0
VALE UMA ENTRADA NA FEELWOMAN. Apresente esta edição do Destak Fim de Semana na bilheteira. Válido para os primeiros dois ...
02                        www.              Destak .pt                                                                    ...
PUB
04     www.   Destak .pt                                6ª Feira · 7 de Março de 2008



      ISTA   Javier Barden
   REV...
6ª Feira · 7 de Março de 2008                                                                                             ...
06    www.   Destak .pt                                                                                                   ...
6ª Feira · 7 de Março de 2008                                                                                             ...
08                         www.              Destak .pt                                                                   ...
Fds N26 07 Mar2008
Fds N26 07 Mar2008
Fds N26 07 Mar2008
Fds N26 07 Mar2008
Fds N26 07 Mar2008
Fds N26 07 Mar2008
Fds N26 07 Mar2008
Fds N26 07 Mar2008
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Fds N26 07 Mar2008

1,626

Published on

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
1,626
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
14
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Transcript of "Fds N26 07 Mar2008"

  1. 1. VALE UMA ENTRADA NA FEELWOMAN. Apresente esta edição do Destak Fim de Semana na bilheteira. Válido para os primeiros dois mil leitores. Sexta-feira, 7 de Março de 2008 Directora: Isabel Stilwell Edição 878 . Tarde . Ano 7 Veneno. O eterno mistério Afinal, o que é que as mulheres querem. P. 02 Entrevista. Javier Bardem Apaixonadas por este espanhol. P. 04 e 05 Sugestões. ModaLisboa Este fim-de-semana, todas ao Estoril. P. 09 Cinema. As duas irmãs Scarlett Johansson e Natalie Portman ao trono. P. 12 Venhavisitaresta“senhora” Festa. Descubra um espaço totalmente dedicado ao universo feminino com culinária, beleza, artesanato, saúde, solidarieda- de, moda, decoração e viagens, onde eles também são bem vindos. E não deixe de passar pelo stand do Destak. P. 06 e 07
  2. 2. 02 www. Destak .pt 6ª Feira · 7 de Março de 2008 FIM-DE-SEMANA Destak Veneno Afinal, o que é que as mulheres querem? Até Freud desistiu. Deve ter sofrido imenso ao admitir a derrota, pacidade extraordinária de fazer vinte coisas ao mesmo tempo, debruçando-se sobre a resma de folhas pousadas na mesa, e ven- e todas bem. Hoje são elas que terminam, em maioria, o décimo do-se obrigado a escrever que, por muito que pesquisasse e estu- segundo ano e os cursos universitários; são mais as mulheres, dasse, não conseguia compreender as mulheres. Para provar que pelo menos as portuguesas, a completar doutoramentos, e se a tarefa a que se tinha proposto era impossível, acrescentou que não há equivalência de todo este saber no mundo empresarial, nem as próprias se conseguiam entender a si mesmas. ou pior ainda, na política, é por outras razões que não a falta de Pobre Freud, que todas as semanas levava um ramo de flores à apêndices anatómicos que o pai da psicanálise considerava fun- mãe, que o venerou como o seu filho favorito até ao fim da vida; damentais. Contudo, chegar aqui tem um preço, que pagam que se via rodeado dos favores das irmãs educadas a prestar-lhe sozinhas, e se impõem a si próprias, como se fosse uma multa também vassalagem, e contava com Marta, a mulher a quem que as liberta da culpabilidade que as suas capacidades lhes pro- escreveu todos os dias do noivado, para depois aparentemente vocam. deixar de a achar à altura dos seus pensamentos mais intelec- Isabel Stilwell | directora IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII tuais, mal a senhora passou a dedicada esposa, dona de casa e O amor continua a ser a área mais pantanosa. Cometendo a imo- IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII mãe. Isto para não falar na outra mulher da sua vida, a cunha- déstia de me citar a mim própria, já há muitos anos dizia, no da, e mais tarde a filha Anna, que o adulava e seguia todos os Guia para Ficar a Saber ainda Menos sobre as Mulheres, que o seus passos, tornando-se também psicoterapeuta, substituindo nosso problema é que escrevemos ao mais ínfimo detalhe o a esposa em tudo, nas viagens, nas conferências e até nos me- guião perfeito da nossa relação amorosa. Sabemos exactamen- « Porque, pensando bem, Freud estava ses finais do cancro que o matou. Para além das delegadas do se- xo feminino que tinha em casa, Freud tinha «colegas» e discí- pulas de que se orgulhava, embora desconfie eu, sem perceber nada do assunto, que as olharia como um «terceiro sexo», da- das as suas capacidades intelectuais, liberdade de movimentos te como é que queremos que o príncipe encantado seja, a cor do seu cavalo, e a marca da sua espada, redigimos as «linhas» que em cada momento deve recitar, e a única coisa que desejamos realmente é que se afaste o menos possível do argumento. Mas, tudo tem um segredo, e aquele que eles devem guardar até à e de pensamentos. Mas, apesar de todo este convívio, não as en- morte é que sabem que se limitam a representar um papel, pro- enganado, que me tendia. Compreende-se, não eram casos simples, porque não há nenhuma mulher que o seja. curando agir, sempre, como se tudo fosse espontâneo e saído da cabeça deles, como se a iniciativa fosse apenas suas, sem cair na asneira de perguntar directamente onde é que queremos ir desculpe o senhor. Mas ficaria certamente espantado se fosse hoje a um encontro de jantar no dia em que fazemos dez anos de casados, ou se prefe- psicanalistas e descobrisse que uma grande parte da assistên- rimos um vestido verde ou amarelo. Nas histórias que nos con- As mulheres sabem cia é composta de mulheres, a partilharem as suas palavras e a praticarem a sua arte. taram em pequeninas, os heróis sabiam tudo isso e muito mais. Porque, pensando bem, Freud estava enganado, que me descul- pe o senhor. As mulheres sabem muito bem o que querem, não muito bem o que Freud tinha provavelmente razão. As mulheres são muito mais estão dispostas é a revelá-lo, porque desejam profundamente complexas do que os homens. Nada é linear, nem tão transpa- que os homens façam a descoberta sozinhos. Será assim uma querem, não estão rente como parece, como aliás era impossível em seres uma ca- exigência tão grande?  GETTY dispostas é a revelá-lo, porque desejam profundamente que os homens façam a descoberta « sozinhos
  3. 3. PUB
  4. 4. 04 www. Destak .pt 6ª Feira · 7 de Março de 2008 ISTA Javier Barden REV ENT «SENTIA-MEESTRANHO,SOZINHO NOMUNDO,EAQUELASENSAÇÃO “HABITOU-ME”DURANTETODOSOS DIASDAFILMAGEM,OQUEFOI BOM EM TERMOSDEREPRESENTAÇÃO» Javier Bardem falou- Quão ciente estava do trabalho dos irmãos Coen antes de -nos acerca do seu protagonizar Este País Não É Para Velhos ? Eles são os meus realizadores preferidos. A primeira vez desempenho descon- que fui ao Festival de Cinema de Toronto, na altura do lançamento do filme Antes Que Anoiteça, conheci a fortavelmente eficaz pessoa que viria a ser o meu agente americano. Ela per- guntou-me com quem gostaria de trabalhar e respondi-lhe com requintes de hu- «os Coen». E ela respondeu: «Bom, isso é impossível por- que eles são mesmo “muito americanos”». mor negro num per- Então presumivelmente saltou de contentamento quando soube do papel? sonagem que, para De facto, li o guião e estava relutante por causa da violên- cia no filme, mas depois falei com os Coen, li o livro e final- além de ser louco, mente pensei que havia ali qualquer coisa por detrás do filme, não exactamente uma mensagem, mas algo que se apresenta um dos as pessoas o quiserem ver e ouvir, então está ali pelo me- nos com a função de debater a forma como a violência não piores penteados da pode ser travada com mais violência. história do cinema. Chigurh está claramente fora de si. Para o conseguir inter- pretar foi necessário encontrar uma justificação para o seu comportamento? Tive de seguir em direcção de ele ser uma personagem fi- gurativa, tal como a própria violência: ele aparece do nada e não tem um objectivo definido. Ele surge da natureza mas não a integra. Não há, portanto, nenhuma razão hu- mana para que ele proceda daquele modo uma vez que ele é parte de algo maior, como a sina ou o destino. E no que se refere ao penteado estilo “tigela”? De onde surgiu? Gostei do cabelo assim porque o senti como parte da ca- muflagem do Chigurh que não estava a funcionar bem. Ele não presta atenção nenhuma ao mundo físico, é desastra- do de certa maneira - sempre o imaginei como uma caixa de madeira - porque o que lhe interessa não é o mundo que o rodeia mas o destino - que ele acredita estar no cen- tro de tudo. Depois de interpretar alguém com uma carga tão diabóli- ca consegue simplesmente desligar o personagem no final do dia? Os personagens ficam comigo nos detalhes mais peque- nos. Neste caso, por exemplo, estava, inconscientemente, a afastar-me física e socialmente das pessoas, quando faço precisamente o contrário disso na vida real. O Josh [Bro- lin] sabia o que estava a acontecer e falou-me sobre isso. Não foi que me tivesse tornado cruel ou violento, estava apenas a isolar-me dos outros. E também havia alguma coisa com o cenário das filmagens. Era fantástico e toda a gente era incrivelmente simpática, mas não sei se era eu ou o Chigurh… sentia-me estranho, sozinho no mundo, e aquela sensação “habitou-me” durante todos os dias da fil- magem, o que foi bom em termos de representação uma vez que ele não tem qualquer tipo de contacto com quem
  5. 5. 6ª Feira · 7 de Março de 2008 www. Destak .pt 05 PERCURSO AMOR EM TEMPO DE CÓLERA MAR ADENTRO quer que seja. Aquela paisagem ajudou-me a compreender que ele não estava integrado. O filme foi filmado no Novo México, correcto? Exacto. Em Las Vegas do Novo México - e não na mais tradicional Las Vegas do Nevada - e também em Martha no Texas. Quando se percorre de carro a região desco- brem-se vastas planícies e um enorme deserto. Claro que os Coen escolheram onde colocar a câmara mas seria possível colocá-la quase em qualquer local que a paisagem seria sempre mais ou menos a mesma. É espantoso e é si- multaneamente um personagem no filme, não concorda? É interessante porque há todo este espaço, mas uma pessoa não deixa de sentir que por muito que corra e se afaste se- rá sempre apanhada. Muitos personagens nos filmes dos Coen nunca param de falar. Contudo, em Este País Não É Para Velhos, ninguém desperdiça as suas palavras, e Chigurh menos ainda que os restantes. É difícil criar um personagem com tão pouco diálogo? ÀS SEGUNDAS AO SOL ANTES QUE ANOITEÇA Fiquei muito feliz porque teria de trabalhar imenso para me livrar do meu sotaque espanhol. Por isso quanto menos diálogos tivesse, melhor (risos). Mas não, não quis que o Chigurh falasse mais. Cada palavra no filme é importante e tem um sentido, e depois disso, apreciei os silêncios. É excelente para um actor ter a oportunidade de ser silen- cioso. Como descreveria a experiência de trabalhar com os Coen? Há uma sensação de prazer, de brincadeira e de satisfação no trabalho com eles. Não houve sequer um centímetro de tensão no cenário, nem um. Creio que eles acreditam que nada de bom advém da tensão no local das filmagens e eu não deixo de concordar. Pelo menos para mim, para con- seguir criar alguma coisa, tenho de estar relaxado. Os Coen são conhecidos por terem o “storyboard” integral dos seus filmes muito antes das filmagens, de modo a decidi- ESTE PAÍS NÃO É PARA VELHOS rem a localização da câmara numa determinada cena. Isso li- mita de alguma forma a liberdade do trabalho de um actor? De início estava com algum receio disso, mas quando come- çámos apercebi-me que não há nenhuma lei que se esteja a desrespeitar. Passa muito mais por, caso a opção seja apro- priada, tudo estar bem, mas caso contrário, muda-se tudo. O que é muito bom. E acerca do posicionamento da câmara, sim, eles são suficientemente bons para saber exactamente qual o melhor sítio para a câmara estar. Houve algumas vezes em que chegava ao cenário e pensava: «bolas, não compreendo». Mas quando nos preparamos para filmar compreendemos que sim, que realmente é o melhor posicio- namento possível para a câmara. Como é que eles dividem as suas responsabilidades enquanto realizadores? Eles são muito parecidos um com o outro. Um dia um deles fala um bocado mais do que o outro, qualquer coisa como isso, mas nunca se vê nenhuma contradição ou luta. É como «É excelente para um actor ter a se fosse apenas um homem com duas cabeças que se com- oportunidade de ser silencioso» plementam. revela Bardem sobre o seu papel Qual foi a sua reacção ao filme, depois de concluído? em Este País Não É Para Velhos Creio que um filme só é finalizado com a audiência. Ao ver o filme com público à volta, apreciei-o realmente e adorei a re- ceptividade que obteve. Gosto que as pessoas queiram falar Javier Bardem Antes de levar o primeiro Óscar de melhor actor último filme dos Coen é, à primeira vista, uma comédia negra sobre o filme depois de o terem visto. secundário para Espanha, pelo brilhante desempenho em Este combinada com filme de perseguição, filmado com a qualidade País Não É Para Velhos, Javier Bardem seria, provavelmente, visual a que os irmãos nos habituaram, para além de uma sur- Tem planos de continuar a trabalhar em Hollywood? mais conhecido pelo papéis de poeta cubano Reinaldo Arenas preendente meditação lamuriosa sobre o envelhecimento e a Tenho interesse em continuar a trabalhar fora de Espanha em Antes Que Anoiteça, Ramón Sampedro em Mar Adentro batalha aparentemente desigual entre o bem e o mal. No cen- caso seja uma oportunidade de fazer algo que não poderia (2004) e pelos seus desempenhos em filmes do seu compatrio- tro da história está o veterano militar Llewelyn Moss (Josh Bro- fazer em casa, como esta experiência com os irmãos Coen. ta, o realizador conceituado Pedro Almodóvar, Saltos Altos lin) que, irresponsavelmente, opta por esconder os 2,5 milhões Mas o meu objectivo não é chegar a algum lado específico (1991) e Em Carne Viva (1997). de dólares que encontra no cenário de uma negociata de dro- ou atingir um nível em Hollywood. Quanto ao inglês temo Bardem protagonizou recentemente Goya’s Ghosts, de Milos gas que correu bastante mal. que haverá sempre algo fora do meu alcance. A língua não Forman, e Amor Em Tempo De Cólera, de Mike Newell, para O grisalho sheriff da localidade (Tommy Lee Jones) tenta prote- guarda memória, não tem história. Por vezes sinto-me co- além da onda levantada no Festival de Cinema de Cannes de ger Moss das inevitáveis e sangrentas consequências da sua mo num fato apertado com o qual não posso estar relaxa- 2007, no papel de Anton Chigurh, um assassino contratado dis- acção, mas quando a vingança chega na forma considerável do do. Mas também digo que quanto mais trabalhar em in- farçado de anjo da morte, no filme dos irmãos Joel e Ethan implacável Chigurh (Bardem ganhou peso para este papel), o glês, mais confortável me sentirei. Contudo, ainda estou Coen, Este País Não É Para Velhos, que estreou recentemente melhor que Moss pode esperar é a oportunidade que Chigurh muito contente por o Chigurh não falar muito.  em Portugal. oferece a algumas das suas vítimas, testando a sua sina com o I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I Inspirado no livro com o mesmo título de Cormac McCarthy, o virar de uma moeda. PARAMOUNT VANTAGE
  6. 6. 06 www. Destak .pt 6ª Feira · 7 de Março de 2008 Feel Woman DedicarespaçoaouniversodaMulher Catarina Castro, directora da feira, tinha uma ideia. criatividade de cada expositor a forma de o fazer: va, aadesão facilitou o contacto directo com o público. No ano passado, colocou-a de pé e ela ganhou asas e dança do ventre, massagens exóticas, exercícios de Porque esse é o espírito daFeel Woman, repetiràsmu- voou. Queria um espaço inteiramente dedicado à aeróbica, degustação de produtos, palestras de es- lhereso que no fundo elasjásabem, que nadaassepa- Mulher, onde a um tempo confluíssem informação, pecialistas, conselhos de beleza e bem-estar, distri- ra, aindaque (e felizmente) muitascoisasasdiferencie. debate, tendências, novidades e experiências múlti- buição de amostras de perfume, ateliês de artesana- Luísa Castel-Branco, cronista do Destak e embaixa- plas. Queria despertar sensações, por suspeitar que to, workshops de bijutaria, ensaios ao microfone da dora do evento, comentava com graça: «nós gosta- sentir é a porta primeira para actuar. Pensou uma fei- rádio. A ideia é convocar à mesma hora e num mes- mos muito “deles” e não queremos que desapa- ra porque lhe agradou esse quê de cada um levar ‘à mo local, a maior diversidade possível de áreas que reçam». Percebe a ideia? Todos são bem vindos à praça’ aquilo que tem para oferecer e acredita poder interessam às mulheres e lhes podem abrir novas Feel Woman. Eles, também. Para ficarem a conhecer fazer falta. No meio, abriu um adro, em forma de pal- oportunidades, perspectivas e horizontes. Mas não um pouco mais sobre o universo feminino e usarem co, para que houvesse festa e, de permeio, música, só. Aproximar as mulheres de espaços sociais, em- o que daí conseguirem retirar nas empresas onde se encenações, performances, dança e tudo o mais que presariais e cívicos onde o seu contributo, talento e movem, nos produtos e serviços que lançam no mer- a expressão artística pudesse mostrar no feminino. vocação podem encontrar espaço de realização. Se cado, mas, sobretudo, no entendimento que têm das Ao resultado chamou Feel Woman, o evento que até tem uma boa ideia, se não tem mas gostava de ter, mulheres e no modo como com elas se relacionam, domingo vai estar patente no Centro de Congressos se há muito traz consigo um projecto ou sonha com na vida privada e no mundo do trabalho. de Lisboa, e que convoca à participação mulheres de o dia em que algum lhe possa ocorrer, vá até lá. Dei- Mulher ou homem, no CCL está tudo a postos para todas as idades, raças, religiões e estratos sociais. xe-se inspirar ou solicitar e não se acanhe. Converse, fazer valer a sua visita. Fale no emprego, comente O êxito da primeira edição animou todos os partici- pergunte, sugira. É muito possível que encontre na no café onde toma o pequeno-almoço, com as outras pantes e envolvidos e resultou num estímulo ainda Feel Woman a ajuda para começar a concretizar mães que encontra à porta da escola. Conte à maior ao seu empenho de fazer do evento um acon- novos rumos e desafios. Porque olhar o resultado vizinha com quem se cruza no elevador, à amiga que tecimento importante e consequente na vida das das iniciativas de outras mulheres é muitas vezes o lhe há-de telefonar, por qualquer razão, daqui a pou- mulheres portuguesas. O conceito orientador consis- que falta para arregaçar as mangas também. co. É importante que espalhe a notícia para que to- te em usar os dias da feira para permitir experiên- No ano passado, o elevado número de figuras públicas das as outras mulheres possam, pelo menos, saber cias e provocar sensações, sublinhando a interacção e caras conhecidas presentes superou qualquer ex- que existe sempre a possibilidade de passar por lá.  com o visitante e deixando a cargo da imaginação e pectativa. Mais do que conferir mediatismo à iniciati- Margarida Caetano Care Zone rosto, corpo, cabelo e unhas Pleasure Zone viagens, sexo, diversão Cocoon Zone teenager e mamã Home & Cooking alimentação, cozinha e decoração Sport & Healthy desporto, saúde e clí- nicas Fashion Zone imagem, roupa, acessó- rios e sapatos Kids Zone crianças Solidariedade acções de solidariedade com as ONG convidadas Artesanato (NOVO) artesanato no fe- minino Associativismo (NOVO) associações representativas de mulheres Informações: Local: CCL – Centro de Congressos de Lisboa (à Junqueira) Horários: 7 e 8 Mar. das 14h às 22h e 9 Mar. 14h às 21h Preços: 4 euros, gratuito até aos 12 e a partir dos 65 anos
  7. 7. 6ª Feira · 7 de Março de 2008 www. Destak .pt 07 A Feel Woman é um espaço fisíco destinado a acolher e exprimir o feminino. Foi concebida como um organismo vivo e, por isso mesmo, cada stand imagi- nado como se de uma parte do corpo desta ‘Senhora’ se tratasse. Expositores e participantes são a materialização de todas as vertentes, pormenores e inte- resses que a caracterizam. Quando lhe percorrer recantos e corredores, há- -de descobri-la informada, evoluída e sensível. Diversa e versátil, assim é esta ‘Senhora’, com apelido de Feira, congregando técnicas e produtos, empresas, serviços e associações não governamentais a actuar na área da Mulher. Guar- da lugar à participação e ao debate de temas actuais, mas também é vaidosa e mimada. Interessa-se pelo corpo, ensina truques de moda e beleza, revela prazeres mas, acima de tudo, é fértil na sugestão de novas oportunidades. 1. Retratar a mulher nas suas múltiplas facetas e papéis 2. Comemorar o ‘Dia Internacional da Mulher’ 3. Criação de uma feira transversal dos vários sectores, tais co- mo a estética, alimentação, moda, saúde, desporto, deco- Montra anual que reúne as últimas tendên- ração, etc. cias nacionais e internacionais dos mais diversos assuntos com relação à Mulher. 4. Promoção do ‘Orgulho Feminino’ Espaço privilegiado de troca de infor- mações, apresentações, lançamentos e acções 5. Afirmar um movimento agregador do género feminino, ofere- dedicados à Mulher. cendo-se como uma ‘vitrina’ do mundo da mulher Contacto directo com empresas, produtos, 6. Facilitar a oportunidade para que as mulheres se possam pôr serviços, actividades, associações e outras orga- nizações relacionadas com o tema Mulher. em dia no que ao feminino diz respeito, ensaiando experiên- cias que lhe são 100% dedicadas. Ideias para projectos pessoais e profissio- nais, colaborações, iniciativas que valorizem os talentos e estimulem o contributo da Mulher. 7. Assumir-se como uma espécie de ‘Disney World’ das mulheres Há seis anos que o Destak é lido equitativamente por homens e mulhe- res, um fenómeno que não encontra lugar em nenhum outro jornal pago português. Importados e atentos a todos os assuntos que dizem respeito à metade feminina do mundo, foi com entusiasmo que acolhemos o con- vite para ser o jornal oficial da Feel Woman e decidimos tomar parte ac- tiva nesta iniciativa. Não deixe, pois, de passar no stand do Destak: esta- remos por lá à sua espera. Sabemos que há muito para ver no recinto da feira e, por isso, reservámos para si um espaço lounge onde pode apro- veitar para fazer uma pausa e ‘folhear’ o jornal connosco. Queremos sa- ber de si, que todos os dias nos lê, ouvir as suas ideias e sugestões.
  8. 8. 08 www. Destak .pt 6ª Feira · 7 de Março de 2008 IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII EXPOSIÇÃO CD Destak IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII MORRISSEY Greatest Hits Warner SHOUT OUT LOUDS Colectânea dos principais sucessos do ex- IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII Our Ill Wills Smiths a solo, todos singles bem sucedidos Sony /BMG nas tabelas – de First Of The Gang To Die a I Have Forgiven Jesus, passando por You Have FIM-DE-SEMANA Sugestões Killed Me, Everyday Is Like Sunday e Suede- Head. Os novos temas That’s How People Grow Up e All You Need Is Me seguem a linha do álbum Ringleader of the Tormentors. BLACK LIPS Good Bad Not Evil Edel Um álbum que se traduz numa viagem ao melhor rock/blues dos anos 70, através de músicas curtas e deliciosas, pequenos cho- colates recheados de uma peculiar ironia e de Teveediçãomundialem2007ecorriaoris- um refinado humor negro. O Katrina!, Navajo, codepassardespercebidoemPortugal,não Bad Kids ou o tema psicadélico escondido fosseumanúncio.Àprimeirabateriaetecla- atestam bem a qualidade dos Black Lips. do, Tonight I Have to Leave it, também co- nhecido como ‘aquele tema da Optimus igual aos Cure’ entra pelos ouvidos, e custa SIMPLE PLAN Simple Plan Warner a sair. Mesmo sem o contágio inerente à re- Mais uma banda com muito pouco para dizer petição(queemexageroprejudica),amúsi- - baladas intragáveis alternadas por um punk ca tem tudo para ser um hit: o refrão conta- pop inacreditavelmente básico e infantil (não giante, os detalhes e, claro, a voz de Adam chega a ser adolescente). Com tantas bandas Olenius, hoje em dia tão parecida com a de interessantes a emergir de Montreal (Cana- RobertSmith.OsShoutOutLoudsjátinham dá), por que nos obrigam a escutar este sub- editado Howl Howl Gaff Gaff e, apesar de produto tão abaixo da linha de água? muitos não saberem, o disco teve sucesso de respeito no mercado indie, com The Co- meback em playlists e pistas de dança em HOT CHIP Made In the Dark Emi todoomundo.MaispróximodosCure,o2.º Um electro rock apocalíptico muito simpático OurIllWills chegaapúblicosmaisvastos,e, cujo pecado é a falta de homogeneidade embora o 1.º single seja o melhor há temas qualitativa. Mas quando é bom, é mesmo comgrandepotencial,como Impossible. Our muito bom, como em Out At The Pictures, Ill Wills chega às lojas 2.ª feira; os Shout Out Touch Too Much (apesar do roubo descarado IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII LoudschegamàAulaMagnadia26.PNAVES a Lemon dos U2), Hold On ou Wrestlers. TOP MÚSICA Ainda há novas danças na Velha Europa. = 1 Back To Black Amy Winehouse 2 Thriller 3* Insomnia:1 TEATRO IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII CCB recebe Mishelle Di Sant’Oliva TEATRO IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII ARepartiçãode MiguelCastroCaldas afotografiade Michael Jackson CCB CULTURGEST 3 Just Girls 2* O pequeno auditório do Just Girls CCB recebe Mishelle Di 4 As canções 9* Ricardo Alevizos Sant’Oliva no Ciclo Emma Dante, hoje e amanhã às 21h, domingo às 16h. Do Ruca A primeira bailarina do Ruca Olympia de Paris era uma IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII to, fácil para as outras pes- mulher realmente bela: al- 5 Platinum Collection N FILIPE PEDRO fpedro@destak.pt soas, ou se apenas são mui- to boas na arte do disfarce.» ta, loira, pele macia como a seda. No entanto, era o Charles Aznavour Segundo o autor, «exis- olhar dela que mais impres- Casino Lisboa tem pessoas que não que- sionava - quando olhava pa- Sant’ Oliva, no bairro das 6 Fantasminha Brincalhão Avô Cantigas 7 Pictures Katia Melua 8* 4* O inaugura, próximo dia 17 de Março, a ex- posição de foto- grafia Insomnia: 1, da auto- ria de Ricardo Alevizos. Trata-se de um singular no rem dissimular a transgres- são, a vaidade, o sufoco, a asfixia, o limbo, a deteriora- ção, a fraqueza, a explora- ção, a humilhação, a sub- missão, a dominação, o des- controlo, o vício, a vida du- ra alguém, fazia com que qualquer um se sentisse ca- da vez mais e mais peque- no. Em Palermo, perto de CRIANÇAS prostitutas, Gaetano e Sal- vatore Luccheseare estão sentados nas suas cadeiras à espera de Mishelle. Depois de Nunca-Terra, es- pectáculo apresentado em IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII conjunto de imagens, que pla, a maldade, o androge- 2005, os Primeiros Sintomas 8 Concerto 7* estará patente ao público no nismo, o medo, a angústia». Fundação EDP voltam a co-produzir com a em Lisboa espaço circundante ao Are- «Insónia – todos temos Culturgest um novo texto de Mariza na Longe. uma e é exclusiva», conclui ensina energia Miguel Castro Caldas, Re- «Insónia é um sintoma da Alevizos. A exposição In- FORMAÇÃO partição, peça que pode ser 9 Para Além 14* minha realidade. Ela tor- somnia: 1, da autoria de Ri- vista até 8 de Março, às da Saudade nou-se um veículo para a cardo Alevizos, estará pa- A Fundação EDP marca pre- 21h30, no Grande Auditório Ana Moura materialização das minhas tente ao público na Galeria sença na Expo Criança 2008, da Culturgest. Os bilhetes = emoções. Experimentei di- de Arte do Casino Lisboa, que tem lugar no Centro Na- custam 12 euros (os jovens 10 As I Am ferentes vidas, culturas, de 17 a 31 de Março. De do- cional de Exposições, em até aos 30 anos pagam ape- Alicia Keys sons, imagens, odores, do- mingo a quinta-feira, das Santarém, até 9 de Março, tismo e das fontes de ener- nas 5). Entre outras, Miguel res, alegrias, tristezas, con- 15h às três horas da madru- num espaço em que falará gia, aproveitando-se tam- Castro Caldas já escreveu quistas e perdas. Aprendi», gada, excepto às sextas-fei- aos mais pequenos sobre o bém para alertar os mais pe- Conto de Natal – Variações * Posição na semana anterior sublinha Ricardo Alevizos, ras e aos sábados, cujo ho- Museu da Electricidade. Se- quenos para os perigos e de Dickens (2004), É Bom FONTE: ASSOCIAÇÃO FONOGRÁFICA PORTUGUESA que acrescenta «muitas ve- rário será das 16h às quatro rão, ainda, feitas experiên- prejuízos de um uso incor- Boiar na Banheira (2006), E AC NIELSEN PORTUGAL zes penso se a vida é, de fac- horas da madrugada.  cias nos campos do magne- recto da electricidade. Agora Baixou o Sol (2007).
  1. A particular slide catching your eye?

    Clipping is a handy way to collect important slides you want to go back to later.

×