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Trabalho feito para o componente curricular Alfabetização e ludicidade

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Alfabetização tem conteúdos? Alfabetização tem conteúdos? Presentation Transcript

  • Alfabetização tem conteúdos? Mairce da Silva Araújo UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA-UNEB CAMPUS VII – SENHOR DO BONFIM PEDAGOGIA 2006.1 Por :Amanda Sione Jacira Valci Maisa Viviane Rogério
    • Em princípio, a reflexão sobre conteúdos pedagógicos deve nos remeter à própria especificidade da escola. Se a escola não é o único local de apropriação e produção do conhecimento, e talvez não seja nem o mais importante, ela é, no entanto, a instituição criada, essencialmente, para esta fim: ser um espaço de socialização do conhecimento.
    • Se a função primordial da escola está ligada à questão do conhecimento, não tem sentido pensarmos qualquer momento dessa escola em que os conteúdos culturais/pedagógicos não sejam o seu eixo central. É portanto a partir da relação escola/conhecimento que precisamos pensar a pré-escola e a alfabetização.
    • Na escola desinteressada, a preocupação vai estar voltada para um “desenvolvimento integral da criança” , nunca muito bem explicitado e, contraditoriamente, promovido por meio de atividades soltas, sem articulação umas com as outras. Já a escola preparatória se limita a preparar a criança para uma aprendizagem futura da leitura e da escrita, que se dará no nível da escola.
  • Currículo oculto Curriculo: É um conjunto de conteúdos, habilidades, valores selecionados pela escola para serem oferecidos aos alunos e que estão sempre articulados a interesses da sociedade. Saber-poder: ocultar essas diferenças que estão sempre sendo reforçadas e adequadas a visão política, econômica e social do mundo.
  • As diferenças vão aparecendo dentro das escolas e beneficiam aos que falam a mesma linguagem e cultivam os mesmos hábitos e valores. Serão então os mais capazes, e os outros os que “precisam ser educados”. Exemplo: • Formação de hábitos de higiene (presentes desde a pré-escola). Este tipo de atividades são desenvolvidas na escola de forma natural, mas não ajudam a criança a compreender a realidade social em que vivem.
  • É, também, mediante vivências sutis como essas que a divisão social vai sendo reproduzida pela escola, a partir de um currículo que naturaliza sucessos e fracassos dos alunos, fazendo desaparecer suas origens. Se o currículo fosse construído considerando as condições materiais de vida das crianças, elas não se veriam expostas a humilhações, como freqüentemente acontece em escolas que recebem crianças de classe baixa.
  • O que ainda se vê nas escolas é um distanciamento entre os conteúdos escolares e a realidade de vida dos alunos. A sua bagagem cultural, tem sido pouco valorizada. É importante considerar que a construção de um currículo que se comprometa com os interesses das classes exige uma preocupação, não só com a qualidade dos conhecimentos que seleciona, como também com uma metodologia que potencialize os alunos a responderem os desafios que o mundo lhes apresenta.
  • Sione
  • Jacira
  • Aprendendo a ler, lendo, e a escrever, escrevendo
    • O ensino da leitura e da escrita como instrumento de compreensão e intervenção da realidade implica:
    • Possibilitar vivências com relevância e significado para a vida da criança.
    • Desafia-lás com situações diversificadas e significativas.
    • Uso escolarizado = Uso social
    • consciência da linguagem
    • Fairclough
  •  
  • Viviane
  • Valci
  • Referências
    • GARCIA, Regina Leite (org). A formação da professora alfabetizadora: reflexões sobre a prática.São Paulo: Cortez, 2003.