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Relatório Praça Nova do Congresso
 

Relatório Praça Nova do Congresso

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Relatório Praça Nova do Congresso apresentado ao componente curricular Metodologia do Ensino da Geografia do curso de Pedagogia da Universidade do Estado da Bahia.

Relatório Praça Nova do Congresso apresentado ao componente curricular Metodologia do Ensino da Geografia do curso de Pedagogia da Universidade do Estado da Bahia.

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    Relatório Praça Nova do Congresso Relatório Praça Nova do Congresso Document Transcript

    • PRAÇA NOVA DO CONGRESSO
      Através de um olhar minucioso buscamos na Praça Nova do Congresso, no Centro da cidade de Senhor do Bonfim – BA, reconhecer os elementos que trazem a ela sua identidade cultural, social e histórica. Este trabalho é relevante, pois corresponde a todos os aspectos da pesquisa proposta pela discente Maria da Conceição Curaçá Gonçalves, do componente curricular Metodologia do Ensino da Geografia.
      A referida praça passou ao longo dos anos por várias modificações na sua estrutura física e no seu contexto histórico, pois a mesma chamava-se Praça Benjamim Constant. Em 1958 ela foi restaurada para a realização do 1º Congresso Eucarístico Diocesano de Senhor do Bonfim, através da divulgação desse congresso que a praça tornou-se conhecida em toda a região, o que resultou na mudança do seu nome para Praça Nova do Congresso.
      Na sua estrutura física mais antiga possuía um coreto, que numa futura reforma na década de 70 foi substituído por uma fonte luminosa, vindo posteriormente a ser retirada em uma nova restauração, nesta foram construídos mesas de xadrez, ping pong, um bar central chamado Canto dos Pássaros e o palanque fixo por onde passaram grandes nomes da música brasileira, e era também o local que aconteciam os eventos de toda a cidade como os desfiles cívicos (aniversário da cidade, 7 de setembro), feiras culturais, eventos automobilísticos e a tão famosa festa junina onde era montado o Arraiá da Tapera, com todos os elementos típicos da festa.
      Atualmente a praça tem um ambiente limpo e bem arborizado, além de estar mais familiar e acolhedor, pois possui ambientes para todos os tipos de freqüentadores como um parque infantil onde as crianças desfrutam do espaço, mesas onde os senhores mais idosos sentam-se para jogar damas, xadrez, etc. Poderia se dizer que o público da praça é divido em grupos, alguns semelhantes e outros bastante diferentes. Poderíamos dividir estas pessoas em grupos como: crianças, adolescentes de classe média baixa, adolescentes de classe média alta, estudantes, jovens, casais, idosos, existe também o grupo dos trabalhadores ambulantes como o vendedor de pipoca, o vendedor de doces, o vendedor de churros, os hippies. Ao visitar o campo de pesquisa nos deparamos até mesmo com crianças vendendo CDS e DVDS.
      Entre os grupos de jovens e adolescentes poderíamos dividi-los em tribos que podem se classificar pelo estilo de música que eles costumam ouvir como: roqueiros, metaleiros, forrozeiros, pagodeiros, ou pelo estilo de vida como os hippies, góticos, punks, emos ou pela classe social como patricinhas e mauricinhos, e os esportistas como skatistas e etc. Estes grupos se caracterizam por sempre se manterem juntos e dificilmente se misturando com outros grupos diferentes, se caracterizam também pelo modo de se vestir cada um com seus aspectos e o ponto mais interessante é o modo de falar, cada um deles criam seu jeito, suas gírias que chegam à se transformar em dialetos. Eles ocupam a maioria dos espaços da praça, pois o maior público é os jovens e adolescentes, eles estão nos bancos, nas mesas, nos canteiros... Sempre separados.
      A Praça Nova do Congresso é o principal local de lazer público da nossa cidade e por isso se torna tão importante e apreciada por todos. Portanto, através deste trabalho podemos perceber que o contato com o ambiente nos permite levar ao aluno a possibilidade de vivenciar os fenômenos espaço temporais estabelecendo conhecimento, desenvolvendo um espírito investigativo e construindo uma relação afetiva e social com os elementos do espaço geográfico. O contato com o ambiente traz ao aluno o prazer de participar do meio e ter o contato preciso com o concreto de modo a fixar o aprendizado com maior propriedade.
      -226198-118027UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA-UNEB
      DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO-CAMPUS VII
      SENHOR DO BONFIM-BA
      PEDAGOGIA 2006.1
      RELATÓRIO
      Por:
      Amanda Feitosa de Freitas
      Eliciene Trindade dos Santos
      Jacira Ferreira Lôla
      Jeane Ferreira Lôla
      Valci Soares da Silva Moreira
      Viviane de Souza Martins
      SENHOR DO BONFIM
      JULHO – 2009