Agrupamento deEescolas D. Dinis - ODIVELAS - Apresentação do Agru.

  • 1,954 views
Uploaded on

 

More in: Education
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Be the first to comment
    Be the first to like this
No Downloads

Views

Total Views
1,954
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1

Actions

Shares
Downloads
15
Comments
0
Likes
0

Embeds 0

No embeds

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
    No notes for slide

Transcript

  • 1. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS
    Apresentação do Agrupamento
  • 2. Contexto e caracterização do Agrupamento
    Constituído no ano lectivo 2004/2005 a 1 de Janeiro, localizado na cidade de Odivelas
    Possui uma população de baixo/médio poder económico
    Grande percentagem de imigrantes - 21 nacionalidades
    PALOP
    América Latina (Brasil)
    Ásia
    Leste europeu.
  • 3. Contexto e caracterização do Agrupamento
  • 4. Contexto e caracterização do Agrupamento
  • 5. Jardim de Infância Maria Lamas
    Situa-se no mesmo espaço da EB1 Maria Lamas
    Funciona em horário normal (9:00h-12:00h e das 13:00h -15:00h)
    Acolhe duas salas de actividades, com 20 alunos cada e 2 com NEE (1 em cada sala)
    Praticamente todas crianças almoçam no refeitório da Escola
    Tem 3 educadoras e 3 assistentes operacionais
    Disponibiliza a Componente de Apoio à Família das 8 às 9 horas no período da manhã e das 15 às 19 horas no período da tarde
  • 6. EB1 Maria Lamas
    Inserida numa das zonas mais antigas de Odivelas
    Tem como alvo a população das ruas contíguas, bem como alguns alunos do Vale do Forno e Serra da Luz
    Funciona em regime normal
    (9:00h-12:00h e 13:30h-15:30h)
    Actividades de enriquecimento curricular
    Expressão Musical
    Inglês
    Actividade Físico-motora
    Apoio ao Estudo
    Actividades de tempos livres
    2/3 das crianças almoça no refeitório da Escola.
    Possui 14 turmas, num total de 303 alunos
    Possui 15 professores, 6 assistentes operacionais, 2 CEI e 1 voluntária
    Possui Associação de Pais e Encarregados de Educação, cujo presidente é Ricardo Medeiros
  • 7. EB1 Rainha Santa
    Serve a população do bairro das Patameiras, urbanização Colinas do Cruzeiro assim como os filhos dos funcionários do Odivelas Parque
    Funciona em regime duplo devido ao elevado número de alunos vs capacidade da escola (8h-13h e 13:15h às 18:15h)
    Metade das crianças almoça no refeitório da Escola
    Possui 13 turmas num total de 270 alunos
    As actividades de enriquecimento curricular funcionam em contra-horário
    Expressão Musical
    Inglês
    Actividade Físico-motora
    Apoio ao Estudo
    Possui 16 professores e 6 Assistentes Operacionais
    Possui Associação de Pais e Encarregados de Educação, cujo presidente é Patrícia Aniceto
  • 8. EB2,3 Pombais
    A Escola recebe maioritariamente a população das duas escolas do 1º ciclo do Agrupamento
    Funciona em turno duplo, devido ao elevado número de alunos
    Possui 23 turmas de ensino regular, 2 de ensino articulado e 2 de Curso de Educação e Formação, num total de 599 alunos
    1/3 dos alunos almoçam na Escola
    Estruturas de apoio aos alunos e famílias:
    APA
    LPNM
    Clubes
    Tutorias
    Gabinete de Mediação de Conflitos
    Cantinho do Estudo
    BE/CRE
    Núcleo de Educação Especial
    Serviços de Psicologia e Orientação
    Projecto EPIS
  • 9. EB2,3 Pombais
    Possui Associação de Pais e Encarregados de Educação, cuja presidente é Teresa Carvalhal
  • 10. Pessoal Docente
    Vínculo do Pessoal Docente
    Na sua maioria os professores do Agrupamento têm mais de 10 anos de serviço. Apenas no grupo dos docentes contratados esta média não é atingida.
  • 11. Pessoal Não Docente
    Distribuição do Pessoal Não Docente
    Estes dados referem-se aos profissionais do Quadro.
    No entanto, existem ainda 6 funcionários do Centro de Emprego (Contrato Emprego e Inserção) e 1 voluntária.
  • 12. Projecto Educativo do Agrupamento
    “Cidadania e Cultura”
    Aquisição de Saberes num Mundo em Mudança
    Missão
    “O saber e o sentir num mundo em mudança”
    (Formar cidadãos num Mundo em Mudança)
    Visão
    “Uma Escola para todos”
    Valores
    “Democracia - Justiça - Solidariedade – Tolerância e Igualdade de Oportunidades “
    Valorizar o conhecimento, a competência, a criatividade, a liberdade, a justiça, a tolerância, os valores da cidadania responsável, ecológica e democrática, a aprendizagem ao longo da vida. Em suma, a qualidade do serviço educativo.
  • 13. Articulação dos Documentos Orientadores
  • 14. Projecto Educativo do Agrupamento
    “Cidadania e Cultura”
    Aquisição de Saberes num Mundo em Mudança
    Prioridades Educativas:
    Cultura de Escola para todos
    Cultura de Escola para os valores
    Cultura de trabalho colaborativo
    Principais Metas:
    Promoção do Sucesso Educativo
    Promoção de uma Liderança/Governança Democrática
    Promoção de Hábitos de Cidadania responsável, ecológica e democrática;
    Promoção da Articulação EscolaFamília;
    Promoção da Articulação Inter-Institucional;
    Promoção da Avaliação Interna do Agrupamento;
    Promoção da Avaliação Docente e Não Docente do Agrupamento.
  • 15. Projecto Curricular do Agrupamento
    Pretende concretizar o direito à Educação e igualdade de oportunidades no sucesso escolar, atendendo ao contexto socioeducativo e em articulação com o Projecto Educativo, Plano Anual de Actividades e Regulamento Interno.
    Critérios de distribuição de Serviço Docente
    Componente Lectiva:
    Continuidade Pedagógica;
    Perfil e experiência pedagógica do professor/turma atribuída(1º CEB)/direcção de turma (2º e 3º CEB);
    Titularidade (de acordo com a legislação).
    Componente Não Lectiva
    Utilização das horas em Aulas de Apoio Pedagógico Acrescido
    Gabinete de Mediação de Conflitos
    Cantinho do Estudo
    Tutorias
    Clubes/Projectos
    Substituição das actividades lectivas (em caso de falta do professor titular)
    com prioridade para as permutas e compensação de aulas
    Coordenação Departamento; Direcção de Turma; PTE; BE/CRE; Saúde Escolar
  • 16. Projecto Curricular do Agrupamento
    Constituição de Turmas
    A transição das turmas é preferencialmente realizada em bloco, de forma a:
    Assegurar a continuidade pedagógica, melhorando assim o acompanhamento dos alunos com NEE, assim como dos alunos retidos e outros com dificuldades de integração
    Salvaguardar, sempre que possível, as indicações dos Conselhos de Turma
    Horários
    A elaboração dos horários dos alunos far-se-á de acordo com a legislação e de forma a libertar o maior número de turmas possível no turno da tarde
    Os horários das turmas deverão ter uma distribuição lectiva equilibrada, de modo a que nos dias mais sobrecarregados funcionem as disciplinas de carácter mais prático
    Devem constar as actividades educativas a desenvolver no âmbito dos Planos de Acompanhamento/Recuperação, nomeadamente os Apoios Educativos/Apoios Pedagógicos Acrescidos
    Ofertas Educativas
    Educação Artística: Educação Tecnológica e Música, nos 7.º, 8.º e 9.º anos; Educação Visual no 9.º ano
    Formação Educativa: turmas de ensino articulado de Música
    Cursos de Educação e Formação: turmas de tipo II e tipo III.
  • 17. Plano Anual de Actividades
    Coloca em prática os objectivos definidos na Lei de Bases do Sistema Educativo
    Operacionaliza o Projecto Educativo e os seus objectivos
    Dá forma à organização e gestão do currículo
    Visa a formação integral do aluno nas suas diversas dimensões, valorizando não só o domínio dos conhecimentos , mas também o domínio das atitudes, valores e competências.
    A filosofia subjacente às actividades preconiza a troca de experiências, culturas e saberes entre alunos, professores e todos os membros da nossa Comunidade Educativa, tendo como base os princípios orientadores explícitos no Projecto Educativo do Agrupamento.
  • 18. Organização do Agrupamento
  • 19. Organização do Agrupamento - Pessoas
  • 20. Organização do Agrupamento - Pessoas
    Conselho geral
    Principais Competências
    Organização Pedagógica
    Aprovar o Projecto Educativo do Agrupamento
    Acompanhar e avaliar a execução do PEA
    Aprovar o Regulamento Interno do Agrupamento
    Aprovar o Plano Anual de Actividades
    Pronunciar-se sobre os critérios de organização de horários
    Definir os critérios para a participação do Agrupamento em actividades pedagógicas, cientificas, culturais e desportivas
    Apreciar os resultados do processo de auto-avaliação
    Outras competências
    Definir as linhas orientadoras para elaboração do orçamento
    Definir as linhas orientadoras do planeamento e execução das actividades no domínio da Acção Social Escolar
    Aprovar o relatório de contas de gerência
    Promover o relacionamento com a Comunidade Educativa
    Acompanhar a acção dos demais órgãos da administração escolar
  • 21. Organização do Agrupamento - Pessoas
  • 22. Organização do Agrupamento - Pessoas
    Conselho Pedagógico
  • 23. Gestão Pedagógica do Agrupamento
  • 24. Recursos Financeiros
    OGE (Orçamento Geral de Estado) e OCR (Orçamento Compensação e Receita):
    Manutenção de Instalações
    Aquisição de Equipamentos
    Outros financiamentos:
    Candidatura a projectos
    Aluguer de instalações
    Apoios financiamentos:
    Autarquia
    Empresas locais
  • 25. Cultura Organizacional
  • 26. Cultura Organizacional
    Gestão de Pessoas
  • 27. Núcleo Ensino Especial
    No âmbito da promoção “Uma Escola para todos”, a educação inclusiva visa a equidade educativa, sendo que por esta se entende a garantia de igualdade, quer no acesso quer nos resultados.
    Preparar para a vida activa
    Atenuar as desvantagens destes alunos
    Elaborar Programa Educativo Individual
    O Agrupamento conta com 3 docentes especializados em Educação Especial que actuam de acordo com a legislação em vigor e Regulamento Interno para a população escolar com NEE.
  • 28. Serviço Psicologia e Orientação
    Promover actividades específicas de informação escolar e profissional
    Desenvolver acções de aconselhamento psicossocial e vocacional dos alunos
    Intervir no acesso e na identificação dos alunos candidatos aos cursos de educação e formação
    Contribuir na identificação dos interesses e aptidões dos alunos
    Colaborar em experiências pedagógicas e em acções de formação de professores
    Colaboração com o NEE na detecção de alunos com NEE, na sua avaliação e no estudo das intervenções adequadas
    Colaborar na identificação e prevenção de situações problemáticas
    Colaboração na elaboração dos planos de acompanhamento
    Contribuir para o desenvolvimento integral das crianças e dos alunos
    Apoiar os alunos no seu processo de aprendizagem e de integração
    Prestar apoio de natureza psicológica e psicopedagógica
  • 29. Biblioteca Escolar/Centro Recursos Educativos
    Biblioteca joséfanha
    Rede Nacional de Bibliotecas Escolares desde 2008
    Inauguração a 21 de Outubro de 2009
    Possui:
    Mais de 5000 exemplares de livros
    8 Computadores
    Software didáctico diverso
    Material audiovisual diverso
    Dinamiza a articulação entre as escolas do Agrupamento
    Articula com as actividades no âmbito do Plano Nacional da Leitura e com a Biblioteca D. Dinis
  • 30. Oferta Educativa
    Pré-Escolar
    Componente de Apoio à Família
    1º Ciclo do Ensino Básico
    Actividades de Enriquecimento Curricular
    Actividades de Tempos Livres
    2º Ciclo do Ensino Básico
    Ensino Articulado (curso de Música)
    3º Ciclo do Ensino Básico
    Disciplinas de opção artística
    Educação Visual
    Educação Tecnológica
    Música
    Cursos Educação Formação
    Acompanhante de Acção Educativa
    (tipo II, nível 2)
    Empregado Comercial
    (tipo III, nível2)
  • 31. Clubes e Projectos
  • 32. Clubes e Projectos
  • 33. Plano Nacional de Leitura
    O PNL tem como objectivo central elevar os níveis de literacia dos portugueses e colocar o país a par dos nossos parceiros europeus.
    Destina-se a criar condições para que os portugueses possam alcançar níveis de leitura em que se sintam plenamente aptos a lidar com a palavra escrita, em qualquer circunstância da vida, possam interpretar a informação disponibilizada pela comunicação social, aceder aos conhecimentos da Ciência e desfrutar as grandes obras da Literatura.
    Semana da leitura
    Leitura orientada
    Actividades de escrita relacionada com livros (ilustrações/expressão plástica)
    Actividades na BE/CRE
  • 34. Plano da Matemática II
    Tem como objectivo motivar os alunos para a aprendizagem da Matemática, melhorar o sucesso da disciplina e proporcionar um apoio mais individualizado aos alunos.
    Abrange todos os alunos do ensino regular do Agrupamento
    1º ciclo:
    Apoio ao estudo destinado à Matemática
    Novo programa da matemática no 1º e 3º anos
    2º e 3º ciclos:
    1 hora de APA para todas as turmas
    5º ao 8º Estudo Acompanhado em par pedagógico, sendo um dos professores de Matemática, na maioria das turmas
    9º ano Estudo Acompanhado com 1 professor de Matemática
    1 turma de 6º, 7º, 8º e 9º com par pedagógico de 2 professores na disciplina (alunos seleccionados de acordo com as dificuldades)
    Clube da Matemática
  • 35. Relação Escola/Comunidade
    O contacto da escola com diferentes parceiros será sempre uma oportunidade de melhoria.
    As escolas oferecem um conjunto de informação, conhecimento, experiência, inovação, que não podem, nem devem ser objecto de indiferença e de desconhecimento.
    As escolas abrem-se para o futuro e procuram ir ao encontro da mudança.
    Por outro lado, os parceiros que colaboram com a escola não são vistos, apenas, como uma hipótese de financiamento para a concretização de projectos/actividades.
    Constituirão sempre uma mais valia que trará sustentabilidade ao desenvolvimento da sociedade.
  • 36. Relação Escola/Comunidade
  • 37. Resultados Escolares
    Taxas de Transição Escolar
    1º Ciclo
  • 38. Resultados Escolares
    Taxas de Transição Escolar
    2º Ciclo
  • 39. Resultados Escolares
    Taxas de Transição Escolar
    3º Ciclo
  • 40. Resultados Escolares
    Taxas de Retenção Escolar
    Dados totais de Agrupamento e comparação com as médias nacionais*
    Agrupamento
    Médias Nacionais
    *Fonte: “Portal Ministério Educação”
  • 41. Resultados Escolares
    Taxas da Qualidade do Sucesso Escolar
    (alunos que transitaram para o ano escolar seguinte sem qualquer negativa)
  • 42. Resultados Escolares
    Taxas da Qualidade do Sucesso Escolar
    (alunos que transitaram para o ano escolar seguinte sem qualquer negativa)
  • 43. Resultados Escolares
    Provas Aferição Língua Portuguesa – 4º Ano
    Agrupamento
    Médias Nacionais
  • 44. Resultados Escolares
    Provas Aferição Matemática 4º Ano
    Agrupamento
    Médias Nacionais
  • 45. Resultados Escolares
    Provas Aferição Língua Portuguesa 6º Ano
    Agrupamento
    Médias Nacionais
  • 46. Resultados Escolares
    Provas Aferição Matemática 6º Ano
    Agrupamento
    Médias Nacionais
  • 47. Resultados Escolares
    Exames Nacionais – Língua Portuguesa
    (alunos internos)
    Agrupamento
    Médias Nacionais
  • 48. Resultados Escolares
    Exames Nacionais
    (alunos internos)
    Agrupamento
    Médias Nacionais
  • 49. Auto-Avaliação Interna
    O êxito escolar não passa apenas pelo esforço dedicado dos professores e pelo espírito de missão dos órgãos de gestão das Escolas. É necessário apostar em referenciais de excelência, reconhecidos nacional e internacionalmente, que já tenham dado provas de estarem adaptados para a construção de uma Gestão Escolar de Excelência, através de processos de melhoria contínua e de acordo com o ritmo possível de cada escola.
    Um processo de auto-avaliação tem que envolver toda a comunidade em que ele é aplicado, sendo este um dos maiores benefícios deste processo.
    É importante referir que a aplicação da CAF está em consonância com os objectivos da Avaliação Externa das Escolas levada a cabo pela IGE.
  • 50. Auto-Avaliação Interna
    O Plano de Acção para implementação do exercício de Auto-Avaliação teve inicio no ano lectivo de 2006/2007, com o Observatório da Qualidade
    Esta estrutura realizou a análise SWOT*, e apuramento de dados.
    No entanto, a complexidade dos mesmos levou à contratação de uma empresa externa, que aliou a actividade do Observatório da Qualidade, à implementação do processo CAF.
    Neste momento, estamos no início do segundo ano da implementação desta ferramenta, tendo já sido apresentados os resultados à Comunidade e seleccionadas as áreas de melhoria.
    * Strong, Weak, Opportunities, Threats
  • 51. Auto-Avaliação Interna
  • 52. Auto-Avaliação Interna
  • 53. Auto-Avaliação Interna
  • 54. Auto-Avaliação Interna
  • 55. Auto-Avaliação Interna
  • 56. Auto-Avaliação Interna
  • 57. Auto-Avaliação Interna