Apresentação Curso técnico em informática

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Objetivo


Habilitar profissionais em informática para trabalhar com tecnologia da informação, desenvolvimento e implantação de sistemas e de projetos, instalação e manutenção de redes de computadores e projetos de sistemas Internet, integrando os alunos ao trabalho em equipe e desenvolvendo habilidades de liderança.

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Apresentação Curso técnico em informática

  1. 1. 1. IntroduçãoBasicamente, podemos representar como um computador opera através de umdiagrama, mostrado nodiagrama 1.1: Diagrama 1.1 - Diagrama de nível de um sistema computacional
  2. 2. Nesse diagrama, o nível mais baixo executa as “ordens “ do nível mais superior e suas funçõesestãoassim distribuidas:• Hardware: é o equipamento físico, consistindo do gabinete, processador, placas, memórias,periféricos, vídeo, teclado, mouse, driver, winchester, etc.• BIOS (Basic Input/Output System): é um conjunto de programas armazenados em memóriatipoROM, que contém funções para inicialização e uso do sistema.• Sistema Operacional: é o conjunto de programas que é carregado para a memória assim queohardware é inicializado. Responsável pela operacionalização dos recursos e supervisão dosprocessos computacionais.• Aplicativo: é o software executado para atender as necessidades dos usuários, tais como:editoresde texto, planilhas eletrônicas, navegador para Internet, bancos de dados, compiladores einterpretadores, etc.
  3. 3. Usuário: é o operador do sistema.Nesse curso serão abordados os principais conceitos relacionados a arquitetura efuncionamento deum microcomputador ou seja, a camada mais inferior desse diagrama: o Hardware. As duascamadaslogo acima dessa também serão abordadas (BIOS e S.O.) com o objetivo de entender o que umcomputador precisa para entrar em operação. Ou seja, estar disponível para ser utilizado.A abordagem adotada visa fornecer informações básicas sobre o funcionamento dessescomponentes,procurando fornecer um entendimento genérico sobre os computadores. Para isso utilizaremosa famíliade microcomputadores PC (originada com o IBM-PC) como referência, que é baseada na linhadeprocessadores INTEL (ou compatíveis).
  4. 4. o curso está estruturada para fornecer informações técnicas sobre a montagem e configuraçãobásicados microcompudadores. Nos capítulos 2 a 4 serão descritas algumas características dosprincipaiscomponentes que compõe os microcomputadores, sua importância relativa no conjunto easpectos decompatibilidade. No capítulo 5 você encontrará uma referência suscinta sobre SistemasOperacionais. Nocapítulo 6 fornecemos orientações quanto aos cuidados no manuseio dos componentes paraevitardanos. O capítulo 7 contém as instruções para montagem de um microcomputador e no capítulo8,finalizaremos o processo com as orientações sobre configuração do SETUP. O capítulo 9 é umglossáriodos termos mais comuns encontrados nesse material e, finalizando, no capítulo 10 incluímosalguns linksde sites com farto material sobre hardware.Cabe salientar que a evolução tecnológica, além de constante, está muito rápida. Cabe a cadaum buscaros meios para se manter atualizado e a leitura de publicações especializadas é um dessesinstrumentos.A Internet também é uma fonte inesgotável de informação – não deixe de explorá-la.
  5. 5. 2. Tipos de ComputadoresAté o início da década de 80, era comum classificar os computadores apenas de acordo com oseutamanho: computadores, minicomputadores ou micro-computadores.Atualmente são utilizados outros termos, associados ao tamanho e função a que se destinam. Desktop São os microcomputadores de mesa, usados individualmente. Objeto do curso de montagem e configuração. Figura 2.1 Desktop
  6. 6. ServidorComputadores destinados a disponibilização de serviços a usuários (clientes) de uma rede. Paraestafunção podem ser utilizados desde microcomputadores comuns (desktop’s) quantoconfiguraçõesaltamente especializadas, de acordo com o grau de criticidade e volume de serviços alocados.NotebookSão microcomputadores portáteis que possuem os mesmosrecursos dosdesktop’s, porém são mais leves e consomem menosenergia, visandoaumentar a autonomia das baterias.Os componente utilizados na montagem dos notebooks nãosão os mesmosusados nos micros de mesa. A portabilidade e tamanhoexigemcomponentes menores e mais resistentes a movimento. Figura 2.1 Notebook
  7. 7. Handheld / Palmtop Desde os anos 90 esses dois modelos vêm se popularizando. São aparelhos pequenos e leves, para serem levados no bolso, capazes de executar todas as funções básicas, como processamento de texto, planilhas, coleta de dados, aceso à internet, etc. Os handhelds tem a aparência de um notebook em miniatura, com o mesmo desenho básico: tela e teclado. Os palmtops são mais compactos e não possuem teclado. O texto é digitado através de um teclado gráfico formado em parte da tela ou escrito à mão emFigura 2.2 um espaço reservado.Handheld
  8. 8. Tablet PCSe parecem com um notebook com a tela no lugar errado oumesmo umportátil convencional. O monitor de cristal líquido (LCD) gira e seencaixasobre o teclado, e ao pressionar um pequeno botão na partesuperior umacaneta que utiliza um mecanismo “tinta digital” é ejetada paraque o usuáriofaça anotações por escrito na tela, como num bloco de notas.Surgem comoalternativa mais flexível aos notebooks, especialmente parausuárioscorporativos remotos.Embora muito parecidos com um portátil convencional, aarquitetura dehardware dos Tablet PCs é um pouco mais simples. Além de teladigitalizadora de alta resolução e de um sistema dereconhecimento deescrita muito parecido com o dos palmtops, eles utilizamprocessadores desubnotebooks, possuem placa Wi-Fi (802.11b) sem fio, padrãoEthernet,modems de 56 Kbps embutidos e um teclado integrado ou comoopcional. O Figura 2.3 Tablet PC
  9. 9. mesmo acontece com a leitora de disco óptico, que é fornecida comoopcional ou drive externo.Outro diferencial é a tela de LCD protegida por um vidro resistente – os fabricantesrecomendam aousuário apoiar mesmo as mãos no monitor, sem medo de quebrar ou de acionar algumcomandosensível ao toque como nos handhelds. Isso porque os tablets funcionam apenas com a ação dacanetaeletrônica.Mainframe Computadores de grande capacidade de processamento. Atualmente, como todos os demais equipamentos, também apresenta tamanho bastante reduzido em relação aos modelos antigos. Utilizado principalmente nas grandes empresas, como servidores de grandes bancos de dados, efetuando processamento centralizado.Figura 2.4Mainframe
  10. 10. 3. Principais Componentes e ConceitosGabinetesDiferentemente de outros eletrodomésticos que utilizam fontes lineares, os microcomputadoresutilizamfontes chaveadas, pois estas permitem uma substancial redução de tamanho e são maiseficientes.A potência da fonte deve ser compatível com o tipo de micro a ser montado e com seusperiféricos. Odimensionamento de uma fonte para um microcomputador depende da quantidade deperiféricos, econseqüentemente das placas que serão ligadas no barramento de expansão. Sempre nessescasosdevemos escolher uma fonte onde não se utilize mais de 2/3 da sua potência nominal.As tensões geradas por uma fonte chaveada para microcomputadores são 5VDC, 12VDC, -12VDCe-5VDC. Além desses, existe um sinal de +5VDC gerado pela fonte denominado POWER GOOD.Estetem como função indicar à placa-mãe o perfeito funcionamento da fonte e a partir deste, ochipset gerasinais de RESET para todos CIs da placa. Tudo depende do bom funcionamento da fonte.
  11. 11. Figura 3.1 - fonte de alimentaçãoOs compartimentos de drives do gabinete são os chamados "baias". Variam segundo aquantidade e ocomprimento, geralmente de 3½" (para HDs e Floopy Drives) e 5¼" (CD-ROMs).Os PCs normalmente são montados em gabinetes padrões no formatos Torre (Mini tower, Miditower eFull tower) ou Mesa (Desktop e Desktop slim).Os modelos midi e mini tower são normalmente empregados na integração de PC’s paraaplicações
  12. 12. profissionais ou domésticas. Para ambientes nos quais a economia de espaço é fundamental,recomenda-se a utilização dos modelos Desktop ou Desktop slim, já que o monitor de vídeopoderá serutilizado sobre o gabinete. Geralmente os gabinetes desktops necessitam que um ventiladorinternoadicional seja instalado para compensar o menor espaço interno (que dificulta sua refrigeração).Outradesvantagem dos modelos desktop’s é a falta de espaço para a instalação de periféricosadicionais. Figura 3.3 - Gabinete torre Figura 3.4 - Gabinete mesaFigura 3.2 - Gabinete minitorre full e midi
  13. 13. O modelo full tower é empregado para integração de PC’s servidores, já que essesdisponibilizam espaçosuficiente para a integração de vários periféricos adicionais (vários HD), motherboard’s comdimensãomaior e também maior circulação de ar interno.Do ponto de vista externo, um gabinete ATX é bem parecido com um gabinete AT (antigosmodelos). Asdiferenças são mínimas. Uma delas é que o velho botão Turbo, bem como o Turbo LED, que jáhaviamcaído em desuso há alguns anos, foram definitivamente eliminados. Figura 3.5 - Gabinetes AT e ATX
  14. 14. Placa MãePlaca Mãe (Motherboard em inglês) ou Placa Principal é o componente base dosmicrocomputadoresatuais. Traz todos os componentes que permitem ao processador comunicar-se com os demaisperiféricos: discos rígidos, placas de vídeo, etc. Outra função importante da placa mãe éacomodar ealimentar eletricamente o processador.A placa mãe é desenvolvida para atender às características especificas de famílias deprocessadores,incluindo até a possibilidade de uso de processadores ainda não lançados, mas que apresentemasmesmas características previstas na placa.A placa mãe é determinante quanto aos componentes que podem ser utilizados no micro esobre aspossibilidades de upgrade, influenciando diretamente na performance do micro.Diversos componentes integram a placa-mãe, como pode ser visto nas figuras 3.6 e 3.7. Algunsdestescomponentes serão analisados a seguir:
  15. 15. ChipsetDenomina-se chipset os circuitos de apoio ao microcomputador que gerenciam praticamentetodo ofuncionamento da placa-mãe (controle de memória cache, DRAM, controle do buffer de dados,interface com a CPU, etc.).O chipset é composto internamente de vários outros pequenos chips, um para cada função queeleexecuta. Há um chip controlador das interfaces IDE, outro controlador das memórias, etc.Existemdiversos modelos de chipset’s, cada um com recursos bem diferentes.Devido à complexidade das motherboards, da sofisticação dos sistemas operacionais e docrescenteaumento do clock, o chipset é o conjunto de CIs (circuitos integrados) mais importante domicrocomputador. Fazendo uma analogia com uma orquestra, enquanto o processador é omaestro, ochipset seria o resto!
  16. 16. BIOSO BIOS (Basic Input Output System), ou sistema básico de entrada e saída, é a primeira camadadesoftware do micro, um pequeno programa que tem a função de “iniciar” o microcomputador.Durante oprocesso de inicialização, o BIOS é o responsável pelo reconhecimento dos componentes dehardware instalados, dar o boot, e prover informações básicas para o funcionamento dosistema.O BIOS é a camada (vide diagrama 1.1) que viabiliza a utilização de Sistemas Operacionaisdiferentes (Linux, Unix, Hurd, BSD, Windows, etc.) no microcomputador. É no BIOS que estãodescritos os elementos necessários para operacionalizar o Hardware, possibilitando aos diversosS.O.acesso aos recursos independe de suas características específicas.O BIOS é gravado em um chip de memória do tipo EPROM (Erased Programmable Read OnlyMemory). É um tipo de memória "não volátil", isto é, desligando o computador não há a perdadasinformações (programas) nela contida. O BIOS é contem 2 programas: POST (Power On Self Test)eSETUP para teste do sistema e configuração dos parâmetros de inicialização, respectivamente, edefunções básicas para manipulação do hardware utilizadas pelo Sistema Operacional.
  17. 17. Quando inicializamos o sistema, um programa chamado POST conta a memóriadisponível, identificadispositivos plug-and-play e realiza uma checagem geral dos componentesinstalados, verificando seexiste algo de errado com algum componente. Após o término desses testes, é emitido umrelatóriocom várias informações sobre o hardware instalado no micro. Este relatório é uma maneira fácilerápida de verificar a configuração de um computador. Para paralisar a imagem tempo suficienteparaconseguir ler as informações, basta pressionar a tecla “pause/break” do teclado.Caso seja constatado algum problema durante o POST, serão emitidos sinais sonoros indicando otipo de erro encontrado. Por isso, é fundamental a existência de um alto-falante conectado àplacamãe.Atualmente algumas motherboards já utilizam chips de memória com tecnologia flash.Memórias quepodem ser atualizadas por software e também não perdem seus dados quando o computador édesligado, sem necessidade de alimentação permanente.As BIOS mais conhecidas são: AMI, Award e Phoenix. 50% dos micros utilizam BIOS AMI.
  18. 18. Memória CMOSCMOS (Complementary Metal-Oxide Semicondutor) é uma memória formada por circuitosintegradosde baixíssimo consumo de energia, onde ficam armazenadas as informações do sistema (setup),acessados no momento do BOOT. Estes dados são atribuídos na montagem domicrocomputadorrefletindo sua configuração (tipo de winchester, números e tipo de drives, data ehora, configuraçõesgerais, velocidade de memória, etc) permanecendo armazenados na CMOS enquanto houveralimentação da bateria interna. Algumas alterações no hardware (troca e/ou inclusão de novoscomponentes) podem implicar na alteração de alguns desses parâmetros.Muitos desses itens estão diretamente relacionados com o processador e seu chipset e portantoérecomendável usar os valores default sugerido pelo fabricante da BIOS. Mudanças nessesparâmetros pode ocasionar o travamento da máquina, intermitência na operação, maufuncionamentodos drives e até perda de dados do HD.
  19. 19. Slot’s para módulos de memóriaNa época dos micros XT e 286, os chips de memória eram encaixados (ou até soldados)diretamentena placa mãe, um a um. O agrupamento dos chips de memória em módulos (pentes),inicialmente de30 vias, e depois com 72 e 168 vias, permitiu maior versatilidade na composição dos bancos dememória de acordo com as necessidades das aplicações e dos recursos financeiros disponíveis.Durante o período de transição para uma nova tecnologia é comum encontrar placas mãe comslotspara mais de um modelo. Atualmente as placas estão sendo produzidas apenas com módulos de168vias, mas algumas comportam memórias de mais de um tipo (não simultaneamente): SDRAM,Rambus ou DDR-SDRAM.ClockRelógio interno baseado num cristal de Quartzo que gera um pulso elétrico. A função do clock ésincronizar todos os circuitos da placa mãe e também os circuitos internos do processador paraque osistema trabalhe harmonicamente.Estes pulsos elétricos em intervalos regulares, são medidos pela sua freqüência cuja unidade édadaem hertz (Hz). 1 MHz é igual a 1 milhão de ciclos por segundo. Normalmente os processadoressãoreferenciados pelo clock ou freqüência de operação: Pentium IV 2.8 MHz.
  20. 20. Layout de Placa Principal Figura 3.1 - Layout Placa modelo AT
  21. 21. Figura 3.2 - Placa ATX ASUS P4S333
  22. 22. Microprocessador (CPU)O Microprocessador ou Unidade Central de Processamento é o coração de ummicrocomputador, masnão é necessariamente o maior responsável pelo desempenho. Assim como a escolha doprocessador éimportante, a dos demais componentes é tão ou até mais critica.Há uma máxima que diz: Um micro será tão rápido quanto seu componente mais lento.A escolha de um processador não deve recair apenas em sua velocidade de operação(clock), mas simno conjunto das suas especificações em consonância com os demais componentes do micro.A tabela 1 mostra algumas características dos principais modelos de processadores da Intel quemarcaram a evolução da informática desde o surgimento do 8088.

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