As antigas profissões da cidade dos finais do século xix
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    As antigas profissões da cidade dos finais do século xix As antigas profissões da cidade dos finais do século xix Presentation Transcript

    • Olhai, senhores, esta Lisboa doutras eras...Olhai, senhores, esta Lisboa doutras eras...... ... ...... ... ...Das festas,Das festas,das seculares procissões,das seculares procissões,Dos populares pregões matinaisDos populares pregões matinaisque já não voltam mais!que já não voltam mais!
    • O AGUADEIRO"Há água fresquinha! Quem quer quem quer?"
    • O ALFARRABISTA"Vendemos livros cheios de histórias e que por vezes são surpreendentes”
    • O TRAPEIRO“Quem tem trapos ou farrapos que queira vender”
    • O ARDINA"Capital, Lisboa ó Pópular"
    • O BARBEIRO“Corte ou caldinho?”
    • A CRIADA DE SERVIR“Adeus ó terra, adeus linda xerra do Sol a brilhar...”
    • O ENGRAXADOR“Sentado na banqueta, pano nas mãos, curvadosobre o sapato do freguês, concentrado e absorto,como se nada no mundo fosse capaz de o fazerlevantar a cabeça.”
    • O FOTÓGRAFO À-LÁ-MINUTE“Olhó passarinho!”
    • O MOÇO DE FRETES“Com passinhos curtos, anda dobrado, como setivesse dores de bexiga. A cara e os olhos, sãovermelhos, ensopados em sangue. Carrega tudo aosombros com uma complicação de cordéis...”
    • O LIMPA-CHAMINÉS“Muitas vezes parece que o diabo bate à nossa portamas é simplesmente o limpa-chaminés”
    • A MODISTA“...muito valorizada entre os anos 30 e 40. Ela fazia otrabalho que hoje faz o estilista e tinha um statusmaior que a costureira. Ser modista era chique...”
    • O PADEIRO“Olha o padeiro entregando o pãoDe casa em casa entregando o pãoMenos naquela, aquela, aquela, aquela nãoPois quem se arrisca a cair no alçapão? “
    • O PESCADOR“Rede que volta vaziaTraz tristeza ao pescadorQue apesar da arreliaLeva em frente o seu labor”
    • O PROPAGANDISTA“Olha a banha de cobra”
    • O SAPATEIRO"Não suba o sapateiro acima da sandália..."
    • A VENDEDEIRA DE GALINHAS“Ó freguesa...essa até tem ovinhos”
    • O VENDEDOR DE CASTANHAS“São quentes e boooas”Ao canto do Outono,à esquina do Inverno,o homem dascastanhas é eterno.Não tem eira nembeira, nem guarida, eapregoa como umdesafio.É um cartucho pardoa sua vida,e, se não mata afome, mata o frio.
    • O VENDEDOR DE GELADOS“Há fruta ou chocolate!”
    • O VENDEDOR DE RENDAS“Olhe senhora...esta é de bilros!”
    • A VENDEDEIRA DE FIGOS“Quem quer figos quem quer almoçar...”
    • A VENDEDEIRA DE PETISCOS“Pastéis de bacalhau, pataniscas, caracóis...”
    • A LAVADEIRA“...três corpetes, um avental...que a freguesa deu ao rol.”
    • O POLÍCIA“Não quero aí ajuntamentos...”
    • A VENDEDEIRA DE REFRESCOS“Há capilé!”
    • O TABERNEIRO“Ó bo taberneiro denantes de vender o viño bautizao primeiro”
    • A TELEFONISTA“Para onde quer falar?”
    • “Olhó carapau fresquiiiinho!”A VARINAÉ varina, usa chinela,tem movimentos de gata;Na canastra, a caravela,no coração, a fragata.
    • A AMA“Tenha cuidado menino!”
    • O CALCETEIRO“De cócoras, em linha, os calceteiros, comlentidão, terrosos e grosseiros, calçam delado a lado a longa rua.”
    • O CALISTA“Ó Sôr Hilário, está aqui uma unha quaseencravada...”
    • O CARTEIROQuando o carteiro chegoue o meu nome gritoucom um carta na mão.Ante surpresa tão rude,nem sei como pudechegar ao portão.“...quanta verdade tristonhaa mentira risonhaque uma carta nos traz...”
    • A COSTUREIRA“Ai, chega, chega, chega, chega, ó minha agulha...”
    • O ESTIVADOR“Açúcar no cais do portoÉ na estiva, é na estivaÁs vezes me sinto mortoA alma morta, a carne viva”
    • O COVEIRO“Lá vem mais um!”