Your SlideShare is downloading. ×
0
Bulimia
Bulimia
Bulimia
Bulimia
Bulimia
Bulimia
Bulimia
Bulimia
Bulimia
Bulimia
Bulimia
Bulimia
Bulimia
Bulimia
Bulimia
Bulimia
Bulimia
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Bulimia

16,476

Published on

Sobre a Bolimia

Sobre a Bolimia

Published in: Health & Medicine
0 Comments
6 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
16,476
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
3
Actions
Shares
0
Downloads
400
Comments
0
Likes
6
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. Bulimia Área de Projecto/ Tecnologias da Informação e Comunicação Escola Básica 2 e 3 de Caldas das Taipas Projecto Para a Saúde
  • 2. Introdução:
    • Com este trabalho pretendemos saber o que é a Bulimia, como se trata, as principais causas, sinais de alerta e muitas mais. Para quando as pessoas se depararem com uma situação destas possam ajudar quem mais precisa.
  • 3. O que é?
    • Na bulimia nervosa, as pessoas ingerem grandes quantidades de alimentos (episódios de comer compulsivo ou episódios bulímicos) e, depois, utilizam métodos compensatórios, tais como vómito auto-induzido, uso de laxantes e/ou diuréticos e prática de exercícios extenuantes como forma de evitar o ganho de peso.
  • 4. O que é? (cont.)
    • Ao contrário da anorexia nervosa, na bulimia não há perda de peso, e assim médicos e familiares têm dificuldade de detectar o problema.
    • A população de risco são os jovens entre os 15 e os 20 anos do sexo feminino.
    • Estas doentes manifestam insatisfação com o seu corpo e desejos de serem mais magras.
    • Habitualmente têm um peso normal mas acham-se gordas, especialmente em determinadas partes do corpo.
  • 5. Quais as principais causas?
    • A angustia e o stress;
    • Falta de auto-estima;
    • Tentativa de neutralizar o sofrimento, causado pela solidão;
    • Valorização do corpo magro como ideal de beleza.
  • 6. Consequências da bulimia…
    • Os jovens, particularmente do sexo feminino, a partir da entrada na adolescência são o principal grupo de risco em relação a esta doença.
    • A doente bulímica apresenta comportamentos típicos, tais como:
    • Comer às escondidas;
    • Ingerir compulsivamente alimentos excessivamente calóricos;
    • Fazer grandes jejuns;
    • Usar laxantes e diuréticos;
    • Induzir o vómito;
    • Praticar obsessivamente exercício físico.
  • 7. Consequências da bulimia… (cont.)
    • Diminuição da pressão e da temperatura corporal, levando o indivíduo a ser menos tolerante ao frio;
    • Desmaios e fraqueza muscular, podendo até mesmo levar à lesão de algum músculo;
    • Rompimento gastro-esofágico, devido ao constante encher-esvasiar do estômago;
    • Alterações hidreletrolíticas decorrentes das purgações, causando arritmia cardíaca e que em alguns casos pode levar à morte;
    • Depressão;
    • Fadiga;
    • Arritmia Cardíaca;
    • Problemas de esófago e de estômago;
    • Fragilidade dos dentes e dos ossos (devido à indução do vómito).
  • 8. Sintomas…
    • Ingestão compulsiva e exagerada de alimentos.
    • Vómitos auto-induzidos, uso de laxantes e diuréticos para evitar ganham de peso.
    • Alimentação excessiva, sem aumento proporcional do peso corporal.
    • Depressão.
    • Obsessão por exercícios físicos.
    • Comer em segredo ou escondido dos outros.
  • 9. Sinais de alerta da bulimia:
    • O peso permanece dentro dos limites normais para 70% dos pacientes com bulimia, porém os organismos sentem bastante a falta de nutrientes causada pelos episódios repetidos de vómito.
    • Alguns sinais podem aparecer, como ferimentos ou calos nas costas das mãos, provocados pelo hábito de colocar o dedo na garganta para induzir o vómito. "Outro traço evidente é a queda de unhas e dentes por causa do contacto constante com os efeitos corrosivos do suco gástrico do vómito", diz o especialista em odontologia clínica Fausto Eduardo Lang , de São Paulo.
  • 10. Como se trata?
      • A abordagem multidisciplinar é a mais adequada no tratamento da bulimia nervosa e inclui psicoterapia individual ou em grupo, farmacopeias e abordagem nutricional em nível de ambulatórias.
      • As técnicas cognitivo-comportamentais têm se mostrado eficazes.
      • As medicações anti-depressivas também têm-se mostrado eficazes no controle dos episódios bulímicos.
      • A abordagem nutricional visa estabelecer um hábito alimentar mais saudável, eliminando o ciclo "compulsão alimentar purgação em jejum".
      • A orientação e/ou terapia familiar torna-se necessária uma vez que a família desempenha um papel muito importante na recuperação do paciente.
  • 11. Como se previne?
    • Uma diminuição na ênfase da aparência física, tanto no aspecto cultural como familiar, pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É importante fornecer informações a respeito dos riscos de regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta "ideal", já que eles desempenham um papel fundamental no desencadeamento dos transtornos alimentares.
  • 12. Como é realizado o tratamento para a bulimia?
    • O tratamento deve ser conduzido por uma equipa composta por: psiquiatra, psicólogo, nutricionista e assistente social. O paciente deve ser submetido a psicoterapia individual e familiar. Cabe ao nutricionista orientar e estabelecer técnicas comportamentais cognitivas.
    • A hospitalização do paciente bulímico está indicada com menos frequência do que a do anoréctico. Geralmente só ocorre quando existem complicações clínicas, risco de suicídio ou quando houver fracasso no tratamento ambulatórias.
  • 13. Recomendações:
    • As pessoas devem estar atentas com a excessiva preocupação da paciente com relação ao peso corporal e com a possibilidade de se tornarem obesas, aliada a hábitos alimentares estranhos. Evidentemente, os episódios são difíceis de serem constatados. Existindo esses sintomas, procurem os cuidados de um psiquiatra com a máxima urgência.
    • Às vezes, os familiares só se dão conta do que está acontecendo quando, por acaso, surpreendem a paciente com pouca roupa e vêem seu corpo esquelético, transformado em pele e osso. Nesse caso, é urgente procurar atendimento médico especializado.
  • 14. Webgrafia:
    • www.psicologopsicoterapia.com.br ;
    • www.wikipédia.org ;
    • www.abcdasaude.com.br ;
    • pt.wikipedia.org/wiki/Bulimia;
    • www.esramada.pt/pt/alunos/alimsau/bulimia.htm;
    • www.abcdasaude.com.br/artigo.php?139;
    • www.huc.minsaude.pt/psicdisalimentares/bulimia.html;
    • www.sitemedico.com.br/sm/materias/index.php?mat=1073.
  • 15. Conclusão…
    • Com este trabalho esperamos, que tenham aprendido mais sobre a Bulimia, como a prevenir e como a tratar.
    • Esperemos que tenham gostado do nosso trabalho!
  • 16.
    • Por isso não se deixem vencer pela Bulimia!
  • 17. Trabalho realizado por:
    • João Paulo Guimarães Leite, nº9
    • Ângela Daniela Teixeira Salgado, nº5
    • Cristiano Daniel da Silva Costa, nº7
    • Ana Rita Marques Silva, nº3
    •  8ºG 

×