Your SlideShare is downloading. ×
Carta aberta
Carta aberta
Carta aberta
Carta aberta
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Carta aberta

281

Published on

Published in: News & Politics
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
281
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
1
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. Date: Mon, 6 Dec 2010 23:25:29 +0000From: fernando_190@netvisao.ptTo: latneuq@quentaline.com.brSubject: FW: TENHAM VERGONHA - Carta aberta a Mário Soares, António José Seguro e atodos os políticos-------Original Message-------Subject: FW: TENHAM VERGONHA - Carta aberta a Mário Soares, António José Seguro e atodos os políticos TENHAM VERGONHA Carta aberta ao Sr. Mário Soares, Sr. António José Seguro e a todos os políticos de Portugal Sr. Mário Soares,Sou um cidadão que trabalha, paga impostos, para que o Sr. e todos os restantes políticos de Portugal andem na boa vida. Há dias, ouvi o Sr, doutamente, nas TVs, a avisar o povo português para que não se pusesse com greves, porque ainda ia ser pior. Depois ouvi o Sr. António José Seguro, revoltar-se contra os impostos e colocar-se ao lado do povo. Ouvi o Sr. perguntar onde estava a alternativa ao aumento de impostos, e aqui estou eu para lhe dar a alternativa.
  • 2. Como o Sr. Mário Soares pediu que alguém lhe desse a alternativa à subida de impostos, aqui lhe deixo 10 medidas que me vieram à mente assim, de repente: 1 - Acabar com as pensões vitalícias e restantesmordomias de todos os ex-presidentes da República (os senhores foram PRs, receberam os seus salários peloserviço prestado à Pátria, não têm de ter benesses por esse facto);2 - Acabar com as pensões vitalícias e / ou pensões emvigor dos primeiros-ministros, ministros, deputados e outros quadros (os Srs deputados receberam o seuordenado aquando da sua actividade como deputado, não têm nada que ter pensões vitalícias nem seremreformados ao fim de 12 anos; quando muito recebem uma percentagem na reforma, mas aos 65 anos de idade como os restantes portugueses - veja-se o caso do Sr. António Seguro que na casa dos 40 anos de idade já tem direito a reforma da Assembleia da República; 3 - Reduzir o nº de deputados para 100;4 - Reduzir o nº de ministérios e secretarias de estado, institutos e outras entidades criadas artificialmente, algumas desnecessárias e muitas vezes até redundantes, apenas para dar emprego aos "boys"; 5 - Acabar com as mordomias na Assembleia da República e no Governo, e ao invés de andarem emcarros de luxo, andarem em viaturas mais baratas, ou
  • 3. de transportes públicos, como nos países ricos do Norte da Europa (no dia em que se anunciou o aumento dosimpostos por falta de dinheiro, o Estado adquiriu uma viatura na ordem dos 140 mil ¤ para os VIPs que nos visitarão); 6 - Acabar com os subsídios de reintegração social atribuídos; aos vereadores; aos presidentes de Câmara; e outras entidades (multiplique-se o número de vereadores existentes pelo número de municípios eveja-se a enormidade e imoralidade que por aí grassa); 7 - Acabar com as reformas múltiplas, sendo que umcidadão só poderá ter uma única reforma (ao invés de duas e três, como muitos têm); 8 - Criar um tecto para as reformas, sendo que nenhuma poderá ser maior que a do PR; 9 - Acabar com o sigilo bancário;10 - Criar um quadro da administração do Estado, de modo a que quando um governo mude, não mudem centenas de lugares na administração do Estado;  Com estas simples 10 medidas, a classe política que vai desgraçando o nosso amado Portugal, daria o exemplo e deixaria um sinal inequívoco de que afinal, vale a pena fazer sacrifícios, e que o dinheiro dos portugueses não é esbanjado em Fundações duvidosas, em TGVs, em aeroportos, em obras sumptuosas.
  • 4. Enquanto isso não acontecer, eu não acredito no Sr. Mário Soares, não acredito no Sr. AntónioSeguro, e não acredito em nenhum político desde o Bloco de Esquerda ao CDS, nem lhes reconheço autoridade moral para dizerem ao povo o que deve fazer. Em último caso, têm a palavra as Forças Armadas, que têm o ónus de defendero povo português de qualquer agressão externa e / ou interna e que paradoxalmente têm estado em silêncio perante o afundamento de Portugal. Zé do Povo Portugal

×