de cinza.A manipulação do tom através dajustaposição diminui muito as limitaçõestonais inerentes ao problema de competircom a abundância de tons da natureza. A sensibilidade tonal é básica para nossa sobrevivência, e só é superada pela referência vertical-horizontal enquantoO mundo em que vivemos é dimensional, e pista visual do relacionamento queo tom é um dos melhores instrumentos de mantemos com o meio ambiente. Assimque dispõe o visualizador para indicar e vemos o movimento súbito, aexpressar essa dimensão. profundidade, a distância, e outras referências do ambiente.
  • 15. CORA cor é provocada pela ação de um feixe defótons* sobre as células especializadas daretina, que transmitem através de informaçãopré-processada no nervo ótico, impressõespara o sistema nervoso.As cores são obtidas aditivamente (cor luz) ousubtrativamente (cor pigmento).A cor ter 3 dimensões que podem serdefinidas e medidas:1. matiz ou croma = a cor em si.2. saturação = pureza relativa a uma cor, do matiz ao cinza.3. luminosidade / brilho / valor = gradações tonais em decorrência da luminosidade.Para clarear, escurecer ou neutralizar umacor, usa-se o branco, o preto e o cinza.*fóton = quantum de energia radiante
  • 16. CORES PURASChamamos de cores puras o grupode 12 cores, composto pelas coresprimárias, secundárias e terciárias.primárias = vermelho, amarelo eazulsecundárias = alaranjado, verde evioletaterciárias = amarelo-alaranjado, amarelo-vermelho, vermelho-violeta, azul-violeta, azul-verde e amarelo-verde.
  • 17. CIRCULO CROMÁTICOO círculo cromático ou círculo das cores écomposto pelas cores puras, - ouseja, pelas cores primárias, secundárias eterciárias – distribuídas de forma circular.O círculo é formado pelo triângulo dasprimárias, triângulo (invertido) dassecundárias, e intercalando uma corprimária e uma secundária encontram-seas terciárias.Primárias = cor pura obtida na naturezaSecundárias = combinação de 2 coresprimáriasTerciárias = combinação de 1 primária e 1secundária
  • 18. CIRCULO CROMÁTICOCores Primárias01 – Amarelo05 – Azul09 – VermelhoCores Secundárias03 – Verde07 – Violeta11 – AlaranjadoCores Terciárias02 – Amarelo-Verde04 – Azul-Verde06 – Azul-Violeta08 – Vermelho-Violeta10 – Vermelho-Alaranjado12 – Amarelo-AlaranjadoObservação: as cores Amarelo-Verde (02) eVermelho-Violeta (08) tanto podem ser frias quantoquentes, dependendo das cores dominantes.
  • 19. CORES COMPLEMENTARESCores Complementares são opostasno disco de cores. São utilizadaspara dar força e equilíbrio a umtrabalho, criando contrastes.Ex: vermelho é complementar doverdes, o azul é complementar dolaranja.
  • 20. CORES COMPLEMENTARES DIVIDIDAS Qualquer cor do círculo com as duas cores vizinhas da suacor oposta direta.
  • 21. CORES COMPLEMENTARES DUPLAS Qualquer duas cores e as suascomplementares(opostas diretas).
  • 22. CORES ANÁLOGASCores Análogas são as queaparecem lado a lado no disco decores e possuem a mesma corbásica. São usadas para dar asensação de uniformidade. Autilização de cores análogaspermitem que uma composiçãofique mais elegante, e podem serequilibradas com uma corcomplementar.EX: amarelo-ouro é análoga dolaranja-avermelhado, pois tem emcomum a cor laranja.
  • 23. CORES ANÁLOGAS COMPOSTAS São quatro coresque aparecem em sequência no disco.
  • 24. CORES ANÁLOGAS RELACIONADAS Uma sequência detrês cores utilizandoduas cores análogas no disco, pula umacor, mais a próxima.
  • 25. CORES ANÁLOGAS + 1 COMPLEMENTAR Uma sequência de três cores análogas no disco, mais a complementar da cor do meio.
  • 26. TEXTURAA textura é o elemento visual que com É possível que uma textura nãofreqüência serve de substituto para asqualidades de outro sentido, o tato. apresente qualidades táteis, masPodemos reconhecer a textura tanto apenas óticas. Ex: hachuras.através do tato quanto da visão, oumediante a combinação de ambos.A textura real permite à mão e ao olho umasensação individual, com forte significadoassociativo.
  • 27. TEXTURA A textura se relaciona com a composição de uma substância através de variações mínimas na superfície do materialA textura é um recurso amplamente utilizado na comunicação visual como simulação de materiais diversos na impressão em papel.
  • 28. ESCALATodos os elementos visuais são capazes de se A escala pode ser estabelecida não só atravésmodificar e se definir uns aos outros, e este do tamanho relativo das pistas visuais, masprocesso constitui o que chamamos de escala. também através das relações com o campo ou ambiente.Em outras palavras, o grande não pode existirsem o pequeno, porém, quando se estabeleceo grande através do pequeno, a escala todapode ser modificada pela introdução de outramodificação visual. Em termos de escala, os resultados visuais são fluidos, e não absolutos. O quadrado do mesmo tamanho pode ser considerado grande devido a sua relação de tamanho com o campo, ao passo que na outra figura pode ser visto como pequeno.
  • 29. ESCALAA medida é parte integrante daescala, mas a justaposição é maisimportante. Ou seja, é maisimportante o que se encontra ao ladodo objeto visual, em que cenário ele seinsere.Aprender a relacionar o tamanho como objetivo e o significado é essencialna estruturação da mensagem visual.O controle de escala pode fazer umasala grande parecer pequena eaconchegante, e uma sala pequenaaberta e arejada. Esse efeito seestende a toda manipulação doespaço.
  • 30. DIMENSÃOA representação da dimensão em Mostrar de que modo dois planos deformatos visuais bidimensionais um cubo aparecem aos nossos olhostambém depende da ilusão. depende, em primeiro lugar, de que se estabeleça o nível do olho.A ilusão pode ser reforçada de muitasmaneira, mas o principal artifício parasimulá-la é a convenção técnica daperspectiva, cujos efeitos podem serintensificados pela manipulação tonal.A perspectiva tem fórmulasexatas, com regras múltiplas ecomplexas. Só há um ponto de fuga no qual um plano desaparece. Na imagem, o cuboA dimensão é o elemento dominante superior é visto do ponto de vista deem qualquer material visual em que se quem está embaixo, e o cubo inferiorlida com volume total e real. por quem está em cima.
  • 31. MOVIMENTOO movimento se encontra Algumas propriedades da “persistênciafreqüentemente implícito no modo da visão” podem constituir a razãovisual, e talvez seja um dos incorreta do uso da palavra “movimento” para descrever tensões eelementos visuais mais dominantes ritmos compositivos nasda experiência humana. imagens, quando, na verdade, o que estáA sugestão de movimento nas sendo visto é fixo e imóvel.manifestações visuais estáticas émais difícil de conseguir sem que aomesmo tempo se distorça arealidade.
  • 32. ConclusãoTodos esses elementos visuais (o A linguagem visual unifica, e podeponto, a linha, a forma, a direção, o expressar instantaneamente váriastom, a cor, a textura, a escala, a idéias.dimensão e o movimento) são oscomponentes irredutíveis dos meiosvisuais. Esses elementos básicos são os meios visuais essenciais, e a compreensão adequada de suaConstituem os ingredientes básicos natureza e de seu funcionamentocom os quais contamos para o constitui a base de uma linguagemdesenvolvimento do pensamento e que não conhecerá nemda comunicação visual. fronteiras, nem barreiras.
  • 33. “Não é o ângulo reto que me atrai, Nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual. A curva que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, nas nuvens do céu, no corpo da mulher preferida.De curvas é feito todo o Universo. O Universo curvo de Einstein.” Oscar Niemeyer
  • 34. Exercícios1. Num quadrado, faça uma colagem com alguns ou todos os seguintes elementos visuais específicos: ponto, linha, textura. Cada colagem deve ser constituída com exemplos e organizada de modo a demonstrar algumas das características essenciais de cada elemento.2. Num quadrado de dez centímetros, num círculo de dez centímetros de diâmetro ou num triângulo de dez centímetros de base, componha uma colagem com os objetos que se associem com cada uma dessas formas básicas. Os exemplos podem ser buscados na internet ou em qualquer material impresso ou desenhado. A composição deve enfatizar a natureza da forma escolhida.3. Faça uma colagem onde deliberadamente se encontre um objeto conhecido de pequeno tamanho, mas que torne menor um outro objeto que sabemos ser grande. A surpresa tornará manifesto o sentido fortemente predeterminado que todos temos da escala.4. Escolha uma foto, uma pintura ou interface de qualquer tema, e relacione os elementos básicos que você identifique na composição.

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