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Quem é a ABNT?
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- Conceitos e requisitos gerais dos sistemas de cabeamento ...
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Elementos funcionais
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Classificação Norma
Aplicada
Banda E
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Pico d`água
(1385)
OS1 ITU...
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Cabos Ópticos Cabos Metálicos Aplicação
OFNP (COP) CMP Plenum:
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Objetivos de projeto
• O cabeamento horizontal deve ser projetado para
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O cabo UTP como mídia de
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Aplicações com cabos UTP
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Normas são leis?
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Normas são ou não leis?
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Norma técnica NBR14565:2012. Cabeamento estruturado para edifícios comerciais e data centers.

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Neste webinar promovido em 27/08/2012 abordamos de maneira resumida os principais pontos da norma técnica NBR-14565:2012 "Cabeamento estruturado para edifícios comerciais e data centers'", publicada em 12 de Julho de 2012.

A NBR-14565:2012 define um sistema de cabeamento estruturado para uso nas dependências de um único ou um conjunto de edifícios comerciais em um campus, bem como para a infraestrutura de cabeamento estruturado de data centers. Ela cobre os cabeamentos metálico e óptico.

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Norma técnica NBR14565:2012. Cabeamento estruturado para edifícios comerciais e data centers.

  1. 1. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014
  2. 2. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 Cabeamento estruturado para edifícios comerciais e data centers. Structured cabling for commercial buildings and data centers ABNT - NBR 14565:2012 Overview
  3. 3. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 Quem é a ABNT? = Associação Brasileira de Normas Técnicas =  Entidade privada sem fins lucrativos, de utilidade pública, fundada em 1940;  Oficialmente reconhecida pelo governo brasileiro como único foro nacional de normalização (Resolução nº 07 do CONMETRO, de 24.08.1992);  Membro fundador:  ISO (International Organization for Standardization);  COPANT (Comisión Panamericana de Normas Técnicas);e  AMN (Asociación Mercosur de Normalización).  Membro da IEC (International Eletrotechnical Comission) desde a criação da ABNT;  Signatária do código de boas práticas em normalização da OMC;  Certificadora de produtos, serviços, sistemas e pessoas.
  4. 4. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 ANSI/TIA 568-C: Julho / 2009; ISO/IEC 11801 Amd. 2 Ed 2.0: Janeiro / 2010; ABNT NBR 14565:Agosto / 2012 Edição das normas
  5. 5. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 Este projeto de revisão foi elaborado: •Comissão de Estudo de Cabeamento Estruturado para Edifícios Comerciais e Data Centers, (CE 03:046.05) do Comitê Brasileiro de Eletricidade (ABNT/CB-03). ABNT – NBR14565:2012 Cabeamento estruturado para edifícios comerciais e data centers.
  6. 6. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 Abordagem da norma: - Conceitos e requisitos gerais dos sistemas de cabeamento estruturado; - Estrutura do sistema de cabeamento genérico; - Desempenho do cabeamento balanceado; - Distribuição horizontal; - Área de trabalho; - Implementação do cabeamento balanceado; - Desempenho do cabeamento óptico; - Requisitos do hardware de conexão; - Procedimentos de testes e ensaios; - Considerações a respeito de interferência eletromagnética; - Distribuição de backbone; - Requisitos dos cabos; - Práticas de blindagem; - Conceitos de administração; - Aplicações suportadas; - Práticas de instalação.
  7. 7. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 •Esta Norma especifica um sistema de cabeamento estruturado para uso nas dependências de um único ou um conjunto de edifícios comerciais em um campus, bem como para a infra-estrutura de cabeamento estruturado de data centers. •Ela cobre os cabeamentos metálico e óptico. •Esta Norma aplica-se a redes locais (LAN) e redes de campus (CAN), quando aplicada a edifícios comerciais e data centers. Nos ambientes de data centers, a aplicação desta Norma limita-se ao cabeamento interno para a conexão dos equipamentos de tecnologia da informação (TI), segurança e automação usados nos data centers. O cabeamento especificado nesta Norma suporta uma ampla variedade de serviços, incluindo voz, dados, imagem e automação. Escopo
  8. 8. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 Esta Norma especifica diretamente, ou via referência: •estrutura e configuração mínima para o cabeamento estruturado; •interfaces para tomadas de telecomunicações (TO) e tomadas de equipamentos (EO); •requisitos de desempenho para enlaces e canais individuais de cabeamento; •recomendações e requisitos gerais; •requisitos de desempenho para o cabeamento para as distâncias mínimas e máximas especificadas nesta Norma; •requisitos de conformidade e procedimentos de verificação
  9. 9. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 Elementos funcionais – distribuidor de campus (CD); – backbone de campus; – distribuidor de edifício (BD); – backbone de edifício; – distribuidor de piso (FD); – cabeamento horizontal; – ponto de consolidação (CP); – cabo do ponto de consolidação (cabo do CP); – tomada de telecomunicações multiusuário (MUTO); – tomada de telecomunicações (TO). Em edifícios comerciais os elementos funcionais do cabeamento são:
  10. 10. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 TO = Tom.de Telecom./ CP= Ponto de Consolidação/ FD = Distribuidor de piso / Backbone de Edifício / BD= Distribuidor de Edifício BD= Distribuidor de Edifício /Backbone de edifício /CD = Distribuidor de piso/ CP= Ponto de Consolidação / TO = Tom.de Telecom CD= Distribuidor de Campus (Edifício Principal)  Backbone de Campus  CD = Distribuidor de Campos (Edifício Remoto) Edifício Principal Edifício Remoto Edifício Principal Edifício Remoto Elementos funcionais
  11. 11. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 TE Subsistema de cabeamento de backbone de campus Subsistema de cabeamento de backbone de edifício Subsistema de cabeamento horizontal Cordão da área de trabalho Subsistema de cabeamento genérico CD BD FD CP TO CD BD FD CP TO Subsistemas de cabeamento Backbone de campos Equip.
  12. 12. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 Interfaces para edifícios comerciais Modelo de Interconexão Modelo de Conexão Cruzada
  13. 13. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 Classificação do cabeamento balanceado Esta Norma especifica as seguintes classes para cabeamento balanceado: • classe A: especificada até 100 kHz; •classe B: especificada até 1 MHz; •classe C/Categoria 3: especificada até 16 MHz; •classe D/Categoria 5e: especificada até 100 MHz; •classe E/Categoria 6: especificada até 250 MHz; •classe EA/Categoria 6A: especificada até 500 MHz; •classe F/Categoria 7: especificada até 600 MHz.
  14. 14. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 Classificação das fibras multimodo Classificação 100Mb/s 1Gb/s 10Gb/s 100Gb/s OM1 2Km 275m 32m ___ OM2 2Km 800m 82m ___ OM3 2Km 1000m 300m 100m OM4 2Km 1000m 550m 150m No caso de utilização de fibras ópticas multimodo, o cabeamento de distribuição principal e de zona deve oferecer um desempenho de canal considerando, no mínimo, fibras OM3 e hardware de conexão, conforme especificado nesta Norma.
  15. 15. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 Classificação Norma Aplicada Banda E (1370 a 1450nm) Pico d`água (1385) OS1 ITU-T-652B Não transmite Convencional OS2 ITU-T-652C Transmite (com restrições) Low Water Peak *OS3 ITU-T-652D Transmite (sem restrições) Zero Water Peak * Não referenciada nesta norma, aceita pela norma TIA568C; Classificação das fibras monomodo # Distância calculada de acordo com as aplicações.
  16. 16. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 Cabos Ópticos Cabos Metálicos Aplicação OFNP (COP) CMP Plenum: Dutos de ar-condicionado/Locais confinados. OFNR (COR) CMR Riser: Poços de elevação ou instalações que ultrapassam mais de um andar. OFNG (COG) CM Aplicação Genérica: Cabeamento Horizontal. --------- CMX Aplicações em tubulações metálicas onde não existe concentração de cabos, nem fluxo de ar forçado e onde a região de exposição não seja maior que 3m de comprimento. (NEC) Características de Flamabilidade
  17. 17. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 Objetivos de projeto • O cabeamento horizontal deve ser projetado para suportar a maior parte das aplicações existentes e emergentes e deve fornecer uma vida operacional de no mínimo dez anos. Isto minimiza as interrupções e o alto custo de reinstalações nas áreas de trabalho. • O backbone de edifício deve ser projetado para suportar a vida útil do sistma de cabeamento.
  18. 18. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 O cabo UTP como mídia de transmissão em CFTV
  19. 19. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 Aplicações com cabos UTP
  20. 20. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 Aplicações com cabos UTP
  21. 21. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 Aplicações com cabos UTP
  22. 22. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 Normas são leis? • As normas da ABNT são normas técnicas, enquanto as leis são norma jurídicas ou legais. As diferenças entre as duas passam pelos seus distintos objetivos e campos de competência e diferentes linguagens, entre outros aspectos. • Disso resulta que às normas técnicas cabe, exclusivamente, interpretação e aplicação técnica pelos técnicos qualificados, enquanto que à norma legal cabe, exclusivamente, interpretação e aplicação jurídica pelos juízes de Direito.
  23. 23. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 Normas são ou não leis? Código de Defesa do Consumidor art. 39 inciso VIII da Lei n° 8.078/90: • “Art. 39 - É vedado a fornecedor de produtos e serviços: VIII - colocar, no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes, ou, se as normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) ou outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - Conmetro”. • Conclusão – Normas podem não ser leis, mas por lei nós temos que seguir as normas. http://www.tqs.com.br/tqs-news/consulta/valorizacao-profissional/482-norma-e-lei
  24. 24. www.grupopolicom.com.br 26 de maio de 2014 Eng.º Carlos Cruz Engenharia de Aplicações cruz@policom.com.br 11 9 94493307-11 20650800 OBRIGADO !!

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