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As cartas de_paulo

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Seminário Haroldo Dutra Dias

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  • 1. Os Três Mundos de Paulo"Estamos na velha Jerusalé m, numa clara manhã do ano 35. (...) Dentro embreve um carro minú sculo, semelhante às bigas romanas, estacava à porta,tirado por dois soberbos cavalos brancos. (...) O jovem Saulo apresentavatoda a vivacidade de um homem solteiro, bordejando os seus trinta anos.Na fisionomia cheia de virilidade e má scula beleza, os traç os israelitasfixavam-se particularmente nos olhos profundos e percucientes, pró priosdos temperamentos apaixonados e indomá veis, ricos de agudeza eresoluç ão.Trajando a túnica do patriciato, falava de preferê ncia o grego, aque se afeiç oara na cidade natal, ao convívio de mestres bem-amados,trabalhados pelas escolas de Atenas e Alexandria".
  • 2. Os Três Mundos de Paulo"- Mas como está modificado!... Um carro à romana, a conversaç ã em s ogrego e ... Saulo, poré m, nã o deixou prosseguir e rematou: - E no coraç ã o oa Lei, sempre desejoso de submeter Roma e Atenas aos nossos princípios.- Sempre o mesmo homem! - exclamou o amigo com um sorriso franco. -Aliá posso apresentar um complemento às tuas pró prias explicaç õ s es. Abiga é indispensá às visitas a uma casinha florida, na estrada de Jope; e vela conversaç ã grega é necessá o ria aos coló quios com uma legítimadescendente de Issacar, nascida entre as flores e os mármores de Corinto".(Paulo e Estêvão, Primeira Parte, cap. IV).
  • 3. Os Três Mundos de Paulo"Gravitar para a unidade divina, tal é o objetivo da humanidade. Para atingi-lo, sã necessá o rias trê coisas: a Justiç a, o Amor e a Ciê s ncia. Trê coisas lhe ssã opostas e contrá o rias: a ignorâ ncia, o ó dio e a injustiç a" .(Apóstolo Paulo em O Livro dos Espíritos, Livro IV, Cap. II).
  • 4. Os Três Mundos de Paulo Roma"(...) durante muito tempo a Repú blica se orgulhou de sua justiç a, e emmeados do reino de Augusto a Justitia també m foi designada como deusaoficial: Roma possuía a Justiç a e tinha a obrigaç ã de compartilhá com o o -laresto do mundo".(Paulo, Novas Perspectivas, N. T. Wright, Edições Loyola, 2009).
  • 5. Os Três Mundos de Paulo Roma"A liberdade, a justiç a, a paz e a salvaç ã eram os temas imperiais que se opodiam encontrar nos meios de comunicaç ã do velho mundo, isto é , em oestátuas, moedas, poesias, câ nticos e discursos. E o anúncio desses temasvoltava-se naturalmente para a pessoa do imperador que implantava egarantia essas realidades que podiam ser chamadas de evangelion, isto é ,"boa notícia", evangelho" .(Paulo, Novas Perspectivas, N. T. Wright, Edições Loyola, 2009).
  • 6. Os Três Mundos de Paulo Roma"Da Espanha à Síria, todo o mundo tinha conhecimento de Roma, porqueRoma existia, o que fazia e quem dela se encarregava. Nesse contexto deideologia imperial, o culto ao imperador era a religiã que registrava o mais orápido crescimento no mundo de Paulo, o mundo do Mediterrâ neo oriental ".(Paulo, Novas Perspectivas, N. T. Wright, Edições Loyola, 2009).
  • 7. Os Três Mundos de Paulo Gré cia"Desde a é poca do conquistador Alexandre Magno, cerca de trezentosanos antes da é poca de Paulo, o grego tinha se tornado nã só a segunda olíngua dos diversos povos, como o inglê de nossos dias, mas em muitas sregiõ era també m a estrutura de pensamento de todo o mundo" . es(Paulo, Novas Perspectivas, N. T. Wright, Edições Loyola, 2009).
  • 8. Os Três Mundos de Paulo Gré cia"Alé m disso, existe, é verdade, uma grande variedade de aspectos dohelenismo no primeiro sé culo, mas a cultura, a filosofia, e, em parte,falando de Paulo, o estilo retó rico do mundo grego eram poderosos ebastante difundidos. Basta ler algumas pá ginas de Epicteto, umcontemporâ neo mais jovem de Paulo, para perceber que, apesar dadiscordâ ncia radical entre os dois sobre vá rias crenç as, eles tinham umalinguagem e um estilo comum de argumentar. Às vezes se tem até aimpressã de que os dois viviam na mesma rua" . o(Paulo, Novas Perspectivas, N. T. Wright, Edições Loyola, 2009).
  • 9. Os Três Mundos de Paulo Israel"O gê semita é intuitivo muito mais do que abstrativo. (...) o Judeu, ao nioperceber um objeto, nã se preocupava grandemente com o discernimento ode notas essenciais e acidentais do mesmo, apreendia-o e descrevia-osimplesmente com suas características concretas, individuais. O concretointeressava-o mais que o abstrato" ."A tendê ncia de fixar a atenç ã sobre os indivíduos concretos levava o ohebreu a realç ar o que há de dinâ mico em cada ser; comprazia-se emconsiderar o comportamento e os efeitos de pessoas e coisas, mais do queseu valor estático, essencial. Assim, tudo, de certo modo, se podia tornarvivo e agente, para o semita " .(Para Entender o Antigo Testamento, Estêvão Bittencourt, Livraria Agir Editora, 1956).
  • 10. Os Três Mundos de Paulo Israel"Procuravam transmitir da maneira mais penetrante possível um estado dealma. Isto faz que uma pá gina de literatura semita seja impregnada demovimento, variedade de pessoas e coisas que se sucedem com realismo;emoç õ agetos diversos a perpassam. Já que a linguagem semita ficava es,partircularmente ligada à experiência, diz-se que ela evocava mais do queexprimia" .(Para Entender o Antigo Testamento, Estêvão Bittencourt, Livraria Agir Editora, 1956).
  • 11. Os Três Mundos de Paulo Israel"Eis o apelo contínuo presente nos profetas: o Deus simpá tico ao serhumano, preocupado com a dor e o sofrimento, clama por justiç a e outorgaredenç ã convoca o humano a ser simpá o, tico ao seu pathos pelo serhumano. Para Heschel, o objetivo do ser humano é cuidar da humanidadecomo Deus o faria (Kasimow, 2007, p. 23). Deus necessita do humano paraque este possa realizar a redenç ã ". o
  • 12. Três Momentos de uma Alma Ligeira Biografia Paulo SauloO Profeta Apó stolo O Doutor da Lei Espírito PauloMembro da Plêiade do Espírito Verdade
  • 13. As Viagens de Paulo Quinta Viagem"Durante um mê no princípio do ano 63, visitou as comunidades cristã de s, stodos os bairros da capital do Impé rio. (...) o incansá trabalhador resolveu velpartir para a Espanha. (...) desejaria morrer convicto de haver levado oEvangelho aos confins do mundo."(Paulo e Estêvão, Segunda Parte, cap. IX).
  • 14. As Viagens de Paulo Quinta Viagem"A missã visitou parte das Gá o lias, dirigindo-se ao territó rio espanhol,demorando-se mais na regiã de Tortosa. Em toda parte, a palavra e feitos odo Apó stolo ganhavam novos coraç õ para o Cristo (...). Favorecido pela esgrande movimentaç ã de barcos, nos princípios de maio de 64, nã lhe foi o odifícil retornar ao porto de Ó stia, junto dos companheiros".(Paulo e Estêvão, Segunda Parte, cap. X).
  • 15. Formaç ão de Comunidades e Expansão do Cristianismo"Damasco nã tinha propriamente uma Igreja; (...) O nú o cleo de oraç õ era esem casa de uma lavadeira humilde, companheira de fé , que alugava a salapara poder acudir a um filho paralítico" .(Paulo e Estêvão, Segunda Parte, cap. I).
  • 16. Formaç ão de Comunidades e Expansão do Cristianismo"Mas, diariamente, à noite, se reuniam, na casa singela onde funcionava acé lula do "Caminho", grandes grupos de pedreiros, de soldadospaupé rrimos, de lavradores pobres, ansiosos todos pela mensagem de ummundo melhor ".(Referência à Igreja de Antioquia, em Paulo e Estêvão, Segunda Parte, Cap. IV).
  • 17. Formaç ão de Comunidades e Expansão do Cristianismo"Sua presenç a era disputada por todos os círculos, que o recebiam entrecarinhosas manifestaç õ de respeito e de amor pela sua autoridade moral. esOrganizando planos de serviç o para todas as Igrejas domé sticas quefuncionavam na cidade, e depois de inú meras pré dicas gerais nascatacumbas silenciosas..." .(Paulo e Estêvão, Segunda Parte, cap. IX).
  • 18. As Epístolas Gê nese"Sentindo-se incapaz de atender a todas as necessidades ao mesmotempo, o abnegado discípulo do Evangelho, valendo-se, um dia, do silê ncioda noite, quando a igreja se encontrava deserta, rogou a Jesus, comlá grimas nos olhos, nã lhe faltasse com os socorros necessá o rios aocumprimento integral da tarefa" .(Paulo e Estêvão, Segunda Parte, Cap. VII).
  • 19. As Epístolas Gênese"(...) Mas é possível a todos satisfazeres, simultaneamente,pelos poderes do espírito (...). Poderá resolver o problema sescrevendo a todos os irmã em meu nome (...). Doravante, osEstê o permanecerá mais aconchegado a ti, transmitindo-te vãmeus pensamentos, e o trabalho de evangelizaç ã poderá oampliar-se em benefício dos sofrimentos e das necessidadesdo mundo" .(Paulo e Estêvão, Segunda Parte, Cap. VII).
  • 20. As Epístolas Inspiraç ão"Assim começ ou o movimento dessas cartas imortais, cujaessência espiritual provinha da esfera do Cristo, atravé s dacontribuiç ã amorosa de Estê o (...)". o vã(Paulo e Estêvão, Segunda Parte, Cap. VII).
  • 21. As Epístolas Inspiraç ão"(...) valia-se da colaboraç ã afetuosa e dedicada de Lucas opara as epístolas que julgava necessá rias. Nessas, inclui-se aderradeira carta que escreveu a Timó teo (...). Quando a mã otrêmula e rugosa escreve melancolicamente:- Só Lucas está comigo, o convertido de Damasco interrompe-se para chorar sobre os pergaminhos. Nesse instante, poré m,sente afagar-lhe a fronte um como flabelo de asas queadejassem de leve. Brando conforto lhe invade o coraç ã oamoroso e intré pido" .(Paulo e Estêvão, Segunda Parte, Cap X).
  • 22. As Epístolas Redaç ão"(...) e recordando que Jesus lhe prometera associar Estê o à vãdivina tarefa, julgou nã dever atuar por si só e chamou oTimó teo e Silas para redigir a primeira de suas famosasepístolas" .(Paulo e Estêvão, Segunda Parte, Cap. VII).
  • 23. As Epístolas Redaç ão"Daí por diante, aproveitando as ú ltimas horas de cada dia, oscompanheiros de Paulo viram que ele escrevia um documentoa que dedicava profunda atenç ã Às vezes, era visto a o.escrever com lá grimas, como se desejasse fazer da mensagemum depó sito de santas inspiraç õ Em dois meses entregava es.o trabalho a Aristarco para copiá dizendo: -lo,
  • 24. As Epístolas Redaç ão- Esta é a epístola aos hebreus. Fiz questã de grafá o -la,valendo-me dos pró prios recursos, pois que a dedico aosmeus irmã de raç a e procurei escrevê com o coraç ã O os -la o.amigo compreendeu o seu intuito e, antes de começ ar ascó pias, destacou o estilo singular e as ideias grandiosas eincomuns" .(Paulo e Estêvão, Segunda Parte, Cap IX).
  • 25. As Epístolas Temas CentraisCriação e Aliança x Messias e Redenção"Primeiro, a alianç a existe para resolver os problemas no seioda criaç ã Deus chamou Abraã para solucionar o problema do o. omal, o problema de Adã o problema do mundo". o,(Paulo, Novas Perspectivas, N. T. Wright, Edições Loyola, 2009).
  • 26. As Epístolas Temas CentraisCriação e Aliança x Messias e Redenção"O Deus criador é o Deus da alianç a, e o Deus da alianç a é oDeus criador; sua palavra, principalmente atravé s de seuprofeta e/ou servo, resgatará e libertará seu povo do poder doinimigo. Essa combinaç ã de ideias constituía a profunda onarrativa implícita dentro da qual as outras mú ltiplas narrativasdo judaísmo do Segundo Templo encontravam sua coerê ncia eseu sentido ".(Paulo, Novas Perspectivas, N. T. Wright, Edições Loyola, 2009).
  • 27. As Epístolas Temas CentraisCriação e Aliança x Messias e Redenção"Segundo, a criaç ã é invocada para solucionar os problemas osurgidos dentro da alianç a. Quando Israel se econtra emdificuldades, quando as pró prias promessas da alianç aparecem ter se desmantelado no solo, o povo clama pelo Deusda alianç a precisamente como Criador".
  • 28. As Epístolas Temas CentraisCriação e Aliança x Messias e Redenção"Israel volta ao Gênesis 1 e à histó ria do Êxodo para orar econfiar que YHWH faráde novo o que como criador tem poder edireito de fazer e o que, como Deus da alianç a, tem aresponsabilidade de fazer, isto é , restabelecer a justiç a nomundo e, mais especialmente, defender seu povo quando estepedir socorro".(Paulo, Novas Perspectivas, N. T. Wright, Edições Loyola, 2009).
  • 29. As Epístolas Temas CentraisCriação e Aliança x Messias e Redenção"Em ambos os casos, devemos observar cuidadosamente quese supõ que alguma coisa saiu muito mal. Alguma coisa está eprofundamente errada na criaç ã e no seio da criaç ã algo o, oestá muito errado com a humanidade - alguma coisa cujaresposta está na alianç a com Israel. Algo está muito errado naalianç a, seja pelo pecado de Israel, seja pela opressã gentia oou por uma e outra coisa: a resposta a este problema consisteem invocar de novo a criaç ã ou o Deus criador". o(Paulo, Novas Perspectivas, N. T. Wright, Edições Loyola, 2009).
  • 30. As Epístolas Colossenses 1:15-20Ele é a imagem do Deus invisível O Primogê nito de todacriatura, porque nele foram criadas todas as coisas, nos cé use na terra, as visíveis e as invisíveis (...) É a cabeç a da Igreja,que é o seu Corpo. É o princípio, o primogê nito dos mortos,tendo em tudo a primazia, pois nele aprouve a Deus fazerhabitar toda a Plenitude e reconciliar por ele e para ele todosos seres, os da terra e os dos cé us, realizando a paz pelosangue da cruz.
  • 31. As Epístolas"(...) Jesus, o Messias, como aquele atravé s do qual ocorrerama criaç ã e a redenç ã (...) Jesus é a verdadeira imagem de o o.Deus, ou, em outras palavras, o verdadeiro cumprimento dapromessa de Gê nesis 1:26 ".(Paulo, Novas Perspectivas, N. T. Wright, Edições Loyola, 2009).
  • 32. As Epístolas"Adã era da terra, era terreno, ao passo que o novo corpo que oJesus agora possui é um novo dom do cé u. O resultado é acriaç ã de um novo tipo de seres humanos, outra vez à oimagem de Deus, poré m agora, mais especificamente,conforme a imagem do Messias ressuscitado: assim comotrazíamos em nó s a imagem do ser humano terreno, damesma forma haveremos de trazer em nó s a imagem do serhumano celeste" .
  • 33. As Epístolas"Foi assim que o problema existente na criaç ã isto é , o o,problema do pecado e da morte, foi tratado atravé s doMessias, mais especificamente atravé s do modo pelo qual oMessias se tornou o meio para o cumprimento das promessasde uma grandiosa vitó ria sobre o mal".(Paulo, Novas Perspectivas, N. T. Wright, Edições Loyola, 2009).
  • 34. Espírito Paulo Paulo na Codificaç ão"Quem é de fato, o culpado? É aquele que, por um desvio,por um falso movimento da alma, se afasta do objetivo daCriaç ã que consiste no culto harmonioso do belo, do bem, o,idealizados pelo arqué tipo humano, pelo Homem-Deus, porJesus Cristo".(O Livro dos Espíritos, Livro IV, Cap. II).
  • 35. Espírito Paulo Paulo na Codificaç ão"Que é o castigo? A consequê ncia natural, derivada desse falsomovimento; uma soma de dores necessá a desgostá da ria -losua deformidade, pela experimentaç ã do sofrimento. O castigo oé o aguilhã que excita a alma, pela amargura, a se dobrar osobre si mesma e a voltar ao porto da salvaç ã O objetivo do o.castigo nã é outro senã a reabilitaç ã a redenç ã o o o, o".(O Livro dos Espíritos, Livro IV, Cap. II).
  • 36. Espírito Paulo Paulo na Codificaç ão"Oh! Em verdade vos digo, deixai de comparar, na suaeternidade, o Bem, essê ncia do Criador, com o Mal, essênciada criatura. (...) Afirmai, ao contrá o abrandamento gradual rio,dos castigos e das penas pelas transmigraç õ e, aliando o es,sentimento à razã consagrareis a unidade divina ". o,(O Livro dos Espíritos, Livro IV, Cap. II).
  • 37. Espírito Paulo A Obra Paulo e Estê o vã"(...) Todos nó s sentimos hoje enorme alegria com o té rminoda recepç ã da biografia de Paulo de Tarso. (...) Nessas ograndiosas evocaç õ do passado, há como que uma ligaç ã es oentre o ambiente que as polariza e a esfera poderosa dosnobres vultos que foram recordados. Dizer-lhes dos grandiososquadros que temos entrevisto constitui tarefa superior àsnossas possibilidades".(Artur Joviano, mensagem psicografada por Chico Xavier em 23/04/1941,presente no Livro Sementeira de Luz).
  • 38. Espírito Paulo A Obra Paulo e Estê o vã"Assisti, meus filhos, a uma sublime reuniã onde se lembrou a odifusã do livro dedicado às memó rias de Paulo e Estê o. Nã o vã otenho palavras com que exprimir o que foi essa assembleia deluzes da Espiritualidade! Pela primeira vez, vi, nã de muito operto, o grande apó stolo da gentilidade! Sua grandezaespiritual é grande em demasia para ser descrita por meuverbo tã pobre! " o
  • 39. Espírito Paulo A Obra Paulo e Estê o vã"(...) Estevã nã veio à assembleia divina, mas hoje vou o ocompreendendo que todos esses vultos, cheios de imortalidadee de gló ria, continuam no mesmo serviç o de redenç ã ohumana, interessados pelo serviç o de Jesus e consagrados aele tã intensamente quanto se verificou nos primeiros dias de oseu fervoroso labor sobre a Terra".(Artur Joviano, mensagem psicografada por Chico Xavier em 24/06/1942,presente no Livro Sementeira de Luz).
  • 40. Haroldo Dutra Dias twitter.com/haroldodd www.portalser.org