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Complexo de Vira-lata
Apresentação feita no Proxxima 2008. Fala sobre o "complexo de vira-lata" que o mercado brasileiro de publicidade tem,
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Slideshow Transcript
- Slide 1: TV (digit al ou não),
cont e údo
e o comple xo de vira- lat a do
Brasil
Ma ur íc io Mot a
- Slide 2: T V Dig it a l: F or ma t os e impa c t os
Discussõe s prof undas sobre a TV Digit al no Brasil
S e rá que ant e s de se pre ocupar com a int e rat ividade
da TV, não de ve ríamos e xplorar ao máximo a
I nt e rne t ?
- Slide 3: Cont e údo audio- visual hoje :
J á s a b e mos c omo c ont a r h is t ór ia s r e le va nt e s pa r a t od a s e s s a s pla t a f or ma s ?
Q ua nt a s ve z e s voc ê j á viu o me s mo f ilme na T V a c a b o?
- Slide 4: “Que m conve rge é o público e não as
plat af ormas” Henry J enkins, MI T
O r a c ioc ínio d e que e s t a mos na “e r a d a c onve r g ê nc ia t e c nológ ic a ” nos f a z
c ome nt e r e r r os e s t r a t é g ic os . I nc lus ive o d e c ont inua r s ub e s t ima nd o os me ios
d ig it a is .
A s pla t a f or ma s s ã o na t ur a lme nt e d ive r g e nt e s .
O únic o c ód ig o unive r s a l e m t od a s e s s a s pla t a f or ma s é a h is t ór ia
A pr opa g a nd a é um f or ma t o d e c ont a r h is t ór ia s .
A ma r c a é uma ma t r iz inf init a d e h is t ór ia s .
- Slide 5: Cont ando hist órias
conve rge nt e s
- Slide 6: Case EUA
A import ância de se cont ar uma
hist ória para cada plat é ia
- Slide 7: Case He roe s
9 t h Wonders:
S e lo vir t ua l d e qua d r inh os ,
c r ia d o por um d os
pe r s ona g e ns d o s e r ia d o
- I níc io d a a ud iê nc ia e m d ive r s os pa ís e s
ve io d e f ã s d os qua d r inh os
vir t ua is
- Slide 8: Re vist as e m quadrinhos no sit e www.nb c .c om/h e r oe s
Víde o f lash int e rat ivo
“passivo”
:: Re vis t a s e s c ond e m pis t a s
e pr ê mios . Os le it or e s s e
h a b it ua r a m a
d e s c ob r ir e d ivulg a r .
PDF para imprimir
- Slide 9: CONTEÚDO + PUBLI CI DADE = S ERVI ÇO ÚTI L
As revist as f eit as para f ãs cont am hist órias paralelas às da TV.
- Pos s ib ilit a m e x plor a r a f und o a vid a d os pe r s ona g e ns d a T V
- Cr ia r novos pe r s ona g e ns na r e vis t a e j á t e s t á - los (qua nt o c us t a r ia
f a z e r um pilot o? )
- Le it or e s d a r e vis t a d ivulg a m o s e r ia d o mund o a f or a
- A s ma r c a s e nvolvid a s no b r oa d c a s t pod e m s e c one c t a r c om nova s
b a s e s d o púb lic o d e ma ne ir a ma is int e r a t iva e e nvolve nt e .
- T r oc a e s oma d e a ud iê nc ia s
(que m c ome ç a na T V que r ma is na r e vis t a e que m c ome ç ou na r e vis t a va i pa r a a T V, pa r a o víd e o online ou pa r a o DVD )
- Slide 10: HI S TÓRI AS MÚLTI PLAS = MÚLTI PLOS
FÃS
• Audiê ncia mais le al
• Consome m muit a inf ormação sobre o programa e sobre
as marcas e subprodut os re lacionados
• Espalham o cont e údo f avorit o, divulgam para
e spe ct adore s pot e nciais
• Funcionam como “t e st adore s” de novos produt os ou
cont e údos
- Slide 11: FÃS = OPORTUNI DADE:
O sit e do He roe s t e m 1 0 mil páginas
e é re sponsáve l por 2 5 % de t odo o
t ráf e go da NBC.
- Slide 12: Pe rsonage m “Hana Glit e rman”:
f ãs le varam dos quadrinhos virt uais para a TV
- Slide 13: 9 t h Wonde rs: De sdobrame nt os após um ano
Considerada a revist a em quadrinhos
mais lida da hist ória
nort e-americana.
A DC Comics comprou o selo virt ual
e f ez a primeira edição em capa dura
para vender no mundo real.
J á é um best -seller.
- Slide 14: FORMATO COMERCI AL
Nissan US A e ra o principal
anunciant e .
- Pat rocinou as re vist as int e rat ivas
- Criou anúncios e m f ormat o de
quadrinhos
- Pat rocinadora pre mium do bre ak
come rcial do programa na TV
- Brande d e nt e rt ainme nt : product
place me nt do Nis san S e nt ra como o carro
do pe rsonage m Hiro Nakamura
- Slide 16: Case J apão
Export ando cult ura at ravé s
de hist órias
- Slide 17: Cool J apan
A pa r t ir d os a nos 9 0 : e s t r a t é g ia pa r a a ume nt a r o pe s o d o e nt r e t e nime nt o na
e c onomia .
F oc o inic ia l na d is t r ib uiç ã o d ig it a l d e :
- A nime s
- A nima ç ã o
- M ús ic a
- Cine ma
- H oj e os qua d r inh os j a pone s e s ve nd e m qua t r o ve z e s ma is d o que os qua d r inh os
nor t e -a me r ic a nos .
- Por que ?
- Slide 18: Af ro S amurai
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- Slide 19: Case Í ndia
De me ro e xe cut or
à f ont e de inspiração e inovação
e m e nt re t e nime nt o
- Slide 20: Case Í ndia
População t e rá, e m de z anos, 5 5 0 milhõe s de jove ns com idade abaixo de 2 0
anos. Uma st art -up se organiz ou a part ir das se guint e s pre mis sas:
- Criar his t órias e de sdobrame nt os originais que re inve nt e m o vast o
re pe rt ório das mit ologias indiana e asiát ica de mane ira única, e nvolve nt e e
dive rt ida.
- Come çar a f ormação de audiê ncia pe los quadrinhos e de pois - com a ajuda de
art is t as de t odo o mundo - de sdobrar e ssas his t órias para cine ma, t v,
animação, game s, mobile e int e rne t .
- Convidar art ist as consagrados de out ras mídias para criar as hist órias com
uma libe rdade que nunca t ive ram e m suas mídias de orige m. Art is t as
convidados: J ohn Woo, Guy Richie , Nicolas Cage e out ros.
- Slide 21: Í ndia: se de da Virgin Comics
S oc ie d a d e e nt r e Ric h a r d B r a ns on, De e pa k
Ch opr a e S h e k h a r Ka pur (a c la ma d o d ir e t or
ind ic a d o a 9 Os c a r s ).
H oj e a e mpr e s a é líd e r t a nt o na ve nd a d e
r e vis t a s f ís ic a s qua nt o no f or ma t o d ig it a l -
que s e t or nou s e u ma ior f oc o, j unt o c om
g a me s pa r a c e lula r e f ilme s pa r a a I nt e r ne t .
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- Slide 22: CAS E BRAS I L?
“O Comple xo de Vira- Lat a”
\"Por ' c omple x o d e vir a -la t a ' e nt e nd o e u a inf e r ior id a d e e m que o
b r a s ile ir o s e c oloc a , volunt a r ia me nt e , e m f a c e d o r e s t o d o mund o.
O que f a z e mos nunc a é me lh or d o que out r o pa ís f a z .”
N e ls on
Rod r ig ue s
- Slide 23: “A c ulpa é d o g ove r mo”
“A c ulpa é d os ve íc ulos que nã o d ã o e s pa ç o pa r a inova r ”
“A c ulpa é d os c lie nt e s que t ê m s ua s me t a s pr a a t ing ir ”
“A c ulpa é d a b a s e ma ior d e us uá r ios d e c e lula r pr é -pa g o”
“N ã o d á pa r a s e f a z e r e s s e t ipo d e c ois a no B r a s il”
“N ing ué m no B r a s il c ons e g ue pe ns a r c ont e úd o inova d or ”
“T e mos que ir lá pr a f or a pa r a pod e r c r ia r c ois a s
inc r íve is ”
- Slide 24: N ós e s t a mos e m e x t r e mos : ou olh a mos muit o
pa r a o nos s o umb ig o ou olh a mos d e ma is pa r a
a “g r a ma ma is ve r d e d o viz inh o”.
E d e s s a ma ne ir a , nã o s a b e mos (ou nã o va lor iz a mos )
o que e s t á a c ont e c e nd o b e m pe r t o d e nós .
- Slide 25: Maurício Mot a
mmot a@aut oria.com . br