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País rural e senhorial
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  • 1. País Rural e Senhorial Escola Secundária Luís de Freitas Branco
  • 2. Escola Secundária Luís de Freitas Branco Senhorios Concelhos Regiões do território português
  • 3. Escola Secundária Luís de Freitas Branco
    • A VASSALIDADE era instituída com as doações ao clero e à nobreza.
    • Estabeleciam-se relações hierárquicas de vassalagem entre o suserano ( o senhor que doa a terra) e o vassalo (o senhor que a recebe).
    Suserano Vassalos Nobres Vassalos Eclesiásticos
  • 4. Escola Secundária Luís de Freitas Branco Senhorios Reguengos Coutos Honras Terras do Rei Terras do Clero Terras da Nobreza Direito de PRESÚRIA, direito à ocupação das terras que tinham conquistado e se que consideravam vagas com a expulsão dos muçulmanos.
  • 5. Escola Secundária Luís de Freitas Branco O senhorio de Egas Moniz
  • 6.
    • Os vários escalões da Nobreza:
    • Ricos - Homens
    • Infanções / Fidalgos
    • Cavaleiros
    • Escudeiros
  • 7. Escola Secundária Luís de Freitas Branco Ricos –Homens, “senhores de pendão e caldeira” Possuidores de avultados domínios onde exerciam a justificação e gozavam a isenção fiscais. Infanções Nobres portucalenses que ajudaram D. Henrique e D. Afonso Henriques a conquistar a independência e a alargar o território. Foram perdendo o seu poder até ao século XIII. O próprio nome caiu em desuso. Passaram a ser chamados Fidalgos. Ricos-Homens e Infanções
  • 8. Nobres que pertenciam à Ordem Militar da Cavalaria. Dedicavam-se à guerra e deveriam cumprir um rigoroso código : * Proteger as mulheres e os fracos * Defender a justiça contra a injustiça e o mal * Defender a Igreja . Cavaleiros
  • 9. Os companheiros dos Cavaleiros. Tinham como deveres, em tempo de paz, o polimento das armaduras e armas, ajudar seu cavaleiro a vestir e a tirar a armadura, tomar conta de seus pertences e velar pela sua guarda. Nas batalhas, o escudeiro ajudava seu cavaleiro . Ele levava armas substitutas e cavalos, tratava das feridas, afastava os cavaleiros feridos do perigo, ou garantia um enterro decente. Escudeiros
  • 10. Escola Secundária Luís de Freitas Branco A natureza do poder Senhorial Posse e exploração económica das terras Exercício de funções militares, jurisdicionais e fiscais Poder Senhorial (natureza política) « Bannus », poder banal que confere ao senhor o « comando, a punição, a coacção » sobre os habitantes do senhorio. Tratam-se dos poderes públicos que foram concedidos pelos reis. Com o tempo, os nobres foram-se apropriando desses poderes. Poder Senhorial (natureza económica)
  • 11. Escola Secundária Luís de Freitas Branco Poder Senhorial (natureza política) Comportava vários privilégios sobre a terra e os camponeses que aí trabalhavam: - Posse de armas e comando militar - Exercício da justiça nas suas terras (multas judicias) - Exigências fiscais nas suas terras, como:
      • - Banalidades , pelo uso dos instrumentos de produção (moinho, forno e lagar do senhor) e sobre as actividades comerciais e os transportes
      • - Jantar , deve alimentar o seu senhor e o seu séquito
      • - Lutuosa , espécie de impostos de sucessão
      • - Osas , prestações pagas por quem casasse fora do senhorio.
    • Direito à Imunidade: as suas terras eram imunes. Aí não entravam os
    • funcionários régios para exercer militares, judiciais e fiscais.
  • 12. Escola Secundária Luís de Freitas Branco Direitos próprios da Igreja Direito à Dízima (10% de toda a produção e de todos os rendimentos)
  • 13. A exploração económica do Senhorio RESERVA ou QUINTÃ Aí se encontrava a morada do senhor, os estábulos, os celeiros, o moinho, o forno, o lagar e as melhores terras. CASAIS Eram unidades de exploração arrendadas a camponeses a troco de pesados tributos.
  • 14.  
  • 15. Quintã – Exploração feita por escravos, servos e colonos livres dos casais, que aí prestavam serviços gratuitos e obrigatórios durante um espaço de tempo do ano (Jeiras) C asais – terras arrendadas pelos senhores aos colonos. Os contratos podiam ser perpétuos, mas normalmente eram feitos em prazos. As rendas eram pagas normalmente com fracções de colheitas.
  • 16. Situação das comunidades rurais dependentes Todo o homem livre devia depender de um senhor (rei, nobre ou clérigo).
  • 17. Situação das comunidades rurais dependentes Os senhores controlavam, para além dos escravos, uma imensa quantidade de homens livres – os dependentes, aos quais exigiam tributos e taxas. ESCRAVOS, SERVOS, COLONOS, ASSALARIADOS
  • 18.
      • Servos - descendentes de escravos libertos, a quem foram entregues casais para exploração e que viviam sempre sobrecarregados
      • com as jeiras.
    Colonos - trabalhavam em terra alheia arrendada ao senhor, através de contratos perpétuos ou a prazo. A troco do arrendamento, pagavam tributos.
      • Assalariados - viviam do aluguer ocasional do seu trabalho.
      • Havia também caçadores, colmeiros e pastores .
    Foreiros Malados Vilãos
      • HERDADORES – proprietários de terras alodiais. Eram também sujeitos a prestações senhoriais.
  • 19. Todo o homem livre devia depender de um senhor (rei, nobre ou clérigo).