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Regulamento desportivo internacional de capoeira 2012
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Regulamento desportivo internacional de capoeira 2012

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  • 1. 1 Confederação Brasileira de Capoeira Entidade Nacional de Administração e Representação Desportiva Vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro www.met.gov.br/confederações REGULAMENTO DESPORTIVO NACIONAL PARA COMPETIÇÕES AMADORAS, ADAPTADAS, ESCOLARES E DE ALTO RENDIMENTO. PARA CAPOEIRA (Desporto de criação nacional e identidade cultural). I - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1°- O presente Regulamento foi elaborado em Assembléia Geral da ConfederaçãoBrasileira de Capoeira – CBC, realizada nos dias 08 e 09/05/93, realizada na Cidade deSalvador, Bahia, por ocasião da realização do 1° Seminário Técnico de Elaboração doRegulamento Nacional de Capoeira, o qual foi adaptado às diretrizes filosóficas do 1° FórumNacional de Tendências e Debates: Desregulamentação Desportiva das Competições deCapoeira ocorrida na Cidade de Guarulhos-SP nos dias 09 e 10/12/94, sendo revisado eampliado pelas Diretorias Técnica, de Arbitragem e de Competições da ConfederaçãoBrasileira de Capoeira em 27/07/98, sendo ratificadas pelo II e III Congressos TécnicosNacionais de Capoeira e pelo I e II Congressos Técnicos Internacionais de Capoeira,ocorridos respectivamente de 03 a 06/06/98 em São Paulo, SP e de 15 a 18/11/2001 emVitória – ES, Brasil, e pela I e II Convenção Nacional de Árbitros de Capoeira, realizadasrespectivamente de 28/04 a 01/05/2000 em São Paulo, SP, nos dias 29/04 a 01/05/2001emDiadema, SP, sendo adotado e reconhecido como Regulamento Desportivo Nacional deCapoeira. Parágrafo Único - Este Regulamento está registrado publicamente, segundo alegislação em vigor, considerado produção técnica e intelectual da Confederação Brasileirade Capoeira, estando vedada sua reprodução total ou parcial sem o consentimento damesma. Art. 2° - Entende-se por Capoeira para fins do Estatuto da Confederação Brasileira deCapoeira, os múltiplos aspectos desportivos, educacionais, lúdicos, terapêuticos, artísticos,culturais, místicos, filosóficos e folclóricos sem distinções de estilo, da Arte Marcial de raizgenuinamente brasileira, que por seu processo de formação, estruturação e fundamentação,abrangem características do Desporto Formal e Não-Formal, podendo também obter ou terobtido outras denominações ou derivações de nome, bem como outras que eventualmentepossam vir a surgir, todas sob sua esfera de atribuições, a qual se caracteriza num sistemade defesa e ataque, que pode ser utilizada como Arte, Dança, Ginástica, Luta ou Jogo,individualmente, duplas ou conjuntos, através de movimentos ritmados e constantes, comagilidade, flexibilidade, domínio de corpo, destreza corporal, esquivas, insinuações e quedas,fazendo uso de qualquer parte do corpo, em especial pernas, braços e cabeça, tendo comomovimento básico à ginga, sendo praticada com acompanhamento de instrumentos musicais,pertinentes aos padrões tradicionais das chamadas Capoeira Angola e Capoeira Regional,nas quais é indispensável o uso do berimbau. Parágrafo 1° - O presente Regulamento se aterá exclusivamente aos aspectospertinentes à prática do Desporto Formal da Capoeira. Parágrafo 2° - Por aprovação do I Congresso Técnico Nacional, a Capoeira foireconhecida Nacionalmente como: “Desporto Cultural”, “Desporto de Tradição” e“Desporto de Identidade”. Parágrafo 3° - Entende-se por “Desporto”, toda atividade física, de naturezacompetitiva, regulada por normas nacionais e internacionais e por organismo nacional dedireção, no caso a Confederação Brasileira de Capoeira – CBC. Parágrafo 4° - Entende-se por “Esporte”, toda atividade física, praticadaeminentemente como lazer, sem ter aspecto ou regras de competição sem ser regido porentidades de administração e direção desportiva.
  • 2. 2 Confederação Brasileira de Capoeira Entidade Nacional de Administração e Representação Desportiva Vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro www.met.gov.br/confederações Parágrafo 5° - Entende-se por “Campeonato”, o confronto direto entrecapoeiristas onde todos os participantes competem entre si. Parágrafo 6° - Entende-se por “Torneio”, o confronto direto entre capoeiristas,onde por artifícios se consegue a redução do tempo não existindo confronto de todos entresi. Parágrafo 7º - Entende-se por “apresentações sucessivas” a participação doscapoeiristas nas atividades desportivas, nas quais obterão somatória de pontos em suasparticipações. Parágrafo 8° - Em conformidade com as convenções nacionais e a legislaçãodesportiva, fica estabelecido o “Sistema Desportivo da Capoeira”, o qual englobará aConfederação Brasileira de Capoeira, as Federações Estaduais, as Ligas Regionais eMunicipais e as Entidades de Prática, ambas integradas por vínculos de natureza técnica,estabelecidos por: uniforme, graduação, níveis de alunos e instrutores e nomenclatura oficialentre outros, sendo todas reconhecidas pela CBC. Art. 3° - A Capoeira enquanto Desporto de Criação Nacional se insere nos bens queconstituem o patrimônio cultural do povo brasileiro. Parágrafo Único - Constitui depreciação do patrimônio cultural o exercício dafunção do seu ensino ou de Técnico de Capoeira sem a devida qualificação bem como suaprática competitiva sem a observância do estritamente definido por este RegulamentoDesportivo. Art. 4° - Este Regulamento proporcionará a seus participantes a capacidade dedesenvolver seus aspectos lúdicos, marciais, rítmicos, musicais, artísticos, folclóricos, cívicose educacionais, através da contemplação dos aspectos psicomotores, cognitivos e sócio-afetivos, obtidos por meio dos rituais tradicionais já consagrados pela Arte da Capoeira,preservando principalmente seus valores históricos, sociais e culturais. Parágrafo Único - Buscar-se-á sempre como objetivo máximo desteRegulamento Desportivo, o alcance dos objetivos, a saber, jogo limpo, belo, justo e honesto,resguardados os aspectos das estratégias de jogo tradicionais da Capoeira, consagradospela ginga, finta, negaças e artimanhas típicas. Art. 5º - O presente Regulamento Desportivo tem por objetivo premiar como melhoresclassificados, aqueles que se demonstrarem melhores capoeiristas no conjunto de aspectosdefinidos por este Artigo, o que determinará um nível elevado de treinamento e compreensãode todos os aspectos citados no referido Artigo, os quais deverão ser transmitidos aos atletaspor seus técnicos e treinadores ou durante o ensino acadêmico, o que por sua vezdeterminará um grau maior especialização de tais profissionais, conseqüentemente osresgates das tradições, rituais e fundamentos da Capoeira, os quais também implicarão emum nível elevadíssimo de formação dos árbitros que avaliarem tais eventos desportivos. Art. 6° - Passa a denominar-se, como termo técnico, as palavras: “Volta do Mundo”, àentrada e o jogo de dois capoeiristas durante um Jogo de Capoeira. II - DA ORDEM DESPORTIVA Art. 7° - O Sistema do Desporto tem por objetivo garantir a prática desportiva, regulare melhorar o padrão de qualidade.
  • 3. 3 Confederação Brasileira de Capoeira Entidade Nacional de Administração e Representação Desportiva Vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro www.met.gov.br/confederações Art. 8° - Caberá exclusivamente à Confederação Brasileira de Capoeira, oestabelecimento de critérios e a qualificação técnica de Técnicos, Treinadores Desportivos,Árbitros, Mesários e Ritmistas Desportivos. Art. 9º - É prerrogativa exclusiva apenas das Entidades de Administração do Desportodevidamente reconhecidas pela CBC, e por ela própria, a realização de eventos desportivosde Capoeira, sendo terminantemente proibidos a quaisquer outras Entidades, passíveisinclusive de embargo judicial. Parágrafo Único - É vedado às entidades de administração do Desporto,realizar eventos incompatíveis com suas jurisdições. Art. 10 - Com o objetivo de manter a ordem desportiva e o respeito e os atosemanados de seus poderes internos, poderão ser aplicadas, pelas Entidades deadministração do Desporto, as sanções previstas no Código Brasileiro de Justiça Desportivada Capoeira-CBJDC. Art. 11 - São estabelecidas as seguintes instâncias da Justiça Desportiva, em ordemcrescente, por entidades de Administração do Desporto: A- Junta de Justiça Desportiva da Capoeira – JJDC – Ligas Regionais e Municipais B- Tribunal de Justiça Desportiva da Capoeira – TJDC – Federações Estaduais C- Superior Tribunal de Justiça Desportiva da Capoeira – STJDC – Confederação. Art. 12 - Com o objetivo de manter a ordem desportiva, o respeito aos atos emanadosde seus poderes internos, poderão ser aplicadas, pelas entidades de administração dodesporto e de prática desportiva, as seguintes sanções: A- Advertência; B- Censura Escrita; C- Multa; D- Suspensão E- Desfiliação ou Desvinculação Parágrafo 1° - As aplicações de tais sanções não prescindem do processoadministrativo jurídico-desportivo, no qual sejam assegurados os direitos ao contraditório e aampla defesa. Parágrafo 2° - As penalidades em que tratam os incisos D e E deste Artigo,somente poderão ser aplicadas, após decisão definitiva da Justiça Desportiva. Art. 13 - Prevalecerá adjudicação de pontos, notas de 0 (zero) a 10 (dez) para cadaquesito, sendo os vencedores os que obtiverem maiores pontos na somatória geral. Parágrafo 1º – São considerados como parâmetros de avaliação às respectivasnotas: 0- Insuficiente 1- Insatisfatório 2- Péssimo 3- Ruim 4- Razoável 5- Mediano 6- Regular 7- Bom
  • 4. 4 Confederação Brasileira de Capoeira Entidade Nacional de Administração e Representação Desportiva Vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro www.met.gov.br/confederações 8- Muito Bom 9- Ótimo 10- Excelente Parágrafo 2º - São considerados parâmetros de avaliações porparte dos árbitros os seguintes referenciais: A. 0 - Capoeirista sem condições técnicas ou físicas durante a competição; B. 1 a 2 - Quando o capoeirista não caracterizar a Capoeira Angola nem a Regional; C. 3 a 4 - Quando o capoeirista não desenvolver o jogo, atrapalhando o outro jogador, ou não estiver de acordo com o ritmo solicitado; D. 5 a 6 - Quando capoeirista se sobressair no jogo sem manter uma boa condição técnica ou física; E. 7 a 8 - Quando houver desenvolvimento correto do jogo com alguma situação não pertinente ao ritmo, condição técnica ou física; F. 9 a 10 - Quando o capoeirista caracterizar a Capoeira Angola e Regional, jogando de acordo com o ritmo solicitado, mantendo uma excelente condição técnica e física. Parágrafo 3º - Serão pontuados com a avaliação 0 (zero) e retirados dascompetições os capoeiristas que se encontrarem nas seguintes situações: A- DESCLASSIFICADO – Capoeirista com atitudes violentas, antiéticas,antidesportivas ou desrespeitosas. B- DESQUALIFICADO – Capoeirista que não possuir condições de jogo, pordeficiência técnica colocando em risco sua própria segurança ou a dos demais jogadores. III - COMPETIÇÕES DE CONJUNTO Art. 14 - Na competição de conjunto, os participantes desenvolverão movimentosespecíficos de Capoeira Angola ou Regional que permitam, através da expressão corporal,evidenciar suas habilidades técnicas, domínio e harmonia do conjunto dos capoeiristas quese apresentarem, os quais serão avaliados por seus desempenhos em relação à : Tradição,Harmonia, Técnica e Volume de jogo. Art. 15 - Neste tipo de competição, cada entidade se apresentará por sua vez comseus capoeiristas e sua própria orquestra, sob a orientação de seu responsável técnico,observando o tempo concedido para a sua exibição de no máximo, 10 (dez) minutos. Parágrafo 1º - A contagem do tempo para a Competição de Conjuntos, seráiniciada a partir do toque do berimbau, que deverá iniciar no máximo em 30 (trinta) segundosapós a chamada dos competidores, ocasião na qual se iniciará o tempo de competição. Parágrafo 2º – A equipe que ultrapassar o tempo máximo permitido serápenalizada em 10 (dez) pontos por cada minuto ou fração que exceder.
  • 5. 5 Confederação Brasileira de Capoeira Entidade Nacional de Administração e Representação Desportiva Vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro www.met.gov.br/confederações Art. 16 - Serão colocados 03 (três) árbitros, devendo o intermediário também atuarcomo cronometrista, os quais se localizarão junto à linha que demarca a faixa de segurançae avaliarão os seguintes quesitos: A- TRADIÇÃO - São os fundamentos e rituais aplicados no Jogo da Capoeira,entrada e saída da roda, compras, chamadas, jogo conforme o toque, cânticos e canções,respeito ao berimbau, etc. B- HARMONIA - É o sincronismo entre o cantor, instrumentos musicais, coraldo conjunto e a realização dos movimentos de acordo com o toque do berimbau. C- TÉCNICA - Realização de movimentos corretos de Capoeira, buscando suaperfeição e efeitos típicos. D- VOLUME DE JOGO - Trata-se da execução de movimentos que determinamum estilo apurado de conhecimento e objetividade com que os emprega, mantendo aharmonia entre as relações de ataque e defesa. Art. 17 - O conjunto será formado por no mínimo 10 (dez) e no máximo 15 (quinze)elementos, que participarão como instrumentistas, cantores, coral e capoeiristas, nãopodendo o seu técnico participar da equipe. Parágrafo 1° - Nenhuma equipe poderá se apresentar com menos de 10 (dez)integrantes ou com mais de 15 (quinze), devendo a Comissão Técnica do evento impedir quetal equipe se apresente. Art. 18 - Será considerado vencedor o conjunto que obtiver maior nota, resultante dasomatória de pontos atribuídos para cada quesito. Art. 19 - Em caso de empate, prevalecera a somatória total do primeiro quesito deavaliação, caso prevalecer, pelo segundo e assim por diante e caso ainda prevaleça seráconsiderado empate Técnico. IV - COMPETIÇÕES DE DUPLAS Art. 20 - Na competição de duplas, cada entidade deverá se apresentar no máximocom duas duplas, as quais se apresentarão, pelo tempo máximo 30 segundos de preparaçãoe 2 (dois) minutos de jogo cada uma, no qual desenvolverão qualquer aspecto ou temáticarelacionada ao Jogo da Capoeira Angola ou Regional. Parágrafo 1º - A dupla será acompanhada por sua própria orquestra, devendoa entidade organizadora disponibilizar os instrumentos musicais. Caso esta situação não seconfigure, a dupla não poderá se apresentar. Parágrafo 2º - A contagem do tempo para a competição de Duplas, seráiniciada a partir do toque do berimbau, que deverá iniciar no máximo em 30(trinta) segundosapós a chamada dos competidores, ocasião na qual se iniciará o tempo de competição. Parágrafo 3º - A dupla que ultrapassar o tempo máximo permitido serápenalizada em 10(dez) pontos por cada minuto ou fração que exceder. Art. 21 - As duplas serão formadas sem quaisquer requisitos formais de peso, idadeou sexo. Parágrafo Único - Com o intuito de estimular a realização de eventosespecíficos destinados aos capoeiristas menores de idade, poderão ser realizadascompetições de duplas, observando-se os critérios constantes neste regulamento.
  • 6. 6 Confederação Brasileira de Capoeira Entidade Nacional de Administração e Representação Desportiva Vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro www.met.gov.br/confederações Art. 22 - Nas competições de duplas, serão colocados 03 (três) árbitros devendo ointermediário também atuar como cronometrista, os quais se localizarão junto à linha quedemarca a faixa de segurança, avaliando os seguintes quesitos: A- TRADIÇÃO - Conhecimento e respeito aos fundamentos da Capoeira e deseus rituais. B- HARMONIA - É o entrosamento entre dois jogadores de Capoeira, no ritmodo berimbau sem atrapalhar-se durante a “Volta”, nos relacionamentos entre ataque, defesae efeitos típicos. C- TÉCNICA - Realização de movimentos de capoeira, de forma correta,buscando sua perfeição e efeitos típicos. D- VOLUME DE JOGO - Colocação de movimentos e a destreza para aplicá-los, bem como a variedade e objetividade dos mesmos. Art. 23 - Será considerada vencedora a dupla que obtiver maior nota, resultante dasomatória de pontos atribuídos para cada quesito. Art. 24 - Em caso de empate observar-se-á o disposto neste Regulamento, obtendo-se a somatória máxima no quesito Tradição, a seguir Harmonia, a seguir Técnica e por fimVolume de Jogo, caso ainda prevalecer, será considerado empate técnico. V - COMPETIÇÕES INDIVIDUAIS Art. 25 - Será obrigatório, nas competições individuais, que os capoeiristas participemde duas situações distintas de Jogo, a saber: Capoeira Angola e Capoeira Regional (SãoBento Grande). Parágrafo 1° - Em ambas as situações cada capoeirista procurará demonstrarsuas estratégias para realização dos movimentos, sua superioridade técnica, estética, ritmo,ataque, defesa, equilíbrio e penetração, evidenciando sempre os aspectos do Jogo a não daLuta. Parágrafo 2° - Em nenhuma hipótese serão admitidos movimentos queofendam a integridade física e moral dos oponentes de forma intencional, posto que nãoserão justificadas atitudes violentas, antiéticas ou antidesportivas durante os eventoscompetitivos, sendo os infratores, desclassificados e posteriormente encaminhados à JustiçaDesportiva. Parágrafo 3° - Não serão computados pontos específicos pela aplicação dequaisquer movimentos em particular e sim pela harmonia dos aspectos exibidos peloscapoeiristas. Parágrafo 4° - São permitidos todos os movimentos e efeitos típicos dacapoeira, criteriosamente observadas, suas condições de aplicação, intensidade e intenção,sendo proibidos movimento traumáticos aplicados de forma a evidenciar o adversário emsituação de inferioridade física e moral. Parágrafo 5° - Neste tipo de competição todos os capoeiristas portarão cracháscom números específicos, que serão fornecidos pela Diretoria de Arbitragem, os quaisconstarão nas súmulas dos árbitros e da mesa, juntamente com o número de inscrição daentidade a que pertencer o capoeirista. Art. 26 - A competição individual obedecerá aos fundamentos, tradições e rituais jáconsagrados pela Capoeira, onde seus participantes evidenciarão suas técnicas, objetivos eestratégias, através dos jogos com capoeiristas de diferentes entidades, devendo
  • 7. 7 Confederação Brasileira de Capoeira Entidade Nacional de Administração e Representação Desportiva Vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro www.met.gov.br/confederaçõesobrigatoriamente executar duas “voltas” (dois jogos) em cada um dos dois aspectossolicitados pela competição. Parágrafo 1° - As duplas serão formadas aleatoriamente, sendo vedado o jogoentre capoeiristas de uma mesma entidade, situação esta que só poderá ser revogada emcasos de absoluta necessidade conforme critérios do Árbitro Central, quando não houvermais opções de jogos, sendo qualquer flagrante antiético passivo de desclassificação. Parágrafo 2° - O tempo máximo de jogo de cada volta terá de 2,0’ (doisminutos). Parágrafo 3° - Os demais atletas que efetivamente não estiverem competindo,mas que forem pertencentes à mesma categoria de sexo, peso e idade que estiver emjulgamento, deverá posicionar-se junto ao lado externo da linha de segurança, não podendointerferir na “volta” de qualquer que seja o modo, devendo responder ao coro e bater palmasdurante o Jogo, o que deverá ser cobrado também pelo Árbitro Central. Parágrafo 4° - Os capoeiristas serão divididos em categorias de sexo, pesoidade, definidos conforme critérios técnicos da Organização Mundial de Saúde - OMS daOrganização das Nações Unidas - ONU. Art. 27 - Nas Competições Individuais, serão colocados 03 (três) árbitros laterais e01(um) Central, sendo que os laterais avaliarão igualmente, todos os quesitos dos 03 (três)quesitos de avaliação, cujas notas serão atribuídas em relação aos parâmetros conceituaisapresentados pelos capoeiristas. Parágrafo Único - Em caso de empate observar-se-á a somatória de pontos daprimeira volta em Angola e Regional, e permanecendo o empate, computar-se-á a somatóriada segunda volta em Angola e Regional, caso persista o empate observar se algum dosatletas possui cartão amarelo, caso ainda persista o empate, será considerado empatetécnico. . Art. 28 - Os capoeiristas serão classificados pela somatória de pontos atribuídos de 0(zero) a 10 (dez) pelos jurados, que avaliarão os seguintes quesitos: A- TRADIÇÃO - É o conhecimento e o respeito aos fundamentos e rituais daCapoeira, jogo conforme o toque e o ritmo solicitado, uniforme compatível, entrada e salda daroda, respeito ao berimbau, chamadas, emprego adequado dos cânticos, etc... B- VOLUME DE JOGO - Colocação de movimento e a destreza para aplicá-losdentro de um raio de ação que exija reação do adversário, com eficiência, bem como acriatividade e variedade de movimentos que determinam um estilo próprio e a objetividadedos mesmos. C- TÉCNICA - Realização de movimentos de Capoeira, de forma correta,buscando sua perfeição e efeitos típicos, sua condição física para suportar o esforçofisiológico. Art. 29 - O Árbitro Central julgará qualquer espécie de flagrante de intençãoantidesportiva ou antiética, apresentada por qualquer atleta participante, visando suadesclassificação, cabendo também intervir no jogo em andamento, se julgar o flagrantepassível de intervenção imediata ou se por outro lado o competidor não puder continuar. Parágrafo 1º – Será adjudicada ao jogador que sofreu o ato ilícito a pontuaçãopelo que apresentou até aquele momento, em cada quesito daquela volta, fazendo-se odevido registro na súmula, entretanto, caso julguem necessário, os árbitros poderãodeterminar que o capoeirista que sofreu o ato ilícito, tenha uma nova volta. Parágrafo 2º - No intuito de manter o ordenamento disciplinar o Árbitro Centralpoderá aplicar as seguintes penalidades:
  • 8. 8 Confederação Brasileira de Capoeira Entidade Nacional de Administração e Representação Desportiva Vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro www.met.gov.br/confederações A. Cartão Amarelo – Situação de advertência ao capoeirista por atitudesincompatíveis com o presente Regulamento, apicável por no máximo, duas vezes, sendo quepersistindo a situação, proceder-se-á a exclusão do mesmo. B. Cartão Verde – Situação de desqualificação e retirada do capoeirista dacompetição. C. Cartão Vermelho – Desclassificação e expulsão do capoeirista dacompetição, independentemente da aplicação ou não de advertências anteriores. Art. 30 - Será terminantemente proibida nas competições, a aplicação efetiva dosseguintes movimentos, sendo, porém permitida a menção deles: A - cabeçadas traumatizantes e na face; B - agarrões; C - cotoveladas; D - forquilha; E - cutilada; F - galopante; G - telefone; H - tesoura nos braços e no pescoço; I - socos; J - palma; K - godeme; L - leque; M - asfixiante; N - bochecho; O - chaves; P - ponteira; Q - tombo-da-ladeira; R - rasteira na mão; S - rasteira com a mão; T - movimentos de projeções; U - movimentos baixos atingindo genitais; V - vôo do morcego; W - baiana; X - calcanheira; Y - meia lua de compasso aplicada de baixo para cima; Parágrafo Único - Não serão permitidos quaisquer tipos denocautes, mesmo que não intencionais, cabendo a imediatadesclassificação de quem o aplicou. Art. 31 - Todos os participantes deverão estar descalços rigorosamente uniformizadosnos padrões oficiais, porém sem graduação, com calça inteiramente branca, de helanca, naaltura dos calcanhares e camiseta branca, de mangas curtas e gola careca, portando nopeito, estampado, o símbolo de sua entidade, tendo as unhas bem aparadas e não podendoutilizar objetos metálicos ou perfurantes que possam por em risco a segurança docompanheiro de jogo, sendo, contudo admissível o uso de protetores de articulações. Art. 32 - A área de competição constará de três círculos concêntricos, estabelecidosem piso duro, não escorregadio, da seguinte forma: A- Área de Segurança, de 2,30m (dois metros e trinta) de raio;
  • 9. 9 Confederação Brasileira de Capoeira Entidade Nacional de Administração e Representação Desportiva Vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro www.met.gov.br/confederações B- Área de Jogo para São Bento Grande (Regional): 1,50m (um metro ecinqüenta) de raio; C- Área de Jogo para São Bento Pequeno de Angola: 1,20 m (um metro e vinte)de raio. Parágrafo Único – Não serão estabelecidas penalidades aos capoeiristas quesaírem da Área de jogo, devendo o Árbitro Central retorná-los ao espaço normal toda vezque ocorrer o fato. Art. 33 - Nas competições de Capoeira Angola será obrigatória à entrada nas“chamadas”, ou “passo a dois” quando estas forem válidas. Parágrafo 1° - São consideradas válidas as seguintes “chamadas”: A- Palma de Frente; B- Aberta de Frente (cruz); C- Aberta de Costas; D- Sapinho E- Entrada na barriga. Parágrafo 2° - Será válida somente uma chamada por capoeirista; Parágrafo 3° - Neste ritmo não poderá haver qualquer condução de mão nodesenvolvimento do jogo, salvo no toque das chamadas; Parágrafo 4º - Sempre que um capoeirista for chamado deveránecessariamente ir ao pé do berimbau; Parágrafo 5º – Nunca poderá ser feita uma chamada ou entrada na mesma,estando o capoeirista de costas para o berimbau, perdendo neste caso, pontuação noquesito “tradição”, por desrespeito ao berimbau. Art. 34 - Nas competições em ritmo de São Bento Grande será obrigatória a ginga e aentrada na volta em “Aú” com as pernas estendidas, só se iniciando as demaismovimentações quando houver a retomada total dos pés no solo de ambos os jogadores; Parágrafo 1° - Neste ritmo as mãos não poderão tocar o outro capoeirista nasrelações de ataque, mas sim nas defesas; Parágrafo 2° - As aplicações de movimentos giratórios e diretos deverão,sempre que possível, ser aplicadas acima da cintura, observando-se criteriosamente suascondições de aplicação, intenção e intensidade do movimento, de modo à nunca deixar oadversário em situação de inferioridade física ou moral, não sendo assim necessário ocontato físico entre ambos os capoeiristas; Parágrafo 3° - Neste ritmo os capoeiristas não serão pontuados quandoaplicarem um movimento desequilibrante e caírem juntamente com o outro capoeirista; Parágrafo 4°-Em hipótese alguma serão realizados saltos mortais ou variaçõesacrobáticas, devendo neste caso haver advertência do árbitro. Caso haja reincidência, ocapoeirista poderá ser desqualificado. Art. 35 - Caberá à Diretoria Técnica a organização geral do calendário de eventos,desde seu agendamento até encerramento e relatório, bem como a requisição depoliciamento, ambulância, médico, equipamentos de urgências e as relações comfuncionários próprios e/ou terceirizados que forem necessários para a operacionalizaçãotécnica no local da competição. Art. 36 - Caberá ao Diretor Técnico a preparação de todo equipamento e materialhumano necessário à realização de competições, coordenando ainda as atividades doDiretor de Arbitragem, bem como, as condições de Segurança e de Socorros de Urgência.
  • 10. 10 Confederação Brasileira de Capoeira Entidade Nacional de Administração e Representação Desportiva Vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro www.met.gov.br/confederações Art. 37 - Cada equipe de arbitragem será constituída de: A- 01 (um) Diretor de Arbitragem B- 01 (um) Árbitro Central; C- 03 (três) Árbitros Laterais; D- 01 Árbitro Reserva. Parágrafo 1° - Poderão ser acrescidos tantos árbitros centrais ou laterais,quantas forem as áreas de competições designadas para as competições programadas,todos sob a supervisão de um único Diretor de Arbitragem. Parágrafo 2° - Caberá ao Diretor de Arbitragem a supervisão e o controle detodas as rotinas de arbitragem, dos mesários e do ritmo, bem como, a gestão de seusmateriais e equipamentos. Parágrafo 3° - Caberá ao Árbitro Central coordenar a entrada e saída doscapoeiristas em cada volta, interrompendo-a cada vez que for necessário, observandoqualquer atitude antiética ou antidesportiva, por qualquer um dos participantes, procedendoconforme o caso, sua desclassificação ou desqualificação, todavia interferindo o menospossível na volta, podendo paralisá-la após o primeiro minuto de jogo, se julgar que houveperda da continuidade do jogo, ou conforme solicitação dos Árbitros Laterais, assinando asúmula da mesa colocando ao verso da mesma, observações pertinentes a questões deindisciplina que eventualmente venham a ocorrer. Parágrafo 4° - Caberão ainda ao Diretor de Arbitragem e aos Árbitros Centraisfiscalizar a execução correta do ritmo solicitado para a competição e cronometrar o tempo dejogo dos capoeiristas durante as voltas. Parágrafo 5º - Após o início da volta, o Árbitro Central deverá ficar posicionadoentre a Área de Segurança e a Área Central, procurando interferir na volta o menos possível,adentrando na Área de Jogo somente em casos onde julgar que deva intervir no interesse deresguardar alguma atitude de antiética ou que venha gerar violência, bem como para chamara atenção nos casos de falta de continuidade de jogo ou que condição técnica deficiente. Parágrafo 6º - Caberá aos Árbitros Laterais a atribuição de pontos para cadaum dos jogadores, através da inscrição da nota em quadros brancos no tamanho de20x15cm, inscritos com pincel AZUL ou PRETO, sendo que para esta situação, o ÁrbitroCentral fará avançar um passo a frente cada capoeirista de modo alternado, sendo pública anota atribuída aos jogadores. Parágrafo 7° - Todos os Árbitros deverão estar devidamente uniformizadoscom: calça social preta, camisa pólo preta, sapato preto com sola de borracha, meias pretas,portando símbolo da Entidade Desportiva Dirigente a que pertencer (Liga, Federação ouConfederação), bem como sua categoria. Art. 38 - A equipe de Mesários será composta de 02 mesários centrais acrescidos demais um parar cada área de competição, estando todos sob a direção do Diretor deArbitragem, cabendo aos mesmos o lançamento das notas atribuídas pelos árbitros, nasúmula de cada categoria, fazendo à somatória dos pontos e classificação geral doscapoeiristas e de suas entidades. Parágrafo 1º - Caberá aos mesários a gestão das súmulas com as pontuaçõesatribuídas pelos árbitros, bem como as divulgações dos resultados a cada etapa dacompetição individual. Parágrafo 2º - Todos deverão estar uniformizados de calça branca, camisetapólo amarela e tênis branco, portando os símbolos de suas Entidades Desportivas Dirigentes.
  • 11. 11 Confederação Brasileira de Capoeira Entidade Nacional de Administração e Representação Desportiva Vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro www.met.gov.br/confederações Art. 39 - A formação da equipe de ritmistas obedecerá a um critério técnico deorganização dos instrumentos musicais e será constituída conforme sua tradição. Parágrafo 1° - Para os jogos de Capoeira de Angola haverá a seguinte ordemde formação: de frente p/bateria da esquerda p/ direita A- 02 Pandeiros, podendo um dos mesmos ser substituído por um reco-reco. B- 01 Berimbau Viola - (Toque: Repique ou Floreio) C- 01 Berimbau Médio / Gunga - (Toque: São Bento Pequeno) D- 01 Berimbau Berra Boi - (Toque: Angola) E- 01 Agogô F- 01 Atabaque Parágrafo 2° - Na competição de Capoeira Angola, o berimbau que iniciará oritmo será o Gunga que tocará Angola, seguido do médio que tocará São Bento Pequeno edepois do viola que tocará São Bento Grande e floreios, na seqüência os pandeiros, situaçãoesta que se iniciará a Ladainha, sendo que somente no momento do primeiro coro daslouvações é que adentrará o (reco-reco), Agogô e Atabaque, ocasião em que se iniciarão oscorridos e os jogos de Angola. Parágrafo 3º - Para os jogos de Capoeira Regional haverá a seguinte ordem deformação: A- 01 Pandeiro B- 01 Berimbau Médio / Gunga - (Toque: São Bento Grande) C- 01 Pandeiro Parágrafo 4° - Na competição de Capoeira Regional, o berimbau iniciará oritmo que tocará o toque de São Bento Grande, seguido dos pandeiros e palmas situaçãoesta que se iniciará a Quadra, sendo que após as louvações se iniciará os corridos, momentoem que se iniciarão os jogos de Regional. Parágrafo 5° - Os ritmistas deverão estar uniformizados de calça preta, camisaazul Royal, sapato preto com sola de borracha e meias pretas, devendo marcar o ritmosolicitado pela competição, entoando canções de capoeira quando o mesmo assim o permitir. Art. 40 - São consideradas, com base na OMS, as seguintes categorias de sexo, pesoe idade: A- PRÉ-MIRIM – 4 a 5 anos – apenas competição de duplas; B- MIRIM A – 6 a 7 anos – apenas competição de duplas; C- MIRIM B – 8 a 9 anos – apenas competição de duplas; D- INFANTIL – 10 a 11 anos – apenas competição de duplas E- INFANTO JUVENIL - FEMININO -12 a 14 anos 1) pena ate 32. kg 2) leve: de 32,01 a 40 Kg. 3) médio: de 40,01 a 48,00 Kg. 4) meio pesado: de 48,01 a 56,00 Kg. 5) pesado: acima de 56,01 kg. F- INFANTO JUVENIL – MASCULINO -12 a 14 anos 1) pena ate 36. kg 2) leve: de 3601 a 43.00 Kg. 3) médio: de 43,01 a 50,00 Kg. 4) meio pesado: de 50,01 a 57,00 Kg. 5) pesado: acima de 57,01 kg.
  • 12. 12 Confederação Brasileira de Capoeira Entidade Nacional de Administração e Representação Desportiva Vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro www.met.gov.br/confederaçõesG- JUVENIL FEMININO - 15 a 17 anos 1) pena ate 42. kg 2) leve de 42.01 a 49.00 kg 3) médio: de 49,01 a 56,00 Kg. 4) meio pesado: de 56,01 a 63,00 Kg. 5) pesado: acima de 63,01 kg.H- JUVENIL MASCULINO - 16 a 18 anos 1) pena ate 48. kg 2) leve: de 48,01 a 56,00 kg. 3) médio: de 56,01 a 64,00 Kg. 4) meio pesado: de 64,01 a 72,00 Kg. 5) pesado: acima de 72,01 kg.I- CADETE FEMININO - 18 a 21 anos 1) pena ate 48.00 kg 2) leve: de 48,01 a 54,00 kg. 3) médio: de 54,01 a 60,00 Kg. 4) meio pesado: de 60,01 a 66,00 Kg. 5) pesado: acima de 66,01 kgJ- CADETE MASCULINO - 19 a 21 anos 1) pena ate 63.00 kg 2) leve: de 63,01 a 71,00 kg. 3) médio: de 71,01 a 79,00 Kg. 4) meio pesado: de 79,01 a 87,00 Kg. 5) pesado: acima de 87,01 kg.K- ASPIRANTE FEMININO - 22 a 25 anos 1) pena ate 48.00 kg 2) leve: de 48,01 a 54,00 kg. 3) médio: de 54,01 a 60,00 Kg. 4) meio pesado: de 60,01 a 66,00 Kg. 5) pesado: acima de 66,01 kgL- ASPIRANTE MASCULINO - 22 a 25 anos 1) pena ate 63.00 kg 2) leve: de 63,01 a 71,00 kg. 3) médio: de 71,01 a 79,00 Kg. 4) meio pesado: de 79,01 a 87,00 Kg. 5) pesado: acima de 87,01 kgM- ADULTO FEMININO - 26 a 34 anos 1) pena ate 48.00 kg 2) leve: de 48,01 a 54,00 kg. 3) médio: de 54,01 a 60,00 Kg. 4) meio pesado de 60,01 a 66,00 kg 5) pesado acima de 66,01 kg
  • 13. 13 Confederação Brasileira de Capoeira Entidade Nacional de Administração e Representação Desportiva Vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro www.met.gov.br/confederações N- ADULTO MASCULINO - 26 a 34 anos 1) pena ate 63.00 kg 2) leve: de 63,01 a 71,00 kg. 3) médio: de 71,01 a 79,00 Kg. 4) meio pesado: de 79,01 a 87,00 Kg. 5) pesado: acima de 87,01 kg O- SENIOR FEMININO - 35 a 40 anos 1) pena ate 48.00 kg 2) leve: de 48,01 a 54,00 kg. 3) médio: de 54,01 a 60,00 Kg. 4) meio pesado de 60,01 a 66,00 kg 5) pesado acima de 66,01 kg P- SENIOR MASCULINO - 35 a 40 anos 1) pena ate 63.00 kg 2) leve: de 63,01 a 71,00 kg. 3) médio: de 71,01 a 79,00 Kg. 4) meio pesado: de 79,01 a 87,00 Kg. 5) pesado: acima de 87,01 kg Q- MASTER FEMININO - acima de 41 anos. 1) pena ate 48.00 kg 2) leve: de 48,01 a 54,00 kg. 3) médio: de 54,01 a 60,00 Kg. 4) meio pesado de 60,01 a 66,00 kg 5) pesado acima de 66,01 kg R- MASTER MASCULINO - acima de 41 anos 1) pena ate 63.00 kg 2) leve: de 63,01 a 71,00 kg. 3) médio: de 71,01 a 79,00 Kg. 4) meio pesado: de 79,01 a 87,00 Kg. 5) pesado: acima de 87,01 kg S- ABSOLUTO – Competição exclusiva e voluntária para os classificados emprimeiro lugar nas demais categorias, de onde se obterá o destaque técnico da competição,e onde haverá a unificação de pesos e idades, acima de “adulto”, separados apenas porsexo. Parágrafo Único - As pesagens dos atletas poderão ocorrer sempre em umprazo máximo de doze horas antes da realização das competições, devendo os mesmosestar uniformizados, sendo vedado à promoção de peso para categorias acima ou abaixo daque estiver inscrito o participante. VI - DO RANKING OFICIAL Art. 41 - São considerados para efeito classificação geral nas competições, bem comode ranking de capoeiristas e técnicos, bem como para entidades de prática desportiva ou deadministração desportiva, as seguintes pontuações por níveis jurisdicionais de participação, asaber: Campeonatos Municipais, Intermunicipais, Estaduais, Regionais e Nacionais,estabelecendo-se em cada um dos mesmos as seguintes pontuações, as quais se somarão acada evento.
  • 14. 14 Confederação Brasileira de Capoeira Entidade Nacional de Administração e Representação Desportiva Vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro www.met.gov.br/confederações 1) 1° lugar - 13 pontos 2) 2° lugar - 08 pontos 3) 3° lugar - 05 pontos 4) 4° lugar - 03 pontos 5) 5º lugar - 02 pontos 6) 6º lugar - 01 ponto Parágrafo 1° - A Entidade de Administração do Desporto realizadora dacompetição terá o prazo máximo de 60 (sessenta dias) para encaminhar à Secretaria daEntidade Nacional de Administração o relatório do evento contendo as classificações obtidaspelos capoeiristas, os quais deverão possuir registro na mesma. Parágrafo 2° - O ranking nacional será contabilizado pela Entidade Nacional deAdministração do Desporto. Parágrafo 3° - A Entidade de Administração do Desporto realizadora dacompetição terá o prazo máximo de 60 (sessenta dias) para encaminhar à Secretaria daEntidade Nacional de Administração o relatório do evento contendo as classificações obtidaspelos capoeiristas. Parágrafo 4° - O ranking nacional será contabilizado pela Entidade Nacional deAdministração do Desporto reconhecida pela Confederação Brasileira de Capoeira. VII - DO CONCURSO DE TRABALHOS TEÓRICOS Art. 42 - Tendo em vista os aspectos educacionais e culturais que envolvem aCapoeira, bem como a necessidade de reprodução de seus conteúdos e a difusão e oincentivo à pesquisa científica, fica estabelecida também a modalidade de Concursos deTrabalhos Teóricos. Art. 43 - A critério da Comissão Técnica, poderão ser organizados eventos com asseguintes categorias: A- Artigos ou Ensaios – Iniciação cientifica, padrão da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, letra Arial 12, espaço 1,5, de 10 a 30 laudas. B- Trabalhos escolares – Cartazes e redações escolares de várias naturezas. C- Seminários – Exposições teóricas de 30 minutos por 30 minutos de debates com a plenária. Art. 44 - O Concurso de Trabalhos Teóricos representará a oportunidade docapoeirista em demonstrar seus conhecimentos teóricos sobre a Capoeira. Parágrafo Único - Poderão ser abordados aspectos fundamentais, tais como: A. História B. Natureza C. Aspectos sociais D. Aspectos culturais E. Aspectos políticos F. Aspectos filosóficos G. Aspectos místicos H. Aspectos musicais I. Projeções J. Indumentária K. Sistemas de competições L. Outros temas pertinentes
  • 15. 15 Confederação Brasileira de Capoeira Entidade Nacional de Administração e Representação Desportiva Vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro www.met.gov.br/confederações Art. 45 - O tema a ser apresentado terá seu tempo definido de acordo com a categoriadefinida no Regulamento do Concurso, o qual deverá ser exposto com a utilização derecursos audiovisuais, sem recurso rígido de leitura e podendo ou não haver espaços paradebates ou contestações. Art. 46 - Todos os trabalhos deverão possuir uma sinopse e a bibliografia utilizada,devendo ser entregue em tempo hábil conforme Regulamento, em quatro vias de seuconteúdo integral. Art. 47 - A Diretoria Cultural coordenará a escolha de quatro jurados, intelectualmentepreparados para avaliação dos referidos trabalhos, levando em conta os seguintes quesitospara classificação geral: A. Técnica de apresentação B. Conteúdo Art. 48 - Em caso de empate buscar-se-á a maior somatória no primeiro quesito, aseguir no segundo. Caso ainda prevaleça o empate será feita uma análise entre os jurados,observando-se os fatores de maior relevância desportiva ou cultural. Art. 49 - Os trabalhos serão classificados do 1° ao 8° lugar, e farão parte do acervogeral da Entidade de Administração do Desporto que promover o referido concurso, podendovir a ser publicados com autorização expressa de seus autores. VIII - DO CONCURSO DE CANTIGAS INÉDITAS Art. 50 - Levando ainda em consideração os aspectos rítmicos e musicais pertinentesa Arte da Capoeira, serão organizados em consonância entre a Diretoria Técnica e aDiretoria Cultural, concursos que visem à criação de Cantigas de Capoeira. Art. 51 - Só poderão ser inscritas cantigas inéditas, pertencentes às seguintescategorias definidas previamente: A- Ladainhas - Estrofes com narração, desafio, diálogo e senha de entrada no jogo, iniciada com IÊ; B- Corridos – Estrofes com vários versos, métrica variável e que não se inicia com IÊ; C- Quadras – Estrofes métricas com quatro versos e rimas periódicas; D- Martelo – Estrofes sem métricas e sem rimas. Art. 52 - Serão entregues em tempo hábil, 04 (quatro) cópias das cantigas à ComissãoOrganizadora do Evento. Art. 53 - A Diretoria Cultural convocará 03 (três) jurados devidamente preparados paraavaliação das cantigas, os quais deverão analisar os seguintes quesitos: A- Poesia B- Música C- Harmonia de Orquestra D- Ritmo do berimbau Art. 54 - Em caso de empate prevalecera à somatória do primeiro quesito, a seguir dosegundo, do terceiro e do último quesito. Permanecendo o empate, buscar-se-á o consenso
  • 16. 16 Confederação Brasileira de Capoeira Entidade Nacional de Administração e Representação Desportiva Vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro www.met.gov.br/confederaçõesentre os jurados, levando em consideração os trabalhos de maior relevância desportiva oucultural. IX - DA FORMAÇÃO DOS ÁRBITROS Art. 55 - Somente a Confederação Brasileira de Capoeira capacitará e requalificará osárbitros em seus diversos níveis, através de cursos de formação e aprimoramento os quaisterão por objetivo padronizar e aprimorar os procedimentos técnicos, culturais, desportivos,educacionais e administrativos, relacionados às desenvolturas nos jogos de carátercompetitivos. Art. 56 - Para participação nos Cursos de Formação de Árbitros, poderão se inscreverquaisquer capoeiristas registrados nas Entidades Estaduais de Administração Desportiva,como docentes de Capoeira (formados, monitores, instrutores, contramestres ou mestres),bem como na Confederação Brasileira de Capoeira. Art. 57 - A capacitação de mesários e ritmistas obedecerão aos padrões da CBCobtendo-se as seguintes qualificações de acordo com o nível técnico na modalidade, a saber: A. Docentes, alunos ou leigos: Mesários; B. Docentes ou alunos com conhecimento musical: Ritmistas. Art. 58 - O Curso de Arbitragem será dividido em quatro módulos de 20:00 h (vintehoras) cada, a saber: A. Capoeira Angola. B. Capoeira Regional. C. Fundamentos Sócio-Antropológicos da Capoeira. D. Técnicas de Arbitragem. Parágrafo Único - Ao final de cada módulo os alunos passarão por umaavaliação teórica dos conteúdos curriculares, sendo aprovados aqueles que obtiveremaproveitamento mínimo de 70% (setenta por cento), além do processo de educação eavaliação continuada, prática e teórica, os quais obrigatoriamente passarão por um estágioprático de no mínimo 05:00 (cinco horas), na competição seguinte, onde atuarão no uso douniforme oficial, porém sem remuneração, sendo que, logo após a confirmação daparticipação e relatório favorável do Diretor de Competição e do Diretor de Arbitragem dossetores competentes, serão expedidos os certificados de conclusão do curso. Art. 59 - Os Cursos de formação de Árbitros serão ministrados somente porInstrutores Técnicos credenciados pela Confederação Brasileira de Capoeira – CBC. Art. 60 - Ficam estabelecidos como quadro de carreira de árbitros os seguintes níveis: A. Árbitro Estadual B. Árbitro Nacional Parágrafo Único – A Confederação Brasileira de Capoeira - CBC estabelecerácritérios de promoção, a partir dos seguintes quesitos: A. Conduta Arbitral; B. Participação em Competições; C. Exercício das funções de Árbitro Central e Diretor de Arbitragem; D. Participação em cursos de aprimoramento e Convenções de Arbitragem E. Avaliações práticas e teóricas.
  • 17. 17 Confederação Brasileira de Capoeira Entidade Nacional de Administração e Representação Desportiva Vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro www.met.gov.br/confederações Art. 61 - A conduta dos Árbitros será a mais exemplar possível, pois o mesmo é umaautoridade dentro da área de competição e terá como incumbência conduzir as competiçõesem seus diversos aspectos, devendo observar principalmente os seguintes requisitos: A. Manter-se sempre atento durante os jogos, quer esteja atuando no centro, ou nas laterais; B. Manter sempre a postura de respeitosa, durante a competição e nas diversas situações que venham a se apresentar; C. Não utilizar bonés, nem brincos, nem adornos extravagantes; D. Não ingerir bebidas alcoólicas e/ou drogas antes, durante ou depois da competição; E. Não fumar na área da competição; F. Não é permitido durante a competição, conversar com os componentes de qualquer entidade participante; G. Não deixar o local da competição sem autorização; H. Não é permitido orientar atletas, nas diversas funções da arbitragem, durante a Volta do Mundo; I. Sempre que for substituir outro árbitro nas diversas funções fazer o cumprimento da capoeira; J. Aguardar a substituição, que será controlada pelo “Diretor de Arbitragem”; K. Qualquer dúvida sobre a competição, consultar o “Diretor de Arbitragem”; L. Apresentar-se para a competição, sempre com 01:00 h (uma hora) de antecedência; M. Não se alimentar na área da competição; N. Manter beeper e/ou telefone celular desligado. Art. 62 - Será obrigatório à remuneração de todos os árbitros convocados paraatuarem nas competições desportivas, cujo valor será definido segundo os critérios dasEntidades de Administração do Desporto, obedecendo sempre à valorização do nível deformação do árbitro e as funções administrativas nas competições desportivas. X - DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art. 63 - Será obrigatória a realização de um Congresso Técnico pelo menos um diaantes do evento, sendo de natureza obrigatória para todos os Técnicos das delegações, sobpena de desclassificação sumária da entidade que assim não o proceder. Art. 64 - Todas as competições deverão ser realizadas em local cercado do público,no qual tenha apenas uma portaria de acesso aos capoeiristas, técnicos, árbitros,autoridades e outras pessoas autorizadas pela entidade de administração desportivarealizadora do evento. Art. 65 - Nenhuma competição de Capoeira poderá ser realizada sem que esteja nolocal um médico devidamente equipado com materiais de socorros de urgência e transporteadequado para possível remoção de participantes. Art. 66 - Após a realização de cada evento desportivo, a Entidade de Administraçãorealizadora terá o prazo de 60(sessenta) dias para o envio do relatório à instância desportivae administrativa imediatamente superior, bem como a documentação comprovante daparticipação e classificação dos capoeiristas para homologação da pontuação de Ranking.
  • 18. 18 Confederação Brasileira de Capoeira Entidade Nacional de Administração e Representação Desportiva Vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro www.met.gov.br/confederações Art. 67 - Os recursos interpostos contra resultados das competições deverão serremetidos no máximo até o final do expediente de trabalho do segundo dia junto à Entidadede Administração do Desporto, em papel timbrado da entidade reclamante, devidamenteassinada pelo técnico da equipe, constando o objeto da reclamação e as provas cabíveis. XI-DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 68 - Haverá uma bonificação específica para cada equipe, pela participação deseus integrantes, estabelecida em 01 (um) ponto para cada modalidade de Campeonato, asaber: Conjunto, Duplas, Individual, Cantigas e Trabalhos Teóricos constante nesteRegulamento. Art. 69 - Os capoeiristas participantes dos eventos desportivos deverão estar deposse de suas Carteiras de Registros, junto à entidade de Administração do Desporto,conforme a jurisdição do evento, tendo em mãos um atestado médico habilitando-os à práticada Capoeira ou um termo de responsabilidade e a autorização dos pais ou responsáveisquando se tratar de menores de idade, ambos com no máximo 30(trinta) dias de validade. Art. 70 - Toda delegação deverá estar acompanhada de seu Técnico, o qual deveráestar devidamente uniformizado de paletó ou blazer com gravata nos desfiles de abertura eencerramento, podendo retirá-los durante o evento, com exceção da gravata que será de usopermanente, e no caso de mulheres, deverão estar com traje social compatível. Parágrafo 1° - A não observação do dispositivo neste Art. poderá dar causa aperda de pontos da entidade. Parágrafo 2° - A Diretoria de Competições providenciará um crachá de Técnicopara cada equipe participante, através do qual haverá o acesso à mesa. Parágrafo 3º - Os Técnicos deverão manter postura ética e moral compatívelcom os princípios do “Fair Play”, sendo que qualquer atitude contrária a estes princípios serápunível com a desclassificação dos mesmos e o devido encaminhamento à JustiçaDesportiva. Art. 71 - Nenhuma competição Estadual ou Nacional poderá ser realizada sem quesejam garantidos alojamentos com colchões para as delegações participantes, com pelomenos uma antecedência de 24 (vinte e quatro) horas do horário de início das atividades. Art. 72 - As inscrições para as competições serão encerradas com uma antecedênciamínima de 10 (dez) dias antes da realização do evento, salvo naquelas em que o caderno deencargos determinarem a maior antecedência. Art. 73 - O conjunto destes Artigos se aplicará a todas as Entidades de Administraçãodo Desporto da Capoeira. Parágrafo Único - O sistema de disputa de competições, campeonatos,torneios ou similares são interligados sendo que o cometimento de qualquer infraçãodisciplinar, a sua punição abrangerá qualquer torneio ou campeonato dentro do período depunição. Art. 74 - Antes do início dos eventos desportivos, será obrigatoriamente proferido poralgum atleta escolhido previamente, o Juramento do Atleta, o qual tem o seguinte texto: “Eujuro competir com lealdade, respeitar os demais jogadores e as tradições, fundamentos erituais sagrados da Arte da Capoeira, para a salvaguarda cultura e a glória do desporto
  • 19. 19 Confederação Brasileira de Capoeira Entidade Nacional de Administração e Representação Desportiva Vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro www.met.gov.br/confederaçõesNacional (ou variação do nome do país)”, sendo a seguir proferida a saudação da Capoeira,com a frase: “Salve a Capoeira”, trazendo a mão sobre o peito, cujo gesto será repetido pelosdemais, com a resposta da palavra “Salve”. Art. 75 - O termo Capoeira Desportiva ou Desporto da Capoeira é de uso exclusivodas entidades que integram o Sistema Desportivo da Capoeira, estabelecido pelaConfederação Brasileira de Capoeira, pelas Federações Estaduais, Ligas Regionais e LigasMunicipais. por ela reconhecidas. Art. 76 - Haverá competições específicas para portadores de necessidades especiaise escolares, distintas das dos capoeiristas pertencentes ao desporto de Alto Rendimento,excetuando-se os casos em que próteses possam suprir tais necessidades especiais,sempre que acompanhadas de atestado médico. Art. 77 - As entidades de Administração do Desporto de Identidade Cultural(capoeira), utilizar-se-ão do acervo Cultural da Capoeira Angola e da Capoeira Regional,como formas de preservação dos valores e tradições destas formas de jogos, os quaisservirão de quesitos de análise nas competições oficiais, sendo que também serãoorganizadas e dirigidas pelas mesmas, as competições acrobáticas ou ginásticas deCapoeira, em sua forma contemporânea, e que contemplem a diversidade cultural daCapoeira, mantendo-se assim um equilíbrio entre a Tradição e a Modernidade, onde osparticipantes serão avaliados também pelos quesitos: A. ESTÉTICA – padrão de apresentação visual e desempenho do conjunto; B. EQUILÍBRIO – preservação dos domínios corporais em movimentos ou situações estacionárias; C. PADRÕES GINÁSTICOS – de força, flexibilidade, alongamentos, giros, efeitos típicos e postura is; D. EXPRESSÃO CORPORAL – exteriorização da comunicação não verbal em relação aos movimentos; E. COREOGRAFIA – Situações, condições e plasticidade em que se dará a apresentação; F. DESENVOLVIMENTO DE JOGO – desempenho e endurance apresentada durante o Jogo da Capoeira; G. LEGITIMIDADE CULTURAL – preservação dos valores específicos do Jogo da Capoeira; Parágrafo Único – Em todas estas situações buscarão garantir a Capoeira,suas práticas seculares, de modo a não serem ressignificados seus fundamentos evitando-se, assim, a preservação de sua identidade autóctone. Art. 78 - Os casos omissos neste Regulamento serão decididos pelos CongressosTécnicos Nacionais da Confederação Brasileira de Capoeira. Aprovado em 10 de Junho de 1999. Revisado em 24 de julho de 2005. REVISADO EM 2007 – SALVADOR Deverá ser revisado na convenção do Espírito Santo 2011.