Projetos educativo e curricular do agrupamento 2011 13

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Projetos educativo e curricular do agrupamento 2011 13

  1. 1. PROJETO EDUCATIVO DE AGRUPAMENTO PROJETO CURRICULAR DE AGRUPAMENTO 2011/2013 Ao elaborarmos este documento, tivemos a pretensão de podermos, futuramente, criar estruturas e condições para que a Escola possa adotar, de uma forma progressiva e intrínseca, os seguintes princípios gerais de ação:  Uma Escola mais flexível, oferecendo percursos curriculares diversificados e ajustados às necessidades e aos interesses dos alunos;  Uma Escola mais heterogénea com capacidade para entender pessoas com culturas e estados diferentes, negociar e resolver conflitos com cenários complexos e problemáticos;  Uma Escola exigente com a inclusão, não desistindo nunca de qualquer aluno;  Uma “Escola de qualidade” que celebre a diversidade de todos os seus membros e a use como alavanca essencial da aprendizagem e vida na escola, ou seja: “O desafio é dar mais qualidade à quantidade e mais quantidade à qualidade”  Uma Escola atual, que responda às novas tendências, relativamente ao recurso às novas tecnologias da informação e da comunicação.Agrupamento de Escola D. Dinis Rua do Lobito 2675-511 Odivelas 219345300 219345308/9
  2. 2. 2
  3. 3. I NT R O DUÇ ÃO I NT R O DUÇ ÃO “ Uma escola que pensa é construída por pessoas que pensam ou aprendem a pensar. Aprender a pensar quer dizer literalmente manter uma discussão continua, um interrogar-se contínuo,” Malaguzzi O presente documento, constituído pela Parte I (Projeto Educativo de Agrupamento), Parte II(Projeto Curricular de Agrupamento) e Parte III (Avaliação) irá definir a política educativa para oAgrupamento, a adequação do Currículo Nacional ao currículo do Agrupamento e os modos deavaliação da sua implementação. É sua intenção promover a igualdade de oportunidades, valorizar a Educação e promover amelhoria da qualidade do ensino, sendo determinante dessa qualidade a promoção de uma escolademocrática inclusiva, orientada para o sucesso educativo de todas as crianças e jovens. Construir o Projeto Educativo de Agrupamento é assumir a autonomia que lhe é reconhecidacomo instituição. É refletir e identificar problemas, debater decisões, avaliar resultados, mobilizar-seem torno de objetivos comuns, tendo em vista a qualidade educativa. O atual Projeto Educativo, que partiu de um trabalho prévio de avaliação do projeto educativoanterior, é um instrumento estratégico que consagra a orientação educativa do Agrupamento,elaborado e aprovado pelos órgãos de administração e gestão para um horizonte de três anos, noqual se explicitam os princípios, os valores, as metas e as estratégias segundo as quais oAgrupamento se propõe cumprir a sua função educativa. A sua construção considerou a caracterização da Escola e do meio envolvente e os recursosexistentes, tendo sido definidos um conjunto de princípios, finalidades, objetivos gerais, áreasprioritárias de intervenção, assim como as estratégias de operacionalização. Nele se enfatizam as ideias fundamentais que constituem a Visão Estratégica e a Missão doAgrupamento. Nesta conformidade, o PEA deverá ser também entendido como um instrumento dinâmico eflexível, ajustável às constantes mutações que a sociedade vive, de forma a dar resposta aos novosdesafios que permanentemente se colocam. O Projeto Curricular de Agrupamento articula-se com o Projeto Educativo do Agrupamento econstitui a matriz para a elaboração dos Projetos Curriculares de Turma, definindo as prioridadescurriculares. Nesse contexto, importou planear um sistema de educação flexível pautado por uma visão globalde articulação curricular integrada, que permitirá responder à diversidade de características enecessidade de todos os alunos. 3
  4. 4. P ARTE I P ARTE I PROJECTO EDUCATIVO DE AGRUPAMENTO PROJECTO EDUCATIVO DE AGRUPAMENTOI Missão, Visão e Valores do Agrupamento "O Saber e o Sentir NUM MUNDO EM MUDANÇA" "Conduzir a criança tão longe quanto lhe permitam as suas aptidões, considerada a necessidade de construir o futuro das sociedades democráticas, e cada vez mais pluralistas, sobre os múltiplos e variados talentos dos jovens". talentos dos jovens". O nosso Projeto Educativo defende um processo de ensino e aprendizagem centrado no aluno, querespeite as circunstâncias sociais e culturais, assumindo-se como principal destinatário e toda a razãode ser do processo de ensino e aprendizagem. Deverá o aluno, ao longo do seu percurso escolar,consciencializar-se de que é imprescindível a sua participação ativa e responsável na construção da suaformação enquanto cidadão livre numa sociedade aberta, democrática e em constante mutação. Estaconsciencialização deverá desencadear mecanismos de envolvimento/responsabilização formal dospais e encarregados de educação. O Projeto Educativo vem nortear o Agrupamento no sentido desenvolver a sua ação educativa combase num conjunto de princípios/valores definidores de uma formação integral e harmoniosa dosalunos, potenciando a formação de cidadãos autónomos, responsáveis, tolerantes e solidários. Assim, tem sido esta a temática dos nossos últimos Projetos Educativos; acreditarmos que são estesos grandes pilares da formação dos jovens; a nossa atuação junto dos alunos apoia-se na transmissãodo conhecimento – “Conteúdos” e do saber/ser, saber/estar e saber/crescer - “Educação para aCidadania”, tendo como visão “Uma Escola para Todos!” O reconhecimento da escola como centro privilegiado de instrução mas também de formação paraa cidadania, justifica a eleição dos seguintes valores como norteadores do presente Projeto: Democracia - Justiça - Solidariedade – Tolerância e Igualdade de Oportunidades Assim, são valores a defender pela nossa escola: O saber; A pessoa; A liberdade; A justiça; A cidadania; O respeito e a aceitação do outro e das suas diferenças; A aprendizagem ao longo da vida; A qualidade do serviço educativo. 4
  5. 5. Foram definidas as seguintes Prioridades Educativas:Cultura de Escola para Todos Estimular uma ação educativa motivadora e diversificada capaz de conduzir ao sucesso respeitando a individualidade dos alunos; Valorizar a Língua Materna; Desenvolver a capacidade de raciocínio Matemático; Promover a capacidade de utilizar os saberes em situações reais, de forma independente e autónoma; Adquirir os saberes científicos e tecnológicos necessários à sua eficaz integração na sociedade; Potenciar as metodologias da diferenciação pedagógica para uma Escola verdadeiramente inclusiva.Cultura de Escola para os Valores Incutir a noção de Saber Ser e Estar na Escola e em Sociedade; Desenvolver a capacidade de se afirmar como ser responsável, solidário, tolerante e autónomo; Transmitir os valores fundamentais e regras de conduta no campo da sexualidade, numa perspetiva da Educação para os Afetos; Consciencializar para a necessidade de se preservar o património histórico e ambiental;Cultura de Trabalho Colaborativo Promover nos alunos a dinâmica de grupo, a entreajuda, e o espírito crítico; Estabelecer uma relação pedagógica assente na confiança, na reciprocidade, no diálogo e na partilha; Assegurar a articulação vertical e horizontal dos conteúdos disciplinares, em trabalho corroborativo/cooperativo entre professores; Construir os PCT num esforço conjunto e concertado entre todos os elementos/partes envolvidas; Responsabilizar os Pais e Encarregados de Educação pelo cumprimento dos deveres escolares dos seus educandos, atuando construtivamente, de modo sistemático e incutindo-lhes o respeito pela instituição Escola e seus representantes. Deste modo, as nossas Metas são: Garantir o sucesso a todas as crianças; Garantir elevada qualidade na prestação do serviço educativo; Prestar serviços de apoio de alta qualidade para garantir o sucesso de todos os alunos; Desenvolver competências sociais e éticas nos alunos; Fortalecer e criar parcerias educativas importantes para a escola; Criar, na escola, uma cultura de melhoria com a busca constante da qualidade da organização. 5
  6. 6. II Breve Contextualização Geográfica, Socioeconómica e CulturalConcelho de Odivelas O Concelho de Odivelas é um dos mais novosconcelhos de Portugal (Dec. Lei nº84/98 de 14 deDezembro). Localizado no distrito de Lisboa, écomposto por sete freguesias: Caneças, Famões,Odivelas, Olival Basto, Pontinha, Póvoa de St.ºAdrião e Ramada. A partir da década de 50 do século XX, iniciou-se o êxodo rural para os grandes centros urbanos eOdivelas viu os seus campos serem invadidos porconstruções para indústria, comércio e acima detudo para habitação o que levou a um crescimentodesordenado. De aldeia passou a vila a03.04.1964; em 13.07.1990 foi elevada à categoria de cidade; em 19.11.1998 tornou-se a sede de umnovo Município. O comércio está em franco desenvolvimento, sendo diversificada a oferta. O nívelsocioeconómico da população é médio embora existam famílias desestruturadas e carenciadas. A rede de transportes públicos é razoável. Ainda assim, o trânsito e a falta de lugares paraestacionamento são um dos grandes problemas da cidade. A elevação desta freguesia a sede de um novo concelho veio dar uma nova dinâmica àautarquia não só com a instalação de novos equipamentos como na resolução mais célere de muitosproblemas inerentes à vida em sociedade, nomeadamente no que toca no apoio às escolas. As atividades económicas existentes são sobretudo o comércio e os serviços, tendo-seassistido nos últimos anos a um “boom” de construção de grandes e médias superfícies comerciais quetêm contribuído para uma acentuação da descaracterização do meio, cuja história, costumes etradições se têm diluído, à semelhança do que tem ocorrido em todas as áreas limítrofes dasmetrópoles do mundo ocidental. Na população residente há uma percentagem substancial que é natural de outras regiões dopaís ou descende delas. É de salientar o número crescente de população imigrante, oriunda numa faseinicial, essencialmente dos PALOP. Atualmente a diversidade dos países de origem é enorme: Brasil,China, países de Leste, Índia, Paquistão, etc. A estas novas características demográficas tem-se aliadoa crescente precariedade da economia e dos vínculos laborais, assim como a consequente segregaçãoe o risco de conflitualidade. Apesar das associações culturais e desportivas locais oferecerem já um leque diversificado deatividades, as mesmas têm-se revelado ainda insuficientes para abarcarem/ cativarem tão vasto lequesociocultural. Saliente-se os esforços evidentes da Autarquia, através da construção de espaçosvocacionados para a ocupação dos tempos livres dos jovens e através de uma agenda cultural dequalidade dirigida aos diferentes grupos etários, com destaque para a Municipália, Espaço Jovem eBiblioteca D. Dinis. O concelho de Odivelas revela lacunas ao nível de espaços verdes propícios à práticadesportiva. 6
  7. 7. III Caracterização dos Espaços Físicos do AgrupamentoLOCALIIZAÇÃO GEOGRÁFIICALOCAL ZAÇÃO GEOGRÁF CA EB1 Maria Lamas A Escola EB1 Maria Lamas situa-se na Cidade de Odivelas, zona urbana a Norte de Lisboa. Apopulação é formada na sua maioria por habitantes de médio e baixo poder económico, oriunda amaior parte do meio rural nas décadas de 60 e 70, tendo-se verificado a partir da década de 80 umgrande fluxo de imigrantes do continente africano e asiático e mais recentemente dos países do lesteeuropeu. As profissões predominantes da população são: funcionários públicos, operários nãoespecializados, comerciantes, empregados domésticos, profissões liberais. Os equipamentossocioculturais oferecidos pela Comunidade revelam-se insuficientes para as necessidades do meio, peloque as atividades existentes na Escola são fundamentais para a ocupação do tempo pós-escolar,sobretudo para as crianças mais desfavorecidas economicamente que ficam entregues a si próprias,após o horário escolar. A Escola EB1 Maria Lamas situa-se na Rua do Espírito Santo n.º 14, integrada numa das zonasmais antigas da cidade. Central na sua localização, serve a população das ruas contíguas bem comoalunos oriundos do bairro da Serra da Luz e do Vale do Forno. Desde Janeiro de 2002, a escola é composta por dois edifícios principais com dois andares eduas alas: um de plano centenário, que comporta oito salas de aula, e um moderno, ligado ao edifícioantigo, com: 6 Salas de aula, uma das quais a funcionar como mediateca/biblioteca 3 Complexos sanitários femininos e masculinos; 1 Complexo sanitário para deficientes; 1 Arrecadação. No exterior, num edifício lateral, com: 2 Salas funcionando uma como gabinete da direção/secretaria e outra como sala de professores; 2 Instalações sanitárias para adultos. Num edifício contíguo a este funciona o refeitório que serve refeições a mais de metade darespetiva população escolar. Esta escola funciona em regime normal, das 9h00m – 12h00m e das 13h30m – 15h30m. Das15h45m até às 18h15m decorrem as A.E.C.. 7
  8. 8. Jardim de Infância O Jardim de Infância situa-se no mesmo espaço da Escola Básica EB1 Maria Lamas emOdivelas, tendo sido criado segundo a portaria de criação de Jardins de Infância 1046-A de31/08/2001, e entrado em funcionamento em Abril de 2002. É composto por: 2 Salas de atividades; 2 Casas de banho para as crianças; 1 Arrecadação; 1 Pequeno gabinete; 1 Hall de entrada. O recreio exterior situa-se nas traseiras do edifício, destinado ao Jardim de Infância, ondeexiste equipamento lúdico para o lazer das crianças. Existe, ainda uma pequena zona exterior coberta.A sala de professores, a casa de banho dos adultos e o refeitório são comuns à Escola Básica e aoJardim de Infância. Funciona em regime normal com o horário das 9.00h às 15.00h. A Componente de Apoio àFamília (CAF) funciona numa sala da EB1 com o seguinte horário: 07h30m – 09h00m e das 15h00m –19h00m. 8
  9. 9. EB1 Rainha Santa A Escola EB1 Rainha Santa situa-se numa zona urbana, concretamente na Rua Antero deQuental, num bairro denominado Patameiras, freguesia de Odivelas. O Bairro das Patameiras ficalocalizado no extremo sudoeste da Cidade de Odivelas podendo-se aceder através de um nó da CRILIC17 (A36 Auto Estrada) - Odivelas Oeste ou das Patameiras. Dispõe de Delegação da Junta deFreguesia de Odivelas, da Igreja da Divina Misericórdia e ainda o Cemitério de Odivelas, emborahabitualmente este seja erradamente localizado no bairro limítrofe dos Pombais. A denominação"Patameiras" poderá referir-se à existência, em tempos idos, de terrenos pantanosos (Patameiras) nazona baixa, onde hoje corre o Rio da Costa, e onde foi construído um troço da CRIL. São associaçõesdesportivas e recreativas dignas de registo: Os Leões Futebol Clube, O Clube Atlético das Patameiras ea AMOP (Associação Social de Moradores do Bairro das Patameiras). Dada a construção recente (e que ainda decorre) da Urbanização das Colinas do Cruzeiro, degrande dimensão, situada nos limites entre Arroja e Patameiras/Pombais, surge como hipótesealternativa a criação de uma freguesia de Arroja e Patameiras/Pombais, que poderá mais tarde serdividida. É uma escola de tipo P3, constituída por: 8 Salas de aula de média dimensão, 1 Sala polivalente que funciona como refeitório e ginásio; 1 Cozinha; 1 Gabinete para as auxiliares de ação educativa e de prestação de primeiros socorros; 2 Salas pequenas que servem para Apoio Educativo/ Atividades Pedagógicas; 8 Instalações sanitárias para crianças; 2 Instalações sanitárias para professores e 1 para as auxiliares de ação educativa; 4 Zonas sujas (para expressão plástica); 3 Arrecadações; Balneários/vestiários (desativados). No exterior da escola existem: 2 Alpendres; 1 Logradouro; No pátio encontra-se desenhado um mini campo de futebol e alguns jogos tradicionais; Um chafariz; Pequeno espaço ajardinado. Esta escola funciona em regimeduplo: das 08h15m – 13h15m (turno damanhã) 13h30m – 18h30m (turno datarde). As A.E.C. decorrem em simultâneocom as aulas. 9
  10. 10. EB 2,3 dos Pombais Esta Escola é sede do Agrupamento, ficando próxima das outras escolas que o integram. Ficalocalizada no centro da cidade de Odivelas, na Rua do Lobito, no bairro dos Pombais. A escola é constituída por quatro blocos distintos (A, B, C e D), possuindo uma portaria juntoao portão principal, um portão secundário, balneários, dois campos de jogos e espaços livresdescobertos.Bloco A – essencialmente serviços Piso térreo Secretaria (uma sala de arquivo) PBX Gabinete médico Sala de professores Sala de trabalho dos diretores de turma Sala de trabalho dos Departamentos Gabinete do Conselho Executivo Gabinete da chefe do pessoal auxiliar de ação educativa Reprografia Arrecadação do arquivo morto Instalações sanitárias para professores e pessoal não docente Primeiro piso Biblioteca Sala de aula de Educação Musical Sala multimédia (sala de aula de TIC) Gabinete dos serviços de Psicologia e Orientação Cantinho do Estudo Um gabinete de trabalho para professores Gabinete do Departamento de Educação Especial Anexo bibliotecaBloco B – bloco de aulas Rés-do-chão Duas salas de aulas de Educação Visual e Tecnológica e de Educação Tecnológica Duas salas de Educação Visual Instalações sanitárias para alunos Uma arrecadação 10
  11. 11. Primeiro piso Seis salas de aulas Uma sala de trabalho adaptada a sala de aula Um gabinete pequeno Duas arrecadaçõesBloco C – bloco de aulas Rés-do-chão Uma sala de aula de Educação Visual e Tecnológica e de Educação Tecnológica Uma sala de aula de Educação Visual e Tecnológica e de Educação Tecnológica adaptada para aulas práticas de Educação Física Uma sala de aula grande adaptada a Laboratório de Ciências Físico--Químicas Uma sala de aula grande adaptada a Laboratório de Ciências Naturais e da Natureza Instalações sanitárias para alunos Uma arrecadação Primeiro piso Cinco salas de aulas Duas salas de trabalho adaptadas a salas de aulas Duas arrecadaçõesBloco D – um só piso Sala de alunos (equipada com mesas e cadeiras, cabides, televisão e material para a prática de ténis de mesa) Bufete Papelaria Arrecadação do bufete Instalações sanitárias para alunos Cacifos para alunos Gabinete para Clube de Rádio (espaço improvisado) Sala de aulas práticas de Educação Física (espaço improvisado) Sala de pessoal auxiliar de ação educativa Refeitório Cozinha (inclui copa; despensa, sala de pessoal de cozinha e respetivas instalações sanitárias) Balneários – um só piso Balneários femininos e masculinos 11
  12. 12. Gabinete de trabalho para professores de Educação Física e respetivas instalações sanitárias Arrecadação de ferramentasCampos de jogos Dois campos de jogos descobertos, com marcações e equipamentos para a prática de futebol,de andebol e de basquetebol, tendo o maior (relva sintética) 1200m2 (40m x30m) e o menor 800m2(20mx40m).Espaços livres Entre os blocos existem alguns espaços livres descobertos destinados a área de lazer dosalunos. Quando as condições atmosféricas o permitem, funcionam nesses espaços duas esplanadascom mesas, cadeiras e chapéus-de-sol. Os espaços livres encontram-se praticamente todos ajardinados ou com plantações deárvores. Junto ao bloco D existe um espaço coberto por um telheiro, equipado com uma mesa de ping-pong. 12
  13. 13. IV CARACTERIZAÇÃO HUMANA DO AGRUPAMENTO ESTRUTURAS EDUCATIVAS E SERVIÇOS C O N S ELH O G ER A L EF ET I V O C O N S ELH O G ER A L EF ET I V O Representantes da Direção Representantes da Direção NOME NOME CARGO CARGOAna Manuela Gralheiro Diretora do Agrupamento Representantes do Pessoal Docente Representantes do Pessoal Docente NOME NOME ESCOLA/NÍÍVEL DE ENSIINO ESCOLA/N VEL DE ENS NOIsabel Pereirinha Teixeira (Presidente) EB1-RS/1º cicloFernanda Maria Fernandes EB23Pombais/3º cicloJoão Gil Dias Bento EB23Pombais/2º cicloLídia Maria Vala C. Morais EB1JIMaria Lamas/JILuísa Paula Maia Silvestre EB23Pombais/2º e 3º cicloMaria do Rosário Rodrigues Martins EB23Pombais/2º cicloMaria do Soledade Pardal EB23Pombais/3º cicloPaula Cristina P. Martins EB1-RS/1º ciclo Representantes do Pessoal Não Docente Representantes do Pessoal Não Docente NOME NOME CARGO CARGO EFECTIVOS Maria Adelaide C. S. Fernandes Assistente Operacional/Rainha Santa Maria Helena D. P. Fernandes Assistente Administrativa/Pombais 13
  14. 14. Representantes dos Encarregados de Educação Representantes dos Encarregados de Educação NOME NOME CARGO CARGO Por nomear Presidente Assoc. Pais Mª Lamas Paula Alexandre Assoc Pais Mª Lamas EFETIVOS Patrícia Aniceto Assoc. Pais Rainha Sta. Esmeralda Caçador. Presidente Assoc. Pais Rainha Sta. Inocência Pinto Presidente Assoc. Pais Pombais NOME NOME CARGO CARGO Suplentes Carmo Talento Assoc. Pais Rainha Sta. Representantes do Município Representantes do Município NOME NOME CARGO CARGO Maria Fernanda Franchi Vereadora do pelouro da Educação EFECTIVOS Maria Margarida de Freitas Diretora do Departamento Sociocultural Isabel Dias Técnica Superior Chefe de Divisão de Planeamento e Gabriel Caetano Intervenção Socioeducativa* SUPLENTES Paula Freitas Técnica Superior* Paula Reis Técnica Superior** Para efeitos de representação, os membros suplentes podem a qualquer momento substituiros membros efetivos sem outras formalidades 14
  15. 15. Representantes da Comunidade Local Representantes da Comunidade Local NOME NOME CARGO CARGO Conservatório D. Carlos Manuel Gonçalves Gomes Diretor do Conservatório de Música D. Dinis Dinis Ana Maria de Magalhães Geraldo Diretora Pedagógica Presidente do Conselho de Administração da Rui do Nascimento Municipália Municipália EM Cristina Soares Jurista da Municipália EMEscolaAgrícola D. José Aires Director Escola Agrícola D. Dinis - PaiãDinis - Paiã DIREÇÃO DIREÇÃO Diretora Ana Manuela Marques da Costa Gralheiro Subdiretora Rosa Maria Magalhães Gouveia Anjos Carla Alexandra Diogo de Faria Adjuntos António Daniel dos Santos Pereira Assessor Carlos Alberto da Conceição Neves 15
  16. 16. CONSELHO PEDAGÓGICO CONSELHO PEDAGÓGICO REPRESENTANTE REPRESENTANTE Nome N o me Cargo Cargo Direção Executiva Ana Gralheiro Diretora do Agrupamento Maria Toricas Coord. Dep. Línguas Mª Fátima Rebelo Coord. Dep. Ciências Humanas e Sociais Mª Angelina Tiago Coord. Dep. Matemática e Ciências Experimentais Fernando Louro Coord. Dep. Expressões Margarida Rapoula Repres. Educação Especial Mª José Batista Coord. Dep. 1º CEB Pessoal Docente Susana Rodrigues Coord. Ano Ana Teresa Marques Coord. Dep. Pré-Escolar Rosa Fernandes Coord. Diretores Turma Nair Santos Coord. Plano Tecnológico Fernanda Jacinto Coord. BE/CRE Otília Santos Coord. De Projetos SPO Mª José Inácio Psicóloga Pessoal Não Docente Vitória Ganito Serviços Administrativos* Para efeitos de representação, os membros suplentes podem a qualquer momento substituir os membrosefetivos sem outras formalidades COORDENADORA TÉCNICA E ENCARREGADA COORDENADORA TÉCNICA E ENCARREGADA OPERACIONAL OPERACIONALCoordenadora Técnica Maria Helena Dias Pereira FernandesEncarregada Operacional Emília Henriques Ferreira Pedrosa 16
  17. 17. PESSOAL DOCENTE PESSOAL DOCENTE 2011/2012 2011/2012  Total de educadores e de professores do Agrupamento Educadores de Professores de Professores de Professores de Educação TOTAL Infância 1º CEB 2º CEB 3º CEB Especial 3 36 25 39 6 109  Situação profissional Educadores Professores Professores Professores Educação TOTAL de Infância de 1º CEB de 2º CEB de 3º CEB Especial PQA 3 26 11 25 2 67 PZQ 0 8 0 2 0 10 Contratado 0 2 14 12 4 32 TOTAL 3 36 25 39 6 109  Idade Educadores de Professores de Professores de Professores de Educação TOTAL Infância 1º CEB 2º CEB 3º CEB Especial< 25 anos 0 0 0 0 0 025-34 anos 0 2 2 12 3 2135-44 anos 2 16 11 10 1 4045-54 anos 0 14 4 16 2 36 55 ou + 1 4 8 1 0 14  Sexo Educadores Professores Professores Professores Educação TOTAL de Infância de 1º CEB de 2º CEB de 3º CEB Especial Feminino 3 33 21 35 6 98 Masculino 0 3 4 4 0 11 17
  18. 18. PESSOAL NÃO DOCENTE PESSOAL NÃO DOCENTE 2011/2012 2011/2012 Idade Assistentes Técnicos Assistentes SPO Total Técnicos Especializados Operacionais <25 anos 0 0 0 2 2 25 a 34 anos 0 1 0 4 5 35 a 44 anos 0 2 0 4 6 45 a 54 anos 1 3 0 20 24 ≥ 55 anos 0 0 0 10 10 Vínculo Serviço de Assistentes Técnicos Assistentes Psicologia e Total Técnicos Especializados Operacionais Orientação R.C.T.F.P. 1 6 0 34 41 C.I.T. 0 0 0 0 0 Termo Certo 0 0 0 6 6 Total 1 6 0 40 47 Habilitações Assistentes Técnicos Assistentes SPO Total Técnicos Especializados Operacionais 1º CEB 0 0 0 8 8 2º CEB 0 0 0 5 5 3º CEB 0 0 0 22 22 Secundário 0 5 0 4 9 Bacharelato 0 0 0 0 0 Licenciatura 1 1 0 1 3 Outras 0 0 0 0 47 18
  19. 19. ALUNOS ALUNOS 2011/2012 2011/2012Ensino Pré--EscolarEnsino Pré Escolar Número de alunos do Jardim de Infância, por sala TOTAL Sala 1 25 Sala 2 201º Ciclo1º Ciclo Número de alunos por escola e por ano Escolas 1º Ano 2º Ano 3º Ano 4º Ano TOTAL Escola EB1/JI Maria Lamas 78 71 75 84 308 Escola EB1 Rainha Santa 72 71 62 87 292 TOTAL 150 142 137 171 600 Número de alunos por ano e por idade Ano de 6 anos 7 anos 8 anos 9 anos 10 anos 11 anos ≥12 anos TOTALescolaridade 1º Ano 143 6 - - - - 1 150 2º Ano 1 138 2 1 - - - 142 3º Ano - - 129 6 1 1 - 137 4º Ano - - 1 137 21 9 3 171 Total 144 144 132 144 22 10 4 600 19
  20. 20.  Taxa de Sucesso 1ºCiclo Ano Letivo Ano Letivo Ano Letivo Ano Letivo Ano Letivo 2006/2007 2007/2008 2008/2009 2009/2010 2010/2011 N. Alunos inscritos (i) 558 574 550 576 600Número de alunos que transitaram de 502 498 524 549 579 ano (t) Taxa de Sucesso (t/i) 90% 86,8% 85,2% 95,3% 95,7%  Taxa de Abandono Escolar 1ºCiclo Ano Letivo 1.ºAno 2.ºAno 3.º Ano 4.º Ano 2006/2007 0% 1,5% 0% 1,4% 2007/2008 0% 0,8% 0,7% 1,3% 2008/2009 0% 0% 0% 0% 2009/2010 0,7% 0% 0% 0% 2010/2011 0% 1,3% 0% 1,2% 2º Ciclo 2º Ciclo  Número de alunos por ano e por idade Ano Letivo 2011/2012 Idades Ano de TOTAL escolaridade 9 anos 10 anos 11 anos 12 anos 13 anos ≥14 anos 5º Ano 22 103 18 5 3 3 154 6º Ano - 27 66 22 16 6 137 Total 22 130 84 27 19 9 291 20
  21. 21.  Taxa de Sucesso 5.º Ano 6.º Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11N. Alunos inscritos (i) 126 106 140 128 137 109 131 104 139 147Número de alunos que 108 82 128 117 127 99 102 98 114 132transitaram (t)Taxa de Sucesso (t/i) 85,7% 77,4% 91,4% 91,4% 92,7% 90,8% 77,9% 94,2% 82% 89,8% Taxa da Qualidade do Sucesso 5.º Ano 6.º Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11N. Alunos inscritos (i) 126 106 140 128 137 109 131 103 139 147Número de alunos quetransitaram sem 61 47 73 66 80 55 56 49 64 62negativas (t)Taxa de Sucesso (t/i) 48,4% 44,3% 52,1% 51,6% 58,4% 50,5% 42,7% 47,6% 46% 42,3% Taxa de Abandono Escolar 2ºCiclo Ano Letivo 5º Ano 6º Ano 2006/2007 2,9% 0% 2007/2008 3,5% 4,1% 2008/2009 0% 1% 2009/2010 0% 0% 2010/2011 0,7% 0%3º Ciclo3º Ciclo 21
  22. 22.  Número de alunos por ano e por idade Ano Letivo 2011/2012 Idades Ano de escolaridade TOTAL 11 Anos 12 Anos 13 Anos 14 Anos 15 Anos ≥16 Anos 7º Ano 18 62 31 11 10 6 138 8º Ano 13 55 21 8 8 105 9º Ano 11 41 19 10 81 Total 18 75 97 73 37 24 324  Taxa de Sucesso 7º Ano 8º Ano 9º Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11N. Alunosinscritos (i) 114 107 127 120 140 121 93 89 118 96 94 99 76 94 99Número dealunos que 97 68 101 87 99 102 78 70 95 77 66 84 55 66 84transitaram (t)Taxa de 85,1% 63,6% 79,5% 72,5% 70,7% 84,3% 83,9% 75,3% 80,5% 80,2% 70,2% 84,8% 72,4% 70,2% 84,8%Sucesso (t/i)  Taxa da Qualidade do Sucesso 7º Ano 8º Ano 9º Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Ano Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo Letivo 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11N. Alunos inscritos (i) 114 107 127 120 140 121 93 89 118 96 94 99 76 55 85Número de alunosque transitaram sem 36 27 33 36 52 32 25 17 27 27 21 39 24 21 21negativas(t)Taxa de Sucesso (t/i) 31,6% 25,2% 26% 30% 37,1% 26,4% 26,9% 19,1% 22,9% 28,1% 22,3% 39,4% 31,6% 38,2% 24,7% 22
  23. 23.  Taxa de Abandono Escolar 3ºCiclo Ano Letivo 7º Ano 8º Ano 9º Ano CEF 2006/2007 4,7% 3,7% 5,8% 0% 2007/2008 4,8% 2% 0,8% 0% 2008/2009 0% 0% 0% 0% 2009/2010 0,8% 0% 1,8% 0% 2010/2011 0,7% 1,0% 1,2% 6,1%V Diagnóstico da Situação do Agrupamento Baseado nos levantamentos levados a cabo pela Direção Executiva, Diretores de Turma,Observatório da Qualidade, Projeto SEI! ODIVELAS, Professores e Educadoras, Associações de Pais eEncarregados de Educação, Pessoal não Docente e Autarquia, diagnosticaram-se os seguintes aspetos:Vertente Socioeconómica, Cultural e Pedagógica  Elevado número de alunos com poucos hábitos de trabalho;  Alheamento dos Encarregados de Educação face à vida da escola;  Défice de conhecimento dos valores culturais da região;  Aumento do número de casos de comportamentos desajustados;  Situações de exclusão social;  Multiculturalidade;  Baixas expectativas dos alunos relativamente ao seu futuro profissional;  Degradação social e económica das famílias;  Aumento de situações de desestruturação familiar.Vertente dos Espaços Físicos e Equipamentos  Escola E.B.2.3 dos Pombais Ausência de ginásio e/ou pavilhão desportivo/multiusos; Escassez de salas de aula; Ausência de gabinetes de trabalho para os docentes; As áreas verdes e expectantes são amplas, não sendo possível a gestão das mesmas só com os recursos do Agrupamento. O recurso a parcerias com a Autarquia têm sido importantes, contudo tem um carácter pontual e descontinuado.  Jardim de Infância Número de salas extremamente reduzido, para a crescente procura que se tem registado nos últimos anos (atualmente dispomos apenas de 2 salas, com cinco anos de idade já completos. A lista de espera ultrapassa a meia centena); Ausência de espaço para o desenvolvimento da Componente à Família. 23
  24. 24.  Escola EB1 Maria Lamas Ausência de sala para atendimento aos Pais e Encarregados de Educação; Ausência de sala para Biblioteca/ Mediateca; Internet em todas as salas.  Escola EB1 Rainha Santa Ausência de salas para atendimento aos Encarregados de Educação; Internet em todas as salas; Ausência de uma zona coberta para os dias de chuva.Vertente Segurança e Higiene Ausência de Gabinete médico nas Escolas EB1 Maria Lamas e Rainha Santa; Pavimento com acentuado declive, em mau estado de conservação e/ou com desníveis que suscitam quedas (Maria Lamas); Pavimentos com desníveis, tacos soltos, revestimentos deslocados, etc. (Maria Lamas); Portas em vias de evacuação sem abertura no sentido da saída e/ou sem barras antipânico (Maria Lamas); Portas totalmente envidraçadas em corredores e/ou entradas de grande movimento sem vidro temperado e/ou sem sinalização visual (Maria Lamas); Corredores sem largura mínima de 1,60m e/ou com zonas de estrangulamento (Maria Lamas); Sinalização de emergência inexistente, mal localizada e/ou saídas de emergência obstruídas (Maria Lamas); Revestimentos em mau estado de conservação e/ou de higiene (paredes, pavimentos e tetos) (Maria Lamas); Dispositivos de proteção que impedem a incidência direta da radiação solar inexistentes, em mau estado de conservação e/ou de higiene (estores, persianas, cortinados, etc.) (Maria Lamas); Janelas em mau estado de conservação e/ou funcionamento (Maria Lamas); Campo de Jogos com pavimento em mau estado de conservação e/ou com superfície inadequada (cimento, gravilha, alcatrão) (Maria Lamas); Recreio com ausência de área coberta (Maria Lamas); Superfície de impacto inadequada no espaço do recreio (Rainha Santa); Acessibilidade inadequada a todos os espaços da escola (rampas ou outros sistemas para pessoas com mobilidade condicionada) (Rainha Santa); O portão principal da escola comunica diretamente para a rua/estrada (sem barreira de proteção) (Rainha Santa); Escada com conceção suscetível de provocar lesões (corrimão com arestas vivas e/ou utilizável como escorrega) (Rainha Santa); Varandas sem proteção (Rainha Santa); Sinalização de emergência inexistente (Rainha Santa); Lâmpadas sem dispositivos de proteção (Rainha Santa); Salas de aula com sinais evidentes de humidade (Rainha Santa). 24
  25. 25. Em nenhuma das escolas há rampas e/ou outras estruturas adaptadas para deficientes fiscos, ao nível da mobilidade; Nenhum dos edifícios do Agrupamento está equipado de forma a corresponder às atuais exigências de eficácia energética. A ausência de vidros duplos e estores traduz-se em condições térmicas extremas: verões muito quentes e invernos muito frios; As infraestruturas elétricas e de saneamento básico são completamente desajustadas e anacrónicas, criando frequentemente problemas e custos excessivos. O número reduzido de assistentes operacionais traduz-se numa vigilância precária dos recreios, potenciando situações de risco (acidentes) e agressões, sendo necessária uma mediação imediata de conflitos. É neste quadro diagnóstico que se justificam as metas que foram definidas, no sentido deresolver os problemas com que o Agrupamento se depara e prosseguir a sua tarefa de prestação de umserviço público de qualidade.VI Definição de Metas Pelo exposto, considera-se fundamental/indispensável a implementação das seguintes metas:Promoção de uma Liderança/Governança Democrática Flexibilidade organizacional; Participação de todos os atores e parceiros educativos; Promoção de uma cultura de escola inclusiva; Responsabilização dos órgãos e atores educativos pelas suas atividades atribuições/competência; Negociação na tomada de decisões; Cooperação no trabalho de equipa; Partilha de informações, experiências e saberes.Promoção do Sucesso Educativo Incremento da Qualidade do Sucesso Taxa de transição ao 2º ciclo de 97%; Taxas de transição no 2º ciclo de 80%; Taxas de transição no 3º ciclo de 77%; Taxas de 75% de sucesso a Língua Portuguesa e Matemática para o 2º ciclo; Taxas de 60% de sucesso a Língua Portuguesa e Matemática para o 3º ciclo; Atingir os 20 % de alunos sem níveis negativos (2º e 3º ciclos); Atingir entre 5 % e 10% de alunos com níveis iguais ou superiores a 4 (2º e 3º ciclos); Melhorar o raciocínio lógico-dedutivo dos alunos; Fazer corresponder, o mais possível, a idade cronológica dos alunos com ao respetivo ano de escolaridade; Propiciar aprendizagens significativas (curriculares, novas tecnologias, cívicas e relacionadas com a saúde); 25
  26. 26. Continuar a promover estratégias para que, cada vez mais se concretize a aproximação da idade cronológica dos alunos, com o ano de escolaridade que frequentam, numa perspetiva de otimização das estratégias que visem o sucesso; Promover o conhecimento e o gosto pela cultura, nas suas diversas vertentes.Promoção da Assiduidade Abandono Escolar tendencialmente de 0%.Promoção de Hábitos de Cidadania Melhorar o Clima e Ambiente Escolar; Reduzir para menos de 10 o número de Processos Disciplinares; Promover o bem-estar e a segurança da comunidade escolar; Continuar a prevenir as situações de risco, nomeadamente através da articulação com a Segurança Social, Juntas de Freguesia, Programa Escola Segura, Programa EPIS, Associações de Pais e outras instituições ao dispor das populações; Continuar a articular com a CPCJ e/ou com os serviços do Ministério Público, do Tribunal de família, em caso de comportamento de risco.Promoção da Articulação Escola-Família Melhorar a Participação dos Pais e Encarregados de Educação; Melhorar para 75% o nível de Participação efetiva dos Pais e Encarregados de Educação através de mecanismos consertados e formalizados; Continuar a articular, com o Projeto SEI! ODIVELAS, nomeadamente através de seminários e ações de formação para Pais e Encarregados de Educação.Promoção da Articulação Interinstitucional Potenciar uma política de negociação e concertação educativa com todos os atores sociais intervenientes no processo educativo, visando uma adequada intervenção comunitária; Reclamar junto dos órgãos competentes a requalificação dos espaços escolares (edifícios, recreios e zonas verdes e expectantes).Promoção da Avaliação Interna do Agrupamento Melhoria do sistema de autorregulação interna – Observatório da Qualidade;Promoção da Avaliação Docente e Não Docente do Agrupamento Promover uma justa e objetiva avaliação do pessoal docente e não docente. 26
  27. 27. VII Áreas de Intervenção: Objetivos Específicos e EstratégiasPromoção de Hábitos de Cidadania Clima e Ambiente Escolar Face à realidade presente, caracterizada pela interdependência, a escola constitui um espaçoprivilegiado de interação de dinâmicas criativas de pessoas, ideias, conceitos e critérios. Assim,assumem particular importância as relações interpessoais que se estabelecem no seu seio que deverãoser certificadas sobre princípios de igualdade, cidadania e solidariedade, baseados em critérios dejustiça, equidade, respeito mútuo e dignidade humana. Nesta área de intervenção devem o Jardim de Infância e Escolas promover ações quemelhorem as interações, potenciando a partilha, a coesão e a dimensão emocional e moral daorganização escolar. Objetivos: Desenvolver estruturas e processos de gestão participativa, potenciando urna cultura colaborativa; Envolver todos os atores escolares na inventariação dos problemas e na partilha de responsabilidades na sua resolução através de estratégias motivadoras e assertivas; Criar um bom clima social, académico e organizacional, promovendo a melhoria da qualidade e de identificação de modelos de referência; Melhorar os dispositivos existentes para a divulgação da informação e comunicação na comunidade escolar. Operacionalização dos objetivos: Criar espaços e tempos facilitadores da participação; Imprimir maior empenho na criação duma imagem social de qualidade (“Vestira camisola” do Agrupamento); Fomentar o trabalho em conjunto na procura de finalidades compartilhadas; Constituir equipas estáveis de professores empenhados em objetivos comuns; Desenvolver políticas disciplinares transparentes e consistentes; Apoiar todas as ações e atividades que promovam a segurança e o bem-estar da comunidade escolar; Desenvolver atividades no sentido da criação dos símbolos identificadores do Agrupamento: Bandeira, Hino, Logótipo, Dias Comemorativos e Equipamento Desportivo; Melhorar continuamente os conteúdos e o design da Página da Internet do Agrupamento, da Plataforma Moodle e dos Blogs; Incentivar o uso das novas tecnologias de informação de forma formativa e criativa; Promover planos de ações de formação para pessoal docente e não docente, de acordo com o levantamento de necessidades diagnosticadas; Estimular a elaboração e edição de publicações periódicas: Boletim Informativo, Jornais de Escola e Revista do Agrupamento; Tornar atraente e eficaz a comunicação fixa. 27
  28. 28. Promoção de uma Liderança/Governança Democrática Organização Escolar O desempenho e sucesso da escola dependem cada vez mais das capacidades de organizaçãoe gestão, que perspetivem a sua ação de uma forma eficaz e eficiente através de uma rede deprocessos/chave interligados, devidamente compreendidos, partilhados por todos os atores escolares egeridos sistematicamente. Organização Pedagógica Objetivos: Otimizar a Ação Educativa; Otimizar o Desempenho de Funções de Coordenação. Operacionalização dos objetivos: Elaborar um Plano Anual de Atividades que contemple: o Estratégias de prevenção de procedimento disciplinar; o Atividades Curriculares; o Atividades de Enriquecimento Curricular e Tempos Livres; o A participação empenhada de todos os intervenientes na sua elaboração; o Outras Atividades. Realizar Avaliação Diagnóstica a todos alunos no início do ano letivo e sempre que for pertinente; Elaborar o perfil familiar do aluno no início do ano letivo; Elaborar o perfil do aluno no final de cada ciclo de estudos; Aperfeiçoar a construção dos Processos Individuais dos Alunos; Privilegiar sempre a sequência pedagógica e a manutenção do grupo/turma dentro de um ciclo de estudos - Equipas Pedagógicas; Integrar nos horários de alunos e professores das respetivas turmas, as atividades de apoio pedagógico acrescido (2º e 3º ciclo); Submeter a constituição de turmas, no início do 2º e 3º ciclo, às características dos alunos; Limitar o número de alunos no máximo de 20 (Pré-escolar, 1º e 2º Ciclos) e de 25 (3º Ciclo) sempre que possível; Aperfeiçoar a dinâmica dos Departamentos Curriculares; Incentivar a criação de equipas de Projetos, Clubes e outras Atividades extracurriculares e de enriquecimento curricular; Promover atividades integradoras de cariz lúdico/ informal (animação de espaços e ações extracurriculares e de tempos livres); Institucionalizar mecanismos de avaliação do processo e do produto; Reforçar a articulação entre ciclos, alargando-a a outras áreas disciplinares; Reforçar a articulação interdisciplinar. 28
  29. 29. Desenvolvimento Curricular Esta área de intervenção exige do Agrupamento uma tomada de decisão quanto às ofertascurriculares que coloca à disposição dos seus alunos mas também quanto à necessidade de flexibilizarpercursos curriculares em função das exigências específicas do seu território educativo. Parâmetrocrucial na consecução da autonomia da escola concretiza um projeto curricular que, no nosso contexto,deverá ser capaz de conciliar as opções e prioridades curriculares a nível nacional com o interessepedagógico de ir ao encontro das necessidades da população servida pela escola e da realidadeconcreta do grupo turma e dos alunos que a integram. Objetivos: Valorizar a centralidade da escola e do modelo processual de desenvolvimento do currículo; Construir um projeto curricular integrado, significativo e adequado às necessidades dos alunos; Individualizar percursos de formação, diversificando as ofertas educativas. Operacionalização dos objetivos: Definição e consecução do Projeto Curricular de Turma, baseado nas características dos alunos que constituem as respetivas turmas; Desenvolvimento curricular perspetivado no âmbito de ciclos de aprendizagem; Definição dos tempos destinados às aprendizagens da Língua Portuguesa e da Matemática (1º Ciclo); Constituição de turmas de Percursos Curriculares Alternativos; Constituição de turmas de Cursos de Educação e Formação; Ênfase no trabalho dos Conselhos de Turma; Ênfase no trabalho dos Conselhos de Departamento Curricular (decisão quanto às grandes opções curriculares); Articulação das atividades de Enriquecimento Curricular com o Projeto Curricular de Turma, submetendo as competências de supervisão ao Professor Titular / Diretor de Turma. Gestão dos Recursos Humanos Os recursos são fundamentais para o desenvolvimento da atividade da organização escolarem todas as suas vertentes. Face às necessidades os recursos são sempre escassos pelo que se tornaimperativo geri-los racionalmente. Uma das formas de colmatar as necessidades referidas érecorrendo ao voluntariado. Contudo a eficiência e a eficácia implícitas nesta área não deverão pôr em causa a formaçãopara os valores democráticos, de cidadania e solidariedade. Objetivos: Gerir racionalmente os Recursos Humanos. Operacionalização dos objetivos: Inventariar as necessidades dos Jardins de Infância e das Escolas do Agrupamento; Afetar pessoal docente e não docente a tarefas e funções que melhor se adequam com o Projeto Educativo; Solicitar autorização superior para a contratualização de técnicos especializados para projetos de desenvolvimento; Contratualizar serviços educativos especializados a afetar a determinados projetos. 29
  30. 30. Gestão dos Recursos Materiais, dos Espaços, do Tempo Objetivos:Gerir racionalmente os Equipamentos e Materiais;Melhorar a qualidade dos Espaços, humanizando-os;Adaptar funcionalmente os Espaços rentabilizando-os;Gerir racionalmente o tempo. Operacionalização dos objetivos:Privilegiar a implementação das normas legalmente estabelecidas para aquisição de materiais eequipamentos;Manter atualizada a regulamentação da utilização dos equipamentos fixos e dos espaços e dosrespetivos inventários;Solicitar à DRELVT e CMO a realizar obras de manutenção e conservação, assim como a aquisiçãode equipamentos e materiais;Estabelecer protocolos e parcerias;Recorrer ao Mecenato;Solicitar à CMO a continuação do contributo para o embelezamento e manutenção dos espaçosexteriores;Melhorar os níveis de controlo e de segurança;Organizar flexivelmente os espaços tendo em vista a diversidade de atividades a realizar;Gerir eficazmente o tempo destinado a sessões de trabalho e reuniões.Gestão Administrativo-Financeira Objetivos:Gerir racionalmente o Orçamento;Angariar e Gerar Recursos Financeiros. Operacionalização dos objetivos:Concluir a inventariação dos recursos materiais;Inventariar as necessidades do Jardim de Infância e das escolas do Agrupamento;Gerar e gerir as receitas próprias;Conceber e elaborar protocolos de apoio financeiro ao Projeto Educativo;Diversificar fontes de financiamento com apoio do Mecenato;Dinamizar o contributo direto dos pais;Alargar o sistema de Gestão Integrada de Administração Escolar (cartões magnéticos) ao 1º Ciclo;Continuar a desenvolver as ações conducentes à Modernização dos Serviços de AdministraçãoEscolar;Continuar a desenvolver as ações conducentes à Modernização/Atualização tecnológica do Jardimde Infância, Escolas do 1º CEB e Escola Sede. 30
  31. 31. Promoção do Sucesso Educativo Aprendizagem dos Alunos A eficácia da ação educativa está diretamente relacionada com a capacidade de promover econsolidar aprendizagens. Seja do ponto de vista da construção dos saberes como da aquisição eexibição de competências cognitivas e sociais, o sucesso educativo só poderá ser uma realidade se setraduzir num percurso coerente que possibilite uma aquisição efetiva de ferramentas cientificas,tecnológicas e sociais por parte dos nossos alunos. Nesta medida, é fundamental contrariar o insucessoeducativo mediante uma aposta clara do Agrupamento em proporcionar aprendizagens significativasque apetrechem os alunos para ulteriores percursos de desenvolvimento pessoal, social e cultural. Situar no aluno e nas suas aprendizagens o núcleo essencial da ação educativa que emergecomo a forma mais adequada de superar as dificuldades decorrentes das diferenças e desigualdadesque a comunidade discente é, na escola de hoje, naturalmente portadora. Objetivos: Motivar os alunos; Fomentar aprendizagens significativas; Desenvolver e consolidar competências. Diminuir o insucesso escolar apontando para uma melhoria tendencial de dois por cento da taxa de sucesso. Operacionalização dos objetivos: Promover a aquisição de saberes e competências adequados e facilitadores de ulteriores trajetos de aprendizagem e formação; Promover situações que demonstram atitudes de autonomia, responsabilidade, partilha e cidadania; Facilitar a aquisição de ferramentas no âmbito dos métodos de trabalho e de estudo, do tratamento da informação da comunicação e do relacionamento interpessoal e de grupo; Implementar a diferenciação do ensino e das práticas pedagógicas; Promover a individualização dos percursos de aprendizagem; Privilegiar metodologias de ensino ativas, como a de Trabalho de Projeto; Aproveitar as potencialidades dos recursos tecnológicos disponíveis elegendo os como recursos fundamentais ao serviço da aquisição de saberes e do treino de competências transversais. Promover a reflexão sobre as causas do insucesso dos nossos alunos. Implementar aulas de apoio educativo e atividades de enriquecimento curricular diversificadas. Promover o trabalho plural e partilhado. Construir matrizes uniformes. Definir critérios de avaliação que prevejam a articulação pedagógica entre docentes com referenciais comuns quanto a:  práticas pedagógicas;  construção de instrumentos de avaliação, incluindo os respetivos critérios e modalidades de avaliação. Monitorizar o processo de avaliação nas diversas estruturas de orientação educativa e durante o 31
  32. 32. percurso escolar dos alunos, bem como da avaliação e monitorização das estratégias de melhoriaadotadas e da elaboração dos estudos comparativos alcançados.Desenvolver o gosto pela leitura e escrita:Criar uma oficina de leitura e escrita;Desenvolver o gosto pela matemática:Criar uma oficina de matemática.Reforçar as condições de segurança da Comunidade Escolar.Aplicar ativamente o Plano de Segurança e de Videovigilância.Comunicar com os Pais/ Encarregados de Educação enquanto membros da comunidade educativa,corresponsáveis pelo sucesso educativo dos seus educandos.Valorizar o papel da família na ação educativa e no acompanhamento escolar do aluno.Promover atividades que envolvam Pais/ Encarregados de Educação e que apelem a sua vinda àsescolas, nomeadamente, participar em atividades dinamizadas pelos seus educandos.Partilhar regularmente os sucessos e os progressos dos alunos com os Pais/ Enc. Educação.Dinamizar ações de formação para Pais/Encarregados de Educação, nomeadamente, no âmbitoda Educação para a Saúde, Educação Sexual e problemas da adolescência. Fomentar aprendizagens significativas baseadas numa metodologia experimental e deinvestigação.Proporcionar aos alunos condições para poderem desenvolver a investigação e o métodoexperimental em cooperação com outras entidades.Construir o Currículo de forma ativa e estimulante.Integrar as aprendizagens essenciais e estruturantes bem como as formações transversais.Incluir no Projeto Curricular do Agrupamento um currículo local e a articulação curricular entre osdiferentes níveis de ensino, de ciclo e de ano.Contribuir para a generalização das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC’s) nas Escolas do1º CEB, como das aprendizagens, melhorando as condições de oferta às famílias, para uma “escolaa tempo inteiro”, em cooperação estratégica com a Entidade Promotora e os restantes Parceiros.Integrar alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente, para que tenhamacesso a uma educação inclusiva e de qualidade:-avaliar corretamente as suas problemáticas;-determinar apoios adequados;-diversificar estratégias pedagógicas na sala de aula;-adequar a gestão curricular;-disponibilizar recursos humanos e materiais consentâneos com a especificidade de cada caso;-Proporcionar modalidade específicas de educação, nomeadamente a unidade de ensinoestruturado para a educação de alunos com perturbações do espectro do autismo;-dotar com recursos adequados um espaço/atelier para execução de tarefas do quotidiano:-organizar um estilo de trabalho coordenado e cooperativo entre os intervenientes no processoeducativo do aluno; 32
  33. 33. -envolver os alunos em atividades da comunidade escolar; -celebrar protocolos com outras entidades da comunidade educativa e do envolvimento da família. Constituir turmas/horários que contribuam para o sucesso dos alunos, tendo por base a legislação em vigor e os critérios aprovados em Conselho Pedagógico, devendo ainda ter em conta as sugestões emanadas pelo professor titular de turma/Conselho de Turma do ano letivo anterior. Avaliação das Aprendizagens A consecução dos objetivos deste Projeto exige que a componente da avaliação encarada nãoapenas como uma aferição do produto mas como uma atividade ao serviço do desenvolvimento doaluno e da relação de ensino aprendizagem. Nesta medida, é fundamental adotar uma conceçãointegrada da avaliação que, para além do rigor e da consistência, propicie a reflexão e a tomada dedecisão. Repensar a natureza da avaliação exige a definição de critérios, parâmetros, modalidades einstrumentos que conduzam a um conhecimento real das aprendizagens dos alunos e contemple assuas diferenças individuais. É, por isso, necessário encontrar formas de avaliar as aprendizagens que forneçam maisinformação aos professores e que desenvolvam a responsabilidade pessoal dos alunos na reflexão e nacrítica ao seu trabalho. Uma avaliação mais participada e reflexiva irá permitir aos alunos tornarem-seavaliadores conscientes do seu trajeto pessoal de aprendizagem. Objetivos: Promover uma avaliação adequada, rigorosa e ao serviço da aprendizagem; Diversificar modalidades e instrumentos de avaliação. Operacionalização dos objetivos: Criar e implementar modalidades e instrumentos de avaliação que permitam: o Diagnosticar as dificuldades experimentadas pelos alunos; o Identificar os progressos. Eleger a avaliação diagnóstica como instrumento ao serviço do Projeto Curricular de Turma, sobretudo na sua elaboração; Construir instrumentos de avaliação adequados às estratégias de trabalho utilizadas e as competências visadas; Institucionalizar a avaliação formativa. Indisciplina/cumprimento das regras e adequação comportamental A eficácia da ação educativa está diretamente relacionada com a prevenção e a atuaçãorápida em situações de indisciplina e de conflitos. Prevenir e combater a indisciplina dos alunos do Agrupamento. Promover uma cultura de Escola que valorize atitudes e valores fundamentais na formação integral dos alunos; Potenciar um clima de disciplina que se reflita, que conscientemente exercida, conduza à ordem; Criar o Gabinete de Apoio ao Aluno para resolução se situação de indisciplina e/ou conflitos; Intensificar a aposta numa cultura de responsabilização e cumprimento de normas de convivência: tratar os temas na Área de Formação Cívica, pelos SPO e Educação Especial. 33
  34. 34. Promover formação, preferencialmente pelo Gabinete de Psicologia e Orientação, ao PessoalDocente, Pessoal não Docente e Pais/ Encarregados de Educação com vista à criação de umacultura de escola assente no saber estar – cumprimento de regras e adequação decomportamentos.Estimular parcerias com a GNR, Escola Segura, Técnicos de Serviços Sociais, I.P.J e outrasinstituições afins.Acionar mecanismos de envolvimento dos Pais/ Encarregados de Educação no processo em causa.Envolver neste processo todos os restantes intervenientes da Comunidade Educativa alunos,docentes, não docentes e forças vivas da Comunidade)Utilizar, de forma pedagógica, todas as situações que venham a envolver procedimentosdisciplinares.Definir e incrementar apoio a alunos com dificuldades de integração, seja a nível económico,comportamental ou cognitivo: -estruturar os Projetos Curriculares de Turma, tendo em atenção a especificidade e necessidadesde todos os alunos;-desenvolver atividades no âmbito dos Serviços de Psicologia e Orientação e Departamento deEducação Especial, implementando medidas de apoio educativo e medidas de apoio económicoconsideradas pertinentes;Absentismo/abandono escolarMelhorar a taxa de abandono escolar, apontando para um valor tendencial de zero por cento.Acompanhar/encaminhar os alunos em situação de risco.Diversificar as atividades de enriquecimento curricular, indo, dentro do possível, ao encontro dassuas motivações.Adaptar o currículo às características dos alunos.Encaminhar os alunos para cursos de carácter mais prático, nomeadamente os Cursos deEducação e Formação (CEFs).Promover a prospeção das necessidades locais.Continuar a facultar as ofertas de percursos formativos (CEF’s), tendo em conta o contextosócio/cultural e económico do meio.Atividades extracurricularesReforçar as condições para o desenvolvimento de atividades extracurriculares, clubes e projetos.Reconhecer a função do Jornal e da Página do Agrupamento como meios de comunicaçãorelevantes entre os membros da Comunidade Educativa.Promover práticas de oferta educativa diversificadas e motivadoras na sua concretização.Desenvolver a capacidade crítica, fomentando o trabalho em grupo, criando hábitos de respeito,participação e solidariedade, potenciando o nível de observação num ambiente que se pretendeparticipativo, criativo e inovador.Atividades enriquecimento curricularReforçar as condições para o desenvolvimento de atividades de enriquecimento curricular.Otimizar horários e espaços para professores e alunos.Planificar atividades de enriquecimento curricular indo ao encontro do interesse dos alunos .Proporcionar uma motivação adicional para uma aprendizagem integrada de diversascompetências, através do desenvolvimento de uma filosofia de ensino/aprendizagem em ambienteformal e informal. 34
  35. 35. Contribuir para a formação integral dos nossos alunos desenvolvendo competências cognitivas, sócio - afetivas e motoras: saber, saber estar, saber fazer, saber viver em relação com os outros, saber ser. Articulação curricular Promover uma maior interligação entre os vários níveis de ensino através de ações periódicas de articulação curricular: - manter uma equipa de trabalho que continue a operacionalização da articulação curricular; - promover reuniões de departamento curricular e, entre as várias estruturas com responsabilidade na implementação da articulação curricular; - elaborar documentos orientadores. Definir competências essenciais no pré-escolar e restantes anos de escolaridade. Definir critérios de avaliação do Agrupamento, no pré-escolar e por anos de escolaridade e Ciclos. Promover a interdisciplinaridade entre as várias áreas curriculares disciplinares e não disciplinares. Promover a Educação para a Saúde em todo o Agrupamento. Biblioteca escolar Valorizar e potenciar o papel da Biblioteca/Centro de Recursos como espaço privilegiado para o desenvolvimento de atividades de natureza pedagógica, bem como de ocupação de tempos livres e de lazer, geradoras de competências potenciadoras de cidadãos críticos e interventivos na sociedade da informação e do conhecimento. Utilizar o fundo documental existente para as diferentes disciplinas, áreas não disciplinares e projetos. Desenvolver nos utentes competências e hábitos de trabalho na consulta, tratamento, produção e difusão de informação, tais como: selecionar, analisar, criticar e difundir documentos em diferentes suportes. Propiciar aos utentes condições favoráveis para o desenvolvimento de trabalhos individuais ou em grupo, por solicitação do aluno ou do professor. Cooperar com os docentes na planificação e diversificação das suas atividades de ensino/aprendizagem. Associar a leitura, em suportes diversificados, à ocupação lúdica dos tempos livres.Promoção da Articulação Escola-Família A escola é uma instituição social que atua como ponte entre a família e a sociedade. A escola adquire protagonismo como instituição que educa as atitudes e os comportamentosdo aluno. A família, por sua vez, cumpre um papel determinante na socialização dos jovens e detém amáxima responsabilidade na formação dos seus filhos. Nesta rede de direitos, deveres eresponsabilidades entre a família e a escola, situa-se a necessidade de colaboração entre as duasInstituições, visando melhorar a qualidade da escola e facilitar o desenvolvimento e sucesso escolar dosalunos. Objetivos: Corresponsabilizar a família no percurso escolar dos alunos; Promover a participação voluntária dos pais, potenciando a sua adesão a programas de envolvimento na escola; Melhorar a comunicação com as famílias; Potenciar ações dirigidas aos pais, visando a sua intervenção no acompanhamento do percurso escolar dos alunos. Operacionalização dos objetivos: 35
  36. 36. Diversificar estratégias de envolvimento de acordo com a variedade e tipo de famílias; Desenvolver o Projeto “Escola de Pais”; Reativar a Associação de Pais e Encarregados de Educação, da E.B.2.3 dos Pombais; Envolver os pais na tomada de decisão sobre questões que têm a ver com a sua colaboração com as escolas; Estimular a participação dos pais em atividades de natureza educativa; Estimular a comunicação formal e informal entre os pais e as estruturas de orientação educativa.Promoção da Articulação Interinstitucional A abertura da escola ao exterior implica o desenvolvimento de uma política de interligaçãocom os contextos locais, regionais, nacionais e internacionais territorializando a sua política educativa. Nesta área de intervenção a escola deverá partilhar as decisões com os representantes locais(partenariado), vincular comunitariamente a sua política educativa, desenvolver e participar eminiciativas, atividades e projetos com outras instituições escolares, organizações de saúde, desportivas,de assistência social, de emprego e de formação profissional, órgãos autárquicos e Projeto SEI!ODIVELAS. Objetivos: Potenciar uma política de negociação e concertação educativa com todos os atores sociais intervenientes no processo educativo, visando uma adequada intervenção comunitária; Contribuir para o desenvolvimento e valorização da identidade cultural do território local; Promover a melhoria da qualidade da escola enquanto prestadora de um serviço social público. Operacionalização dos objetivos: Definir os princípios enquadradores para o estabelecimento de parcerias; Estabelecer protocolos de cooperação com entidades locais (autarquias, instituições do ensino superior, empresas, associações económicas, desportivas, culturais e profissionais); Concretizar e articular estratégias de prevenção e de intervenção em parceria com outras instituições comunitárias em várias vertentes educativas: saúde, problemas de aprendizagem, comportamentos de risco, integração social e profissional, ambiente e outras; Continuar a desenvolver projetos em parceria com a C. M. O., Junta de Freguesia e Projeto SEI! ODIVELAS; Ceder e partilhar espaços e equipamentos; Criar dispositivos eficazes de circulação da informação entre a escola e a comunidade. 36
  37. 37. Promoção da Avaliação do Pessoal Docente e Não Docente Formação Profissional A formação profissional dos atores escolares deve obedecer a uma lógica contextual,adaptativa, organizacional e orientada para a mudança, que responda à crescente complexidade e àsmudanças continuas que hoje se colocam e se produzem na organização escolar. Face à realidade que hoje se vive nas escolas a formação não pode ser mais encarada comoum fim em si mesmo, mas sim como um recurso, entre outros, ao serviço do ensino instituiçãoeducativa. A formação deve capacitar para um trabalho profissional que terá de se desenvolver numterritório que engloba a sala de aula, as escolas e a comunidade educativa onde esta se insere. Aformação não pode ser vista só na perspetiva de um aumento de competências instrumentais, masfundamentalmente como a base estruturante da produção de projetos coletivos de mudança/inovação centrados na escola, a qual se assume como o território de produção de mudanças e degestão das conflitualidades entre os atores e parceiros educativos. Objetivos: Promover uma política de formação centrada no Agrupamento obedecendo a uma lógica contextual, adaptativa, organizacional e orientada para a mudança; Potenciar uma formação contínua na tripla perspetiva: aumento de competências instrumentais, produção de projetos de mudança/inovação e gestão de conflitos; Desenvolver a profissionalidade, melhorando a qualidade do desempenho; Estimular a inovação e a criatividade; Promover a avaliação do pessoal docente e não docente nas perspetivas científica/pedagógica e organizacional. Operacionalização dos objetivos: Conceber um Plano de Formação para os professores, os funcionários, e pais e encarregados de educação, que assuma a dupla dimensão de privilegiar as necessidades individuais (profissionais e pessoais) e as necessidades da organização escolar; Articular o Projeto de Formação do Agrupamento com o Centro de Formação CENFORES – LOURES; Estimular a participação dos atores escolares em modelos de formação diversificados (Círculos de Estudo, Projetos, Oficina de Formação, Seminários, Ações de Sensibilização); Implementar dinâmicas de formação assentes na Reflexão/Ação; Dinamizar ações de informação sensibilização e formação sobre temáticas consideradas pertinentes; Criar uma bolsa de formadores do Agrupamento; Dar visibilidade e divulgar os projetos e as práticas educativas inovadoras na comunidade educativa.Promoção da Avaliação Interna Avaliação Institucional A construção e a crescente autonomia da escola implicam o alargamento do âmbito detomada de decisões. Para as decisões serem fundamentadas é necessária uma postura deresponsabilização da escola, procurando através da avaliação interna formas de autorregulação. 37
  38. 38. Assim, a polaridade autonomia/avaliação aparece como condição de um funcionamentoeficaz e de definição das prioridades da escola, bem como da construção da qualidade da educação. Nesta área de intervenção a escola deverá ter um posicionamento de organização queaprende, através da análise/avaliação sistemática, refletindo as condições do desempenho. O efetivo desenvolvimento da escola implica modalidades de autoavaliação ou avaliaçãointerna, uma monitorização do desempenho centrada no contexto, nos recursos, nos processos e nosresultados. A avaliação interna da escola deverá ser um processo de democracia participativa, decrescimento e de emancipação, refletindo as mudanças e melhorias que o processo foi capaz deinduzir. Objetivos: Potenciar uma cultura de avaliação; Promover a qualidade da educação; Promover autoconhecimento e desenvolvimento organizacional; Desenvolver um sistema de informação atualizada sobre o Agrupamento. Operacionalização dos objetivos: Continuar a desenvolver o Observatório de Qualidade, adequando os indicadores em função dos referentes definidos pela IGE (Site IGE - Avaliação Externa); Conceber e concretizar instrumentos de autoavaliação (grau de consecução dos objetivos, conteúdos e estratégias; Desenvolver práticas reflexivas entre os elementos da comunidade escolar; Melhorar o sistema de informação do Agrupamento; Utilizar os dados da avaliação na tomada de decisões tendentes ao aperfeiçoamento e desenvolvimento do Agrupamento. 38
  39. 39. 39
  40. 40. P A RTE II P A RTE II PROJECTO CURRICULAR DE AGRUPAMENTO PROJECTO CURRICULAR DE AGRUPAMENTOI Do Projeto Educativo ao Projeto Curricular de Agrupamento1 – ARTIICULAÇÃO1 – ART CULAÇÃO Todos os graus de ensino devem ser representados nos diferentes órgãos de Gestão e sempre quenecessário é conveniente que reúnam entre si. Projeto Projeto Educativo de Projeto Curricular de Curricular de Agrupamento ( PEA ) Agrupamento ( PCA ) Turma ( PCT ) - Definição da política - Adequação do Currículo educativa para o Nacional ao agrupamento, por um Agrupamento (definição Adequação do Currículo O que é? período de, sensivelmente, das prioridades definido para a escola ao quatro anos, considerando curriculares); contexto de cada turma o Currículo Nacional e as especificidades locais. - Constitui o suporte para a elaboração dos PCT. Quem é - A Direção; o Conselho responsável pela Pedagógico é ouvido e o - o Conselho Pedagógico. o Conselho de Turma elaboração? Conselho Geral aprova. - Opções curriculares: - Caracterização da carga letiva; aulas/blocos turma; Atribuição, ou não, do - Estabelecimento meio bloco (a decidir de prioridades pela escola); educativas; desdobramento de aulas; - Caracterização do - Orientações sobre o atividades de agrupamento e do seu meio trabalho a ser enriquecimento envolvente; desenvolvido nas curricular; apoios NAC e nas TIC; - Problemas e educativos; O que deve potencialidades que possam - Articulação entre as - Competências essenciais conter? influenciar as decisões diferentes áreas por ciclo e por ano com os tomadas ou a tomar; disciplinares/disciplinas respetivos conteúdos sobre as competências - Orientações para a disciplinares essenciais a adquirir pelos construção do PCA. (programas/orientações alunos e os modos curriculares), incluindo as (…) operativos de as etapas e metas a atingir; concretizar; - Orientações para as NAC e para as TIC); - Critérios e instrumentos de - Critérios de avaliação avaliação. gerais; - Orientações para os PCT 40
  41. 41. (…) 41

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