Apostila roteiro-dij_-_ciclo_1_juventude (2)

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Apostila roteiro-dij_-_ciclo_1_juventude (2)

  1. 1. FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULAv. Des. André da Rocha, 49Fone/Fax: 51 3224 1493C.E.P.: 90.050-161 – Porto Alegre – RSDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE – D.I.J.Roteiros SugestivosPara osEncontros de EstudoNa Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo: 1º da Juventude
  2. 2. FERGSFEDERAÇÃO ESPÍRITADO RIO GRANDE DO SULDIJDEPARTAMENTO DE INFÂNCIAE JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudoda Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo: 1º da JuventudeENCONTRO TEMA1º A Criação Divina- formação dos Seres Vivos- A Vida Orgânica .2º A Existência e Sobrevivência do Espírito3º Provas da Existência de Deus.4º Atributos de Deus.5º Ligação do Homem com Deus- Conceito de Prece6º Mecanismo da Prece.7º A Capacidade de Concentração8º Bases do Espiritismo: Fatos que Antecederam a Codificação.9º A Codificação10º Princípios Básicos da Doutrina Espírita- A Reencarnação.11º Livre Arbítrio – Lei de Causa e Efeito12º Lei de Evolução.13º Comunicabilidade dos Espíritos14º Pluralidade dos Mundos habitados.15º Antecedentes Históricos- Atualidade do Decálogo.16º As Predições do Advento do Cristo.17º Jesus e a sua Doutrina18º A Propagação do Cristianismo- Pedro e Paulo19º Os Apóstolos- Os Discípulos20º O Consolador Prometido.21º A Importância da Ação Evangelizadora22º Conhecimento de Si Mesmo23º Relações Familiares- Grupo Social- Interação Social.24º Liberdades e Limites25º Relações Sociais.26º Relação do Homem com a Natureza- Respeito a Obra da Criação.27 Espiritismo e Movimento Espírita- Conceito28º Organização do Movimento Espírita- O Centro Espírita- Suas Funções.
  3. 3. Fergs - dijFEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo: 1º da Juventude Módulo: I - O EspiritismoEncontro: 01 Tema: Formação dos Seres VivosObjetivo:Reconhecer como foi a organização da terra primitiva e quais foram os seus habitantes, e de que maneiraviviam.Conteúdos Mínimos:Aspectos e condições do nosso planeta antes do aparecimento da vida sobre ele, a Terra Primitiva. A vidaorganizada: as primeiras formas de vida no planeta são os unicelulares – células albuminóides, amebas, etc.Os reinos vegetal e animal se apresentam ainda muito confusos, mas os fenômenos geológicos do globo sesucedem até que exista condições para a vida se diferenciar.Na escala dos seres orgânicos após as amebas aparecerem os helmintos (vermes), os moluscos, oscrustáceos, os insetos, os vertebrados, como répteis, peixes, aves e os mamíferos de organização maiscompleta. Finalmente, o homem, que representa o último elo da cadeia e o ser de maior cota de evolução.Sugestão de Atividades:1. Iniciar com uma prece.2. Fazer Dinâmica “Diretamente e ao vivo”.3. Providenciar um cartão numerado para cada pessoa.4. Os participantes sentam-se em círculo, distribuir o cartão a cada um e explicar a dinâmica:-A pessoa que está com o cartão nº 1 entrevista em voz alta (perguntando seu nome, onde mora, o quegosta de fazer, etc...) o portador do cartão nº 2 e assim, sucessivamente. A última pessoa entrevista o nº 1.5. Após a Dinâmica, apresentar o tema do encontro e propor a divisão da turma em grupo, comentar entresi, o que sabem sobre a formação dos Seres vivos.6. Pedir a cada grupo que relatem sobre as idéias surgidas7. Comentar com grupo as questões de O Livro dos Esp. Cap.III, questões 43 e 49 e o capitulo X daGênese.8. Distribuir aos grupos o texto em anexo (anexo 1) para lerem e comentarem .9. Após o evangelizador dividirá o texto entre os grupos para que eles representem as etapas da evoluçãoda Terra através de desenhos.10. Expor seus trabalhos e explicar.11. Encerrar com uma prece.
  4. 4. Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica: Diálogo em grupo; comentário dirigido.Didática: Confecção de painel. Cola, papel pardo ou similar; gravuras de amebas (seres unicelulares),helmintos (vermes), moluscos, crustáceos, insetos; vertebrados (sapos, jacarés, peixes, aves, mamíferos e ohomem).Anexo 1: História – Etapas da Evolução da TerraAvaliação:O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem, ativa e intensamente, de todasas etapas do mesmo.Bibliografia:O livro dos espíritos, Allan Kardec, cap. III, questões 43 a 49. A Gênese, Allan Kardec, cap. X. Evoluçãoem dois mundos, André Luiz – Francisco C. Xavier.Fergs / dij Ciclo: 1º da Juventude Encontro: 01 – Anexo 1 Pág.03
  5. 5. Etapas da Evolução da TerraSurge a terra, há 4,5 bilhões de anos... Um enorme bloco de matéria informe, com temperaturasaltíssimas, que a sabedoria de Deus deslocara do sol para as mãos augustas de Jesus.Ele juntamente com seus exércitos de trabalhadores divinos, organizou o cenário da vida da Terra,criando sob as visitas de Deus, o indispensável a existência dos seres que o habitariam.Ao longo de bilhões de anos, a Terra esfriando...por fora, aparece uma crosta fina e sólida.O interior da terra continua muito quente. Bolhas enormes furam a crosta fina. Pipocam vulcõespor toda a parte, espalhando materiais incandescentes e vapor d’água. Formam-se rochas e nuvens.Chuvas torrenciais caem sobre a terra e ajudam a esfriar mais a superfície.A crosta terrestre fica coberta e água líquida. Essa água lava materiais das rochas e fica salgada.Movimentos da crosta da terra fazem com que as rochas, que estavam cobertas por águas,apareçam. Formam-se mares e lagos.Quando serenaram os elementos do mundo nascente; quando a luz do sol beijava, em silêncio, abeleza melancólica dos continentes e dos mares primitivos, Jesus reuniu nas alturas os intérpretesdivinos do seu pensamento. Viu-se então, descer sobre a Terra, das amplidões dos espaços ilimitados,uma nuvem de forças cósmicas, que envolvem o intenso laboratório planetário em repouso.Daí algum tempo, na crosta solidificada do planeta, como no fundo dos oceanos, podia-seobservar a existência de um elemento viscoso que colocaria toda a terra.Com essa massa gelatinosa, nascia no orbe o protoplasma e, com ele, lançava Jesus nasuperfície do mundo o germe dos primeiros homens.Já se formam mais de um bilhão de anos... na água morna que cobre a superfície do globo,surgem as primeiras formas vivas. Elas começaram a transformar o ambiente da Terra.Em terra firme, ainda não há seres vivos, mais o ar já é respirável.Durante milhões de anos, a vida evolui lentamente, até que surgem imensas florestas de algasnos mares.Os primeiros animais aparecem na água e são bem simples: esponjas, anêmonas, corais. Muitostem conchas. Depois vêm os ouriços.Nesse época. Acontece também a invasão dos trilobita, animais já desaparecidos, semelhantes apequenos caranguejos.
  6. 6. Alguns tipos de algas passam por muitas modificações. Adaptam-se à vida nos pântanos eacabam ocupando a terra firme. É a origem das plantas.Surgem os primeiros vertebrados: os peixes encouraçados, com o corpo coberto por placasósseas.Passam-se milhões de anos...alguns tipos de peixes sofrem modificações e dão origem aosanfíbios, animais que vivem na terra e na água.Mas algumas centenas de milhões de anos.. há florestas e uma grande variedades de insetos.Aparecem os primeiros animais que põem ovos com casca e tem filhotes capazes de sobreviverem terra firme: os répteis.Bem adaptados, os répteis existem em todos os ambientes da terra.Há grande variedade deles. É a época dos dinossauros gigantescos...A natureza torna-se uma grande oficina de ensaios monstruosos.Alguns tipos de répteis se modificam: dão origem aos primeiros pássaros, que tem dentes e ocorpo coberto de penas.Os trabalhadores do Cristo dando continuidade as suas perseverantes experiências, eliminandoda terra os seres estranhos e monstruosos.Os répteis e insetos sobreviventes evoluem de forma diferente e dão origem aos mamíferos, queespalham-se por todos os ambientes: mamutes, preguiças–gigantes, tigres, baleias, cavalos primitivos emacacos.Há três milhões de anos, surgem os antepassados dos seres humanos primitivos. O corpo cobertode pelos, tem uma forma parecida com a dos seres humanos atuais. Podem ficar sobre os dois pés...Há apenas cem mil anos, começa a história dos seres humanos. Caminhando sobre os dois pés,com as mãos livres, e o cérebro mais desenvolvido que o de qualquer outro ser vivo, eles transformam omundo. Está começando a história da humanidade .
  7. 7. Fergs - dijFEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo: 1º da Juventude Módulo: I - O EspiritismoEncontro: 01 Tema: Formação dos Seres VivosObjetivo:Reconhecer como foi a organização da terra primitiva e quais foram os seus habitantes, e de que maneiraviviam.Conteúdos Mínimos:Aspectos e condições do nosso planeta antes do aparecimento da vida sobre ele, a Terra Primitiva. A vidaorganizada: as primeiras formas de vida no planeta são os unicelulares – células albuminóides, amebas, etc.Os reinos vegetal e animal se apresentam ainda muito confusos, mas os fenômenos geológicos do globo sesucedem até que exista condições para a vida se diferenciar.Na escala dos seres orgânicos após as amebas aparecerem os helmintos (vermes), os moluscos, oscrustáceos, os insetos, os vertebrados, como répteis, peixes, aves e os mamíferos de organização maiscompleta. Finalmente, o homem, que representa o último elo da cadeia e o ser de maior cota de evolução.Sugestão de Atividades:1. Iniciar com uma prece.2. Fazer Dinâmica “Diretamente e ao vivo”.3. Providenciar um cartão numerado para cada pessoa.4. Os participantes sentam-se em círculo, distribuir o cartão a cada um e explicar a dinâmica:-A pessoa que está com o cartão nº 1 entrevista em voz alta (perguntando seu nome, onde mora, o quegosta de fazer, etc...) o portador do cartão nº 2 e assim, sucessivamente. A última pessoa entrevista o nº 1.5. Após a Dinâmica, apresentar o tema do encontro e propor a divisão da turma em grupo, comentar entresi, o que sabem sobre a formação dos Seres vivos.6. Pedir a cada grupo que relatem sobre as idéias surgidas7. Comentar com grupo as questões de O Livro dos Esp. Cap.III, questões 43 e 49 e o capitulo X daGênese.8. Distribuir aos grupos o texto em anexo (anexo 1) para lerem e comentarem .9. Após o evangelizador dividirá o texto entre os grupos para que eles representem as etapas da evoluçãoda Terra através de desenhos.10. Expor seus trabalhos e explicar.11. Encerrar com uma prece.
  8. 8. Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica: Diálogo em grupo; comentário dirigido.Didática: Confecção de painel. Cola, papel pardo ou similar; gravuras de amebas (seres unicelulares),helmintos (vermes), moluscos, crustáceos, insetos; vertebrados (sapos, jacarés, peixes, aves, mamíferos e ohomem).Anexo 1: História – Etapas da Evolução da TerraAvaliação:O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem, ativa e intensamente, de todasas etapas do mesmo.Bibliografia:O livro dos espíritos, Allan Kardec, cap. III, questões 43 a 49. A Gênese, Allan Kardec, cap. X. Evoluçãoem dois mundos, André Luiz – Francisco C. Xavier.Fergs / dij Ciclo: 1º da Juventude Encontro: 01 – Anexo 1 Pág.03
  9. 9. Etapas da Evolução da TerraSurge a terra, há 4,5 bilhões de anos... Um enorme bloco de matéria informe, com temperaturasaltíssimas, que a sabedoria de Deus deslocara do sol para as mãos augustas de Jesus.Ele juntamente com seus exércitos de trabalhadores divinos, organizou o cenário da vida da Terra,criando sob as visitas de Deus, o indispensável a existência dos seres que o habitariam.Ao longo de bilhões de anos, a Terra esfriando...por fora, aparece uma crosta fina e sólida.O interior da terra continua muito quente. Bolhas enormes furam a crosta fina. Pipocam vulcõespor toda a parte, espalhando materiais incandescentes e vapor d’água. Formam-se rochas e nuvens.Chuvas torrenciais caem sobre a terra e ajudam a esfriar mais a superfície.A crosta terrestre fica coberta e água líquida. Essa água lava materiais das rochas e fica salgada.Movimentos da crosta da terra fazem com que as rochas, que estavam cobertas por águas,apareçam. Formam-se mares e lagos.Quando serenaram os elementos do mundo nascente; quando a luz do sol beijava, em silêncio, abeleza melancólica dos continentes e dos mares primitivos, Jesus reuniu nas alturas os intérpretesdivinos do seu pensamento. Viu-se então, descer sobre a Terra, das amplidões dos espaços ilimitados,uma nuvem de forças cósmicas, que envolvem o intenso laboratório planetário em repouso.Daí algum tempo, na crosta solidificada do planeta, como no fundo dos oceanos, podia-seobservar a existência de um elemento viscoso que colocaria toda a terra.Com essa massa gelatinosa, nascia no orbe o protoplasma e, com ele, lançava Jesus nasuperfície do mundo o germe dos primeiros homens.Já se formam mais de um bilhão de anos... na água morna que cobre a superfície do globo,surgem as primeiras formas vivas. Elas começaram a transformar o ambiente da Terra.Em terra firme, ainda não há seres vivos, mais o ar já é respirável.Durante milhões de anos, a vida evolui lentamente, até que surgem imensas florestas de algasnos mares.Os primeiros animais aparecem na água e são bem simples: esponjas, anêmonas, corais. Muitostem conchas. Depois vêm os ouriços.Nesse época. Acontece também a invasão dos trilobita, animais já desaparecidos, semelhantes apequenos caranguejos.
  10. 10. Alguns tipos de algas passam por muitas modificações. Adaptam-se à vida nos pântanos eacabam ocupando a terra firme. É a origem das plantas.Surgem os primeiros vertebrados: os peixes encouraçados, com o corpo coberto por placasósseas.Passam-se milhões de anos...alguns tipos de peixes sofrem modificações e dão origem aosanfíbios, animais que vivem na terra e na água.Mas algumas centenas de milhões de anos.. há florestas e uma grande variedades de insetos.Aparecem os primeiros animais que põem ovos com casca e tem filhotes capazes de sobreviverem terra firme: os répteis.Bem adaptados, os répteis existem em todos os ambientes da terra.Há grande variedade deles. É a época dos dinossauros gigantescos...A natureza torna-se uma grande oficina de ensaios monstruosos.Alguns tipos de répteis se modificam: dão origem aos primeiros pássaros, que tem dentes e ocorpo coberto de penas.Os trabalhadores do Cristo dando continuidade as suas perseverantes experiências, eliminandoda terra os seres estranhos e monstruosos.Os répteis e insetos sobreviventes evoluem de forma diferente e dão origem aos mamíferos, queespalham-se por todos os ambientes: mamutes, preguiças–gigantes, tigres, baleias, cavalos primitivos emacacos.Há três milhões de anos, surgem os antepassados dos seres humanos primitivos. O corpo cobertode pelos, tem uma forma parecida com a dos seres humanos atuais. Podem ficar sobre os dois pés...Há apenas cem mil anos, começa a história dos seres humanos. Caminhando sobre os dois pés,com as mãos livres, e o cérebro mais desenvolvido que o de qualquer outro ser vivo, eles transformam omundo. Está começando a história da humanidade .Da descoberta do fogo... aos fósforos
  11. 11. O fogo, desde sua descoberta e mesmo durante muito tempo, causou no homem um grande temor eao mesmo tempo um enorme fascínio. Isto explica-se pelo facto de que só se conhecia o fogonatural, pela observação de fenómenos naturais como relâmpagos e raios (descargas eléctricas), aerupção dos vulcões e o calor do Sol. O calor que ao mesmo tempo que aquecia, muitas vezes sepropagava a grande velocidade devorando tudo que encontrava pelo caminho; mas, ao mesmotempo que amedrontava, o fogo também exercia uma fascinação estranha, até mesmo nos temposactuais.Entre o mais antigo sinal de fogo, há uma história de pelo menos 350.000 anos. Provavelmente ofogo surgiu por obra da natureza e o seu uso pelo homem dependia de extraordinários cuidados deconservação.O nosso pré-histórico ancestral via no fogo a manifestação de algum Deus irritado, daí o seu temor.Aos poucos, porém, convenceu-se de que o fogo não era um inimigo, já que fornecia luz e calor. Asua experiência de aproximação com o fogo dá-se através de uma série de acidentadasexperiências. Fascinado pela chama luminosa, o homem certamente tentou tocá-la ou guardá-la,antes de aprender que o fogo precisava de ar, que a água o apagava e que materiais como amadeira, queimavam facilmente. Depois, terá percebido que o fogo não só servia para iluminar eaquecer, mas também para cozer alimentos e assustar as feras.Na época do homo-sapiens, entre 60.000 e 10.000 a.C., surgem as primeiras habitaçõesconstruídas e, com elas, os braseiros alimentados a carvão. Com a descoberta da alimentação, asgorduras animais são queimadas em lamparinas de pedra. Mas a técnica de obter fogo era tão difícilque, uma vez aceso, ele merecia um carinho especial para não apagar.Após muitos anos, o homem aprendeu que ao friccionar a madeira seca ou produzir faísca peloimpacto de pedras poderia ter o fogo "em pequenas porções", muito mais fácil de ser manejado econtrolado. Tendo-se familiarizado com o manuseio do fogo, o homem primitivo obteve o seuprimeiro contacto com a idéia de que poderia evoluir...Três condições são necessárias para se produzir fogo. É preciso que haja um combustível ouuma substância que queime. O combustível precisa de ser aquecido até atingir a sua temperatura deignição ou acendimento, ou seja, a temperatura em que o oxigénio rapidamente se combina com ocombustível.Há três classes de combustível: sólido, líquido e gasoso. O carvão mineral e a lenha são exemplosde combustíveis sólidos. O petróleo e a gasolina, de combustíveis líquidos. O gás natural e ohidrogénio, de combustíveis gasosos.Existem vários métodos para dar início a um fogo mas em todos eles obrigatoriamente devem estarpresentes as três condições já citadas acima.
  12. 12. Antes da invenção dos fósforos, usavam-se pedras-de-fogo e o aço. Esse método requeria umapeça de aço, uma pedra-de-fogo (pederneira ou sílex) e uma mecha. Esta geralmente era um panode algodão ou linho, ou casca de certas árvores ressequidas: era posta num forno para aquecer atéque estivesse quase queimando. A seguir, era colocada numa caixa-isqueiro, usada há séculos,onde se colocavam também a pedra-de-fogo e a peça de aço.Para acender o fogo, punha-se a mecha no chão e batia-se a pedra-de-fogo contra a peça de aço.Algumas das centelhas que saltavam, entre a pedra-de-fogo e a peça de aço, atingiam a mechaacendendo-a .Outro método de produzir fogo é a fricção ou atrito, consiste em fazer girar um pedaço de pau numentalhe, numa tábua, até que o pó da madeira começasse a avermelhar. Assegura-se a quantidadede oxigénio necessária à transformação da incandescência em brasa soprando cuidadosamentesobre o pó avermelhado.Uma invenção tóxica... Segundo alguns autores, os palitos fosfóricos de segurança, hoje mundialmente usados, devemsua invenção a um químico de Berlim, de nome Jacques Friedrick Kammerer. Diz-se que fabricou osprimeiros fósforos em 1882 . Kammerer, que era natural de Wartemberg, onde nasceu a 24 de maiode 1796, teria morrido num hospício de Viena, em 1857 .Por outro lado, ha quem diga que os palitos fosfóricos foram inventados por Travany, em 1832 , nacidade de Veneza.Atribui-se, também, a invenção ao inglês John Walker, em 1827 .Por volta de 1830, Charles Sauria, em França, produziu fósforos com uma cabeça de fósforoamarelo cujas emanações tóxicas podiam incapacitar, ou mesmo matar, as pessoas que osfabricavam.Cerca de 20 anos mais tarde (1855), foram introduzidas pelo sueco John Lundstrom os primeirosfósforos de segurança com uma superfície de fricção especial. O fabrico de fósforos tornou-se maisseguro a partir de 1890, quando em França se começou a utilizar o sesquissulfureto de fósforo nacabeça.Até 1900, fabricou-se fósforo branco. Por ser venenoso, foi pouco a pouco sendo substituído pelo decor vermelha.Como medicamento, o fósforo apareceu no século XVIII. É um corpo químico, metalóide, desímbolo P, de peso atómico 31,02, luminoso na obscuridade.A palavra tem o sentido de "portador de luz". Vem do grego ikos (luz) e phoros (portador)...
  13. 13. Fergs - dijFEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo: 1º da Juventude Módulo: I - O EspiritismoEncontro 02 Tema: A existência e sobrevivência do espíritoObjetivo:Esclarecer quanto a existência do espírito e de que forma ele sobrevive, assim, também, a origem de nossocorpo material.Conteúdos Mínimos:A existência e sobrevivência do Espírito é comprovada pelas manifestações mediúnicas, pelas lembranças das vidasanteriores por manifestações extracorpóreas – objeto de pesquisas de cientistas ilustres.A lei da evolução justifica a sobrevivência do Espírito.Espírito é o principio inteligente do Universo. O Espírito é independente da matéria, “mas a união do Espírito e daMatéria é necessária para intelectualizar a matéria.”“Os espíritos são “individualidades inteligentes, incorpóreas que povoam o Universo, criadas por Deus terão fim, nãoobstante possuindo principio quando a Excelsa Vontade os criou.Sugestão de Atividades:1. Inicio da Atividade com uma prece.2. Técnica de apresentação: “ Até acabar a fita”: Material: uma fita 60 cm. Desenvolvimento:1- O Evangelizadorpede a um voluntário e entrega a fita, explicando que tem que começar a se apresentar e falar sobre si mesmo,do mesmo tempo em que vai enrolando a fita num dedo e vai falando até a fita acabar. A pessoa que participoupassa a fita a outra pessoa que fará a mesma coisa. O exercício se repete até que todos do grupo tenham participado.3. O evangelizador desenvolverá o tema, iniciando com a distribuição de um cartão numerado de 1 a 4 para cada participante.Em cada cartão com mesmo número está anotado uma pergunta. Ex; 1- pergunta. O que é espírito? 2- Qual a natureza doEspírito? 3- Onde ficam os espíritos? 3- Quando foram criados?4. Os evangelizados reúnem-se de acordo com o respectivo número.5. Debater a questão formulada no cartão por alguns minutos.6. Retornam ao grande grupo e socializam as respostas.7. Após o relato dos evangelizados, o evangelizador desenvolverá o tema dizendo: Tudo aquilo que ocupa lugar no espaço éformado por matéria. Mas nem tudo que existe no mundo ocupa lugar no espaço e, portanto, é formado por matéria. Ospensamentos, os sentimentos, as sensações são algumas exemplos disso. Nós temos idéias, sonhamos, ficamos alegres,tristes... e de que são feitos esses sentimentos e as sensações? São coisas que existem, mas que nem sempre nóssabemos explicar do que elas são feitas e tão pouco porque elas existem. Assim é o espírito. Não o vemos, não sentimos,não ocupa lugar no espaço mas sabemos que existe.8. O evangelizador fundamentará o tema pedindo aos evangelizados que permaneçam em grupos leiam e discutam asquestões nº 23, 24, 25, 26, 27. 83 do L.E..9. Retornar ao grande grupo e relatar as discussões dos grupos. A evangelizadora fará o fechamento do debate comentandoo que não ficou claro para os evangelizados.10. Encerramento com uma prece.
  14. 14. Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica: Comentário dirigido. Discussão grupal.Didática: Confecção de painel coletivamente. Cola, papel pardo ou similar; gravuras de pessoasexpressando sentimentos e fazendo movimentos.Avaliação:O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem de todas as etapas do mesmo echegarem a conclusão de que o espírito é eterno.Bibliografia:O livro dos espíritos, Allan Kardec, cap. II, livro primeiro e cap. I – livro segundo; questões 23 a 25 e 83.A Gênese, Allan Kardec, cap. XI.
  15. 15. Fergs - dijFEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo: 1º da Juventude Módulo: I - O EspiritismoEncontro 03 Tema: Provas da Existência de DeusObjetivo:Reconhecer através da harmonia do equilíbrio e a beleza do Universo as provas da existência de Deus.Conteúdos Mínimos:A idéia de Deus é inata no ser humano. Ela está presente desde os povos primitivos ao homem civilizado. “(...) todo efeitointeligente tem que decorrer de uma causa inteligente.” A existência de Deus é uma realidade comprovada pela evidência dosfenômenos naturais. A harmonia, o equilíbrio e a beleza do Universo são provas incontestáveis da existência de um CriadorSupremo. O macrocosmo e o microcosmo evidenciam a existência de Deus.Sugestão de Atividades:1. Prece de abertura.2. Iniciar o encontro relembrando a aula anterior.3. Convidar os evangelizandos a observarem em silêncio diversos cartões postais, escolhendo o que mais lheagrada. Os cartões deverão ser confeccionados pelo evangelizador com antecedência, com gravuras queapresente formas da natureza, ex: flores, animais, plantas, rios, mares.4. Cada evangelizando comenta sua escolha.5. O evangelizador inicia o tema aproveitando o comentário dos evangelizados; através das gravuras dos cartões –postais relacionando com as diversas formas da natureza.6. Dividir os participantes em grupos e distribuir papel com as seguintes questões, para serem discutidas e respondidas: 1-Que é Deus? 2- Como sabemos que Deus existe?7. Responder no grande grupo8. Retornar aos pequenos grupos. Distribuir Gênese e o L. E. e pedir que eles leiam e discutam as questões 1, 4 a 9 do cap. Ide o L.E. E Cap II de a Gênese.9. Ouvir o comentário dos grupos e complementar o tema com o que não ficou claro para os evangelizados.10. Encerrar com uma prece.Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica: Comentário dirigido. Discussão grupal, observação, discussão e leituraDidática:Papel e lápis, cartões com gravuras..
  16. 16. Avaliação:O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem de todas as etapas do mesmo echegarem a conclusão de que o espírito é eterno.Bibliografia:O livro dos espíritos, Allan Kardec, cap. II, livro primeiro e cap. I – livro segundo; questões 23 a 25 e 83.A Gênese, Allan Kardec, cap. XI.
  17. 17. Fergs - dijFEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo: 1º da Juventude Módulo: I - O EspiritismoEncontro 04 Tema: Atributos de DeusObjetivo:Reconhecer os atributos de Deus e compará-los aos nossos.Conteúdos Mínimos:Atributos são qualidades que caracterizam o ser. Deus é eterno, infinito, imutável, único, onipotente,soberanamente justo e bom. As leis perfeitas do universo revelam a sabedoria e os demais atributos deDeus que a tudo dirige com harmonia e equilíbrio. A justiça de Deus se mostra no direito que foi dado aohomem e a todos os seres de evoluírem. A reencarnação é a oportunidade de evoluir que a justiça e o amorde Deus nos proporcionam.Sugestão de Atividades:1. Prece2. Iniciar o encontro convidando os evangelizados a participar de uma dinâmica de apresentação onde cada um dizseu nome e uma qualidade. Um inicia e depois o companheiro do lado direito repete o nome do primeiro equalidade e logo diz o seu e sua qualidade e assim sucessivamente até todos participarem. Ex: Eu me chamoAna e sou alegre, o outro diz; ela é a Ana e é alegre, eu sou Luiz e sou tímido, etc...3. Explicar que as qualidades são atributos que caracterizam cada um de nós. As características são demonstradasatravés de nossas atitudes, da nossa maneira de ser.4. Perguntar aos evangelizandos o significado das qualidades escolhidas por eles na dinâmica – Ouvir a cada um.5. Relacionar as respostas com o tema do encontro, dizendo que através das obras de Deus podemos reconheceros atributos de Deus.6. Distribuir para cada 2 evangelizando tiras de cartões. Cada um deles contém uma palavra que identifica umatributo de Deus. Ex: Imutável.7. Ler a Gênese cap. II, item 8 a 198. Identificar na leitura o significado do atributo que recebeu.9. Explicar ao grande grupo sobre o significado do atributo que recebeu.10. Após todos terem se manifestado, solicitar que cada um crie uma frase com o atributo de Deus, recebido.11. Apresentação das frases de cada um.12. Prece final
  18. 18. Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica:Dinâmica de apresentação, exposição dialogada, leitura, cartões com atributos, criação de frases.Didática: Tiras de cartões, lápis, papel, GêneseAvaliação:O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem com entusiasmo as atividadespropostas.Bibliografia:A Gênese, Allan Kardec, cap II item 8 a 19
  19. 19. Fergs - dijFEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo: 1º da Juventude Módulo: I - O EspiritismoEncontro 05 Tema: Conceito de PreceObjetivo:Reconhecer o valor da prece.Conteúdos Mínimos:A prece é a maneira pela qual, através do pensamento, expresso ou não em palavras, a criatura se liga aoCriador. É o meio de comunicação cm Deus e com os planos mais altos da vida. A prece é um ato deadoração. Orar à Deus é pensar nele; é aproximar-se dele; é por-se em comunicação com ele. Há trêscoisas que podemos propor-nos por meio da prece: louvar, pedir e agradecer.Sugestão de Atividades:1. Iniciar o encontro propondo a turma uma técnica de comunicação. O evangelizador dividira a turma em 2grupos. Distribuira a cada grupo um texto onde estará a explicação da dinâmica. O texto: “Em nossacomunicação diária, nós nos servimos de símbolos para expressar coisas, identificar pessoas,acontecimento e solicitações: neste momento, vamos fazer algo semelhante.” Organize com ogrupo uma mensagem para ser apresentado por todo o grupo através de mímicas, símbolos eobjetos, só não podem usar a palavra nem a escrita. Cada grupo apresentará sua mensagem aooutro grupo e estes deverão descobrir qual é a mensagem.2. Após a apresentação dos grupos perguntar: Para que serviu a dinâmica? Como nos sentimos durante aexperiência?3. Ouvir a todos4. Explicar: nosso corpo é pura comunicação. Expressamo-nos por gestos, o que pensamos ou sentimosporque somos inteligentes e temos sentimentos. Nossa inteligência permite que usemos gestos para noscomunicar. Assim também as pessoas procuram se comunicar com Deus. Existem várias maneiras queas pessoas costumam comunicar-se com Deus. Algumas pessoas usam gestos com as mãos, com ocorpo, através de danças, de palavras, inclinam-se, ajoelham-se, erguem os braços, apresentamoferendas, etc... Perguntar: Como vocês se comunicam com Deus?5. Ouvir a todos.6. Solicitar que unam-se em pequenos grupos e distribuir O Evangelho Segundo o Espiritismo e pedir aleitura nos grupos do cap. XXVII.7. Comentar a leitura feita e concluir com o grupo o conceito de prece.8. Encerrar pedindo a alguém da turma que expresse através da prece o que aprendeu na aula de hoje.
  20. 20. Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica: Leitura de texto ; comentário dirigido; dinâmica de comunicação.Didática: Texto, O Evangelho Segundo o EspiritismoAvaliação:O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem com interesse das atividadespropostas.Bibliografia:. O E.S.E., Allan Kardec, cap. XXVII.
  21. 21. Fergs - dijFEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo: 1º da Juventude Módulo: I - O EspiritismoEncontro 06 Tema: Mecanismos da PreceObjetivo:Compreender que a força do nosso pensamento quando, através da fé, atingimos os nossos objetivos.Conteúdos Mínimos:Para apreendermos o que ocorre no ato de orar, precisamos conceber, mergulhados no fluído universal, queocupa o espaço, todos os seres, encarnados e desencarnados. “Esse fluído recebe da vontade umaimpulsão; ele é o veículo do pensamento...” “Dirigido, pois, o pensamento para um ser qualquer, na Terra,no espaço, de encarnado para desencarnado ou vice-versa, uma corrente fluídica se estabelece entre um eoutro, transmitindo de um ao outro o pensamento”.Sugestão de Atividades:1. Iniciar a aula com a dinâmica “Entrevista”. No primeiro momento trabalha-se em dupla e, a seguir, emequipe de quatro – Material: um cartão colorido para cada pessoa; todas as cores serão repetidas duasvezes.2. O evangelizador entrega os materiais da atividade e explica como realizá-la.3. Cada qual imagina ser um jornalista que deverá entrevistar um pessoa. Para isso deverá proporrapidamente algumas perguntas. As perguntas deverão ser sobre o tema da aula. Ex: Como a precechega até Deus? O que ocorre na hora da prece? Como deve ser nossa atitude na hora da prece?...4. O evangelizador pode dar algumas dicas para as perguntas caso alguém tenha dificuldade em formularsuas perguntas.5. Os jornalistas deverão procurar a pessoa do cartão da mesma cor e entrevistarem-se.6. Por ultimo cada par vai ao encontro de outro par e o entrevista.7. Voltarem ao grande grupo e cada jornalista apresenta seu entrevistado com suas respostas às questõesformuladas.8. O evangelizador aproveitando as respostas dos entrevistados fará uma exposição dialogada do tema daaula expondo que a prece chega até Deus através dos pensamentos. O pensamento é levado pelo fluidocósmico Universal que é a substancia onde todos os seres encarnados e desencarnados estãomergulhados. O fluido cósmico universal é impulsionado pela nossa vontade. Então as inteligências quenos rodeiam e que são capazes de sintonizar com nosso pensamento, levam o nosso pensamento aDeus.9. Apresentar um cartaz ilustrando como se dá a sintonia e relacionar com o mecanismo da prece. (anexo1).
  22. 22. 10. Fazer a leitura do E.S.E. CAP. XXVII item para fundamentar o tema11. Ouvir o esclarecimento do Evangelizador12. Encerrar com uma prece.Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica: Comentário dialogado, técnica de jornalista, cartaz ilustrado – leitura e comentarioDidática: Papel, lápis e cartaz.Anexo 1: Cartaz.Avaliação:O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem com interesse das atividadespropostas.Bibliografia:Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XXVII
  23. 23. Fergs / dij Ciclo: 1º da Juventude Encontro: 06 – Anexo 1 Pág.03SUGESTÃO PARA O CARTAZApós jogar uma pedra n’água, notamos as ―ondas‖ que se formam. Da mesma forma, nossospensamentos se irradiam em forma de ondas. Essas ondas podem ser:Ondas longasOndas médiasOndas curtas
  24. 24. * ondas super-ultra-curtas dos seres angélicosSINTONIA – “ajustar um aparelho de rádio ao comprimento de onda do posto emissor”.
  25. 25. Fergs - dijFEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo: 1º da Juventude Módulo: I - O EspiritismoEncontro 07 Tema: A capacidade de concentraçãoObjetivo:Colocar a importância de se convergir para um mesmo ponto toda a capacidade de concentração eabsorção de energias.Conteúdos Mínimos:Concentrar quer dizer “fazer convergir para um mesmo ponto; reunir em um mesmo centro ou ponto, tornarmais denso, mais forte, dirigir o pensamento, o sentimento, a emoção, de modo mais intenso ou exclusivo;aplicar a atenção a; meditar profundamente. A prece depende, em grande parte, da capacidade deconcentração no momento de orar. A disciplina mental e emocional constitui fator importante para a eficáciada prece. No momento da prece, temos na vontade o controle que a dirige nesse ou naquele rumo. Umavontade decidida é o princípio indispensável a uma boa concentração. A concentração se traduz nacapacidade de alguém isolar-se do exterior voltando sua atenção para o seu interior no objetivo de teorelevado, foi o que Jesus disse.Sugestão de Atividades:1. Iniciar a aula mostrando uma figura de Jesus numa lâmina projetada na parede através do retro projetor.2. Solicitar que a turma toda fixe seu olhar por um período de 1 minuto na figura de Jesus sem desviar seu olhar ,nem seu pensamento.3. Após perguntar a cada um como foi a experiência. Foi fácil ? Ou difícil? Justificar a resposta.4. Dizer o grupo que essa experiência chama-se concentração. Concentrar-se quer dizer fazer convergir para ummesmo ponto, dirigir o pensamento, os sentimentos as emoções de maneira mais intensa para um ponto.5. Perguntar: Quando vocês costumam usar a concentração?6. Ouvir a todos.7. O evangelizador após as respostas desenvolverá o conteúdo do encontro utilizando como subsídio o texto doconteúdo mínimo do tema do encontro do Currículo para as E.E.E.I.J.-FEB.8. Propor a turma um treino ou exercício de concentração: pede-se que fiquem relaxados, em silêncio, olhosfechados e pensem fixamente novamente na figura de Jesus. Após um minuto de concentração, desconcentrar-se.9. Perguntar novamente o que sentiram, se conseguiram permanecer o tempo todo com a imagem de Jesus. Ouvira todos.10. Propor responder a charadinha (anexo 1) em grupo de 2.11. Relacionar o exercício com o tema da aula, que necessitamos de muita atenção e concentração paraalcançarmos nossos objetivos.
  26. 26. 12. Encerrar a aula com uma prece alertando a todos para a concentração no momento da oração.Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica: Exposição dialogada, charadinha, exercício de concentração, questionamento.Didática:Gravura de Jesus, lâmina, retro projetor, texto, modelo da charadinhaAnexo 1: Charadinha.Avaliação:O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem com interesse das atividadespropostas.Bibliografia:Allan Kardec- Evangelho Segundo O espiritismo; Currículo Para as Escolas de Evangelização EspíritaInfanto-Juvenil.Fergs / dij Ciclo: 1º da Juventude Encontro: 07 – Anexo 1 Pág.02CHARADINHA―DISPOMOS NA ...............................................(1) DO........................................(2)..................................(3) SISTEMA DE INTERCÂMBIO (4) ENTRE A............................................(5) E O ..................................(6).Como aplicar:Colocamos a frase no quadro ou similar. Os espaços pontilhados serão preenchidos pelosevangelizandos, de acordo com o cartaz de gravuras que o evangelizador irá mostrar. Escolhida afigura, dirão o que ela representa e verão se encaixa no espaço em branco. Cuidar para que a frasetenha coerência.Ex.:1- Oração (mostrar gravura de alguém orando)2- O sinal de ―mais‖ (+)3- Antônimo de baixo = alto (mostrar figura de um prédio bem alto ou montanha)4- Sinônimo de troca = intercâmbio ( pessoas trocando algo)5- Terra (gravura do planeta)6- Céu (gravura do céu)
  27. 27. Fergs - dijFEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo: 1º da Juventude Módulo: I - O EspiritismoEncontro 08 Tema: Fatos que antecederam à CodificaçãoObjetivo:Introduzir de que forma se iniciou o espiritismo em nosso meio e como isto se aconteceu..Conteúdos Mínimos:Além dos fenômenos de Hydesville, muitos outros fenômenos da mesma natureza foram observados emvários pontos do Globo, com o concurso de diferentes médiuns. Swedenborg – Suécia; Irving – Irlanda;Davis – EUA.As mesas girantes são igualmente importantes por contribuírem na vulgarização do fenômeno mediúnico epreparar o caminho para a codificação.Sugestão de Atividades:1. Iniciar a aula mostrando aos evangelizados um objeto coberto por um véu.2. Fazer com que eles adivinhem o que está coberto. Após todos falarem o evangelizador dirá que todosperceberam que existia algo coberto, só que não podiam saber o que era .3. Após retirar o véu que cobria o objeto e dizer que assim foi o que aconteceu a Doutrina Espírita, elaretirou o véu que cobria o conhecimento sobre a existência dos Espíritos.4. Perguntar: a comunicação dos Espíritos existiu em todos os tempos?5. Cada evangelizando deverá dar a sua opinião.6. O evangelizador após as respostas explanará aos evangelizando como aconteciam as manifestaçõesdos espíritos antes da coodificação da doutrina por Allan Kardec.7. Os fenômenos de Hydesville por meio dos quais ficaram constatado a sobrevivência e acomunicabilidade dos Espíritos através das irmãs Fox. – Suvedenborg (na Suécia), Irving (na Irlanda),Andrew Jackson Davis (nos Estados Unidos).8. A Inglaterra criou a sociedade de Estudos Psíquicos aonde analisavam os fenômenos psíquicos.9. As mesas girantes despertaram a atenção do codificador.10. Fazer um breve relato de cada fato comentando com mais detalhes a história dos Fenômenos deHydesville (Coleção Conte Mais vol.3 pag.71)11. Prece final
  28. 28. Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica: Estudo de textos, aula comentada no grande grupo, exercício de objeto coberto.Didática: Textos, um objeto qualquer, véu.Avaliação:O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem com interesse das atividadespropostas.Bibliografia:. Coleção Conte Mais, vol. 3- História do Espiritismo-
  29. 29. Fergs - dijFEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo: 1º da Juventude Módulo: I - O EspiritismoEncontro 08 Tema: Fatos que antecederam à CodificaçãoObjetivo:Introduzir de que forma se iniciou o espiritismo em nosso meio e como isto se aconteceu..Conteúdos Mínimos:Além dos fenômenos de Hydesville, muitos outros fenômenos da mesma natureza foram observados emvários pontos do Globo, com o concurso de diferentes médiuns. Swedenborg – Suécia; Irving – Irlanda;Davis – EUA.As mesas girantes são igualmente importantes por contribuírem na vulgarização do fenômeno mediúnico epreparar o caminho para a codificação.Sugestão de Atividades:1. Iniciar a aula mostrando aos evangelizados um objeto coberto por um véu.2. Fazer com que eles adivinhem o que está coberto. Após todos falarem o evangelizador dirá que todosperceberam que existia algo coberto, só que não podiam saber o que era .3. Após retirar o véu que cobria o objeto e dizer que assim foi o que aconteceu a Doutrina Espírita, elaretirou o véu que cobria o conhecimento sobre a existência dos Espíritos.4. Perguntar: a comunicação dos Espíritos existiu em todos os tempos?5. Cada evangelizando deverá dar a sua opinião.6. O evangelizador após as respostas explanará aos evangelizando como aconteciam as manifestaçõesdos espíritos antes da coodificação da doutrina por Allan Kardec.7. Os fenômenos de Hydesville por meio dos quais ficaram constatado a sobrevivência e acomunicabilidade dos Espíritos através das irmãs Fox. – Suvedenborg (na Suécia), Irving (na Irlanda),Andrew Jackson Davis (nos Estados Unidos).8. A Inglaterra criou a sociedade de Estudos Psíquicos aonde analisavam os fenômenos psíquicos.9. As mesas girantes despertaram a atenção do codificador.10. Fazer um breve relato de cada fato comentando com mais detalhes a história dos Fenômenos deHydesville (Coleção Conte Mais vol.3 pag.71)11. Prece final
  30. 30. Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica: Estudo de textos, aula comentada no grande grupo, exercício de objeto coberto.Didática: Textos, um objeto qualquer, véu.Avaliação:O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem com interesse das atividadespropostas.Bibliografia:. Coleção Conte Mais, vol. 3- História do Espiritismo-
  31. 31. Fergs - dijFEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo: 1º da Juventude Módulo: I - O EspiritismoEncontro 09 Tema: A codificaçãoObjetivo:Conhecer a vida e obra de Allan Kardec para entender a codificação do espiritismo.Conteúdos Mínimos:Em 1854, em Paris, o prof. Rivail, futuro Allan Kardec, estabeleceu contato com o fenômeno das mesasgirantes. Em 1855, inicia seu trabalho de pesquisa colhendo farto material que, posteriormente, seriaorganizado e codificado. A Codificação da Doutrina Espírita, em seus aspectos de Filosofia, Ciência eReligião compreende o pentateuco: O Livro dos Espíritos, o Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo oEspiritismo, O céu e o Inferno e A Gênese.Sugestão de Atividades:1. Para iniciar o encontro propor a dinâmica “Personagens”.2. O evangelizador deve preparar,previamente, um pôster em que apareça uma figura humana com o rostocoberto sobre um ponto de interrogação. Um cartão em branco para cada participante.3. Distribuir o cartão aos participantes4. O evangelizador dirá: “raramente encontramos um ser humano que não admire alguém um herói, umprofessor, um médico, um cientista, um ator,... ou mesmo uma pessoa comum, mas cuja pessoa marcoude uma forma sua vida”. Hoje iremos apresentar ao grupo uma pessoa que admiramos apresentandocomentários acerca dessa pessoa.5. Convidar os participantes a anotarem no cartão o nome do personagem que mais admiram e de razõesde sua admiração.6. Logo após cada um apresenta o seu personagem a turma e o motivo de sua admiração.7. Após essa dinâmica a evangelizadora perguntara a turma se eles recordam de algum personagem querealizou um grande feito pela Doutrina Espírita e que todo o Espírita admira.8. Ouvir a todos. Após as respostas a evangelizadora retirará o ponto de interrogação do rosto da figurahumana do pôster. A figura estará sendo representado por Allan Kardec.9. Perguntar se todos conhecem o personagem.10. Relatar a história de Kardec, destacando a obra da codificação da Doutrina Espírita (Coleção Conte Mais
  32. 32. – Vol 4)11. Ouvir os comentários dos evangelizando sobre o relato da vida e obra de Kardec.Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica: Perguntas, exposição dialogada .Didática; pôster com uma gravura de Allan Kardec,cartões.Avaliação:O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem com interesse das atividadespropostas.Bibliografia:Coleção Conte Mais ,volume 4
  33. 33. Fergs - dijFEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo: 1º da Juventude Módulo: I - O EspiritismoEncontro 10 Tema: A reencarnaçãoObjetivo:Identificar a reencarnação como um dos princípios básicos da Doutrina Espírita e da justiça de Deus.Conteúdos Mínimos:A idéia da reencarnação aparece de diversas formas, nas variadas culturas do Oriente e do Ocidente,mtaiscomo a Índia, China, Egito, Grécia e a Gáliae entre os hebreus sob o nome de RESSURREIÇÃO. O NovoTestamento traz vários ensinamentos de Jesus a respeito da reencarnação (João 3, 1-14; Mateus 17, 10-13). A reencarnação é um dos mecanismos da lei de evolução e fundamenta-se na justiça de Deus. Areencarnação é um processo complexo que obedece a um planejamento do mundo espiritual.Sugestão de Atividades:1. O evangelizador levará textos com histórias sobre a reencarnação. ( Ver Bibliografia )2. Distribuirá a cada grupo formado.3. Cada grupo após ler contar o que eles acharam do que leram.4. Pedir a um de cada grupo contar a história que leu.5. O evangelizador levará tiras de papel com os dizeres: Reencarnação e Ressurreição.6. Perguntar as crianças o que significam para eles aquelas palavras.7. Após a resposta de todos o evangelizador comentará sobre as respostas dadas pelos evangelizados.8. Fazer um comentário sobre a idéia da reencarnação em todos os tempos e povos.9. Falar sobre a finalidade da Reencarnação da necessidade de reencarnarmos para evoluirmos e enfatizarque a reencarnação é um dos princípios básicos da Doutrina Espírita.10. Para finalizar proporá aos evangelizadores que programem uma nova existência a um personagemconhecido conforme ele está vivendo atualmente. Ex: um personagem que tem uma vida com péssimasatitudes, ou alguém que tem boas atitudes.11. Cada um deverá apresentar seu personagem ao grupo. (Obs: esse personagem poderá ser de novelas,filmes, vida real, etc..)
  34. 34. Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica:Histórias, exposição dialogada, questionamento.Didática: Texto, papel, lápisAvaliação:O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem das etapas do encontro.Bibliografia:Peralva, Martins. Reencarnação e Espiritismo – Estudando o evangelho, p. 56 e 104-105. Lúcio, Néio Esp.Alvorada Cristã – Psicog. Francisco C. Xavier, pg. 25. Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, q. 166 ... Kardec,Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. IV, ítens 4-17. Delane, Gabriel. A Reencarnação. Trad.Carlos Imbassahy. !7. Ed. Rio[ de janeiro]: FEB, 1996
  35. 35. Fergs - dijFEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo: 1º da Juventude Módulo: I - O EspiritismoEncontro:11 Tema: Livre-arbítrio e Lei de Causa e EfeitoObjetivo:Mostrar que o uso do livre arbítrio poderá trazer boas ou más conseqüências ao espírito reencarnante, e quetudo nesta vida terrena esta sujeita, também, a lei de causa e efeito.Conteúdos Mínimos:Pelo livre-arbítrio cada um é responsável por seus atos e por isso sofre as conseqüências. Deus nosconcedeu o livre-arbítrio para que pudéssemos construir nossa própria evolução. O livre-arbitrio sedesenvolve a medida que o Espírito adquire a consciência de si mesmo.A lei de causa e efeito é conseqüência do exercício do livre-arbitrio. Pelo uso do livre-arbítrio a alma fixa opróprio destino, prepara suas alegrias ou odores.Sugestão de Atividades:1. Prece inicial2. Apresentar em cartaz ou escrever no quadro a frase; “ O homem é livre na semeadura, porém é escravona colheita”. Pedir que os jovens reúnam-se em grupo para discutir sobre a frase.3. Após as discussões pedir aos grupos que relacionem a frase analisada com a de Jesus. “ A cada umsegundo suas obras”4. O evangelizador ouvirá todos os grupos e aproveitando os comentários dos jovens desenvolverá o temada aula enfatizando que Deus nos concedeu o livre-arbítrio para que pudéssemos construir nossaprópria evolução, consultar L.E. cap X questões 843 a 850.5. Após a exposição dialogada distribuir gravuras de recortes de revistas e jornais com acontecimentos docotidiano ex: uma grande queimada, erosão, desmatamento, enchente, pessoa semeando, canteiroscom flores, etc...6. Dialogar com os jovens sobre o que vêem nas gravuras, o que estão representando. Construir um painelcom as gravuras e acrescentar a frase do início da aula .7. Após os comentários concluir que toda ação tem uma reação não só na natureza mas também nasnossas ações.8. Usar de alguns exemplos como; o de uma pessoa que passa o dia planejando vingar-se de alguém, ou
  36. 36. da pessoa que está sempre ajudando o próximo, etc... Solicitar a contribuição dos evangelizados.9. Perguntar se eles sabem qual a Lei expressa na Doutrina Espírita que relaciona com esses exemplos?10. Com bases nas respostas o evangelizador deverá perguntar: Qual a relação entre livre-arbítrio e Lei deCausa e Efeito.11. Para finalizar perguntar o que poderá acontecer a alguém que gosta de mentir? Ou de falar mal dosoutros?etc...12. Ouvir a todos.13. Encerrar com uma preceTécnicas e Recursos Didáticos:Técnica: Discussão em grupo, exposição dialogada, observação, questionamentoDidática: GravurasAvaliação:O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem das etapas do encontro.Bibliografia:L.E. cap X Questões 843 a 850. Peralva, Martins. Espiritismo e Livre –arbítrio pág 200
  37. 37. Fergs - dijFEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo: 1º da Juventude Módulo: I - O EspiritismoEncontro 12 Tema: A lei da evoluçãoObjetivo:Identificar a evolução como uma lei a que tudo e todos estão sujeitos.Conteúdos Mínimos:“Nosso Globo, como tudo o que existe, está submetido à lei de progresso. Ele progride, fisicamente, pelatransformação dos elementos que a compõem e, moralmente, pela depuração dos Espíritos encarnados edesencarnados que o povoam. Esses progressos se realizam paralelamente.A evolução dá-se individual e coletivamente. O indivíduo melhorando colabora para o progresso dacoletividadeSugestão de Atividades:1. Iniciar a aula distribuindo gravuras que representem a evolução através dos tempos2. Construir com as gravuras uma linha de tempo, ex: dinossauros homens das cavernas ashabitações  a descoberta do fogo  da roda meio de transportede comunicaçãovestuáriostecnologia informáticamedicinaetc...3. Fazer um breve relato através dessa linha de tempo sobre a evolução física, iniciando com o próprioplaneta.4. Utilizar como subsídio o livro “A caminho da Luz” de Emmanuel, ler e comentar com os evangelizadosalguns relatos em que se destaca a evolução do Planeta.5. Perguntar se existe outra evolução além da evolução física.6. Ouvir a resposta dos evangelizados7. Comentar sobre a evolução Moral. Utilizar como subsídio L.E. cap XII questão 9188. Perguntar o que o homem necessita para evoluir moralmente9. Ouvir a todos10. Concluir com os evangelizados que o homem deve evoluir moralmente através do conhecimento e daprática evangélica.11. Dividir a turma em dois grupos e pedir que cada grupo encene uma situação aonde se evidencie aevolução moral através de práticas evangélicas.12. Após as apresentações encerra a aula com uma prece.
  38. 38. Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica: Linha do tempo, livro , exposição dialogada, questionamento, dramatização..Didática: Gravuras, papelAvaliação:O encontro será considerado satisfatório se os todos participarem das diferentes etapas ativamente.Bibliografia:Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap III item 19, primeira parte; e cap XXV item 2.Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, cap XII, item 918. Emanuel . A caminho da Luz
  39. 39. Fergs - dijFEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo: 1º da Juventude Módulo: I - O EspiritismoEncontro 12 Tema: A lei da evoluçãoObjetivo:Identificar a evolução como uma lei a que tudo e todos estão sujeitos.Conteúdos Mínimos:“Nosso Globo, como tudo o que existe, está submetido à lei de progresso. Ele progride, fisicamente, pelatransformação dos elementos que a compõem e, moralmente, pela depuração dos Espíritos encarnados edesencarnados que o povoam. Esses progressos se realizam paralelamente.A evolução dá-se individual e coletivamente. O indivíduo melhorando colabora para o progresso dacoletividadeSugestão de Atividades:1. Iniciar a aula distribuindo gravuras que representem a evolução através dos tempos2. Construir com as gravuras uma linha de tempo, ex: dinossauros homens das cavernas ashabitações  a descoberta do fogo  da roda meio de transportede comunicaçãovestuáriostecnologia informáticamedicinaetc...3. Fazer um breve relato através dessa linha de tempo sobre a evolução física, iniciando com o próprioplaneta.4. Utilizar como subsídio o livro “A caminho da Luz” de Emmanuel, ler e comentar com os evangelizadosalguns relatos em que se destaca a evolução do Planeta.5. Perguntar se existe outra evolução além da evolução física.6. Ouvir a resposta dos evangelizados7. Comentar sobre a evolução Moral. Utilizar como subsídio L.E. cap XII questão 9188. Perguntar o que o homem necessita para evoluir moralmente9. Ouvir a todos10. Concluir com os evangelizados que o homem deve evoluir moralmente através do conhecimento e daprática evangélica.11. Dividir a turma em dois grupos e pedir que cada grupo encene uma situação aonde se evidencie aevolução moral através de práticas evangélicas.12. Após as apresentações encerra a aula com uma prece.
  40. 40. Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica: Linha do tempo, livro , exposição dialogada, questionamento, dramatização..Didática: Gravuras, papelAvaliação:O encontro será considerado satisfatório se os todos participarem das diferentes etapas ativamente.Bibliografia:Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap III item 19, primeira parte; e cap XXV item 2.Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, cap XII, item 918. Emanuel . A caminho da Luz
  41. 41. No limiar da históriaO modelo apresentado reproduz uma relíquia encontrada emescavações na região do vale do rio Indus, na localidade deMohenjo-Daro. Esse objeto data do terceiro milênio antes deCristo, e atesta a existência e o uso cotidiano da roda em veículosde transporte. Os povos do vale do rioSumériaA invenção da roda foi de grande valia emlugares em que o terreno favorecia suautilização: planícies, cobertas por plantasrasteiras. Ela facilitou enormemente o transportedos fardos pesados, desta forma permitindo oaumento da atividade econômica. Segundo aarqueologia, ela teria surgido na Suméria. Aimagem exibida é a do célebre Estandarte deUr, um mosaico que era carregado emprocissões. Ele mostra uma cena de transporte,e podemos observar a presença de carros decombate e transporte, com suas rodas peculiaresformadas de duas peças de madeira, sendotracionados por onagros (2500 A.C.)Segundo algumas hipóteses, a roda foi inventada na Ásia, há 6000anos, na Mesopotâmia talvez. Foi uma invenção de importânciaextraordinária, não só porque promoveu uma revolução no campodos transportes e da comunicação, mas também porque a roda,com diferentes modificações, passou a fazer parte de numerososmecanismos e contribuiu para um incrível impulso ao progressohumano. Como nasceu a idéia de se construir a roda? Talvez dostroncos que muitos povos, inclusive assírios e egípcios, colocavamsob grandes massas de pedra, a fim de que estas corressemmelhor pelo terreno, quando queriam transportá-las.Os veículos com rodas, puxados nos primeiros tempos por bois,depois por asnos e finalmente por cavalos, pouparam muitotrabalho e muito cansaço ao homem.
  42. 42. Carros EgípciosOs egípcios tornaram o carro de guerra mais leve, e suaconstrução tornou-se extremante refinada. A escolha de materiaisera cuidadosa, e para cada parte era empregada a madeira quemelhor se adequasse à função. O encaixe das peças era perfeito.Os raios das rodas, por exemplo, eram compostos de duas peçasseparadas, que eram coladas a seguir. Isto visava obter umamaior elasticidade. As imagens nos dão uma idéia da levezadestes veículos, os quais, nas vastas planícies do Egito,certamente permitiam aos combatentes alcançar grandevelocidade, uma vantagem decisiva nos confrontos(aproximadamente 1400 A.C):1 — Biga da época da 18ª Dinastia2 — Carro de guerra da época de Amenófis III3 — Carro de guerra, encontrado na tumba de Tutankhamon4 — Carro de guerra, proveniente de TebasO correio romanoO correio romano — cursus publicus —era uma organização quefuncionava com o máximo de regularidade e precisão, sóretomada pelos europeus dos séculos XVIIº e XVIIIº. Dispunha decavalos de muda e mansiones, isto é, uma espécie de hotelprimitivo onde se podia passar a noite. O adjetivo publicus, dedenominação latina, não deve induzir ao erro, pois publicus nãosignificava que esta instituição estava a serviço de todos; ela erastatale, a serviço unicamente dos organismos do Estado, de modoque mesmo os funcionários do Estado, para utilizá-la, tinhamnecessidade de uma autorização especialCom a invenção da roda, o homem deixou de usar exclusivamente os animais como meio de transporte.Assim surgiram as carroças e, mais tarde, as carruagens. Esses meios de transportes foram usadosintensamente em todas as civilizações da antigüidade, inclusive nas orientais, tanto para o deslocamentode pessoas, como acessório na agricultura e na guerra. No Império Romano, aproximadamente 500 anosantes de Cristo, surgiram os primeiros caminhos projetados. Como Roma era uma cidade populosa etumultuada, com ruas bastante estreitas, era comum os pedestres terem de caminhar entre as bigas eliteiras, o que ocasionava atropelamentos e congestionamentos. Tornava-se necessário um meio deorganizar esse espaço. Surgem então as primeiras leis de trânsito. O imperador Júlio César, por exemplo,proibiu a circulação de veículos pelo centro de Roma durante o dia. Alguns locais já tinham ruas de mãoúnica e estacionamento exclusivo para carroças.
  43. 43. Invenção da Imprensa por GutembergInvenção do Telefone- Graham Bell Invenção do Rádio- Guglielmo Marconi
  44. 44. Primeiras televisõesMesopotâmia sec 6 a.C.Egito antigoGrécia antiga- 3500 aC.
  45. 45. Roma antiga 753aC a 476dCSec 11Sec.12Seculo 17Fergs - dij
  46. 46. FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo: 1º da Juventude Módulo: I - O EspiritismoEncontro 13 Tema: Comunicabilidade dos EspíritosObjetivo:Conceituar mediunidade como meio de comunicação entre os mundos material e espiritual.Conteúdos Mínimos:“A comunicação entre os Espíritos, sejam eles desencarnados ou encarnados, é possível graças aexistência de um elemento comum a eles: o PERISPÏRITO (...).É por meio dele, que se operam no homemfenômenos especiais, ... sob o nome de MEDIUNIDADE”.Sugestão de Atividades:1. Iniciar a aula propondo a técnica “ A palavra chave”2. Dividir a turma em equipes3. Distribuir cartões para cada equipe. Cada cartão contém uma palavra: espírito- perispirito - fluidocósmico universal-mediunidade – médiuns comunicação – fenômeno de efeitos físicos – psicografia,psicofonia- vidência. Os cartões são colocados em um envelope.4. Explicar como executar a técnica – Cada um de cada equipe retira um dos cartões do envelope. Cadaqual fala o que sabe sobre a palavra. Caso desconheçam pesquisar em grupo O Livro dos Médiuns osignificado das palavras.5. Cada equipe começa a apresentação dizendo o nome dos integrantes da equipe e o que for sendoapresentado deverá explicar o significado da palavra que recebeu.6. O evangelizador aproveitará a técnica para desenvolver o tema do encontro fundamentando a respostados jovens contando alguns casos de comunicação com os espíritos. Lembrar fatos sobre Joana D’Arc,irmãs Fox, Moises, Chico Xavier e destacará os fatos em comuns a eles: “ a comunicação com osespíritos”.7. Após os relatos comentar com os jovens como se dá a comunicação entre os espíritos e os encarnadose como deve ser tratado esse processo.8. Utilizar O Livro dos Médiuns como subsídio para fundamentar o tema na 2º parte, cap II a VI; XI a XVI.9. Encerrar a aula com uma prece.Técnicas e Recursos Didáticos:
  47. 47. Técnica:Palavra chave, exposição dialogada, relato de casos.Didática: Livros, cartõesAvaliação:O encontro será considerado satisfatório se os todos participarem das diferentes etapas ativamente.Bibliografia:Kardec, Allan. O Livro dos Médiuns, 2ª parte, cap. II a VI; XI a XVI. Hermínio C. Miranda .Candeias na noiteescura.-item 36-Joana D´Arc segundo Leon Denis-pag.181Fergs - dijFEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL
  48. 48. DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo: 1º da Juventude Módulo: I - O EspiritismoEncontro 14 Tema: Pluralidade dos Mundos HabitadosObjetivo:Conscientizar o jovem sobre a existência da vida em todos os mundos e suas diferentes condições.Conteúdos Mínimos:“Apenas uma parte mínima dos seres criados por Deus vive no planeta Terra. A vida se espalha por todo ocosmo. Os seres que habitam outros mundos também têm corpos de matéria mais densa ou menos densa,de acordo com seu grau de evolução. A Terra é um mundo de expiações e provas, já em fase de transiçãopara se tornar um mundo de regeneração, o que nos exige um esforço pessoal e coletivo de transformaçãopela prática do bem.Sugestão de Atividades:Prece inicial.Dar início ao encontro perguntando: Há vida fora do nosso planeta ?Ouvir as opiniões e ir conduzindo para que haja uma “explosão de idéias”.Apresentar um cartaz com a frase: “Na casa de meu pai há muitas moradas”. E perguntar quem é o autor ?Perguntar: Qual o significado dessa afirmativa do Cristo ?Após, formar 4 subgrupos e distribuir entre eles as perguntas e respostas de números 55 a 58 de “O Livrodos Espíritos”, cabendo uma a cada subgrupo. Os jovens deverão ler, comentar entre si e no finalapresentar suas considerações ao grande grupo.O evangelizador acompanhará os jovens na leitura e comentário das questões e fará as considerações(comentários) necessários utilizando como subsidio o texto em anexo.Prece final.Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica: Explosão de idéias, estudo em grupo, subsídio para o desenvolvimento do tema.Didática: Cartaz.Anexo: Subsídio para o desenvolvimento da aula.
  49. 49. Avaliação:O encontro será considerado satisfatório se todos participarem das diferentes etapas ativamente.Bibliografia:Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, questões 55 a 58 e 172 a 181.Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. III.Fergs / dij Ciclo: 1º da Juventude Encontro: 14 – Anexo 1 Pág.02Subsídio para o Desenvolvimento do Tema1. A superioridade da inteligência, em grande número de seus habitantes indica que a Terranão é um mundo primitivo, destinado a encarnações dos Espíritos que acabaram de sair das mãos doCriador. As qualidades inatas que eles trazem consigo constituem a prova de que já viveram erealizaram certo progresso. Mas, também, os numerosos vícios a que se mostram propensosdemonstram que são portadores de grande imperfeição moral. Por isso Deus os colocou num mundodifícil, para expiarem aí suas faltas, mediante penosos trabalhos de recuperação, até que hajamprogredido o suficiente para merecer um planeta mais feliz.2. Nos mundos mais atrasados do que a Terra , os seres que os habitam, apesar derevestirem a forma humana, são desprovidos de qualquer beleza. Não possuem sentimento dedelicadeza ou de benevolência nem as noções de “justo” ou “injusto”. A força bruta é, para eles, aúnica lei. Passam a vida na conquista de alimentos. Deus, entretanto, a nenhuma de suas criaturasabandona; no fundo das trevas da inteligência está a vaga idéia mais ou menos desenvolvida e umEnte supremo. Esse instinto basta para torná-los superiores uns aos outros e para lhes preparar aelevação a uma vida mais completa.3. Nos mundos que chegaram a um grau superior, as condições de vida moral e material sãomuitíssimo diversas das da vida na Terra. Como por parte, a forma corpórea aí é semprehumana,mas embelezada, aperfeiçoada e, sobretudo, purificada. O corpo nada tem de materialidadeterrestre e não está, pois, sujeito às necessidades, nem às doenças ou deteriorações que apredominância da matéria provoca. Os sentidos são mais desenvolvidos. A leveza específica do corpo
  50. 50. permite locomoção rápida e fácil; em vez de se arrastar penosamente pelo solo, desliza pelasuperfície, ou, então, plana na atmosfera sem qualquer esforço além da vontade, conforme serepresentam os anjos.(Extraído de “O Evangelho Segundo o Espiritismo” – Allan Kardec, cap III)Fergs - dijFEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE
  51. 51. Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo 1º da Juventude Módulo: II – O CristianismoEncontro 15 Tema: A Atualidade do DecálogoObjetivo:Demonstrar a atualidade do Decálogo, na sociedade de todos os tempos.Conteúdos Mínimos:“O Decálogo foi a base das leis com que Moisés orientou o povo hebreu. Essas orientações consideradascomo a Primeira Revelação, consistem em princípios ético-religiosos e normas disciplinares de conduta. Asorientações do Decálogo são tão importantes que influem até hoje nas leis sociais.Sugestão de Atividades:Prece.1 – Apresentar o criptograma (anexo 1), para que os evangelizandos encontrem na diagonal a palavraDecálogo.2 – Após a resolução, dar a definição de Decálogo (Dez Mandamentos ou Tábuas da Lei) e dizer que este éo tema do encontro, expondo que o “Decálogo foi a base das leis com que Moisés orientou o povo hebreu”.3 – Fornecer tiras de papel para que os evangelizandos escrevam os mandamentos recebidos por Moisésno Monte Sinai.4 – Avaliar junto com os evangelizandos, se esses mandamentos já estão desatualizados ou se “influem atéhoje nas leis sociais”.5 – Perguntar: Como o Espiritismo considera as orientações recebidas por Moisés? Primeira Revelação.Comentar que Moisés foi um grande missionário, um revelador das leis de Deus e um legislador.6 – Fazer os comentários que se fizerem necessários, para o fechamento do encontro.Prece Final.Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica: Jogo didático – Criptograma; aula expositiva dialogada.Didática: Folha com exercício, canetas coloridas, lápis, faixas de papel.Anexo 1: Criptograma.Avaliação:O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem com interesse das etapaspropostas.Bibliografia:Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos – Q. 648. Rizzini, Carlos T. Evolução Para o Terceiro Milênio, p. 21 a23, p. 304, item 2 a 3.
  52. 52. Fergs/dij Ciclo: Juventude 1 Encontro: 15 – Anexo 1 – Criptograma Pág. 02CRIPTOGRAMA1-2-3-4-5-6-7-8-Nível do Criptograma: Fácil1- O mesmo que dezena.2- Recebeu os dez mandamentos no monte Sinai.3- O “por do sol”.4- Nosso país.5- O poder legislativo é quem as faz.6- O “astro rei”.7- Elemento indispensável à vida.8- O maior dos sentimentos.Fergs - dijFEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE
  53. 53. Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo:I da Juventude Módulo: II O CristianismoEncontro: 16 Tema: As Predições sobre o Advento do CristoObjetivo:Compreender como o povo judeu aguardava a vinda de u ― Salvador‖ e como isso aconteceuConteúdos Mínimos:― O povo judeu aguardava desde muito um ― Salvador‖, o que provam as inúmeras profecias sobre oassunto. Essas profecias constituíam mensagens de consolação e de esperança, pois anteviam eprediziam o advento do Cristo, o qual representou a redenção da Humanidade.Sugestão de Atividades:Iniciar a aula com prece.1-Distribuir aos evangelizandos para leitura individual, o texto Os profetas e as predições sobre oMessias. (anexo-1 0).2- Ouvir o comentário dos jovens sobre a leitura feita1. 3- Após a leitura subdividir os jovens em pequenos grupos e distribuir textos com as seguintes profecias;-Êxodo, 13:46-Isaias, 7:!4; 11:1; 40:3; 42:14; 53:4-7- Oséias, 11:1- Miquéias, 5:2- Zacarias, 12:’0; 13:74- Fazer a leitura , refletir sobre o significado de cada profecia, comentar com os jovens como seriacompreendida essas profecias se surgissem na época atua.5-ouvir a todos e complementar o tema auxiliado pela bibliografia indicada.6- finalizar após a prece.Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica: Diálogo e perguntas; discussão em grupo; reflexão; comentáriosDidática: texto.Anexo : TextoAvaliação:O encontro será considerado satisfatório se houver a participação dos evangelizandos, com interesse.BibliografiaBiblia; Boa nova de F.C.Xavier
  54. 54. 1° C.de Encontro 16- Texto Pág.3 – JUVENTUDE –Anexo 1Os profetas e as predições sobre o Messias.As leis reveladas por Moisés orientaram o povo hebreu por 15 séculos, porém quando esse pó24ovose desviava , Deus mandava alguns missionários para que , falando em seu nome os advertissem.Esses homens escolhidos eram chamados de PROFETAS.Os profetas no devem ser confundidos com os sacerdotes que exerciam a função como profissão,obtendo dinheiro e posição social para desempenha-la. Alguns profetas não deixaram escritos, comoElias e Eliseu. Os que deixaram escritos são divididos em ―maiores‖ e são quatro; Isaias, Jeremias,Ezequiel, e Daniel, e em ―meores‖(pela brevidade dos seus livros), e são doze: Oséias, Joel, Amós,Abdias, Jonas, Miquéias, Nam, Hbacuec, Sofonias, Ageu, Zacarias, e Malaquias.Pelas predições dos profetas, os judeus aguardavam desde muito, um salvador. Mas aquele quedeveria vir não era, como mitos erroneamente esperavam, um libertador que fundaria um reinoterreno, e sim aquele que representaria a redenção espiritual da Humanidade.O Precursor do Messias.Zacarias, um sacerdote do templo, é avisado que Isabel, sua esposa, dará a luz um menino a quemchamarão de João e que nasceria com a missão de ― de preparar o caminho do Messias que há devir, convocando o povo a rejeitarem seus erros para merecerem a salvação‖.― João, o grande profeta de Jesus, ficou conhecido como a voz que clama no deserto, pois aí vivia.Tinha a sua veste de pelos de camelo e um cinto; seu alimento era mel silvestre e gafanhotos>Preparou seu espírito assim na natureza, como todos os profetas e, depois percorreu as tribos deIsrael levando a palavra de esperança e arrependimento convidando-os à penitência parareceberem o Grande Enviado.‖João pregou e batizou os que lhe procuraram às margens do rio Jordão e é aí que o Messias oencontra para ser por ele batizado.Fergs - dijFEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo
  55. 55. na Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo:I da Juventude Módulo: II O CristianismoEncontro: 17 Tema: Os Ensinos de Jesus- As Parábolas eos grandes DiálogosObjetivo:Conhecer a figura sublime de Jesus e seus profundos ensinamentosConteúdos Mínimos:― Jesus ensinou em todo momento em que esteve entre nós, por meio de ensinos diretos dos diálogos, dasparábolas e dos sermões que proferiu. As suas parábolas, apesar da linguagem figurada, encerramensinamentos profundos que o tempo preservou. Igualmente profundos em seus ensinos são os célebresdiálogos que Jesus travou com personagens de sua época...‖Sugestão de Atividades:Iniciar a aula com prece.1. 1- Iniciar a aula recordando o nascimento de Jesus utilizando os subsídios anexos (anexo-1).2. 2- Seguir com a exposição até o começo da vida publica de Jesus, quando então ele inicia seusensinamentos.3. 3- Perguntar: Como Jesus ensinava? Para quem Jesus ensinava?4. 4- Ouvir as respostas e após apresentar um cartaz (anexo-2), explicar o que é parábola, diálogo, sermões.5. 5- Dividir a turma em quatro grupos para estudo:6. Grupo A- Parábola (escolher duas );7. Grupo B- Diálogos (escolher três);8. Grupo C- Sermão da Montanha( dividir as Bem Aventuranças entre os dois grupos);9. Grupo D- Sermão da Montanha.10. 6- Após o estudo, os grupos apresentarão aos demais suas conclusões.11. 7- O evangelizador fará os comentários necessários, dirimindo dúvidas, se houver, para o fechamento doencontro.23. .Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica: Diálogo e perguntas. Discussão em grupoDidática: Texto, cartaz.Anexo: 1- Texto; 2- CartazAvaliação:O encontro será considerado satisfatório se houver a participação dos evangelizandos, com interesse.Bibliografia:
  56. 56. Kardec, Allan – O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO cap IV, V,VII,IX e X.Xavier.Francisco Cândido, pelo Espirito de Emmanuel , A CAMINHO DA LUZ, cap I, XI,XII a XIVXavier F.C. PELO Espírito Humberto de Campos – A BOA NOVA1ª C DE JUVENTUDEENCONTRO 17 – TEXTO – PÁGINA 3 – ANEXO 1
  57. 57. Preparação para o nascimento de Jesus.― Rezam as tradição do mundo espiritual que na direção de todos os fenômenos de nosso sistemaexiste uma comunidade de espíritos Puros e Eleitos pelo Senhor Supremo do Universo, em cujasmãos se conservam as rédeas diretoras da vida de todas as coletividades.Essa comunidade de seres angélicos e perfeitos, da qual é Jesus um dos membros divinos, ao quenos foi dado saber, apenas se reuniu, nas proximidades da Terra, para a solução de problemasdecisivos da organização de nossos planeta, por duas vezes no curso dos milênios conhecidos.A primeira , verificou-se quando o orbe terrestre se desprendia da nebulosa solar, a fim de que selançasse, no tempo e no espaço, as balizas do nosso sistema cosmogônico e os pródomos da vidana matéria em ignição, do planeta, e a segunda , quando se decidia a vinda do Senhor à face daTerra, trazendo à família humana a lição imrtal de seu Evangelho de amor e redenção. (A caminhoda Luz- pisc. Francisco C. Xavier- Emmanuel).‖― Os historiadores do império Romano sempre observaram com espanto os profundos contrastes dagloriosa época de Augusto. Caio Julio César Otávio chegara ao poder, não obstante o lustre de suanotável ascendência , por uma série de acontecientos felizes. As mentalidades mais altas da antigaRepública não acreditavam no seu triunfo. Como se o mundo pressentisse uma abençoadarenovação de valores no tempo,em breve todas as legiões se entregavam, sem resistência, ao filhodo soberano assassinado. Uma nova era principiara com aquele joem enérgico e magnânimo . Ogrande império do mundo, como que influenciado por um conjunto de forças estranhas, descansavanuma onda de harmonia e júbilo, depois de guerras seculares e tenebrosas.(...) ia chegar à Terra o Sublime Emissário. Sua lição de verdade e de luz ia espalhar-se pelomundo inteiro, como chuva de bênçãos magníficas e confortadoras. A Humanidade vivia, então oséculo da Boa Nova. Era a ―festa do noivado‖ a que Jesus se referiu no ensinamento imorredouro. Épor tudo isso que o Evangelho de Jesus, sendo o livro do amor e da alegria começa com a descriçãoda gloriosa noite de Natal e termina com a profunda visão de Jerusalém libertada, entrevista porJoão, nas suas divinas profecias do Apocalipse.. (Boa Nova , Irmão X, psic.. F.C.Xavier).1º C. DEJUVENTUDEENCONTRO 17- ANEXO-1TEXTO PÁG.4A CHEGADA DO MESTRE
  58. 58. Foi em Belém, numa noite calma e silenciosa, ambiente próximo dos animais, em uma estrebaria,que nasceu Jesus , filho de José e Maria. No espaço os Espíritos do Senhor, vibravam de intensojubilo pelo advento do Messias esperado. ― A manjedoura assinalava o ponto inicial da liçãosalvadora do Cristo, como a dizer que a humanidade representa a chave de todas as virtudes.Começava a era definitiva da maioridade espiritual da Humanidade terrestre, de vez que Jesus coma sua exemplificação divina entregaria o código da fraternidade e do amor a todos os corações‖.Acima do estábulo um luz muito viva brilhava ; mais parecia uma estrela que lá ficou durante toda anoite. Todos quantos viram a ―luz‖ sentiam um júbilo intraduzível e deliciosa esperança lhes invadiu aalma .Era o mais esplendoroso acontecimento verificado até aquela data; debalde os escritoresmaterialistas de todos os tempos vulgarizam o grande acontecimento ironizando os altos fenômenosmediúnicos que o precederam.Jesus nasceu em Belém porque era época do recenseamento e cada um deveria ir ao lgar deorigem. José e Maria viajaram de Nazaré a Belém.Após o nascimento de Jesus, seus pais se refugiaram no Egito, pois Herodes ordenara a matançadas crianças menores de dois anos. De lá retomaram após a morte de Herodes.Foram então viver na Galiléia, na cidadezinha de Nazaré. (Daí Jesus ser conhecido como―Nazareno‖...)1º C. DEJUVENTUDEENCONTRO-17-ANEXO 2CARTAZ PÁG.5COMO JESUS ENSINAVA
  59. 59. PARÁBOLA DIÁLOGONarração alegórica- Direto com os interlocutores.pensamento figurado-que encerra umadoutrina moralEXEMPLO SERMÕESNão se limitou aFalar, agia ele Como exemplo, o maior -Próprio O Sermão da Montanha ouSermão do Monte
  60. 60. FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo:I da Juventude Módulo: II O CristianismoEncontro: 18 Tema: A propagação do Cristianismo- Pedro ePauloObjetivo:Reconhecer como e por quem a Doutrina Cristã se propagou pelo mundo.Conteúdos Mínimos:A doutrina de Jesus, propagou-se no mundo de então, através dos discípulos que partiram para lugaresvariados, pregando, ensinando e curando muita gente. O que caracterizou os pregadores do Cristianismofoi a firmeza de suas convicções, suas pregações convincentes e demonstração de coragem diante dasperseguições e dos sofrimentos. Destacaram-se Pedro e Paulo.Sugestão de Atividades:1- Para iniciar o encontro o evangelizador convida dois jovens para apresentar duas vivências.Vivência 1:- Um dos jovens interpretará Pedro, este deverá caracterizar-se de pescador (o evangelizadordeverá providenciar os trajes de pescador daquela época) e contará como Jesus foi ao seu encontro,convidando-o para ser ― pescador de homens‖ ( anexo-1).1. . Vivência 2:- O 2º jovem interpretará Paulo, este deverá estar caracterizado de Paulo( o evangelizadordeverá providenciar os trajes do Paulo) e contará como foi ao seu encontro na estrada de Damasco , aondeainda como Saulo, ia em desapiedada perseguição aos cristãos primitivos (anexo-2).2. 2- Após as vivências cada personagem perguntará aos jovens presentes:- ― E para ti, quando e ondeJesus Nasceu?3. 3- Ouvir a resposta de todos.4. 4- Dividir a turma em dois grupos e distribuir a cada grupo um dos textos em anexo (anexo-3)para a leiturae comentários sobre os dois personagens do Cristianismo Pedro e Paulo (anexo-3)5. 5- Ouvir os comentário dos grupos.6. 6- Complementar sobre o tema subsidiado pela bibliografia indicada.7. 7- Encerrar com uma prece.Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica: Vivências; diálogo e perguntas; leitura e interpretação de texto.Didática: trajes, textos.Anexos:1- Vivência 1; 2- Vivência 2; 3-Textos.
  61. 61. Avaliação:O encontro será considerado satisfatório se houver a participação dos evangelizandos, com interesse.Bibliografia:Xavier, Francisco Cândido pelo espírito Emmanuel. Paulo e Estevão. Marcos, Lucas e Atos dos Apóstolos-Novo Testamento. Xavier, F. C – Boa Nova –FEB.
  62. 62. 1ºJUVENTUDEENCONTRO-18-ANEXO-1VIVÊNCIA-1 PÁG-3Pedro(adaptação do livro Boa Nova)Pedro, quando e onde Jesus nasceu?Para mim Jesus nasceu no dia em que tentando provar o valor de minha dedicaçãopara meus companheiros, afirmei ao Mestre que sempre o seguiria. Todavia, Jesusredargüiu-me afirmando:- Pedro, a tua inquietação se faz credora de novos ensinamentos.A experiência teensinará melhores conclusões, porque em verdade, te afirmo que esta noite o galonão cantara sem que me tenhas negado por três vezes.Senti-me ofendido e desacreditado. Porém, momentos mais tarde cumpria-se asafirmativas do Mestre. Acovardado neguei-o por três vezes . Mas foi exatamente nomomento em que o galo cantou pela terceira vez, no átrio do paço de Pilatos, que aminha consciência acordou para a verdadeira vida. Daí por diante nunca mais vacileidiante dos potentados do século, quando me era dado defender a justiça e proclamara verdade, pois a força e o poder do Cristo, constituíram elementos integrantes domeu próprio ser. Jesus nascia dentro do meu coração.
  63. 63. 1º C.JUVENTUDEENCONTRO-18-ANEXO-2VIVÊNCIA 2 PÁG-4Saulo e Paulo(adaptação do livro‖ Em torno do Mestre)Paulo, para ti onde e quando Jesus nasceu?Dirigindo-me certa vez à Damasco, respirando ameaças por todos os poros contra osdiscípulos do Senhor, tive uma visão quando me aproximei daquelacidade.Subtamente brilhou ao meu redor uma luz celeste que me envolveucompletamente; e ouvi uma voz dizer-me, em tom claro e distinto:- ―Saulo, Saulo,porque me persegues?Aturdido com o insólito fenômeno, retruquei:- Quem és tu, que me falas? Eu sou Jesusa quem persegues, respondeu-me a voz do céu; mas levanta-te e entra na cidade, e lásaberás o que deves fazer.Levantei-me, e, abrindo os olhos nada pude ver. Fui guiado pelas mãos de outrem, atéentrar em Damasco. Este acontecimento transformou para sempre a minha vida.Assim, foi exatamente nesta estrada , quando eu, então intolerante e fanatizado poruma causa inglória me vi envolvido na sua divina luz. Dali por diante- ―Já não sou eumais quem vive, mas o Cristo é que vive em mim.
  64. 64. 1º C.JUVENTUDEENCONTRO-18-ANEXO-3TEXTO PÁG.5Pedro- O Apóstolo de Jesus ( adaptação)Pedro era um homem simples, rústico, saído da plebe, filho do povo. A história nos dizque nasceu em Betsaida, Galiléia, e que era filho de Jonas e irmão de André. Viviacom sua mulher e sua sogra em Carfanaum, na margem do lago de Genesaré, ondeexercia a profissão de pescador, estendendo a sua ação de pesca no mar daGaliléia.O período inicial da vida cristã de Pedro data do tempo em que Jesus,deixando a cidade de Nazaré, fixou sua residência em Cafarnaum. Foi nesta cidade,caminho do mar, além do Jordão, que Jesus começou as suas pregações, convidandoo povo ao arrependimento e anunciando a aproximação do ―Reino dos Céus‖. Jesustrocou-lhe o nome- Simão- pelo de Céfas (aramaico rocha) cujo equivalente grego, emsua forma masculina, Petras. (Marcos, 3:16: Lucas, 6:14).A chamada de Cristo se deu quando Pedro e outros companheiros se ocupavam emremendar suas redes(Mateus, 4:18 a 20; Marcos, 1:16 a 18). O Mestre chama-os ediz-lhes: ―Segui-me, e eu vos farei pescador de homens‖. Imediatamente elesdeixaram suas redes e seguiram a Jesus. Desse dia em diante nunca mais , nem umsó instante, os apóstolos separaram-se de Jesus.Mais tarde, Simão Pedro foi escolhido para ser a cabeça daquele grupo especial queseguia o Mestre-os 12 apóstolos(Mateus, 10:1 a 4; Marcos, 3:13ª 19; Lucas, 6:12 a16). Quase sempre tomava a palavra para falar em nome dos 12. Após a ascensãode Jesus ficou como chefe dos cristão, convocando uma eleição a fim de preencher oluar de Judas (Atos 1:13 a 26)Só depois dos fenômenos de Pentecostes é que se tornou verdadeiramente ―pescadorde homens‖. Foi naquela ocasião que seus dons, em estado latente, sedesenvolveram;a palavra tornou-se fácil e eloqüente na pregação do Evangelho e osenfermos foram curads. Na pregação de Pentecostes, conseguiu a conversão de maisde 3000 pessoas. Preso, defendeu intimorato sua crença. Realizou várias curas .Morreu crucificado em Roma , onde foi sepultado.
  65. 65. 1º C. JUVENTUDE ENCONTRO-18-ANEXO-3TEXTO PÁG. 6Paulo, O Apóstolo dos GentiosAlguns anos após o nascimento de Jesus, nasce, na cidade de Tarso, na Sicília. O menino Saulocresce e é ensinado a adorar e a obedecer a Deus, segundo as leis e tradições judaicas.Bem cedomanifestou o desejo de ser rabino e é mandado a estudar em Jerusalém para a realização de seussonhos. Em pouco tempo, Saulo se torna o melhor aluno da classe do mestre Gamaliel. Elesconversam muito sobre a Bíblia, principalmente nas partes que falam do Messias, acreditando queele tornará sua nação forte e poderosa e então Saulo se entusiasma ,desejando ardentementeservi-la.O tempo passa Saulo torna-se adulto e vem a saber da existência de Jesus de Nazaré a quem opovo segue, dizendo ser o Messias esperado. O jovem doutor da Lei não pode crer que ― o filho docarpinteiro‖ seja o Salvador esperado... Ele deve ser um impostor... um desordeiro...e por isso, Ele eseus seguidores devem ser perseguidos, detidos, antes que lêem o povo à revolução. Jesus já foracrucificado e seus seguidores, cheios de fé , continuavam a difundir seus ensinamentos.Saulo, guiado por seu cego e farisaico zela pela Lei Mosaica, começou a perseguir os cristãos e,sabendo que estavam pregando em Damasco, para lá se dirige, investido de todos os poderes paracombatê-los . Parte para aquela cidade com alguns homens fortes e bem armados. A cada passoparece estar mais decidido, pois crê de todo coração que, destruindo os seguidores de Jesus,estará servindo a Deus. Ao se aproximar da cidade, repentinamente, vê uma luz forte, mais brilhanteque a própria luz do sol;cai por terra e uma voz lhe diz:-Saulo, Saulo, por que me persegues?-Quem é? Não vejo ninguém! Diz Saulo-Sou esse Jesus de Nazaré, a quem persegues.-Que queres que eu faça?- Vai a cidade responde Jesus, e alguém te dirá.Saulo levanta-se, transformado, disposto a seguir Jesus e constata que está cego. Os amigos deSaulo, aterrorizados com o acontecimento, a pedido dele, o levam a Damasco, onde fica até queAnanias, discípulo de Jesus, cure sua cegueira.. Depois de publicamente declarar sua nova fé, Sauloparte para o deserto, onde ficou em companhia de um casal cristão. Aí ficou estudando a novadoutrina, meditando e trabalhando para se sustentar. Saulo sente uma profunda vergonha de seunome e passa a chamar-se Paulo. Depois de três anos de preparação, procura os cristãos e, aprincípio é recebido com receio, mas vendo eles a profunda modificação que se opera no orgulhosoSaulo, o recebem carinhosamente.Barnabé conduz Paulo ao apóstolo Pedro que lhe fala de Jesus, contando-lhe a última ordem doMestre: ―Ir pelo mundo pregar o Evangelho‖. Paulo começa então a viajar para levar a todos a BoaNova.Empreendeu sua primeira viagem missionária com Bernabé, visitando em Chipre: SalaminaePafos; e as principais cidades da Pisidia e laônia: Perge, Icônio, Listra, Derbe e Atália. De volta aAntioquia, encontram entre os cristãos uma crise que dividia os ânimos, na questão daobrigatoriedade dos ritos mosaicos para os neoconvertidos do paganismo. Paulo e Bernabé foramentão enviados a Jerusalém onde viram prevalecer seu ponto de vista, no concílio ali reunido sob apresidência de Pedro.
  66. 66. Sua segunda viagem o levou por muitas regiões da Ásia Menor: Antioquia, Derbe, Listra, Trâde;tocando nessas terras da Europa: Filipos, Tessalônica, Atenas, Corinto, escreveu duas vezes aosfiéis de Tassalônica. Empreendeu uma terceira viagem, visitando muitas cristandades: Tarso, Derbe,Listra, Antioquia, Èfeso, Trôade, Filipes, Tessalônica, Atenas, Corinto; voltou pelas mesmas cidadesaté Èfeso donde velejou para a Judéia. Nesta terceira viagem, escreveu aos Gálatas e aos Romanose duas vezes aos Coríntios. Em Jerusalém o esperava a prisão. Os judeus querem mata-lo e, paraser salvo, é enviado com uma boa escolta para Cesaréia. Após dois anos de prisão, foi removidopara Roma, onde veio a chegar após superar uma forte tempestade e conseQ6uente naufrágio nascostas do Malta( percurso: Sidon, Mirra, Cnido, Laséia, Malta, Siracusa, Régia e Roma).Suportou mais dois anos de prisão em Roma, durante os quais escreveu aos Efésios, Colossenses,Filipenses e Filemos. Conseguida a liberdade, escreveu aos Hebreus e viajou á Espanha. Nosúltimos anos de sua vida , percorreu as igrejas do Oriente.Em Creta, deixou a igreja entregue a Tito,em èfeso a Timótio. Foi nesta viagem que escreveu a primeira carta a Timóteo e à Tito . De regressoà Roma, foi novamente preso. Escreveu então a segunda carta a Timóteo. Lucas era o único queestava com ele. Foi condenado a decapitação.Para cumprir a ordem de Nero, os soldados levaram Paulo para fora de Roma e, no instante daexecução, o soldado vacilou, diante da grande serenidade do apóstolo dos gentios que então lhediz,com carinho que cumprisse seu dever. Morreu no ano 67. Paulo de Tarso é considerado oapóstolo dos gentios e foi graças a ele, que dominava tantas línguas, podendo ir, aos mais diversospaíses, que o Evangelho, através de sua cultura, e essecialmente de seu heroísmo, suaperseverança e fé em Deus, chegou rapidamente a muitos povos.Resumo calcado em:Paulo e Estevão- Francisco C.X.Bíblia( dicionário Prático) Barsa.As viagens do Apóstolo São Paulo- vol. 1- Editora Betânia
  67. 67. FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SULDEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDERoteiro Sugestivo para os Encontros de Estudona Evangelização Espírita da Criança e do JovemCiclo:I da Juventude Módulo: II O CristianismoEncontro: 19 Tema: Os Apóstolos e Discípulos¨Objetivo:Destacar a importância da atuação dos apóstolos e discípulos de Jesus na propagação do Cristianismo.Conteúdos Mínimos:― Merece registro a atuação dos apóstolos de Jesus na difusão da Boa Nova . Dentre esses, destacam-seJoão, Tiago e Judas Tadeu, que além de pregarem, dirigiram cartas às igrejas nascentes, aconselharam eincentivando a nova fé‖.Sugestão de Atividades:1- Iniciar o encontro comentando com os evangelizandos, que Jesus contou com seus auxiliares paraespalharem a Boa Nova.A doutrina de Jesus Propagou-se no mundo de então , através dos apóstolos ediscípulos que partiram para lugares variados pregando e ensinando.2- O evangelizador dividirá a turma em três grupos.3- Levará os capítulos 3,4, e 5 do livro Boa Nova de F.C. Xavier e distribuirá cada capítulo a um grupo esolicitará que os mesmos leiam e destaquem os nomes dos apóstolos escolhidos pôr Jesus no início desua pregação nos recantos da Galiléia. Os evangelizandos deverão também contar alguns fatos que otexto do capítulo lido, registra sobre cada discípulo.4- Após o evangelizador comentará sobre a atuação de outros discípulos de Jesus na difusão da BoaNova. Figuras pouco conhecidas como Bernabé, o amigo de Paulo em sua primeira viagem; os jovensTimóteo, Tito e João Marcos; Madalena, Joana de Cusa e toda uma multidão de anônimos Cristãos quelegaram a humanidade o exemplo da fé e coragem, cooperando, desse modo para a construção de ummundo melhor. Utilizando como subsídio as obras destacadas na bibliografia.5- Perguntar aos evangelizandos: - nós também podemos ser considerados discípulos de Jesus? Porque?Como poderemos cooperar com Jesus?6- Ouvir a todos e finalizar o encontro com uma prece.1.Técnicas e Recursos Didáticos:Técnica: Diálogo e perguntas. Discussão em gruposDidática: TextosAvaliação:O encontro será considerado satisfatório se houver a participação dos evangelizandos, com interesse emtodos os momentos do encontro
  68. 68. BibliografiaXavier, Francisco Cândido pelo espírito Emmanuel. A Caminho da Luz, cap. XIV. Xavier, FranciscoCândido pelo espírito Irmão X. Boa Nova, cap. 3,4 e 5. Xavier, Francisco Cândido pelo espírito Emmanuel.Paulo e Estevão.

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