Conforto Ambiental: Iluminação            Fernando O. Ruttkay Pereira, PhDProfessor do Departamento de Arquitetura e Urban...
O ser humano e o seu entorno imediato                               Conforto                               Visual pode    ...
Por que estudar a ILUMINAÇÃO nos ambientes?Iluminação inadequada                                Boa Iluminação           ...
Por que estudar a ILUMINAÇÃO nos ambientes?       Influências psico-fisiológicas    da luz sobre o        organismo       ...
Por que estudar a ILUMINAÇÃO nos ambientes?Resposta visual relativa e supressão de Melatoninarelativa em função da iluminâ...
Por que estudar a ILUMINAÇÃO nos ambientes?Eficácia luminosa Fotópica, Scotópica e de supressão     de Melatonina (Lightin...
Por que estudar a ILUMINAÇÃO nos ambientes? Para emocionar....
LUZ – A base física                   Teoria CorpuscularPrincípios:                                   Newton (1642-1727)  ...
LUZ – A base física                            Teoria das OndasPrincípios:        A luz era resultante da vibração       ...
LUZ – A base física                   Teoria EletromagnéticaPrincípios:        Os corpos luminosos emitem luz na       fo...
LUZ – A base física                          Teoria Quântica“ A energia na radiação não é                 Max Planck (1858...
Espectro Eletromagnético   LUZ – A base física
LUZ – A base física
FOTOMETRIA                                    LUZ – A base física      “área da óptica que trata da medição da energia    ...
Grandezas Fotométricas
Grandezas FotométricasFluxo Radiante (watt [W]) “ é a potência da radiação eletromagnética emitida ou recebida por um corp...
Grandezas FotométricasFluxo luminoso - Φ ( lumen [lm] )                 “ é a parcela do fluxo                radiante que...
Grandezas FotométricasEficiência luminosa ( [lm/W] )“ é a capacidade da fonte emconverter potência em luz”                ...
Grandezas FotométricasEficiência luminosa ( [lm/W] )            Fonte             Fluxo             Eficiência            ...
Grandezas FotométricasIntensidade luminosa ( candela [cd] ou [lm/sr] )                                          “ é a prop...
Grandezas FotométricasIluminância ( lumen/m2 ou lux [lx] )    “ é a medida da quantidade de luz incidente numa superfície ...
Representação de Iluminâncias: mapas Isolux
Grandezas Fotométricas        Luminância ( [cd/m2] )         “ é uma medida física de brilho de uma superfície, sendo atra...
Grandezas FotométricasValores de luminâncias de algumas fontes      Limite inferior      0,000001 cd/m2      Limite super...
Representação de Luminâncias                       LuminancímetroFoto com lente“olho-de-peixe”
Grandezas Fotométricas                              Grandeza                                                              ...
Grandezas FotométricasTôdas as grandezas são produtos        Excitância luminosa (M)de área ou ângulo sólido              ...
Grandezas Fotométricas                 ESCALAR E VETOR ILUMINAÇÃOA taxa vetor iluminação/iluminação escalar é umparâmetro ...
Grandezas Fotométricas                   ESCALAR E VETOR ILUMINAÇÃO                           direção     E1              ...
Leis fundamentais da iluminaçãoLei do inverso doquadrado da distância                                Lei do               ...
Leis fundamentais da iluminaçãoIluminação produzida por fonte superficial                                        L fonte ....
MODELO ANALÍTICO PARA       O FENÔMENO DA  ILUMINAÇÃO NATURAL                                                1            ...
Propriedades óticas dos materiaisRefletânciaAbsortânciaTransmitância                        ρ+α+τ=1
Propriedades óticas dos materiais
Mecanismos de controle da luz- Reflexão                                                  - Refração                       ...
LUZPropriedades óticas dos envidraçados
LUZPropriedades óticas dos envidraçados                           vista lateral                            planta
LUZPropriedades óticas dos envidraçados
CORBenefícios do uso da cor             “O uso adequado da cor ajuda na             captura da antenção das pessoas,      ...
CORImitar a realidade (aparência verdadeira)                                   grama roxa??                               ...
CORImitar a realidade (aparência verdadeira)
COROrganizar e enfatizar as informações
COROrganizar e enfatizar as informações
COR       Contrastes Cromáticos e de Brilho Contraste Cromático         Contraste de BrilhoAlto           Baixo        Alt...
CLASSIFICAÇÃO DAS CORESCor luz                 Percepção(luz branca)            das cores                        Cor pigme...
CLASSIFICAÇÃO DAS CORES          Mistura          Aditiva          (cor luz)MisturaSubtrativa(cor pigmento)
CLASSIFICAÇÃO DAS CORESRGB            CMYKRed, Green &   Cian, Magenta,Blue           Yellow & BlackMétodo de Munsell     ...
CLASSIFICAÇÃO DAS CORESRefletância das Cores
CLASSIFICAÇÃO DAS CORESModelo Espaço L*a*b (CIELAB)
CLASSIFICAÇÃO DAS CORES               maçãComparação    entre asmedições de     croma               limão
Percepção das Cores                                         “Os daltônicos tem    Valores dos Tristímulos                 ...
Reprodução de CorÍndice de Reprodução de Cor - IRC IRC = 100%            IRC = 60 - 90%   Luz natural              Lâmpada...
Reprodução de CorTemperatura de Cor [K]Cor da luz                       TC [K]Vermelho                        800 - 900Ama...
Reprodução de Cor              Iluminância X Aparência de Cor                                Aparência de cor da luzIlumin...
Temperatura de CorIluminância X Aparência de Cor
COR                  HARMONIA             DRAMATICIDADE                                    Usar cores de alto             ...
Luz, visão e comportamento    Comportamentofotométrico do conjunto           Geometria do  lâmpada + luminária          am...
Visão                            Área                            parafoveal                            (bastonetes)pálpebr...
Campo visual                            sobrancelhasvisão foveal                  nariz e               bochechas
Visão     CÂMERAVê e registra a cena        OLHOVê e o cérebro percebee interpreta a cena:- Memória                       ...
Visão
Visão
VisãoContrastesimultâneo
Visão
Visão
VisãoAs coisas que o nosso cérebro faz...!!!!Se os seus olhos seguirem o movimento do ponto rotativo cor derosa, só verá u...
Visão
Adaptação ao “brilho”                         É a característica dominante da                         visão humana        ...
Desempenho da Tarefa VisualOs “4”suficientes
ILUMINÂNCIA
LEVANTAMENTO DAS ILUMINÂNCIAS       Malha de pontos  Onde: L é a largura do ambiente, em metros [m];        C é o comprime...
ANÁLISE DAS ILUMINÂNCIAS                Zoneamento de Iluminâncias  Intervalo de iluminância          Zona          Classi...
CONTRASTEDiferença entre aluminância (brilho) de umobjeto e a luminância doentorno imediato desteobjeto.
TAMANHO            d D     dD≤   tan 1
OFUSCAMENTO    Quando o processo de           adaptação não  transcorre normalmente    devido a uma variação          muit...
OFUSCAMENTOTipo INABILITADOR, ou seja,impede a visão!! Pode ocorrer por...       contraste                saturação
ÍNDICES DE OFUSCAMENTOLuminância de “Véu”      9,2E0 LV =       θ(θ + 1,5)                                     Eo...
OFUSCAMENTOTipo PERTURBADOR ou DESCONFORTÁVEL, ouseja, não impede a visão mas coloca o sistemavisual em esforço contínuo d...
ÍNDICES DE OFUSCAMENTOA maioria dos índices de         Ls - luminância dabaseia-se na Constante G        fonte;          ...
CONTROLE DE OFUSCAMENTO                 Método Europeu                   (Söllner) para                      controle de  ...
ÍNDICES DE OFUSCAMENTOOs índices m usados foram obtidos para fontes              aisartificiais (pequenas dimensões):- BR ...
ÍNDICES DE OFUSCAMENTO- UGR: Unified Glare Rating (ISO/                                CIE1992)
ÍNDICES DE OFUSCAMENTOGI = 11,5 (< 21)                      GI = 27,5 (> 21)                                          
ÍNDICES DE OFUSCAMENTOP arece haver consenso nos estudos já realizados de que nãodeve haver desconforto por ofuscam  ento ...
ÍNDICES DE OFUSCAMENTO  70
PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DE OFUSCAMENTOA proposta mais recente ( Energy & Buildings, 38 (2006), 743-757):DGP – Daylight...
PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DE OFUSCAMENTO                                   PersianasDGP                                h...
ADAPTAÇÃO DA VISÃOCORREDOR E SALA ARQ-07 (ARQUITETURA E URBANIMO) - MANH Ã                                           rta  ...
ADAPTAÇÃO DA VISÃO                         SALA 248 (CCE) - MANH Ã                                          rta           ...
ADAPTAÇÃO DA VISÃO                      CORREDOR E SALA 5A (NDI)                                       rta                ...
Luz, visão e comportamento    Comportamentofotométrico do conjunto           Geometria do  lâmpada + luminária          am...
Desempenho                             Custo                         ?                   Lâmpadas Escolha do        Luminá...
Classificação das lâmpadas            LED
Lâmpadas IncandescentesA iluminação incandescente resulta do aquecimento de um filamento até umvalor capaz de produzir irr...
Incandescentes Halógenas                                    ens       en         s                              nt ag    t...
Lâmpadas de descarga gasosa    “Estas lâmpadas não possuem filamento, a luz é produzida pela    excitação de um gás (pela ...
Lâmpadas fluorescentes           s         en    n tag  Va            ens      nt ag     a   svDe
Lâmpadas a Vapor Mercúrio                                     s                                  en                       ...
Lâmpadas a Vapor de Sódio                                     s                                  en         s             ...
Lâmpadas a Vapor MetálicoCaracterísticas
Lâmpadas a Microondas Eficiência luminosa atinge 110 lm/W Durabilidade de 10.000h Espectro semelhante ao da luz do Sol
Lâmpadas tipo LED                                     Light Emiting DiodeSão semicondutores em estado sólido que convertem...
Lâmpadas tipo LED                Light Emiting DiodeLED indicador       LED de potênciatradicional
Lâmpadas tipo LEDLight Emiting Diode
Lâmpadas tipo LEDÓtica Secundária            Light Emiting Diode            Refletores            Lentes            + efic...
Lâmpadas tipo LEDLight Emiting Diode
Lâmpadas tipo LED                                  Light Emiting Diode          Vida útil ~ 50.000 h          Eficiência...
Gráfico comparativo de Eficácia LuminosaLED
Tabela comparativaLED
Temperatura de Cor      RGB       7000   70LED      Fósforo   3000   90
Temperatura de CorIluminância X Aparência de Cor
LumináriasLuminária é toda aquela aparelhagem que serve para modificar(controlar, distribuir e filtrar) o fluxo luminoso e...
Classificação das LumináriasClassificação de luminárias parailuminação geral de acordo com odirecionamento do fluxo lumino...
Encarte Fotométrico
Planejamento da Iluminação         Um bom sistema de iluminação         Iluminação natural complementada com luz artifici...
Planejamento da Iluminação  Iluminação localizada     Concentra maior nível de    iluminação sobre a tarefa.A iluminação g...
Iluminação NaturalIluminação Zenital (Iluminação de grandes áreas)Iluminação Lateral
Métodos de cálculo luminotécnicoMétodos     Método ponto-a-ponto
Métodos de cálculo luminotécnico   Método da Iluminância Média ou dos Lúmens        Roteiro                               ...
Métodos de cálculo luminotécnico Método da Iluminância Média ou dos LúmensTabela de Coeficiente de Utilização - TBS 050/M2...
Métodos de cálculo luminotécnicoDeterminação de Perda Luminosa (PL)Com o tempo, paredes e tetos ficarão sujos. Os equipame...
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Conforto ambiental iluminção

4,080

Published on

Published in: Technology
0 Comments
2 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
4,080
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
204
Comments
0
Likes
2
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Transcript of "Conforto ambiental iluminção"

  1. 1. Conforto Ambiental: Iluminação Fernando O. Ruttkay Pereira, PhDProfessor do Departamento de Arquitetura e Urbanismo Universidade Federal de Santa Catarina
  2. 2. O ser humano e o seu entorno imediato Conforto Visual pode ser interpretado como uma recepção clara das mensagens visuais de um ambiente luminoso
  3. 3. Por que estudar a ILUMINAÇÃO nos ambientes?Iluminação inadequada  Boa Iluminação  • Aumenta a produtividade• Fadiga Visual• Desconforto • Gera um ambiente agradável• Dor de Cabeça • Salva vidas• Ofuscamento Responsabilidade:• Redução da Eficiência Visual - Projetistas - Administradores• Acidentes - Autoridades
  4. 4. Por que estudar a ILUMINAÇÃO nos ambientes? Influências psico-fisiológicas da luz sobre o organismo humano c o rtis o l m e la to n in a le r t n e s s b o d y te m p . 6 12 18 24 6 12 18 24 6Funções biológicas humanas com ritmos circadianosCIE. TC 6-11 (CIE, 2003)
  5. 5. Por que estudar a ILUMINAÇÃO nos ambientes?Resposta visual relativa e supressão de Melatoninarelativa em função da iluminância ao nível do olho (Lighting Research Center)
  6. 6. Por que estudar a ILUMINAÇÃO nos ambientes?Eficácia luminosa Fotópica, Scotópica e de supressão de Melatonina (Lighting Research Center)
  7. 7. Por que estudar a ILUMINAÇÃO nos ambientes? Para emocionar....
  8. 8. LUZ – A base física Teoria CorpuscularPrincípios: Newton (1642-1727)  Corpos luminosos emitem energia radiante em partículas;  Estas partículas são lançadas intermitentemente em linha reta;  As partículas atingem a retina e estimulam uma resposta que produz uma sensação visual.
  9. 9. LUZ – A base física Teoria das OndasPrincípios:  A luz era resultante da vibração molecular de materiais luminosos; Cristiaan Huygens (1629-1695)  Esta vibração era transmitida através de uma substância invisível e sem peso que existia no ar e no espaço, denominada “éter luminífero”;  As vibrações transmitidas atuam na retina, simulando uma resposta que produz uma sensação visual.
  10. 10. LUZ – A base física Teoria EletromagnéticaPrincípios:  Os corpos luminosos emitem luz na forma de energia radiante; James Clerk Maxwell  A energia radiante se propaga na (1831-1879) forma de ondas eletromagnéticas;  As ondas eletromagnéticas atingem a retina, estimulando a uma resposta que produz uma sensação visual.
  11. 11. LUZ – A base física Teoria Quântica“ A energia na radiação não é Max Planck (1858-1947)contínua, mas dividida emminúsculos pacotes, ou quanta. ”Princípio: energia é emitida e absorvida emquantum, ou fóton.
  12. 12. Espectro Eletromagnético LUZ – A base física
  13. 13. LUZ – A base física
  14. 14. FOTOMETRIA LUZ – A base física “área da óptica que trata da medição da energia radiante, avaliada de acordo com seu efeito visual e relacionada somente com a parte visível do espectro”Balanço de energia nos processos de emissão, propagação e absorção daradiação;A quantidade de radiação pode ser avaliada em unidades de energia ou no seuefeito sobre o receptor:•O olho humano;  unidades fotométricas•A película fotográfica;  unidades fotográficas•A pele humana;  unidades eritêmicasPierre Bouguer (1698 –1758)  Elaborou a teoria fotométrica;J.H. Lambert (1728 –1777)  Formulou matematicamente;Esquecida até a invenção da lâmpada (meados do século XIX).
  15. 15. Grandezas Fotométricas
  16. 16. Grandezas FotométricasFluxo Radiante (watt [W]) “ é a potência da radiação eletromagnética emitida ou recebida por um corpo ” O fluxo radiante contem frações visíveis e invisíveis.
  17. 17. Grandezas FotométricasFluxo luminoso - Φ ( lumen [lm] ) “ é a parcela do fluxo radiante que gera uma resposta visual ”
  18. 18. Grandezas FotométricasEficiência luminosa ( [lm/W] )“ é a capacidade da fonte emconverter potência em luz” 1W 0,3 lm 1W 25,9 lm 1W 220 lm 1W 683 lm 1W 430 lm 1W 73 lm 1W 2,8 lm
  19. 19. Grandezas FotométricasEficiência luminosa ( [lm/W] ) Fonte Fluxo Eficiência luminoso luminosa Incandescente 100 W 1.350 lm 13,5 lm/W Fluor. compacta 23 W 1.400 lm 61 lm/W Fluor. TL5 28 W 2.900 lm 103 lm/W HID 250 W 19.000 lm 76 lm/W Sódio 150 W 16.000 lm 107 lm/W Luz natural ------ 100 – 140 lm/W
  20. 20. Grandezas FotométricasIntensidade luminosa ( candela [cd] ou [lm/sr] ) “ é a propagação da luz em uma dada direção dentro de um ângulo sólido unitário ” Ângulo Sólido ( [sr] ) “ é o ângulo espacial que temseu vértice no centro da esfera, cuja a área superficial é igual ao quadrado de seu raio ” 1 esterradiano
  21. 21. Grandezas FotométricasIluminância ( lumen/m2 ou lux [lx] ) “ é a medida da quantidade de luz incidente numa superfície por unidade de área ” Valores típicos A 1m de uma vela 1 lux Numa mesa de escritório 500 lux No exterior sob céu encoberto 10.000 lux No sol no verão 100.000 lux
  22. 22. Representação de Iluminâncias: mapas Isolux
  23. 23. Grandezas Fotométricas Luminância ( [cd/m2] ) “ é uma medida física de brilho de uma superfície, sendo através dela que os seres humanos enxergam ” Luminância Brilho é uma excitação visual é a resposta visual desse estímuloSuperfícieDifusa
  24. 24. Grandezas FotométricasValores de luminâncias de algumas fontes Limite inferior  0,000001 cd/m2 Limite superior  1.000.000 cd/m2 Ofuscamento  25.000 cd/m2
  25. 25. Representação de Luminâncias LuminancímetroFoto com lente“olho-de-peixe”
  26. 26. Grandezas Fotométricas Grandeza Como medirNome Símbolo Significado Unidade Esfera de Ulbricht: a fonte luminosa é colocada dentro de uma grande esfera, cujo o interior é pintado de branco Fluxo Componente do fluxo radiante que gera uma perfeitamente difusor. Mede-se a iluminância produzida pela luminoso resposta visual. luz difusa através de uma pequena abertura, protegendo os raios que saem diretamente da fonte, esta iluminância é proporcional ao fluxo luminoso emitido pela fonte. É a razão entre o fluxo A eficiência luminosa é deduzida juntamente com a mediçãoEficiência luminoso "φ" produzido por uma do fluxo luminoso com a esfera de Ulbricht, medindo-se aLuminosa fonte e a potência "P" consumida. potência consumida pela fonte luminosa e seus equipamentos auxiliares, através de um wattímetro. É o fluxo luminoso "φ" emitido Banco fotométrico: a fonte luminosa em exame éIntensidade por uma fonte numa certa comparada com uma fonte de intensidade conhecida. No direção, dividido pelo ângulo cd caso de aparelhos de iluminação, a medição é feita por meio Luminosa de um fotogoniômetro: uma célula fotovoltaica gira em sólido "ω", no qual está contido. volta do aparelho e mede a intensidade luminosa emitida em todas as direções. É o fluxo luminoso incidente Luxímetro: é formado por uma fotocélula que transforma a "φ" numa dada superfície, divididaIluminância energia luminosa em energia elétrica, indicada por um pela área "A"da mesma. lux galvanômetro cuja a escala está marcada em lux. É a intensidade luminosa Luminancímetro: aparelho que reproduz a imagem da "I" (de uma fonte ou de umaLuminância superfície iluminada) por unidade superfície projetada e cuja a luminância deve ser medida. A de área aparente "A" numa dada energia elétrica produzida pelo fotosensor é ampliada e direção. medida por um galvanômetro calibrado em candelas por m2.
  27. 27. Grandezas FotométricasTôdas as grandezas são produtos Excitância luminosa (M)de área ou ângulo sólido M=ρxE M=τxE p/ superfícies perfeitamente difusoras Ex ρ M=πxL L= π
  28. 28. Grandezas Fotométricas ESCALAR E VETOR ILUMINAÇÃOA taxa vetor iluminação/iluminação escalar é umparâmetro utilizadopara estimar adirecionalidadeda luz e suasqualidadesde modelaçãode objetos.
  29. 29. Grandezas Fotométricas ESCALAR E VETOR ILUMINAÇÃO direção E1 do vetor ∆EMÁX = E1 – E2 E2 φ φES = EV = 4π ⋅ r 2 π ⋅r 2EV 0 ambiente totalmente uniforme, sem sombras varia entreES 4 ambiente de iluminação monodirecional
  30. 30. Leis fundamentais da iluminaçãoLei do inverso doquadrado da distância Lei do cosseno Lei da Aditividade
  31. 31. Leis fundamentais da iluminaçãoIluminação produzida por fonte superficial L fonte . A fonte cosϖ . cosθ EP = ∑ ( 2 ) D ângulo sólido
  32. 32. MODELO ANALÍTICO PARA O FENÔMENO DA ILUMINAÇÃO NATURAL 1 Lcéu . cosϖ . cosθ . Acéu EP = ∑ ( 2 ) D ângulo sólido
  33. 33. Propriedades óticas dos materiaisRefletânciaAbsortânciaTransmitância ρ+α+τ=1
  34. 34. Propriedades óticas dos materiais
  35. 35. Mecanismos de controle da luz- Reflexão - Refração α1 η1 (a) especular (b) difusa (c) semi η2 α2 η1- Transmissão α1 (a) especular (b) difusa (c) semi
  36. 36. LUZPropriedades óticas dos envidraçados
  37. 37. LUZPropriedades óticas dos envidraçados vista lateral planta
  38. 38. LUZPropriedades óticas dos envidraçados
  39. 39. CORBenefícios do uso da cor “O uso adequado da cor ajuda na captura da antenção das pessoas, pode enfatizar e organizar as informações visuais, produzindo: - interesse visual; - valorização estética e decorativa; - aumento de produtividade; - redução do índice de acidentes.”
  40. 40. CORImitar a realidade (aparência verdadeira) grama roxa?? grama é verde!!
  41. 41. CORImitar a realidade (aparência verdadeira)
  42. 42. COROrganizar e enfatizar as informações
  43. 43. COROrganizar e enfatizar as informações
  44. 44. COR Contrastes Cromáticos e de Brilho Contraste Cromático Contraste de BrilhoAlto Baixo Alto Baixo
  45. 45. CLASSIFICAÇÃO DAS CORESCor luz Percepção(luz branca) das cores Cor pigmento
  46. 46. CLASSIFICAÇÃO DAS CORES Mistura Aditiva (cor luz)MisturaSubtrativa(cor pigmento)
  47. 47. CLASSIFICAÇÃO DAS CORESRGB CMYKRed, Green & Cian, Magenta,Blue Yellow & BlackMétodo de Munsell Atributos: - Croma - Saturação - Valor (brilho)
  48. 48. CLASSIFICAÇÃO DAS CORESRefletância das Cores
  49. 49. CLASSIFICAÇÃO DAS CORESModelo Espaço L*a*b (CIELAB)
  50. 50. CLASSIFICAÇÃO DAS CORES maçãComparação entre asmedições de croma limão
  51. 51. Percepção das Cores “Os daltônicos tem Valores dos Tristímulos cones defeituosos” ” Qual é a cor da capa?Curva de sensibilidade do olho humano
  52. 52. Reprodução de CorÍndice de Reprodução de Cor - IRC IRC = 100% IRC = 60 - 90% Luz natural Lâmpada incandescente IRC = 30 - 60% IRC = 30 - 60%Lâmpada fluorescente Lâmpada vapor de mercúrio
  53. 53. Reprodução de CorTemperatura de Cor [K]Cor da luz TC [K]Vermelho 800 - 900Amarelo 3.000Branco 5.000Azul 8.000 - 10.000Aparência de CorAparência de cor TCC [K]Fria (Branca-azulada) > 5.000Intermediária (Branca) 3.300 - 5.000Quente (branca-avermelhada) < 3.000
  54. 54. Reprodução de Cor Iluminância X Aparência de Cor Aparência de cor da luzIluminância [lux] Quente Intermediária Fria < 500 agradável neutra fria 500 - 1.000    1.000 - 2.000 estimulante agradável neutra 2.000 - 3.000    > 3.000 inatural estimulante agradável
  55. 55. Temperatura de CorIluminância X Aparência de Cor
  56. 56. COR HARMONIA DRAMATICIDADE Usar cores de alto Usar cores próximas contraste de no modelo de cor luminosidade Usar cores de alto contraste cromático Usar a mesma cor e (cores complementaresProdução de variar o brilho ou opostas na "rodaEfeitos das cores" Usar a mesma cor e variar a saturação Usar cores de maior Usar cores comprimento de onda encontradas na (vermelho, amarelo, natureza laranja) Não usar bordas de Usar bordas de limite limite ou separação ou separação
  57. 57. Luz, visão e comportamento Comportamentofotométrico do conjunto Geometria do lâmpada + luminária ambiente interno e (iluminâncias e propriedades óticas luminâncias) dos materiais Extrato físico Níveis de Nível de Iluminância adaptação no interior visual Extrato fisiológico Aparência visual (percepção) Atitude Extrato psicosocial COMPORTAMENTO Aproveitamento efetivo da luz
  58. 58. Visão Área parafoveal (bastonetes)pálpebra abertura córnea íris pupila Área foveal (cones) lente filme diafragma Área parafoveal (bastonetes)- formato do cristalino; - foco distância lente – filme;- abertura da pupila - abertura da lente controladacontrolada pela retina. fotômetro.
  59. 59. Campo visual sobrancelhasvisão foveal nariz e bochechas
  60. 60. Visão CÂMERAVê e registra a cena OLHOVê e o cérebro percebee interpreta a cena:- Memória Tendência à- Experiência complementação- Capacidade intelectual
  61. 61. Visão
  62. 62. Visão
  63. 63. VisãoContrastesimultâneo
  64. 64. Visão
  65. 65. Visão
  66. 66. VisãoAs coisas que o nosso cérebro faz...!!!!Se os seus olhos seguirem o movimento do ponto rotativo cor derosa, só verá uma cor: rosa. Se o seu olhar se detiver na cruz negrado centro, o ponto rotativo muda para verde.Agora, concentre-se na cruz do centro. Depois de um breve períodode tempo, todos os pontos cor de rosa desaparecerão e s ó verá umúnico ponto verde girando.É impressionante como o nosso cérebro trabalha. Na realidade nãohá nenhum ponto verde, e os pontos cor de rosa não desaparecem.Isto deveria ser prova suficiente de que nem sempre vemos o queacreditamos ver...
  67. 67. Visão
  68. 68. Adaptação ao “brilho” É a característica dominante da visão humana “processo pelo qual os olhos se ajustam às condições de iluminação variáveis”(1) Resposta neural rápida; (a) Faixa de adaptação;(2) Resposta média através da pupila; (b) Velocidade de adaptação.(3) Resposta lenta pela produção/remoção de substâncias fotoquímicas na retina
  69. 69. Desempenho da Tarefa VisualOs “4”suficientes
  70. 70. ILUMINÂNCIA
  71. 71. LEVANTAMENTO DAS ILUMINÂNCIAS Malha de pontos Onde: L é a largura do ambiente, em metros [m]; C é o comprimento do ambiente, em metros [m]; Hm é a distância vertical entre a superfície de trabalho e o topo da janela ou do plano das luminárias, em metros [m]. K No de Pontos K<1 9 1≤K<2 16 2≤K<3 25 K≥3 36
  72. 72. ANÁLISE DAS ILUMINÂNCIAS Zoneamento de Iluminâncias Intervalo de iluminância Zona Classificação <(70% EM – 50 lux) insuficiente ruim(70% EM – 50 lux) a 70% EM transição inferior regular 70% EM a 130%EM suficiente aceitável 130%EM a 1.000 lux transição superior bom > 1.000 lux excessiva ruim
  73. 73. CONTRASTEDiferença entre aluminância (brilho) de umobjeto e a luminância doentorno imediato desteobjeto.
  74. 74. TAMANHO d D dD≤ tan 1
  75. 75. OFUSCAMENTO Quando o processo de adaptação não transcorre normalmente devido a uma variação muito grande da iluminação, pode haver uma perturbação, desconforto ou perda de visibilidade.
  76. 76. OFUSCAMENTOTipo INABILITADOR, ou seja,impede a visão!! Pode ocorrer por... contraste saturação
  77. 77. ÍNDICES DE OFUSCAMENTOLuminância de “Véu”  9,2E0 LV =   θ(θ + 1,5)     Eo - iluminância da fontede ofuscamento no plano dapupila; θ - ângulo entre a direçãoda visão e a fonte;
  78. 78. OFUSCAMENTOTipo PERTURBADOR ou DESCONFORTÁVEL, ouseja, não impede a visão mas coloca o sistemavisual em esforço contínuo de ajuste (stress)Pode ser caracterizado em 1) Luminância da fonte;função de 4 parâmetros... 2) Luminância do fundo; 3) Tamanho aparente fonte/ fundo; 4) Direção de visão do observador;
  79. 79. ÍNDICES DE OFUSCAMENTOA maioria dos índices de  Ls - luminância dabaseia-se na Constante G fonte;  Lb - luminância do fundo;  ω s - tamanho  Lω  e f G = g   L f (ψ )  s s aparente da fonte;  f( ψ ) - função de  b  posição (P) que representa a influência da direção de visão do observador; e, f, g - coeficientes
  80. 80. CONTROLE DE OFUSCAMENTO Método Europeu (Söllner) para controle de ofuscamento direto provocado pelo sistema de iluminação artificial
  81. 81. ÍNDICES DE OFUSCAMENTOOs índices m usados foram obtidos para fontes aisartificiais (pequenas dimensões):- BR ou BGI (1950); S- Cornell equation GI/ DGI (1972);- CIE Glare Index (1979); 6 , 374 −1, 3227 ln DGR- VCP: Visual Comfort Probability (IES,1972); VCP= 100 ∫e −t 2 / 2 dt 2π −∞
  82. 82. ÍNDICES DE OFUSCAMENTO- UGR: Unified Glare Rating (ISO/ CIE1992)
  83. 83. ÍNDICES DE OFUSCAMENTOGI = 11,5 (< 21)  GI = 27,5 (> 21) 
  84. 84. ÍNDICES DE OFUSCAMENTOP arece haver consenso nos estudos já realizados de que nãodeve haver desconforto por ofuscam ento caso:- VCP seja maior que 70;- luminâncias máximas não excedam os valores: Ângulo do nadir (graus) Luminância (cd/m2) 45 7710 55 5500 65 3860 75 2570 85 1695
  85. 85. ÍNDICES DE OFUSCAMENTO 70
  86. 86. PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DE OFUSCAMENTOA proposta mais recente ( Energy & Buildings, 38 (2006), 743-757):DGP – Daylighting Glare Probability  L2,iω s ,i  −5 −2 1 + ∑ 1,87 2  + 0,16DGP = 5,87 x10 EV + 9,18 x10 log s  i EV Pi  
  87. 87. PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DE OFUSCAMENTO PersianasDGP horizontais brancas Persianas verticais Persianas horizontais espelhadas
  88. 88. ADAPTAÇÃO DA VISÃOCORREDOR E SALA ARQ-07 (ARQUITETURA E URBANIMO) - MANH Ã rta r. r. po co co 100000 sl. 50.000 54% 46% 10.000 5.000 1000 500 100 10 0 Ev1 Ev2 Ev3 Ev4 PONTOS LEGENDA ACIONAMENTO ABSTENÇÃO
  89. 89. ADAPTAÇÃO DA VISÃO SALA 248 (CCE) - MANH Ã rta r. r. po co co sl. 10.000 5.000 21% 79% 1000 500 100 10 0 Ev1 Ev2 Ev3 Ev4 PONTOS LEGENDA ACIONAMENTO ABSTENÇÃO
  90. 90. ADAPTAÇÃO DA VISÃO CORREDOR E SALA 5A (NDI) rta r. r. po co co 10.000 sl. 5.000 23% 77% 1000 500 100 10 0 Ev1 Ev2 Ev3 Ev4 PONTOS LEGENDA ACIONAMENTO ABSTENÇÃO
  91. 91. Luz, visão e comportamento Comportamentofotométrico do conjunto Geometria do lâmpada + luminária ambiente interno e (iluminâncias e propriedades óticas luminâncias) dos materiais Extrato físico Níveis de Nível de Iluminância adaptação no interior visual Extrato fisiológico Aparência visual (percepção) Atitude Extrato psicosocial COMPORTAMENTO Aproveitamento efetivo da luz
  92. 92. Desempenho Custo ? Lâmpadas Escolha do Lumináriasequipamento Instalações auxiliares
  93. 93. Classificação das lâmpadas LED
  94. 94. Lâmpadas IncandescentesA iluminação incandescente resulta do aquecimento de um filamento até umvalor capaz de produzir irradiação na porção visível do espectro. O aquecimentose dá pela passagem da corrente elétrica pelo filamento que está dentro de umbulbo onde existe vácuo ou um meio gasoso apropriado (argônio e nitrogênio eem alguns casos criptônio). Este filamento deve possuir um elevado ponto defusão, baixa pressão de vapor, alta resistência e ductibilidade (Tungstênio). Incandescentes comuns Incandescentes refletoras
  95. 95. Incandescentes Halógenas ens en s nt ag tag a n svVa De
  96. 96. Lâmpadas de descarga gasosa “Estas lâmpadas não possuem filamento, a luz é produzida pela excitação de um gás (pela passagem da corrente elétrica) contido entre dois eletrodos. Esta excitação do gás contido no tubo de descarga produz radiação ultravioleta que, ao atingir a superfície interna do tubo, revestida por substâncias fluorescentes (geralmente cristais de fósforo), é transformada em luz (radiação visível).”Dispositivos Auxiliares Efeito estroboscópico Controlado pelos reatores eletrônicos
  97. 97. Lâmpadas fluorescentes s en n tag Va ens nt ag a svDe
  98. 98. Lâmpadas a Vapor Mercúrio s en n tag sva De s en n tagVa
  99. 99. Lâmpadas a Vapor de Sódio s en s n tag en sva n tag DeVa
  100. 100. Lâmpadas a Vapor MetálicoCaracterísticas
  101. 101. Lâmpadas a Microondas Eficiência luminosa atinge 110 lm/W Durabilidade de 10.000h Espectro semelhante ao da luz do Sol
  102. 102. Lâmpadas tipo LED Light Emiting DiodeSão semicondutores em estado sólido que convertem energia elétricadiretamente em luz. O primeiro LED que se tem notícia foi produzido em1907 e observado como um fenômeno de eletroluminescência, quando umcristal de SIC (carborundum) emitiu uma luz amarelada ao ser aplicada umapequena corrente elétrica. Na década de 60 – 70 diversas empresas foram pioneiras em usar LED’s vermelhos, baseados na tecnologia GaArP (Gálio, Arsênio e Fósforo). Só em 1993, a empresa NICHIA, inventou o LED azul, que abriu caminho para o LED branco, o grande marco na indústria da iluminação.
  103. 103. Lâmpadas tipo LED Light Emiting DiodeLED indicador LED de potênciatradicional
  104. 104. Lâmpadas tipo LEDLight Emiting Diode
  105. 105. Lâmpadas tipo LEDÓtica Secundária Light Emiting Diode Refletores Lentes + eficientes menores dimensões
  106. 106. Lâmpadas tipo LEDLight Emiting Diode
  107. 107. Lâmpadas tipo LED Light Emiting Diode  Vida útil ~ 50.000 h  Eficiência luminosa só maior que incandescentes  Ausência de radiação UV (250 – 380 nm) e IV (> 780 nm) ns Acionamento instantâneo e  tag  Cores saturadas, não há necessidade de filtros de corVan  Baixa tensão de operação  Alto índice de reprodução de cor (ICR = 85% a 90%, para LED Branco com TC = 3000K, com fluxo mais baixo)  componentes robustos n s ge nta va Des
  108. 108. Gráfico comparativo de Eficácia LuminosaLED
  109. 109. Tabela comparativaLED
  110. 110. Temperatura de Cor RGB 7000 70LED Fósforo 3000 90
  111. 111. Temperatura de CorIluminância X Aparência de Cor
  112. 112. LumináriasLuminária é toda aquela aparelhagem que serve para modificar(controlar, distribuir e filtrar) o fluxo luminoso emitido pelas lâmpadas:desviá-lo para certas direções (defletores) ou reduzir a quantidade de luzem certas direções para diminuir o ofuscamento (difusores). Requisitos básicos: Rendimento
  113. 113. Classificação das LumináriasClassificação de luminárias parailuminação geral de acordo com odirecionamento do fluxo luminosoproposta pela CIE
  114. 114. Encarte Fotométrico
  115. 115. Planejamento da Iluminação Um bom sistema de iluminação Iluminação natural complementada com luz artificial; Uso adequado de cores e criação dos contrastes; Proporcionar um ambiente confortável com pouca fadiga, monotonia e sem acidentes. Iluminação geralDistribuição regular das luminárias garantindo um nível de Plano de trabalho iluminamento uniforme sobre o plano de trabalho.
  116. 116. Planejamento da Iluminação Iluminação localizada Concentra maior nível de iluminação sobre a tarefa.A iluminação geral é em tornode 50% da iluminação sobre a tarefa. Iluminação combinada (geral + tarefa) A iluminação geral é complementada com focos de luz localizada. A luz complementar é de 3 a 10 vezes superior a iluminação geral. Este tipo de iluminação é recomendada: • E > 1000 lux; • A tarefa exige luz dirigida; • Existência de obstáculos dificultando a
  117. 117. Iluminação NaturalIluminação Zenital (Iluminação de grandes áreas)Iluminação Lateral
  118. 118. Métodos de cálculo luminotécnicoMétodos Método ponto-a-ponto
  119. 119. Métodos de cálculo luminotécnico Método da Iluminância Média ou dos Lúmens Roteiro (N) ( e < 1,5 Hm ) CatálogoK ou E Pht Área OU N= CU.PL.φ Luminária
  120. 120. Métodos de cálculo luminotécnico Método da Iluminância Média ou dos LúmensTabela de Coeficiente de Utilização - TBS 050/M2 - 2 x T8 32WEx: IA ou K = 1,71 e refletâncias de teto = 70%, parede = 50% e piso = 20%
  121. 121. Métodos de cálculo luminotécnicoDeterminação de Perda Luminosa (PL)Com o tempo, paredes e tetos ficarão sujos. Os equipamentos deiluminação acumularão poeira. As lâmpadas fornecerão menorquantidade de luz. Alguns desses fatores poderão ser eliminadospor meio de manutenção. Admitindo-se uma boa manutençãoperiódica, podemos adotar os fatores de depreciação ou perdaluminosa de acordo com a tabela a seguir:
  1. Gostou de algum slide específico?

    Recortar slides é uma maneira fácil de colecionar informações para acessar mais tarde.

×