Apresentação Dengue Completa PET
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Apresentação Dengue Completa PET Apresentação Dengue Completa PET Presentation Transcript

  • AÇÕES DE COMBATE À DENGUE PET SAÚDE/VS – GT 3 NATAL-RN 2011 Tutora: Elisângela Franco Preceptores: Cristiana Souto Wilton Medeiros UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PELO TRABALHO EM SAÚDE PET SAÚDE/VIGILÂNCIA EM SAÚDE (PET SAÚDE/VS) Alunos: Aline Galúcio Aíla Marôpo Camila Micaelly Cynthia Mirelle Deyvson Paiva Ingrid Gurgel Juliana Davim Rodolfo Gilberto Ronnevingly Hédilly
  • INTRODUÇÃO
    • Cenário atual de epidemia de Dengue;
    • De acordo com a secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, registrou-se um total de 254.734 casos notificados de dengue no Brasil até o período de janeiro a março de 2011;
    • No Rio Grande do Norte, até o dia 16 de abril/2011, houve um total de 8.993 casos notificados, dos quais 1.853 foram confirmados;
    • Em Natal até o dia 16 de abril/2011, obteve-se 2.583 casos notificados;
    • Distrito Sul  515 casos.
  • AÇÕES DESENVOLVIDAS
    • Momentos Formativos (Tutores/Preceptores/Alunos)
    • Mesa Redonda
    • Visitas:
      • Supervisão Geral do Programa Municipal de Controle da Dengue no Distrito Sul;
      • Setor de Vigilância Epidemiológica do Distrito Sul;
      • Unidade de Saúde dos bairros:
        • Nova Descoberta
        • Neópolis
    • Intervenções
    • Relatórios
  • Visita ao PA Central do Programa Municipal de Controle da Dengue – Distrito Sul
    • Local: largo do Machadão.
    • Data: 4 e 10 de março de 2011.
    • Colaborador: Sérgio Hernani – Supervisor Geral do Programa Municipal de Controle da Dengue no Distrito Sul.
  • OBJETIVO
    • Conhecer a atual situação do Distrito Sanitário Sul em relação à Dengue, bem como compreender as ações desenvolvidas para o controle da doença nesse distrito.
  • METODOLOGIA
    • Entrevista.
    • Questionário – Perguntas abertas.
    • Gravação e transcrição da entrevista.
    • Relação com:
      • Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue do Ministério da Saúde;
      • Boletim Epidemiológico da Dengue – SMS.
  • RESULTADOS
    • Como se dá o acompanhamento das ações de controle da dengue em sua área?
    PITIMBU CANDELÁRIA PLANALTO PONTA NEGRA CAPIM MACIO NEÓPOLIS N. DESCOBERTA LAGOA NOVA DISTRITO SUL 8 ZONAS 9 SUPERVISORES DE ÁREA 1 SUPERVISOR GERAL 107 AGENTES DE ENDEMIAS
    • Como se dá o acompanhamento das ações de controle da dengue em sua área?
      • Supervisor de Área
      • Agentes de Endemias
      • Supervisor Geral
    Supervisão Direta Supervisão Indireta Visita Domiciliar 800 a 1.000 imóveis Acompanhamento Planejamento
    • Você conta com alguma instituição parceira para controlar a dengue em sua área?
      • UBS;
      • Distrito Sanitário;
      • Igrejas;
      • Escolas;
      • Universidades;
      • Conselhos Comunitários;
      • Supermercados;
      • Centro de Controle de Zoonoses;
      • Exército.
    • Quais os tipos de depósitos onde mais se encontra focos do vetor da dengue?
      • Vasos de plantas;
      • Frascos;
      • Materiais de construção;
      • Depósitos em obras;
      • Calhas em prédios em construção;
      • Lajes;
      • Piscinas abandonadas;
      • Pneus;
      • Lixo;
      • Esgoto a céu aberto;
      • Latas;
      • Garrafas.
    • Como se dá a colaboração da população nas ações de controle da dengue?
      • Indireta;
      • Denúncias;
      • Pedido de visitas antecipadas dos agentes.
    • Todas as casas são visitadas para inspeção de foco?
      • Não!
      • Aproximadamente 75%.
    • Quais os principais motivos de não se inspecionar 100% das casas da área?
      • Imóveis abandonados;
      • Casas fechadas durante o dia;
      • Aluguel para temporadas;
      • Falta de receptividade de parte da população.
    • Quais tipos de produtos estão sendo utilizados para o controle da dengue?
      • Diflubenzuron;
      • BTI
      • UBV portátil;
      • Malation.
    • Em relação ao produto utilizado para eliminar os focos, como se dá a aceitação da população?
      • Sem queixas/boa aceitação.
    • Quais os principais locais de risco onde são encontrados os focos de mosquito na sua área?
      • Cemitérios;
      • Depósitos de reciclagem;
      • Oficinas;
      • Construções em andamento;
      • Sucatas;
      • Casas de veraneio;
      • Piscinas.
    • Qual o Índice de Infestação Predial de sua área nos últimos 2 meses?
      • 5º LIRAa de 2010  IIP do Distrito Sul  0,2%.
      • Área com maior IIP  Nova Descoberta/Lagoa Nova (parte 1)  2,0%  ALERTA!
    • Você realiza análise periódica da infestação associando com a ocorrência dos casos humanos?
      • Sim.
      • A partir dos casos notificados (confirmados ou não) e do Índice de Infestação Predial.
    • Existe articulação do setor de endemias com a unidade de saúde do bairro onde são encontrados os focos?
      • Sim.
      • Distrito Sanitário.
      • Unidades de Saúde (ESF/PACS).
    • Existe articulação do setor de controle vetorial com a vigilância epidemiológica do distrito sanitário?
      • Sim.
      • Resposta confusa!
    • Os recursos humanos para as ações de controle vetorial são suficientes?
      • Não!
      • Necessidade de mais 12 Agentes de Endemias;
      • Férias, atestado médico, licença, etc.
      • I supervisor de área para mais de 10 agentes.
        • Recomendado: 1 para 10.
      • 1 supervisor geral para 9 supervisores de área.
        • Recomendado: 1 para 5.
  • CONSIDERAÇÕES FINAIS
    • Novos conhecimentos adquiridos;
    • Compreensão do processo de trabalho e das funções de cada profissional;
    • Importância de cada ação desenvolvida;
    • Demonstração de satisfação com o trabalho que desenvolve, apesar das dificuldades;
    • Acolhida e receptividade;
    • Subsidio para as intervenções.
  • ANEXOS
  • Visita ao Setor de Vigilância Epidemiológica do Distrito Sul
  • Figura 1 – Mapa da Região Sul, do município do Natal Fonte:
  • Programa Municipal de Controle da Dengue (PMCD) – Atribuições do Município
    • Notificação de casos de dengue;
    • Investigação epidemiológica de casos notificados, surtos e óbitos por dengue;
    • Busca ativa de casos de dengue nas unidades de saúde;
    • Coleta e envio aos Lacens de material de suspeitos de dengue para diagnóstico e/ou isolamento viral, conforme Guia de Vigilância Epidemiologia da Dengue ;
    • Levantamento de índice de infestação ;
    • Execução de ações de controle mecânico, químico e biológico do mosquito;
    • Envio regular dos dados da dengue à instância estadual nos prazos estabelecidos pelo gestor estadual;
    • Análise e retroalimentação dos dados às unidades notificantes;
    • Divulgação de informações e análises epidemiológicas da dengue;
    • Gestão dos estoques municipais de inseticidas, biolarvicidas para combate ao vetor e meios de diagnóstico da dengue ( kit diagnóstico);
    • Coordenação e execução das atividades de educação em saúde e mobilização social de abrangência municipal;
    • Capacitação de recursos humanos para execução do programa;
    • Estruturação dos núcleos de epidemiologia municipais agregando as ações de vigilância de casos, entomológica, laboratorial e as operações de campo;
    • Apresentação bimestral dos resultados do programa ao Conselho Municipal de Saúde e SES.
    Programa Municipal de Controle da Dengue (PMCD) – Atribuições do Município
  • A ENTREVISTA
  • ENTREVISTA
    • Datas 16 e 18 de março de 2011
    • Horário:12hs00min
    • Local: Setor de Vigilância Epidemiológica do Distrito Sanitário Sul, situado na Rua Norton Chaves, 01, bairro: Nova Descoberta.
  • Objetivos da visita
    • Apresentação do Projeto PET-Saúde/ VS;
    • Aplicação do roteiro norteador para execução da entrevista com os sujeitos participantes (bolsistas do PET Saúde/VS, preceptores Cristiana Souto (16/03), Wilton Rodrigues (18/03), e os entrevistados ( Chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica do Distrito Sanitário Sul, digitador do Sistema de Informação de Agravos Notificáveis - SINAN -16/03 e a Enfermeira -18/03);
    METODOLOGIA
  • QUESTÕES ABORDADAS NA ENTREVISTA
    • Quais as ações realizadas pelo Distrito Sanitário (DS) no controle da dengue? Quais profissionais estão envolvidos neste controle?
    • Quais as atividades comuns a todos os profissionais e a quais as atividades específicas de cada profissional?
    • Qual estrutura disponível para atuação no controle da dengue ?
    • Como se dá a articulação do DS e a Coordenação do Programa Municipal e Estadual de Controle da Dengue ? Quais são as ações realizadas conjuntamente? Existe articulação entre o PMCD e as UBS/USF? Quais são as ações realizadas conjuntamente?
    • Qual o fluxo de informações sobre dengue no que diz respeito ao SINAN e seus instrumentos?
    • Como a dengue tem se apresentado nas primeiras semanas epidemiológicas de 2011 e o que tem sido articulado junto a SMS, aos serviços de saúde e ao programa de controle da dengue para diminuição dos casos?
    • Como se dá o acesso dos usuários aos serviços da UBS/USF? Há evidências de que a demanda é atendida, e em que proporção?
    • Como se dá o acesso da população aos PMCD e ao PECD ?
    • Como ocorre o atendimento do paciente com dengue que não é solucionado na Unidade Básica ? Como são atendidas as urgências?
    • Qual a referência laboratorial para os pacientes suspeitos de dengue atendidos nos serviços de saúde?
    • Ações realizadas:
      • Recebimento pel os profissionais das fichas de notificações e investigação, advindas das unidades notificadoras.
    • Dificuldades relatadas pelos profissionais do distrito sul para o controle da dengue, como:
      • Carência de profissionais envolvidos nas áreas de vigilância epidemiológica;
      • Falta de Insumos e materiais;
      • Falta de articulação com outros setores e núcleos que trabalham para a erradicação da dengue, o que deveria ser essencial para o eficiente controle da doença.
  • Ações intersetoriais
    • Articulação com outros setores:
      • Na Secretaria Municipal de Saúde - SMS - com o supervisor distrital da Dengue;
      • Não realiza atividades vinculadas com a Secretaria Estadual de Saúde – SESAP/RN .
    • Fluxo das informações:
      • Hospitais e Unidades de Saúde -> Departamento de Vigilância em Saúde - DVS -> Distrito -> Unidade -> Investigação -> Distrito (consolidação) -> Núcleo de Agravos Notificáveis – NAN/SMS -> SESAP/RN -> Ministério da Saúde - MS
    • Acesso dos usuários e atendimento da demanda:
      • As principais fontes notificadoras do Distrito Sanitário Sul são os hospitais privados;
    • Referência laboratorial:
      • Laboratório Central - LACEN, Unidade Mista de Cidade Satélite, Unidade Básica de Saúde de Ponta Negra e Centro Clínico José Carlos Passos.
  • CONCLUSÕES
    • As atribuições do PMCD são de responsabilidades ou ao menos envolvem indiretamente os distritos sanitários, tornando-se estes importantes pontos de apoio para a execução da vigilância epidemiológica nas áreas em que devem atuar;
    • Dentre as principais atribuições destaca-se :
      • Investigação epidemiológica de casos notificados;
      • Divulgação de informações e análises epidemiológicas da Dengue;
      • Coordenação e execução das atividades de educação em saúde e mobilização social de abrangência municipal (neste caso, distrital).
  • CONCLUSÕES
    • De fato, faz-se necessário ações conjuntas com outros setores para que situações como as epidemias de dengue sejam evitadas, visto que, diante do conceito ampliado de saúde, os “problemas” da saúde não se restringem somente ao setor saúde, mas envolve abordagem intersetorial.
  •  
  • “ INTERVENÇÃO EDUCATIVA NA PREVENÇÃO DA DENGUE PARA ALUNOS DE ENSINO MÉDIO” - NOVA DESCOBERTA - TUTORA: ELISÂNGELA FRANCO DE OLIVEIRA CAVALCANTE PRECEPTOR: WILTON RODRIGUES MEDEIROS  
    • DISCENTES
    • AÍLA MARÔPO
    • CAMILA MICAEL
    • CYNTIA MIRELLE
    • DEYVSSON PAIVA
    • RODOLFO GILBERTO
  • CONSIDERAÇÕES INICIAIS
    • Unidade Básica de Saúde (UBS) de Nova Descoberta.
    • Visita de reconhecimento funcional e estrutural à UBS.
    • Há uma única agente de saúde responsável pelo controle e prevenção da doença na UBS.
  • Visita a UBS- Nova Descoberta
  • METODOLOGIA
    • Local: Escola Estadual Castro Alves.
    • Data da intervenção: 07 de Abril de 2011.
    • Público-Alvo: alunos do Ensino Médio.
    • Atores envolvidos: Bolsistas do PET/VS, preceptor e agentes de controle de endemias.
  •  
    • Recurso utilizado: Álbum seriado e a participação dos agentes de endemias.
    • Informações e discussão sobre o vetor, o mosquito Aedes aegypti, habitat e modo de vida.
    • Abordagem acerca da doença, formas de prevenção, transmissão, sintomas e automedicação.
    METODOLOGIA
    • Evidenciou-se interesse por parte dos estudantes acerca das ações de controle do mosquito, sintomas da doença e automedicação;
    • Oportunizou-se momentos reflexivos e depoimentos pelos alunos acerca da prevenção e conhecimento da patologia;
    • Obteve-se efetiva participação e interação dos jovens para com os bolsistas, preceptor e agentes de controle de endemias.
    METODOLOGIA
  •  
    • A ação mostrou-se significativa na construção do conhecimento acerca do tema.
    • Percebeu-se a importância da participação dos alunos como multiplicadores dos conhecimentos relativos à prevenção e controle da Dengue.
    • Metodologia replicável para público alvo semelhante
    • Integração entre o ensino-serviço dos discentes.
    CONSIDERAÇÕES FINAIS
  •  
  • INTERVENÇÃO CONTRA A DENGUE - NEÓPOLIS Tutora: Elisângela Franco Preceptora: Cristiana Souto Componentes: Aline Galúcio Ingrid Gurgel Juliana Davim
  • CARACTERIZAÇÃO DO BAIRRO DE NEÓPOLIS
    • Localização: Região Administrativa Sul
    • Limites:
      • Norte: Capim Macio
      • Sul: Parnamirim (Município)
      • Leste: Capim Macio/Ponta Negra
      • Oeste: Pitimbu/Candelária
    • População: 23.421 habitantes
    Fonte: SEMURB, Natal-RN. Anuário 2009. Figura 1 – Mapa do bairro de Neópolis.
  • DENGUE EM NEÓPOLIS TABELA 1 - Casos de Dengue e incidência por 100.000 habitantes no bairro de Neópolis acumulados até a semana epidemiológica 13 – Natal-RN/2011 Fonte: SMS – Boletim da Dengue nº 13. GRÁFICO 1 - Incidência de casos de Dengue por Distrito Sanitário de ocorrência em 2011. Fonte: SMS – Boletim da Dengue nº 13. Nº de Casos Incidência por 100.000 hab. Formas Graves (notificadas) Incidência das Formas Graves por 100.000 hab. 49 209,21 3 12,81
  • DENGUE EM NEÓPOLIS FIGURA 2 - Índice de infestação predial, por bairro, do 1º LIRAa de 2011, Natal/RN Fonte: SMS – Boletim da Dengue nº 13.
  • CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE DE SAÚDE
    • Não tem a Estratégia Saúde da Família (ESF).
    • Manhã: Unidade Básica de Saúde.
    • Tarde: Policlínica (Especialidades).
  • INÍCIO DAS ATIVIDADES
    • Visita à Unidade de Neópolis
      • Data: 30 de março de 2011.
      • Enfermeira.
        • Não há ações específicas para o controle da Dengue;
        • Grande quantidade de obras da construção civil (Possível campo de intervenção).
      • Dados do boletim epidemiológico: 20,4% dos depósitos são do grupo B.
    Depósitos do grupo B – Depósitos Móveis . Exemplos: vasos, frascos com água, pingadeiras, material de depósitos de construção.
  • PLANEJAMENTO
    • Reunião de Planejamento da Intervenção:
      • Local: Departamento de Vigilância em Saúde/SMS.
      • Data: 06 de Abril de 2011.
      • Colaboradora: Liene Medeiros (Vigilância Ambiental).
  • PLANO DE INTERVENÇÃO
    • Local: Construtora IG Potiguar – Av dos Pinheirais 33 - Neópolis - Natal/RN.
    • Público-alvo: trabalhadores da construção (± 50 homens).
    • Data: 12 de Abril de 2011.
    • Horário: 6h40 às 7h00.
    • Objetivos:
      • Abordar sobre os possíveis depósitos encontrados nesta construção;
      • Esclarecer os possíveis questionamentos relacionados à Dengue, com o enfoque nas medidas preventivas.
  • METODOLOGIA
    • Abordagem dialogada acerca dos aspectos gerais da Dengue.
    • Divisão dos profissionais em três grupos, coordenados pelas estudantes do PET Saúde/VS.
    • Busca ativa dos possíveis criadouros do mosquito transmissor da dengue, Aedes aegypti, na área externa do canteiro de obras;
    • Elaboração de um check-list com imagens de depósitos comuns na construção civil.
  • FIGURAS DO CHECK-LIST
  • METODOLOGIA
    • Avaliação da atividade executada, com esclarecimento de dúvidas.
    • Abordagem dialogada acerca dos aspectos gerais da Dengue.
    • Divisão dos profissionais em três grupos, coordenados pelas estudantes do PET Saúde/VS.
    • Busca ativa dos possíveis criadouros do mosquito transmissor da dengue, Aedes aegypti, na área externa do canteiro de obras;
    • Elaboração de um check-list com imagens de depósitos comuns na construção civil.
  • RESULTADOS
    • Identificação de criadouros, tais como: latas, baldes, fosso de elevador, telhas e lixo (plástico, quentinha, lata de refrigerante, entre outros).
    • Percepção  dos profissionais, quanto aos riscos de adoecimento, devido aos possíveis criadouros encontrados;
    • Interação dos profissionais com as alunas;
    • Multiplicadores das informações obtidas no ambiente domiciliar e comunidade .
  • CONSIDERAÇÕES FINAIS
    • Pontos Positivos:
      • Boa receptividade e colaboração dos trabalhadores.
      • Reflexão sobre o papel de cada um no combate à Dengue.
      • Cumprimento dos objetivos propostos.
      • Aquisição de novos conhecimentos sobre a Dengue e sobre a prática da Vigilância em Saúde.
    • Pontos Negativos
      • Pouca integração com a UBS;
      • Horário e tempo disponibilizados para a intervenção.
  • ANEXOS FOTO 1 – Obra da Construtora IG Potiguar
  • FOTOS 2, 3 e 4 – Trabalhadores atentos à explanação sobre aspectos da Dengue.
  • FOTOS 5 e 6 – Contato com os profissionais antes da busca ativa.
  • FOTOS 7 e 8 – Busca ativa por criadouros na área externa da obra.
  • FOTO 9 – Fosso do elevador com água acumulada e parada.
  • Referências Bibliográficas
    • BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Guia de vigilância epidemiológica . 7. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2009a.
    • ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Diretrizes nacionais para prevenção e controle de epidemias de dengue. Brasília: Ministério da Saúde, 2009b.160 p.
    • NATAL, Prefeitura Municipal do Natal. Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo. Natal em detalhes . Natal: Departamento de Informação, Pesquisa e Estatística, 2009. 140 p.
    • Secretaria de Estado de Saúde Pública. Assessoria de Comunicação Social. Dengue: Sesap divulga novos números e prepara ações de combate. Noticia publicada em 13 abr 2011.
    • MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação-Geral do Programa Nacional de Controle da Dengue. Balanço Dengue. . Informe – janeiro a março/2011. Disponível em: <http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/informe_dengue_2011_janeiro_e_marco_13_04.pdf>.
    • ARRUDA, Domício. A escalada da dengue no RN. Diário de Natal, Natal: edição de quinta feira, 10 mar. 2011. Caderno Cidades . Reportagem de Paulo Nascimento e Erta Souza. Disponível em: http://www.diariodenatal.com.br/2011/03/10/cidades1_0.php;
    • BRASIL. Ministério da Saúde. Coordenação PET-Saúde. PET-Saúde/VS UFRN/Natal programa atividades de combate à Dengue. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/visualizar_texto.cfm?idtxt=36578;
    • ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Guia de vigilância epidemiológica . 7. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2009b;
    • BRASIL, Fundação Nacional de Saúde . Programa Nacional de Controle da Dengue – PNCD. Brasília, 2002;
    • LIMA, V.L.C. et al. Dengue: inquérito populacional para pesquisa de anticorpos e vigilância virológica no Município de Campinas, São Paulo, Brasil. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 23(3):669-680, mar, 2007;
    • Secretaria de Estado de Saúde Pública. Coordenadoria de Promoção a Saúde. Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica. Boletim Epidemiológico – Dengue 2010 . Ano I – Edição 11/2010 – Dengue – SUVIGE - SESAP/RN. Dsponível em:< http://www.saude.rn.gov.br/contentproducao/aplicacao/sesap/saude_destaque/enviados/boletim_dengue_2010.pdf>;
    • Secretaria Municipal de Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Boletim Epidemiológico – Dengue . Ano 04 – Número 11 - Semana Epidemiológica 11.
    Referências Bibliográficas
  •