Slideshare.net (beta)

 
Post: 
Myspace Hi5 Friendster Xanga LiveJournal Facebook Blogger Tagged Typepad Freewebs BlackPlanet gigya icons



All comments

Add a comment on Slide 1

If you have a SlideShare account, login to comment; else you can comment as a guest


Showing 1-50 of 1 (more)

tfg apresenta

From andre.moraes, 2 months ago

powerpoint utilizado para arguição do trabalho final de graduaç more

534 views  |  0 comments  |  1 favorite  |  10 downloads  |  2 embeds (Stats)
 

Groups/Events

Not added to any group/event

 
 

Privacy InfoNew!

This slideshow is Public

 
Embed in your blog
Embed (wordpress.com)
custom

Slideshow transcript

Slide 1: Trabalho de Graduação do curso Arquitetura e Urbanismo – UFPE Graduando: André Moraes de Almeida Orientador: Luiz Manuel do Eirado Amorim

Slide 2: O que é? >>> Estudo preliminar para desenvolvimento de uma proposta urbanística e arquitetônica Objetivos >>> Fazer uma análise do espaço informal fragmentado; >>>  Melhorar a qualidade do ambiente e, consequentemente, a qualidade de vida da população local; >>>  Propor um cenário que minimize os conflitos sócio‐espaciais através da integração entre  comunidades e destas com o entorno (Recife).

Slide 3: 3 Partes [1] LOCALIDADE : Descritiva [caracterização do objeto de estudo] [2] METODOLOGIA : Analítica [processo adotado] # Sensorial # Morfo‐Social DIRETRIZES DE INTERVENÇÃO [3] SÍNTESE : Propositiva [criação do cenário] # Sistema de Circulação # Plano de Relocação # Projeto do Centro Comunitário

Slide 4: Apresentação da Área [ localização | histórico | características ] [1]

Slide 5: >>> As Zonas Especiais de  ILHA DO RETIRO Interesse Social (ZEIS  Lei No  16.113/95)  tem designação na  BAIRRO DO RECIFE legislação urbanística para os  av. abdias de carvalho assentamentos desprovidos  s de infra‐estrutura e  cana baiare l AB C rua ta serviços urbanos básicos.  BAIRRO DO SÃO JOSÉ São necessariamente ocupadas pela  ZEIS COELHOS população de baixa renda ,  rua co ilha do normalmente ameaçada pela  zeca vulnerabilidade da posse da terra  s me via precária, também como forma de  estrada ZEIS COQUE salvaguardar essas áreas  das  na especulações imobiliárias.   dos r (MARINHO,1999) emédio >>> Em 1987 o Plano de  Regularização das Zonas  s Especiais de Interesse Social (PREZEIS)  é implementado, com a  função servir de ferramenta para a  ZEIS AFOGADOS regularização do uso do solo BRASÍLIA TEIMOSA das Zonas Especiais de Interesse  Social, bem como um sistema de ZEIS ILHA DE DEUS gestão no processo de  reabilitar e integrar zonas  excluídas da cidade.     (MARINHO, 1999) [1] Localidade

Slide 6: >>> HISTÓRICO rua tabaiare s sebrae Comunidade Caranguejo Segundo pesquisa realizada por pessoas da comunidade sob orientação da Antiga fermentaço ONG ETAPAS (1998), a ocupação teria surgido em torno de 1910. Originalmente, Caranguejo era uma comunidade de pescadores. s ca s remédio na l  A comunidade costumava ser invadida do   AB pelas águas das enchentes da maré, C leon com ela grande quantidade de caranguejos o heimer entravam nas casas. estrada d e r ib ba pi Comunidade Campo Tabaiares  ca o lavand  ri eria Ocupação mais recente. o  d to or clínica Ocorreu a aproximadamente 30 anos m o  aç ilha do de forma organizada e sem conflitos br zeca quando os moradores ocuparam um sítio onde atualmente localiza‐se o SEBRAE e rua o campo do Tabaiares Futebol Clube.  cot   u iros ngu ba vive [1] Localidade

Slide 7: [2]

Slide 8: Análise Sensorial >>> primeiros contatos com a área:  apreensão e absorção das sensações  do espaço. >>> TEORIA DA DERIVA  (Internacional Situacionista de 1958) A deriva apresenta‐se como uma técnica,  um método contínuo de observação,  participação e troca de diversos ambientes  e interpretações. Seu conceito está associado ao deixar‐se levar pelas  solicitações do terreno e os encontros e  desencontros que ele gera, aos contatos e  as barreiras que ele estabelece. >>> sentidos [características obtidas] # audição # visão [2] Metodologia # tato # olfato

Slide 9: # audição – som do vento | a música das casas e das ruas | crianças brincando | as conversas ao pé das portas [2] Metodologia

Slide 10: # audição – som do vento | a música das casas e das ruas | crianças brincando | as conversas ao pé das portas [2] Metodologia

Slide 11: # visão – percorrer o limite psicológico da área ¹ visão horizontal – visadas com ângulos completos, vista do horizonte [2] Metodologia

Slide 12: # visão – percorrer o limite psicológico da área ² visão frontal ou focal – as barreiras limitando ou direcionando o olhar a um único ponto [2] Metodologia

Slide 13: # visão – percorrer o limite psicológico da área ³ ausência de visão – locais onde não se apreende o entorno pela preocupação em vencer os obstáculos [2] Metodologia

Slide 14: # tato – texturas e materiais do território construído ou natural. Grande quantidade de materiais diferentes causando impactos psicológicos . Superfícies fragmentadas e descontínuas . Telhas de fibrocimento e metais refletindo a luz . Pedaços de pedras . Revestimentos de cimento dos chapiscos . Tijolos cerâmicos aparentes . Paralelepípedo e a lama dos pisos [2] Metodologia

Slide 15: # tato – texturas e materiais do território construído ou natural. Grande quantidade de materiais diferentes causando impactos psicológicos . Superfícies fragmentadas e descontínuas . Telhas de fibrocimento e metais refletindo a luz . Pedaços de pedras . Revestimentos de cimento dos chapiscos . Tijolos cerâmicos aparentes . Paralelepípedo e a lama dos pisos [2] Metodologia

Slide 16: # olfato – cheiro do rio, do mangue, do canal, do lixo, das pessoas com seus perfumes e suores, cheiro das casas, do café, da comida, da natureza crua. Todos juntos gerando o cheiro do lugar [2] Metodologia

Slide 17: Análise Morfo‐Social >>>   interpretação de dados da ZEIS Caranguejo Tabaiares com o auxilio de uma malha obtendo uma  conseqüente análise das infra‐estruturas locais >>> A MALHA # PRINCIPAIS EIXOS Estrada dos Remédios Rua Cosme Viana Rua Tabaiares Rua Jordânia Rua Cotunguba Rua do Canal do Sport Canal do ABC [2] Metodologia

Slide 18: >>> A MALHA RELAÇÃO E01 x E02 RELAÇÃO E02 x E03 RELAÇÃO EA x E04B PRINCIPAIS EIXOS RELAÇÃO E04A x E05 RELAÇÃO E05 x E06 RELAÇÃO EC x ED RELAÇÃO ED x EE A MALHA

Slide 19: >>> A MALHA # FUNÇÃO BASE DE ESTUDO ESTRUTURADORA [2] Metodologia

Slide 20: >>> OS CRUZAMENTOS MORFO SOCIAIS procedimentos analíticos de correlação entre as dimensões sociais e espaciais (características morfológicas e tipológicas) % vazio / quadrante | nº vias / quadrante | infra‐estrutura da unidade X material construtivo [2] Metodologia

Slide 21: |% vazio / quadrante| [2] Metodologia

Slide 22: |nº vias / quadrante| # Nº VIAS/QUADRANTE  =               1 DIMENSÕES DA VIA # MANCHAS COM INEXISTÊNCIA DE VIAS Regularidade – cidade formal [parcelamento urbano] X Irregularidade ‐ assentamentos  espontâneos [expansão rizomática] # FAIXAS DE ACESSO [2] Metodologia

Slide 23: | infra‐estrutura da unidade X material construtivo | # MAPA INFRA‐ESTRUTURA / UNIDADE Energia Elétrica Abastecimento de água Coleta de lixo Rede de esgoto [2] Metodologia Projeto Terra Cidadã: Capibaribe sem Palafitas (2004)

Slide 24: | infra‐estrutura da unidade X material construtivo | # MAPA MATERIAL CONSTRUTIVO /  UNIDADE [2] Metodologia Projeto Terra Cidadã: Capibaribe sem Palafitas (2004)

Slide 25: | infra‐estrutura da unidade X material construtivo | + INFRA‐ESTRUTURA + MATERIAL # PERMANÊNCIAS E REMOÇÕES [2] Metodologia MAPA DA ESCALA DE FRAGILIDADE / UNIDADE

Slide 26: Problemáticas [quadro síntese] 1  Insalubridade;  2  Inundações;  3  Desemprego;  4  Ausência de infra‐estrutura básica;  5  Barreiras sociais e físicas;  6  Adensamento (vazio X quadrante);   7  Acessibilidade  (vias X quadrantes);  8  Baixos índices de habitabilidade (infraestrutura X materiais construtivos).

Slide 27: Diretrizes de Intervenção 1  Promover o desenvolvimento urbano  de modo a integrar as duas  comunidades, Caranguejo e Campos Tabaiares; 

Slide 28: Diretrizes de Intervenção 2  Relocação de familias das áreas com baixo indices de habitabilidade para  novas áreas habitacionais dentro da comunidade; 

Slide 29: Diretrizes de Intervenção 3  Propor um controle adequado do uso do solo atendendo as questões de  adensamento e utilização do espaço urbano; 

Slide 30: Diretrizes de Intervenção 4  Potencializar as áreas de lazer existentes, e propor novos locais de  encontro e zonas livres;  +

Slide 31: Diretrizes de Intervenção 1  Promover o desenvolvimento urbano  de modo a integrar as duas  comunidades, Caranguejo e Campos Tabaiares;  2  Relocação de familias das áreas com baixo indices de habitabilidade para  novas áreas habitacionais dentro da comunidade;  3  Propor um controle adequado do uso do solo atendendo as questões de  adensamento e utilização do espaço urbano;  4  Potencializar as áreas de lazer existentes, e propor novos locais de  encontro e zonas livres;  5  Preservar as áreas verdes  e naturais existentes e promover educação  ambiental;  6  Consolidar e promover a melhoria da qualidade dos espaços  habitacionais das familias de baixa renda, dotando de equipamentos e  serviços articulados por redes urbanas compativeis com sua cultura;  7  Incentivar organizações sociais e cooperativas para geração de  rendas;  8  Dotar e melhorar  infra‐estrutura: saneamento, abastecimento de  agua, energia elétrica, coleta de lixo;  9  Tratamento dos corpos d’água, tanto do braço Morto do Rio  Capibaribe quanto do Canal do ABC associando a projetos da municipalidade. 

Slide 32: Programa de Necessidades 1  Centro Comunitário  2  Posto de Saúde  3  Escola  4  Usina do Lixo  5  Cooperativa de Camarão  6  Cantro Profissionalizante 

Slide 33: [3]

Slide 34: A PROPOSTA >>>  Intervenções Urbanísticas e Arquitetônicas baseadas no conceito de Redes de Integração. 1. Sistema de Circulação ‐ criação de uma nova malha viária [Rede Global e Rede Local] 2. Plano de Relocação ‐ definição de unidades a serem relocadas, e um estudo volumétrico  de um novo adensamento. 3. Anteprojeto Arquitetônico: Centro Comunitário [Rede Social]. [3] Síntese

Slide 35: >>> SISTEMA DE CIRCULAÇÃO # plano de reestruturação viária #  integração em 3 escalas [ rede global, rede local, intraquadras] Malha estruturadora e integradora [3] Síntese

Slide 36: >>> SISTEMA DE CIRCULAÇÃO [3] Síntese

Slide 37: >>> SISTEMA DE CIRCULAÇÃO [3] Síntese

Slide 38: >>> PLANO DE RELOCAÇÃO MAPA DE REMOÇÃO E  POTENCIAL PARA RELOCAÇÃO Zonas Receptoras REMOÇÕES # CARANGUEJO ‐ 294UH # TABAIARES ‐ 155UH [3] Síntese

Slide 39: >>> PLANO DE RELOCAÇÃO PLANO GERAL DE RELOCAÇÃO REMOÇÕES PROPOSTA # CARANGUEJO ‐ 294UH | 268UH # TABAIARES ‐ 155UH | 263UH TOTAL                    449UH | 531UH Malha estruturadora e integradora [3] Síntese

Slide 40: >>> PLANO DE RELOCAÇÃO [3] Síntese

Slide 41: >>> PLANO DE RELOCAÇÃO [3] Síntese

Slide 42: >>> CENTRO COMUNITÁRIO # PARTIDO [3] Síntese

Slide 43: >>> CENTRO COMUNITÁRIO [3] Síntese

Slide 44: >>> CENTRO COMUNITÁRIO # PARTIDO FLUXOS ESTRUTURADORES CASCA COBERTA‐PISO [Continuidade formal e espacial] [3] Síntese

Slide 45: >>> CENTRO COMUNITÁRIO [3] Síntese PÚBLICO x PRIVADO  |  INTERNO x EXTERNO

Slide 46: >>> CENTRO COMUNITÁRIO [3] Síntese VERTICAL x HORIZONTAL  |  EDIFÍCIO x SOLO

Slide 47: >>> CENTRO COMUNITÁRIO # PARTIDO CASCA COBERTA‐PISO                      SISTEMA DE PONTES                      EXPERIÊNCIAS ESPACIAIS [3] Síntese

Slide 48: >>> CENTRO COMUNITÁRIO # ESTRUTURA STEEL DECK PILAR – TUBOS METÁLICOS VIGA – PERFIS METÁLICOS [3] Síntese

Slide 49: >>> CENTRO COMUNITÁRIO [3] Síntese

Slide 50: >>> CENTRO COMUNITÁRIO 1 ‐ Auditório,  espaço cultural de eventos,  conferências e apresentações artísticas 2 ‐ Praça cívica 3 ‐ Biblioteca Comunitária ‐convívio  educacional e cultural; troca de conhecimento [3] Síntese

Slide 51: >>> CENTRO COMUNITÁRIO 1 ‐ Associação de Moradores +  Rádio  Comunitária ‐ espaços de discussão,  comunicação, reuniões, decisões. 2 ‐ Terraços ‐ áreas de contemplação 3 ‐ Biblioteca Comunitária [3] Síntese

Slide 52: >>> CENTRO COMUNITÁRIO [3] Síntese

Slide 53: >>> CENTRO COMUNITÁRIO [3] Síntese

Slide 54: >>> CENTRO COMUNITÁRIO [3] Síntese

Slide 55: >>> CENTRO COMUNITÁRIO [3] Síntese

Slide 56: >>> CENTRO COMUNITÁRIO [3] Síntese

Slide 57: >>> CENTRO COMUNITÁRIO [3] Síntese

Slide 64: Conclusão O trabalho é a rede, a trama, a malha, a tela, a integração, a costura sutil entre  edifício e solo urbano. Redes viárias de circulação locais e globais;  rede estrutural,   rede social de relações que integra, que articula, que transforma, e desperta a  possibilidade de novas transformações, novos cenários.

Slide 65: Trabalho de Graduação do curso Arquitetura e Urbanismo – UFPE Graduando: André Moraes de Almeida Orientador: Luiz Manuel do Eirado Amorim “a integração é a chave para poder entender o conteúdo social da arquitetura mostrando como prédios e lugares  funcionam em nível de coletividade” (  HANSON, 1998, apud FRANÇA, 1999).