Aula 01 dst

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  • Esse quadro demonstra o processo de interiorização da epidemia, especialmente nas regiões norte, nordeste e centro-oeste, regiões com menor eficiência e eficácia na aplicação dos recursos. Diante desse quadro propomos um investimento estratégico no campo da governança. Atualizado com dados publicados no boletim de dez/05
  • Aula 01 dst

    1. 1. DOENÇASDOENÇAS SEXUALMENTESEXUALMENTE TRANSMISSÍVEISTRANSMISSÍVEIS
    2. 2. O QUE SÃO DST’S?O QUE SÃO DST’S? São doenças transmitidas de uma pessoa para outra através da relação sexual (vaginal, oral ou anal)
    3. 3. Corrimento Coceira na área genital Dor durante a relação sexual Ferida no pênis ou vagina  Ardência ao urinar  Verrugas Genitais  Ínguas na virilha  Bolhas no pênis ou vagina Principais Sintomas Assintomático/a: Uma pessoa pode não apresentar sintomas e ter uma DST
    4. 4. • Sífilis • Gonorréia • Cancro Mole • Condiloma Acuminado • Herpes Genital • Tricomoníase • Uretrites não Gonocócicas (Clamídia) • Linfogranuloma Venéreo • Hepatites B e C • AIDS Principais DST’s
    5. 5. TRICOMONÍASE • Corrimento amarelado ou esverdeado • Coceira • Dor no ato sexual OBS.: Os parceiros, mesmo não apresentando sintomas, necessitam também fazer o tratamento. Doenças que causam corrimentos
    6. 6. No homem, manifesta-se com corrimento amarelado (gonorréia) ou esbranquiçado (clamídia) no canal da urina e ardência ao urinar. Gonorréia e clamídia
    7. 7. A maioria das mulheres infectadas não apresentam sintomas, podendo ter corrimento vaginal sem cheiro e sem coceira. Gonorréia e clamídia
    8. 8. A FALTA DE TRATAMENTO PODE CAUSAR: • Infecção nas trompas e ovários; • Nas gestantes, pode ser transmitida no parto, causando cegueira no bebê. OBS:Tanto a gonorréia quanto a clamídia podem causar esterilidade no homem e na mulher. Gonorréia e clamídia
    9. 9. HERPES GENITAL Ardência e vermelhidão, seguidas de pequenas bolhas agrupadas que rompem e formam feridas dolorosas nos órgãos genitais. As feridas podem durar de 1 a 3 semanas e desaparecem, mesmo sem tratamento. Doenças que causam feridas
    10. 10. Mesmo após o desaparecimento das feridas, a pessoa continua infectada. Os sintomas podem reaparecer por causa de problemas emocionais ou quaisquer outros fatores que diminuam a resistência do organismo. Algumas pessoas podem estar infectadas sem apresentar sintomas. Herpes Genital
    11. 11. Feridas dolorosas e com pus nos órgãos genitais. Podem aparecer caroços na virilha, que rompem e soltam pus. É mais comum nos homens. Cancro Mole
    12. 12. Ferida nos órgãos genitais que muitas vezes não é percebida e desaparece sem tratamento. Depois surgem caroços na virilha, que se rompem e soltam pus Linfogranuloma Venéreo
    13. 13. Linfogranuloma (drenagem)
    14. 14. Começa com caroço, em seguida forma uma ferida que cresce em volume e extensão. Não dói e não tem íngua. Donovanose
    15. 15. Primária (cancro duro): Ferida indolor nos órgãos genitais, acompanhada de íngua na virilha. Os sintomas surgem de 1 a 12 semanas após o contágio. Pessoas infectadas podem não apresentar sintomas. Sífilis
    16. 16. Os sintomas surgem até 6 meses após o contágio. Manchas no corpo, principalmente nas palmas das mãos e plantas nos pés. Não coçam, mas podem surgir ínguas. Sífilis (fase secundária)
    17. 17. Ocorre vários anos após o contágio. Podem ser afetados: pele, coração, ossos e cérebro, podendo levar à morte. Sífilis (fase terciária)
    18. 18. Transmitida ao bebê durante a gravidez, ele pode morrer (aborto ou parto prematuro) ou nascer com defeitos físicos. Sífilis Congênita
    19. 19. Verrugas não dolorosas, isoladas ou agrupadas, que aparecem nos órgãos genitais e/ou no ânus. Crescem mais rapidamente durante a gravidez e em pacientes com imunidade deprimida. OBS.: Algumas pessoas podem estar infectadas e não apresentar as verrugas. Condiloma acuminado (HPV)
    20. 20. HPV (tratamento do “amigo”)
    21. 21. Não buscar auto-medicação na farmácia Faça o tratamento correto Procure imediatamente um médico Regresse para fazer o acompanhamento Tenha relações sexuais de camisinha Fale com parceiro(a) para que ele(a) também vá ao médico Para evitar nova contaminação, use sempre a camisinha Como tratar uma DST?
    22. 22. “SINDROME DA IMUNO DEFICIÊNCIA ADQUIRIDA” A I D S
    23. 23. • A - DE “ADQUIRIDA”, SIGNIFICA QUE A DOENÇA NÃO É HEREDITÁRIA, ACONTECE POR CONTÁGIO. • I - DE “IMUNO”, REFERE-SE AO SISTEMA IMUNOLÓGICO QUE É RESPONSÁVEL PELA DEFESA DO ORGANISMO CONTRA DOENÇAS. • D - DE “DEFICIÊNCIA”, SIGNIFICA FRAQUEZA, INCAPACIDADE. • S - DE “SÍNDROME”, REFERE-SE A UM CONJUNTO DE SINAIS E SINTOMAS. A I D S
    24. 24. O QUE É O HIV? • É O VÍRUS CAUSADOR DA AIDS (IDENTIFICADO EM 1983) • ESSE VÍRUS ATACA O SISTEMA DE DEFESAS DO ORGANISMO HUMANO • ENFRAQUECE SEU MECANISMO NATURAL DE DEFESA OU IMUNIDADE, PERMITINDO O APARECIMENTO DE DOENÇAS DE NATUREZAS DIVERSAS COMO AS CHAMADAS INFECÇÕES OPORTUNISTAS E NEOPLASIAS (CÂNCER)
    25. 25. Formas de Transmissão do HIV Sexual • Anal • Vaginal • Oral Sanguínea • Transfusão Sanguínea • Compartilhamento de seringas • Acidentes com objetos pérfuro-cortantes Vertical • Placentária – da mãe para o filho • Aleitamento
    26. 26. Estimativa de Adultos e Crianças vivendo com HIV/AIDS até final de 2007 (OMS) Total: 33.2 million Western Europe 760 000760 000 Sub-Saharan Africa 22.5 million22.5 million North America 1.3 million1.3 million East Asia & Pacific 800 000800 000 North Africa & Middle East 380 000380 000 Latin America 1,6 million1,6 million Caribbean 230 000230 000 South & South-East Asia 4 million4 million Australia & New Zealand 75 00075 000 Eastern Europe & Central Asia 1.6 million1.6 million Aids no mundo…Aids no mundo…
    27. 27. Municípios com pelo menos 1 caso de aids. Brasil, 1990 – 2007 2001-2007Fonte: MS/SVS/PN-DST/AIDS e MS/SVS/DASIS/ Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM Casos notificados no Sinan, registrados no Siscel até 30/06/2006 e SIM de 2000 a 2005. 1990-1995 1996-2000 Tendências da epidemia de aids
    28. 28. 1988 – Morre Henfil 1989– Cazuza anuncia publicamente que tem HIV 1991-Magic Johnson revela que tem o HIV.
    29. 29. 1990 – Morre Cazuza 1996– Morre Renato Russo 1989 – Morre Lauro Corona
    30. 30. 1997– Morre Betinho 1993 - O Brasil produz o primeiro medicamento contra a AIDS 1995 - O Papa condena o uso de preservativos 1996 - O governo começa a distribuir para a rede pública as sete drogas do coquetel. 2000 - A doença já matou 18,8 milhões de pessoas.
    31. 31. 2001 – 142 países acolhem a posição do Brasil, que permite a quebra de patente de remédios em caso de proteção à saúde pública.
    32. 32. A Epidemia de Aids no Ceará
    33. 33. 1983 - 1990 1991 - 1998 1999 - 2006 Evolução da espacionalização dos casos de Aids em mulheres, no Ceará de 1983 a 2006* Fonte: Secretaria da Saúde no Estado do Ceará / SINANW - * Dados paciais, sujeitos a revisão. Municípios com casos de aids
    34. 34. Como descobrir que umaComo descobrir que uma pessoa tem AIDS no iníciopessoa tem AIDS no início da doença?da doença?
    35. 35. Suspeitar de HIV/ AIDSSuspeitar de HIV/ AIDS • Febres ProlongadasFebres Prolongadas • Diarréias ProlongadasDiarréias Prolongadas • Perda de pesoPerda de peso • Infecções de repetiçãoInfecções de repetição (Pneumonias, Sinusites)(Pneumonias, Sinusites) • Candidíase Oral em adultoCandidíase Oral em adulto • Herpes zoster < 60 anosHerpes zoster < 60 anos • TuberculoseTuberculose • Leucoplasia Pilosa na línguaLeucoplasia Pilosa na língua • Micose nas unhas (homem)Micose nas unhas (homem)
    36. 36. ConclusõesConclusões • A AIDS ainda é uma doença incurável eA AIDS ainda é uma doença incurável e fatal, mas que tem tratamento e controlefatal, mas que tem tratamento e controle • As vidas dos pacientes dependem doAs vidas dos pacientes dependem do sucesso do tratamentosucesso do tratamento • A atuação de cada um é fundamentalA atuação de cada um é fundamental para o sucesso do tratamento (adesão)para o sucesso do tratamento (adesão) • É preciso erradicar o preconceitoÉ preciso erradicar o preconceito • É preciso o engajamento de todos naÉ preciso o engajamento de todos na luta contra a AIDSluta contra a AIDS
    37. 37.  BEMFAM. Sociedade Civil Bem Estar Familiar no Brasil. Protocolo de Atenção às Doenças Sexualmente Transmissíveis. Rio de Janeiro. BEMFAM, 1997.  Ministério da Saúde – Política de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis no Brasil. Agosto, 2001.  CANELLA, Paulo Roberto Bastos; SANTOA, Rui. A Mulher e o Preservativo: Usar ou Não Usar... Eis a Questão! In: Jornal Brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis. V.14, n.04, 2002.  PINHEIRO, Vandira Maria dos Santos. Educação em Saúde no Quotidiano Educacional. In: Jornal Brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis. V.12, n.02, 2000  PASSOS, Mauro Romero Leal. O Descompasso do Combate às DST. In: Jornal Brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis. V.14, n.01, 2002  BRUNO, Zenilce Vieira. A Sexualidade e as Doenças Sexualmente Transmissíveis. In: Jornal Brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis. V.14, n.02, 2002 BIBLIOGRAFIA

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