T essituras 2012
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Like this? Share it with your network

Share

T essituras 2012

  • 879 views
Uploaded on

 

  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Be the first to comment
    Be the first to like this
No Downloads

Views

Total Views
879
On Slideshare
577
From Embeds
302
Number of Embeds
4

Actions

Shares
Downloads
1
Comments
0
Likes
0

Embeds 302

http://programasdeleitura.blogspot.com.br 286
http://programasdeleitura.blogspot.pt 9
http://programasdeleitura.blogspot.com 6
http://programasdeleitura.blogspot.fr 1

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
    No notes for slide

Transcript

  • 1. GLÁUCIA DE SOUZA
  • 2. POESIAPoemas orais: cantigas, parlendas, adivinhas etc;Poemas autorais;Narrativas em versos.
  • 3.  NARRATIVAS:Mitos: relatos universais cuja finalidade é explicar fatos relativos à origem e à evolução o universo;Lendas: como os mitos, têm por finalidade explicar o desconhecido, mas em âmbito local;
  • 4. Fábulas: narrativas curtas, com tom moralista, em que ocorre a analogia entre as personagens (muitas delas animais) e o comportamento humano;Contos maravilhosos: apresentam situações humanas em que o fantástico é fundamental;Adaptações de clássicos;Narrativas autorais.
  • 5. VÍNCULOS ENTRE ALITERATURA E A ORALIDADE
  • 6. ••Na lírica grega e latina, havia o endereçamento dapoesia para alguém.• Os poemas eram feitos para seremperformatizados.• Havia um forte vínculo entre poema, música eperformance.•Na poesia grega, não havia virtuosidade vocal,nem de instrumentos para aproximar a plateia dospoemas cantados.• A primeira função da poesia coral grega foireligiosa (tematizando deuses e heróis).• Na poesia épica, a sonoridade também foifundamental.
  • 7.  Entre os romanos, o vínculo entre o cantor e sua plateia também tinha de existir. Horácio, em sua Epistula ad Pisones, afirma a relação íntima poeta-sentimento- poema-ouvinte: “Não basta serem belos os poemas, têm de ser emocionantes, de conduzir o sentimento do ouvinte aonde quiserem” (Horácio, 1997, p. 28).
  • 8.  Albert Lord e Millman Parry (Finnegan 1977), estudaram, a partir de pesquisa entre cantores orais épicos iugoslavos, que os poemas homéricos foram feitos a partir de uma estrutura formulaica. Assim o ouvinte poderia se identificar com o poema e se tornar parte dele. Os poemas orais também tinham uma função social (cantos laborais, enigmas etc).
  • 9.  Enquanto no Norte da França as canções de gesta falavam sobre o espírito guerreiro da aristocracia, no Sul, a lírica occitânica apresentava composições sentimentais. Bernart de Ventadorn: Quan vei la lauzeta mover Beatriz de Dia: A chantar mer de so q’ieu no voldria
  • 10.  Cantigas de amorDom Dinis "O que vos nunca cuidei a dizer”http://www.youtube.com/watch?v=CkzqAH8y0uY Cantigas de amigoMartin Codax "Mia irmana fremosa“http://www.youtube.com/watch?v=3zaYD-k0P4I Cantigas de escárnio Cantigas de maldizer
  • 11.  Nas sociedades em que não havia a escrita, eram a memória do povo. Passadas de geração em geração, essas narrativas eram muitas vezes veiculadas em versos (epopeias). Por serem orais, ganharam diferentes versões ao ganharem o registro escrito.
  • 12. Retomando o quehoje costumamos chamar de literatura infantil
  • 13.  Contos da Mamãe Gansa (Contes de ma Mère l´Oye)– 1697; Reinado de Luís XIV; Contos coletados junto a fontes populares; Há nos contos uma moral, um fundo didático.Exemplo: Cinderela
  • 14.  Contos de fadas para crianças e adultos (Kinder und Hausmaerchen), 1812-1822; Estudos de Gramática Comparativa e Filologia; Principais informantes: Katherina Wieckmann (camponesa) e Jeannette Hassenpflug.Exemplo: Rosinha dos espinhos
  • 15.  Poeta e novelista dinamarquês; Fusão entre o pensamento mágico das origens arcaicas e o pensamento racional dos novos tempos; Textos autorais/ fontes da cultura popular;Exemplo: A pequena vendedora de fósforos.
  • 16.  COELHO, Nelly Novaes. O conto de fadas: símbolos, mitos e arquétipos. São Paulo: DCL, 2005. FINNEGAN, Ruth H. Oral poetry. Cambridge: Cambridge University, 1977. HORÁCIO. Epistula ad pisones. In: ARISTÓTELES; HORÁCIO; LONGINO. A poética clássica. São Paulo: Cultrix, 1997. p. 55-68. SPINA, Segismundo. A lírica trovadoresca. São Paulo: Edusp, 1996.
  • 17.  Páginas interessantes: Dobras da Leitura: http://www.dobrasdaleitura.com/index.html Imaginária: http://www.imaginaria.com.ar/ Tigre Albino (revista de poesia): http://www.tigrealbino.com.br/ Jangada Brasil: http://www.jangadabrasil.com.br/index.asp Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil: http://www.fnlij.org.br/ O Balainho: http://www.dobrasdaleitura.com/balainho/index.html Literatura Infantil (site português): http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/infantil/autores.htm IIBY: http://www.ibby.org Projeto Memória de Leitura: http://www.unicamp.br/iel/memoria/