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Esquizofrenia

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Transcript

  • 1. Esquizofrenia
    • Realizado por :
    • Ana Carreira , nº1 , 9º A
  • 2.
    • Esquizofrenia
    • Esquizofrenia (continuação)
    • Sintomas
    • Sintomas (continuação)
    • Sintomas positivos
    • Sintomas positivos (continuação)
    • Sintomas negativos
    • Sintomas negativos (continuação)
    • Tipos de esquizofrenia
    • Tipos de esquizofrenia ( continuação )
    • Tipos de esquizofrenia ( continuação )
    • Tipos de esquizofrenia ( continuação )
    • Tipos de esquizofrenia ( continuação )
    • Tratamento farmacológico
    • Tratamento farmacológico ( continuação )
    • Tratamento farmacológico ( continuação )
    • Video
  • 3. Esquizofrenia
    • • A esquizofrenia é um transtorno psíquico severo que se caracteriza classicamente por uma colecção de sintomas que podem ocorrer, como: alterações do pensamento, alucinações (sobretudo auditivas), delírios e perda de contacto com a realidade. Junto da paranóia (transtorno delirante persistente) e dos transtornos graves do humor (a antiga psicose maníaco-depressiva), em episódio maníaco, episódio depressivo grave e transtorno bipolar), as esquizofrenias compõem o grupo das psicoses.
  • 4. Esquizofrenia ( continuação )
    • É hoje encarada não como doença, no sentido clássico do termo, mas sim como um grupo de sintomas, atingindo todas as classes sociais e grupos humanos.
    • De acordo com algumas estatísticas, a esquizofrenia atinge 1% da população mundial, manifestando-se habitualmente entre os 15 e os 25 anos, nos homens e nas mulheres, podendo igualmente ocorrer na infância ou na meia-idade.
  • 5. Sintomas
    • A esquizofrenia caracteriza-se essencialmente por uma fragmentação da estrutura básica dos processos de pensamento, acompanhada pela dificuldade em estabelecer a distinção entre experiências internas e externas. Embora primariamente uma doença que afecta os processos cognitivos (de conhecimento), os seus efeitos repercutem-se também no comportamento e nas emoções.
  • 6. Sintomas (continuação)
    • • Os sintomas da esquizofrenia não são os mesmos de indivíduo para indivíduo, podendo aparecer de forma insidiosa e gradual ou, pelo contrário, manifestar-se de forma explosiva e instantânea.
    • • Estes podem ser divididos em duas grandes categorias: sintomas positivos e negativos .
  • 7. Sintomas positivos
    • Os sintomas positivos estão presentes com maior visibilidade na fase aguda da doença e são as perturbações mentais "muito fora" do normal, como que "acrescentadas" às funções psicológicas do indivíduo.
  • 8. Sintomas positivos ( continuação )
    • Entende-se como sintomas positivos os delírios, ideias delirantes, pensamentos irreais, "ideias individuais do doente que não são partilhadas por um grande grupo", por exemplo, um indivíduo que acha que está a ser perseguido pela polícia secreta, e acha que é o responsável pelas guerras do mundo; as alucinações, percepções irreais – ouvir, ver, saborear, cheirar ou sentir algo irreal, sendo mais frequente as alucinações auditivo-visuais; pensamento e discurso desorganizado, elaborar frases sem qualquer sentido ou inventar palavras; alterações do comportamento, ansiedade, impulsos e agressividade.
  • 9. Sintomas negativos
    • Os sintomas negativos são o resultado da perda ou diminuição das capacidades mentais, "acompanham a evolução da doença e reflectem um estado deficitário ao nível da motivação, das emoções, do discurso, do pensamento e das relações interpessoais", como a falta de vontade ou de iniciativa; isolamento social; apatia; indiferença emocional; pobreza do pensamento.
  • 10. Sintomas negativos ( continuação )
    • Estes sinais não se manifestam todos no indivíduo esquizofrénico. Algumas pessoas vêem-se mais afectadas do que outras, podendo muitas vezes ser incompatível com uma vida normal. A doença pode aparecer e desaparecer em ciclos de recidivas e remissões.
  • 11. Tipos de esquizofrenia
    • O diagnóstico da esquizofrenia, como sucede com a maior parte das doenças do foro psiquiátrico, não se pode efectuar através da análise de parâmetros fisiológicos ou bioquímicos, e resulta apenas da observação clínica cuidada das manifestações da doença ao longo do tempo. Aquando do diagnóstico, é importante que o médico exclua outras doenças ou condições que possam produzir sintomas psicóticos semelhantes (abuso de drogas, epilepsia, tumor cerebral, alterações metabólicas). O diagnóstico da esquizofrenia é por vezes difícil.
  • 12. Tipos de esquizofrenia ( continuação )
    • Para além do diagnóstico, é importante que o médico identifique qual é o subtipo de esquizofrenia em que o doente se encontra. Actualmente, segundo o DSM IV, existem cinco tipos:
  • 13.
    • Paranóide , é a forma que mais facilmente é identificada com a doença, predominando os sintomas positivos. O quadro clínico é dominado por um delírio paranóide relativamente bem organizado. Os doentes com esquizofrenia paranóide são desconfiados, reservados, podendo ter comportamentos agressivos.
    Tipos de esquizofrenia ( continuação )
  • 14. Tipos de esquizofrenia ( continuação )
    • Catatónico , é caracterizada pelo predomínio de sintomas motores e por alterações da actividade, que podem ir desde um estado de cansaço e acinético até à excitação.
    • • Desorganizado , em que os sintomas afectivos e as alterações do pensamento são predominantes. As ideias delirantes, embora presentes, não são organizadas. Alguns doentes podem ocorrer uma irritabilidade marcada associada a comportamentos agressivos. Existe um contacto muito pobre com a realidade.
  • 15.
    • • Indiferenciado , apresenta habitualmente um desenvolvimento insidioso com um isolamento social marcado e uma diminuição no desempenho laboral e intelectual. Observa-se nestes doentes uma certa apatia e indiferença relativamente ao mundo exterior.
    • • Residual , nesta forma existe um predomínio de sintomas negativos, os doentes apresentam um isolamento social marcado por um embotamento afectivo e uma pobreza ao nível do conteúdo do pensamento.
    Tipos de esquizofrenia ( continuação )
  • 16. Tratamento farmacológico
    • Os antipsicóticos são eficazes no alívio dos sintomas da esquizofrenia em 70% dos casos. Alguns deles, conhecidos como antipsicóticos típicos, inibem fortemente os receptores D2 da Dopa mina das vias dopaminérgicas ligadas ao Sistema límbico do cérebro, e o seu sucesso constitui uma forte evidência da importância das alterações bioquímicas na patogenia da doença conhecida como hipótese dopamínica (que talvez sejam uma resposta secundária a eventos causadores da doença como o são as alterações comportamentais).
  • 17.
    • Outros inibem fracamente os receptores D2 da Dopa mina, tendo acção inibidora serotoninérgica simultânea, conhecidos como antipsicóticos atípicos (clozapina por exemplo). Estes têm um sucesso maior sobre os casos refractários ao tratamento com antipsicóticos típicos ou sobre os casos com sintomatologia negativa predominante. Como leva a agranulocitose em cerca de 1% dos casos, deve ser conduzido um hemograma periódico conjuntamente à utilização da droga.
    Tratamento farmacológico ( continuação )
  • 18. Tratamento farmacológico ( continuação )
    • Existe uma nova geração de antipsicóticos atípicos que não originaria agranulocitose como a risperidona e a olanzapina, que devem ser utilizados como primeira escolha por pacientes psicóticos, excepto nos casos em que o factor sócio económico tiver peso dominante (o custo de aquisição da droga é alto). Os antipsicóticos atípicos, justamente por agirem fracamente sobre os receptores D2, são uma evidência contrária à hipótese dopaminica
  • 19.