Gestão e Instalação Redes Informáticas

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Gestão e Instalação Redes Informáticas

  1. 1. Ivan Dias Borba Netto REDES
  2. 2. Capítulos do cursoApresentações em Power Point 2000 ousuperiorCapítulo 1: Introdução às redesCapítulo 2: Cabeamento *Capítulo 3: Hardware de redesCapítulo 4: Componentes de softwareCapítulo 5: Noções sobre TCP/IPCapítulo 6: Redes ponto-a-pontoCapítulo 7: Redes cliente-servidorCapítulo 8: Compartilhamento de conexão com a InternetCapítulo 9: Redes sem fioCapítulo 10: Tópicos diversosProgramas
  3. 3. Capítulo 1Conceitos básicossobre redesIvan Dias Borba Netto
  4. 4. ÍndiceTopologias de redesColisãoClientes e servidoresRedes ponto-a-ponto e cliente-servidorCompartilhamentosOutras aplicaçõesCabos de redeVelocidadesOs capítulos do curso
  5. 5. Topologia Índice 5
  6. 6. Topologias de redeA topologia de uma rede é umdiagrama que descreve comoseus elementos estãoconectados. Esses elementos sãochamados de NÓS, e podem sercomputadores, impressoras eoutros equipamentos. Seja qual for a topologia utilizada, é preciso que sempre exista um caminho através de cabos, ligando cada equipamento, a todos os demais equipamentos da rede. Índice 6
  7. 7. Topologia em barraEste tipo de topologia foi muitoutilizado nas redes durante osanos 80 e até meados dos anos90. Uma grande desvantagemera a dificuldade paraexpansões. Cada vez que umnovo equipamento eraadicionado à rede, era precisofazer um remanejamento decabos para manter a seqüência,o que nem sempre era fácil.Outra grande desvantagem eraque, ao desconectar um cabo Podemos representar a rede através de um diagramaqualquer, a rede inteira ficava simplificado chamado GRAFO. Um grafo é formado por NÓS e RAMOS. Os nós são os equipamentosinoperrante. Ainda encontramos (micros, por exemplo), e os ramos são os cabos. Oeste tipo de rede em diversos grafo de uma rede em barra tem sempre o aspectoórgãos públicos. Devido à falta mostrado acima: uma linha contínua de nós, cada umde verbas, muitas vezes esses deles ligados a dois outros nós vizinhos, exceto osórgãos operam com dois extremos, que têm um único vizinho cada um.computadores antigos, o mesmoocorrendo com suas redes. Índice 7
  8. 8. Topologia em estrelaEsta topologia é usada pelamaioria das redes modernas,quando o número decomputadores é pequeno. Éusado um equipamento centralchamado concentrador, e neleficam ligados os demaisequipamentos. Osconcentradores mais comuns sãoo HUB e o SWITCH. Ambosserão apresentados no capítulo3. Índice 8
  9. 9. Topologia em anelEsta topologia éempregada pelas redes“Token Ring”, da IBM. Foimuito popular nos anos 80,mas hoje sua utilização émais restrita. Índice 9
  10. 10. Topologia em árvorePodemos dizer que este tipo de rede é formado por estrelas conectadas entre si.É bastante comum nas redes modernas que possuam um número grande deequipamentos. Índice 10
  11. 11. Colisão Índice 11
  12. 12. ColisãoColisão é um evento que ocorre freqüentemente nas redes, no qual doiscomputadores tentam enviar informações no mesmo instante. As colisõessão normais no funcionamento de uma rede. Entretanto se forem muitofreqüentes, o desempenho da rede será prejudicado.Podemos entender as colisões fazendo uma analogia com uma situação davida cotidiana. Imagine um grupo de 8 amigos conversando em torno deuma mesa. Todos podem falar, mas a boa educação manda que cada umfale de uma vez.Se você quer falar, deve esperar por um momento de silêncio, pois duaspessoas não podem falar ao mesmo tempo. Depois de alguns segundos desilêncio você finalmente fala o que quer…Mas um colega também fala ao mesmo tempo que você. Ambos param defalar imediatamente porque cada um ouvirá a sua própria voz, misturadacom a voz do outro.Cada um então aguarda alguns segundos e tenta falar novamente. Aqueleque aguardar um tempo menor falará, o outro esperará. Índice 12
  13. 13. Colisão em redesColisões também ocorrem em rede, e são recuperadas exatamente da mesmaforma. Quando um computador deseja transmitir, aguarda um período deinatividade da rede e finalmente transmite. Para cada transmissão é feita aleitura imediata do que foi transmitido. A placa de rede compara o que foitransmitido com o que foi recebido. Se os dados forem iguais significa que atransmissão foi válida. Se os dados forem diferentes significa que ocorreu umacolisão, ou seja, outro computador fez uma transmissão no mesmo instante.Os computadores envolvidos na colisão irão aguardar um intervalo de tempoaleatório e tentar novamente. Aquele que aguardar um tempo menor será oprimeiro a transmitir, o outro terá que aguardar a sua vez, pois ao terminar deesperar seu intervalo de tempo, a rede já estará em uso pelo outro.As colisões são normais em redes, e quando ocorrem em excesso, prejudicam oseu desempenho. Existem técnicas para reduzir o número de colisões em umarede, por exemplo, interligar os computadores através de um switch, comoveremos ao longo do curso. Índice 13
  14. 14. Clientes e servidores Índice 14
  15. 15. ServidoresSão computadores ou equipamentos que disponibilizam seus recursos paraoutros computadores.Exemplos:a) Servidor de arquivos: Seus discos rígidos podem ser acessados poroutros computadores.b) Servidor de impressão: Suas impressoras podem ser usadas por outroscomputadores.c) Servidor de backup: Suas unidades de fita magnética, discos ou outrosdispositivos de armazenamento podem ser usados por outroscomputadores. Índice 15
  16. 16. ClientesSão os computadores que usam os recursos dos servidores. Também é corretochamar esses computadores de estação de trabalho (workstation).Um computador pode operar somente como cliente.Um computador pode operar somente como servidor. Nesse caso é chamado deservidor dedicado.Um computador pode operar simultaneamente como cliente e como servidor.Isso é comum em redes muito pequenas. Nesse caso é chamado de servidornão dedicado. Índice 16
  17. 17. Servidor não dedicadoServidores não dedicados sãomuito comuns em redespequenas. A rede ao lado éformada por dois micros. Omicro 1 tem uma conexãocom a Internet e umaimpressora. Este micro podeoperar como servidor nãodedicado. Pode ser usadonormalmente enquanto omicro 2 tem acesso aos seusrecursos: impressora,conexão com a Internet ediscos. Dizemos então que omicro 1 está operando comoservidor não dedicado. Índice 17
  18. 18. Servidor dedicadoEm redes de porte médioe grande, os servidoressão dedicados. Não sãousados para tarafesconvencionais, comoedição de texto,programas gráficos, etc.Ficam disponíveis o tempotodo para permitir queseus recursos sejamusados por outroscomputadores. Napequena rede ao ladotemos um servidor e 7estações de trabalho. Índice 18
  19. 19. Impressoras de redeDizemos que umaimpressora é localquando está conectadana própria estação detrabalho que estamosutilizando.Quando uma impressoraestá ligada em umservidor e disponívelpara outroscomputadores, dizemosque trata-se de umaimpressora de rede. Afigura ao lado ilustraalgumas impressoraslocais e de rede. Índice 19
  20. 20. Rede ponto-a-ponto xRede cliente-servidor Índice 20
  21. 21. Sistema operacional do servidora) Redes ponto-a-ponto usam servidores com sistemas operacionais Windows95, Windows 98, Windows ME, Windows XP Home, Windows XP Professional,Windows 2000 Professional.b) Redes cliente-servidor usam servidores com sistemas Windows NT Server,Windows 2000 Server, Windows .NET 2003.c) Os clientes, em ambos os casos, podem utilizar qualquer versão doWindows citada no item (a). Índice 21
  22. 22. Segurança e facilidadea) A rede ponto-a-ponto tem segurança muito limitada, mas é de utilizaçãosimples. Não requer um profissional dedicado para administrar a rede.b) A rede cliente-servidor é muito mais segura, mas requer maior especializaçãopor parte do seu administrador. Em redes de médio porte é preciso ter umadministrador dedicado, em redes maiores é preciso ter uma equipe paraadministração e suporte. Índice 22
  23. 23. Doméstica e empresariala) A rede ponto-a-ponto é indicada para ambientes domésticos ou empequenas empresas onde reina um ambiente de cooperação entre os usuários.b) A rede cliente-servidor é a indicada para empresas de médio e grande porte.Também é indicada para empresas de pequeno porte quando não podemosgarantir total cooperação entre os usuários. Índice 23
  24. 24. Custoa) A rede ponto-a-ponto é mais barata porque usa no servidor, uma versão doWindows mais barata. Como não requer a contratação de um administrador,seu custo de manutenção é pequeno.b) A rede cliente-servidor é mais cara porque usa versões mais caras doWindows (Ex: Windows 2000 Server), e também requer o pagamento delicenças de uso para as estações de trabalho, além do custo do próprio sistemaoperacional instalado nessas estações. O custo de manutenção é alto porquerequer uma equipe mais especializada para administrá-la. Índice 24
  25. 25. Exemplo:Tanto na rede ponto-a-ponto (PP) como nacliente-servidor (CS),fazemos ocompartilhamento depastas através docomandoCompartilhamento,mostrado na figura aolado. Os arquivosdesta pasta poderãoser acessados poroutros usuários darede, desde quetenham senhas (PP) oupermissões (CS)apropriadas. Índice 25
  26. 26. Exemplo:No caso da rede ponto-a-ponto,ao usarmos o comandoCompartilhamento, éapresentado um quadro ondedefinimos uma senha paraliberar o seu acesso. Quemsouber esta senha pode ler osarquivos da pastacompartilhada. Se ocompartilhamento for definidocomo “Completo”, os usuáriosque souberem a senha poderãonão somente ler os arquivos,mas também apagá-los, alterá-los ou gravar novos arquivosna pasta compartilhada. Índice 26
  27. 27. Rede ponto-a-ponto usa senhasNote que na rede ponto-a-ponto o controle de acesso é feito através de senhas.Cada recurso compartilhado (pastas, impressoras) tem uma senha. Esta senha édistribuída apenas para os usuários para os quais queremos dar acesso.A senha não é do usuário, e sim, do recurso.Um ponto fraco da segurança deste tipo de rede é que se alguém descobrir asenha de uma pasta ou impressora, poderá usá-la ilegalmente. Índice 27
  28. 28. Rede cliente-servidor usa permissõesA rede cliente-servidor não dásenhas para os recursos (pastase impressoras). Ao invés disso,dá permissões a certos usuáriosou grupos de usuários para quetenham acesso a umdeterminado recurso.Usuários não podem ceder suaspermissões para colegas.Somente o administrador darede pode dar permissões deacesso.Cada usuário tem uma conta, eé identificado por um nome(login) e senha. Usar a conta deum colega é falta grave em umaempresa, e pode resultar emdemissão. Índice 28
  29. 29. Resumo: rede ponto-a-ponto Tem servidores com Windows 95, 98, ME, XP, 2000 Professional Qualquer computador pode ser um servidor, dedicado ou não dedicado O controle de acesso é feito por recurso: uma senha libera o acesso aorecurso por qualquer usuário que tenha esta senha Segurança limitada Mais barata, administração mais fácil ou automática Indicada para ambientes domésticos e empresas muito pequenas, ambientede cooperação entre os usuários Índice 29
  30. 30. Resumo: rede cliente-servidor Cada computador normalmente opera como cliente ou servidor, ou seja, osservidores são dedicados. Servidor usa sistemas como Windows NT, Windows 2000 Server Administração mais complexa Maior segurança Para redes de médio e grande porte Cada usuário faz logon com username/password Recursos são liberados para usuários selecionados (permissões) A senha é para o usuário, não para o recurso Índice 30
  31. 31. Compartilhamentos Índice 31
  32. 32. Compartilhamento de arquivosTanto em redes PPcomo CS, os clientestêm acesso à redeatravés do ícone Meuslocais de rede, ouAmbiente de rede.São mostrados íconesque representam osservidores. Noexemplo ao lado,clicamos no ícone querepresenta o servidorSW2000 e podemosentão ver asimpressoras e pastascompartilhadas. Os ícones das pastas e impressoras compartilhadas têm na sua parte inferior, um pequeno cabo de rede. Índice 32
  33. 33. Compartilhamento de impressorasQuando umcomputadorcompartilha suaimpressora (ou suasimpressoras), ele éum servidor deimpressão. Osdemaiscomputadores darede “enxergarão aimpressoracompartilhada” naprópria pasta deimpressoras, comovemos na figura aolado. O computador deste exemplo tem uma impressora local (HP Laserjet II), vista na sua pasta de impressoaras. Neste pasta vemos também as impressoras de rede. No caso, temos uma impressora HP7550, conectada no servidor SW2000. Além de usar a pasta de impressoras, podemos também visualizar as impressoras de rede clicando em Meus locais de rede ou Ambiente de rede. Índice 33
  34. 34. Outras aplicações Índice 34
  35. 35. Compartilhamento de conexãocom a InternetUma conexão com a Internetpode ser compartilhada devárias formas. Uma delas éconfigurar o computador queestá ligado diretamente àInternet para que opere com oum servidor gateway. Destaforma os demaiscomputadores da redetambém poderão ter acesso àInternet. Existem outrasformas para realizar estecompartilhamento, comoveremos neste curso. Índice 35
  36. 36. Jogos em redeA maioria dos jogosmodernos podem operarem modo multiplayer.Vários jogadores, cadaum em um computador,estando essescomputadores ligados emrede, podem participar domesmo ambiente virtual.Muitos desses jogos No exemplo acima, dois jogadores, em dois comptuadoresfuncionam através da diferentes, estão utilizando o mesmo jogo, em modoInternet, permitindo a multiplayer. Note que cada jogador enxerga seuparticipação de jogadores personagem em primeira pessoa, e vê também ode várias partes do personagem correspondente ao outro jogador.mundo. Entretanto é mais Jogos multiplayer são comuns em LAN HOUSES, mascomum que os jogadores também podemos utilizá-los em uma rede doméstica.estejam em uma mesmarede local. Índice 36
  37. 37. Jogos em redeUm dos primeiros jogos capazes de operar em rede foi o DOOM2, de 1994.Operava em modo MS-DOS em redes Novell ou compatíveis, e podia serutilizado por até 4 jogadores. No exemplo acima, três jogadores estão jogandoem conjunto. A figura mostra a visão de dois desses dois jogadores. Índice 37
  38. 38. VídeoconferênciaUsuários de uma rede podem conversarem uma espécie de vídeofone. A imageme o som são captados por uma webcam eum microfone, e reproduzidos pelomonitor e pelas caixas de som. Aconversação pode ser feita tanto em umarede local como pela Internet. É possívelreunir três ou mais pessoas em umamesma conversa. Essas pessoas podemestar conversando e ao mesmo tempovisualizando e manipulando um texto,gráfico, planilha ou outro documentoqualquer, todos visualizam o documentoque está sendo discutido. É o quechamamos de videoconferência. Índice 38
  39. 39. Acesso remotoAtravés de programasapropriados umcomputador podecontrolar outrocomputador, o quechamamos “acessoremoto”, ou “desktopremoto”. Umcomputador visualiza atela de outrocomputator, podendoentão fazer controle,configurações e darsuporte a distância.Desta forma oadministrador da redepode configurar umservidor sem precisar iraté este servidor. Um programa freeware muito bom para isso é o VNC, encontrado em www.realvnc.com Índice 39
  40. 40. Cabos de rede Índice 40
  41. 41. Cabo UTPO cabo UTP (UnshieldedTwisted Pair, ou par trançadonão blindado) é o mais usadoatualmente. Nas suasextremidades são fixadosconectores tipo RJ-45 quedevem ser conectados àsplacas de rede e aequipamentos como hubs eswitches. Índice 41
  42. 42. Redes sem fioÉ possível interligarcomputadores de váriasformas, uma delas éutilizando ondas deradiofreqüência. Formamosentão as redes sem fio(wireless ou wi-fi). Muitosnotebooks modernospossuem adaptadores derede sem fio, mas tambémé possível usar este recursoem computadores desktop.Basta instalar uma placa derede como a mostrada aolado. O capítulo 9 tratarásobre o assunto. Índice 42
  43. 43. Velocidades Índice 43
  44. 44. Velocidades Conexão VelocidadeO tipo de placa de rede Porta serial 115.200 bpsmais usada atualmente é o“Ethernet 10/100”. Essas Porta paralela 600 kbits/s a 16 Mbits/splacas operam como padrão USB 1.1 12 Mbits/sna velocidade de 100Mbits/s (100 milhões de bits USB 2.0 480 Mbits/spor segundo, o que equivale Firewire 400 Mbits/sa cerca de 12 MB/s). Ethernet 10 Mbits/sQuando são conectadas aum computador com placa Fast Ethernet 100 Mbitsde rede antiga (operavam Gigabit Ethernet 1000 Mbits/s (1 Gbits/s)com 10 Mbits/s), reduzemautomaticamente sua 10-Gigabit Ethernet 10.000 Mbits/s (10 Gbits/s)velocidade para 10 Mbits/s. Wireless, 802.11b 11 Mbits/sExistem entretanto outros Wireless, 802.11a 54 Mbits/stipos de conexão que serãoestudadas ao longo docurso. Índice 44
  45. 45. Os capítulos do curso Índice 45
  46. 46. Os capítulos do cursoOs capítulos deste curso tratarão com detalhes de assuntos introduzidos aqui.São eles:Capítulo 2: CabeamentoCapítulo 3: Hardware de redesCapítulo 4: Componentes de softwareCapítulo 5: Noções sobre TCP/IPCapítulo 6: Redes ponto-a-pontoCapítulo 7: Redes cliente-servidorCapítulo 8: Compartilhamento de conexão com a InternetCapítulo 9: Redes sem fioCapítulo 10: Tópicos diversos Índice 46
  47. 47. Capítulo 2CabeamentoIvan Dias Borba Netto
  48. 48. ÍndiceCabeamento confiávelCabo coaxialPar trançadoConectores de rede nas paredesPadrões 568A e 568BVídeos sobre par trançadoFibra óptica
  49. 49. O cabeamento precisa ser confiável Índice 49
  50. 50. Não faça isto!!!O cabeamento de umarede deve ser levado asério. Devem serusados cabos econectores de boaqualidade, que devemser instaladosadequadamente. Oscabos não devem ficarexpostos para nãosofrer dano físico. Nãopodem ficar expostosao sol e à chuva, comona figura ao lado. Ao instalar um cabo desta forma, o técnico certamente será chamado de volta em poucos meses para trocá-lo. O cliente perceberá que a instalação não foi bem feita. Índice 50
  51. 51. Cabo coaxial Índice 51
  52. 52. Conector RJ-45Os cabos de rede maisusados atualmente sãoos do tipo “partrançado” (UTP =unshielded twistedpair). Entretanto muitasredes antigas aindausam o cabo coaxial.Se você instalar umarede nova deverá usarpar trançado ou outrastecnologias maisrecentes. Ao darmanutenção em redes Uma placa de rede atual, com seu conector RJ-45 fêmea. Umantigas, provavelmente cabo de rede UTP, com seu conector RJ-45 macho.precisará trabalhar comcabos coaxiais. Índice 52
  53. 53. Conector BNCAté aproximadamentemeados dos anos 90, amaioria das redes usavamum cabeamento diferente:os cabos coaxiais. Osconectores usados nessescabos eram chamados deBNC. As placas de rededaquela época tinhamesses conectores BNC.Durante a época detransição entre esses tiposde cabeamento, muitasplacas de rede eramproduzidas com os doisconectores, podendo Muitas redes antigas ainda usam cabos coaxiais. Sãoentão ser usados com comuns, por exemplo, em alguns órgãos públicos. Mesmoqualquer dos dois tipos de com computadores novos, a infraestrutura pode ser antiga.cabeamento. Nesses casos, enquanto o cabeamento não é renovado, é preciso manter as placas com conectores BNC, compatíveis com os cabos coaxiais. Atualmente só lojas especializadas em redes ainda comercializam placas com conectores BNC. Índice 53
  54. 54. Conectores para cabos coaxiaisOs cabos coaxiaisutilizam tambémconectores BNC tipo “T”e o terminador. Cadaplaca de rede é ligadaaos cabos através deum conector “T”. Oúltimo nó da rede deveter um terminador,como mostraremosadiante. Atualmente apenas as lojas especializadas em equipamentos para redes comercializam esses conectores. Índice 54
  55. 55. Ligação por cabos coaxiaisPara ligar computadoresou outros dispositivosem rede, usando caboscoaxiais, é preciso usarum conector “T” emcada uma das placas derede envolvidas. Seçõesde cabos coaxiais sãoligadas através dosconectores “T”. Oprimeiro e o últimodispositivo da rededevem ter um Se um usuário desconectar por engano um dos terminadores, aterminador conectado. rede toda fica inoperante. O mesmo ocorre se apenas um desses cabos for desconectado. Índice 55
  56. 56. Ligação por cabos coaxiais A) Conectores “T” são ligados em cada placa de rede. As duas extremidades laterais desses conectores são ligadas aos cabos coaxiais.B) A última placa de rede, ou oúltimo dispositivo do cabo, deveter ligado no seu conector “T”,um terminador. Índice 56
  57. 57. Confeccionando cabos coaxiaisMostraremos a confecção de cabos coaxiais apenas como curiosidade, já que estetipo de cabo raramente é usado hoje em dia.Em lojas especializadas em equipamentos para redes, você encontrará asferramentas acima: um desencapador de cabos e um alicate crimpador. Vocêdeverá também comprar os cabos a metro (cabo RG58) e os conectores BNC paraserem instalados nas extremidades do cabo, com o uso das ferramentas acima. Índice 57
  58. 58. Conector BNCO conector BNC é compradodesmontado, como mostra a figuraao lado. O cabo é introduzido nocorpo do conector, que é a peçamaior. Um pino central faz o contatocom o condutor central do cabo. Amalha condutora externa do cabo épresa ao corpo do conector atravésde um anel metálico.Rolo de cabo RG58 Índice 58
  59. 59. Desencapar o caboAntes de fixar o conector BNC, épreciso desencapar o cabocoaxial. Note que existem doiscondutores, sendo um centralinterno, que transmite os dados,e uma malha externa, quefunciona como terra. Usamos aferramenta própria paradesencapar o cabo mantendo asmedidas da figura ao lado.O contato é fixado ao pinocentral com a ajuda do alicatecrimpador. Este pino tambémpode ser soldado no cabo. Índice 59
  60. 60. Fixando a malha externaA malha externa do cabocoaxial deve ficar sobre o corpo(veja a figura ao lado).Cobrimos a malha externa como anel e o fixamos com a ajudado alicate crimpador. A malhaexterna do cabo coaxial ficarápresa entre o corpo doconector e o anel. Índice 60
  61. 61. Cabo coaxial prontoUsamos ainda uma capaplástica em torno doconector, dando maiorrigidez ao cabo, evitandoque seja danificado com omanuseio excessivo.Em lojas que comercializamprodutos para redes,podemos normalmenteencomendar a montagem decabos coaxiais com ocomprimento desejado. Índice 61
  62. 62. Par trançado Índice 62
  63. 63. Cabo UTP prontoDa mesma forma, as lojasespecializadas em materialpara redes confeccionamcabos UTP sob medida.Normalmente encontramos oscabos prontos com medidaspadronizadas, como 1,80m e3,60m. Para medidasmaiores, podemosencomendar o cabo.Para trabalhar com redes, émuito importante saberconfeccionar este tipo decabo, como mostraremos aseguir. Índice 63
  64. 64. Conector RJ-45Os cabos de rede maisusados atualmentesão os do tipo “partrançado” (UTP =unshielded twistedpair). Os conectoresusados nesses cabossão chamados RJ-45.O cabo usa conectoresRJ-45 tipo “macho”,também chamado dePLUG RJ-45. Nasplacas de redeencontramos um Entre os cabos de rede de alta qualidade podemos citar osconector RJ-45 tipo fabricados pela FURUKAWA. Entre os conectores de alta“fêmea”, também qualidade, citamos os produzidos pela AMP.chamados de JACK RJ-45. Índice 64
  65. 65. Comprar cabos e conectoresAo aprender aconfeccionar cabosUTP, é comumestragar muitosconectores. Enquantovocê pratica atéconseguir a perfeição,é recomendável utilizarconectores RJ-45 “semnome”, pois são bemmais baratos. Depoisque tiver prática, Para confeccionar cabos de rede, você precisará comprar apasse a usar apenas metragem desejada de cabo UTP categoria 5, e conectores RJ-conectores de boa 45. Também será preciso adquirir um alicate crimpador e um testador de cabos.qualidade, como os daAMP. Índice 65
  66. 66. Alicate crimpador RJ-45Para montar os cabos derede UTP você precisaráde um alicate crimpadorpara conectores RJ-45.Cuidado, pois existemalicates crimpadores paraconectores RJ-11, que sãousados em telefones.Confirme se o alicate érealmente para conectoresRJ-45. Este alicatetambém serve para cortare desencapar o cabo. Índice 66
  67. 67. Cabo UTP CAT 5O cabo UTP deve serde categoria 5 ousuperior, que épróprio para operaçãoa 100 Mbits/s. Vocêencontrará a indicação“CAT 5” ao longo docabo.No seu interiorexistem quatro paresde fios. Os dois fiosque formam cada parsão trançados entresi, como mostra afigura. Índice 67
  68. 68. Testador de cabosMesmo quando temosexperiência na confecção decabos, às vezes montamoscabos que não funcionam.Podemos por engano trocar aposição de fios ou deixaralguns dos fios mal conectados.Um dos fios do cabo podepartir quando o desencapamos.Por isso é necessário usar umtestador de cabos, como omostrado ao lado. Estetestador é composto de doisaparelhos. Conectamos um emcada extremidade do cabo. Umdeles irá gerar uma seqüênciade sinais que deverá se Quando os LEDs não acendem na seqüência correta,propagar pelo cabo e acender ou quando um ou mais ficam apagados, então existequatro LEDs, em seqüência. um erro no cabo. É preciso cortar os conectores e repetir a montagem. Índice 68
  69. 69. Cabos conectados em um HUBOs cabos UTP, depois depronto, serão usados naligação entre oscomputadores e osconcentradores (hubs eswitches). Existem outrasaplicações para essescabos, tais como: Ligação direta entre doismicros (cabo crossover) Ligação entre micro emodem de banda larga Ligação entreconcentradores e outrosequipamentos de rede,como scanners, Ligação entre vários computadores e um HUB.impressoras e servidoresde impressão Índice 69
  70. 70. Usando o alicateO alicate crimpador tambémé usado para cortar edesencapar os cabos UTP. Asfunções indicadas na figuraao lado são:1) Cortar o cabo2) Desencapar o cabo3) Crimpar o conector Índice 70
  71. 71. Preparando o caboUse o alicante paradesencapar a coberturaexterna do cabo. Os fios doseu interior não devem sercortados. Deixe uma distânciadesencapada de 1,5 a 2 cm,como mostra a figura.Enquanto você estiveraprendendo, terá que tentarvárias vezes, até conseguirdesencapar a coberturaexterna sem cortar os fiosinternos. Para isso, girelevemente o alicate, fazendoum corte bem superficial,depois puxe o pedaço de capaexterna que fica solta com ocorte. Índice 71
  72. 72. Coloque os fios na ordemA figura mostra como devem ser dispostos os fios do interior do cabo. Primeirosepare os quatro pares e alinhe-os todos, como mostra a parte (3) da figura. Coloque os fios na seguinte ordem, da esquerda para a direita: Branco-verde Verde Branco-laranja Azul Branco-azul Laranja Branco-marrom Marrom Índice 72
  73. 73. Use uma chave de fendaOs fios terão queser introduzidos noconector RJ-45.Para que estainserção sejafacilitada, coloqueantes os fios deforma alinhada,com a ajuda deuma chave defenda. Índice 73
  74. 74. Corte o excesso de fioDepois de alinhados, use oalicate crimpador para cortar oexcesso de fio. Os oito fios docabo deverão ficar com o mesmocomprimento, cerca de 1,2 cm. Índice 74
  75. 75. Introduza noconectorRJ-45Introduza simultaneamenteos oito fios do cabo noconector RJ-45. Olhe oconector como mostra afigura. Em um dos lados doconector existe uma travaplástica. No outro lado vocêverá oito contatos metálicos.Para quem olha este ladocom os oito contatosmetálicos, os fios verdesdeverão ser vistos pelaesquerda. Índice 75
  76. 76. Ordem dos fiosConfira se os oito fiosrealmente ficaram naordem mostrada na figuraao lado. Observe o pontoaté onde chega a capaexterna azul do cabo.OBS: Esta ordem é opadrão que chamamos TIA568A. Índice 76
  77. 77. Erros comunsA figura ao lado mostra dois erros muito comunsquando estamos aprendendo a fazer cabos de rede.Note que os fios não ficaram totalmente encaixadosno conector. Vemos ainda que a cobertura azul docabo ficou mais abaixo do que deveria estar. Comoresultado, o conector não ficará bem preso no cabo, epoderá soltar depois de algum tempo.Para corrigir esses dois problemas, retire o conector euse o alicate crimpador para cortar mais um pouco (2a 3 milímetros) os oito fios do conector, que deverãoficar com o mesmo tamanho. Índice 77
  78. 78. Confira antes de crimpar! Crimpe o conector RJ-45 no cabo somente depois que os fios estiverem introduzidos corretamente, como mostra a parte direita da figura: 1) Fios na ordem certa 2) Todos os fios introduzidos até o fim 3) Capa externaERRADO CERTO do cabo indo até o ponto indicado Índice 78
  79. 79. Crimpando o conectorIntroduza o conector no alicatecomo mostra a figura. Aperte oalicate com força. Observeabaixo como fica o conector dooutro lado do alicate. Índice 79
  80. 80. Crimpagem concluídaObserve na figura ao lado, o pontoaté onde vai a capa externa (azul)do cabo. Esta capa é “mordida”por uma pequena trava plástica doconector que irá prendê-la comforça, evitando que se solte. Osoito contatos metálicos tambémdevem “morder” os fioscorrespondentes. Índice 80
  81. 81. Melhorando o caboVocê pode usar capasplásticas como asmostradas ao lado paraproteger o conector RJ-45.As capas devem serintroduzidas no cabo antesde fixação do conector.Essas capas tornam oconector mais resistente.Podem ser encontradasem lojas especializadasem material para redes. Índice 81
  82. 82. Teste o caboPor mais experiência que vocêtenha na confecção de cabos, épreciso testar todos eles. Useum testador de cabosapropriado. Conecte uma partedo testador em cadaextremidade do cabo epressione o botão para ligá-lo.O modelo ao lado acendequatro LEDs em seqüência,caso o cabo esteja correto.Quando um LED está apagado,existe um fio correspondenteque está com mau contato.Será preciso inspeccionarvisualmente os dois conectorese cortar o defeituoso. Um novoconector deve ser colocado emseu lugar. Índice 82
  83. 83. Conectores de rede nas paredes Índice 83
  84. 84. Cabeamento internoNão é um bom procedimentodeixar cabos de rede soltospelo chão, ou passando pelosrodapés. O ideal é utilizaruma tubulação apropriada,passando por dentro dasparedes, em eletrodutos. Nãodevemos passar cabos derede por eletrodutos que jásejam usados pela fiaçãoelétrica. Deve ser usado umeletroduto só para os cabosde rede. Cabos de rede serãoligados em “tomadas” comona figura ao lado. Se não forpossível usar eletrodutosembutidos, podemos usareletrodutos externos. Índice 84
  85. 85. Tomadas externasQuando não temoscondições de realizar obraspara passagem de eltrodutosinternos nas paredes, neminstalar eletrodutosexternos, é aceitável, masnão ideal, usar os cabos derede presos a rodapés,entretanto devem passarlonge da fiação elétrica. Nasextremidades dos cabosdevem existir caixasexternas, nas quais os cabosde rede serão ligados. Cabosirão desses pontos até oscomputadores. Índice 85
  86. 86. Jack RJ-45Trata-se do conector RJ-45fêmea. O conector RJ-45,instalado na extremidade doscabos, também é chamado de“plug RJ-45”.Esses jacks devem ser instaladosnas tomadas de rede que ficarãofixas nas paredes. Os cabos instalados nos eletrodutos internos deverão ser acoplados a jacks RJ-45. Esses jacks são então encaixados em espelhos que ficam instalados nas paredes, como na figura ao lado. Índice 86
  87. 87. Ferramenta de impactoPara fixar o jack RJ-45devemos usar umaferramenta de impacto,como a da figura ao lado.Esta ferramenta prendecada um dos 8 fios noconector. Também cortao excesso de fio. Índice 87
  88. 88. Desencape o caboUse o alicatecrimpador ou umdesencapador decabos. Deixecerca de 3 cmdesencapados.Separe os fios dospares paraintroduzi-los noconector. Índice 88
  89. 89. Posicione os fios no jack RJ-45Desencape os fios docabo UTP e introduzatodos eles no jack, deacordo com a ordemmostrada na figuraao lado.OBS: A ordem dosfios especificada aolado é o chamadopadrão TIA 568A. Índice 89
  90. 90. Encaixe os fios nas fendasCada um dos oitofios deve serintroduzido nasfendas do jack, comomostra a figura.Encaixe o máximoque puder. O encaixedefinitivo será obtidoquando usarmos aferramenta deimpacto. Índice 90
  91. 91. Use a ferramenta de impactoUse a ferramenta deimpacto em cada umdos oito fios. Estaferramenta fixará cadafio ao conector, aomesmo tempo em quecortará o excesso defio. Observe como éfeito o encaixe. Oponto de corte deveráser orientado sobre ofio. Empurre aferramenta para baixocom força e firmeza,até que ela aplique umimpacto cortante sobreo conector. Índice 91
  92. 92. Fios cortados e presosA ferramenta de impactofaz ao mesmo tempo oencaixe firme dos fios nos“mordedores” existentesno conector e também ocorte de cada fio. Confirase ficaram bemencaixados, como mostraa figura. Índice 92
  93. 93. Tomada prontaFixe os jacks RJ-45 nos espelhosapropriados e aparafuse-os naparede. Note na figura ao lado queexistem espelhos diferentes para arede elétrica e para o cabeamento darede. Você poderá agora usar umaseção de cabo para ligar esteconector à placa de rede docomputador. Na outra extremidadedo cabo que passa pela parede,existirá outra tomada, que deverá serligada a um hub, switch ou outroequipamento de rede (ver abaixo). Índice 93
  94. 94. Padrões 568A e 568B Índice 94
  95. 95. Padrão TIA/EIA-568AOs padrões TIA/EIA-568A e TIA/EIA-568B especificam a ordem das ligações dosfios do par trançado (UTP) nos conectores RJ-45. As conexões que apresentamosaté agora para plugs e jacks RJ-45 estão no padrão 568A, que é o mais usado. Afigura abaixo mostra os quatro pares do cabo UTP e os números dos pinoscorrespondentes nos plugues e jacks RJ-45 quando usamos o padrão 568A. 568A Índice 95
  96. 96. Padrão TIA/EIA-568BNo padrão TIA/EIA-568B, as posições dos pares 2 (laranja) e 3 (verde) sãotrocadas. O par laranja ocupa os pinos 1 e 2 do conector, enquanto o par verdeocupa os pinos 3 e 6 do conector. 568B Índice 96
  97. 97. 568A ou 568B?Os dois padrões funcionam da mesma forma. Os cabos funcionarão desde queem ambas extremidades seja usado o mesmo padrão. Recomendamos que porquestões de padronização você use o padrão 586A, que é o mais usado.Exceções:Um cabo UTP com conectores RJ-45 macho (plug) funcionará corretamente emqualquer dos padrões, desde que ambos sejam 568A, ou ambos sejam 568B(use o 568A). Entretanto quando confeccionamos um cabo crossover, usadopara conectar dois computadores diretamente, sem usar hubs ou switches,devemos usar as extremidades em padrões diferentes, ou seja, uma delas em586A e a outra em 568B.Ao crimpar jacks RJ-45, use preferencialmente o padrão 568A. Entretanto, vocêestiver trabalhando em uma rede que já tem cabos conectados a jacks nopadrão 568B, mantenha este padrão. Índice 97
  98. 98. Plug RJ-45 no padrão 568AA sequência de ligações queensinamos neste capítulo está nopadrão 568A. Observe na figuraao lado que o par verde está àesquerda. Índice 98
  99. 99. Jack RJ-45 no padrão 568AOs jacks RJ-45 possuemindicações de cores comas inscrições “A” e “B”.Use as ligações indicadascom “A” para ficar nopadrão 568A. Índice 99
  100. 100. Cabo crossoverO cabo crossover serve paraligar dois computadoresdiretamente, sem hub ouswitch. Também pode sernecessário em algumasaplicações, por exemplo, paraligar uma placa de rede a ummodem de banda larga ou aum “access point” de umarede sem fio (wireless). Nomomento oportunomostraremos a aplicação destecabo. Agora queremos quevocê aprenda a suaconstrução.Este tipo de cabo tem uma dassuas extremidades no padrão Observe: um dos conectores tem o par VERDE à568A e o outro no padrão esquerda (568A), e o outro tem o par LARANJA à esquerda (568B).568B. Índice 100
  101. 101. Cabo crossoverPortanto para construir um cabo crossover, instale os dois conectores de acordocom as indicações das figuras abaixo. Uma das extremidades terá as conexõesnormais (568A) e a outra terá as conexões invertidas (568B). Índice 101
  102. 102. Introduza os fios no conectorPreste atenção nas cores dos fiosdurante esta introdução. Use osesquemas dos padrões 568A e568B já apresentados. Índice 102
  103. 103. Testando o cabo Clique na tela acima para ver o filme RJ45-02.avi Índice 103
  104. 104. Protetor do conector Clique na tela acima para ver o filme RJ45-04.avi Índice 104
  105. 105. Testando cabo crossover Clique na tela acima para ver o filme RJ45-05.avi Índice 105
  106. 106. Cabo com erro Clique na tela acima para ver o filme RJ45-06.avi Índice 106
  107. 107. Fibra óptica Índice 107
  108. 108. Vantagens das fibras ópticasA transmissão de dados em uma rede através de fibras ópticas tem comoprincipais vantagens: Maior velocidade: Redes do tipo Gigabit Ethernet (1.000 Mbits/s) podemoperar com cabos UTP ou com fibras ópticas. Redes do tipo 10-Gigabit Ethernet(10.000 Mbits/s) operam com fibras ópticas. Maior alcance: Cabos UTP são limitados a 100 metros de alcance. Com fibrasópticas podemos ter alcances bem maiores, na faixa de 1 km ou mais. Isolamento elétrico: Na ligação entre prédios diferentes, muitas vezesexistem problemas de aterramento. Quando existem áreas abertas, raios podeminduzir tensões nos cabos de rede. Fibras ópticas não têm esses problemas, poisnão transportam eletricidade. Índice 108
  109. 109. Desvantagens das fibras ópticasComo tudo na vida, as fibras ópticas têm vantagens e desvantagens. Asdesvantagens são relacionadas ao maior custo e à dificuldade de confecção doscabos: As fibras ópticas são mais caras que os cabos UTP Conectores para fibras ópticas também são mais caros Placas de rede, hubs e switches para fibras ópticas são mais caros A montagem de cabos é uma operação muito especializada, que requertreinamento e equipamentos sofisticados.Apesar das desvantagens, você precisa ter noções sobre fibras ópticas, poispoderá precisar lidar com este tipo de cabeamento. Índice 109
  110. 110. Estrutura de uma fibra ópticaO fibra óptica é feita com vidrosuper purificado. Este vidro évaporizado e condensadonovamente, processo queelimina praticamente todas asimpurezas. Sua espessura épróxima à de um fio de cabelo,e é revestida por camadas demateriais plásticos que aprotegem, evitando quequebrem. Na figura ao lado, afibra propriamente dita é aparte central (núcleo), o resto érevestimento. Índice 110
  111. 111. Cabos de 1 e de 2 paresOs fabricantes defibras ópticasproduzem cabos compares. Uma conexãode fibra óptica sempreexige um par, sendouma fibra paratransmissão e outrapara recepção. Existemcabos com até 96pares. Índice 111
  112. 112. Cabos de todos os tiposA expansão das telecomunicações exige aligação entre cidades e regiões afastadasatravés de cabos de fibras ópticas. Maiscara que o custo dos cabos é a suainstalação. São necessárias obras parapassagem desses cabos. Encontramoscabos de fibras, por exemplo, enterradossob os canteiros centrais de rodovias.Concessionárias de estradas, água, luz ouqualquer outro recurso que exija umapassagem entre as cidades estãoaproveitando essas passagens já abertaspara instalar fibras e alugar seu uso paraas empresas de telecomunicações.Empresas de transmissão de energiaelétrica estão usando cabos de para-raios(que interligam as torres entre si, para suaproteção) com fibras ópticas no seuinterio. As fibras não são afetadas pelosraios, pois não conduzem eletricidade. Índice 112
  113. 113. Fibras ópticas em redes locaisVários tipos de cabos defibras ópticas são usadosem redes locais. O cabomostrado ao lado foi umdos primeiros a seremusados. Seus conectoressão chamados de ST. Estãocaindo em desuso, sendosubstituídos por outrosconectores mais modernose de instalação maissimples.Note que o cabo é naverdade um par, sendo umafibra para transmisão eoutra para recepção.Na extremidade de cadaconector existe uma tampaplástica para proteger afibra. Índice 113
  114. 114. Cabos com conectores SCA figura ao lado mostra umcabo de fibra óptica que usaconectores mais modernos.São chamados conectores SC.Os fabricantes de placas, eequipamentos de redes parafibras ópticas dividem sua linhade produtos entre os que usamconectores SC e os que usamconectores MTRJ, que serãomostrados a seguir. Índice 114
  115. 115. Placa de rede para fibra ópticaVemos ao lado o exemplode uma placa de redepara fibras ópticas. Essasplacas operam comvelocidade de 1000Mbits/s e 10.000 Mbits/s(1 GB/s e 10 GB/s),dependendo do modelo.A placa do exemplo aolado usa conectores SC. Observe que esta placa é PCI de 64 bits. Placas de 1 GB/s resultam em uma taxa de transferência de cerca de 120 MB/s, quase o máximo oferecido pelos slots PCI de 32 bits (133 MB/s). Para operar com 1 GB/s o ideal é usar placas PCI de 64 bits e/ou 66 MHz, que oferecem taxas de até 533 MB/s. Placas de rede de 10 Gbits/s usam barramentos ainda mais velozes, como o PCI-X e o PCI Express. Índice 115
  116. 116. Cabo com conectores MTRJ / VF-45Este é outro tipo deconector ainda maismoderno que tem sidoadotado por fabricantes deequipamentos para fibrasópticas. Utiliza um cabo defibra duplo. A fibra fica nointerior do conector,dispensando o uso detampas plásticas protetoras. Índice 116
  117. 117. Conversor de mídiaNa maioria dos casos não énecessário fazer o cabeamentode uma rede totalmente óptico.Podemos usar cabos UTP, quesão mais baratos, na maiorparte da rede, e apenas empontos críticos, instalarconversores de mídia. Sãoaparelhos que convertem sinaiselétricos (RJ-45) para sinaisópticos (fibra). Por exemplo,para interligar dois prédiosseparados por uma distânciaacima de 100 metros (omáximo que os cabos UTPsuportam), colocamos em cadaprédio, conversores de mídia efazemos a ligação entre osprédios usando fibras ópticas. Índice 117
  118. 118. Rede com fibras ópticasNão é comumencontrar redes comcabeamento 100%óptico, mas osequipamentosnecessários estãodisponíveis.Analisaremos a redeao lado, que é quasetotalmente óptica,apesar docabeamento UTPpoder ser usado nasua maior parte. Índice 118
  119. 119. Switches ópticosO switch é um dosequipamentos usadospara interligarcomputadores emrede. Na rede donosso exemploexistem trêsswitches. Dois delesoperam com 100Mbits/s (100Base-FX). Ambos sãointerligados a umterceiro switch. Esteterceiro está tambémligado a trêscomputadores comfibra óptica. Este Texto Verdana 14switch é ligado emníveis superiores darede com fibras de 1Gbit/s. Índice 119
  120. 120. ServidoresO conjunto de trêsservidores indicadosao lado utiliza placasde rede com fibrasópticas a 100 Mbits/s.Estão ligadosdiretamente noswitch principal. Índice 120
  121. 121. Computadores com fibra ópticaAs duas estações detrabalho mostradasna figura usam placasde rede com fibraóptica (Workstationwith fiber NIC).O servidor mostradotambém usa placa derede para fibraóptica. Índice 121
  122. 122. Usando conversores de mídiaOs doiscomputadoresdestacados ao ladonão possuem placade rede para fibraóptica (Workstationwith copper NIC).Para ligá-los aosswitches através defibras ópticas épreciso utilizarconversores de mídia. Índice 122
  123. 123. Fibras ópticas no BrasilVocê encontrará produtos para fibras ópticas no Brasil na Furukawa(www.furukawa.com.br). Além de fabricar, a empresa fornece treinamento emfibras, através de parcerias com o SENAI, SENAC e empresas de treinamento.Construir cabos de fibra óptica consiste em instalar os conectores apropriados nocabo, que é comprado em rolos com centenas de metros. A instalação éextremamente complexa pois envolve o polimento da extremidade da fibra e oseu alinhamento quase microscópico, no centro do conector. Os cursos queensinam a técnica são caros. Por exemplo, uma empresa especializada ofereciaum curso de 40 horas por cerca de 3000 reais.Os equipamentos necessários para a instalação dos conectores em fibras ópticastambém são caros. Um kit básico custa cerca de 2000 dólares.Se você precisar fazer instalações esporádicas de fibras ópticas, a melhor coisa afazer é encomendar o cabo em empresas especializadas. Índice 123
  124. 124. Capítulo 3Hardware de redesIvan Dias Borba Netto
  125. 125. ÍndicePlaca de redeHub e SwitchEquipamentos montados em rackKVM SwitchPrint serverBridgeLigação em cascata
  126. 126. Placa de rede Índice 126
  127. 127. A placa de redeEste é o primeiro requisitopara um PC poder operarem rede. Essas placas têmhoje preços bastanteacessíveis. As genéricasfuncionam muito bem, ecustam abaixo de 50reais. As placas de rede atuais são Fast Ethernet, de 100 Mbits/s e possuem um conector RJ-45. Todas elas são na verdade “10/100”, ou seja, funcionam também no padrão antigo, que era de 10 Mbits/s. Índice 127
  128. 128. HUB e SWITCH Índice 128
  129. 129. HUB e SWITCHO HUB é um dos diversos equipamentos de rede classificados como“concentradores”. Servem para interligar vários computadores e equipamentosde uma rede. O HUB mostrado na figura abaixo tem 8 portas, mas existemmodelos com 16, 24, 32 ou mais portas. Também é possível ligá-los em cascata,aumentando ainda mais o número total de portas.O SWITCH é um equipamento muito parecido com o HUB, porém mais inteligentee com maior desempenho, como veremos adiante. Índice 129
  130. 130. Para grandes redesEm redes de maior porte podemos utilizar hubs e switches com maior número deportas. O switch da figura abaixo possui 48 portas. Índice 130
  131. 131. Ligações internas de um HUBA figura ao lado mostra asligações internas de um HUB. Esteaparelho funciona como um “fiointeligente”, capaz de conectarvários equipamentos. Noteentretanto que a conexão éapenas uma para todos os nós darede. Por exemplo, se estiver emcurso uma transmissão entreequipamentos ligados nas portas Por outro lado, como existe apenas um1 e 2, e se um equipamento canal interno, compartilhado, cadaligado na porta 5 quiser enviar equipamento ligado ao HUB não poderádados para um equipamento transmitir ou receber durante 100% doligado na porta 7, terá que tempo, e sim durante uma fração. Quantoesperar sua vez. As transmissões maior é o número de portas do HUB, menorsão feitas em pequenos pacotes tenderá a ser esta fração. Uma conexãode dados, de modo que cada somente poderá usar a rede durante 100%equipamento não precise esperar do tempo se outros equipamentos não amuito tempo por sua vez. estiverem usando. Índice 131
  132. 132. Ligações internas de um SWITCHJá um SWITCH opera de formamais inteligante. Ele analisa ospacotes de dados que chegam aele e descobre os endereços deorigem e destino. A partir daí,enviará este pacote apenas para aporta correta. O resultado é queem um dado instante podemexistir várias conexões internassimultâneas, por exemplo: Em cada uma das quatro conexõesPC na porta 1 envia dados para citadas ao lado, a rede está disponívelum PC na porta 3 durante 100% do tempo.PC na porta 2 envia dados para Este chaveamento inteligente deimpressora na porta 5 conexões contribui para aumentar oPC na porta 4 recebe dados de um desempenho total da rede.PC na porta 8PC na porta 6 envia dados paraum PC na porta 7 Índice 132
  133. 133. HUBExplicando de uma outra forma, o hub tem menor desempenho porque tudo o quechega em uma porta é retransmitido para todas as outras portas. Desta forma,cada computador de rede “ouvirá” pacotes de dados que são para si, mas queconcorrem com outros pacotes que são para outros computadores. Índice 133
  134. 134. HUBSe em cada computador desprezarmos os pacotes de dados que são paraoutros computadores, vemos que apenas uma pequena parcela do total dospacotes é destinada ao computador em questão. Cada computador temportanto a rede à disposição apenas durante uma parcela do tempo. No casoabaixo, cada computador pode usar apenas 25% da banda total. Usará 100%apenas se não existirem outros computadores transmitindo no momento. Índice 134
  135. 135. SWITCHO switch tem maior desempenho que o hub porque estabelece dinamicamenteligações entre as portas, estabelecendo canais independentes que podem operarde forma simultânea. Cada comptuador tem a rede à disposição até 100% dotempo. Índice 135
  136. 136. Equipamentos montados em rack Índice 136
  137. 137. Alças para montagem em rackQuando uma rede temporte médio (acima de20 máquinas),devemos utilizarequipamentosmontados em umRACK com medidapadrão de 19polegadas. Hubs eswitches a partir de 16portas normalmentepossuem esta medidapadrão e sãoacompanhados dealças metálicas lateraispara serem montadosem racks. Índice 137
  138. 138. Fixação no rackUma fez instaladas asalças laterais noequipamentos, podemosaparafusá-las tambémnas colunas do rack,como mostra a figura aolado. O uso do rackfacilita a manutenção e ogeranciamento da rede. Índice 138
  139. 139. Montagem em rackNa figura ao lado vemos algunsequipamentos de rede montados emrack. Em redes muito pequenas, commenos de 10 máquinas, é fácil mantertudo organizado sobre uma mesa ouestante. Entretanto à medida em que arede aumenta, instalamos maisequipamentos e mais cabos, e essasconexões viram uma grande bagunça.Usando um rack como o da figura aolado instalamos todos os equipamentose seus cabos ficam mais organizados. Émuito mais fácil localizar a conexões efazer eventuais alterações. Índice 139
  140. 140. Racks abertosA questão da segurança em umarede é muito importante. Se orack for instalado em uma salatrancada ou de acesso restrito,podemos utilizar modelosabertos como os da figura aolado. São mais baratos e demais fácil utilização. Os rackspossuem duas colunas cominúmeros furos para fixação deequipamentos. Possuem aindaalgumas bandejas para suportarequipamentos mais pesados.Se os requisitos de segurançaforem ainda maiores podemosutilizar racks fechados. Índice 140
  141. 141. RacksfechadosAlém de mais seguros, osracks fechados são tambémmais robustos. São indicadosnão apenas para instalarequipamentos de rede, mastambém para a montagem deservidores. Podemos construirum computador inteiro dentrode um desses racks.Mostraremos a seguir osequipamentos usados paraconstruir um servidorutilizando esses racks. Índice 141
  142. 142. Patch panelTrata-se de um painel deconectores RJ-45 fêmea quedeve ser aparafusado em umrack. Da parte traseira dessesconectores partem cabos quese ligam aos diversosequipamentos da rede. Cadaum dos conectores do patchpanel é chamado PORTA. Asportas devem ser numeradas,e o administrador da rede ou oresponsável pela instalaçãofísica deve manter um registrodiscriminando exatamentecada computador ligadonessas portas. Por exemplo, aporta 25 vai até a sala 302,onde está conectado ocomputador do Sr. José daSilva. Índice 142
  143. 143. Servidor para montagem em rackO custo e a complexidadede um servidor de rededependerão dodesempenho desejado.Podemos por exemplocomprar um gabinetepara montagem em racke nele instalar uma placamãe comum. Existe localpara instalação de discorígido, drive de disquetes,drive de CD-ROM e paraplacas de expansão,como interfaces de rede econtroladoras de discosSCSI. Índice 143
  144. 144. Interior do gabinete para rackNote que o computadordeste exemplo é muitoparecido com um PCcomum, exceto peloformato do gabinete.Devemos usar placasextensoras PCI quepermitem a instalaçãode placas PCI na posiçãohorizontal. Isso énecessário pois ogabinete deste exemploé “slim” e sua altura nãoé suficiente paraacomodar uma placaPCI na posição vertical.Vemos ainda a fonte, odrive de CD-ROM, drivede disquetes e discorígido. Índice 144
  145. 145. Monitor para montagem em rackMonitores também podem sermontados em racks, apesar denão serem muito elegantes.Os fabricantes dessesmonitores normalmentecompram modelos comerciais(Samsung, Philips, LG, etc.) eretiram sua carcaça externapara que sejam instalados nogabinete metálico quefabricam. Índice 145
  146. 146. Teclado e mousePara serem instaladosem rack, o conjunto éacompanhado de umagaveta, normalmentecom chave. Devemospuxar a gaveta para teracesso a esses doisdispositivos. O mousedo exemplo ao lado éembutido no próprioteclado, similar aosencontrados emnotebooks. Índice 146
  147. 147. Monitor LCD / Teclado / MouseO modelo ao lado já émais sofisticado, compostode monitor LCD, teclado emouse. O monitor ficarecolhido na posiçãohorizontal, no interior dagaveta. Quando abrimos agaveta puxando o teclado,o display LCD levanta.Conseguimos assim umaeconomia de espaço norack. É claro que existemvários outros modelos como mesmo propósito. Índice 147
  148. 148. Disco rígido SCSI (RAID)Uma das características marcantes dos discos SCSI é a possibilidade de conectar15 dispositivos em uma única interface. Existem ainda placas controladores SCSIcapazes de operar em modo RAID (Redundant Array of Independent Disks). Esterecurso permite dividir a informação em partes iguais e gravá-las em discosdiferentes, de forma simultânea. Assim conseguimos aumentar o desempenhonas operações de leitura e gravação.O sistema RAIDtambém permiteduplicar a informaçãoem discos diferentes.Desta forma, quandoum disco apresentadefeito, a informação éautomaticamentelocalizada nos demaisdiscos. Sistemas dediscos operando emRAID são praticamenteisentos de falhas. Índice 148
  149. 149. No-break para montagem em rackUm servidor de rede deve ser imune a problemas na rede elétrica. Não pode sedar ao luxo de sair do ar quando faltar energia. Por isso precisam utilizar no-breaks. Existem modelos próprios para montagem em rack, como o que vemosna figura abaixo. Índice 149
  150. 150. Servidor em rackUsando os equipamentos mostrados aqui épossível construir um servidor totalmente montadoem rack. No modelo ao lado, vemos de cima parabaixo: Monitor Gaveta para teclado/mouse CPU Três conjuntos de discos SCSI em RAID No-BreakO preço final de um servidor como este é bemelevado, principalmente devido ao uso dos váriosdiscos SCSI. Esses discos custam de duas a quatrovezes mais que um disco IDE de mesmacapacidade. Índice 150
  151. 151. Grupo de servidoresNão necessariamente umservidor precisa sermontado em um rack. Épossível configurarcomputadores comunspara operarem comoservidores. Para quetenham bom desempenho,devem possuir umprocessador veloz (ou atémesmo uma placa mãecom mais de umprocessador), muitamemória e pelo menos umdisco rígido SCSI. A figuraao lado mostra umconjunto de servidoresmontados em gabinetescomuns. Índice 151
  152. 152. Racks com prateleirasEm configuraçõesmodestas, podemos usarum rack com prateleiras.Um ou dois servidoresseriam instalados nointerior do rack.Equipamentos de redecomo hubs, switches epatch panels tambémpodem ser instaladosneste tipo de rack. Éusado um sistema deventilação interno,permitindo que o conjuntotrabalhe com o rackfechado, trancado achave, para maiorsegurança. Índice 152
  153. 153. KVM Switch Índice 153
  154. 154. KVM SwitchQuando temos muitosservidores operando nomesmo local, precisamostambém de bastante espaçopara a instalação do monitor,teclado e mouse de cada umdeles. Podemos reduzir essesdispositivos se usarmos umKVM Switch. Com ele, umúnico monitor, teclado emouse podem sercompartilhados entre várioscomputadores. Basta usar achave seletora para conectaro conjunto ao computadordesejado. Existem modeloseletrônicos (melhores e maiscaros) e mecânicos. Índice 154
  155. 155. Print server Índice 155
  156. 156. Mais portas paralelasÉ comum precisarmos ligarmais de uma impressoraem um servidor. Umcomputador operandoassim é chamado “Servidorde impressão”. O problemaé que um PC tem apenasuma porta paralela. Se asimpressoras forem USB,não há problema, a ligaçãocom múltiplas impressorasé possível. Mas muitasimpressoras são aindaparalelas. Uma solução éinstalar placas de interfacePCI com duas portas Placas como esta são raras. No Brasil podemosparalelas, como a mostrada citar a NAXOS (www.naxos.com.br) que as fabricaao lado. Podemos usar e comercializa.placas adicionais para ligarmais impressoras. Índice 156
  157. 157. Print serverUm outro método para instalar impressoras de rede é usar um equipamentochamado print server. Este dispositivo é ligado diretamente na rede, possui umconector RJ-45 para tal conexão. Possui ainda conexões paralelas para a ligaçãode impressoras. São comuns modelos com uma, duas e três portas paralelas.Entre os fabricantes desses dispositivos podemos citar a D-LINK (www.dlink.com)Devemoslembrar aindaque existem asimpressoras derede. Possuemum conector RJ-45 e podem serligadasdiretamente narede. Em geralsão impressorascaras, para usoem redescorporativas. Índice 157
  158. 158. Bridge Índice 158
  159. 159. BridgeApesar do bridge ter caído em desuso, é importante entender o seufuncionamento, pois ele deu origem ao switch, muito comum nas redesmodernas. Podemos considerar o bridge como sendo um switch de duas portas.Seu trabalho é evitar o número excessivo de colisões quando um número grandede computadores compartilham o mesmo cabo. O bridge analisa os endereçosdos pacotes de dados que chegam em cada porta, e transmitem o pacote para aoutra porta somente quando concluem que o destino está neste outra porta.Na figura ao lado, porexemplo, o bridgeignoraria um pacote comorigem em 3 e destinoem 5, e também um comorigem em 9 e destinoem 11, mas deixariapassar um pacote comorigem em 6 e destinoem 10, ou com origemem 12 e destino em 1. Agrande vantagem é quetransmissões na rede Anão colidem comtransmissões da rede B. Índice 159
  160. 160. Switch substitui o bridgeO bridge era mais usado nas redes com cabo coaxial. Nas redes com cabo de partrançado, o switch toma o seu lugar. Considere a rede abaixo, na qual quatrodepartamentos localizados em salas separadas possuem cada um, computadoresconectados por hubs. As quatro redes A, B, C e D são ligadas por um switch.Qualquer tráfego entre oscomputadores da rede A nãocolidirá com as redes B, C e D, oque resulta em maiorperformance. Se não fosse usadoo switch, e sim um hub em seulugar, todos os computadores dasquatro redes poderiam colidirentre si, ou seja, seria formadoum único domínio de colisão. Umatransmissão enter doiscomputadores da rede A teria queesperar a sua vez se estivesse emandamento uma transmissãoentre micros da rede B. Índice 160
  161. 161. Bridges modernosNas redes locais o switch substituiu o bridge, mas ainda encontramos bridgespara outras aplicações. O Bridge é uma ponte entre duas redes separadas, quepassam a operar como uma única rede. Por exemplo, se tivermos dois prédiospróximos, cada um com uma rede local, podemos utilizar bridges para ligar asduas redes. Se for inviável ligar as duas redes através de cabos de rede normais,podemos usar bridges wireless, com suas antenas para transmissão e recepção.O tráfego é estabelecido entre as duas redes, que passam então a formar umaúnica rede. Índice 161
  162. 162. Ligação em cascata Índice 162
  163. 163. Ligação em cascataUma rede pode começarcom poucos micros,conectados por exemplo,através de um hub ouswitch de 8 portas. Depoisque todas as portas estãoocupadas e precisamosadicionar mais micros àrede, temos duas soluções:trocar o hub ou switch porum outro com maiornúmero de portas (e bemmais caro), ou adicionar umsegundo hub ou switch commenos portas, ligando osdois equipamentos emcascata. É precisoentretanto prestar atençãoam algumas regras deconexão em cascata. Índice 163
  164. 164. Cabo normalAs portas de um hub ouswitch recebem dadospelos pinos 1 e 2 do seuconector RJ-45, etransmitem dados pelospinos 3 e 6 do mesmoconector. Já as placas derede recebem dados pelospinos 3 e 6, e transmitempelos pinos 1 e 2. Por issoquando ligamos doismicros diretamente umao outro, sem usar hubs,precisamos usar um cabocrossover. O mesmoocorre na ligação entrehubs e switches. Índice 164
  165. 165. Cabo crossoverComo cada hub ou switchrecebe dados pelos pinos1 e 2, e transmite pelospinos 3 e 6, a ligaçãoentre esses dispositivosdeve ser feita através deum cabo crossover. Índice 165
  166. 166. Usando a porta uplinkMuitos hubs e switchespossuem uma portachamada UPLINK. Estaporta já possui umainversão interna, portantopermite a ligação emcascata sem o uso decabos crossover.Muitos hubs e switchesbaratos não possuemporta UPLINK. Para fazer aligação em cascata dosmesmos, é preciso usarum cabo crossover. Note entretanto que muitos produtos modernos são “auto-sense”, ou seja, identificam automaticamente o tipo de cabo utilizado. Se uma conexão requer cabo crossover, o aparelho detectará automaticamente o tipo de cabo usado e inverterá internamente as conexões da porta. Consulte o manual do seu produto para verificar qual é o seu caso. Índice 166
  167. 167. Porta UPLINK compartilhadaNote que muitas vezes, a porta UPLINK é compartilhada com uma das portas jáexistentes no hub ou switch. Na figura abaixo, a porta UPLINK é compartilhadacom a porta 8. Se usarmos a porta 8 não podemos usar a porta UPLINK. Seusarmos a porta UPLINK, não podemos usar a porta 8. Índice 167
  168. 168. Capítulo 4Componentes de softwareem redes MicrosoftIvan Dias Borba Netto
  169. 169. ÍndiceConfigurações no Windows Configurações no Windows95/98/ME XP/2000/NTDriver da placa de rede Driver da placa de redeO programa WINIPCFG Informações sobre a conexãoO programa PING Testes com o PINGO programa IPCONFIG O programa IPCONFIGPropriedades da rede Propriedades da conexãoIdentificação do micro na rede Identificação do computador na redeLogon primário Adicionando componentes de redeAdicionando componentes de rede Removendo componentes de redeRemovendo componentes de rede
  170. 170. Configurações noWindows 95/98/ME Índice 170
  171. 171. Windows 95/98/MEConfigurar uma rede no Windows seria muito fácil se os comandos fossempadronizados. As configurações presentes, por exemplo, no Windows XP, estãopresentes no Windows 98, mas os comandos para chegar a elas são um poucodiferentes. Isto torna o aprendizado confuso para quem está começando. Porisso dividiremos este capítulo em duas partes:a) Configurações no Windows 95/98/MEb) Configurações no Windows XP/2000/NTO Windows 98 é uma versão atualizada do Windows 95, e o Windows ME é umaversão ainda mais atualizada. Por isso seus comandos são análogos. O Windows98 é o preferido dos usuários que têm micros com desempenhos modestos(processadores abaixo de 1 GHz), portanto o usaremos como exemplo. Noteentretanto que um comando ensinado para o Windows 98 é igualmente aplicadoao Windows 95 e Windows ME. Índice 171
  172. 172. Driver da placa de rede Índice 172
  173. 173. Driver da placa de redeO primeiro componente de softwarenecessário para que um PC opere emrede, é o driver da placa de rede.Este driver precisa estar instalado, eseu funcionamento precisa serindicado como normal noGerenciador de dispositivos. NoWindows 95/98/ME, use oscomandos:Painel de controle / Sistema /Gerenciador de dispositivos.O Gerenciador de dispositivos deverámostrar a placa de rede, como nafigura ao lado.Estamos exemplificando com oWindows 98, os comandos são iguaisao do Windows 95 e ME. Maisadiante mostraremos os comandosno Windows NT/2000/XP. Índice 173
  174. 174. Placa funcionando corretamenteAo aplicarmos um clique duplono ícone do adaptador de rede,será mostrado o seu quadro depropriedades, como na figuraao lado. Observe a indicação:Status do dispositivoEste dispositivo estáfuncionando corretamente.É o que precisa estar indicadopara que a placa de redefuncione. Se a placa apresentarproblemas, uma descrição deerro estará indicada nestecampo. É preciso resolver osproblemas para que ocomputador possa funcionarem rede. Índice 174
  175. 175. PCI Ethernet ControllerQuando o Windows não possui drivernativo para a placa de rede, esta éindicada no Gerenciador dedispositivos simplesmente como “PCIEthernet Controller”, com um ponto deinterrogação amarelo. É uma pena,pois com esta descrição não é possívelidentificar a sua marca e modelo paraobter seus drivers. Se a interface derede for onboard, seus drivers estãono CD-ROM que acompanha a placamãe. Se for uma placa de rede avulsa,os drivers estão no disquete ou CDque a acompanha. Teremos um poucomais de trabalho quando este CD oudisquete for extraviado. Nesses casosserá preciso, antes de mais nada,identificar a marca e o modelo da A figura acima exemplifica o problema no Windows 98, e éplaca mãe (no caso de interfaces de idêntica à do Windows 95 e ME. No Windows NT, 2000 erede onbaord), ou a marca e modelo XP, apenas o visual é um pouco diferente.do chip principal da placa de rede. Índice 175
  176. 176. Falta de driversUm dos problemas mais comuns é afalta de drivers da placa de rede.Quando isso ocorre, a placa éindicada com um ponto deinterrogação amarelo no Gerenciadorde dispositivos. Se aplicarmos umclique duplo neste item, serámostrada a informação:Status do dispositivo:Os drivers para este dispositivo nãoestão instalados.Será preciso instalar os drivers daplaca de rede, encontrados nodisquete ou CD-ROM que aacompanha. Também podemos obtê-los no site do seu fabricante. Índice 176
  177. 177. Programas de identificaçãoVocê pode usarprogramas deidentificação como oHWINFO32 e oAIDA32, encontradosna área de programasdeste CD. Essesprogramas identificama marca e modelo dasplacas do computador,inclusive a placa mãee a placa de rede.No exemplo acima, o programa HWINFO32 identificou a placa de rede como:Fabricante: RealtekModelo: RTL8139Com essas informações fica bem mais fácil obter os drivers na Internet. Índice 177
  178. 178. O programa WINIPCFG Índice 178
  179. 179. O programa WINIPCFGEste programa é encontradono Windows 95, 98 e ME, efornece diversas informaçõessobre uma conexão de rede.Mais adiante neste capítulomostraremos comandosequivalentes no Windows2000 e XP.O WINIPCFG é executado daseguinte forma:Iniciar / Executar /WINIPCFGSe neste programa o adaptador de rede estiver indicado como “PPP Adapter”,você precisa clicar na seta à direita do seu nome para selecionar o adaptador derede correto. Na figura acima, selecionamos a placa de rede “Realtek RTL8029”.O “PPP Adapter” é na verdade o modem ligado à linha telefônica, caso exista. Énormal o WINIPCFG realizar uma pausa de 10 a 20 segundos ao ser executado,ou mesmo quando selecionamos um adaptador. Não é travamento. Índice 179
  180. 180. O programa WINIPCFGEndereço do adaptadorO WINIPCFG apresentainformações valiosas sobre aconexão de rede. Uma delasé o endereço (físico) doadaptador. Este endereçopermite o corretodirecionamento de dadosdentro de uma rede local.Cada placa de rede possuium endereço único. Cadapacote de dados éacompanhado do endereçoda placa “remetente” e doendereço da placa O endereço do adaptador, também chamado de“destinatária”. Desta forma “MAC Address”, é formado por 6 bytes. Os trêsuma placa de rede “sabe” se primeiros identificam o fabricante da placa. Osos dados recebidos pela rede outros três indicam o número de série. Destasão para si mesma ou se são forma é virtualmente impossível ter duas placaspara outra placa. usando o mesmo endereço. Índice 180
  181. 181. O programa WINIPCFGEndereço IPAlém do endereço físico doadaptador, o WINIPCFGtambém informa o endereçoIP da placa de rede testada.Sua função é a mesma doendereço MAC: identificar aorigem e o destino de cadapacote de dados. A diferençaé que o endereço MAC éusado na rede local,enquanto o endereço IP éusado na Internet. Ao longodo curso mostraremos o usodos endereços IP, mas por Endereços IP são formados por 4 bytes, indicadoshora queremos apenas em decimal. No exemplo acima, a placa de rede estáadiantar que o programa usando o endereço IP:WINIPCFG apresenta esta 169.254.228.166informação. Ao contrário do endereço MAC, o endereço IP não é fixo, pode ser alterado de acordo com a configuração da rede. Índice 181
  182. 182. ExercícioSe você usa o Windows 95, 98ou ME, use o comando:Iniciar / Executar / WINIPCFGSelecione então a sua placa derede e anote:Endereço do adaptador (MAC)Endereço IPComo ao longo do curso vocêusará muitas vezes o WINIPCFG,é bom criar um ícone paraexecutá-lo. Clique na área detrabalho com o botão direito domouse e no menu apresentadoescolha NOVO / ATALHO.Digite WINIPCFG e clique emAVANÇAR. Você poderá a partirde agora executar o WINIPCFGclicando neste ícone. Índice 182
  183. 183. O programa PING Índice 183
  184. 184. Testando a conexão com o PINGO PING é um programaencontrado em todas asversões do Windows, eserve para checar se doiscomputadores estãocorretamente conectados.Para checar uma conexãoentre um computador A eum computador B, épreciso usar nocomputador A, umcomando PING indicando o Considere o caso simples acima, no qual formamosendereço IP do computador uma rede com apenas dois micros, ligadosB. O PING é um utilitário diretamente por um cabo crossover. Digamos queDOS, para ser usado é através do programa WINIPCFG tenhamospreciso executar antes o verificado que os endereços IP são os seguintes:PROMPT DO MS-DOS. A = 169.254.218.177 e B = 169.254.42.24 Usamos no computador A, o comando: PING 169.254.42.24 Índice 184
  185. 185. Testando a conexão com o PINGO mesmo teste se aplica pararedes de qualquer tamanho. Porexemplo, digamos que na redeao lado os computadores A e Btenham os endereços IP:A = 192.168.0.5B = 192.168.0.13Usamos então no computador A,o comando:PING 192.168.0.13Da mesma forma, podemostestar a conexão entre ocomputador A e os demaiscomputadores, bastando usar nocomputador A, um comandoPING com o endereço docomputador a ser testado. Índice 185
  186. 186. Testando a conexão com o PINGA figura acima mostra o funcionamento do PING. O computador destino temendereço 192.168.0.1. O PING dispara 4 pacotes de dados e espera pela resposta.No exemplo, a resposta a cada um deles chegou em menos de 1 milésimo desegundo. No final foi indicado: 0% de perda. A conexão está perfeita. Índice 186
  187. 187. Testes exaustivos com o PINGO PING faz no seu teste padrão, o envio e a recepção de quatro pacotes de dados.Este teste não consegue identificar erros intermitentes na rede. Para identificareste tipo de erro devemos usar o PING no modo contínuo. São transmitidos erecebidos pacotes de dados indefinidamente, até que pressionemos Control-C. Noexemplo abaixo fizemos o teste da conexão disparando contra um computador deIP 192.168.0.7. O comando usado é:PING –t 192.168.0.7 Observe na figura que alguns pacotes demoram 1 ms pare serem respondidos, outros demoram mais. Isto é normal quando existe tráfego na rede, ou seja, cada computador precisa esperar a sua vez para transmitir. Índice 187
  188. 188. Testes exaustivos com o PINGObserve o relatório de erros apresentado pelo PING:Pacotes enviados: 1125Pacotes recebidos: 1125Pacotes perdidos: 0 (0% de perda)Como tivemos 0% de perda, temos uma conexão perfeita. Se pelo menos umpacote for perdido, então a conexão não está confiável, e os cabos devem serchecados. Índice 188
  189. 189. O programa IPCONFIG Índice 189
  190. 190. O programa IPCONFIGEste programa é similar aoWINIPCFG, exceto porfuncionar em interface MS-DOS. O WINIPCFG estádisponível apenas noWindows 95/98/ME, já oIPCONFIG está disponívelno Windows 95/98/ME e noWindows NT/2000/XP. Noteque o IPCONFIG, assimcomo o PING, não funcionaem um MS-DOS após oboot feito por disquete, esim, no prompt do MS-DOSsob o Windows. Na figura acima o IPCONFIG encontrou dois adaptadores de rede. O primeiro deles é o modem, que está desconectado (IP 0.0.0.0), e o outro é a placa de rede, que está usando o IP 192.168.0.4. Índice 190
  191. 191. Propriedades da rede Índice 191
  192. 192. Quadro de propriedades da redeEste quadro concentra a maioriadas configurações relacionadascom a rede. Pode ser obtido deduas formas:a) Painel de controle / Redeb) Clicando em Ambiente deRede (Win 95/98) ou Meus locaisde rede (Win ME) com o botãodireito do mouse e escolhendono menu a opção Propriedades. Índice 192
  193. 193. Quadro de propriedades da redeTodas as configurações da rede estãodisponíveis neste quadro. A lista decomponentes de rede possui quatrotipos de componentes: Adaptadores Protocolos Clientes ServiçosMostraremos a seguir oscomponentes de rede que fazemparte do Windows. Estão disponíveisassim que o Windows é instalado. Índice 193
  194. 194. AdaptadoresSão as placas de rede instaladas nocomputador. No exemplo ao lado, aplaca de rede (NIC = NetworkInterface Card) é uma RealtekRTL8139. Além da placa de redeprincipal podem aparecer outrasinterfaces que são tratadas comoplacas de rede. Por exemplo, umainterface Firewire (IEEE-1394),encontrada em muitas placas de CPUmodernas, é tratada como placa derede. Existem também osadaptadores de rede virtuais. OAdaptador para rede dial-up,também mostrado ao lado, é umsoftware que faz com que o modemseja usado como placa de rede, paraacesso à Internet. Índice 194
  195. 195. ProtocolosProtocolos são “linguagens” usadaspara a comunicação entre oscomputadores (ou máquinas emgeral) de uma rede. O protocolomais usado é o TCP/IP. Esteprotocolo é usado na Internet, ouseja, é através dele que dadospodem ser transmitidos pelo mundointeiro. Na figura ao lado vemos quetanto o Adaptador para rede dial-up(modem) como a placa de rede estãooperando com o protocolo TCP/IP.Para que dois computadores secomuniquem em uma rede, é precisoque usem o mesmo protocolo.Existem inúmeros outros protocolos,porém o TCP/IP é o mais usado.Entre os demais protocolos podemoscitar o NETBEUI e o IPX/SPX. Índice 195
  196. 196. ClientesClientes são componentes de softwareque fazem com que um computadoruse serviços de uma rede, ou seja,que tenha acesso a discos,impressoras e outros recursoslocalizados em outros computadoresda rede. Para que um computadorcom o sistema operacional Windowspossa ter acesso a arquivos eimpressoras localizados em outroscomputadores (servidores), é precisoque esteja instalado o Cliente pararedes Microsoft. Outro clientemostrado na figura ao lado é o “Logonde produtos Microsoft”, que seráexplicado em momento oportuno, seuuso não é vital. Índice 196
  197. 197. ServiçosServiços são componentes desoftware que fazem com que umcomputador opere comoservidor. Na figura ao ladovemos o serviço deCompartilhamento de arquivos eimpressoras em redes Microsoft.Quando este componente estáinstalado, o computadorpermitirá que outros micros darede tenham acesso a seusarquivos e suas impressoras.Este acesso é controlado atravésde senhas. Índice 197
  198. 198. Identificação do micro na rede Índice 198
  199. 199. Identificação do micro na redeOs computadores de uma redeprecisam ter nomes. Esses nomespodem ser escolhidos livremente,desde que todos os computadorestenham nomes diferentes. Quandoinstalamos o Windows, é perguntadoo nome do usuário e o nome daempresa. O programa de instalaçãodo Windows usa os 8 primeiroscaracteres (sem contar espaços) donome do usuário para formar o nomedo computador. Por exemplo, se onome do usuário for “José da Silva”,o computador será chamado deJOSEDASI.Podemos aterar o nome docomputador clicando na guiaIdentificação do quadro depropriedades de rede. O Windowsserá reiniciado. Índice 199
  200. 200. Grupo de trabalhoQuando clicamos em Ambiente de Rede,vemos inúmeros ícones que representamtodos os servidores da rede. O resultadoé que a lista de computadoresapresentada pode ser imensa,dificultando a localização de umcomputador em particular.A localização pode ser facilitada sedividirmos a rede em grupos detrabalho.Na janela Ambiente de rede, se clicarmosem Toda a rede, vermos o conteúdo darede dividida em grupos de trabalho. Noexemplo ao lado temos três grupos:Grupo, Labo e Workgroup. Em empresas,é comum criar grupos de acordo com osdiversos departamentos, por exemplo:Marketing, Financeiro, Suporte, etc. Índice 200
  201. 201. Definindo o grupo de trabalhoPara definir o grupo de trabalho deum computador, basta preencher seunome na guia “Identificação” doquadro de propriedades de rede.Quando instalamos o Windows, oprograma de instalação pergunta onome do usuário e o nome daempresa. Este nome de empresa seráusado como grupo de trabalho. Sedeixarmos o nome da empresa embranco, o programa de instalaçãousará automaticamente o grupo detrabalho WORKGROUP. O nomeescolhido não afeta o funcionamentoda rede. Em redes pequenas érecomendável usar o mesmo nomede grupo de trabalho para todos oscomputadores. Índice 201

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