Aula de dermato parte 1

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Aula de Dermatologia 5° periodo Medicina Veterinária - Campus Palotina

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  • Nanook = dog 1 Orion = other dog

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  • 1. Patologia do Sistema Tegumentar 1ª parte
    • Profa. Ass. Dra. Aline de Marco Viott
    UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ COORDENAÇÃO DO CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA DISCIPLINA DE PATOLOGIA VETERINÁRIA
  • 2.
    • Scott, D.W.; Miller, W.H.; Griffin, C.E. Dermatologia de Pequenos Animais 5ª ed. , Interlivros, Rio de Janeiro, 1996.
    Gross, T.L.; Ihrke, P.J.; Walder, E.J.; Affolter, V.K. Skin Diseases of the Dog and Cat 2 nd ed. , Blackwell, Philadelphia, 2005.
  • 3.  
  • 4. SISTEMA TEGUMENTAR
    • Numerosos casos para avaliação clínica
    • Patologia x Clínica Médica
    • Exame macroscópico = avaliação clínica dermatológica
  • 5. FUNÇÕES DA PELE Promove estímulo visual, olfatório e tátil; Nos animais selvagens serve para camuflagem; Está interligada com o metabolismo do organismo refletindo alterações sistêmicas. Deve proteger contra agentes químicos, físicos e biológicos; Recebe estímulos sensoriais externos; Armazenagem de nutrientes (lipídios, água, vitaminas, carboidratos e proteínas); Imunorregulação Força e elasticidade;  regeneração; Resiste à perda de água e eletrólitos; Responsável pela produção de Vit. D; Secreção e Excreção
  • 6. HISTOLOGIA DA PELE CAMADAS DA PELE HIPODERME DERME ANEXOS DA PELE Folículo piloso Gls. Sudoríparas Gls. Sebáceas Cascos e garras EPIDERME Extrato córneo Extrato granuloso Extrato espinhoso Extrato basal
  • 7.  
  • 8.  
  • 9. HISTOLOGIA DA PELE NORMAL Epiderme
  • 10. HISTOLOGIA DA PELE NORMAL Derme
  • 11. Lesões Primárias da Pele Lesões fundamentais para identificar a origem, natureza e etiologia da lesão Descrição macroscópica
  • 12. Mácula Mancha descorada, plana, circunscrita, medindo até 1,0 cm. Causada por  ou  de melanina, eritema, hemorragia. Hemorragia púrpura petéquia equimose
  • 13.  
  • 14. Septicemia S. cholerasuis
  • 15. Pápula Elevação sólida, circunscrita, medindo até 1,0 cm. Epidermal: hiperplasia edema Dermal: inflamação edema Placa: Acúmulo de pápulas > 1,0cm Folicular (comum) – infecção Interfolicular – infecção, alergia
  • 16.  
  • 17. Infecção Fungica
  • 18. Nódulo Elevação sólida, circunscrita, > 1,0 cm. Estende-se até a derme/hipoderme Relacionado à inflamação ou neoplasia Pode ser alopécico, ulcerado e descorado
  • 19.  
  • 20. Tumor É um aumento de volume. Frequentemente usado para referir-se a uma neoplasia. Pele ou SC. Nem sempre é neoplásico.
  • 21.  
  • 22.  
  • 23. Cisto É uma estrutura de consistência flutuante, pobremente cirscunscrita. Contém líquido. Encapsulamento epitelial. Folicular (cisto de inclusão epidermal) Cisto ductal apócrino
  • 24.  
  • 25. Vesícula Estrutura elevada, cirscunscrita, intra-epidermal ou sub-epidermal, <0,5 cm. > 0,5 cm = bulla Contém líquido. Friável, rompe facilmente. Degeneração/necrose de ceratinócitos. Viral, Autoimune, Irritante
  • 26.  
  • 27. Pústula Estrutura elevada, cirscunscrita, intra-epidermal ou sub-epidermal, preenchida por exsudato Inflamação supurativa Folicular, Interfolicular Infecciosa, Autoimune
  • 28.  
  • 29. Impetigo
  • 30.  
  • 31. Lesões Secundárias da Pele Lesões que surgem a partir das lesões primárias ou por fatores externos como trauma, medicamentos, etc.
  • 32. Urticária Estrutura elevada, cirscunscrita, achatada na superfície Transitória, aparece/desaparece em minutos-horas Distribuição multifocal Alergia
  • 33.  
  • 34.  
  • 35. Descamação Acúmulo de fragmentos de ceratinócitos soltos Alteração na maturação ou proliferação epidermal Hiperqueratose Aspecto farináceo, seco ou gorduroso Seborréia, Dermatoses crônicas
  • 36. Hiperqueratose
  • 37.  
  • 38.  
  • 39. Crosta =cascão, produto do ressecamento de exsudato, sangue, ceratinócitos (...) Aderido à pele, frequentemente recobrindo feridas Aspecto ressecado, áspero, escuro
  • 40.  
  • 41. Cicatriz Área de tecido conjuntivo fibroso substituindo a derme lesada. Resposta reparativa a uma agressão. Aspecto despigmentado, alopécico, irregular, deprimido, ~claro
  • 42.  
  • 43. Erosão Perda da epiderme, mantendo a membrana basal. Evolução de vesículas/pústulas. Resolução por re-epitelização Aspecto deprimido, hiperêmico
  • 44.  
  • 45. Úlcera Perda da epiderme e da membrana basal Evolução da erosão Resolução por re-epitelização ou cicatrização Aspecto deprimido, hiperêmico, exsudação, crosta
  • 46.  
  • 47. Escoriação Perda da epiderme decorrente de trauma: Auto-mutilação Lambedura Arranhadura Mordidas Frequentemente secundária a prurido Apresentação na forma de: Erosões Úlceras Crostas
  • 48.  
  • 49.  
  • 50. Colarete Epidérmico Descamação epidermal em forma de anel Associado a pústulas, vesículas ou bolhas rompidas Podem coalescer formando múltiplos anéis interligados Associada a necrose epidermal
  • 51.  
  • 52. Liquenificação Espessamento da epiderme acompanhado de hiperpigmentação Resposta ao trauma crônico Aspecto de pele ressecada e espessa Exagero de pregas e fissuras
  • 53.  
  • 54.  
  • 55. Comedão Folículos pilosos dialatados, contendo plugues cerato-sebáceos Associado a ceratose folicular Predispõe à foliculite Demodicose, Hiperadrenocorticosmo
  • 56.  
  • 57. Hiperpigmentação = hipermelanose ≠ melanose Áreas de aumento da pigmentação da pele Focal a extensa Acompanha outras lesões Frequentemente bem delimitada ao local da lesão Lesões lentiginosas
  • 58.  
  • 59.  
  • 60. Hipopigmentação = hipomelanose Áreas de diminuição da pigmentação da pele Focal a extensa Tendem a coalescer Vitiligo
  • 61. Produção de melanina Melanocito Cobre Tirosinase Tirosina 3,4 diidroxifenilalanina (DOPA) DOPA quinona Melania
  • 62. Leucodermia
  • 63. Vitiligo Sistema autoimune destruição dos melanocitos Albinismo
    • Deficiência de Tirosinase
    • Existem melanócitos
    Leucotriquia – Após processos inflamatórios intesos
  • 64. Alopecia É a ausência do pelo em áreas de cobertura pilosa Múltiplas causas: genética, endócrina, metabólica, parasitária (...) Apresentação: Focal Regional Simétrica Difusa
  • 65.  
  • 66. Cuidado! A alopecia pode ser “normal”! Cão Pelado Chinês Cão Pelado Mexicano (Xoloitzcuintli)
  • 67. Cuidado! A alopecia pode ser “normal”! Sphynx
  • 68. Hiperceratose É o  da espessura da epiderme devido ao acúmulo de céls no extrato córneo Alteração no equilíbrio da maturação/descamação dos ceratinócitos Resposta à irritação crônica Associada a desordens metabólicas da ceratinização: Vit. A, Zinco, Seborréia
  • 69.  
  • 70. Def. Vit. A Def. Zn Paraqueratose dos suínos
  • 71. Distribuição das Lesões  A descrição das lesões é essencial para o diagnóstico; Axial Multifocal Simétrica Apendicular Multifocal Simétrica Bilateral Multifocal Assimétrica ventral dorsal ventral dorsal
  • 72. HORA DO DESCANSO 10 minutos
  • 73. ETIOLOGIA DAS DERMATOPATOLOGIAS Protozoários: ex. Leishmania spp Artrópodes: ex. Dermatobia hominis Ácaros (sarnas): ex. Sarcoptes scabiei Helmintos: ex. Habronema spp Fungos: ex. Microsporum spp Bactérias: ex. Dermatophilus congolensis Vírus: ex. Herpesvirus AGENTES INFECCIOSOS
  • 74. ETIOLOGIA DAS DERMATOPATOLOGIAS Radiação UV ex. Derm. Actínica Alérgica ex. DAAP Traumática ex. Derm. Acral por Lambedura Auto-Imune ex. Pênfigo Congênita Ictiose Nutrição ex. Deficiência de Zn Endócrina ex. Hipotireoidismo CAUSAS NÃO INFECCIOSAS
  • 75. Causas Não Infecciosas
  • 76. Alterações Congênitas
    • Epiteliogênese imperfeita : Cutis Aplasica
    • Crescimento e diferenciação da epiderme comprometidos
    • Hereditário
    • Extrat. Escamoso
    • Anexos
    • Septicemia
    • Desidratação
  • 77. Epiteliogênese Imperfeita
  • 78. Displasia do Colágeno - Hiperelastose
    • RARA
    • Pele se rasga facilmente (Cicatrizes)
    • Hiperextensivel
    • Enzimas - síntese Colágeno tipo I
  • 79.  
  • 80. Distúrbios da Agressão Física, Radioativa ou Química
  • 81. Lesões Actínicas Dermatite Solar em pequenos animais Prof. Raimundo A Tostes
  • 82.
    • Dimeros de Timidina – DNA
    • Reparo pós -duplicação
    • Lesões Pré neoplasicas
    Neoplasias
  • 83.  
  • 84. Lesões Actínicas Fotossensibilização Pode ocorrer sob três formas: 1. Primária 2. Por acúmulo de pigmento endógeno 3. De origem hepática
  • 85. Lesões Actínicas Fotossensibilização Primária Por acúmulo de pigmento endógeno Ingestão de substância fotodinâmica pré-formada Ex. ingestão de Hypericum perforatum - hipericina (Erva de São João) e Fagopyrum esculentum – fagopirina (Trigo Sarraceno) Drogas tais como fenotiazina, tetraciclina, sulfonamida Defeito enzimático na síntese de substâncias fotodinâmicas Ex. Porfiria congênita
  • 86. Lesões Actínicas Fotossensibilização Hepatógena Hepatopatia que interfere na excreção da filoeritrina (produto do metabolismo da clorofila) Etiologia: Obstrução biliar Lesão hepática tóxica por agente químico Lesão hepática por plantas tóxicas (ex. Lantana camara ) Ingestão de gramínea com esporidesmina
  • 87. Pithomyces chartarum o fungo cresce em matéria orgânica em decomposição o calor e a umidade favorecem o crescimento e a esporulação do fungo o fungo concentra sua toxina nos esporos que são dispersados por todo o pasto A parte mais tóxica do pasto estará na base do capim
  • 88. Patogênese da Fotossensibilização ingestão da esporidesmina esporidesmina absorvida, removida pelo fígado e concentrada no sistema biliar toxina participa nos processos de redução/oxidação para formar radicais superóxido os radicais destroem a membrana celular provocando uma colangite necrotisante  levando à icterícia obstrutiva acúmulo de filoeritrina Fotossensibilização
  • 89. PLANTAS HEPATOTÓXICAS PLANTAS QUE CAUSAM FOTOSSENSIBILIZAÇÃO HEPATÓGENA Brachiaria spp. Lantana spp. Myoporum laetum Enterolobium spp. Stryphnodendrom spp.
  • 90. PLANTAS HEPATOTÓXICAS PLANTAS QUE CAUSAM FOTOSSENSIBILIZAÇÃO HEPATÓGENA
  • 91.  
  • 92.  
  • 93.  
  • 94.
    • Dermatite Acral : dermatite por lambedura
    Agressão Física
  • 95.
    • Calos : Raças grandes, piso, contato.
    Agressão Física
  • 96. Dermatoses Nutricionais Deficiências Vitamínicas Deficiências Minerais Deficiências Protéicas Deficiências de Ácidos Graxos Desnutrição Calorico-proteíca Alimentação Gestação Metabolico
  • 97.
    • Cães e suínos,
    • Dietas com ↑Ac. Fitico ou Ca e ↓Zn,
    • Defeito hereditário na Absorção de Zn,
    • Cães grandes (Huskies e Malanutes),
    • Filhotes que crescem rapidamente,
    Deficiência de Zinco (Zn)
  • 98. Olhos, focinho, orelhas, pontos de pressão e coxin plantar
  • 99.  
  • 100.
    • RARA,
    • Cocker Spaniel,
    • Deficiência de VTM A
    • Não é a causa,
    • Níveis plasmáticos normais
    • “ folhas”
    Deficiência de Vitamina A
  • 101. Dermatites Parasitárias Sarna em suínos Sarcoptes scabei Pescoço Cabeça Orelhas
  • 102. Dermatites Parasitárias Sarcoptes scabei
  • 103. Dermatites Parasitárias Sarna em cães Sarcoptes canis
  • 104. Dermatites Parasitárias Sarna em gatos Notoedres cati
  • 105. Dermatites Parasitárias Habronemose Cutânea
  • 106.  
  • 107. Demodex
  • 108. Demodex
  • 109.  
  • 110. Dermatites Micóticas
  • 111. Dermatites Micóticas Dermatofitose
    • Apresentação clínica e morfológica
    • Fungos parasitas apenas de estruturas epidérmicas queratinizadas
    • Potencial zoonótico
    SINONÍMIA – Tinha, Ringworm
  • 112. TRANSMISSÃO Via direta- contato direto com pêlos, escamas, crostas, unhas, cascos, penas contaminadas Via indireta – persistência em fômites Propágulos infectantes – materiais de uso comum de contenção, tosa e banho.
  • 113. Dermatofitoses Principais dermatófitos patogênicos isolados de cães e gatos Fonte: LARSSON,C.E.; LUCAS, R.; GERMANO,P.M.L. Dermatofitoses de cães e gatos em São Paulo: estudo da possível influência sazonal. An.bras.Dermat . v. 72, n.2,1997, p.139-142.
    • Outras espécies – Trichophytum spp. Epidermophyton - raro
    • Transmissão para humanos
    • M. Canis – mais comum (++++)
    Frequência (%) Dermatófitos Cão Gato Microsporum canis 82% 98% Microsporum gypsium 13% 1,5% Tricophyton mentagrophytis 5% 0,5%
  • 114. LESÕES Inicial :dermatite perivascular Microabscessos intracorneais e foliculite Fungo move-se perifericamente afastando-se da reação inflamatória “ Anel de vermelhidão periférica”
  • 115.  
  • 116.  
  • 117. DERMATOFITOSE EM EQÜINOS Mais comum : T. equinum , T. mentagrophytes Menos comum : M. canis e M. gypseum Locais iniciais – áreas de abrasão
  • 118.  
  • 119. Fômites - Haras
  • 120. Dermatites Micóticas- Profundas Esporotricose – “Doença dos Jardineiros” Agente: Sporothrix schenkii
  • 121.  
  • 122. Esporotricose Linfocutânea Fonte: Prof. Sílvio A. Marques UNESP- Botucatu- SP
  • 123.  
  • 124. Dermatites Micóticas - Profundas Criptococcose Agente: Cryptococcus neoformans “ Nariz de palhaço” – Fungo Leveduriforme Ambiente - Pombos Zoonose Gatos, Cães Jovens Distribuição mundial
  • 125.  
  • 126.  
  • 127. Dermatites Micóticas Ficomicoses Pitiose Zigomicose Conidiobolus coronatus Conidiobolus lamprauges Basidiobolus haptosporus  Pythium insidiosum Equinos, humanos, caprinos equinos
  • 128. Pythium insidiosum
    • Não Reino Fungi (Familia Pythiaceae)
    • Zoósporos tropismo tecidos (fase aquatica)
    • Crescimento hifas esparsamente septadas
    Zoósporos Estimulado temperatura hospedeiro Emite tubo germinativo e hifas Penetração mecânica Infecção estabelecida
  • 129. KANKERS
  • 130. Dermatites Parasitárias Leishmaniose
  • 131. flebótomo pele promastigota invasão de macrófago replicação intracelular (amastigota) em macrófago ruptura de macrófago monocitose LINFADENOPATIA HEPATOMEGALIA ESPLENOMEGALIA M.O. HIPERPLÁSICA
  • 132.  
  • 133. Leishmaniose Apresentação Mucocutânea
  • 134. Leishmaniose Cutânea
  • 135. Leishmaniose Visceral
  • 136.  
  • 137.  
  • 138. Patologia do Sistema Tegumentar 2ª parte
    • Prof. Ass. Dra. Aline de Marco Viott
    UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ COORDENAÇÃO DO CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA DISCIPLINA DE PATOLOGIA VETERINÁRIA
  • 139. Dermatites Virais Poxvírus Ectima Contagioso (Dermatite Pustular Contagiosa) Herpesvírus Mamilite Herpética Bovina Outros vírus Febre Aftosa (Aphtovírus)
  • 140. Ectima Contagioso - Poxvírus Pápulas, pústulas, crostas, proliferação
  • 141. Mamilite Herpetica - Herpesvírus Contagiosa
  • 142. Dermatites Bacterianas
    • Foliculite
    • Furunculose
    • Piodermite
    • Superficial (epidermite)
    • Profunda (Celulite)
  • 143. Foliculite Associada a: Pioderma Demodex Dermatófitos
  • 144. Foliculite Alergias e endocrinopatias podem ser a causa de base de uma foliculite!
  • 145. Foliculite Raspado cutâneo Citologia: cocos, leucócitos e… Cultura fúngica
  • 146. Piodermites Superficiais Foliculites
  • 147.  
  • 148.  
  • 149. Piodermite profunda Furunculose
  • 150. Piodermite profunda Furunculose
  • 151.  
  • 152. Piodermite profunda Furunculose/ Celulite
  • 153. Piodermite Bacteriana
    • Cães
    • Staphylococcus aureus
    • Streptococcus, Pasteurella
    • PIODERMATITE RECORRENTE
    • Staphylococcus schleiferi pode estar associado a piodermite em cães
    • S. schleiferi é isolado mais frequentemente de cães com piodermite recurrente quando em antibioticoterapia
    • 10/14 S. schleiferi isolados eram resistentes a múltiplos antibióticos (RM)
  • 154. Piodermite Superficial Impetigo
  • 155. Piodermite Superficial Impetigo
  • 156. DERMATOFILOSE Agente – classe Actinomicetos Dermatophilus congolensis Espécies sensíveis Bovinos, ovinos e eqüinos , raro felino, canino, suíno e caprino Fatores predisponentes Umidade, traumatismos, stress Áreas tropicais e subtropicais
  • 157. DERMATOFILOSE
  • 158. EPIDERMITE EXSUDATIVA DOS SUÍNOS/ECZEMA Agente Staphylococcus hyicus Ans sensíveis Leitões Fatores predisponentes Laceração cutânea, má nutrição, Ambiente sujo e úmido
  • 159. DOENÇA DO PORCO GORDUROSO EPIDERMITE EXSUDATIVA DOS SUÍNOS/ECZEMA
  • 160. Dermatoses Imuno-Mediadas Dermatoses Alérgicas Atopia Hipersensibilidade Alimentar
  • 161. Atopia
  • 162. Dermatite Eczematosa (ex. Atopia) tempo
  • 163.  
  • 164.  
  • 165.  
  • 166. Dermatite de Contato Alérgica sensibilização desafio LN de drenagem Ln = Linfócito Naive Lm = Linfócito de Memória
  • 167. Dermatite de Contato Alérgica Alergia ao Prato de Plástico
  • 168. Dermatoses Imuno-Mediadas Dermatite Alérgica à Picada de Pulgas – DAPP
  • 169. Dermatite Alérgica à Saliva de Pulgas – DASP 1 2 3 4 1 Pulgas picam a pele para se alimentar 2 A saliva da pulgas provoca uma reação antigênica 3 O trauma auto-induzido provoca escoriação e inflamação 4 Instalação de infecção bacteriana
  • 170.  
  • 171. Dermatoses Auto-Imunes Complexo Pênfigo Pênfigo Vulgar Pênfigo Foliáceo Pênfigo Vegetante Pênfigo Eritematoso Penfigóide Bolhoso Lúpus Eritematoso L. E. Discóide L. E. Sistêmico
  • 172. Complexo Pênfigo
  • 173. Patogenia do Complexo Pênfigo
  • 174. Complexo Pênfigo Fenda Subcorneal Fenda Suprabasal Fenda Subepidermal Pênfigo Foliáceo Pênfigo Vulgar Penfigóide Bolhoso
  • 175.  
  • 176.  
  • 177.  
  • 178.  
  • 179. Lupus Eritematoso
  • 180. Patogenia do Lupus Eritematoso
  • 181. Lupus Eritematoso Lesões em “Borboleta”
  • 182.  
  • 183.  
  • 184. Break Time!!
  • 185. Dermatoses Endócrinas Hipotireoidismo Etiologia Hipotireoidismo 1º Atrofia folicular Tireoidite linfocítica Congênito Hipotireoidismo 2º Neoplasia
  • 186. Hipotireoidismo Epidemiologia Incidência: 1:156 - 1:500 Idade Média: 4 - 10 anos Predisposição Racial: Doberman Pinscher Setter Irlandês Schnauzer Cocker Spaniel Dinamarqueses Pastor Inglês Beagle Labradores
  • 187. comprometimento > 75-80% da tireóide síntese  de T3 e T4 cerca 60% dos cães com hipertireoidismo apresentam dermatopatia
  • 188. Hipotireoidismo Principais sinais clínicos associados ao hipotireoidismo em cães e gatos. Alts dermatológicos Alterações hematológicas Coagulopatias Miopatias e artropatias Neuropatias central e periférica Apatia, sono intenso Hipotermia/ Termofilia Alts Cardiovasculares Síndromes Endócrinas Ganho de peso x obesidade Alterações no sistema digestório
  • 189. Hipotireoidismo Lesões Cutâneas Predomina com alopecia simétrica em tronco, flanco, pescoço Hiperpigmentação Espessamento da pele Diminuição da qualidade do pelo Descamação/Seborréia Piodermite 2ª.
  • 190. Imagem: Prof. Marconi Farias
  • 191. Imagens: Prof. Marconi Farias
  • 192. Dermatoses Endócrinas Hiperadrenocorticismo Síndrome de Cushing
  • 193.
    • Raças predispostas
    • Poodle
    • Dachshund
    • Terriers
    • Beagle
    • Pastor Alemão
    • Labrador
    • Spaniels
    • Schnauzer
    • Lhasa Apso
    • Chihuahua
    • Boxer
    Hiperadrenocorticismo Excesso de Cortisol
  • 194. Hiperadrenocorticismo Iatrogênico Relação Normal ACTH + Cortisol - ACTH + Cortisol -
  • 195. Hiperadrenocorticismo Adenoma Hipofisário ACTH Cortisol + + Adenoma Adrenal ACTH Cortisol + +
  • 196.  
  • 197. Imagens: Prof. Marconi Farias
  • 198. Imagens: Prof. Marconi Farias
  • 199. Imagens: Prof. Marconi Farias
  • 200. Neoplasias Cutâneas Neoplasias Epiteliais Neoplasias Mesenquimais Neoplasias de Origem Neural Neoplasias de Origem Linfóide
  • 201. Neoplasias cutâneas em cães
    • A pele é o local mais comum de ocorrência de neoplasia em cães
    • A incidência de neoplasias é variável de uma região para a outra
    • Idade Média 7 anos
  • 202.
    • Perfil racial dos animais
    • Raças mais acometidas:
    •  Boxer  Poodle  Cocker Spaniel  Pastor Alemão
  • 203. Neoplasias cutâneas em cães
    • Neoplasias predominantes:
     Mastocitoma (27/210)  Melanoma (19/210)  Carcinoma de céls escamosas (18/210) Tostes e Figueiredo (2006)  Mastocitoma (158/761)  Carcinoma de céls escamosas (53/761) Souza et al. (2006)
  • 204. Mastocitoma em cães
  • 205. Originam-se dos mastócitos da derme
  • 206. Afetam cães de meia-idade a idosos
    • Pele – sítio mais comum
      • 50% tronco
      • 40% membros
      • 10% cabeça e pescoço
  • 207.  
  • 208. Mastocitomas diagnóstico
    • Graus Cito/Histológicos
    • Grau 1  Bem diferenciado
    • Grau 2  Moderadamente Diferenciado
    • Grau 3  Pobremente diferenciado
    Prognóstico Fonte: Meuten, D. J. Tumors in Domestic Animals. 4 th ed . Iowa State Press, Iowa 2002. Bom Desfavorável
  • 209. MELANOMA
  • 210.  
  • 211. Carcinomas de Células Escamosas
    • regiões com rarefação pilosa, despigmentadas ou hipopigmentada
    • predisposição após exposição à radiação solar
      • Lesões actínicas
  • 212.  
  • 213.  
  • 214.  
  • 215.  
  • 216.  
  • 217. Alguns Exemplos de Neoplasias Cutâneas em Cães Comportamento clínico: Benigno ou de baixa agressividade
  • 218. Papilomas
    • Comuns e cães e raros em gatos
    • Aparência verrucosa
    • Autotraumatismo comum
  • 219.
    • Cães jovens
      • lesões múltiplas
      • cavidade oral, focinho, pálpebras
      • Vírus espécie-específico, contagioso
  • 220.
    • Cães idosos
      • lesões únicas ou múltiplas
      • sem associação à etiologia viral
  • 221.  
  • 222. Carcinomas Basocelulares
    • Pacientes de meia idade
    • usualmente solitários, bem delimitadas, firmes, alopécicos, 0,5–10 cm Ø
    • locais - cabeça, pescoço e ombros
  • 223.  
  • 224.  
  • 225.  
  • 226.  
  • 227. Neoplasias Cutâneas em Equinos Em foco: Sarcóide Melanoma
  • 228.  
  • 229.  
  • 230. Sarcóide Em geral afeta equinos <4 anos Focal ou Multifocal Tratamento difícil; recidivantes Etiologia viral (?)
  • 231.  
  • 232.  
  • 233. Importância do Diagnóstico Diferencial
  • 234. Diagnóstico histológico: Lúpus Eritematoso Diagnóstico clínico: Carcinoma Céls Escamosas
  • 235. Diagnóstico histológico: Criptococcose Diagnóstico clínico: Carcinoma Céls Escamosas
  • 236. Diagnóstico histológico: Habronemose Diagnóstico clínico: Melanoma
  • 237. Diagnóstico histológico: Dermatite Granulomatosa (sugestiva de Brucelose) Diagnóstico clínico: Fibrossarcoma
  • 238. As 10 dermatoses mais comuns em pequenos animais (nos E.U.A.) Fonte: Medleau, L.; Hnilica, K.A. Small Animal Dermatology: A Color Atlas and Therapeutic Guide 2nd Ed, Elsevier, 2006. 1. Atopia 2. Demodicose 3. Pulgas 4. Piodermite 5. Otite 6. Alergia Alimentar 7. Hipotireoidismo e Alopecia Endócrina 8. Dermatite Acral por Lambedura 9. Escabiose 10. Dermatofitose
  • 239. O diagnóstico das neoplasias cutâneas
  • 240. Recursos de Diagnóstico Exame Citológico
  • 241. Biópsia Incisional Excisional Punch Bisturi
  • 242. Recursos de Diagnóstico Exame Histológico Exame IIQ
  • 243. Margens...