Qualidade em serviços de saúde indicadores

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Qualidade em serviços de saúde indicadores

  1. 1. Ministério da Saúde / Secretaria Executiva DEPARTAMENTO DE MONITORAMENTO E A AVALIAÇÃO DO SUS  Índice de Desempenho do  Sistema Único de Saúde (IDSUS)  Fichas Técnicas dos Indicadores   Brasília, janeiro de 2013   
  2. 2. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores INDICADORES DE ACESSO POTENCIAL DA ATENÇÃO BÁSICA   1. Cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúde  2. Cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúde bucal  3. Proporção de nascidos vivos de mães com 7 ou mais consultas de pré‐natal  INDICADORES DE ACESSO OBTIDO NA ATENÇÃO AMBULATORIAL E HOSPITALAR DE MÉDIA COMPLEXIDADE   4. Razão de exames de mamografia realizados em mulheres de 50 a 69 e a  população da mesma faixa etária  5. Razão de exames citopatológicos do colo do útero em mulheres de 25 a 59  anos e a população da mesma faixa etária  6. Razão de procedimentos ambulatoriais selecionados de média complexidade e  população residente  7. Razão de internações clínico‐cirúrgicas de média complexidade e população  residente  INDICADORES DE ACESSO OBTIDO NA ATENÇÃO AMBULATORIAL E HOSPITALAR DE ALTA COMPLEXIDADE, REFERÊNCIA DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA   8. Razão de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade selecionados e  população residente  9. Razão de internações clínico‐cirúrgicas de alta complexidade e população  residente  10. Percentual de procedimentos ambulatoriais de média complexidade para não  residentes  11. Percentual de internações de média complexidade para não residentes  12. Proporção de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade realizados  para não residentes  13. Percentual de internações de alta complexidade para não residentes  14. Proporção de acesso hospitalar dos óbitos por acidente    1 
  3. 3. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores INDICADORES DE EFETIVIDADE DA ATENÇÃO BÁSICA   15. Cobertura com a vacina tetravalente  16. Taxa de Incidência de Sífilis Congênita  17. Proporção de cura de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera  18. Proporção de cura dos casos novos de hanseníase  19. Proporção de internações sensíveis à atenção básica – ISAB  20. Média da ação coletiva de escovação dental supervisionada  21. Proporção de exodontia em relação aos procedimentos  INDICADORES DE EFETIVIDADE DA ATENÇÃO AMBULATORIAL E HOSPITALAR DE ALTA COMPLEXIDADE, REFERÊNCIA DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA  22. Proporção de parto normal  23. Proporção de óbitos em menores de 15 anos nas Unidades de Terapia Intensiva  ‐ UTIs  24. Proporção de óbitos nas internações por infarto agudo do miocárdio – IAM  2 
  4. 4. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores Fichas simplificadas dos Indicadores do IDSUS Indicador nº 1  Cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúde. Definição  Nº de equipes de saúde da família (ESF) + nº de equipes da atenção básica, formada por 60h semanais de  clínica médica, ginecologia e pediatria, para cada 3 mil pessoas residentes no município, no ano. Interpretação  Mede a cobertura das equipes básicas de saúde (ESF ou clínica médica, ginecologia e pediatria).  Maior cobertura indicaria maior oferta de serviços das clínicas básicas e facilidade de acesso. Método de Cálculo  (Nº médio anual de equipes da saúde da família + nº médio anual de cargas horárias de 60h semanais da  clínica médica, ginecologia e pediatria) x por 3 mil ÷ pela população residente no município. Parâmetro  100% cobertura considerando uma equipe para 3 mil habitantes. Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10.  SE resultado < parâmetro nota decrescente proporcional ao % do parâmetro. Fonte  CNES e IBGE. Linha Avaliativa  Acesso. Complexidade  Básica. Modalidade  Ambulatorial. Atenção  Geral. Origem  Pacto. Ano analisado   2010. (IDSUS 2007‐2010)  Indicador nº 2  Cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúde bucal. Definição  Nº de equipes de saúde bucal da saúde da família + o nº de equipes de atenção básica formadas por  cirurgiões dentistas com 60h semanais para cada 3 mil pessoas residentes no município, no ano. Interpretação  Mede a cobertura das equipes de saúde bucal.  Maior cobertura indicaria maior oferta de serviços de odontologia básica e facilidade de acesso. Método de Cálculo  (Nº médio anual de equipes de saúde bucal da saúde da família + o nº médio anual de cargas horárias de  60h semanais de dentistas) multiplicado x por 3 mil ÷ pela população residente no município. Parâmetro  50% de cobertura considerando uma equipe para 3 mil habitantes. Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10.  SE resultado < parâmetro nota decrescente proporcional ao % do parâmetro. Fonte  CNES e IBGE. Linha Avaliativa  Acesso. Complexidade  Básica. Modalidade  Ambulatorial. Atenção  Saúde Bucal. Origem  Pacto. Ano analisado  2010. (IDSUS 2007‐2010)  Indicador nº 3  Proporção nascidos vivos de mães com no mínimo sete consultas de pré‐natal. Definição  Distribuição percentual de mulheres com filhos nascidos vivos, com sete ou mais consultas de pré‐natal,  em determinado município e ano. Interpretação  Cobertura do atendimento pré‐natal, identificando situações de desigualdades e tendências que  demandam ações e estudos específicos.  Contribui na análise das condições de acesso e qualidade da assistência pré‐natal em associação com  3 
  5. 5. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores  outros indicadores, tais como a mortalidade materna e infantil e nº de casos de sífilis congênita. Método de Cálculo  (Nº de nascidos vivos de mães com sete ou mais consultas de pré‐natal em determinado município e  período ÷ pelo nº de nascidos vivos, no mesmo município e período) x por 100. Parâmetro  90% das mães com sete consultas de pré‐natal ou mais. Pontuação  Pontuação “Principal”:  SE resultado = parâmetro nota = 10.  SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro.  Pontuação de “acréscimo”. Para o % de mães com menos de sete consultas de pré‐natal, o município  receberá uma pontuação que será somada à pontuação principal da seguinte forma:  SE resultado = 100% das mães com quatro a seis consultas nota = 6.  SE resultado < 100% das mães com quatro a seis consultas, nota = decrescente proporcional ao % de mães  com quatro a seis consultas.  SE resultado = 100% das mães com uma a três consultas nota = 1.  SE resultado < 100% das mães com uma a três consultas, nota = decrescente proporcional ao % de mães  com uma a três consultas. Fonte  Sinasc. Linha Avaliativa  Acesso. Complexidade  Básica. Modalidade  Ambulatorial. Atenção  Materno Infantil. Origem  Pacto. Ano analisado  2010. (IDSUS 2007_2010)  Indicador nº 4  Razão exames citopatológicos do colo do útero em mulheres de 25 a 59 anos e população da mesma  faixa etária. Definição  Nº de exames citopatológicos do colo do útero em mulheres de 25 a 59 anos, residentes, em relação à  população feminina residente na faixa etária de 25 a 59 anos, em três anos, em determinado município e  ano. Interpretação  Expressa a produção de exames citopatológicos do colo do útero (Papanicolau) na população alvo do  rastreamento do câncer do colo do útero (população feminina de 25 a 59 anos). Método de Cálculo  Nº de exames citopatológicos do colo do útero, em mulheres na faixa etária de 25 a 59 anos, em  determinado município e ano ÷ pela população feminina, na faixa etária de 25 a 59 anos, em determinado  município e ano. Parâmetro  90% das mulheres de 25 a 59 anos com um exame a cada três anos. Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10.  SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao percentual do parâmetro. Fonte  SISCOLO. Linha Avaliativa  Acesso. Complexidade  Média. Modalidade  Ambulatorial. Atenção  Saúde da Mulher. Origem  Pacto. Anos analisados  2008 a 2010. (IDSUS 2007_2010)  Indicador nº 5  Razão de exames de mamografia de rastreamento realizados em mulheres de 50 a 69 e população da  mesma faixa etária. Definição  Nº de exames de mamografia realizados em mulheres de 50 a 69 anos residentes e a população feminina  nesta faixa etária, em determinado município e ano.  4 
  6. 6. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores Interpretação  Permite conhecer o nº de mamografias realizadas em mulheres de 50 a 69 anos, permitindo inferir as  desigualdades no acesso à mamografia e no rastreamento do câncer de mama nas mulheres de 50 a 69  anos. Método de Cálculo  Nº de mamografias realizadas em mulheres residentes na faixa etária de 50 a 69 anos, em determinado  município e ano ÷ pela população feminina nesta faixa etária, em determinado município e ano. Parâmetro  70% das mulheres de 50 a 69 anos com um exame a cada dois anos Pontuação  SE resultado > parâmetro nota = 10.  SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. Fonte  SIA/SUS e IBGE. Linha Avaliativa  Acesso. Complexidade  Média. Modalidade  Ambulatorial. Atenção  Saúde da Mulher. Origem  Pacto. Anos analisados  2010. (IDSUS 2007_2010)  Indicador nº 6  Razão de procedimentos ambulatoriais selecionados de média complexidade e população residente. Definição  Nº de procedimentos ambulatoriais selecionados, de média complexidade, por 100 residentes, em  determinado município, no período considerado. Interpretação  Mede a relação entre a produção de procedimentos ambulatoriais selecionados, de média complexidade,  com financiamento pelo SUS e a população residente na mesma área geográfica, indicando o acesso  obtido ou cobertura realizada para tais procedimentos.   ( )Método de Cálculo  Taxa da população de referência x pelo ajuste específico do município, pelo Bayes empírico *  e  padronização faixa etária e sexo. Parâmetro  2,6 procedimentos por 100 habitantes. Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10.  SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. Fonte  SIA/SUS e IBGE. Linha Avaliativa  Acesso. Complexidade  Média. Modalidade  Ambulatorial. Atenção  Geral. Origem  MS. Anos analisados  2008 a 2010. (IDSUS 2007_2010)  Indicador nº 7  Razão de internações clínico‐cirúrgicas de média complexidade e população residente. Definição  Nº de internações hospitalares clínico‐cirúrgicas de média complexidade, não psiquiátricas e não  obstétricas, por 100 residentes, em determinado município, no período considerado. Interpretação  Mede a relação entre a produção de internações hospitalares de média complexidade, não obstétricas e  não psiquiátricas, e a população residente na mesma área geográfica, indicando o acesso obtido ou  cobertura realizada para tais procedimentos.   ( )Método de Cálculo  Taxa da população de referência x pelo ajuste específico do município, pelo Bayes empírico *  e  padronização faixa etária e sexo. Parâmetro  6,3 internações por 100 habitantes. Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10.  SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro.  5 
  7. 7. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores Fonte  SIH/SUS e IBGE. Linha Avaliativa  Acesso. Complexidade  Média. Modalidade  Hospitalar. Atenção  Geral. Origem  MS. Anos analisados  2008 a 2010. (IDSUS 2007_2010)  Indicador nº 8  Razão de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade selecionados e população residente. Definição  Nº de procedimentos ambulatoriais selecionados, de alta complexidade, por 100 residentes, em  determinado município, no ano considerado. Interpretação  Mede a relação entre a produção de procedimentos ambulatoriais selecionados, de alta complexidade,  com financiamento pelo SUS e a população residente na mesma área geográfica, indicando o acesso  obtido ou cobertura realizada para tais procedimentos.   ( )Método de Cálculo  Taxa da população de referência x pelo ajuste específico do município, pelo Bayes empírico *  e  padronização faixa etária e sexo. Parâmetro  7,8 procedimentos por 100 habitantes. Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10.  SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. Fonte  SIA/SUS e IBGE. Linha Avaliativa  Acesso. Complexidade  Alta. Modalidade  Ambulatorial. Atenção  Geral. Origem  MS. Anos analisados  2008 a 2010. (IDSUS 2007_2010)  Indicador nº 9  Razão de internações clínico‐cirúrgicas de alta complexidade, por habitante. Definição  Nº de internações clínico‐cirúrgicas de alta complexidade, não psiquiátricas e não obstétricas, por  residente em determinado município, no período considerado. Interpretação  Mede a relação entre a produção de internações hospitalares de alta complexidade, não obstétricas e não  psiquiátricas, e a população residente na mesma área geográfica, indicando o acesso obtido ou cobertura  realizada para tais procedimentos.   ( )Método de Cálculo  Taxa da população de referência x pelo ajuste específico do município, pelo Bayes empírico *  e  padronização faixa etária e sexo. Parâmetro  6,3 por mil habitantes. Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10.  SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. Fonte  SIH/SUS e IBGE. Linha Avaliativa  Acesso. Complexidade  Alta. Modalidade  Hospitalar. Atenção  Geral. Origem  MS. Anos analisados  2008 a 2010.  6 
  8. 8. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores (IDSUS 2007_2010)  Indicador nº 10  Proporção de procedimentos ambulatoriais de média complexidade realizados para não residentes. Definição  Quantidade de procedimentos ambulatoriais de média complexidade realizados para não residentes,  descontado os procedimentos realizados aos seus residentes  em outros municípios em relação ao Total  Brasil de procedimentos realizados para não residentes. Interpretação  Mede a capacidade do município de realizar procedimentos ambulatoriais de média complexidade para  não residentes em relação à produção total do Brasil, permitindo a comparação entre todos os municípios  independentemente do porte. Método de Cálculo  (Nº total de procedimentos ambulatoriais de média complexidade realizados pelo município menos  número de procedimentos de média complexidade destinados aos seus residentes realizados no próprio  município e em outros municípios) dividido pelo Total Brasil de procedimentos ambulatoriais de média  complexidade destinada aos não residentes.  Obs.: Se < 0 resultado = 0. Parâmetro  0,90% da capacidade, tendo como base a média dos municípios de referência. Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro, valor = 1.  SE resultado < parâmetro, valor = decrescente proporcional à diminuição do resultado. Fonte  SIA/SUS. Linha Avaliativa  Acesso/Referência. Complexidade  Média. Modalidade  Ambulatorial. Atenção  Geral. Origem  MS. Anos analisados  2010. (IDSUS 2007_2010)  Indicador nº 11  Proporção de internações de média complexidade realizadas para não residentes. Definição  Quantidade de internações de média complexidade realizadas para não residentes, descontado as  internações realizadas aos seus residentes em outros municípios em relação ao Total Brasil de internações  realizados para não residentes. Interpretação  Mede a capacidade do município em realizar internações de média complexidade não residentes em  relação à produção total do Brasil permitindo a comparação entre todos os municípios independente do  porte. Método de Cálculo  (Número total de Internações de média complexidade realizados pelo município menos número de  internações hospitalares de media complexidade destinadas aos seus residentes realizadas no próprio  município e em outros municípios) dividido pelo Total Brasil de internações hospitalares de média  complexidade destinadas aos não residentes.  Obs.: Se < 0, resultado = 0. Parâmetro  0,72% da capacidade, tendo como base a média dos municípios de referência. Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10.  SE resultado < parâmetro nota = decrescente ao % do parâmetro. Fonte  SIH/SUS. Linha Avaliativa  Acesso/Referência. Complexidade  Média. Modalidade  Hospitalar. Atenção  Geral. Origem  MS. Anos analisados  2010. (IDSUS 2007_2010)  7 
  9. 9. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores  Indicador nº 12  Proporção de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade realizados para não residentes. Definição  Quantidade de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade realizados para não residentes,  descontado os procedimentos realizados aos seus residentes em outros municípios em relação ao Total  Brasil de procedimentos realizados para não residentes. Interpretação  Mede a capacidade do município de realizar procedimentos ambulatoriais de alta complexidade para não  residentes, em relação à produção total do Brasil, permitindo a comparação entre todos os municípios,  independentemente do porte. Método de Cálculo  (Número total de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade realizados pelo município menos  número de procedimentos de alta complexidade destinadas aos seus residentes realizados no próprio  município e em outros municípios) dividido pelo Total Brasil de procedimentos ambulatoriais de alta  complexidade destinada aos não residentes.  Obs.: Se < 0, resultado = 0. Parâmetro  1,17% da capacidade, tendo como base a média dos municípios de referência. Pontuação  SE resultado = parâmetro nota = 10.  SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. Fonte  SIA/SUS. Linha Avaliativa  Acesso/Referência. Complexidade  Alta. Modalidade  Ambulatorial. Atenção  Geral. Origem  MS. Anos analisados  2010. (IDSUS 2007_2010)  Indicador nº 13  Proporção de internações de alta complexidade realizadas para não residentes. Definição  Quantidade de internações de alta complexidade realizadas para não residentes, descontado as  internações realizadas aos seus residentes em outros municípios em relação ao Total Brasil de internações  realizados para não residentes. Interpretação  Mede a capacidade do município em realizar internações de alta complexidade para não residentes em  relação à produção total do Brasil permitindo a comparação entre todos os municípios,  independentemente do porte. Método de Cálculo  (Número de Internações de alta complexidade realizados pelo município menos número de internações  de alta complexidade destinadas aos seus residentes no próprio município ou nos municípios de  referências) dividido pelo Total Brasil de internações hospitalares de alta complexidade destinada aos não  residentes.  Obs.: Se < 0, resultado = 0. Parâmetro  1,14% da capacidade, tendo como base a média dos municípios de referência. Pontuação  SE resultado≥ parâmetro nota = 10.  SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional a % do parâmetro. Fonte  SIH/SUS. Linha Avaliativa  Acesso/Referência. Complexidade  Alta. Modalidade  Hospitalar. Atenção  Geral. Origem  MS. Anos analisados  2010. (IDSUS 2007_2010)   8 
  10. 10. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores Indicador nº 14  Proporção de acesso hospitalar dos óbitos por acidente. Definição  Percentual de acesso aos hospitais dos óbitos de determinado município, no período considerado. Interpretação  Mede a proporção do acesso ao hospital dos óbitos por acidentes.   ( )Método de Cálculo  Proporção bruta x pelo ajuste específico do município e pelo Bayes empírico * . Parâmetro  70% de acesso hospitalar. Pontuação  SE resultado ≤ parâmetro nota = 10.  SE resultado > parâmetro nota decrescente proporcional ao % do parâmetro. Fonte  SIM. Linha Avaliativa  Acesso. Complexidade  Média e Alta. Modalidade  Hospitalar. Atenção  Urgência Emergência. Origem  MS. Anos analisados  2007 a 2009. (IDSUS 2007_2010)  Indicador nº 15  Cobertura com a vacina tetravalente em menores de 1 ano. Definição  Cobertura vacinal da vacina tetravalente (contra difteria, coqueluche, tétano e haemophilus influenzae  tipo b), em menores de um ano de idade, em determinado município e ano. Interpretação  Mede efetividade do programa de vacinação. Método de Cálculo  (Nº de crianças menores de um ano vacinadas com a 3ª dose da tetravalente ÷ pela população de  menores de um ano) x por 100. Parâmetro  95%. Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10.  SE resultado < parâmetro  e >= 60%, nota decrescente proporcional ao parâmetro.  SE resultado < 60%, nota = 0. Fonte  SI‐PNI e Sinasc. Linha Avaliativa  Efetividade. Complexidade  Básica. Modalidade  Ambulatorial. Atenção  Saúde da Criança. Origem  Pacto. Ano analisado  2010. (IDSUS 2007‐2010)  Indicador nº 16  Taxa de Incidência de Sífilis Congênita. Definição  Nº de casos novos de sífilis congênita em menores de um ano em determinado município e período. Interpretação  Expressa a qualidade do pré‐natal, uma vez que a sífilis pode ser diagnosticada e tratada em duas  oportunidades durante a gestação e também durante o parto.   ( )Método de Cálculo  Proporção bruta x pelo ajuste específico do município e pelo Bayes empírico * . Parâmetro  Um caso por mil nascidos vivos no ano. Pontuação  SE resultado ≤ parâmetro nota = 10.  SE resultado > parâmetro nota = decrescente proporcional ao aumento do resultado. Fonte  Sinan e Sinasc. Linha Avaliativa  Efetividade. Complexidade  Básica.  9 
  11. 11. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores Modalidade  Ambulatorial. Atenção  Materno Infantil. Origem  Pacto. Anos analisados  2007 a 2009. (IDSUS 2007_2010)  Indicador nº 17  Proporção de cura de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera. Definição  Percentual de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera curados por residentes em determinando  município no período avaliado. Interpretação  Representa o êxito no tratamento de tuberculose, a consequente diminuição da transmissão da doença,  além de verificar indiretamente a qualidade da assistência aos pacientes. Método de Cálculo  Nº de indivíduos com tuberculose pulmonar bacilífera curados da coorte do período ÷ pelo nº total de  indivíduos da coorte com tuberculose pulmonar bacilífera. Parâmetro  85% de cura. Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10.  SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. Fonte  Sinan. Linha Avaliativa  Efetividade. Complexidade  Básica. Modalidade  Ambulatorial. Atenção  Geral. Origem  Pacto. Anos analisados  2007 a 2009. (IDSUS 2007_2010)  Indicador nº 18  Proporção de cura dos casos novos de hanseníase. Definição  Percentual de casos novos de hanseníase curados por residentes em determinando município no período  avaliado. Interpretação  Representa o êxito no tratamento de hanseníase, a consequente diminuição da transmissão da doença,  além de verificar indiretamente a qualidade da assistência aos pacientes. Método de Cálculo  Casos novos residentes em determinado município, diagnosticados nos anos das coortes e curados até 31  de dezembro do ano de avaliação ÷ pelo Total de casos novos residentes no mesmo município e  diagnosticados nos anos das coortes x por 100. Parâmetro  90% de cura. Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10.  SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. Fonte  Sinan. Linha Avaliativa  Efetividade. Complexidade  Básica. Modalidade  Ambulatorial. Atenção  Geral. Origem  MS. Anos analisados  2007 a 2009. (IDSUS 2007_2010)  Indicador nº 19  Proporção de internações sensíveis à atenção básica (ISAB). Definição  Percentual das internações sensíveis à atenção básica (ISAB) de residentes dividido pelo total de  10 
  12. 12. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores  internações clínico‐cirúrgicas por residentes em um determinado município por período considerado. Interpretação  Resultado elevado significa que as internações sensíveis representam a maioria internações de média  complexidade e indiretamente mede a baixa resolutividade da atenção básica.   ( )Método de Cálculo  Taxa da população de referência x pelo ajuste específico do município, pelo Bayes empírico *  e  padronização faixa etária e sexo. Parâmetro  28,6% de internações sensíveis à atenção básica (ISAB) em relação a todas as internações. Pontuação  SE resultado ≤ parâmetro nota = 10.  SE resultado > parâmetro nota = decrescente proporcional ao aumento do resultado. Fonte  SIH/SUS. Linha Avaliativa  Efetividade. Complexidade  Básica. Modalidade  Hospitalar. Atenção  Geral. Origem  MS. Anos analisados  2008 a 2010. (IDSUS 2007_2010)  Indicador nº 20  Média da ação coletiva de escovação dental supervisionada. Definição  Razão entre o número médio mensal de residentes que participaram de ação coletiva de escovação dental  supervisionada no ano e a população de determinado município Interpretação  Estima a proporção de pessoas que tiveram acesso à escovação dental com orientação/supervisão de um  profissional de saúde bucal.  Quanto maior o indicador, maior o acesso à orientação para prevenção de doenças bucais, mais  especificamente cárie dentária e doença periodontal. Método de Cálculo  (Nº de pessoas participantes na ação coletiva de escovação dental supervisionada realizada em  determinado local em 12 meses ÷ por 12 ÷ pela população no mesmo local e período) x 100. Parâmetro  8 residentes por 100 habitantes. Pontuação  SE resultado = parâmetro nota = 10.  SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. Fonte  SIA/SUS e IBGE. Linha Avaliativa  Efetividade. Complexidade  Básica. Modalidade  Ambulatorial. Atenção  Saúde Bucal. Origem  MS. Anos analisados  2010. (IDSUS 2007_2010)  Indicador nº 21  Proporção de exodontia em relação aos procedimentos. Definição  Percentual das extrações dentárias de residentes em determinado município e ano. Interpretação  Quanto menor o percentual, maior a qualidade do tratamento ofertado pela odontologia do município,  demonstrando que o leque de ações abrange maior Nº de procedimentos preventivos e curativos, em  detrimento da extração dentária. Método de Cálculo  Nº total de extrações dentárias em determinado município e período ÷ pelo nº total de procedimentos  clínicos individuais preventivos e curativos selecionados no mesmo local e período. Parâmetro  8% de exodondia. Pontuação  SE resultado ≤ parâmetro nota = 10.  SE resultado > parâmetro nota = decrescente proporcional ao aumento do resultado.  11 
  13. 13. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores Fonte  SIA/SUS e IBGE. Linha Avaliativa  Efetividade. Complexidade  Básica. Modalidade  Ambulatorial. Atenção  Saúde Bucal. Origem  MS. Anos analisados  2010. (IDSUS 2007_2010)  Indicador nº 22  Proporção de parto normal. Definição  Percentual de partos normais de determinado município, no período considerado. Interpretação  O parto normal está relacionado a menores taxas de complicações do parto e do recém‐nascido. Método de Cálculo  Nº de nascidos vivos por parto normal ÷ pelo nº de nascidos vivos. Parâmetro  70% de parto normal Pontuação  SE resultado ≥ parâmetro nota = 10.  SE resultado < parâmetro nota = decrescente proporcional ao % do parâmetro. Fonte  Sinasc. Linha Avaliativa  Efetividade. Complexidade  Média. Modalidade  Hospitalar. Atenção  Materno Infantil. Origem  Pacto. Anos analisados  2008 a 2010. (IDSUS 2007_2010)   Indicador nº 23  Proporção de óbitos, em menores de 15 anos, nas Unidades de Terapia Intensiva UTI. Definição  Percentual de óbitos ocorridos nas internações cirúrgicas de alta complexidade selecionadas sem UTI, por  residente de determinado município, no período considerado. Interpretação  Mede o risco de morrer nas internações cirúrgicas de alta complexidade selecionadas sem UTI, em relação  às internações clínico‐cirúrgicas de alta complexidade.   ( )Método de Cálculo  Taxa da população de referência x pelo ajuste específico do município, pelo Bayes empírico *  e  padronização faixa etária e sexo. Parâmetro  10% de óbitos em menores de 15 anos. Pontuação  SE resultado ≤ parâmetro nota = 10.  SE resultado > parâmetro nota = decrescente proporcional ao aumento do resultado. Fonte  SIH/SUS. Linha Avaliativa  Efetividade. Complexidade  Alta. Modalidade  Hospitalar. Atenção  Geral. Origem  MS. Anos analisados  2008 a 2010. (IDSUS 2007_2010)  Indicador nº 24  Proporção de óbitos nas internações por infarto agudo do miocárdio (IAM).  12 
  14. 14. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores Definição  Percentual de óbitos ocorridos nas internações por infarto agudo do miocárdio (IAM), por residente acima  de 20 anos de determinado município, no período considerado. Interpretação  Mede o risco de morrer por infarto agudo do miocárdio (IAM), após a internação por tal causa e  indiretamente o atraso do atendimento pré‐hospitalar e no diagnóstico.   ( )Método de Cálculo  Taxa da população de referência x pelo ajuste específico do município, pelo Bayes empírico *  e  padronização faixa etária e sexo. Parâmetro  10% de óbitos por IAM Pontuação  SE resultado ≤ parâmetro nota = 10.  SE resultado > parâmetro nota = decrescente proporcional ao aumento do resultado. Fonte  SIH/SUS. Linha Avaliativa  Efetividade. Complexidade  Média e Alta. Modalidade  Hospitalar. Atenção  Urgência Emergência. Origem  MS. Anos analisados  2008 a 2010. (IDSUS 2007_2010)     Taxa padronizada e estimada ou resultado padronizado e ajustado do indicador  =  (RIE do município com ajuste pelo Bayes ( ) empírico)  x  (taxa bruta)  *  Onde:  • RIE do município com ajuste pelo Bayes empírico  =  (RIE do município sem ajuste)  x  (RIE média de todos os municípios)  x   (1 ‐ fator de ajuste)  E onde:  • RIE  =  (nº de eventos informados pelo município)  ÷  (nº de eventos esperados para o município caso ele tivesse as mesmas  taxas encontradas em cada faixa etária e sexo da população de referência)    Conceitos:  • RIE: Razão de informados esperados.  • Fator de ajuste: Fator calculado especificamente para cada munícipio, que depende da dispersão dos valores das taxas  entre os municípios e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conforme aumenta o denominador do indicador  (número de internações no município expostos ao evento ou ao procedimento).  • Taxa da população de referência: Taxa média das internações pelo evento especifico na população tomada como  referência para a padronização de faixa.   13 
  15. 15. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores INDICADORES DE ACESSO POTENCIAL DA ATENÇÃO BÁSICA Cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúdeConceituaçãoNúmero médio anual de equipes básicas de saúde, para cada 3000 pessoas, em relação àpopulação total residente no município no ano avaliado.São consideradas equipes básicas de saúde as Equipes de Saúde da Família (ESF) comcarga horária de trabalho de 40 horas semanais e as equivalentes a essas, formadas porcada 60 horas semanais somadas das epecialidades: clínica médica, ginecologia epediatria.InterpretaçãoO indicador mede a cobertura das equipes básicas de saúde para a população residentede um determinado município.Uma maior cobertura das equipes básicas de saúde indica maior potencial de oferta deserviços das clínicas básicas para a população e também maior facilidade de acesso aosserviços básicos de saúde.Considera-se adequado que exista pelo menos uma equipe básica de saúde para cadagrupo de 3000 pessoas residentes.Este é um indicador que mensura a disponibilidade de recursos humanos da atençãobásica para a população residente em um determinado território.UsosAnalisar a disponibilidade de profissionais de saúde da atenção básica em umdeterminado território, identificando áreas em que há maior e menor cobertura por essesprofissionais. 14 
  16. 16. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores Analisar variações geográficas e temporais da distribuição de profissionais de saúde daatenção básica, identificando situações de desigualdade e tendências que demandemações e estudos específicos.Subsidiar processos de planejamento e gestão do Sistema Único de Saúde para a tomadade decisão em relação à alocação de recursos humanos da atençào básica em todo opaís, em especial para os locais que apresentam cobertura abaixo do padrão desejável.LimitaçõesO indicador mensura a existência de equipes e não o trabalho efetivamente realizado porelas. Desta forma, é uma aproximação da potencial oferta de a’~oes e sevicos e decobertura das equipes existentes. A análise do resultado do indicador pode sercomplementada com informações sobre os atendimentos realizados ou sobreprocedimentos produzidos.Como o indicador faz uso de valores médios, o resultado encontrado pode não serrepresentativo da situação mais comumente encontrada no município ao longo do anoou no mês mais recente. O valor médio pode ser facilmente afetado por resultados dealguns meses do ano apenas, não permitindo a visualização de situações muito abaixoou muito acima do esperado em alguns períodos.FonteDados do DAB/SAS/MS (http://dab.saude.gov.br/historico_cobertura_sf.php )Ministério da Saúde: Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (CNES)Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): Dados sobre a populaçãoresidenteMétodo de Cálculo [(Número médio anual de Equipes da Saúde da Família) + (Número médio anual de equipes equivalentes formadas por cada 60 horas semanais da clínica médica, ginecologia e pediatria)]; multiplicado por 3000 15 
  17. 17. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores ______________________________________________________________________ População residente no município no anoNumerador: Total do número de Equipes da Saúde da Família aprovadas peloMinistério da Saúde e que recebem o incentivo mensal repassado por esse, a cada mêsdo ano (Nº de ESF implantadas + Nº de ESF modalidade I implantadas + Nº de ESFmodalidade II implantadas), divididas por 12; somadas ao total anual das horassemanais da clínica médica e, ou de ginecologia e, ou de pediatria; dividido por 12 edividido por 60.São consideradas para o cálculo das equipes equivalentes formadas por cada 60 horassemanais da clínica médica, ginecologia e pediatria, apenas as equipes lotadas noscentros de saúde, unidades básicas de saúde, posto de saúde, unidades móveis terrestrese pluviais.Esfera Administrativa de vínculo dos médicos: Federal, Estadual e MunicipalEspecialidade dos Médicos segundo código CNES 223115 - médico clinico, clinico geral, médico clinico geral 223132 - médico ginecologista e obstetra, cirurgião ginecológico, ginecologista 223149 - médico pediatra, hebeatra, médico de criança, neonatologistaAno avaliado = Último ano do período de três anos dos dados de produção SIA e SIH,usados pelo IDSUSDenominador: Total da população residente no munícípio no ano avaliado, segundoCenso IBGE ou estimativa intercensitária.Categorias Sugeridas para AnáliseUnidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde, municípios.Dados Estatísticos e ComentáriosCobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúde, segundo regiões,Brasil, e municípios de referência, 2010 16 
  18. 18. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores  Ano Região 2010 (em %) Brasil 69,8 Norte 58,4 Nordeste 80,0 Sudeste 64,0 Sul 74,6 Centro-Oeste 67,8 Região Ano Municípios de 2010 (em %) Referência (*) Sim 59,4 Não 72,4(*) Municípios de Referência = Grupo de Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à Atenção deMédia a Alta ComplexidadeGrupos selecionados de municípios brasileiros que dispõem de uma estrutura mais completa de serviços de saúde demédia e alta complexidade, ambulatorial e hospitalar, de forma a evitar o viés dos baixos resultados dos indicadoresdevido à deficiência de oferta desses serviços.A cobertura média do Brasil em 2010 foi de 69,8%, sendo a menor na região Norte(58,4%) e a maior na região Nordeste (80,0%).Os grupos de municípios de referência apresentam menor percentual que os municípiosque não foram selecionados como referência. Isto pode ser devido ao fato de que essesmunicípios de referência são municípios com grande população, em geral maisdesenvolvidos, que contam com estrutura mais completa de serviços de saúde de médiae alta complexidade, ambulatorial e hospitalar; no entanto, não contam com muitasequipes de atenção básica.Parâmetro do indicador:100% de cobertura considerando uma equipe para cada grupo de 3.000 habitantes noanoPara cálculo do percentual de cobertura, o quociente do indicador é multiplicado por100Pontuação do indicador: 17 
  19. 19. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores Se o resultado for maior ou igual ao parâmetro será atribuída nota 10 e se o resultado formenor que o parâmetro será atribuída nota diretamente proporcional ao decréscimo doresultado em relação ao parâmetro. 18 
  20. 20. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores Cobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúde bucalConceituaçãoNúmero médio anual de equipes básicas de saúde bucal, para cada 3000 pessoas, emrelação à população residente total no município no ano avaliado.São consideradas equipes básicas de saúde as Equipes de Saúde Bucal (ESB) das ESF Ie II com carga horária de trabalho de 40 horas semanais e o equivalente a essas,formadas por cada 60 horas semanais de cirurgiões dentistas não integrantes das ESB.InterpretaçãoO indicador mede a cobertura das equipes básicas de saúde bucal para a populaçãoresidente de um determinado município.Uma maior cobertura das equipes básicas de saúde bucal indica maior potencial deoferta de serviços de odontologia básica para a população e também maior facilidade deacesso aos serviços odontológicos.Considera-se adequado que exista pelo menos uma equipe básica de saúde bucal paracada grupo de 3000 pessoas residentes.Este é um indicador que mensura a disponibilidade de recursos humanos da área desaúde bucal básica para a população residente em um determinado território.UsosAnalisar a disponibilidade de profissionais de saúde bucal básica em um determinadoterritório, identificando áreas em que há maior e menor cobertura por essesprofissionais.Subsidiar processos de planejamento e gestão do Sistema Único de Saúde para a tomadade decisão em relação à alocação de recursos humanos em todo o país, avaliando quelocais possuem cobertura abaixo do padrão desejável. 19 
  21. 21. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores LimitaçõesO indicador mensura a existência de equipes e não o trabalho efetivamente realizado porelas. Desta forma, é uma aproximação da potencial cobertura das equipes existentes. Aanálise do resultado do indicador pode ser complementada com informações sobre osatendimentos realizados ou sobre procedimentos produzidos.Como o indicador faz uso de valores médios, o resultado encontrado pode não serrepresentativo da situação mais comumente encontrada no município ao longo do anoou no mês mais recente. O valor médio pode ser facilmente afetado por resultados dealguns meses do ano apenas, não permitindo a visualização de situações muito abaixoou muito acima do esperado em alguns períodos.FonteDados do DAB/SAS/MS (http://dab.saude.gov.br/historico_cobertura_sf.php )Ministério da Saúde: Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (CNES)Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): Dados sobre a populaçãoresidenteMétodo de Cálculo[(Número médio anual de Equipes da Bucal da Saúde da Família) + (Número médioanual de equivalentes formados por cada 60 horas semanais de cirurgiões dentistas nãointegrantes de ESB)]; multiplicado por 3000______________________________________________________________________População residente no município no anoNumerador: Total do número de Equipes de Saúde Bucal da Saúde da Famíliaaprovadas pelo Ministério da Saúde e que recebem o incentivo mensal repassado poresse, a cada mês do ano (Nº de ESB modalidade I implantadas + Nº de ESB modalidadeII implantadas), divididas por 12; somadas ao total anual das horas semanais decirurgiões dentistas não integrantes de ESB; dividido por 12 e dividido por 60. 20 
  22. 22. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores São consideradas para o cálculo das equipes equivalentes formadas por cada 60 horassemanais de cirurgiões dentistas, apenas as equipes lotadas nos centros de saúde,unidades básicas de saúde, posto de saúde, unidades móveis terrestres e pluviais.Esfera Administrativa de vínculo dos dentistas: Federal, Estadual e MunicipalEspecialidade dos dentistas Médicos segundo código CNES223208 - cirurgião dentista, clínico geral dentista, odontologistaAno avaliado = Último ano do período de três anos dos dados de produção SIA e SIH,usados pelo IDSUSDenominador: Total da população residente no município no ano avaliado, segundoCenso IBGE ou estimativa intercensitária.Categorias Sugeridas para AnáliseUnidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde, municípiosDados Estatísticos e ComentáriosCobertura populacional estimada pelas equipes básicas de saúde bucal, segundo regiões,Brasil, e municípios de referência, 2010 Ano Região 2010 (em %) Brasil 45,94 Norte 37,90 Nordeste 62,78 Sudeste 35,19 Sul 48,26 Centro-Oeste 48,48 Região Ano Municípios de 2010 (em %) Referência (*) Sim 28,96 Não 50,26(*) Municípios de Referência = Grupo de Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso à Atenção deMédia a Alta Complexidade 21 
  23. 23. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores Grupos selecionados de municípios brasileiros que dispõem de uma estrutura mais completa de serviços de saúde demédia e alta complexidade, ambulatorial e hospitalar, de forma a evitar o viés dos baixos resultados dos indicadoresdevido à deficiência de oferta desses serviços.A cobertura média do Brasil em 2010 foi de 45,94% sendo a menor na região Sudeste(35,19%) e a maior na região Nordeste (62,78%).Os grupos de municípios de referência apresentam menor percentual que os municípiosque não foram selecionados como referência. Isto pode ser devido ao fato de que essesmunicípios de referência são municípios com grande população, em geral maisdesenvolvidos, que contam com estrutura mais completa de serviços de saúde de médiae alta complexidade, ambulatorial e hospitalar; no entanto, não contam com muitasequipes de atenção básica.Parâmetro do indicador:50% de cobertura considerando uma equipe de saúde bucal para cada grupo de 3.000habitantes no anoPara cálculo do percentual de cobertura, o quociente do indicador é multiplicado por100Pontuação do indicador:Se o resultado for maior ou igual ao parâmetro será atribuída nota 10 e se o resultado formenor que o parâmetro será atribuída nota diretamente proporcional ao descrescimo doresultado em relação ao parâmetro. 22 
  24. 24. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores  Proporção de nascidos vivos de mães com 7 ou mais consultas de pré- natalConceituaçãoDistribuição percentual de nascidos vivos de mães que fizeram sete ou mais consultasde pré-natal em relação ao total de nascidos vivos de mães residentes em determinadomunicípio e ano.InterpretaçãoEste indicador mede a cobertura do atendimento pré-natal, identificando situações dedesigualdades e tendências que demandam ações e estudos específicos.Contribui para a análise das condições de acesso da assistência pré-natal e qualidade emassociação com outros indicadores, tais como a mortalidade materna e infantil e onúmero de casos de sífilis congênita.UsosAnalisar variações geográficas e temporais das condições de acesso à assistência pré-natal identificando tendências e situações de desigualdade que demandem ações eestudos específicos.Contribuir na avaliação dos níveis de saúde e de desenvolvimento socioeconômico.Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas e ações de saúdedirecionadas à atenção pré-natal, ao parto e ao puerpério.LimitaçõesHá possibilidade de equívoco da gestante ao informar o número de consultas realizadase no caso de partos de gêmeos pode ocorrer contagem cumulativa de mulheres.A representatividade populacional do indicador é consequência da implantação dosistema de informação sobre nascidos vivos na região e do efetivo registro. 23 
  25. 25. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores Há possibilidade de nascidos vivos que morrem logo após o nascimento seremdeclarados como natimortos, subenumerando o total de nascidos vivos.Diferenças entre grupos populacionais dentro de uma mesma localidade não podem serpercebidas a partir da análise isolada do indicador.FonteMinistério da Saúde - Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC)Método de Cálculo(Número de nascidos vivos de mães residentes em determinado município com sete oumais consultas de pré-natal ) x 100______________________________________________________________________Número de nascidos vivos de mães residentes no mesmo município e período(Número de nascidos vivos de mães residentes em determinado município com quatro aseis consultas de pré-natal ) x 100______________________________________________________________________Número de nascidos vivos de mães residentes no mesmo município e período(Número de nascidos vivos de mães residentes em determinado município com um atrês consultas de pré-natal ) x 100______________________________________________________________________Número de nascidos vivos de mães residentes no mesmo município e períodoCategorias Sugeridas para AnáliseUnidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde e municípiosDados Estatísticos e ComentáriosProporção de nascidos vivos conforme número de consultas de pré-natal da mãesegundo regiões, Brasil, 2007 a 2009 Ano 2007 2008 2009 24 
  26. 26. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores  Número 7 ou 7 ou 7 ou de Zero 1a3 4a6 Zero 1a3 4a6 Zero 1a3 4a6 mais mais maisconsultasNorte 4,88 16,07 47,48 31,57 4,43 16,14 48 31,42 4,21 15,73 46,37 33,69Nordeste 2,35 11,18 45,89 40,58 2,09 10,71 45,25 41,96 2,27 10,53 44,36 42,84Sudeste 1,23 4,9 23,97 69,9 1,23 4,62 23,18 70,96 1,32 4,7 22,8 71,18Sul 1,09 4,71 21,99 72,2 1,08 4,52 20,81 73,6 1,26 4,59 20,42 73,73Centro-Oeste 1,32 6,36 29,84 62,48 1,28 5,85 28,83 64,04 1,33 5,47 28,17 65,02Brasil 1,95 8,09 33,34 56,62 1,82 7,81 32,7 57,68 1,91 7,68 31,91 58,5 2007 - 2009 Região Nenhuma De 1 a 3 De 4 a 6 7 ou mais consulta consultas consultas consultas Norte 4,51 15,98 47,29 32,22 Nordeste 2,24 10,81 45,17 41,79 Sudeste 1,26 4,74 23,32 70,68 Sul 1,14 4,61 21,07 73,18 Centro-Oeste 1,31 5,89 28,94 63,86 Brasil 1,9 7,86 32,65 57,6Fonte: Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC)As tabelas mostram o percentual de nascidos vivos em relação ao total de nascidosvivos em um determinado período e ano, distribuídos conforme a quantidade deconsultas de pré-natal realizadas pela mãe. A região que apresentou os melhoresresultados de 2007 a 2009 foi a Sudeste, em que nos três anos 70,68% das mães dosnascidos vivos realizaram sete ou mais consultas de pré-natal.As regiões Norte e Nordeste apresentam os piores índices. Entretanto, houve melhorado percentual de mães que realizaram sete ou mais consultas de pré-natal, comparando-se os resultados de 2007 e 2009. Houve diminuição também da proporção de mães quenão realizou nenhuma consulta durante a gravidez.Considerando o valor encontrado em todas as regiões e no país, é possível verificar queo parâmetro de 90% de mães com sete ou mais consultas de pré-natal representa umaprimeira meta a ser superada.Parâmetro do indicador: 25 
  27. 27. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores 90% das mães com sete ou mais consultas de pré-natal.Pontuação do indicador:Se o resultado for igual ou superior ao valor do parâmetro, a nota é 10SE resultado for menor que o parâmetro a nota será diretamente proporcional aodecréscimo do resultado em relação ao parâmetro.Pontuação principal = Percentual de mães com sete ou mais consultas de pré-natalmultiplicado por dez (10) dividido por 90%. Se resultado maior que 10, nota é igual a10Para as mães com menos de sete consultas de pré-natal, o município receberá umapontuação que será somada à pontuação principal da seguinte forma:Pontuação de Acréscimo 1 = Percentual de mães com menos de sete consultas de pré-natal mutiplicado pelo percentual das mães com quatro a seis consultas multiplicado porseis (6)Pontuação de Acréscimo 2 = Percentual de mães com menos de sete consultas de pré-natal mutiplicado pelo percentual das mães com uma a treis consultasA nota final será calculada conforme a seguinte fórmula:Nota final = Pontuação principal + Pontuação de Acréscimo 1 + Pontuação deAcréscimo 2. Se resultado maior que 10, nota é igual a 10 26 
  28. 28. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores INDICADORES DE ACESSO OBTIDO NA ATENÇÃOAMBULATORIAL E HOSPITALAR DE MÉDIA COMPLEXIDADERazão de exames de mamografia realizados em mulheres de 50 a 69 e a população da mesma faixa etáriaConceituaçãoRelação entre o número de exames de mamografia realizados nas mulheres de 50 a 69anos residentes e a população feminina residente nesta faixa etária, em determinadomunicípio e ano.InterpretaçãoPermite conhecer o número de mamografias realizadas em mulheres de 50 a 69 anos,possibilitando inferir as desigualdades no acesso à mamografia e ao rastreamento docâncer de mama nesta faixa etária, considerando ser este o subgrupo alvo de mulherespara o rastreamento mamográfico do câncer de mama.O indicador permite avaliar indiretamente o alcance da mobilização da populaçãousuária em relação ao rastreamento da doença num determinado período de tempo.Taxas reduzidas podem refletir dificuldade de sensibilização e captação da populaçãousuária para o rastreamento de câncer de mama ou dificuldades de acesso ao serviço.Considera-se neste indicador os exames de mamografia bilateral.A sensibilidade da mamografia para detecção do câncer de mama varia entre 46% e88% e é dependente dos seguintes fatores: tamanho e localização da lesão, densidade dotecido mamário, idade da paciente, qualidade do exame e habilidade de interpretação doradiologista (MS, 2002)Mulheres de alto risco para câncer de mama são aquelas que: 27 
  29. 29. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores   têm um ou mais parentes de 1º grau (mãe, irmã ou filha) com câncer de mama antes de 50 anos;  têm um ou mais parentes de 1º grau (mãe, irmã, ou filha) com câncer de mama bilateral ou câncer de ovário;  apresentam história familiar de câncer de mama masculina;  apresentam lesão mamária proliferativa com atipia comprovada em biópsia.Mulheres com risco elevado de câncer de mama devem ser submetidas à mamografia,anualmente, a partir dos 35 anos de idade (MS, 2004).Recomenda-se realizar uma mamografia, pelo menos a cada 2 anos, em mulheres de 50a 69 anos de idade (MS, 2004).Ensaios clínicos sugerem redução de 15% na mortalidade por câncer de mama emmulheres de 50 a 69 anos, rastreada pela mamografia combinada com exame clínico(MS, 2002).A faixa etária de 50 a 69 anos é definida como prioritária para programas organizadosde rastreamento populacional, para esse exame. A definição de faixa etária de risco nãoimpede a realização de mamografia fora da faixa etária estabelecida pelo indicador.UsosContribuir para avaliar a adequação do acesso a mamografias da população feminina nafaixa etária de 50 a 69 anos.Analisar variações geográficas e temporais no acesso a mamografias da populaçãofeminina na faixa etária de 50 a 69 anos, identificando situações de desigualdade etendências que demandem ações e estudos específicos.Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas voltadas para asaúde da mulher.Limitações 28 
  30. 30. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores O indicador avalia a oferta de exames de mamografia com base no número de examesfeitos e não no número de mulheres examinadas, podendo não retratar a real coberturada população alvo do rastreamento.FonteMinistério da Saúde - Sistema de Informações Ambulatorias (SIA)Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): Estimativas populacionais eCenso 2010 (Datasus)Método de CálculoNúmero de mamografias realizadas em mulheres residentes na faixa etária de 50 a 69anos, em determinado município e ano de realização x 100______________________________________________________________________População feminina nesta faixa etária, em determinado município e ano avaliadoNumerador: Tabela de Procedimentos Unificada do SIA e SIH, procedimento0204030188 mamografia bilateral para rastreamento, em mulheres residentes na faixaetária de 50 a 69 anos, em determinado município e ano de realização do exameDenominador: População feminina na faixa etária de 50 a 69 anos, em determinadomunicípio e ano analisado.Categorias Sugeridas para AnáliseUnidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde e municípiosDados Estatísticos e ComentáriosPercentual de mulheres de 50 a 69 anos que fizeram mamografia, Razão de exames de mamografia realizados em mulheres de 50 a 69 e a população da mesma faixa etária, segundo regiões, Brasil, 2008  e 2010‐11  29 
  31. 31. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores  Tempo decorrido desde o último exame - PNAD Saúde 2008 SIA a) Até 2 b) Mais de 2 c) Nunca Inadequado Razão anos anos fez (b+c) 2010_11 Região Norte 35.26 14.57 50.17 64.74 9.29 Nordeste 39.78 15.06 45.15 60.21 16.75 Centro- 52.38 16.44 31.19 47.63 12.81 Oeste Sudeste 63.77 18.13 18.09 36.22 25.27 Sul 55.09 16.73 28.17 44.9 32.54 Brasil 54.23 16.86 28.91 45.77 22.77Fonte: IBGE ‐ Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios ‐ PNAD ‐ Suplemento Saúde 2008; Ministério da Saúde ‐ Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA) Os dados da PNAD - Suplemento Saúde mostram que, no Brasil, em 2008, 54,23% dasmulheres de 59 a 69 anos fizeram um exame de mamografia nos últimos 2 anos.A região Sudeste é a que apresentou maior proporção, igual a 63,77%, a região Sul – foide 55, 09%. O Norte apresentou o resultado mais baixo, 35,26%.No pareamento dos dados da PNAD - Suplemento Saúde de 2008 e os dados do SIA de2010 e 2011 (cobertura em 2 anos), para o indicador Razão de exames de mamografiarealizados em mulheres de 50 a 69 e a população da mesma faixa etária, pode verificarque em torno de 23% dos exames são realizados no SUS, podendo-se inferir que emtorno de 30% dos exames são realizados através dos planos privados de saúde ou deforma particular (desembolso direto).Preocupante o fato da média, no Brasil, de não realização do exame e de realização emperíodos maiores que 2 anos, ter sido em torno de 46%, com destaque para região Norte(64%) e Nordeste (60%), percentuais muito elevados para a não realização de formaadequada desse exame básico de rastreamento do cancer de mama.Todos esses resultados estão abaixo do parâmetro definido para este indicador, que foide 70%.Parâmetro:70% das mulheres na faixa etária considerada com um exame a cada dois anos, ou seja,metade de 70% das mulheres com um exame por ano.Pontuação: 30 
  32. 32. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores Se o resultado é maior ou igual ao parâmetro, a nota é 10Se o resultado é menor que o parâmetro, a nota será um valor diretamente proporcionalao descréscimo do resultado em relação ao parâmetro. 31 
  33. 33. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores  Razão de exames citopatológicos do colo do útero em mulheres de 25 a 59 anos e a população da mesma faixa etáriaConceituaçãoRelação entre o número de exames citopatológicos do colo do útero realizados emmulheres de 25 a 59 anos residentes e a população feminina residente na faixa etária de25 a 59 anos, em determinado município e ano.InterpretaçãoExpressa a produção de exames citopatológicos do colo do útero (Papanicolau) napopulação alvo do rastreamento do câncer do colo do útero (população feminina de 25 a59 anos)O Instituto Nacional do Câncer recomenda que toda mulher que tem ou já teve vidasexual deve submeter-se ao exame preventivo periódico, especialmente as que têm entre25 e 59 anos. Inicialmente, o exame deve ser feito anualmente. Após dois examesseguidos (com um intervalo de um ano) apresentarem resultado normal, o preventivopode passar a ser feito a cada três anos1UsosContribuir para avaliar a adequação do acesso a exames preventivos para câncer do colodo útero da população feminina na faixa etária de 25 a 59 anos.Analisar variações geográficas e temporais no acesso a exames preventivos para câncerdo colo do útero da população feminina na faixa etária de 25 a 59 anos, identificandosituações de desigualdade e tendências que demandem ações e estudos específicos.Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas voltadas para asaúde da mulher.                                                            1 Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Coordenação dePrevenção e Vigilância. Parâmetros técnicos para programação de ações de detecção precoce do câncer da mama:recomendações para gestores estaduais e municipais / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, InstitutoNacional de Câncer, Coordenação de Prevenção e Vigilância. Rio de Janeiro: INCA, 2006.  32 
  34. 34. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores LimitaçõesO indicador avalia a oferta de exame citopatológico com base no número de examesfeitos e não no número de mulheres examinadas, podendo não retratar a real coberturada população alvo do rastreamento.Alguns cuidados devem ser observados na análise, pois uma razão elevada de examescitopatológicos na população alvo não significa necessariamente boa cobertura, mas acapacidade da rede de ofertar o exame. Para análise do resultado do indicador, seriainteressante obter informações sobre a periodicidade de realização do exame e/ou acobertura da saúde suplementar. Assim, será possível avaliar se parte significativa dasmulheres repete o exame fora da periodicidade normal e se parcela representativa dosexames em uma determinada localidade são feitos pelo sistema privado de saúde. Estasinformações complementares auxiliam a compreender o significado do resultado obtido.FonteMinistério da Saúde - Sistema de Informações Ambulatorias (SIA)Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): Estimativas populacionais eCenso 2010 (Datasus)Método de CálculoNúmero de exames citopatológicos do colo do útero em mulheres na faixa etária de 25 a59 anos, em determinado município, no período de 3 anos x 100______________________________________________________________________População feminina na faixa etária de 25 a 59 anos, em determinado município e anoNumerador: Tabela de Procedimentos Unificada do SIA e SIH, procedimento0203010019 - exame citopatológico cérvico-vaginal/microflora em mulheres na faixaetária de 25 a 59 anos, em determinado município e período analisado (3 anos em queexame foi realizado) 33 
  35. 35. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores Denomindador: População feminina na faixa etária de 25 a 59 anos, em determinadomunicípio e último ano do período analisado.Categorias Sugeridas para AnáliseUnidade geográfica: Brasil, estados, regiões de saúde e municípios.Dados Estatísticos e ComentáriosRazão de exames citopatológicos do colo do útero em mulheres de 25 a 59 anos e apopulação da mesma faixa etária segundo regiões, Brasil, 2008 a 2010 Tempo decorrido desde o último exame, PNAD Saúde 2008 SIA a) Até 3  b) Mais de 3  c) Nunca fez  Total inadequado  Razão 2008 ‐  Região  anos  anos  exame  (b+c)  2010  Norte  77,61  8,02  14,37  22,39  45,33  Nordeste  74,09  7,58  18,33  25,91  60,40  Sudeste  82,14  7,45  10,41  17,86  51,61  Sul  80,92  8,32  10,76  19,08  59,95  Centro‐ Oeste  79,11  7,33  13,56  20,89  53,89  Brasil  79,32  7,64  13,04  20,68  54,87 Fonte: IBGE - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD - Suplemento SaúdeMinistério da Saúde - Sistema de Informações Ambulatorias (SIA)Os dados da PNAD - Suplemento Saúde mostram que, no Brasil, em 2008, 79,32% dasmulheres de 25 a 59 anos fizeram um exame citopatológico de colo do útero nos últimos3 anos.A região Sudeste é a que apresentou maior proporção, igual a 82,14%, resultado muitopróximo ao da região Sul – 80,92%. O Nordeste apresentou o resultado mais baixo,equivalente a 74,09%.No pareamento dos dados da PNAD - Suplemento Saúde de 2008 e os dados do SIA de2008 a 2010, para o indicador Razão de exames citopatológicos do colo do útero emmulheres de 25 a 59 anos e a população da mesma faixa etária, pode verificar que emtorno de 55% dos exames são realizados no SUS, podendo-se inferir que em torno de24% dos exames são realizados através dos planos privados de saúde ou de formaparticular (desembolso direto).Relevante destacar que a média, no Brasil, de não realização do exame e de realizaçãoem períodos maiores que 3 anos foi em torno de 21%, um percentual ainda muito 34 
  36. 36. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores elevado para a não realização de forma adequada desse exame básico de rastreamentodo cancer de colo do útero.Todos esses resultados estão abaixo do parâmetro definido para este indicador, que foide 90%.Parâmetro do indicador:90% das mulheres na faixa etária considerada com um exame a cada três anos.Pontuação do indicador:Se o resultado é maior ou igual ao parâmetro, a nota é 10Se o resultado é menor que o parâmetro, a nota será um valor diretamente proporcionalao decréscimo do resultado em relação ao parâmetro. 35 
  37. 37. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores  Razão de procedimentos ambulatoriais selecionados de média complexidade e população residenteConceituaçãoRelação entre o número de procedimentos ambulatoriais selecionados, de médiacomplexidade, por 100 residentes, em determinado município, no período considerado.InterpretaçãoMede a relação entre a produção de procedimentos ambulatoriais selecionados de médiacomplexidade destinados a residentes, em um território, com financiamento pelo SUS ea população residente na mesma área geográfica, indicando o acesso obtido oucobertura realizada para tais procedimentos.Avalia “o SUS que atende os residentes de cada município brasileiro", quanto à atençãoespecializada ambulatorial de média complexidade, realizada tanto no própriomunicípio, quanto a que é encaminhada para outros municípios, polos de uma região, deum estado ou nacional.Os procedimentos selecionados não representam apenas o quantitativo produzido em si,mas toda linha de cuidado até a obtenção de tais procedimentos. A razão dessesprocedimentos habitante/ano, ao representarem a oferta realizada, indicam as facilidadesou problemas de acesso à atenção de média complexidade, em geral.Não leva em consideração a cobertura da população com planos privados de saúde paratais procedimentos, pois busca medir o quanto a produção do SUS é suficiente paraatender toda a população residente no município. Cotejar o resultado do indicador como indicador correlato de tais procedimentos para população com planos privados desaúde permite inferir o acesso da população coberta exclusivamente pelo SUS.Usos 36 
  38. 38. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores Analisar variações geográficas e temporais da produção de procedimentos selecionadosde média complexidade, identificando situações de desigualdade e tendências quedemandem ações e estudos específicos.Contribuir para avaliar a adequação do acesso à atenção ambulatorial de médiacomplexidade segundo as necessidades da população atendida.Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas públicas voltadaspara a assistência ambulatorial de média complexidade de responsabilidade do SUS.LimitaçõesO pressuposto de usar apenas procedimentos de média complexidade que continham osdados de residência do usuário restringiu a seleção de procedimentos que sãoregistrados no Boletim de Produção Ambulatorial Individualizada, forçando a seleçãode poucos procedimentos que podem não representar toda gama de procedimentos demédia complexidade e, portanto, não representem, de forma mais completa, aadequação da oferta à necessidade e o grau de acesso a tais procedimentos.FonteMinistério da Saúde. Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS), -Boletim de Produção Ambulatorial Individualizada.Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): Estimativas populacionais eCenso 2010 (Datasus)Método de CálculoO resultado desse indicador é obtido pela aplicação de dois métodos estatísticos, aomesmo tempo: a Padronização Indireta por Faixa Etária e Sexo (que diminui ainfluência das diferenças de faixas etárias e sexo existente nas populações dosmunicípios) e ajuste pelo Bayes Empírico (que reduz a brusca variação do resultado deindicadores em pequenas populações pelo acréscimo ou subtração de poucas unidadesno numerador), cuja fórmula simplificada pode ser representada pela seguinte equação: 37 
  39. 39. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores Resultado padronizado e ajustado do indicador = (RIE do município com ajuste peloBayes Empírico) X (Resultado médio do indicador nos municípios de referência).Para se chegar a essa equação é necessário:1- Calcular a Razão Informados Esperados - RIE do município = (Soma do número deprocedimentos ambulatoriais selecionados, de média complexidade produzidos pararesidentes do município e pagos pelo SUS, no período avaliado) / (Soma do número deprocedimentos ambulatoriais selecionados, de média complexidade, esperados para osresidentes no município, no período avaliado, caso esse município tivesse os mesmosresultados encontrados da razão média de procedimentos em cada faixa etária e sexo dapopulação exclusivamente SUS dos municípios de referência).Faixas etárias usadas para a padronização dos sexos feminino e masculino: Menor 1ano, 1 a 4 anos, 5 a 9 anos, 10 a 14 anos, 15 a 19 anos, 20 a 24 anos, 25 a 29 anos, 30 a34 anos, 35 a 39 anos, 40 a 44 anos, 45 a 49 anos, 50 a 54 anos, 55 a 59 anos, 60 a 64anos, 65 a 69 anos, 70 a 74 anos, 75 a 79 anos, 80 anos e mais.Razão Informados Esperados ou RIE é um correlato ao termo em inglês StandardizedIncidence Rate – SIR ou ao termo Standardized Mortality Rate – SMR.2- Calcular a RIE do município com ajuste pelo Bayes Empírico = (RIE do municípiosem ajuste X Fator de ajuste Bayes específico do município) + (RIE médio de todos osmunicípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o município)X (1 – Fator de ajuste Bayes específico do município).Fator de ajuste Bayes específico do município = fator calculado especificamente paracada município. Esse fator depende da dispersão dos valores dos resultados da RIE semajuste, entre todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a quepertence o município e aumenta progressivamente, de zero (0) a um (1), conformeaumenta o denominador da RIE (Número de procedimentos ambulatoriais selecionados,de média complexidade, esperados para os residentes no município). 38 
  40. 40. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores RIE média de todos os municípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira aque pertence o município = (Soma do número de procedimentos ambulatoriaisselecionados, de média complexidade, produzidos para residentes de todos osmunicípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o município,no período avaliado) / (Soma do número de procedimentos ambulatoriais selecionados,de média complexidade esperados, no período avaliado, para os residentes de todos osmunicípios do mesmo grupo homogêneo e região brasileira a que pertence o município)3- Calcular o resultado médio do indicador nos municípios de referência = (Soma donúmero de procedimentos ambulatoriais selecionados, de média complexidade, pagospelo SUS e produzidos para residentes dos municípios de referência, no períodoavaliado) / (Soma da população exclusivamente SUS de todos os municípios dereferência, do último ano do período avaliado, multiplicada pelo número de anos doperíodo avaliado).Municípios de referência = Municípios de Referência para os Parâmetros de Acesso àAtenção de Média a Alta Complexidade, isto é, grupo formado por municípios que dispõem deuma estrutura de sistema de saúde mais completa, de forma a evitar o viés dos baixos resultadosdos indicadores de acesso a Atenção de Média a Alta Complexidade devido à deficiência deoferta de serviços.População exclusivamente SUS = população do município da qual foi subtraída parcela dapopulação coberta por planos privados de saúde de cobertura ambulatorial e hospitalar. Essaparcela da população coberta por planos privados de saúde foi calculada segundo dados daAgência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, referente ao último ano do período avaliado.Categorias Sugeridas para AnáliseUnidade geográfica: Brasil, grandes regiões, estados, Distrito Federal, regiõesmetropolitanas e municípios das capitais.Dados Estatísticos e Comentários 39 
  41. 41. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores Em construçãoParâmetro:2,6 procedimentos por 100 habitantes = Média dos municípios de referência para osparâmetros de acesso à atenção ambulatorial e hospitalar de média a alta complexidade.Pontuação:Se resultado maior ou igual ao parâmetro, nota 10Se resultado menor que o parâmetro nota diretamente proporcional ao decréscimo doresultado em relação ao parâmetro.Procedimentos ambulatoriais selecionados, de média complexidade: procedimentos da Tabelade Procedimentos Unificada do SIA e SIH, tabulados segundo município de residência dopaciente, por sexo e faixa etária, em três (03) anos de atendimento:Critérios de seleção dos dadosAno de atendimento (seleção dos 03 anos do período avaliado)Faixas etárias = <1a, 1-4a, 5-9a, 10-14a, 15-19a, 20-24a, 25-29a, 30-34a, 35-39a, 40-44a, 45-49a, 50-54a, 55-59a, 60-64a, 65-69a, 70-74a, 75-79a, 80e+aCódigos dos procedimentos = 0201010151, 0201010160, 0201010585, 0201010607, 0201010666, 0202030059,  0202030237,  0202031080,  0203010043,  0203020014,  0205010032,  0405030045, 0405050097,  0405050100,  0405050119,  0405050151,  0405050372,  0409040240,  0409050083, 0506010023, 0506010031, 0506010040   40 
  42. 42. Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde ‐ Fichas Técnicas dos Indicadores  Razão de internações clínico-cirúrgicas de média complexidade e população residenteConceituaçãoNúmero de internações hospitalares clínico-cirúrgicas de média complexidade, nãopsiquiátricas e não obstétricas, por 100 residentes, em determinado município, noperíodo considerado.InterpretaçãoMede a relação entre o número de internações clínico-cirúrgicas de média complexidadedestinados a residentes, em um território, com financiamento pelo SUS e a populaçãoresidente na mesma área geográfica, indicando o acesso obtido ou cobertura realizadapara tais procedimentos hospitalares.Avalia “o SUS que atende os residentes de cada município brasileiro", quanto à atençãohospitalar de média complexidade, realizada tanto no próprio município, quanto a que éencaminhada para outros municípios, polos de uma região, de um estado ou nacional.Os procedimentos selecionados representam em média, as internações clínico-cirúrgicasde média complexidade necessárias às linhas de cuidado. A razão desses procedimentoshabitante / ano, ao representarem a oferta realizada, indicam as facilidades ou problemasde acesso à atenção hospitalar de média complexidade, em geral.O cálculo do indicador não leva em consideração a cobertura da população com planosprivados de saúde para tais procedimentos, pois busca medir o quanto a produção doSUS é suficiente para atender toda a população residente ,no município. Cotejar oresultado do indicador com o indicador correlato de tais procedimentos para populaçãocom planos privados de saúde permite inferir o acesso da população cobertaexclusivamente pelo SUS.Usos 41 

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