Your SlideShare is downloading. ×
0
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Aula 2
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Aula 2

6,789

Published on

Aula 2

Aula 2

Published in: Travel, Health & Medicine
1 Comment
8 Likes
Statistics
Notes
  • Jogando.net/mu - 16

    Olá, venho divulgar o melhor servidor de MU on-line do
    Brasil.
    -Season 6 Ep. 3 em todos os Servers. Sendo 7 servers diferenciados proporcionando sua diversão,
    VEJA ALGUMAS NOVIDADES :
    - NOVOS KITS : DEVASTATOR e SUPREMO DIAMOND V2 com Rings e Pendat Mysthical ;
    - Novos Shields Power v3 18 opts;
    - Novas Asas, Rings e Shields JDiamonds;
    - Novas compras com troca de asas e shields para asas e shields JDiamond.
    - Conheça também o site de Animes Cloud: http://www.animescloud.com, mais de 20.000 videos online.
    E NÃO PERCA ~> 1ª Mega Maratona Jogando.net ~> MAIS DE 30 DIAS DE EVENTOS .
    ENTRE JÁ NO SITE : http://www.jogando.net/mu/ >> CADASTRE-SE E GANHE 5 DIAS DE VIP
       Reply 
    Are you sure you want to  Yes  No
    Your message goes here
No Downloads
Views
Total Views
6,789
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
0
Comments
1
Likes
8
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. COLETA, TRANSPORTE E CONSERVAÇÃO DE AMOSTRAS EM MICROBIOLOGIA<br />ANA CLAUDIA SOUZA RODRIGUES<br />
  • 2. Todo resultado liberado pelo laboratório de microbiologia é conseqüência da qualidade da amostra recebida. <br />(ANVISA – MÓD.III)<br />
  • 3. PRINCIPAIS ERROS<br />ISOLAMENTO DE AGENTES COLONIZANTES<br />ISOLAMENTO DE DOIS OU MAIS MICRORGANISMOS<br />RESULTADOS NEGATIVOS<br />TERAPIA INADEQUADA DEVIDO A IDENTIFICAÇÃO ERRADA DO AGENTE.<br />
  • 4. CONSIDERAÇÕES<br />COLETAR SEMPRE QUE POSSÍVEL, ANTES DA ANTIBIOTICOTERAPIA;<br />OFERECER INSTRUÇÕES AO PACIENTE SOBRE O PROCEDIMENTO;<br />LOCAL DA COLETA : ONDE HOUVER MAIOR PROBABILIDADE DE ISOLAMENTO;<br />ANTISSEPSIA;<br />CONSIDERAR O ESTÁGIO DA DOENÇA.<br />
  • 5. CONSIDERAÇÕES<br />Quantidade suficiente de material deve ser coletado;<br />Pedido do exame - informações como o uso de medicamentos e a suspeita clínica;<br />Toda amostra deve ser tratada como patogênica;<br />Não contaminar a superfície externa dos recipientes;<br />As amostras devem estar corretamente identificadas;<br />Tempo de envio ao laboratório.<br />
  • 6.
  • 7. TRANSPORTE DE AMOSTRAS<br />Assegurar a sobrevivência e isolamento do microrganismo, pois o laboratório de microbiologia trabalha basicamente em função da viabilidade dos microrganismos.<br />Evitar contaminação ou crescimento de microrganismos indesejáveis.<br />
  • 8. TEMPO DE TRANSPORTE E TEMPERATURA<br />Líquor, líquidos e swab de secreção – imediatamente e sem refrigeração.<br />Biópsia, e amostras respiratórias – 30 minutos<br />Hemocultura – 2h T.A. (não refrigerar)<br />Urina – em até 1 hora ou até 24 h sobre refrigeração (recomendado até 8 h).<br />Fezes – 12 h em Cary-Blair modificado e até 2 h “in natura”. <br />Enterobacterias Patogênicas, Campylobacter spp  Temperatura ambiente<br />Rotavirus e Clostridium difficile  refrigeração.<br />
  • 9. QUANDO É IMPOSSÍVEL ENVIAR A AMOSTRA AO LABORATÓRIO IMEDIATAMENTE....<br />Verificar o meio de transporte adequado;<br />Temperatura adequada de armazenamento e transporte;<br />Limite de tempo suportável.<br />
  • 10. CRITÉRIOS DE REJEIÇÃO DE AMOSTRAS<br />Amostras sem significado clínico ou com problemas de interpretação<br />Amostra sem rótulo ou com identificação errada<br />Amostra em recipiente inadequado<br />Pedido médico incompleto<br />
  • 11. AMOSTRAS INADEQUADAS<br />Material em formol<br />Cateter de Foley<br />Material conservado inadequadamente<br />Frascos não estéreis<br />Swab seco<br />Vômito<br />Colostomia<br />Asp. gástrico em RN<br />
  • 12. RESULTADOS QUESTIONÁVEIS<br />Swab : queimadura, úlcera de decúbido, abcesso perirretal, gangrena, periodontal, úlcera varicosa  PROCESSAR BIÓPSIA<br />Amostras com mais de 3 microrganismos<br />
  • 13. TRATO RESPIRATÓRIO INFERIOR<br />ASPIRADO TRAQUEAL – deve ser coletado com cateter protegido e ser realizado cultura quantitativa. <br />
  • 14. TRATO RESPIRATÓRIO INFERIOR<br />LAVADO BRÔNQUICO E ESCOVADO BRONCOALVEOLAR<br />Colher em recipiente seco, estéril.O material deverá ser colhido antes de biópsias para evitar excesso de sangue. Como a cultura é quantitativa deve ser processado em até 1 hora.<br />
  • 15. Cultura qualitativa<br />ASP. TRAQUEAL - 105 UFC/ml <br />LAVADO BRÔNQUICO - 104 UFC/ml<br />ESC. BRÔNQUICO - 103 UFC/ml<br />
  • 16. TRATO RESPIRATÓRIO<br />ESCARRO:<br /> Colher preferencialmente uma amostra por dia, se possível o primeiro da manhã em jejum. O paciente deve fazer higiene bucal e gargarejo com água antes da coleta.<br />Expectorado: tosse profunda, recipiente seco, estéril.Transporte: < 2h, Tº ambiente e até 5h geladeira<br />Induzido: após nebulização com ± 25 ml NaCl 5 a 10% estéril, recipiente seco, estéril.Armazenamento: < 24 h, 4º C<br />Obs: O laboratório deve avaliar a amostra - <10 células escamosas/ campo e >25 leucócitos/campo.<br />
  • 17. TRATO RESPIRATÓRIO SUPERIOR<br />SECREÇÃO DE OROFARINGE – Afastar a língua com abaixador. Se possível limpar com um "swab“ umedecido em salina estéril ao redor da região de coleta; colher com dois swabs na área com hiperemia. Não colher da área de supuração. Quando há alguma lesão devemos optar por fragmento de biópsia ou aspirado.<br />SECREÇÃO NASAL - "Swab" umedecido com salina estéril.Introduzir o swab nas narinas e girar 5x nos dois sentidos.<br />
  • 18. BIÓPSIA – proc. médico<br />Lavar com solução fisiológica<br />Descontaminar com PVPI tópico 10%<br />Remover com solução fisiológica<br />Coletar de 3 a 4 mm de amostra em frasco estéril. Gotejar solução fisiológica estéril para o material não ressecar.<br />
  • 19. COPROCULTURA<br />Deve ser coletado na fase aguda, quando o patógeno está em maior número e antes da antibioticoterapia.<br />Preferir submeter a cultura porções sanguinolentas e mucosas<br />
  • 20. FERIDAS, ABCESSOS, FÍSTULAS, CELULITE<br />Não coletar pus ou exsudato e sim da parte interna da região. O melhor material é a biópsia.<br />Se houver exudato limpar com álcool 70%. <br />Quando necessário, fazer debridamento da lesão. Lavar a superfície abundantemente com salina estéril e PVPI tópico. Lavar novamente com solução salina. <br />
  • 21. FERIDAS, ABCESSOS, FÍSTULAS, CELULITE<br /><ul><li>Coletar material do fundo da lesão com seringa de insulina ou em último caso usar o swab.</li></li></ul><li>HEMOCULTURA<br />Infecções sistêmicas: 2-3 amostras de locais separados com 5 minutos entre as punções. <br />Endocardite aguda: 3 amostras de 3 locais diferentes com intervalo de 15 a 30 minutos entre as punções. <br />Endocardite subaguda: 3 amostras de 3 locais diferentes, de 15 em 15 minutos; se (-) em 24 hs, colher mais 3 amostras.<br />Febre de origem indeterminada: 4-6 amostras com mais de 1 hora entre uma e outra em 48 h; se (-) após 24 hs, colher mais 2-3 amostras.<br />Câncer e AIDS – duas a três amostras sendo uma para cultura de fungos.<br />AMOSTRAS DE SÍTIOS DIFERENTES<br />
  • 22. TÉCNICAS DE COLETAHEMOCULTURA<br />Não coletar no pico febril<br />Aplicar álcool 70% na tampa do recipiente e deixar o algodão por 1 minuto.<br />Desinfetar o local da punção com álcool 70% concentricamente <br />Aplicar iodo 1 a 2% ou PVPI da mesma forma e retirar o excesso com álcool 70%.<br />Esperar secar; <br />Não palpar após a anti-sepsia; <br />Transporte: < 2 h, Tº ambiente<br />Armazenamento: < 48h, Tº ambiente<br />
  • 23. RECOMENDAÇÕES<br />Punções arteriais não trazem benefícios na recuperação dos microrganismos quando comparadas com punções venosas.<br />Não se recomenda a troca de agulhas entre a punção de coleta e distribuição do sangue no frasco de hemocultura.<br />
  • 24. PONTA DE CATETER<br />Lavar a superfície da pele ao redor da inserção do cateter com álcool 70%;<br />Limpar com iodo ou PVPI e lavar novamente com álcool 70%;<br />Remover o cateter assepticamente, e cortar de 5 a 8 cm da extremidade distal, colocando em tubo seco estéril.<br /> Transporte: <15 min, Tº ambienteArmazenamento: < 24 h, 4º C<br /> Cultura semiquantitativa (método de Maki)<br />
  • 25. OLHO - conjuntiva<br />Retirar secreção purulenta superficial com swab umedecido em salina estéril ;<br />Colocar com dois swab umedecidos em salina estéril ou caldo; <br />Semear imediatamente em agar sangue e agar chocolate, ou transportar em Stuart; <br />Fazer lâminas.<br /> Transporte: placas <15 min, Tº ambiente "swabs" <2 h, Tº ambienteArmazenamento: < 48 h, Tº ambiente (em Stuart)<br />
  • 26. LÍQUIDOS - Abdominal, ascítico, bile, articular, pericárdico, peritoneal, pleural, sinovial.<br />Procedimento médico<br />Desinfetar cuidadosamente o local de punção com álcool, iodo ou PVPI e álcool 70%; <br />Coleta através de punção percutânea ou cirúrgica. Se houver contagem de células enviar um frasco com anticoagulante. Para cultura deve ser separado frasco sem anticoagulante e estéril.<br />Transporte: <15 min, Tº ambienteArmazenamento: < 48 h, Tº ambiente (líquido pericárdico e pesquisa de fungos a 4º C).<br />
  • 27. URINA – jato médio<br />Coletar a primeira urina da manhã ou aguardar de 3 a 4 horas após última micção.<br />Mulheres: Afastar os grandes lábios com uma das mãos com gaze embebida em sabão neutro, inclusive entre as dobras. Enxaguar com gaze molhada.<br />Homens: Retrair o prepúcio e limpar com gaze embebida em sabão neutro e retirar o sabão com gaze limpa. <br /> Desprezar o jato inicial, colhendo o jato médio.<br />
  • 28. SONDA VESICAL DE DEMORA<br />Desinfetar local da coleta com álcool 70%;<br />Pinçar a cânula do coletor;<br />Com seringa e agulha, puncionar a cânula, colher 5-10 ml urina em frasco estéril;<br />
  • 29. PESQUISA DE BAAR NA URINA<br />HIGIENE PRÉVIA<br />COLETA DE TODA A PRIMEIRA MICÇÃO DA MANHÃ<br />COLETA POR 3 DIAS CONSECUTIVOS<br />
  • 30. SECREÇÃO VAGINAL E CERVICAL<br />A higiene deve ser com água e sabão na parte externa de forma habitual.<br />Umedecer a espéculo com solução fisiológica estéril<br />Inserir o espéculo com a paciente em posição ginecológica; <br />Coletar secreção da mucosa alta e fazer uma lâmina e COLOCAR em salina estéril para exame direto;<br />Remover o muco cervical com swab maior ou algodão;<br />Introduzir o swab no óstio cervical girando-o firmemente;<br />Retirar o swab e confeccionar duas lâminas para bacterioscopia<br />Enviar para o laboratório.<br />
  • 31. SECREÇÃO URETRAL<br />O MATERIAL DEVE SER COLHIDO 2 A 3 H APÓS MICÇÃO - ESTIMULAR A ELIMINAÇÃO DE SECREÇÃO.<br />MULHERES – Massagem da uretra contra a superfície púbica através da vagina<br />HOMEM – Fazer a assepsia da glande com gazes embebidas em salina. Enxugar. Solicitar ao paciente que faça a compressão do pênis e coletar com swab em salina e meio de transporte a secreção. Se não houver exteriorização introduzir swab apropriado no canal uretral (2 a 3 cm), girar nos dois sentidos e confeccionar lâminas e enviar swab ao laboratório.<br />
  • 32. COLETA DE QUEIMADOS<br />DEBRIDAMENTO DAS LESÕES;<br />VÁRIAS BIÓPSIAS DE ÁREAS DISTINTAS;<br />CULTURA QUANTITATIVA<br />
  • 33. COLETA PARA PESQUISA DE FUNGOS<br />Limpar a superfície com água destilada ou salina estéril. Não utilizar iodo.<br />PELE - raspar bordas da lesão com bisturi.<br />
  • 34. COLETA PARA PESQUISA DE FUNGOS<br />COURO CABELUDO – colocar alguns fios de cabelo da região afetada. Proceder raspagem das bordas e friccionar swab com salina estéril na região.<br />
  • 35. COLETA PARA PESQUISA DE FUNGOS<br />UNHA - Escovar os pés com água e sabão. Raspar abaixo da unha na região subungueal eliminando regiões externas.<br />
  • 36. SEM UMA BOA COLETA, PODEMOS ESTAR INFLUENCIANDO PARA O TRATAMENTO INCORRETO DO PACIENTE<br />
  • 37. FIM<br />

×