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El poder de la palabra bra-robert-dilts El poder de la palabra bra-robert-dilts Document Transcript

  • ROBERT DILTS el Poder de la PalabraCon cinco títulos ya publicadospor Urano (Aprendizaje dinámicocon PNL, Creación de modeloscon PNL, Herramientas delespíritu, Identificación y cambiode creencias, Liderazgo creativo),Robert Dilts es uno de los autoresmás respetados de la PNL.La originalidad de su pensamientolo sitúa en la vanguardia de estecampo.Robert Dilts es investigador en elcampo de la ProgramaciónNeurolingüística (PNL) desde elaño 1975. Además de ser pioneroen la aplicación de la PNLal desarrollo organizacional, alaprendizaje, a la creatividad y a lasalud, sus contribucionespersonales al campo de la PNLincluyen gran parte del trabajoseminal sobre las técnicas deEstrategias y Sistemas deCreencias en PNL, así como eldesarrollo de lo que se conocecomo «PNL sistémica».
  • Robert DiltsEl poder de la palabra La magia del cambio de creencias a través d e la conversación URANO Argentina - Chile - Colombia - EspañaEstados U n i d o s - México - U r u g u a y - Venezuela
  • Dedicatoria Este libro está dedicado con afecto y respeto a Richard Bandler John Grinder Millón Erickson Gregory Bateson quienes me enseñaron la magia del lenguaje y el lenguaje de la «magia».Titulo original: Sfeighí ofbtouth. The Magic of Conversacional Belief ChangeEditor original: Meta Publications, Capitola, CaliforniaTraducción y actualización del glosario: David ScmpauReservados todos los derechos. Queda riguro-samente prohibida, sin la autorización escritade los titulares del copyright., bajo las sancionesestablecidas en las leyes, la reproducción par-cial o total de esta obra por cualquier medio oprocedimiento, incluidos la reprografía y el tra-tamiento informático, asi como la distribuciónde ejemplares mediante alquiler o préstamopúblicos.© 1999 by Meta Publications© 2003 by Ediciones Urano, S.A. Aribau, 142, pral. - 08036 Barcelona wwwmundourano.comISBN: 978-84-7953-519-3Depósito legal: B. 19.969 - 2008Fotocomposición: Ediciones Urano, S.A.Impreso por Romanyá Valls, S.A. - Vcrdagucr, 1 - 08786 Capellades (Barcelona)Impreso en España - Prinled in Spain
  • índiceDedicatoria 7Agradecimientos 13Prefacio 15Capítulo 1. Lenguaje y e x p e r i e n c i a 21 La magia del lenguaje 23 Lenguaje y Programación Neurolingüística 28 Mapa y territorio 31 Experiencia 34 C ó m o el lenguaje e n c u a d r a la experiencia 38 Reencuadrar c o n «aunque» 40Capítulo 2. M a r c o s y r e e n c u a d r e s 43 Marcos 45 Cambio de objetivos 49 Reencuadre 53 Cambiar el t a m a ñ o del marco 56 Reencuadrar el contexto 60 Reencuadrar el c o n t e n i d o 61 Reencuadrar a los críticos y las críticas 64 Los patrones de «Intención» y «Redefinición» d e El poder de la palabra 69 Ejercicio d e reencuadre de u n a palabra 72 Percibir u n a situación desde otro m o d e l o de m u n d o situándose en «segunda posición» 74
  • 10 E L PODER DE LA PALABRA índice 11Capítulo 3. Fragmentación 79 C a p í t u l 6. La e s t r u c t u r a básica d e las creencias 0 157 F o r m a s d e fragmentación 81 Estructura lingüística de las creencias 159 Fragmentar hacia abajo 83 Equivalencia compleja 160 Fragmentar hacia arriba 86 Causa y efecto 162 F r a g m e n t a r lateralmente (descubrir analogías) 87 Tipos de causas 165 Ejercicio: Busca isomorfismos 89 La influencia d e las causas formales 167 Puntuación y repuntuación 91 El poder de la palabra y la estructura d e las creencias . . 170 Auditoría d e valores 173C a p í t u l o 4 . Valores y c r i t e r i o s 95 Hoja de auditoría d e valores 178 Auditoría d e creencias 179 La e s t r u c t u r a d e l significado 97 Procedimiento de «Auditoría de creencias» 179 Valores y motivación 100 Utilizar contra ejemplos para reevaluar Criterios y juicios 102 las creencias limitadoras 182 Recle finir valores y criterios para e n c a d e n a r l o s 104 Algunos marcos verbales para desvelar afirmaciones Fragmentar hacia abajo para definir «equivalencias de creencias limitadoras 185 de criterio» 106 Generar contra ejemplos 186 Estrategias de realidad 108 Ejercicio de estrategia de realidad 111 Capítulo 7. E s t a d o s i n t e r n o s y c a m b i o n a t u r a l F r a g m e n t a r hacia arriba para identificar y utilizar d e creencias 191 jerarquías d e valores y criterios 116 Técnica d e jerarquía de criterios 121 El proceso n a t u r a l de cambio de creencias 193 El ciclo de c a m b i o de creencias 195C a p í t u l o 5. C r e e n c i a s y e x p e c t a t i v a s 127 Cambio de creencias y estados i n t e r n o s 201 Reconocer estados internos e influir sobre ellos 203 Creencias y sistemas de creencias 129 Ejercicio: Acceder a u n estado y anclarlo 205 El poder de las creencias 131 Tutoría y m e n t o r e s internos 206 Creencias limitadoras 134 Procedimiento del ciclo d e creencias 208 Transformar las creencias limitadoras 135 Implementar el ciclo d e cambio d e creencias 210 Expectativas 137 Encadenado d e creencias 212 Las expectativas y el patrón d e consecuencias La influencia d e la c o m u n i c a c i ó n n o verbal 217 d e El poder de la palabra 144 Cartografiar creencias y expectativas clave 148 Capítulo 8. Virus m e n t a l e s y la m e t a e s t r u c t u r a Evaluar la motivación para el cambio 151 d e creencias 221 Hoja de evaluación de creencias 153 C o n s t r u y e seguridad y refuerza las creencias 154 Metaestructura d e creencias 223 Utilizar el m a r c o «como si» para reforzar creencias Virus mentales 227 y expectativas 154 Presuposiciones 236 Ejercicio « C o m o si» 155 Autorreferencia 242
  • 12 EL PODER DH LA PALABRA La teoría d e los tipos lógicos 246 Aplicación a sí m i s m a de u n a creencia o una generalización 248 Metamarcos Niveles lógicos 253 256 Agradecimientos C a m b i o de niveles lógicos 262C a p í t u l o 9. Aplicar los p a t r o n e s c o m o u n s i s t e m a 265 Definición y ejemplos d e patrones d e E¡ poder D e s e o e x p r e s a r m i g r a t i t u d a: de la palabra 267 Los patrones de El poder de la palabra c o m o sistema J u d i t h DeLozier, Todd E p s t e i n , David G o r d o n y de intervenciones verbales 282 Leslie C a m e r o n - B a n d l e r p o r su c o n t r i b u c i ó n y su Utilizar El poder de la palabra c o m o u n sistema a p o y o c u a n d o e m p e c é a desarrollar las ideas q u e de patrones 283 c o n s t i t u y e n la base d e El poder de la palabra. Crear y m a n t e n e r u n «virus mental» utilizando El poder de la palabra 302 Mis hijos, A n d r e w y J u l i a , c u y a s e x p e r i e n c i a s y El poder de la palabra y la Ley d e variedad requerida . . 3 1 0 explicaciones m e a y u d a r o n a c o m p r e n d e r el p r o c e s o Reencuadrar y «sacar del marco» a u n virus n a t u r a l d e c a m b i o d e creencias y la « m e t a e s t r u c t u r a » mental utilizando El poder de la palabra 312 d e las creencias. Practicar El poder de la palabra 319 A m i Sattinger q u i e n , al igual q u e ha h e c h o c o nC a p í t u l o 10. C o n c l u s i ó n 327 tantos o t r o s d e m i s libros y p r o y e c t o s , m e a y u d ó c o n la lectura d e p r u e b a s y la e d i c i ó n d e este libro.Epílogo 333Bibliografía 335 J o h n W u n d e s , que ha transformado en imágenesGlosario 339 a l g u n a s d e las e s t r u c t u r a s más p r o f u n d a s s u b y a c e n t e s en El poder de la palabra, d e m o d o q u e p u e d a n ser c o m p r e n d i d a s c o n m a y o r claridad. J o h n es el c r e a d o r d e la c u b i e r t a d e este libro, así c o m o d e las sugestivas i m á g e n e s q u e a b r e n cada u n o d e s u s capítulos.
  • PrefacioMe he e s t a d o p r e p a r a n d o d u r a n t e m u c h o s a ñ o s p a r a escribireste libro. Trata d e la magia del lenguaje y se basa e n los p r i n -cipios y las clarificaciones d e la P r o g r a m a c i ó n N e u r o l i n g ü í s t i -ca o PNL. E n t r é e n c o n t a c t o p o r p r i m e r a vez c o n la P N L haceya casi v e i n t i c i n c o a ñ o s , c o m o a l u m n o en u n a clase d e lin-güística en la U n i v e r s i d a d d e California en Santa C r u z . La cla-se estaba a cargo d e J o h n Grinder, c o f u n d a d o r d e la PNL. J u n -to con Richard Bandler, G r i n d e r a c a b a b a d e c o m p l e t a r elprimer v o l u m e n d e su o b r a p i o n e r a The Structure oj Magíc( 1 9 7 5 ) . En esta o b r a , estos a u t o r e s m o d e l a b a n los p a t r o n e s dellenguaje y las c a p a c i d a d e s intuitivas d e tres d e los m á s eficacespsicoterapeutas del m u n d o (Fritz Perls, Virginia Satir y M i l t o nErickson). Este c o n j u n t o d e p a t r o n e s ( c o n o c i d o c o m o Meta-modelo) hacía p o s i b l e q u e c u a l q u i e r p e r s o n a , c o m o y o m i s m o( e s t u d i a n t e d e tercer c u r s o d e ciencias políticas), sin n i n g u n aexperiencia p r o p i a e n terapia d e clase a l g u n a , p u d i e r a f o r m u -lar las p r e g u n t a s q u e u n t e r a p e u t a e x p e r i m e n t a d o plantearía. Q u e d é a s o m b r a d o a n t e las p o s i b i l i d a d e s q u e t a n t o el m e -tamodelo c o m o el p r o p i o p r o c e s o de m o d e l a d o ofrecían. M epareció q u e el m o d e l a d o p o d í a tener i m p l i c a c i o n e s i m p o r t a n -tes en t o d a s las áreas d e la actividad h u m a n a : arte, política,gestión e m p r e s a r i a l , ciencia, e n s e ñ a n z a , etc. (ver Creación demodelos con PNL, Dilts, U r a n o , Barcelona, 1 9 9 9 ) . Se m e o c u -rrió q u e , m u c h o m á s allá d e la p s i c o t e r a p i a , la m e t o d o l o g í a delmodelado podía conducir a amplias innovaciones en m u c h a sotras áreas e n las q u e interviniera la c o m u n i c a c i ó n h u m a n a .C o m o e s t u d i a n t e d e filosofía política, mi p r i m e r « p r o y e c t o d em o d e l a d o » versó s o b r e la aplicación d e los filtros lingüísticos
  • 16 EL PODCR DE LA PALABRA Prefacio 17q u e G r i n d e r y B a n d l e r h a b í a n e m p l e a d o p a r a analizar a a q u e - c o n v e n c i e r a n p a r a cambiarlo (ver Capítulo 9 ) . A pesar de p o -llos t e r a p e u t a s , p a r a tratar d e d e s c u b r i r q u é p a t r o n e s s u r g i r í a n ner en ello t o d o s u e m p e ñ o , n a d i e entre los p r e s e n t e s tuvo eldel e s t u d i o d e los Diálogos Socráticos de Platón (Platos Use of m e n o r éxito en influir sobre el a p a r e n t e m e n t e i m p e n e t r a b l ethe Dialectic in The Republic: A Linguistic Analysis, 1 9 7 5 ; e n sistema d e creencias q u e Bandler acababa de establecer ( u n sis-Aplications ofNLP, Dilts, 1 9 8 3 ) . tema b a s a d o en lo q u e y o d e n o m i n a r í a m á s tarde «virus m e n - Si b i e n a q u e l e s t u d i o r e s u l t ó ser a la vez fascinante y reve- tales»).lador, d e a l g ú n m o d o sentía q u e , en la capacidad d e p e r s u a s i ó n Al e s c u c h a r los d i s t i n t o s « r e e n c u a d r e s » verbales q u ed e Sócrates, tenía q u e h a b e r algo m á s q u e las d i s t i n c i o n e s q u e Bandler creaba e s p o n t á n e a m e n t e , p u d e r e c o n o c e r a l g u n a s d eel m e t a m o d e l o podía explicar. Lo m i s m o s u c e d í a c o n otras d i - las e s t r u c t u r a s q u e e m p l e a b a . I n c l u s o a pesar d e q u e aplicabaferenciaciones verbales p r o p o r c i o n a d a s p o r la PNL, tales c o m o p a t r o n e s «negativos» p a r a defender s u p o s i c i ó n , m e p e r c a t é d elos predicados sistémicos representacionales (palabras descrip- que se trataba e x a c t a m e n t e d e las m i s m a s e s t r u c t u r a s q u e h a -tivas q u e i n d i c a n d e t e r m i n a d a m o d a l i d a d sensorial: «ver», « m i - b í a n utilizado p e r s o n a j e s c o m o Lincoln, G a n d h i y J e s ú s , e n t r erar», «oír», « s o n a r » , «sentir», «tocar», etc.). Sin d u d a , a q u e l l a s otros, p a r a p r o m o v e r c a m b i o s sociales p o d e r o s o s y positivos.clarificaciones c o n t r i b u í a n a la c o m p r e n s i ó n , p e r o n o a c a b a n E n esencia, estos p a t r o n e s d e El poder de la palabra e s t á nd e c a p t a r la t o t a l i d a d d e las d i m e n s i o n e s d e los p o d e r e s per- formados p o r categorías y d i s t i n c i o n e s v e r b a l e s , q u e p e r m i t e nsuasivos d e Sócrates. a s u vez establecer, c a m b i a r o t r a n s f o r m a r creencias a través A m e d i d a q u e a v a n z a b a en el e s t u d i o d e l o s escritos y los del lenguaje. P u e d e n s e r definidas c o m o « r e e n c u a d r e s v e r b a -d i s c u r s o s d e p e r s o n a s q u e h a b í a n influido o i n c i d i d o e n el cur- les» q u e influyen t a n t o s o b r e las creencias c o m o s o b r e los m a -s o d e la historia d e la h u m a n i d a d — c o m o J e s ú s d e Nazaret, pas m e n t a l e s a partir d e los q u e éstas h a n s i d o c o n s t r u i d a s . E nKarl M a r x , A b r a h a m L i n c o l n , Albert Einstein, M o h a n d a s los casi v e i n t e a ñ o s t r a n s c u r r i d o s d e s d e su formalización ini-G a n d h i y Martin L u t h e r King, e n t r e o t r o s — , m e fui c o n v e n - cial, los p a t r o n e s d e El poder de la palabra h a n d e m o s t r a d o s e rc i e n d o d e q u e , p a r a influir s o b r e las creencias d e q u i e n e s les u n o d e los g r u p o s d e clarificaciones p r o p o r c i o n a d o s p o r lae s c u c h a b a n , a q u e l l a s p e r s o n a s e m p l e a b a n d e t e r m i n a d a s series P N L c o n m á s p o d e r p a r a la p e r s u a s i ó n efectiva. Tal vez m á sde patrones, c o m u n e s y fundamentales. Es m á s , aquellos pa- que n i n g ú n o t r o c o n c e p t o d e P N L , estos p a t r o n e s p r o p o r c i o -t r o n e s q u e s u s p a l a b r a s codificaban, s e g u í a n i n f l u y e n d o y m o - n a n u n a h e r r a m i e n t a p a r a el c a m b i o d e creencias a través d e lad e l a n d o la historia, a pesar d e q u e q u i e n e s las p r o n u n c i a r o n conversación.h u b i e r a n d e s a p a r e c i d o físicamente m u c h o s a ñ o s atrás. Los p a - N o o b s t a n t e , e n s e ñ a r estos p a t r o n e s d e forma eficaz pre-t r o n e s d e El poder de la palabra c o n s t i t u y e n m i i n t e n t o p o r c o - senta s u s dificultades, h a b i d a c u e n t a d e q u e t r a t a n d e p a l a b r a sdificar a l g u n o s d e los m e c a n i s m o s lingüísticos clave q u e esas y éstas s o n f u n d a m e n t a l m e n t e abstractas. C o m o la p r o p i a P N Lp e r s o n a s e m p l e a r o n para p e r s u a d i r a o t r a s , así c o m o p a r a in- señala, las p a l a b r a s s o n estructuras superficiales q u e t r a t a n d efluir s o b r e creencias sociales y s i s t e m a s d e creencias. representar o d e e x p r e s a r estructuras profundas. Para c o m p r e n - F u e u n a experiencia c o n R i c h a r d Bandler, c o f u n d a d o r d e la der r e a l m e n t e y aplicar c o n creatividad d e t e r m i n a d o p a t r ó n d eP N L , la q u e m e c o n d u j o a r e c o n o c e r y formular c o n s c i e n t e - lenguaje, d e b e m o s interiorizar su « e s t r u c t u r a m á s p r o f u n d a » ,m e n t e esos p a t r o n e s en el a ñ o 1980. Para aclarar u n p u n t o d e d e lo c o n t r a r i o , n o s e s t a r e m o s l i m i t a n d o a i m i t a r o a r e p e t i rs u s e n s e ñ a n z a s d u r a n t e u n s e m i n a r i o , Bandler, r e p u t a d o p o r s u « c o m o u n loro» los e j e m p l o s q u e s e n o s h a y a n p r o p u e s t o . Asíd o m i n i o del lenguaje, estableció u n sistema d e creencias j o c o - p u e s , es i m p o r t a n t e q u e al a p r e n d e r y practicar El poder de las o p e r o « p a r a n o i d e » , desafiando a los p a r t i c i p a n t e s a q u e le palabra s e p a m o s d i s t i n g u i r la magia g e n u i n a d e los t r u c o s «tri-
  • 18 E L PODER DE LA PALABRA Prefacio 19viales». La magia del c a m b i o p r o v i e n e d e la c a p a c i d a d para ac- bargo, hasta hace pocos a ñ o s n o h e c o n s e g u i d o la profundiza-ceder a algo q u e está m á s allá d e las p r o p i a s palabras. ción y la c o m p r e n s i ó n necesarias acerca de c ó m o se forman las Hasta a h o r a , los p a t r o n e s d e El poder de la palabra h a n creencias y d e c ó m o se m a n t i e n e n , tanto cognitiva c o m o n e u r o -sido e n s e ñ a d o s p o r lo general p o r m e d i o d e la p r e s e n t a c i ó n al lógicamente, que m e permitieran presentar con claridad y conci-a l u m n a d o d e definiciones y e j e m p l o s verbales, d e m o s t r a t i v o s sión suficientes las estructuras m á s profundas subyacentes en Eld e las diferentes e s t r u c t u r a s verbales, s u p o n i e n d o q u e el discí- poder de la palabra.p u l o a d i v i n a r á i n t u i t i v a m e n t e p o r s u c u e n t a la e s t r u c t u r a p r o - Tengo p r e v i s t o u n s e g u n d o v o l u m e n , t i t u l a d o en p r i n c i p i ofunda necesaria p a r a g e n e r a r los p a t r o n e s a d e c u a d o s . A u n q u e , Eí Lenguaje del Liderazgoy del Cambio Social, e n el q u e e x p l o -e n cierta m e d i d a , este p l a n t e a m i e n t o refleje el m o d o e n q u e raré e ilustraré c ó m o fueron u t i l i z a d o s estos p a t r o n e s p o r per-a p r e n d i m o s n u e s t r a l e n g u a m a t e r n a s i e n d o n i ñ o s , n o es m e - sonajes h i s t ó r i c o s c o m o Sócrates, J e s ú s , M a r x , L i n c o n y G a n -n o s cierto q u e tiene s u s limitaciones. dhi, e n t r e o t r o s , p a r a establecer, influir y t r a n s f o r m a r creencias P o r e j e m p l o , h a y p e r s o n a s ( p a r t i c u l a r m e n t e las n o a n g l ó - que r e s u l t a r o n cruciales e n la f u n d a c i ó n d e n u e s t r o m u n d ofonas p o r o r i g e n ) a las q u e los p a t r o n e s d e El poder de la pala- moderno.bra les p a r e c e n útiles y p o d e r o s o s , a u n q u e al m i s m o t i e m p o les El poder de la palabra es u n t e m a a p a s i o n a n t e . C o n o c e r l or e s u l t a n a veces c o m p l e j o s y algo confusos. H a y i n c l u s o p r a c - me p e r m i t e a y u d a r t e a p r o n u n c i a r las p a l a b r a s a d e c u a d a s e n elticantes" d e P N L ( a l g u n o s c o n m u c h o s a ñ o s d e e x p e r i e n c i a ) m o m e n t o o p o r t u n o , sin n e c e s i d a d d e técnicas formales o d eq u e n o s i e m p r e tienen claro c ó m o encajan estos p a t r o n e s c o n contextos específicos, c o m o p u e d a n ser l o s t í p i c a m e n t e rela-otros c o n c e p t o s d e la P N L . cionados c o n la terapia o el d e b a t e . Confío en q u e disfrutes d e E s m á s , los p a t r o n e s s o n a m e n u d o p r e s e n t a d o s y utiliza- este viaje a la m a g i a del lenguaje y del c a m b i o d e creencias ados en u n m a r c o a d v e r s o , b á s i c a m e n t e c o m o h e r r a m i e n t a p a r a través d e la c o n v e r s a c i ó n .la d i s c u s i ó n y el d e b a t e , l o c u a l les ha c o n f e r i d o c o n el t i e m p ocierta r e p u t a c i ó n d e p o m p o s o s . Algunas d e estas dificultades reflejan s i m p l e m e n t e el p r o p i o ROBERT DILTSdesarrollo histórico d e estos patrones. Los identifiqué y formulé Santa C r u z , Californiaantes d e tener la o p o r t u n i d a d d e explorar con d e t e n i m i e n t o la es- M a y o d e 1999tructura m á s profunda d e las creencias y del c a m b i o d e creencias,así c o m o su relación con otros niveles de c a m b i o y aprendizaje.Desde q u e identifiqué los patrones d e Eí poder de la palabra, h eido desarrollando u n a serie d e técnicas para el cambio de creen-cias, tales c o m o la Reimpronta, el Patrón d e Transformación delFracaso en E n s e ñ a n z a , el Proceso d e Instalación d e Creencias, elMetaespejo y la Integración d e Creencias Enfrentadas (ver Cíian-ging Belief Systems wiih NLP, Dilts, 1990, y Beliefs: Pathwcrys toHealth and Well-Being, Dilts, H a l l b o m y Smith, 1990). Sin e m -* Practitioners, con mayúscula, en el original. Se refiere a una de las categoríasdentro de la formación reglada y certificada en PNL. (N. del T.).
  • La magia del lenguajeEl poder de la palabra trata d e la magia de las palabras y del len-guaje. El lenguaje constituye u n o de los c o m p o n e n t e s fundamen-tales a partir de los cuales construimos nuestros modelos m e n t a -les del m u n d o , y p u e d e ejercer u n a tremenda influencia sobre elmodo en q u e percibimos la realidad y r e s p o n d e m o s ante ella. Ellenguaje verbal constituye u n a característica exclusiva de la es-pecie h u m a n a , siendo considerado c o m o u n o de los principalesfactores que nos distinguen d e las d e m á s criaturas. El gran psi-quiatra Sigmund Freud, p o r ejemplo, opinaba que las palabrasson el i n s t r u m e n t o básico de la conciencia h u m a n a y q u e , comotal, tienen poderes m u y especiales. C o m o él m i s m o expuso: Palabrasy magia fueron al principio una y la misma cosa, e incluso hoy las palabras siguen reteniendo gran parte de su poder mágico. Con ellas podemos darnos unos a otros la mayor felicidad o la más grande de las desesperaciones, con ellas imparte el maestro sus enseñanzas a sus discípulos, con ellas arrastra el orador a quienes le escuchan, determi- nando sus juicios y sus decisiones. Las palabras apelan a las emociones y constituyen, deforma universal, el medio a tra- vés del cual influimos sobre nuestros congéneres. Los p a t r o n e s de E¡ poder de la palabra proceden del estudiodel m o d o en que el lenguaje ha sido y p u e d e ser utilizado parainfluir sobre la vida de las personas. C o n s i d e r e m o s , p o r ejemplo,los casos siguientes:
  • EL PODER DE I,A PALABRA Lenguaje y experiencia 25Una agente de policía de recibe orden de acudir urgente- m e n t e al paciente d u r a n t e u n tiempo, el recién llegado sem e n t e a u n a vivienda para a t e n d e r u n incidente de violencia acerca al j o v e n y le dice:doméstica. Sabe que es precisamente en esta clase d e situa- —Tengo entendido que tienes experiencia como carpintero.ciones en las que más peligra su integridad física. A la gente A lo q u e el otro le responde, s o r p r e n d i d o :n o le gusta que la policía se m e t a en sus a s u n t o s familiares, — B u e n o . . . s í . . . más o m e n o s .sobre todo si se trata de personas violentas e irritadas. Al Entonces el psiquiatra le explica q u e están c o n s t r u y e n d oaproximarse a la vivienda en cuestión, la agente escucha vo- u n a nueva instalación en la sala d e recreo y q u e necesitan aces y chillidos procedentes del interior de aquélla. Un h o m - alguien que sepa manejar la madera.bre está gritando fuertemente y se oye el r u i d o de objetos al —Tu ayuda nos sería d e gran utilidad —prosigue el psi-ser arrojados contra la pared, j u n t o c o n los chillidos de te- quiatra—. Bueno, si es q u e eres d e la clase de persona querror de u n a voz femenina. De r e p e n t e sale volando a través gusta de ayudar a los d e m á s .d e la puerta de entrada u n televisor, que va a estrellarse con- Incapaz de negarse, el paciente decide prestarse al j u e g o .tra el suelo para hacerse añicos ante los pies d e la agente. Se implica en el proyecto y establece n u e v a s amistades conÉsta s e precipita hacia la p u e r t a y c o m i e n z a a golpearla c o n otros pacientes y con los obreros que trabajan en la cons-todas s u s fuerzas. Del interior d e la vivienda surge u n a voz trucción. Finalmente consigue establecer relaciones socialesde t r u e n o que pregunta: normales, dejar el hospital y conseguir u n e m p l e o estable. — ¡ ¿ Q u i é n d e m o n i o s es?! La agente echa una mirada d e reojo a los restos del televi- Un paciente despierta d e la anestesia en la sala de recupera-sor, esparcidos p o r el lugar d o n d e ella estaba tan sólo u n par ción d e u n hospital, tras u n a intervención quirúrgica. El ci-d e s e g u n d o s antes, y r e s p o n d e : rujano va a verlo para informarle del resultado de la opera- —Servicio de reparación de televisores. ción. Medio aturdido a ú n p o r los efectos de la anestesia y en Tras u n o s instantes d e silencio sepulcral, el h o m b r e d e cierta m e d i d a ansioso, el paciente le pregunta al médicod e n t r o estalla en u n a s o n o r a carcajada y abre la puerta, per- c ó m o h a ido la intervención. Éste le r e s p o n d e :m i t i e n d o q u e la a g e n t e haga s u trabajo sin m á s violencia n i — L a m e n t o traer malas noticias. El t u m o r q u e h e m o s ex-enfrentamientos. C o m o m á s tarde c o m e n t a r í a , aquellas tirpado es canceroso.afortunadas palabras le sirvieron a la agente m u c h o m á s Enfrentándose a s u s peores temores, el paciente le pre-q u e meses d e preparación física para el c o m b a t e c u e r p o a gunta:cuerpo. —¿Y ahora qué? A lo q u e el cirujano le responde:U n joven se halla i n t e r n a d o en el ala de psiquiatría de u n — B u e n o , las b u e n a s noticias son que h e m o s extirpadohospital mental, d o n d e está siendo tratado de su creencia d e todo el tumor, en la m e d i d a de lo posible... El resto es aho-ser «Jesucristo». Pasa s u s días sin hacer nada, deambula p o r ra cosa suya.la sala y predica a los d e m á s pacientes, que lo ignoran siste- Espoleado p o r el c o m e n t a r i o del médico, el paciente co-máticamente. Hasta el m o m e n t o , n i los psiquiatras ni l o s mienza a reevaluar su estilo d e vida y las posibles alternati-cuidadores h a n tenido el m e n o r éxito en sus intentos p o r vas. Hace cambios en su dieta y comienza a hacer ejerciciopersuadirle de que a b a n d o n e su ofuscación hasta que, u n c o n regularidad. Reflexionando acerca de lo estresante yb u e n día, llega un n u e v o psiquiatra. Tras observar discreta- poco gratificante q u e ha sido su vida en los años preceden-
  • EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 27 tes a la intervención, se embarca en u n proceso de creci- embargo, t e m e que, habida cuenta de la cantidad d e solici- m i e n t o p e r s o n a l , clarificando sus creencias, s u s valores y su tudes, n o tenga la m e n o r o p o r t u n i d a d d e ser aceptada. Tra- propósito vital. Su vida cambia espectacularmente para me- tando de ser m á s «realista» y d e evitar el desengaño, decidej o r y, años más tarde, se siente feliz, libre de su cáncer y m á s presentar solicitudes ú n i c a m e n t e para otras opciones mássano d e lo que n u n c a antes había estado. modestas. Mientras rellena los formularios, le explica su ra- z o n a m i e n t o a su m a d r e , diciéndole:Un joven q u e ha estado en u n a cena con s u s amigos y se h a —Seguro que esa universidad estará i n u n d a d a de solici-l o m a d o varios vasos de vino, coge su coche para volver a tudes.casa en m e d i o d e la helada n o c h e invernal. Al t o m a r u n a A lo que su m a d r e le responde:curva, se e n c u e n t r a delante d e él con una persona q u e cruza — S i e m p r e hay sitio para alguien b u e n o .la calle. Pisa el freno a fondo, pero el coche patina, golpea al Esta sencilla verdad anima a la j o v e n a m a n d a r también supeatón y éste m u e r e . D u r a n t e semanas el joven se siente pa- solicitud a esa universidad de s u s s u e ñ o s . Para su sorpresa yralizado p o r el desasosiego y la confusión, sabe que ha aca- deleite, es aceptada y acaba convirtiéndose en u n a prestigio-bado con u n a vida y q u e ha destrozado una familia de forma sa consultora.irreparable. Siente q u e el accidente es p o r completo culpasuya. Si n o hubiera bebido tanto, probablemente habría visto Un m u c h a c h o trata desesperadamente d e a p r e n d e r a jugar aantes a aquel peatón y habría p o d i d o responder con mayor béisbol. Quiere estar en el equipo con s u s amigos, pero pa-rapidez y precisión. Sintiéndose cada vez más d e p r i m i d o , rece incapaz d e atrapar bien la pelota y ésta le asusta. A m e -considera incluso la idea d e suicidarse. Su tío va a visitarle y, dida q u e el curso y los e n t r e n a m i e n t o s avanzan, se sienteal ver el lamentable estado del m u c h a c h o , se sienta a su lado cada vez m á s d e s a n i m a d o . Finalmente, le dice a su entrena-y p e r m a n e c e en silencio u n o s m i n u t o s . Luego, colocando su d o r q u e piensa dejarlo p o r q u e se considera u n «mal juga-m a n o sobre el h o m b r o del s o b r i n o , el h o m b r e le dice c o n dor». El h o m b r e le responde:sinceridad y sencillez: — N o hay malos jugadores, tan sólo hay personas que n o — S e a m o s o n o conscientes d e ello, todos c o r r e m o s peli- confían en su capacidad para aprender.gro c o n s t a n t e m e n t e . Poniéndose d e pie frente al chaval, le p o n e la pelota en su De repente, el joven siente c o m o si una nueva luz c o m e n - guante y le pide q u e se la lance. Luego da u n paso atrás y sezara a iluminar su vida. Cambia p o r completo s u s hábitos, la devuelve con suavidad al muchacho. Paso a paso va a u m e n -estudia psicología y se convierte en consejero de víctimas d e tando la distancia entre a m b o s , hasta q u e el chico recibe yc o n d u c t o r e s ebrios y en terapeuta para personas que h a n lanza con seguridad a u n a distancia respetable. I m b u i d o d esido arrestadas p o r c o n d u c i r bajo los efectos del alcohol. De la sensación d e q u e sí p u e d e aprender, el chaval vuelve a en-este m o d o consigue transformarse en u n a fuerza positiva d e trenar hasta convertirse en u n m i e m b r o valioso para sucambio y sanación para la vida d e m u c h a s personas. equipo.Una m u c h a c h a se está p r e p a r a n d o para acceder a la univer- Todos estos ejemplos c o m p a r t e n u n a característica c o m ú n :sidad. Ha barajado diversas opciones, y lo que más le gusta- unas pocas palabras cambian para mejor el curso d e la vida de al-ría sería entrar en la facultad de ciencias empresariales d e guien, convierten alguna creencia limitadora en u n a perspectivauna d e las universidades m á s prestigiosas de su e n t o r n o . Sin más rica, que permite m á s opciones. Ilustran hasta qué p u n t o las
  • 28 EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 29palabras adecuadas en el m o m e n t o o p o r t u n o tienen p o d e r para mer libro, The Structure of Magic ( 1 9 7 5 ) , Richard Bandler y J o h ngenerar efectos poderosos y positivos. Grinder, cofundadores de la PNL, p u g n a b a n p o r definir algunos Por desgracia, también las palabras p u e d e n confundirnos y de los principios ocultos tras la aparente «magia» del lenguaje alimitarnos. Las palabras inadecuadas en el m o m e n t o i n o p o r t u n o la que se refiere Freud:p u e d e n resultar dañinas y destructivas. Este libro trata del poder benéfico o perjudicial d e las pala- Todos los logros de la especie humana, tanto en lo positivobras y de las distinciones que d e t e r m i n a n el tipo de impacto que como en lo negativo, han implicado la utilización del len-esas palabras van a tener, así c o m o d e los patrones de lenguaje a guaje. Como humanos, empleamos el lenguaje de dos for-través de los cuales p o d e m o s transformar afirmaciones perjudi- mas. En primer lugar para representar nuestra experien-ciales en declaraciones positivas. cia, en una actividad que denominamos razonar, pensar, La prestidigitación consiste en el arte d e practicar la «ma- fantasear o ensayar. Cuando utilizamos el lenguaje comogia» a corta distancia, a la vista de todos. Esta clase de magia se sistema de representación, estamos creando un modelo decaracteriza p o r la experiencia «ahora lo ves, ahora n o lo ves». nuestra experiencia. Este modelo del mundo, que hemosPor ejemplo, u n espectador coloca el as de espadas sobre la bara- creado por medio del uso representativo del lenguaje, seja pero, c u a n d o vuelve a mirar la carta, ésta se ha «transforma- basa en nuestras percepciones del mundo, y éstas están, ado» en la reina d e corazones. Los patrones verbales de Eí poder su vez, determinadas en parte por nuestro modelo de repre-de la palabra tienen u n a cualidad «mágica» en cierto m o d o pare- sentación... En segundo lugar, nos servimos del lenguajecida, p u e s t o que consiguen a m e n u d o provocar cambios especta- para comunicarnos unos a otros nuestro modelo o repre-culares, tanto e n la percepción c o m o en las presuposiciones so- sentación del mundo. A esta actividad consistente en la uti-bre las que se basa cada percepción en particular. lización del lenguaje como medio de comunicación la de- nominamos hablar, discutir, escribir; conferenciar o cantar.Lenguaje y Programación Neurolingüística Según Bandler y Grinder, el lenguaje n o s sirve c o m o m e d i o tanto para representar o crear modelos d e nuestra experiencia,El presente estudio se basa en los patrones y las precisiones de la como para c o m u n i c a r n o s acerca de los mismos. En realidad, losProgramación Neurolingüística o PNL. Ésta se o c u p a de la in- griegos antiguos tenían n o m b r e s distintos p a r a cada u n a de estasfluencia q u e el lenguaje tiene sobre nuestra programación men- dos utilizaciones del lenguaje. Empleaban los t é r m i n o rhematal y d e m á s funciones de n u e s t r o sistema nervioso. La PNL trata para referirse a las palabras utilizadas c o m o medio de c o m u n i c a -asimismo del m o d o en q u e nuestra programación mental y nues- ción, y logos para d e n o t a r las palabras relacionadas c o n el pensa-tro sistema nervioso se reflejan tanto en nuestro lenguaje c o m o miento y la c o m p r e n s i ó n . Rhema ( p r | u a ) equivalía a u n a expre-en los patrones lingüísticos que e m p l e a m o s . sión, a «palabras c o m o cosas», mientras q u e logos (koyoo) se La esencia de la Programación Neurolingüística estriba en refería a las palabras relacionadas con la «manifestación d e la ra-que el funcionamiento de nuestro sistema nervioso ( « n e u r o » ) zón». El gran filósofo griego Aristóteles describía c o m o sigue laestá í n t i m a m e n t e vinculado a nuestra capacidad para el lenguaje relación entre palabras y experiencia mental:(«lingüística»). Las estrategias («programas») a través d e las quenos organizamos y c o n d u c i m o s n u e s t r o c o m p o r t a m i e n t o están Las palabras habladas son los símbolos de la experienciaconstruidas sobre patrones neurológicos y verbales. En su pri- mental, mientras que las palabras escritas lo son de las pa-
  • 30 EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 31 labras habladas. Del mismo modo que no todos los hom- simplemente nuestras percepciones: p u e d e en realidad crear o bres tienen la misma escritura, tampoco tienen los mismos modificar esas percepciones. Ello implica u n papel especial y sonidos hablados. Sin embargo, las experiencias mentales particularmente profundo para el lenguaje en el proceso de cam- que ambas expresiones directamente simbolizan son las mis- bio y sanación. mas para todos, del mismo modo que lo son todas las cosas En la filosofía de la Grecia antigua, p o r ejemplo, se conside- de las cuales nuestras experiencias son imágenes. raba que el «íogos» constituía el principio controlador y unifica- dor del universo. Heráclito (540-480 a.C.) definía el «logos» La afirmación aristotélica d e q u e las «palabras» simbolizan como el «principio universal a través del cual todas las cosas es-nuestra «experiencia mental» nos recuerda el concepto de PNL taban interrelacionadas y sucedían todos los acontecimientos na-consistente en que las palabras, tanto habladas c o m o escritas, turales». Para los estoicos, «logos» tía el principio regidor y ge-s o n «estructuras superficiales», transformaciones a su vez de otras nerador, i n m a n e n t e y activo en toda realidad y omnipresente en«estructuras profundas». C o m o resultado d e todo ello, las palabras todo c u a n t o existe. Según Philo —filósofo j u d í o griegoparlante,tienen poder, tanto para reflejar c o m o para moldear las expresio- c o n t e m p o r á n e o d e J e s ú s — , «logos» era el p u n t o intermedio en-nes mentales. Ello las convierte en h e r r a m i e n t a s poderosas para tre la realidad última y el m u n d o perceptible.el p e n s a m i e n t o , así c o m o para otros procesos mentales, tantoconscientes c o m o inconscientes. Accediendo a esas estructurasprofundas subyacentes a las palabras específicas utilizadas p o r Mapa y territoriocualquier persona, p o d r e m o s identificar e influir, al nivel másprofundo, las operaciones mentales que los patrones d e lenguaje La piedra angular, tanto d e El poder de la palabra c o m o del enfo-de esa persona reflejan. que al lenguaje de la PNL, consiste e n el principio de que «el Desde esta perspectiva, el lenguaje n o es tan sólo u n «epife- mapa n o es el territorio». F o r m u l a d o inicialmente por Alfredn ó m e n o » o u n conjunto d e signos arbitrarios p o r medio de los Korzybski (1879-1950), fundador de la Semántica General, re-cuales nos c o m u n i c a m o s acerca d e nuestra experiencia mental, conoce la distinción fundamental entre n u e s t r o s m a p a s del m u n -sino que constituye también una parte crucial de esta m i s m a ex- do y el propio m u n d o . La filosofía del lenguaje de Korzybski haperiencia mental. C o m o señalaran Bandler y Grinder: significado u n a de las influencias más poderosas en el desarrollo de la PNL. La c o m b i n a c i ó n de su trabajo en el área d e la semán- El sistema nervioso, responsable del sistema representacio- tica c o n la teoría sintáctica d e gramática trasformacional de nal del lenguaje, es el mismo sistema nervioso por medio Noam C h o m s k y constituye el núcleo de gran parte del aspecto del cual los humanos producimos todos y cada uno de los «lingüístico» de la Programación Neurolingüística. diferentes modelos del mundo (visual, cinestésico, etc.). En En Science and Sanity (1933), su obra capital, Korzybski afir- cada uno de ambos sistemas actúan los mismos principios ma que el progreso del ser h u m a n o es, en gran medida, una con- estructurales. secuencia de la superior flexibilidad de s u s sistemas nerviosos, capaces de formar y utilizar representaciones simbólicas o mapas. Por consiguiente, en n u e s t r o s sistemas de representación in- El lenguaje, p o r ejemplo, constituye u n tipo de mapa o modeloterna, el lenguaje p u e d e ser paralelo e incluso substituir a las ex- del m u n d o que nos permite resumir o generalizar nuestras expe-periencias y las actividades. U n a i m p o r t a n t e implicación consis- riencias y transmitirlas a otros h u m a n o s , ahorrándoles así la ne-te en q u e «hablar de algo» p u e d e hacer m u c h o más que reflejar cesidad de tener que cometer de nuevo los m i s m o s errores, o d e
  • 32 EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 33reinventar lo que ya ha sido previamente descubierto. Esta clase Korzybski señaló, en 1941, a la «neurolingüística» c o m o área dede capacidad lingüística generalizadora de los h u m a n o s —señala estudio importante en relación con su semántica general.Korzybski— explica la diferencia abismal entre nuestro progreso La PNL postula que todos t e n e m o s nuestra propia visión dely el de los animales, al m i s m o tiempo que su mal uso y s u mala m u n d o , así c o m o q u e esta visión se basa en los m a p a s i n t e r n o scomprensión constituyen también la explicación de nuestros pro- que h e m o s ido c o n s t r u y e n d o a través de n u e s t r o lenguaje y deblemas. Korzybski sugiere que los h u m a n o s necesitan ser ade- nuestros sistemas sensoriales de representación, c o m o resultadoc u a d a m e n t e entrenados en la utilización del lenguaje con el fin de de nuestras experiencias vitales individuales. Son estos «mapasevitar las confusiones y los conflictos innecesarios que surgen lingüísticos» los que determinarán, m á s q u e la propia realidad,d e la confusión entre el «mapa» y el «territorio». cómo interpretaremos el m u n d o que nos rodea, c ó m o reacciona- La ley de individualidad d e Korzybski, p o r ejemplo, declara remos ante él, qué significado extraeremos de nuestras experien-q u e «no hay dos personas, d o s situaciones o d o s etapas d e u n cias y cuál d a r e m o s a n u e s t r o s c o m p o r t a m i e n t o s . C o m o señalaproceso que sean iguales en detalle». Korzybski señala que dis- el Hamlet de Shakespeare: «No hay más bien ni mal que el que elp o n e m o s d e un n u m e r o d e conceptos y palabras m u y inferior al pensamiento construye».de experiencias únicas, lo cual tiende a c o n d u c i r a la identifica- E n The Structure of Magic, Vol. I ( 1 9 7 5 ) , su primer libro, losción o «confusión» entre dos o más situaciones, fenómeno que cofundadores d e la PNL Richard Bandler y J o h n Grinder señala-se conoce en PNL c o m o «generalización» o «ambigüedad». P o r ron que la diferencia entre q u i e n e s r e s p o n d e n eficazmente alejemplo, la palabra «gato» es c o m ú n m e n t e aplicada a millones m u n d o que les rodea y q u i e n e s lo hacen deficientemente está, e nde animales individualmente distintos, al «mismo» animal en di- gran medida, en función de su m o d e l o interno del m u n d o :ferentes etapas de su vida, a n u e s t r a s imágenes mentales, a ilus-traciones y fotografías, a u n a palabra de cuatro letras, o incluso Las personas que responden creativamente y se las arre-metafóricamente (ojos de gata) a las personas. Así p u e s , c u a n d o glan con eficacia... son las que poseen una representaciónalguien utiliza el t é r m i n o «gato», n o está siempre claro si se está o un modelo ricos de su situación, en la que perciben unrefiriendo a un animal d e cuatro patas, a u n a palabra d e cuatro amplio abanico de posibilidades donde elegir su acción.letras, o a u n h o m í n i d o d e dos piernas. Las otras creen tener pocas opciones, ninguna de las cuales Korzybski consideraba i m p o r t a n t e enseñar a las personas el les resulta atractiva... Hemos descubierto que no es que elm o d o de reconocer y trascender s u s hábitos lingüísticos, para mundo sea demasiado limitado para ellas, o que no dis-que p u d i e r a n así comunicarse m á s eficazmente y apreciar mejor pongan de opciones, sino que se bloquean y no pueden verlas características únicas d e s u s experiencias cotidianas. Trató d e las opciones y las posibilidades que se abren ante ellas, de-desarrollar h e r r a m i e n t a s que a y u d a r a n a la gente a evaluar s u s bido a que éstas no encajan en sus modelos del mundo.experiencias, m e n o s p o r las implicaciones d e su lenguaje coti-diano y más p o r las realidades irrepetibles de su situación parti- La distinción de Korzybski entre mapa y territorio implica quecular. El objetivo de Korzybski consistía en estimular a las per- nuestros m o d e l o s mentales de la realidad d e t e r m i n a n , más q u e lasonas a p o s p o n e r s u s reacciones inmediatas y a buscar las propia realidad, el m o d o en que actuaremos. Por consiguiente, escaracterísticas únicas d e la situación j u n t o con interpretaciones importante que e x p a n d a m o s sin cesar n u e s t r o s m a p a s del m u n -alternativas. do. En palabras del gran científico Albert Einstein: «Nuestra for- C o m o ha q u e d a d o dicho, las ideas y los métodos d e Korzybs- ma d e p e n s a r genera problemas que la m i s m a clase d e pensa-ki constituyen una de las bases de la PNL. De hecho, el propio miento n u n c a logrará resolver».
  • 34 EL PODER DE l-A PALABRA Lenguaje y experiencia 35 U n a d e las creencias fundamentales en la PNL consiste en este m o d o , nuestra experiencia constituye la materia prima aque, dada u n a m i s m a realidad, si enriqueces o e x p a n d e s tu m a p a partir de la cual creamos n u e s t r o s propios m a p a s o modelos deldel m u n d o p o d r á s percibir más opciones disponibles. C o m o re- mundo.sultado de ello, actuarás c o n m á s eficacia y m a y o r sabiduría, sea Experiencia sensorial se refiere a la información recibida alo q u e sea lo q u e estés haciendo. U n a d e las misiones prioritarias través de los órganos sensoriales (ojos, oídos, piel, nariz y b o c a ) ,d e la PNL consiste en crear h e r r a m i e n t a s ( c o m o los patrones d e así como al conocimiento del m u n d o e x t e r n o derivado de estaEl poder de la palabra) q u e ayuden a las personas a ampliar y en- información. Los órganos sensoriales constituyen las facultadesriquecer s u s m a p a s i n t e r n o s d e la realidad. Según la PNL, cuan- por las que los h u m a n o s y otros animales perciben el m u n d o queto más extenso y rico sea tu m a p a del m u n d o , más posibilidades les rodea. Cada canal sensorial actúa c o m o u n filtro q u e respon-tendrás para manejar los retos que la realidad te plantee. de a u n rango d e t e r m i n a d o de estímulos (ondas l u m i n o s a s , on- Desde la perspectiva de la PNL, n o hay ningún mapa del das sonoras, contacto físico, etc.), que variará según la especie d em u n d o «verdadero» o «correcto». Cada cual tiene el suyo y nin- que se trate.g u n o es m á s «bueno» o «real» que otro. Lo que sucede es que las A m o d o d e primera interfaz con el m u n d o que nos rodea, lospersonas más eficaces s o n aquellas cuyo mapa del m u n d o les per- sentidos constituyen n u e s t r a s «ventanas al m u n d o » . Toda la in-mite percibir el mayor n ú m e r o posible d e posibilidades y pers- formación d e la que d i s p o n e m o s acerca d e nuestra existencia fí-pectivas. Su forma d e percibir el m u n d o , organizarse y responder sica procede de estas ventanas sensoriales. Por esta razón la PNLante él es m u c h o más rica. valora en extremo la experiencia sensorial y la considera como la fuente primordial de todo nuestro conocimiento acerca del me- dio externo, así c o m o la materia prima fundamental para la c o n s -Experiencia trucción de n u e s t r o s m o d e l o s del m u n d o . El aprendizaje, la co- municación y el m o d e l a d o eficaces h u n d e n p o r igual s u s raícesNuestros m a p a s del m u n d o p u e d e n ser contrastados c o n nuestra en la experiencia sensorial.experiencia del m i s m o . «Experiencia» se refiere aquí al proceso La experiencia sensorial p u e d e ser contrastada c o n otras cla-d e experimentar, sentir y percibir tanto el m u n d o que nos rodea ses de experiencias, c o m o la fantasía o la alucinación, generadasc o m o n u e s t r a s reacciones ante él. Nuestra «experiencia» d e u n a desde el cerebro del individuo en lugar d e percibidas p o r los sen-puesta d e sol, d e u n a discusión o d e u n a s vacaciones está direc- tidos. Además de la experiencia procedente de los sentidos, lost a m e n t e relacionada con nuestra percepción personal d e estos h u m a n o s t e n e m o s también u n a red interna d e información y c o -acontecimientos, así c o m o c o n nuestra participación en los mis- nocimiento, construida a partir d e experiencias generadas inter-m o s . Según la PNL, nuestras experiencias se construyen a partir namente, tales c o m o los «pensamientos», las «creencias», l o sde la información sobre el medio externo que recibimos a través d e «valores» y el sentido d e «sí m i s m o » . Esta red interna de c o n o -los órganos sensoriales, j u n t o con los recuerdos, las fantasías, las cimiento genera otra serie de filtros «internos» q u e enfocan y d i -sensaciones y las emociones asociadas q u e emergen d e n u e s t r o rigen nuestros sentidos y q u e actúan asimismo para eliminar,propio interior. distorsionar y generalizar los datos recibidos a través d e ellos. Utilizamos también el t é r m i n o «experiencia» para referirnos La experiencia sensorial constituye el medio principal p o r elal conocimiento a c u m u l a d o a lo largo de nuestra vida. Toda la c¡ue o b t e n e m o s información nueva acerca d e la realidad, y c o ninformación que nos llega p o r m e d i o d e los s e n t i d o s es constan- e l l a enriquecemos n u e s t r o particular m a p a del m u n d o . A m e n u -temente codificada o envuelta en c o n o c i m i e n t o precedente. De do, el conocimiento previo existente actúa a m o d o d e filtro para
  • 36 EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 37la experiencia sensorial nueva, valiosa en potencia. U n a d e las Teoríasmisiones d e la P N L consiste precisamente en ayudar a las perso- Descripcionesnas a enriquecer la cantidad de experiencia sensorial q u e s o n ca- Interpretacionespaces d e recibir, e n s a n c h a n d o lo que Aldous Huxley d e n o m i n ó«válvula reductora» de la conciencia. Richard Bandler y J o h nGrinder n o se cansaban de encarecer a s u s a l u m n o s q u e «utiliza- Causas Experiencia Significadoran la experiencia sensorial» en lugar d e proyectar o alucinar. De h e c h o , la mayoría d e técnicas d e PNL se basan e n habili-dades d e observación enfocadas a tratar d e maximizar nuestra 1experiencia sensorial directa de cada situación. Según el modelo Estímulo sensoriald e la PNL, el c a m b i o eficaz proviene d e la capacidad para «recu-perar el sentido». Para lograrlo, necesitamos a p r e n d e r antes a Nuestra experiencia es la materia primadejar caer n u e s t r o s filtros i n t e r n o s y o b t e n e r u n a experiencia a partir de la cual creamos nuestros modelos del mundosensorial directa del m u n d o que nos rodea. De h e c h o , u n a d e lashabilidades básicas más i m p o r t a n t e s de la P N L consiste en al- Es nuestra experiencia primaria la q u e aporta vibración,canzar el estado de «alerta». Se trata.de u n estado en el q u e la creatividad y sensación d e singularidad a nuestra vida. Nuestraconciencia sensorial del individuo está concentrada en el m e d i o experiencia primaria es p o r fuerza m u c h o m á s rica y completaexterno, en el «aquí y a h o r a » . El estado d e alerta, j u n t o c o n el que cualquier mapa o descripción que consigamos hacer de ella.a u m e n t o de experiencia sensorial q u e le a c o m p a ñ a , n o s a y u d a n Las personas con éxito y que disfrutan d e la vida tienen la capa-a percibir y disfrutar con m a y o r plenitud la vida y las a b u n d a n - cidad de experimentar directamente más del m u n d o , y n o se li-tes o p o r t u n i d a d e s d e aprendizaje que nos rodean. mitan a diluirlo en los filtros de lo que «deberían» experimentar Así p u e s , nuestra «experiencia» de algo p u e d e ser contrasta- o esperan experimentar.da c o n los «mapas», las «teorías» o las «descripciones» acerca d e Desde la perspectiva d e la PNL, n u e s t r a experiencia subjeti-esa experiencia. La PNL distingue entre experiencia primaria y se- va es nuestra «realidad», y es prioritaria ante cualquier teoría ocundaría. La experiencia «primaria» consiste en la información interpretación c o n ella relacionada. La P N L n o cuestiona la vali-que recibimos y percibimos realmente a través d e los sentidos, dez subjetiva d e las vivencias «fuera de lo corriente» q u e las per-mientras q u e la experiencia «secundaria» trata d e los m a p a s ver- sonas p u e d a n tener, c o m o las experiencias «espirituales» o d ebales y simbólicos que creamos para representar y organizar nues- «vidas pasadas». Las teorías y las interpretaciones relacionadastras experiencias primarias. La experiencia primaria es u n a fun- con las causas o las implicaciones sociales de las experienciasción de nuestras percepciones directas del territorio circundante. podrán ser discutidas y cuestionadas, pero la experiencia en síLa experiencia secundaria deriva de n u e s t r o s m a p a s mentales, d e misma forma i n d u d a b l e m e n t e parte d e los datos esenciales delas descripciones e interpretaciones d e estas percepciones, y está nuestra vida.sujeta p o r lo tanto a eliminación, distorsión y generalización sig- Los procesos y los ejercicios d e la P N L p o n e n el énfasis s o -nificativas. C u a n d o experimentamos algo directamente, n o te- bre la experiencia. Las actividades basadas en la Programaciónn e m o s conciencia ni p e n s a m i e n t o s disociativos acerca de lo q u e Neurolingüística (sobre todo las de d e s c u b r i m i e n t o ) tienden asentimos y experimentamos. «conducir con la experiencia». Una vez en condiciones de expe- rimentar algo directamente, sin la c o n t a m i n a c i ó n de juicios y
  • 38 E L PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 39evaluaciones, n u e s t r a s reflexiones sobre esa experiencia p u e d e n atención sobre la primera parte de la manifestación —el b u e n díaser m u c h o m á s ricas y significativas. que hace h o y — , dejando la otra en s e g u n d o término. C o m o cualquier otro concepto o m o d e l o de PNL, El poder dela palabra n o s ayuda a cobrar conciencia d e los filtros y los ma-pas, susceptibles d e bloquear o distorsionar nuestra experienciadel m u n d o y su potencial. Desde esta nueva conciencia amplia-da de estas limitaciones, p o d e m o s también c o m e n z a r a librarnosd e ellas. El propósito d e los patrones de El poder de la palabra es Hoy hace sol Hoy hace sol Hoy hace solel d e ayudar a la gente a enriquecer s u s perspectivas, a ampliar pero y aunquesus mapas del m u n d o y a restablecer la conexión con su expe- mañana lloverá mañana lloverá mañana lloveráriencia. E n general, los patrones de El poder de la palabra p u e d e n ser Algunas palabras «enmarcan» nuestras experiencias,considerados c o m o «reencuadres verbales», que influyen tanto colocando en primer plano ciertos aspectos de las mismassobre las creencias c o m o sobre los m a p a s mentales a partir d e lasq u e éstas se h a n formado. Los p a t r o n e s d e El poder de la palabra Esta clase d e encuadre y «reencuadre» verbal o c u r r e en t o -operan sobre la base de llevar a la persona a e n c u a d r a r o reen- dos los casos, con i n d e p e n d e n c i a d e cuál sea el contenido que secuadrar s u s percepciones en relación con d e t e r m i n a d a situación expresa. Por ejemplo, las afirmaciones «Hoy m e siento feliz, peroo experiencia, invitándola a « p u n t u a r » s u s experiencias de for- sé que n o d u r a r á » , «Hoy m e siento feliz y sé q u e n o durará» ym a diferente y a a d o p t a r distintas perspectivas. «Hoy m e siento feliz, aunque sé q u e n o d u r a r á » , generan cam- bios de énfasis similares a los de las declaraciones anteriores, re- ferentes a la climatología. Lo m i s m o s u c e d e c o n las expresiones «Deseo alcanzar mi objetivo, pero tengo u n problema», «DeseoCómo el lenguaje encuadra la experiencia alcanzar m i objetivo y tengo u n problema» y «Deseo alcanzar miLas palabras n o tan sólo representan nuestra experiencia, sino objetivo, aunque tengo u n problema».q u e , a m e n u d o , la « e n c u a d r a n » . Y lo h a c e n m o s t r a n d o en primer Cuando alguna estructura se ajusta d e este m o d o a diferentesplano ciertos aspectos d e la experiencia y d e j a n d o otros e n la contenidos, la d e n o m i n a m o s patrón. Algunas personas, p o r ejem-sombra. C o n s i d e r e m o s , p o r ejemplo, palabras conectivas c o m o plo, funcionan con u n patrón habitual que minimiza constante-«pero», «y» o « a u n q u e » . C u a n d o c o n e c t a m o s ideas o experien- mente el lado positivo de su experiencia con la palabra «pero».cias con esta clase d e palabras, enfocamos la atención sobre dis- Esta clase de marco verbal p u e d e influir en gran medida so-tintos aspectos de ellas. C u a n d o u n a persona nos dice q u e «Hoy bre el m o d o en q u e interpretamos afirmaciones y situacioneses u n día soleado, pero m a ñ a n a lloverá», nos m u e v e a centrar concretas y, p o r e n d e , en el m o d o en que r e s p o n d e m o s ante ellas.más nuestra atención sobre la p r e o c u p a c i ó n de la lluvia de ma- Veamos la siguiente afirmación: Puedes lograr lo que te propongasñ a n a q u e sobre el b u e n día q u e hace hoy. Si alguien, en cambio, si estás dispuesto a trabajar duro. Se trata d e u n a creencia s u m a -conecta a m b a s frases c o n la palabra «y» — « H o y luce el sol y ma- mente afirmadora y potenciadora, que conecta dos partes signi-ñ a n a lloverá»—, el resultado queda equilibrado. F i n a l m e n t e , si ficativas de la experiencia e n una relación de causa y efecto: «lo-la palabra conectiva es «aunque» — « H o y luce el sol, aunque ma-ñ a n a lloverá»—, el efecto resultante consiste en centrar nuestra Mi agradecimiento a Teresa Epstein por este ejemplo.
  • El PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experienciagrar lo que te propongas» y «estar dispuesto a trabajar d u r o » . Ejemplo: «He encontrado una solución a mi problema, pero«Lograr lo que te p r o p o n g a s » constituye sin d u d a algo s u m a - seguro que volverá a surgir de nuevo».m e n t e motivador. Sin embargo, eso de «trabajar duro» ya n o estan apetecible. No obstante, al ir u n i d o s a m b o s conceptos c o n 2. Cambia la palabra «pero» p o r « a u n q u e » . Observa hacia«lograr lo que te propongas» en primer lugar, el conjunto gene- d ó n d e se desplaza tu atención.ra u n fuerte s e n t i d o de motivación, que conecta u n s u e ñ o o u n Ejemplo: «He encontrado una solución a mi problema, aun-deseo con los recursos necesarios para convertirlo en realidad. que vuelva a surgir de nuevo». Observa ahora lo q u e s u c e d e si le das la vuelta a la expresióny dices: «Si estás dispuesto a trabajar d u r o , p o d r á s lograr lo quete p r o p o n g a s » . A u n q u e las palabras utilizadas sean las m i s m a s , Esta estructura permite mantener u n centro d e atención p o -su impacto queda de algún m o d o d i s m i n u i d o debido a q u e la sitivo, al m i s m o tiempo que satisface la necesidad de m a n t e n e rdisposición a «trabajar duro» ha sido colocada e n p r i m e r térmi- una perspectiva equilibrada. He descubierto que esta técnica re-n o de la secuencia. El resultado final se parece m á s a un intento sulta particularmente poderosa e n el caso d e personas adictas apara convencer a alguien de que trabaje d u r o , que a u n a afirma- la clase d e p a t r ó n «Sí, p e r o . . . »ción de que podrá «lograr lo q u e se p r o p o n g a » . En esta segundaversión, «lograr lo que se p r o p o n g a » parece más bien u n a even-tual recompensa p o r haber «trabajado d u r o » . En la p r i m e r a afir-mación, en cambio, «trabajar d u r o » quedaba enmarcado c o m ou n recurso i n t e r n o , necesario para «lograr lo que te p r o p o n g a s » .Esta diferencia, a u n q u e sutil, p u e d e ejercer u n p o d e r o s o i m p a c -to sobre el m o d o en q u e el mensaje es recibido y e n t e n d i d o .Reencuadrar con «aunque»Identificar los patrones verbales nos p u e d e p e r m i t i r crear herra-m i e n t a s lingüísticas que n o s ayuden a moldear e influir en el sig-nificado q u e percibimos c o m o resultado de u n a experiencia. Elreencuadre con «aunque» constituye u n b u e n ejemplo. Se tratad e u n patrón que se aplica s i m p l e m e n t e substituyendo la palabra«pero» p o r « a u n q u e » , en cualquier frase en la q u e «pero» dis-minuya o minusvalore algún aspecto positivo de la experiencia. Prueba con los siguientes pasos: 1. Identifica alguna afirmación en la que u n a experiencia positiva quede perjudicada por la palabra «pero».
  • Marcos y reencuadres
  • MarcosPor «Marco» o encuadre psicológico se entiende el foco de aten-ción general o la dirección q u e proporciona u n a línea maestrapara los p e n s a m i e n t o s y las acciones d u r a n t e u n a interacción. Eneste sentido, los marcos se refieren al contexto cognitivo que en-vuelve d e t e r m i n a d o suceso o experiencia. C o m o el propio térmi-no indica, el «marco» establece el perímetro y los límites a losque se circunscribe determinada interacción. Los marcos sueleninfluir tanto sobre el m o d o en que percibimos experiencias yacontecimientos concretos, c o m o sobre la forma en que respon-demos a ellos, en la medida e n que sirven para « p u n t u a r » esasexperiencias y dirigir nuestra atención. U n recuerdo doloroso,por ejemplo, p u e d e aplastarnos y absorber toda nuestra atenciónen el marco temporal breve d e los cinco m i n u t o s siguientes alacontecimiento. Sin e m b a r g o , esta misma experiencia dolorosatal vez se n o s antoje incluso trivial al contemplarla desde la pers-pectiva de toda u n a vida. Los marcos contribuyen asimismo a laeficacia de las interacciones, e n la medida en que d e t e r m i n a nqué información y cuáles cuestiones q u e d a n d e n t r o o fuera delpropósito d e la interacción. El «marco temporal» constituye u n ejemplo c o m ú n d e e n -cuadre. Por ejemplo, p r e d e t e r m i n a r u n marco temporal de diezminutos para u n a r e u n i ó n o u n ejercicio influirá en gran m a n e r asobre lo q u e estos acontecimientos p u e d a n dar d e sí. Determina-rá d ó n d e p o n d r á n su atención las personas implicadas, qué te-mas y qué cuestiones considerarán apropiado incluir en la inte-racción y qué cantidad d e esfuerzo aplicarán en ella. Un marcotemporal de u n a o de tres horas para el m i s m o acontecimientogenerará dinámicas c o m p l e t a m e n t e distintas. Los marcos t e m p o -
  • E l . PODER DE 1A PALABRA Marcos _ reencuadres y 47rales breves tienden a centrar la atención de los implicados en la Marco-objetivo Marco-problematarea, mientras q u e otros más dilatados abren la posibilidad d eprestar también atención a las relaciones interpersonales. Si se fija ¿Qué es lo q u e quieres? ¿Qué es lo que está mal?para u n a reunión u n marco temporal d e quince m i n u t o s , lo más ¿Cómo p u e d e s conseguirlo? ¿Por q u é es eso u n problema?probable es que las personas convocadas entiendan que se trata ¿Cuáles son los recursos ¿Qué lo causó?de u n encuentro orientado a la tarea, más que de u n a sesión abier- disponibles? ¿Quién es responsable deta y exploratoria dedicada a u n «bombardeo» de ideas. ello? Entre los «marcos» más habituales en PNL se c u e n t a n el del«objetivo», el « c o m o si» y el d e «enseñanza frente a fracaso». El Comparación entre marco-objetivo y marco-problemaénfasis básico del marco-objetivo, p o r ejemplo, consiste en cen-trar y m a n t e n e r la atención en el objetivo o en el estado desea La aplicación del marco-objetivo implica tácticas c o m odos. Establecer esta clase de marco implica evaluar cualquier ac- transformar las afirmaciones de problemas en afirmaciones d etividad o información con referencia a su importancia para el objetivos, o reencuadrar descripciones formuladas negativamen-logro de d e t e r m i n a d o objetivo o estado. te en otras expresadas en términos positivos. Desde la perspecti- va de la PNL, p o r ejemplo, t o d o s los p r o b l e m a s p u e d e n ser per- cibidos de n u e v o c o m o desafíos u «oportunidades» de cambio, Temas que están crecimiento o aprendizaje. Visto d e este m o d o , t o d o «problema» Temas que están «fuera» del marco comporta objetivos apetecibles. Si alguien nos dice: «Mi proble- «dentro» del marco ma es que m e da m i e d o fracasar», p o d e m o s a s u m i r q u e hay ahí un objetivo implícito que consiste en «tener la seguridad de que voy a triunfar». De forma parecida, si el p r o b l e m a es q u e «caen Marco los beneficios», p o d e m o s d e d u c i r q u e el objetivo correspondien- por ejemplo, te es el d e « a u m e n t a r los beneficios». un marco de «objetivo» Es m u y frecuente q u e las personas formulen s u s objetivos Los marcos dirigen la atención e influyen sobre de forma negativa: «Deseo evitar las situaciones embarazosas», el modo en que los acontecimientos son interpretados «Quiero dejar d e fumar», «A ver si me libro de esta interferen- cia», etc. Con ello, lo que se consigue es centrar la atención en el Un marco-objetivo puede ser provechosamente contrasta problema y, paradójicamente, generar sugerencias implícitas en c o n u n marco-problema. El segundo p o n e el énfasis sobre «lo q relación con el estado-problema. Pensar «No quiero sentirme tan está mal» o «lo n o deseado», en oposición a «lo deseado» o « asustado» c o m p o r t a realmente la sugestión d e «estar asustado» como parte del propio p e n s a m i e n t o . M a n t e n e r u n marco-objeti- q u e q u e r e m o s » . El marco-problema conduce a centrar la atenci v ° implicaría formular p r e g u n t a s c o m o : «¿Qué es lo que quie- sobre los síntomas indeseables y la búsqueda de las causas que 1 * «Si n o estuvieras tan asustado, ¿qué es lo que sentirías r e s 0 provocan, mientras q u e el marco-objetivo n o s invita a pensar entonces?» los objetivos y los efectos deseados, así c o m o en los recursos cesarios para alcanzarlos. Por consiguiente, el marco-objetivo n Aunque sea importante examinar los síntomas y s u s causas mueve a m a n t e n e r n o s con la atención puesta en las solucio como p a n e de la resolución eficaz d e p r o b l e m a s , asimismo es orientados hacia las posibilidades positivas del futuro. a p o r t a n t e hacerlo d e n t r o d e u n c o n t e x t o orientado hacia la o b -
  • 48 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 49tención del estado deseado, d e lo contrario, el análisis de los sín- Cambio de objetivostomas y s u s causas n o c o n d u c i r á a n i n g u n a solución. C u a n d o elobjetivo o el estado deseado constituyen el foco d e la recogida d e Se ha señalado, a mi e n t e n d e r acertadamente, q u e «el propósitoinformación a m e n u d o surgen las soluciones, incluso sin haber dirige la actividad». En consecuencia, u n objetivo concreto creallegado a c o m p r e n d e r p l e n a m e n t e el estado-problema. un tipo de marco q u e , a su vez, d e t e r m i n a lo que se percibe c o m o Otros «marcos» de la PNL o p e r a n d e forma parecida. El foco relevante, exitoso y situado «dentro del m a r c o » , y lo que se con-del marco « c o m o si» consiste en actuar « c o m o si» ya se hubiera sidera irrelevante, inútil y «fuera del marco». En u n a sesión dealcanzado el objetivo o el estado deseados. El m a r c o d e «ense- bombardeo d e ideas, u n a brainstorming, p o r ejemplo, el objetivoñanza frente a fracaso» centra la atención sobre el m o d o en que consiste en conseguir q u e afloren ideas «nuevas y singulares».lo q u e aparece c o m o problemas, síntomas o errores, sea inter Utilizar analogías p o c o habituales, contar chistes atrevidos, for-pretado c o m o enseñanzas, c o m o información acerca d e las co- mular preguntas a p a r e n t e m e n t e tontas y c o m p o r t a r s e de u nrrecciones necesarias para alcanzar ese objetivo deseado, más modo u n tanto «extraño» s o n actividades relevantes y positivasq u e c o m o u n fracaso. en ese contexto concreto. Señalar soluciones y políticas ya exis- Tal vez el objetivo más fundamental de la aplicación de 1 tentes c o m o «la respuesta correcta», o evaluar si algo de lo quepatrones verbales de El poder de la palabra consista en ayudar se dice es o n o «realista» resultaría, en cambio, inadecuado y es-las personas a cambiar su perspectiva 1) de u n marco-proble téril en ese m i s m o contexto.a u n marco-objetivo; 2) d e u n marco-fracaso a u n marco-reali Por otro lado si, en lugar d e u n b o m b a r d e o de ideas se tratam e n t a c i ó n , y 3) de u n marco-imposibilidad a u n marco «com de la fase final de las negociaciones con u n cliente clave, el obje-si». Los ejemplos de la agente d e policía, del psiquiatra, del ciru tivo consistirá p r o b a b l e m e n t e en «establecer y alcanzar u n con-j a n o , del entrenador, etc., q u e h e m o s visto al principio d e este li senso sobre las prioridades para la culminación y entrega d e de- bro s o n casos ilustrativos d e cambio del marco desde el q u e e terminado p r o d u c t o o servicio». C o n respecto a ese objetivo, percibida cada u n a d e las situaciones descritas. El psiquiatra, parece m e n o s probable que utilizar analogías poco habituales, cirujano, el tío, la madre o el e n t r e n a d o r a y u d a r o n a cambiar l contar chistes atrevidos, formular preguntas a p a r e n t e m e n t e ton- percepción de u n a situación que estaba siendo e x p e r i m e n t a d tas y comportarse de u n m o d o u n tanto «extraño», sea percibido c o m o u n «problema» o u n «fracaso», ubicándola d e n t r o de u como relevante y útil, a m e n o s , p o r s u p u e s t o , que la r e u n i ó n se marco de objetivo o d e enseñanza. La atención p u d o e n t o n e " haya estancado e n u n estado q u e requiera p a r a s u superación u n desplazarse del «problema» al «objetivo», abriendo nuevas p o poco de b o m b a r d e o de ideas. bilidades. (Incluso al identificarse c o m o m i e m b r o del «servici De forma parecida, c o m p o r t a m i e n t o s diferentes serán perci- de reparación d e televisores», la agente de policía nos ofrecía u bidos como más relevantes y útiles para « c o n o c e r n o s mejor» q u e forma metafórica d e c a m b i o a u n marco-objetivo y d e enseñan para «cumplir con u n plazo i n m i n e n t e » . De este m o d o , cambiar za, al p o n e r el énfasis en «reparar», algo preferible a «libra el objetivo que constituye el foco de la atención con relación a de» lo que n o se quiere.) e r m i n a d a situación o interacción alterará n u e s t r o s juicios y c, nuestras percepciones acerca de lo que resulta o n o relevante y sig- cativo P a r a contexto concreto. e s e El patrón de El poder de la palabra d e n o m i n a d o Otro objetivo P ca formular u n a afirmación q u e traslade la atención de los t o r e s a u n objetivo distinto del p r o p u e s t o en principio o i m - ac
  • "»0 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 51plícitamenie a s u m i d o por d e t e r m i n a d o juicio o generalización. que venga, podras enfrentarte a ello, manejarlo... e inclu-El propósito de este patrón consiste en cuestionar (o reforzar) la so disfrutar haciéndolo. También es una buena enseñanzarelevancia d e ese j u i c i o o generalización. encontrarte frente a una situación que no puedes manejar S u p o n g a m o s , p o r ejemplo, q u e u n participante en u n semi- y, al reflexionar sobre ello más tarde, darte cuenta de quenario o en u n taller ha realizado u n ejercicio y se siente frustra- esa enseñanza te resultó útil en muchas, muchas formasd o p o r q u e «no ha obtenido los resultados esperados». Suele su- distintas. Te permitió medir tus fuerzas. También te permi-ceder que las personas se sientan asi por haberse fijado c o n tió descubrir las áreas en las que necesitabas emplear másanterioridad el objetivo de «hacerlo lodo perfecto». En este caso, afondo la seguridad en ti mismo, sacar más de tu potencialresulta adecuada u n a generalización del tipo « n o lograr los re- interior... Reaccionar ante lo bueno y lo malo y manejarsultados apetecidos significa q u e has h e c h o algo mal o que a ú n ambas cosas adecuadamente: ahí es donde reside el verda-n o eres lo suficientemente c o m p e t e n t e » . Sin embargo, si cambia- dero gozo de vivir.m o s el objetivo d e ese ejercicio d e «hacerlo todo bien» a «explo-rar», «aprender» o «descubrir algo n u e v o » , c o n s e g u i r e m o s alte- La declaración d e Erickson constituye u n ejemplo d e aplica-rar en lo fundamental el m o d o d e plantearse e interpretar las ción del patrón Otro objetivo d e El poder de la palabra. Su co-experiencias q u e vayan surgiendo a lo largo de la realización del mentario transforma lo que podría haber sido considerado c o m oejercicio. Lo que sería un fracaso en relación con «hacerlo todo un «fracaso» en relación con d e t e r m i n a d o objetivo (manejar laperfecto», se convierte en u n éxito c u a n d o de lo que se trata es situación) en u n a enseñanza en relación con otro objetivo dife-de «descubrir algo n u e v o » . rente («reaccionar ante lo b u e n o y lo malo y manejar a m b a s c o - Aplicar e n este caso el p a t r ó n Otro objetivo implicaría decir- sas a d e c u a d a m e n t e » ) .le al participante: «El resultado del ejercicio n o consiste e n de-mostrar que ya sabes hacerlo a la perfección, sino en a p r e n d e ralgo nuevo. Al reflexionar sobre la experiencia, ¿qué nuevas en-señanzas has descubierto?» U n principio parecido opera con relación a todas nuestrasexperiencias vitales. Si evaluamos nuestra respuesta ante u n a si-tuación complicada con relación al objetivo d e «sentirnos c ó m o - Manejar la situacióndos y seguros», es m u y probable que nos parezca que h e m o s fra-casado estrepitosamente; sin embargo, si percibimos esa mismasituación bajo el prisma del objetivo d e «hacernos más fuertes»,tal vez d e s c u b r a m o s que h e m o s tenido u n éxito s o r p r e n d e n t e . Veamos la siguiente afirmación, formulada p o r el famoso Reaccionar a n t e lo b u e n o y lo m a l opsiquiatra e h i p n o t e r a p e u t a Milton H. Erickson, que n o es otro y m a n e j a r a m b a s cosas a d e c u a d a m e n t eque el que solucionó el p r o b l e m a del j o v e n que creía ser Jesu-cristo en n u e s t r o ejemplo del Capítulo 1: Cambiar el objetivo modifica el marco Es importante tener un sentido de seguridad, la sensación de lo que se considera relevante y exitoso de estar preparado, el conocimiento pleno de que, venga lo
  • 52 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 53 Ensaya en ti mismo este patrón: 4. ¿Qué otro objetivo podrías añadir a — o cambiar por— tu objetivo actual, que hiciera parecer menos relevante la 1. Piensa e n una situación en la que te sientas atascado, generalización o el juicio negativo, o te ayudara a ver las frustrado o fracasado. consecuencias de la situación presente c o m o una ense- ñanza en lugar de un fracaso?Situación:. Objetivo(s) alternativo(s): Por ejemplo: Pienso que esa persona se está aprovechando de mi, pero no me creo capaz de decírselo abiertamente. Por ejemplo: Aprender a actuar conmigo mismo y con los demás con congruencia, sabiduría y compasión. 2. ¿Cuál e s la generalización o el juicio negativo que has he- cho (sobre ti mismo o sobre los demás) con respecto a Desde la perspectiva de la PNL, cambiar a otro objetivo sir- esa situación? ¿Qué objetivo u objetivos están implícitos ve para «reencuadrar» nuestra percepción de la experiencia. El en ese juicio o en esa generalización? «reencuadre» se considera en PNL c o m o uno de los procesos cruciales para el cambio. También constituye el mecanismo pri-Juicio:. mario de El poder de la palabra. Por ejemplo: No decir abiertamente lo que siento significa que soy un cobarde. ReencuadreObjetivo(s):. Por ejemplo: Conseguir decir abiertamente lo que pienso. Ser Reencuadrar implica ayudar a las personas a reinterpretar pro- fuerte y valiente. blemas y a encontrar soluciones, por medio de la substitución del marco en el que esos problemas son percibidos. Reencuadrar 3. Explora el impacto que tendría sobre tu percepción de significa literalmente poner un marco nuevo alrededor de una esa situación si pensaras también en ella en relación con imagen o experiencia. Desde el punto de vista de la psicología, otros objetivos posibles, por ejemplo, seguridad, apren- «reencuadrar» algo significa transformar su significado colocán- dizaje, exploración, autodescubrimiento, respeto por ti dolo dentro de un marco o contexto distinto de aquel en el que mismo y por los demás, actuar con integridad, sanación, ha sido percibido inicialmente. crecimiento, etc. El marco alrededor de una imagen constituye una buena Por ejemplo, si cambiaras el objetivo a «tratarme a mí metáfora para ayudar a comprender el concepto y el proceso de mismo y a los demás con respeto» o «tratar a los demás reencuadre. La información que podamos tener de la imagen va- c o m o me gustaría ser tratado», considerarte un «cobar- riará según la parte de ella que quede dentro del marco, con lo de» por n o hablar abiertamente ya n o te parecería una ge- que nuestra percepción del significado de esa imagen también neralización tan relevante o apropiada. será distinta. Por ejemplo, un fotógrafo o un pintor que estén re- produciendo un paisaje pueden enmarcar tan sólo un árbol o,
  • 54 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 55p o r el contrario, incluir d e n t r o del marco todo u n p r a d o con s u s pliar el marco y producir c o n ello la segunda imagen, nos perca- árboles, sus animales y tal vez un riachuelo o u n estanque. Ello tamos de i n m e d i a t o de que n o s hallamos ante u n a situación dis-d e t e r m i n a r á m á s tarde lo que el espectador verá del paisaje ori- tinta. El p r i m e r pez n o es ya simplemente «un p e z » , sino que seginal. También p u e d e suceder q u e el c o m p r a d o r del c u a d r o o d e ha convertido e n «un pez p e q u e ñ o q u e va a ser c o m i d o p o r otro la fotografía decida cambiar el marco p o r otro q u e se adapte m e - mayor».j o r a la decoración d e la habitación concreta d o n d e lo va a colgar. Parece que el pez p e q u e ñ o n o se da cuenta de la situación, De forma parecida, en la medida en q u e d e t e r m i n a n lo q u e de la que nosotros sí p o d e m o s percatarnos gracias a nuestra pers- «vemos» y percibimos d e d e t e r m i n a d a experiencia o situación, pectiva de «marco más grande». P o d e m o s sentirnos alarmados e los marcos psicológicos influyen sobre el m o d o en que las expe- inquietos p o r el pez p e q u e ñ o , o aceptar en c a m b i o que el pez r i m e n t a m o s e interpretamos. A m o d o d e ejemplo, observa la si- grande se tiene que c o m e r al p e q u e ñ o para sobrevivir. guiente imagen: Observa ahora lo que s u c e d e c u a n d o «reencuadramos» d e nuevo la situación a m p l i a n d o a ú n más nuestra perspectiva. Marco pequeño Mira lo q u e sucede ahora al ampliar el marco. Observa quetu experiencia y tu c o m p r e n s i ó n de la situación se e n s a n c h a npara dar cabida a u n a nueva perspectiva. Marco aún más grande He aquí que n o s e n c o n t r a m o s d e n u e v o ante otra perspecti- va y otro significado c o m p l e t a m e n t e diferentes. Al cambiar el ta- maño del marco, nos d a m o s cuenta de q u e el pez p e q u e ñ o n o es el único que corre peligro. El pez g r a n d e también va a ser comi- do por otro a ú n mayor. En su lucha p o r la supervivencia, el pez grande se ha c o n c e n t r a d o tanto en comerse al p e q u e ñ o q u e n o se da cuenta d e la amenaza del otro pez m u c h o mayor. La situación aquí descrita, j u n t o con los n u e v o s niveles de conciencia que derivan de reencuadrar nuestra perspectiva d e la Marco más grande situación, constituyen u n a buena metáfora tanto para el proceso como el propósito del reencuadre psicológico. C o n demasiada La primera imagen n o tiene demasiado significado p o r sí frecuencia, las p e r s o n a s acaban en la posición del pez p e q u e ñ o ,misma. Se trata s i m p l e m e n t e de algún pez. Sin embargo, al a m - i n o r a n t e s d e alguna amenaza i n m i n e n t e , o del m e d i a n o , tan
  • Marcos y reencuadres 5756 EL PODER DE LA PALABRAconcentradas en conseguir tal o cual objetivo que no se percatan da a esa persona que se trata de un proceso que lleva evolucio-de la crisis que se les viene encima. En el caso del pez mediano, nando millones de años a través de millones de mujeres, tal vezla paradoja consiste en que está tan absorto en un comporta- la ayude a sentir más confianza y menos miedo por lo que estámiento específico relacionado con s u supervivencia que la pone ocurriendo dentro de su cuerpo.en peligro de otro modo. Reencuadrar nos permite ver la «ima- Observa que el proceso de cambio del tamaño del marco esgen mayor», de modo que podamos implementar opciones y ac- distinto del de cambio de objetivo. Una persona puede mantenerciones más apropiadas. el mismo objetivo («sanación», «seguridad», etc.) y cambiar al En PNL, reencuadrar implica colocar un nuevo marco men- mismo tiempo el tamaño del marco dentro del que evalúa su pro-tal e n torno al contenido de una experiencia o situación, expan- greso hacia ese objetivo. Los síntomas específicos de una enfer-diendo nuestra percepción de la misma de modo que pueda ser medad, por ejemplo, pueden ser considerados c o m o «no saluda-manejada con más recursos y sabiduría. bles» en el marco de sus consecuencias inmediatas, pero también como un proceso de «limpieza» o de inmunización en relación con sus consecuencias a largo plazo. El campo de la homeopatía, por ejemplo, se basa en la premisa de que pequeñas cantidadesCambiar el tamaño del marco de una substancia tóxica producen inmunidad ante la misma a largo plazo.El patrón de Cambio de tamaño del marco de El poder de la pala-bra aplica directamente este principio a nuestras percepciones de De forma parecida, lo que podría parecer algo «seguro» aalguna situación o experiencia. Este patrón supone reevaluar (o re- corto plazo, puede situar a quien lo hace en grave peligro en unforzar) la implicación de determinada acción, generalización o plazo más amplio.juicio en el contexto de un marco temporal más largo (o más cor- El cambio del tamaño del marco está relacionado con la am-to), de un número de participantes mayor (o desde el punto de plitud o la extensión de la perspectiva que tomamos, e n relaciónvista individual) o de una perspectiva mayor o menor. Por ejem- con el objetivo concreto que estamos considerando dentro de eseplo, un acontecimiento que nos parezca insoportablemente do- marco. En la película Cabaret podemos ver un buen ejemplo deloroso considerado a la luz de nuestros propios deseos y expec- este cambio de tamaño del marco. En una escena del film la cá- tativas, puede de repente parecemos trivial si lo comparamos mara nos muestra un primer plano del rostro angelical de uncon los sufrimientos de otras personas. adolescente que canta con su hermosa voz. La imagen parece dulce y completa. Sin embargo, a medida que la cámara retroce- Los espectadores de un acontecimiento deportivo pueden de, vemos primero que el muchacho viste un uniforme militar,volverse locos si su equipo gana o pierde determinado partido, o luego vemos que lleva un brazalete con la esvástica. Cuando elsi tal o cual jugador lo hace excepcionalmente bien o m u y mal. tamaño del marco se hace lo suficientemente grande, nos damosSin embargo, al considerar años más tarde el acontecimiento con cuenta de que el cantor está en medio de una gigantesca marcharespecto al contexto mayor de sus vidas personales, aquel mismo nazi. El significado y el sentimiento transmitidos por la imagensuceso les parecerá del todo insignificante. cambian radicalmente, según las informaciones que acompañan Una acción que resulte aceptable si la hace una sola persona, d a cambio de tamaño del marco. c apuede resultar destructiva y dañina si la hace un grupo de perso-nas. Con el uso del lenguaje podemos lograr cambios parecidos. Dar a luz suele ser una experiencia intensa y sobrecogedora Expresiones tales c o m o «viendo el asunto desde una perspectiva mayor», «considerando las implicaciones a largo plazo» o «porpara quien la vive por primera vez. Sin embargo, si se le recuer-
  • 58 El. PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 59m u c h a s generaciones», p u e d e n influir directamente sobre el ta- Situación:m a ñ o del marco que aplicamos para percibir la situación, elacontecimiento o el objetivo. El t a m a ñ o del marco p u e d e tam- 2. ¿Cuál es el marco actual desde el q u e estás viendo esta si-bién ser modificado m e d i a n t e la inclusión de palabras q u e pre- tuación? (Por ejemplo, resultados inmediatos, conse-s u p o n g a n u n m a r c o mayor. Decir algo así c o m o «hace u n o s diez cuencias a largo plazo, individuo, g r u p o , c o m u n i d a d , pa-años» o «en los p r ó x i m o s siglos» invita, d e m o d o natural, a p e n - sado, futuro, acontecimiento específico, sistema global,sar en términos d e d e t e r m i n a d o marco temporal. adulto, n i ñ o , etc.) Considera los cambios d e t a m a ñ o del marco en las siguien-tes estrofas d e u n a canción d e c u n a tradicional escocesa: Marco actual: Le di a mi amor u n a cereza sin cuesco 3. Cambia el t a m a ñ o del marco e n s a n c h á n d o l o para abarcar Le di a m i a m o r u n a gallina sin h u e s o s c o n él más t i e m p o , más personas, u n sistema mayor, etc. Le di a mi amor u n bebé sin llanto Luego estréchalo hasta que se centre en u n individuo es- pecífico, en u n lapso d e tiempo limitado, en u n solo ¿Cómo p u e d e haber u n a cereza sin cuesco? a c o n t e c i m i e n t o , etc. Observa c ó m o cambia todo esto tus ¿Cómo p u e d e haber u n a gallina sin huesos? percepciones y t u s evaluaciones c o n respecto a esa situa- ¿Cómo p u e d e haber u n bebé sin llanto? ción. Algo q u e parece u n fracaso a corto plazo se ve a m e - . . . . . . . • n u d o c o m o u n paso necesario para el éxito a largo plazo. C u a n d o la cereza florece, n o tiene cuesco (Por ejemplo, darte cuenta d e q u e t u s esfuerzos s o n algo C u a n d o la gallina es u n h u e v o , n o tiene h u e s o s por lo q u e m u c h a s personas tienen q u e pasar alguna vez, C u a n d o el bebé d u e r m e , n o llora p u e d e ayudarte a que se te hagan m e n o s pesados.) La solución a las dos primeras estrofas requiere q u e amplie- 4. ¿Cuál sería el marco temporal (más largo o m á s corlo), elm o s nuestro marco d e percepción a los ciclos vitales de la cereza n ú m e r o d e personas (mayor o m e n o r ) , o la m a y o r o m e -y la gallina. La solución a la tercera estrofa requiere q u e vayamos n o r perspectiva q u e cambiarían tu juicio o tu generaliza-e n la dirección opuesta, q u e estrechemos nuestra percepción a ción acerca d e esa situación, para q u e fueran algo m á speríodos concretos del ciclo cotidiano el bebé. Los t é r m i n o s positivo?«florece», «huevo» y « d u e r m e » nos c o n d u c e n d e forma n a t u r a la este cambio e n la percepción. N u e v o marco: El t a m a ñ o del marco que estamos c o n s i d e r a n d o d e t e r m i n aen gran medida el significado y la importancia que seremos ca- Los p a t r o n e s de Cambio de tamaño del marco y d e Otro obje-paces d e percibir, p o r lo que p u e d e ser u n a cuestión d e s u m a im- tivo de El poder de la palabra s o n ejemplos de lo q u e en P N L seportancia e n relación con la resolución eficaz de problemas. conoce c o m o reencuadre de contexto y d e contenido. Prueba tú mismo este patrón practicando los pasos siguientes: 1. Piensa en alguna situación q u e j u z g u e s difícil, desagra- dable o d e algún m o d o dolorosa.
  • 0>O EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 61Reencuadrar el contexto mientos problemáticos. El sentimiento de culpa produce a me- nudo una especie de «respuesta de polaridad» que, en realidad,Reencuadrar el contexto tiene que ver con el hecho de que de- sirve más para estimular que para inhibir el comportamiento noterminada experiencia, conducta o acontecimiento pueden tener deseado. Percibir los efectos positivos, en un contexto determi-distintas implicaciones, según el contexto en el que se produz- nado, del comportamiento de su hijo, ayudará a la madre delcan. La lluvia, por ejemplo, puede ser percibida como un acon- ejemplo anterior a situarse en una mejor «metaposición» con re-tecimiento extremadamente positivo por un grupo de personas lación a ese comportamiento, y así comenzará a comunicarse deque hayan estado padeciendo una sequía severa, pero como algo forma más útil con él acerca de ese comportamiento dentro delmuy negativo para otro grupo que se encuentre en medio de contexto en el que se está produciendo.unas inundaciones, o que tuviera prevista una boda al aire libre. Ver que su comportamiento es validado como útil en deter-En sí misma, la lluvia no es ni «buena» ni «mala». El juicio que minado contexto, en lugar de sentirse sólo atacado y criticado,cada cual se haga de ella estará relacionado con las consecuen- permite asimismo al hijo percibir ese comportamiento desde unacias que provoque en un contexto determinado. perspectiva distinta, en lugar de tener que estar constantemente Según Leslie Cameron-Bandler (1978, p. 131), el reencuadre a la defensiva. Como paso siguiente, la madre y el hijo puedencontextual en PNL «acepta que todo comportamiento es útil en al- trabajar conjuntamente para tratar de establecer la intención po-gún contexto». El propósito del reencuadre contextual consiste sitiva y los beneficios relacionados con la conducta del chaval enen cambiar la respuesta interna negativa de la persona ante deter- la escuela, buscando juntos alternativas más apropiadas.minado comportamiento, resaltando la utilidad de éste en algu- Cambiar el tamaño del marco desde el que estamos perci-nos contextos. Ello nos permite ver el comportamiento simple- biendo algún acontecimiento constituye claramente un mediomente como lo que es, «un comportamiento» (como la lluvia), para percibirlo dentro de un contexto diferente.con lo cual podemos centrar nuestra atención en las cuestionesrelacionadas con el contexto mayor, por ejemplo, en lugar demaldecir la lluvia cuando nos inunda, aprender a crear sistemas Reencuadrar el contenidode drenaje más eficaces. C o m o ejemplo, imaginemos que una madre está preocupada En lugar de cambiar de contexto, el reencuadre de contenido com-porque su hijo adolescente se mete constantemente en peleas en porta alterar nuestra perspectiva o nuestro nivel de percepciónla escuela. Reencuadrar el contexto implicaría preguntar algo así respecto a determinado comportamiento o situación. Imagine-como: «¿No es agradable saber que su hijo podría proteger a su¡ mos, por ejemplo, un campo de hierba vacío. Para un agricultor,hermana pequeña, si alguien la molestara en su camino de vueK ese campo es una oportunidad para cultivar. Para un arquitecto,ta a casa desde la escuela?» Eso puede ayudar a la madre a cam- un espacio en el que construir una casa de ensueño. Para una pa-biar su percepción del comportamiento del hijo y verlo desde reja joven, un lugar ideal para un picnic. Para un piloto de avio-una perspectiva más amplia. En lugar de sentirse irritada y aver- neta al que se le está acabando el combustible, una oportunidadgonzada, tal vez pueda apreciar el comportamiento de su hijo Para aterrizar con garantías. Y así sucesivamente. Un mismo con-como útil en determinado contexto, estando así en condiciones texto (el «campo») es percibido de formas diferentes según lade poder responder de forma más constructiva. perspectiva y la «intención» del observador. Ése es claramente el En lugar de acabar con ellos, las respuestas negativas consi- mecanismo subyacente en el patrón de reencuadre de contenido guen a menudo mantener, e incluso aumentar, los comporta- d e El poder de la palabra.
  • 62 EL PODER DE LA PAIABRA Marcos y reencuadres 65 Utilizando c o m o ejemplo u n a imagen física, u n m o d o de mi- que la función d e u n b u e n crítico consiste en detectar lo que lerar u n cuadro o u n a fotografía de forma diferente consiste e n falta a u n a idea o u n plan para evitar problemas, así c o m o q u e«reencuadrarlo» t o m a n d o en consideración la intención del ar- quedaba claro que su padre estaba en la posición d e «crítico» entista o del fotógrafo al crear la imagen. ¿Qué respuesta trataba de relación c o n los s u e ñ o s de su hijo. También le explicó los pro-suscitar en el espectador? ¿Qué emociones trataba d e c o m u n i - blemas que p u e d e n presentarse entre u n s o ñ a d o r y u n crítico sicar? Considerar algo dentro del marco de esa intención altera no media entre a m b o s u n realista.nuestra percepción al respecto. Los comentarios del experto bastaron para que cambiara la De forma parecida, el reencuadre de contenido implica en respuesta del chico a las objeciones de su padre, desde la rabia alPNL explorar la intención que se oculta tras el c o m p o r t a m i e n t o aprecio sincero. Este nuevo encuadre del c o m p o r t a m i e n t o de suexterno de u n a persona, lo q u e se suele conseguir en PNL tra- progenitor también le permitió considerar a su padre c o m o u nt a n d o de averiguar la «intención positiva», el «propósito positi- recurso potencial para ayudarle a a p r e n d e r a planificar su futuro,vo» o el «metaobjetivo» relacionado con d e t e r m i n a d o s í n t o m a o más que c o m o u n incordio o u n a piedra en el camino. La nuevac o m p o r t a m i e n t o problemático. U n o d e los principios básicos d e validación de la intención del padre también le permitió a éstela PNL consiste e n la importancia de separar c o m p o r t a m i e n t o y cambiar la percepción de su propio papel (y, p o r consiguiente, supersona, es decir, d e diferenciar el c o m p o r t a m i e n t o e n sí de la in- método d e participación) en la vida d e su hijo. Se percató d e que,tención positiva, la función, la creencia, etc., q u e lo m o t i v a n . De además del papel de crítico, también podía asumir el de realistaacuerdo con este principio, ante u n c o m p o r t a m i e n t o problemá- o entrenador.tico resulta más respetuoso, ecológico y productivo r e s p o n d e r a Así p u e s , reencuadrar el c o n t e n i d o implica d e t e r m i n a r lasu «estructura profunda» que a su manifestación superficial. posible intención positiva que podría subyacer en u n comporta-Percibir u n s í n t o m a o u n c o m p o r t a m i e n t o problemático dentro miento problemático. La intención tiene dos aspectos distintos.del marco más a m p l i o del propósito positivo que trata de satisfa- El primero consiste en la motivación positiva interna que hay de-cer modifica las respuestas ante ese c o m p o r t a m i e n t o , abriendo la trás del c o m p o r t a m i e n t o ( p o r ejemplo, el deseo de seguridad,puerta a la posibilidad de tratarlo con más recursos y de forma amor, atención, respeto, etc.). El segundo es el efecto beneficio-más creativa. so con el q u e contribuye el c o m p o r t a m i e n t o en el contexto o sis- Veamos u n ejemplo. U n practicante d e PNL aconsejaba a la tema mayor en el q u e se está p r o d u c i e n d o ( p o r ejemplo, protec-familia de u n adolescente q u e se quejaba de que su padre siem- ción, cambio d e foco de atención, reconocimiento, etc.)pre se oponía a los planes de futuro que él proponía. El practi- Una d e las principales aplicaciones del reencuadre de conte-cante le dijo al chaval: «¿No te parece fantástico tener u n padre nido en P N L es el Reencuadre en seis fases. E n este proceso, elque trata d e protegerte p o r todos los medios de q u e te hagas comportamiento problemático es separado de la intención positi-d a ñ o o te decepciones? Apuesto a q u e n o conoces a m u c h o s pa- va del p r o g r a m a i n t e r n o o «parte» responsable d e ese comporta-dres que se p r e o c u p e n tanto p o r s u s hijos». Este comentario pi- miento. Al permitir que la parte causante del c o m p o r t a m i e n t olló al m u c h a c h o p o r sorpresa, n u n c a se le había ocurrido que pasado a s u m a la responsabilidad de implementar comporta-pudiera haber u n propósito positivo tras las críticas d e su padre. mientos alternativos q u e satisfagan la m i s m a intención positiva,Hasta entonces, sólo lo había visto c o m o u n a t a q u e contra él. El Pero que n o tengan consecuencias negativas, se consigue esta-practicante prosiguió, explicándole las diferencias entre «soña- blecer alternativas d e c o n d u c t a viables.d o r » , «realista» y «crítico», así c o m o la importancia que cadau n o de estos papeles tiene para u n a planificación eficaz. Señaló
  • 64 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 65Reencuadrar a los críticos y las críticas consiste en evaluar los resultados del «soñador» y del «realista». Un crítico eficaz realiza u n análisis del plan o c a m i n o p r o p u e s t oC o m o h e m o s visto en el ejemplo del padre crítico y su hijo ado- para tratar de detectar qué es lo que podría salir mal y c ó m o p o -lescente, el reencuadre p u e d e constituir u n m é t o d o eficaz para dría ser evitado. Los críticos descubren lagunas, consideran des-tratar con los críticos y las críticas. Los «críticos» son considera- de la lógica «lo q u e podría pasar si» se presentaran problemas.d o s a m e n u d o c o m o las personas m á s difíciles d e tratar d e n t r o d e Los b u e n o s críticos suelen a d o p t a r el p u n t o de vista d e personasuna interacción, p o r causa de su aparente negatividad y de su no involucradas directamente en el a s u n t o , pero que p o d r í a n otendencia a e n c o n t r a r problemas en las ideas y las sugerencias bien verse afectadas p o r s u s consecuencias o bien influir positi-d e otros. Se les suele considerar «aguafiestas» p o r q u e gustan d e va o negativamente en la implementación del plan o actividadoperar desde u n «marco-problema» o «marco-fracaso». (Los so- propuestos.ñadores o p e r a n desde el «marco-como-si», mientras que los rea-listas lo hacen desde u n «marco-objetivo» o «marco-realimenta- Obtener afirmaciones positivas a partir de intenciones positivasción»). En el nivel lingüístico, u n o de los problemas principales con Uno de los problemas con gran parte de las críticas es q u e , ade-las críticas consiste en que suelen ser expresadas en forma d e jui- más de ser juicios «negativos», suelen formularse en términoscios generalizados, c o m o «Esta p r o p u e s t a es demasiado costo- lingüísticamente negativos, es decir, se expresan en forma de ne-sa», «Esa idea n u n c a funcionará», «No es u n plan realista», gaciones verbales. P o r ejemplo, «evitar el estrés» y «sentirse más«Este proyecto requiere d e m a s i a d o esfuerzo», etc. El problema cómodo y relajado» s o n dos formas d e expresar verbalmente uncon esta clase de generalizaciones verbales consiste en q u e . dada estado interno parecido, a u n q u e para ello se utilicen palabrasla forma en que s o n formuladas, n o q u e d a n m á s opciones que es- distintas. La primera de las expresiones («evitar el estrés») des-tar de a c u e r d o con ellas o n o estarlo. Si alguien dice que «Esa cribe lo que no q u e r e m o s . La segunda, en c a m b i o («sentirse másidea n u n c a funcionará» o que «Esta propuesta es d e m a s i a d o cos- cómodo y relajado»), describe lo que sí deseamos.tosa», el ú n i c o m o d o de responder directamente consiste en de- De forma parecida, m u c h a s críticas vienen enmarcadas encir «Creo q u e tienes razón» o bien, p o r el contrario, «Te equivo- términos de lo que n o se quiere, en lugar de lo que sí se quiere.cas, n o es demasiado costosa». De este m o d o , la crítica s u e l e Por ejemplo, la i n t e n c i ó n (o criterio) positiva subyacente en lac o n d u c i r a la polarización, a la pérdida d e sintonía y finalmente crítica «esto es u n a pérdida de tiempo» reside, probablemente,al conflicto, si u n o n o se muestra d e acuerdo c o n la crítica. en el deseo de «utilizar los recursos disponibles d e forma juicio- Los problemas más difíciles se presentan c u a n d o el crítico sa y eficiente». Sin embargo, esta intención n o resulta fácil d en o se limita a criticar la idea o el plan, sino q u e enjuicia también discernir a partir de la «estructura superficial» d e la crítica ex-al «soñador» o al «realista» a nivel personal. Estamos hablando presada, debido a q u e ha sido formulada en t é r m i n o s d e lo qued e la diferencia entre decir «Es u n a idea estúpida» o decir «Eres se quiere evitar. P o r consiguiente, la capacidad para reconocer yu n e s t ú p i d o p o r p r o p o n e r esta idea». E n este caso, c u a n d o el crí- extraer afirmaciones de intención positiva a partir d e críticas for-tico ataca a la persona al nivel d e su identidad, n o solamente es- muladas negativamente constituye una habilidad lingüística cru-un «aguafiestas», sino también un «asesino». cial para tratar con las críticas y transformar los marcos-proble- A pesar de todo ello, es i m p o r t a n t e n o perder de vista que el m en marcos-objetivo. ac o m p o r t a m i e n t o crítico, c o m o cualquier otro, está motivado por Esto p u e d e resultar a veces complicado, habida cuenta d esu correspondiente intención positiva. El propósito del «crítico» ^ f e los críticos suelen operar desde u n marco-problema. Por
  • 66 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 67ejemplo, si le preguntas a un critico por la intención positiva tras ¿o caro», el crítico preguntara: «¿Cómo vamos a costearlo?»un comentario como «Esta propuesta es demasiado costosa», lo Con esta pregunta, se le brinda al interlocutor la posibilidad demás probable es que consigas una respuesta parecida a «La in- entrar en los detalles del plan, en lugar de limitarlo a mostrarsetención consiste en evitar gastos». Observa que, si bien se trata en desacuerdo o discutir con el crítico. Lo dicho es de aplicaciónde una intención positiva, aún está lingüísticamente formulada o para la práctica totalidad de las críticas. El comentario «Esa ideaenmarcada en términos negativos, es decir, señala lo que se trata nunca funcionará» puede ser transformado en la preguntade «evitar», en lugar de lo que se desea conseguir. La formula- «¿Cómo pondrías esa idea en práctica?» «Este plan no es realis-ción positiva de esa misma intención posiüva seria algo así como ta» puede convertirse en «¿Cómo podrías hacer más tangibles y«Asegurarnos de que el coste sea asequible» o «Estar seguros de concretas las etapas de este plan?» La queja «Eso requiere dema-que respetamos el presupuesto». siado esfuerzo», puede reformularse así: «¿Cómo podrías conse- Para extraer formulaciones positivas a partir de intenciones y guir que fuera más fácil y sencillo ponerlo en práctica?» Por locriterios, deberemos plantear preguntas como: «Si lo que no quie- general, esta clase de pregunta sirve al mismo propósito que lares es estrés/gasto/fracaso/desperdicio, ¿qué es lo que sí quieres?» crítica, pero resulta mucho más productiva.o «En caso de que lograses evitar eso que no quieres, ¿qué es lo Observa que se trata de preguntas principalmente sobre elque conseguirías con ello (cual sería tu beneficio)?» «cómo». Esta clase de preguntas tienden a ser las más útiles. Las Veamos a continuación algunos ejemplos de reformulación que se hacen con «por qué», por ejemplo, presuponen a menu-positiva de declaraciones negativas: do otros juicios, lo que puede conducir de nuevo al desacuerdo y al conflicto. Preguntar, por ejemplo, «¿Por qué tiene que ser Declaración negativa Reformulación positiva tan cara esa propuesta?», o «¿Por qué no puedes ser un poco más realista?» sigue presuponiendo un marco-problema. Lo mismo demasiado caro asequible sucede con preguntas como «¿Qué es lo que hace que tu pro- pérdida de tiempo utilización juiciosa de los puesta sea tan cara?» o «¿Quién va a pagarlo?» En líneas gene- recursos disponibles rales, las preguntas sobre el «cómo» suelen ser más eficaces para temor al fracaso deseo de triunfar centrar la atención sobre el marco-objetivo o el marco-realimen- irreal concreto y alcanzable tación. demasiado esfuerzo fácil y cómodo [Nota: Al nivel de sus estructuras profundas, las críticas son estúpido juicioso e inteligente declaraciones ontológicas, afirmaciones sobre lo que algo «es» o «no es». Las preguntas sobre «cómo» conducen a exploraciones epistemológicas, a examinar «cómo sabes» que eso «es» o «no es».]Convierte las críticas en preguntas Cómo ayudar a los críticos a convertirse en consejerosUna vez que la intención positiva tras la crítica haya sido desve-lada y reformulada en términos positivos, la crítica puede ser En resumen, para ayudar a alguien a ser un crítico «constructi-transformada e n una pregunta. Cuando una crítica es transfor- vo», o un consejero, resulta útil: 1) descubrir el propósito que semada en pregunta, las opciones de respuesta son completamen- °culta tras la crítica; 2) asegurarse de que la intención positivate diferentes de cuando se formula como juicio o generalización. se exprese (encuadrada) positivamente, y 3) convertir esa críticaSupongamos, por ejemplo, que en vez de decir «Eso es demasia- e n una pregunta, preferiblemente sobre el «cómo».
  • 68 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 69 Todo eso se puede conseguir empleando la siguiente se- los patrones de «Intención» y «Redefinición» decuencia de preguntas: El p o d e r d e la p a l a b r a 1. ¿Cuál es tu crítica u objeción? Identificar y reconocer la intención positiva del critico, así como Por ejemplo: «Lo que propones es superficial». convertir la crítica e n una pregunta sobre el «cómo», constituye un ejemplo de una modalidad de «truco mágico verbal», en el 2. ¿Cuál es el criterio o la intención positiva que hay tras que utilizamos El poder de la palabra para trasladar la atención de esa crítica u objeción? ¿Qué es lo que tratas de conseguir un marco-problema o un marco-fracaso a un marco-objetivo y o de preservar con tu crítica? un marco-realimentación. Este proceso se basa en dos formas Por ejemplo: «Un cambio profundo y duradero». fundamentales de reencuadre que forman parte del núcleo mis- 3. Asumido que ésta es la intención de la que se trata, ¿cuál mo de los patrones de El poder de la palabra: el patrón de Inten- es la pregunta «cómo» que tiene que ser formulada? ción y el de Redefinición. Por ejemplo: «¿Cómo puedes estar seguro de que la pro- El patrón de Intención comporta dirigir la atención de la puesta presentada satisfará los aspectos cruciales para con- persona hacia el propósito o la intención (por ejemplo, protec- seguir un cambio profundo y duradero?» ción, llamar la atención, establecer límites, etc.) subyacente tras alguna generalización o afirmación, para poder o bien reencua- Practica este proceso contigo mismo. Piensa en algún aspec- drarla o bien reforzarla.to de tu vida en el que trates de manifestar nuevos valores a El patrón de Redefinición comporta la substitución de una ocreencias y colócate en posición de «critico» respecto a ti mismo. más palabras o frases de la generalización o afirmación por otras¿Qué objeciones o problemas encuentras a lo que estás haciendo? nuevas que, sin alterar el significado de ésta, tengan implicacio- Cuando hayas identificado algunos problemas u objeciones, nes distintas. Reemplazar una frase formulada en negativo porrecorre los pasos antes descritos y convierte tus críticas en pre- otra expresada en positivo constituye un ejemplo de «redefini-guntas. Descubre la intención positiva y las preguntas «cómo» re- ción».lacionadas con tu autocrítica (a veces resulta útil hacerlo con ayu- El patrón de Intención de El poder de la palabra se basa en lada de otra persona). Una vez que hayas transformado tus críticas presuposición básica de la PNL que afirma que:en preguntas, podrás llevarlas ante el «soñador» y el «realista»que hay en ti, para obtener las correspondientes respuestas. En algún nivel, todo comportamiento tiene (o e n algún En última instancia, el objetivo de la fase crítica de un pro- momento tuvo) una «intención positiva». Es (o fue)yecto es asegurarse de que un proyecto o un plan sea ecológica- percibido como apropiado dado el contexto en el quemente sólido y que preserve cualquier beneficio o subproducto fue establecido, desde el punto de vista de la personapositivo de la forma presente de tratar de alcanzar el objetivo. a la que ese comportamiento pertenece. Es más fácil yCuando un crítico formula preguntas sobre el «cómo», pasa de ser más productivo responder a esa intención positiva queun «aguafiestas» o un «asesino» a convertirse en un «consejero». a la expresión de u n comportamiento problemático. (Nota: También resulta útil conducir primero al crítico a re-conocer qué criterios han sido satisfechos, antes de pasar a coi Aplicar el patrón de Intención implicaría responder a la(s)mentar lo que falta o se necesita.) >ntención(es) positiva(s) tras determinada generalización o jui- s que directamente a la propia expresión. Como ejemplo, C 1 0 m á
  • 70 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 71supongamos que un cliente entra en unos almacenes y muestra muchos aspectos, diferentes a «temer». Más que una reacción,interés por determinado artículo, pero dice: «Me gusta, pero m e implican procesos cognitivos y, por consiguiente, más probabili-temo que es demasiado caro para mí». Si aplicara el patrón de In- dades de que algo sea percibido como enseñanza. «Excesivo»tención, la vendedora diría algo así como: «Entiendo que para como redefinición de «demasiado caro» implica que la objeciónusted es importante obtener valor por su dinero». Esta frase sir- del cliente está en función de su expectativa sobre el precio queve para dirigir la atención del cliente a la intención subyacente el establecimiento debería cobrar por ese artículo. Redefinir «de-tras el juicio de que algo es «demasiado caro» (en este caso, la in- masiado caro» como «no se lo pueda permitir» coloca la fuentetención de «obtener valor»). Eso contribuirá a que el cliente res- de la objeción en la preocupación del cliente en relación con susponda desde un marco-objetivo en lugar de hacerlo desde un propios recursos financieros y su capacidad de pagar el preciomarco-problema. del artículo. Marco / No se l o Intención / Excesivo / pueda Objetivo 4 . permitir 1 Caro Marco Objeción «Demasiado caro» Problema Las palabras pueden tener significados superpuestos, pero implicaciones distintas Centrarse en la intención de un juicio o afirmación limitadores ayuda a cambiar de un marco-problema a un marco-objetivo La redefinición que el cliente elija proporcionará informa- Redefinir implicaría decir algo parecido a: «¿Es porque usted ción importante para la vendedora. Según cuál sea su respuesta,cree que el precio es excesivo o porque le preocupa que no se lo la vendedora podrá, por ejemplo, decidir ofrecerle un descuen-pueda permitir?» En este caso, la afirmación «Me temo que es de- to (si el cliente considera que el precio es «excesivo») o una fi-masiado caro para mí» ha sido redefinida por la vendedora en dos nanciación (si lo que le preocupa es que «no se lo pueda permi-líneas distintas, con el propósito de obtener más información es- tir»).pecífica sobre la objeción del cliente. La primera redefinición Por consiguiente, redefinir constituye un modo simple perocambia «teme» por «cree» y «demasiado caro» por «excesivo». eficaz de abrir nuevos canales de pensamiento e interacción. Vol-La segunda substituye «temo» por «preocupa» y «demasiado ver a etiquetar «dolor» c o m o «incomodidad» constituye otrocaro» por «no se lo pueda permitir». Ambas reformulaciones sig-? buen ejemplo del impacto del patrón de Redefinición de El podernifican algo parecido a la objeción original, pero tienen implica- fe a palabra. Por ejemplo, el impacto e s distinto si le pregunta-ciones distintas, que sirven para reubicar el juicio del cliente en< mos a alguien: «¿Cuánto dolor soporta usted?» o «¿Cuánta in-un marco-realimentación. comodidad siente usted?» A menudo, esta clase de reencuadre «Creer» y «no se lo pueda permitir» son expresiones, en v erbal cambia automáticamente la percepción de dolor en la per-
  • 72 EL PODER DE LA PALABRA Meneos y reencuadres 75sona preguntada. Un término c o m o «incomodidad» contiene Estable (cómodo, aburrido)implícita la sugerencia de «comodidad». «Dolor», en cambio, no Juguetón (flexible, poco sincero)permite matiz positivo alguno. Frugal (sabio, tacaño) Amistoso (agradable, ingenuo) Asertivo (confiado, desagradable)Ejercicio de reencuadre de una palabra Respetuoso (considerado, transigente) Global (expansivo, pesado)Un buen m o d o de explorar el patrón de Redefinición de £1 poderde la palabra consiste en formular «reencuadres de una sola pa- Cuando ya te sientas cómodo con los reencuadres de unalabra». Eso se hace tomando una palabra que exprese determi- sola palabra, podrás tratar de aplicarlos a afirmaciones limitado-nado concepto o idea y buscando otra que la reemplace y que ras con las que te encuentres, tanto en ti mismo c o m o en los de-aporte un matiz más positivo (o negativo) que la anterior. Como más. Por ejemplo, tal vez te maldigas a veces por ser tan «estúpi-señalara jocosamente el filósofo Bertrand Russell: «Yo soy firme, do» o «irresponsable». Prueba a ver si encuentras para estastú eres obstinado, él es un tonto de cabeza dura». Toma prestada palabras algunas redefiniciones que impliquen aspectos posi-la fórmula de Russell y trata de construir algunos ejemplos, tivos. «Estúpido» podría ser redelinido, por ejemplo, como «in-como: genuo», «inocente» o «distraído». «Irresponsable» podría ser reemplazado por «espíritu libre», «flexible», o «despreocupa- Yo estoy justamente indignado, tú estás enojado, él está ha- do», etc. ciendo una montaña de u n grano de arena. También puedes considerar la utilización de reencuadres Yo lo he reconsiderado, tú has cambiado de idea, él se ha de una sola palabra para reformular comentarios tuyos acerca de echado atrás. otras personas. Tal vez así suavizarías tus críticas redefiniendo Yo me he equivocado de buena fe, tú tergiversas los hechos, algunas de las palabras que utilizas cuando hablas a tu pareja, a él es un condenado mentiroso. tus hijos, a tus compañeros de trabajo o a tus amigos. En lugar Yo soy compasivo, tú eres blando, él es un calzonazos. de acusar a un niño de «mentir», por ejemplo, podrías decir que «tiene mucha imaginación» o que «explica cuentos de hadas». Cada una de estas afirmaciones toma determinado concepto Las redefiniciones suelen conseguir «transmitir el mensaje» yde la experiencia y lo coloca en diferentes perspectivas, lo «reen- evitan, al mismo tiempo, acusaciones o implicaciones negativas,cuadra» con distintas palabras. Consideremos, por ejemplo, la innecesarias y a menudo perniciosas.palabra «dinero». «Riqueza», «éxito», «instrumento», «respon- Esta clase de redefinición constituye el proceso básico de lasabilidad», «corrupción», «energía verde», etc., son palabras o «corrección política» en el lenguaje. El propósito de esta moda-expresiones que colocan marcos distintos en torno al concepto lidad de reverbalización consiste en reducir los juicios negativosde «dinero» y que afloran perspectivas diferentes. y los estigmas que acompañan, a menudo, a las etiquetas que uti- Hazte una lista de palabras y practica formando con ellas tus lizamos para describir a personas de algún m o d o distintas de no-propios reencuadres de una sola palabra. sotros. Por ejemplo, en lugar de llamar «hiperactivo» a un cha- val que rebosa de energía y tiene dificultades en hacer lo que le Por ejemplo: mdican, podemos decir que es «fogoso». En lugar de decir que Responsable (estable, rígido) u n a persona que no oye bien es «sorda», podemos decir que tie-
  • 74 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 7inc «dificultades auditivas». En lugar de «lisiado» podemos decir El patrón de El poder de la palabra conocido c o m o Modelo«disminuido físico». El «conserje» pasa a ser el «técnico de man- ¿ ¡ mundo s e basa e n este proceso. Implica ser capaz de reencua- etenimiento» y la «recogida de basuras» se convierte e n «gestión drar una situación o generalización por medio de la percepción yde los residuos». la expresión de un mapa mental distinto de esa situación. El La intención de este cambio de etiquetas consiste en ayudar abogado criminalista Tony Serra nos ofrece un buen ejemplo dela las personas a ver a los demás desde una perspectiva más am- proceso de situarse en segunda posición para conseguir un mo-plia y menos enjuiciadora, aunque también habrá quien lo con- delo del mundo diferente, y expresarlo acto seguido en palabrassidere paternalista y poco sincero. Cuando resultan eficaces, es- para ampliar la perspectiva de los demás. En una entrevista deltos cambios de denominación ayudan también a cambiar la año 1998 para la revista Speak, Serra comentaba:visión y la definición de papeles de un marco-problema a unmarco-objetivo. [C]uando representas al acusado... te conviertes en él, sientes como él, te metes en su piel, ves con sus ojos y oyes con sus oídos. Necesitas conocerlo por completo para com-Percibir una situación desde otro modelo de mundo prender la naturaleza de su comportamiento. Sólo «la pa-situándose en «segunda posición» labra» es tuya. Es decir, debes traducir sus sensaciones, su sentido y su intelecto, como componentes relevantes de suUna forma sencilla pero poderosa de reencuadrar consiste en comportamiento, en jerga legal, en el lenguaje de la ley, oconsiderar la situación, la experiencia o el juicio, desde un mo- en metáforas persuasivas. Tomas en tus manos el barro deldelo del mundo diferente. Desde el punto de vista de la PNL, eso comportamiento de esa persona y lo embelleces, lo con-se consigue con facilidad y naturalidad poniéndose en la piel del viertes en una obra de arte. Ésa es la creatividad del abo-otro, en lo que se conoce c o m o «segunda posición». gado defensor. Colocarse en segunda posición implica situarse en el puntode vista del otro, en su «posición perceptiva», dentro de deter- El patrón de Modelo del mundo de El poder de la palabra seminada situación o interacción. La segunda posición es una de basa en otra de las presuposiciones de la PNL, que afirma que:las tres posiciones básicas definidas por la PNL. Implica cambiarde perspectiva y ver lo que está pasando c o m o si fueses la otra El mapa n o es el territorio. Toda persona tiene su pro-persona. En segunda posición ves, oyes, sientes, hueles y gustas pio mapa del m u n d o . No hay ningún mapa del m u n d oesa interacción desde la perspectiva del otro. Es lo que, en len- que sea el único correcto. Toda persona elige la mejorguaje popular, llamaríamos «ponerse en su piel», «andar con sus opción disponible, dadas las posibilidades y las capa-zapatos» o estar «al otro lado de la mesa». cidades que perciba c o m o accesibles a ella d e s d e s u Así pues, la segunda posición implica estar asociado con el propio m o d e l o del m u n d o . Los mapas más «sabios» ypunto de vista, las creencias y las presunciones del otro, así como «compasivos» son aquellos que convierten e n accesi-percibir, por consiguiente, las ideas y los acontecimientos desde bles el mayor y más a m p l i o número de opciones, e nel modelo del mundo de esa otra persona. Cuando conseguimos oposición a los más «realistas» o «precisos».ver una situación desde el modelo del mundo de la otra persona,a menudo ganamos con ello nuevas y numerosas ideas y com- Identifica una situación que implique a otra persona, en laprensiones. ( l U e n o hayas logrado actuar con toda la maestría que hubieras
  • 7O EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 77p o d i d o . ¿Cuál es la generalización o el juicio que hiciste, tanto brazo y a hacerme d e r r a m a r la bebida. Q u i s e m o s t r a r m e amisto-de ti m i s m o c o m o de la otra persona? Enriquece tu percepción d e so, así que lo miré y sonreí. U n o de ellos dijo:la situación y d e tu generalización considerándola desde al me- ¿Qué d e m o n i o s estás mirando? — d e m o d o q u e bajé lan o s tres p u n t o s d e vista o «mapas del m u n d o » . vista. Entonces el otro m e espetó: —¡Mírame cuando te hablo! Colócate en la piel de ¡a otra persona. ¿Cómo percibirías La cosa se iba p o n i e n d o cada vez más fea y, para sorpresa esa situación si jueras ella? mía, m e estaba c o m e n z a n d o a enfadar. Afortunadamente, me di cuenta a tiempo de q u e seguir el patrón habitual d e respuesta Imagina ahora que eres un observador neutral, que con- sólo serviría para e m p e o r a r la situación, de m o d o que tuve u n a templa esa situación. Desde esta nueva perspectiva, ¿qué es idea brillante: ¿Por qué n o usar la PNL? Decidí tratar de descu- lo que te llamaría la atención en esa interacción? ¿Cómo la brir y atender su intención positiva. Respiré h o n d o y me puse en percibiría un antropólogo/artista/sacerdote/periodista? su piel por u n instante. Con voz pausada y firme, le dije al q u e tenía mas cerca: Elegir para esa segunda posición a alguien que haya sido un —¿Sabe? No m e p u e d o creer q u e piense q u e s o m o s h o m o -profesor o u n m e n t o r importante para ti, y observar la situación sexuales. C o m o p u e d e ver, llevo anillo de boda. O p i n o que su in-desde su p u n t o d e vista, p u e d e ser u n a experiencia m u y poderosa. tención es otra. A lo que el tipo me espetó:Un ejemplo de palabras adecuadas en el momento oportuno —Sí, ¡queremos pelea! Me imagino q u e , a estas alturas, te estarás diciendo algo asíA m o d o de ejemplo práctico sobre c ó m o he aplicado personal- como: «Vaya R o b e n , q u é gran cosa eso d e El poder de la pala-m e n t e algunos d e los principios q u e h e m o s c o m e n t a d o hasta bra». Pero, en realidad, sí que habíamos progresado algo, p u e s t oaquí, recuerdo u n a ocasión en la que m e encontraba con Richard que habíamos conseguido iniciar u n a conversación, en lugar delBandler en un bar, d o n d e h a b í a m o s q u e d a d o para vernos. Era la monólogo anterior. A p r o v e c h a n d o la o p o r t u n i d a d , respondí:clase de bar que p o d r í a m o s llamar «de m o t e r o s » , en el sentido —Ya e n t i e n d o , pero francamente, no seria una gran pelea.de que estaba lleno d e esa clase d e personajes r u d o s y malcara- En primer lugar p o r q u e y o n o q u i e r o pelear, así q u e n o sacaríados. No es la clase de lugar que pretiero, pero a Richard le gusta- gran cosa de mí. Por otro lado, usted me dobla en tamaño, asíba y lo había elegido para e n c o n t r a r n o s . que, ¿que clase d e pelea iba a ser ésa? Habíamos c o m e n z a d o a hablar c u a n d o aparecieron por la En ese m o m e n t o , el otro tipo (que parecía ser el «cerebro»puerta u n par de tipos e n o r m e s . Estaban ebrios y con ganas de del dúo) intervino:pelea. Evidentemente b u s c a b a n alguien con quien meterse. Su- —No, es u n a pelea justa, nosotros estamos borrachos.p o n g o q u e les parecería que yo n o era la clase d e fulano más ade- Me volví p a r a mirarle directamente a los ojos y le contesté:c u a d o para estar allí, p o r q u e n o tardaron m u c h o en gritarnos — ¿ N o le parece que eso sería algo así c o m o el padre que Ue-obscenidades, a llamarnos «mariquitas» y a invitarnos a que nos 8 a casa borracho, sacude a su hijo d e catorce años y le dice que afuéramos d e allí. ps «justo» p o r q u e él está bebido? Mi primera estrategia consistió en tratar de ignorarles cor- Estaba seguro de q u e , con toda probabilidad, eso era precí-tésmente, pero, p o r s u p u e s t o , n o funcionó. No pasó m u c h o s e n t e lo que le había pasado a el una v otra vez c u a n d o teniatiempo antes d e que u n o de ellos empezara a d a r m e golpes en efl ^ edad.
  • 78 EL. PODER DE LA PALABRA Enfrentados a la verdad, aquellos h o m b r e s ya n o podíanc o n t i n u a r c o n s u s abusos, d e m o d o q u e se fueron a molestar aotro cliente q u e , p o r cierto, resultó ser u n karateka experto y lesdio en la calle u n a buena lección. Tal c o m o Richard interpreta la anécdota, lo q u e hice fue di- Fragmentaciónlucidar las s u b m o d a l i d a d e s d e los dos h o m b r e s , j u n t o c o n su es-trategia de decisión para elegirnos, p a s a n d o acto seguido a hacerterapia con ellos. (Según él, iba a sugerirles q u e , p u e s t o q u e loq u e querían era pelear, salieran a la calle a sacudirse entre ellos.)A u n q u e yo n o lo recuerde exactamente así, lo cierto es que elcaso confirma mi fe absoluta e n el p o d e r del lenguaje y d e la Pro-gramación Neurolingüística.
  • Formas de fragmentaciónLos procesos de reencuadre alteran a m e n u d o el significado deuna experiencia o u n juicio al «re-fragmentarlo». En PNL, el tér-mino «fragmentar» significa reorganizar o fraccionar alguna ex-periencia en porciones mayores o menores. «Fragmentar haciaarriba» significa desplazarse hacia u n nivel d e información ma-yor, más general o abstracto, c o m o p o r ejemplo incluir coches,trenes, barcos y aviones en u n a m i s m a categoría de «medios d etransporte». «Fragmentar hacia abajo» significa desplazarse a u nnivel de información m á s específico y concreto, p o r ejemplo, el«coche» p u e d e ser fraccionado e n «ruedas», « m o t o r » , «frenos»,«transmisión», etc. «Fragmentar lateralmente» c o m p o r t a encon-trar otros ejemplos en el m i s m o nivel de información, p o r ejem-plo, «conducir u n coche» p u e d e asimilarse a « m o n t a r a caballo»,«ir en bicicleta» o «o navegar a vela». Fragmentar hacia arriba Formas de transporte Fragmentar lateralmenteCoches Bicicletas Caballos - » - Barcos Trenes Aviones H ruedas pedales A A A A cola proa silbido alas motor manillar patas quilla ruedas hélices frenos horquilla cascos timón focos tren de aterrizaje Fragmentar hacia abajo «Fragmentar » implica la capacidad de desplazar la atención entre las generalidades y los detalles
  • 82 El. PODER DE LA PALABRA Fragmentación 83 Así pues, fragmentar está relacionado con el m o d o en que la más pequeños, que resulten manejables. Un viejo refrán dice:persona utiliza su atención. El «tamaño del fragmento» se refie- «¿Cómo se come una sandía?» La respuesta constituye un ejem-re al nivel de detalle o generalización desde el que la persona o el plo de fragmentación hacia abajo: «Trozo a trozo». Esta metáfo-grupo analizan o juzgan determinado problema o experiencia, ra es aplicable a cualquier clase de situación o experiencia. Unasí c o m o a si el juicio o la generalización es aplicable a toda la ca- objetivo sobrecogedor, como por ejemplo «abrir un nuevo nego-tegoría o tan sólo a algunos de sus componentes. Las situaciones cio», puede ser fragmentado en sub-objetivos, c o m o «desarrollarpueden ser percibidas en términos de grados de detalle variables el producto», «identificar clientes potenciales», «crear un plan(microfragmentos de información) y de generalización (macro- de negocio», «buscar inversores», etc.fragmentos de información). Uno puede fijar su atención en los Para desarrollar competencia con El poder de la palabra, espequeños detalles, c o m o por ejemplo el deletreo de las palabras importante mantener la flexibilidad para desplazar librementede un párrafo, o en grandes detalles, por ejemplo, el tema centra la atención entre fragmentos pequeños y grandes. Como diríandel que trata el libro. También hay que considerar la cuestión de los indios nativos americanos: «Ver con los ojos del ratón y della relación entre fragmentos grandes y pequeños. (Si una palabra águila».está mal deletreada, ¿significa eso que la idea expresada por esa Descubrir la intención subyacente en determinado compor-palabra también es errónea?) tamiento o creencia, por ejemplo, es considerado en PNL como Ante determinada situación, el modo en que la persona frag- el resultado de la capacidad para fragmentar hacia arriba, es de-menta su experiencia puede ser útil o problemático. Cuando la cir, para identificar la categoría más amplia de la que el juicio opersona traía de pensar de forma «realista», conviene pensar en el comportamiento son la expresión (por ejemplo, «protección»,fragmentos más bien pequeños. Si, por el contrario, se trata de «reconocimiento», «respeto», etc.) Redefinir requiere las capaci-un bombardeo de ideas, prestar atención a los pequeños frag dades adicionales de «fragmentar hacia abajo» y «fragmentar la-m e m o s puede conducir a que «los árboles no permitan ver e teralmente», para poder así identificar conceptos y experienciasbosque». similares a los expresados en la afirmación inicial, o relacionados Las críticas no constructivas suelen estar expresadas en tér- con ellos, pero con asociaciones e implicaciones distintas.minos de «fragmentos» o generalizaciones más bien grandes,como: «Eso no funcionará nunca», «Nunca acabas lo que co-mienzas» o «Siempre sales con ideas demasiado arriesgadas». Fragmentar hacia abajoPalabras c o m o «siempre», «nunca», «jamás» o «sólo» se cono-cen en PNL con el término genérico de universales o cuantifica Los procesos de fragmentar hacia arriba y hacia abajo puedendores universa/es. Esta clase de lenguaje resulta de «fragmentar también ser aplicados directamente a una afirmación, a un juiciohacia arriba» hasta un punto que no resulta ya adecuado o útil. o a una creencia, para modificar así el modo en que son percibi-Transformar estas críticas en una pregunta sobre el «cómo» dos y para «reencuadrarlos». El patrón de fragmentar hacia aba-(como ya hemos visto) sirve frecuentemente para ayudar a jo de El poder de la palabra, por ejemplo, implica reducir l o s ele-«fragmentar hacia abajo» estas generalizaciones excesivas. mentos de un juicio o de una afirmación a fragmentos más Fragmentar hacia abajo es un proceso fundamental en PNL, Pequeños, creando una percepción distinta y más rica de la ge- que implica reducir una situación o experiencia a sus com neralización expresada por el juicio o la afirmación. Suponga- nentes básicos. Por ejemplo, u n problema que tal vez parezca mos que alguien ha sido catalogado como «discapacitado para primera vista insuperable, puede ser fraccionado en proble aprender» (obviamente, una etiqueta propia de «marco-proble-
  • 84 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentación 85ma»). Podemos coger la palabra «aprender» y fragmentarla en los componentes que los constituyen. Por ejemplo, si alguienotras que reflejen diversos componentes del proceso al que el dice que «Este coche es demasiado caro», se puede «fragmentartérmino «aprender» se refiere, como «asimilar», «representar», hacia abajo» con el argumento: «Bueno, en realidad, las ruedas,«almacenar» y «retirar» información. Entonces ya podemos pre- el parabrisas, el tubo de escape, la gasolina y el aceite son igualguntar: «¿Discapacitado para aprender quiere decir discapacita- de caros que en cualquier otro coche. Son el motor y los frenosd o para asimilar? Es decir, ¿consiste el problema en que la per- los que cuestan un poco más, porque se ha querido garantizar elsona es incapaz de recibir información?» De forma parecida: rendimiento y la seguridad». Incluso ante una afirmación c o m o¿Significa ser discapacitada para aprender que esa persona no «No soy atractiva» es posible fragmentar el «yo» implícito:está capacitada para «representar», «almacenar» o «retirar» in- «¿Son asimismo tu barbilla, tu nariz, tu antebrazo, los dedos pe-formación? queños de tus pies, el tono de tu voz, el color de tu pelo, tus co- Tales preguntas y consideraciones son susceptibles de estimu- dos, tus sueños, etc., poco atractivos?»larnos a repensar nuestras presuposiciones acerca del significado Una vez más, el proceso sitúa el juicio o la evaluación en unde esa clase de etiquetas, ayudándonos así a ubicar de nuevo la si- marco completamente distinto.tuación en un «marco-realimentación». Con ello conseguiremos Practica tú m i s m o este proceso. Busca alguna etiqueta, algúnvolver a centrar nuestra atención e n las personas y e n los procesos, juicio o alguna generalización negativa y anota las palabras clave.en lugar de en las categorías. «Fragmenta hacia abajo» lingüísticamente alguna de esas pala- bras clave buscando elementos o fragmentos más pequeños, que Discapacidad para «aprender» estén implícitos en la afirmación. Procura encontrar reformula- ciones que tengan implicaciones más ricas o más positivas que las que contiene la etiqueta, el juicio o la generalización, o que esti- ¿Discapacidad mulen una perspectiva completamente diferente en relación con para asimilar representar almacenar retirar? la etiqueta, el juicio o la generalización de que se trate. Palabra clave Fragmentar una generalización hacia abajo puede cambiar musirás percepciones y presuposiciones sobre ella Los verbos y las palabras de proceso pueden ser «fragmenta-dos» en la secuencia de subprocesos que las constituyen (comoen el ejemplo anterior con «aprender»). Un término como «fra- «Fragmentos» más pequeñoscaso», por ejemplo, podría ser fragmentado en una serie de pa-sos que constituyen la experiencia de «fracasar», tales como fP Toma una etiqueta como «déficit de atención» y explora conjarse (o no) un objetivo, establecer (o no) un plan, emprender ella diferentes clases de atención (por ejemplo: visual, auditiva,( o n o ) la acción, atender ( o n o ) a la realimentación, responder cinestésica; o bien atención a los objetivos, a uno mismo, al con-con flexibilidad (o rigidez), etc. texto, al pasado, al estado interno, etc.) Los substantivos y los objetos pueden ser fragmentados en
  • 86 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentación 87Fragmentar hacia arriba o más positivas que las que c o m p o r t a la expresión actual d e esa etiqueta, juicio o generalización, o bien que estimule u n a pers-El patrón de El poder de la palabra para fragmentar hacia arriba pectiva c o m p l e t a m e n t e diferente respecto a ellas.c o m p o r t a generalizar hacia u n a clasificación m a y o r algún ele-m e n t o de u n a afirmación o d e u n j u i c i o , creando de este m o d o Clasificación superioru n a percepción nueva o enriquecida da la generalización expre-sada. «Aprender», por ejemplo, forma parte d e u n a categoría másamplia de procesos, a los que p o d e m o s referirnos c o m o formasdiversas de «adaptación», entre los que se incluyen también el«condicionamiento», el «instinto», la «evolución», etc. C u a n d o Palabra clave Otros procesos u objetos en la misma categoríase le cuelga a alguien la etiqueta d e «discapacitada para apren-d e r » , ¿significa eso que también está de algún m o d o «discapaci- «Fracaso», p o r ejemplo, podría ser «fragmentado hacia arri-tada para adaptarse»? ¿Es t a m b i é n «incapaz de c o n d i c i o n a r » , ba» a la categoría de «consecuencias conductuales». Ser «poco«incapaz para el instinto» o «incapaz d e evolucionar»? P u e d e atractivo» lo podría ser a «diferir de la n o r m a » . «Gasto» pasaríaq u e a l g u n o s de estos términos s u e n e n casi cómicos, pero a pesar a ser «consideraciones sobre el m o v i m i e n t o d e capital». Y así su-d e ello n o dejan de ser extensiones lógicas posibles d e estas eti- cesivamente.quetas. De nuevo, reconsiderar el juicio en relación con esta clase de«reencuadre» nos lleva a c o m p r e n d e r n u e s t r o significado y nues- Fragmentar lateralmente (descubrir analogías)tras presuposiciones desde u n a perspectiva nueva, así c o m o a sa-carlo d e su «marco-problema». Fragmentar lateralmente consiste p o r lo general en la b ú s q u e d a de metáforas o analogías. El p a t r ó n d e analogía de El poder de la palabra implica descubrir u n a relación análoga a la definida p o r «Adaptarse» la generalización o el j u i c i o , que n o s aporte u n a nueva perspec-¿Discapacidad tiva sobre las implicaciones de esa generalización o ese juicio. Podemos decir, p o r ejemplo, que la «discapacidad para apren- der» es como el «mal funcionamiento d e u n p r o g r a m a informáti- Condicionar Aprender Instinto Evolución co». Eso n o s conduciría a u t o m á t i c a m e n t e a formular preguntas como: «¿Dónde está el fallo?», «¿Cuál es la causa y c ó m o p u e d e Fragmentar hacia arriba nos lleva a reconsiderar ser corregida?», «¿Viene el problema de alguna línea concreta de las implicaciones de una generalización o de un juicio programación? ¿Del m e d i o físico del o r d e n a d o r ? ¿O tal vez el problema está en el programador? » Practica tú m i s m o este proceso. Coge la misma etiqueta, j u i - Analogías c o m o ésta n o s estimulan a enriquecer nuestracio o generalización negativos que utilizaste en el ejercicio ante- perspectiva sobre u n a generalización o u n juicio en concreto, asírior. Fragmenta lingüísticamente «hacia arriba» alguna de s u s como a desvelar y evaluar n u e s t r a s presuposiciones, al m i s m opalabras clave, identificando alguna clasificación superior en la ftempo q u e n o s a y u d a n a cambiar d e u n marco-problema a u nque dicha palabra encaje, pero que tenga implicaciones más ricas marco-objetivo o a u n marco-realimentación.
  • 88 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentación 89 Según Bateson, las modalidades inductiva y deductiva seU n a «discapacidad es análoga a j defecto e n u n n centran más en los objetos y las categorías q u e en la estructura y p a r a aprender» p r o g r a m a informático la relación. Bateson argumenta q u e razonar exclusivamente a través d e estas d o s m o d a l i d a d e s d e p e n s a m i e n t o p u e d e causar ri- ¿Dónde está el problema gidez en el m o d o d e pensar. El p e n s a m i e n t o abductivo o metafó- y cuál es su causa? rico c o n d u c e a u n a mayor creatividad y p u e d e , en realidad, lle- varnos a descubrir verdades m á s profundas acerca d e la realidad. «Fragmentar lateralmente» implica descubrir Practica tú m i s m o este proceso. Vuelve a tomar la misma analogías susceptibles de estimular ideas y perspectivas nuevas etiqueta, juicio o generalización negativos que utilizaste en el Según el antropólogo y teórico de la comunicación Gregory ejercicio anterior. «Fragmenta lateralmente» e n busca d e algúnBateson, «fragmentar lateralmente» para descubrir analogías otro proceso o fenómeno, análogo al definido p o r la etiqueta, elconstituye u n a de las funciones del pensamiento ábduclivo, moda- juicio o la evaluación (es decir, q u e sea u n a metáfora para ellos),lidad del p e n s a m i e n t o distinta d e la «inductiva» y la «deductiva». pero que tenga implicaciones m á s ricas o más positivas que las El r a z o n a m i e n t o inductivo implica la clasificación d e obje- que comporta la expresión actual de esa etiqueta, juicio o gene-t o s o fenómenos particulares de a c u e r d o con s u s características ralización, o b i e n que estimule u n a perspectiva c o m p l e t a m e n t ec o m u n e s , p o r ejemplo, percatarse de que todos los pájaros tienen diferente respecto a ellas.p l u m a s . Esta modalidad d e p e n s a m i e n t o es esencial para «frag-m e n t a r hacia arriba». es análoga a El razonamiento deductivo c o m p o r t a formular prediccionesacerca d e d e t e r m i n a d o objeto o f e n ó m e n o b a s á n d o n o s en su cla- , , , Otros procesos o Palabra clave n , rsificación, c o m o en el caso de la lógica del tipo «si-entonces». La Jenomenosd e d u c c i ó n implica «fragmentar hacia abajo». El r a z o n a m i e n t o abductivo implica buscar las similitudesentre objetos y fenómenos, es decir, «fragmentar lateralmente». Por ejemplo, u n a analogía a «fracaso» podría ser la incapa- Gregory Bateson esclareció la diferencia entre la lógica de- cidad de Cristóbal Colón para establecer u n a ruta comercial aductiva y el p e n s a m i e n t o abductivo c o n t r a s t a n d o los siguientes Oriente, que lo condujo a las costas de América del Norte. Larazonamientos: cría de cisne (o «palito feo») constituye u n ejemplo clásico de analogía p a r a u n a p e r s o n a « p o c o atractiva». Podría establecerse otra analogía parecida entre «gasto» y la «energía» requerida Deductivo Abductivo para el ejercicio físico o el crecimiento. Y así sucesivamente. Los h o m b r e s m u e r e n . Los h o m b r e s m u e r e n . Sócrates es u n h o m b r e . La h i e r b a m u e r e . Ejercicio: Busca isomorfismos Sócrates m o r i r á . Los h o m b r e s s o n h i e r b a . La capacidad para «fragmentar lateralmente» y crear analogías constituye una habilidad fundamental para la construcción de Comparación entre procesos de pensamiento deductivo y abductivo metáforas terapéuticas. Éstas implican el establecimiento d e iso-
  • 90 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentaciónmorfismos o paralelismos entre l o s personajes y los sucesos del Por ejemplo: «Mi abuelo me enseñó a conducir. Me dijorelato y la situación personal de quien lo escucha, con el objetivo que podía conducir con seguridad mirando s ó l o al retro-de ayudarlo a encontrar nuevas perspectivas y activar recursos. visor siempre que la carretera delante de mí fuera exacta- El ejercicio siguiente te ayudará a desarrollar y aplicar tus mente la misma que la que dejaba atrás».habilidades de pensamiento lateral: 5. Cambiar de papeles hasta que todos hayan estado en el En grupos de tres personas, A, B y C: de A. 1. A habla a B y C de un problema o de una situación p sentes, para los que le gustaría obtener algún consejo Puntuación y repuntuación Por ejemplo, A desearía tener una nueva relación, pe - duda debido a los problemas experimentados e n relaci Las diversas formas de fragmentar (hacia arriba, hacia abajo y la- nes anteriores. teralmente) proporcionan un poderoso conjunto de herramientas lingüísticas con las que enriquecer, reencuadrar y «re-puntuar» 2. B y C están atentos a los elementos significativos de la si- nuestros mapas del mundo. Distintas «puntuaciones» de nuestra tuación o el problema de A, por ejemplo: «La atención de percepción del mundo nos permiten crear diferentes significados A sobre el pasado le impide avanzar e n su vida». de una misma experiencia. En el lenguaje hablado, por ejemplo, puntuamos las palabras de varias formas diferentes: como pre- 3. B y C hablan entre sí para ponerse de acuerdo sobre los guntas, como afirmaciones o c o m o exclamaciones. Las comas, los elementos, personajes, relaciones y procesos contextual- signos de exclamación o interrogación nos permiten comprender mente significativos en la situación o el problema de A el significado implícito. En la organización de nuestra experien- B los expresa verbalmente a A para comprobar su exac- cia ocurre algo parecido. titud. El diccionario define puntuar como «poner en la escritura los signos ortográficos necesarios para distinguir el valor prosó- 4. B y C trabajan juntos para presentar una metáfora a A. B dico de las palabras y el sentido de las oraciones y de cada uno y C pueden utilizar las siguientes fuentes de inspiración de sus miembros». En PNL, el término «puntuación» se utiliza para referirse al m o d o en que el individuo fragmente una expe- Fantasía riencia en unidades de percepción significativas. Esta clase de Temas universales puntuación cognitiva funciona de forma análoga al modo en que Experiencias de la vida en general I puntuación lingüistica opera en el lenguaje hablado y escrito. a Experiencias de la vida personal Tomemos como ejemplo las siguientes palabras: Naturaleza (animales, estaciones, plantas, geología, geo grafía, etc.) lo que es es lo que no es no es no es así así es Cuentos populares Ciencia ficción A primera vista no parecen más que un parloteo carente de Deportes mido. Pero observa lo que sucede cuando se puntúan c o m o si- gue:
  • 02 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentación 93 Lo que es, es. Lo que no es, no es. ¿No es así? ¡Así es! Realista: Los beneficios h a n caído el trimestre p a s a d o . Ya h e - m o s atravesado m o m e n t o s difíciles e n otras ocasiones Parece q u e de repente cobran cierto sentido. La p u n t u a c i ó n , ( c o m a ) , ¿qué p o d r í a m o s hacer para esforzarnos más (in-situada a u n nivel distinto al d e las propias palabras, las organiza terrogante)?y las «enmarca» de m o d o q u e nuestra percepción de ellas cambia. Estas palabras podrían ser puntuadas también de m o d o distin- Soñador: Los beneficios han caído el trimestre pasado. N o esto. Compara la puntuación anterior con los siguientes ejemplos: más que un tropezón en el c a m i n o ( p u n t o y coma); lo p e o r ya ha pasado. A partir d e a q u í las cosas mejorarán. Lo que es, es lo que no es, no es, no es. Así, así es. Lo que, es. Es, lo que no es. No es. No es así. Así es. El poder de la palabra trata, en gran medida, del m o d o en que el lenguaje nos lleva a p u n t u a r y r e p u n t u a r n u e s t r o s m a p a s El contenido d e nuestra experiencia es c o m o la primera de del m u n d o , así c o m o del m o d o en que estas p u n t u a c i o n e s le danestas series de palabras. Es relativamente neutral e incluso está sentido a nuestra experiencia.vacío de cualquier significado real. Procesos cognitivos c o m o lafragmentación, la percepción del tiempo y los canales represen-tacionales, d e t e r m i n a n d ó n d e colocar los interrogantes, los sig- W W W. I N T E R C A M B I O S V I R T U A L E S . O R Gnos de admiración, las c o m a s y los p u n t o s mentales y emociona-les. Nuestra p u n t u a c i ó n mental influye sobre qué percepcionesa g r u p a m o s , d ó n d e c e n t r a m o s la atención, q u é tipo de relacionesv a m o s a percibir, etc. Por ejemplo, considerar u n acontecimien-to e n términos de s u s implicaciones «a largo plazo», le conferiráu n significado c o m p l e t a m e n t e distinto a considerarlo en rela-ción con el «pasado inmediato». Ver u n detalle en relación con la«gran imagen» es m u y diferente a verlo en relación con otros de-lalles. Las personas n o suelen discutir, deprimirse, o matarse unasa otras p o r el c o n t e n i d o d e su experiencia ni p o r s u s respectivosmapas del m u n d o , sino más bien p o r el lugar d o n d e colocan lossignos de exclamación y los interrogantes, p u e s confieren distin-tos significados a ese c o n t e n i d o . Tomemos, p o r ejemplo, u n a información c o m o : «Los bene-ficios h a n caído el trimestre pasado». He aquí c ó m o puntuaríanesos m i s m o s datos u n soñador, u n realista y u n crítico, sobre labase de sus respectivos valores, creencias y expectativas: Crítico: Los beneficios h a n caído el trimestre pasado. ¡Eso es terrible! ¡Estamos a r r u i n a d o s (signo d e exclamación)!
  • 4Valores y criterios
  • La estructura del significadoEl significado está relacionado con la intención o el sentido deu n mensaje o u n a experiencia. El equivalente inglés para «signi-ficado» es meaning, del inglés hablado entre los siglos xn y xivmenen (inglés antiguo maman), equivalente a su vez del alemánantiguo meinen, q u e significa «tener en m e n t e » . Así p u e s , mea-ning, «significado», se refiere a las representaciones o experien-cias internas asociadas c o n estímulos y acontecimientos exter-nos. Los modelos y procesos d e PNL, c o m o los q u e El poder de lapalabra representa, fueron desarrollados con el objetivo d e ex-plorar y descubrir «cómo» simbolizamos, significamos o repre-sentamos los datos empíricos, c ó m o interpretamos esos datos yles d a m o s u n significado i n t e r n o en n u e s t r o s m a p a s mentales delm u n d o , es decir, c ó m o c o n s t r u i m o s a partir d e ellos u n «senti-do». Desde la perspectiva d e la PNL, el significado es u n a fun-ción de la relación entre «mapa y territorio». Diferentes m a p a sdel m u n d o producirán significados i n t e r n o s distintos p a r a u nmismo territorio d e experiencia. Un m i s m o incidente o u n a mis-ma experiencia en el m u n d o externo cobrarán significados dis-tintos en i n d i v i d u o s diferentes o en culturas distintas, d e p e n -diendo d e c ó m o sean s u s respectivos m a p a s internos. Tenermucho dinero, p o r ejemplo, p u e d e ser visto c o m o u n «éxito»para algunos, pero también c o m o u n «riesgo» o u n a «carga» p o rotros. En u n a cultura árabe, p o r ejemplo, eructar significa «gra-cias por la excelente comida». En otras culturas, en cambio, eso gnificaría q u e la persona se siente indispuesta, n o tiene m o d a -S1les o es grosera. Todos los animales tienen la capacidad d e crear códigos y
  • 98 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 99mapas del mundo, así como de dar significado a su experiencia a en-vez-de-fracaso». Las presuposiciones acerca de la intenciónpartir de esos mapas. El significado es la consecuencia natural de tras determinado comportamiento o determinada comunicaciónnuestra interpretación de la experiencia. Qué significado extrae- crean, asimismo, cierta clase de marco que influirá sobre el modomos y cómo lo extraemos está en función de la riqueza y la flexi- en que serán interpretadas. Ésta es la razón que hace que los pro-bilidad de nuestras representaciones internas del mundo. Un ma- cesos de PNL de enmarcar y reencuadrar sean herramientas conpa limitado de la experiencia producirá, con toda probabilidad, tanto poder para la transformación del significado de una situa-un significado igualmente limitado. La PNL subraya la importan- ción o experiencia.cia de explorar diferentes perspectivas y niveles de experiencia, El medio o canal a través del que se recibe o se percibe unpara crear así la posibilidad de descubrir distintos significados mensaje o una experiencia, constituye otra fuente de influenciapotenciales en relación con determinada situación o experiencia. sobre el significado. Una palabra hablada suscitará distinta clase Habida cuenta de que el significado es una función de nues- de significado que un símbolo visual, que un contacto físico otras representaciones internas de la experiencia, alterar estas re- que un olor. El teórico del medio Marshall McLuhan asegura quepresentaciones internas puede alterar también el significado que el medio por el que el mensaje es transmitido tiene más impor-esa experiencia vaya a tener para nosotros. Las representaciones tancia sobre c ó m o s e recibe y se interpreta éste que el propiosensoriales constituyen la «estructura profunda» de nuestro len- mensaje por sí mismo.guaje. Sentir el «éxito» es una experiencia distinta a visualizarlo Así pues, el modo en que cada cual extraerá sentido de unao a hablar de él. Cambiar el color, el tono, la intensidad, la canti- comunicación está en gran medida determinado por los para-dad de movimiento, etc. (las cualidades de «submodalidad»), de mensajes y metttmenstíjes que acompañen a esa comunicación.las representaciones internas alterará también el significado y el Los metamensajes no verbales son como guías y marcadores de.impacto de determinada experiencia. los mensajes transmitidos, que nos indican c ó m o interpretarlos En significado está asimismo muy influido por el contexto. para darles el significado adecuado. Las mismas palabras pro-Una misma comunicación o conducta tendrá diferentes signifi- nunciadas con entonación y énfasis distintos tendrán significa-cados en contextos distintos. Responderemos de forma diferente dos muy diferentes. Por ejemplo, es muy diferente decir «¿No?»si vemos a alguien apuñalado o acribillado a balazos en la ficción que decir «No» o que decir «¡No!»de un escenario, que si lo vemos tendido en medio del callejón Uno de los principios fundamentales de la PNL consiste enque hay detrás de ese mismo teatro. Así pues, tanto la percepción que para el receptor, el significado de toda comunicación consiste endel contexto c o m o los indicios contextúales constituyen un as- la respuesta que suscita en él, sea cual fuere la intención del comu-pecto importante de la capacidad de extraer sentido de un men- nicador. Veamos un ejemplo, muy realista, de un castillo medie-saje o un acontecimiento. val que estaba bajo el asedio de un ejército extranjero. A medida Los marcos mentales que colocamos en torno a nuestra per- que el asedio se prolongaba, la comida comenzaba a escasear en-cepción de una situación, de un suceso o de un mensaje sirven a tre los sitiados. Con él ánimo de no rendirse, decidieron mostrarm o d o de contexto generado en nuestro interior para nuestra ex- s u determinación. Colocaron en un cesto los pocos alimentosperiencia. Percibir una situación desde un «marco-problema», que les quedaban y los catapultaron sobre sus asaltantes. Cuan-por ejemplo, centrará nuestra atención en determinados aspec- do éstos, que también comenzaban a andar escasos de suminis-tos de esa situación y nos llevará a atribuir significados a los. tros, vieron caer sobre ellos aquellos alimentos, interpretaronacontecimientos, distintos a si percibimos la misma situación que los del castillo tenían tanta comida que podían permitirsedesde un «marco-objetivo» o desde un «marco-realimentación- «uzar parte de ella a sus atacantes para desafiarles. Para sorpre-
  • 100 EL PODIÍR DE LA PALABRA valores y criteriossa d e los sitiados, las tropas asaltantes, descorazonadas p o r su A m o d o d e exploración d e tus p r o p i o s valores, considerapropia interpretación del mensaje, a b a n d o n a r o n precipitada- por un m o m e n t o c ó m o responderías a las siguientes preguntas:m e n t e el asedio. «En líneas generales, ¿qué es lo que te motiva?», «¿qué es lo más F u n d a m e n t a l m e n t e , el significado es p r o d u c t o de n u e s t r o s importante para ti?», «¿qué te mueve a la acción, qué te saca d evalores y n u e s t r a s creencias. Está relacionado c o n la pregunta la cama por la mañana?»«¿Por qué?» Los mensajes, a c o n t e c i m i e n t o s y experiencias que Entre las respuestas posibles podrían contarse:e n c o n t r a m o s m á s «significativos» s o n aquellos que están másc o n e c t a d o s con n u e s t r o s valores fundamentales (seguridad, su- Éxitopervivencia, crecimiento, etc.) Las creencias relacionadas con Elogiocausa-y-efecto, j u n t o c o n la c o n e x i ó n entre los acontecimientos Reconocimientopercibidos y n u e s t r o s valores, d e t e r m i n a n en gran m e d i d a el sig- Responsabilidadnificado q u e o t o r g a m o s a esos a c o n t e c i m i e n t o s . Alterar las Placercreencias y los valores p u e d e c a m b i a r de i n m e d i a t o el significa- Amor y aceptaciónd o de n u e s t r a s experiencias vitales. Los patrones de El poder de Logrola palabra o p e r a n c a m b i a n d o el significado de los aconteci- Creatividadm i e n t o s y las experiencias, p o r m e d i o de la actualización o delc a m b i o de los valores y las creencias asociados a esos aconteci- Valores c o m o éstos influyen e n y dirigen fuertemente los o b -mientos. jetivos que n o s fijamos y las opciones q u e elegimos. Los objeti- vos que nos fijamos son, en efecto, la expresión tangible de nues- tros valores. Por ejemplo, lo m á s probable es q u e la persona cuyoValores y motivación objetivo consista en «crear u n e q u i p o eficaz», la m u e v a el valor de «trabajar con otras personas». Quien se fije el objetivo deSegún el diccionario Websters, los valores son «principios, cuali- «aumentar los beneficios», probablemente lo hará p o r q u e tratadades o entidades que resultan intrínsecamente valiosos o de- de satisfacer el valor d e «éxito financiero». De forma parecida, laseables». En su origen, el t é r m i n o «valor» se refería a «la valía de persona que se sienta motivada p o r la «estabilidad» c o m o valor,algo», sobre todo en términos del sentido e c o n ó m i c o de inter- se marcará objetivos relacionados con la satisfacción de estec a m b i o comercial. Bajo la influencia de filósofos c o m o Friede- valor en su vida personal o profesional. Esta persona buscará ob-rich Nietzsche, el uso del t é r m i n o se amplió en el siglo xix hasta jetivos distintos a los de otra cuyo valor sea, p o r ejemplo, la «fle-incluir u n a interpretación más filosófica. Estos filósofos acuña- xibilidad». Q u i e n valore la estabilidad se contentará c o n u n em-ron el t é r m i n o axíologia (del griego axios o «valioso») para refe- pleo de 9 a 5, con u n salario garantizado y u n a s funciones bien definidas. Q u i e n valore la flexibilidad, en cambio, tratará d e en-rirse al estudio de los valores. contrar un e m p l e o que implique variedad de funciones y de h o - Habida cuenta d e lo asociados que están a los conceptos de rario.valía, sentido y deseo, los valores constituyen en la vida del serh u m a n o u n a fuente primaria de motivación. C u a n d o nuestros Los valores d e la persona t a m b i é n moldearán el m o d o en elvalores se ven satisfechos o correspondidos, sentimos satisfac- que «puntuará» o atribuirá significado a su propia percepción deción, a r m o n í a o sintonía. C u a n d o sucede lo contrario, solemos n h u a c i ó n concreta. Ello d e t e r m i n a qué clase de estrategias a ssentirnos insatisfechos, i n c o n g r u e n t e s o violentados. m e n t a l e s seleccionará para a b o r d a r esa situación, así c o m o , e n
  • 102 El. PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 103última instancia, las acciones que realizará en ella. Quien valore sados en emociones. Desde esta perspectiva, los valores son pa-la «seguridad», por ejemplo, estará constantemente evaluando la recidos a lo que en PNL denominamos criterios fundamentales.situación o la actividad para detectar cualquier «peligro» poten- Los valores y los criterios fundamentales constituyen ejem-cial. Quien valore en cambio la «diversión», evaluará esa misma plos clásicos de experiencia «subjetiva», en contraste con lossituación o actividad por las oportunidades de recreo o juego que «datos» y las acciones observables, que representan la «objetivi-pueda proporcionar. dad». Dos personas pueden afirmar que poseen los mismos valo- Así pues, los valores constituyen la base de la motivación y res y, sin embargo, actuar de forma m u y diferente e n situacionesde la persuasión, actuando a m o d o de poderoso filtro de per- parecidas. Ello se debe a que, a pesar de que las personas com-cepción. Cuando conseguimos conectar nuestros planes y obje- partan valores parecidos (como «éxito», «armonía» o «respe-tivos futuros con nuestros valores y criterios fundamentales, to»), sus respectivas evidencias requeridas para determinar siesos objetivos se vuelven m u c h o más incitadores. Todos los pa- esos criterios están siendo satisfechos o, por el contrario, vulne-trones de El poder de la palabra giran en torno a una utilización rados, pueden diferir substancialmente. Esta realidad suele serdel lenguaje destinada a vincular diversos aspectos de nuestra causa tanto de conflicto c o m o de diversidad creativa.experiencia y nuestros mapas del mundo c o n nuestros valores Uno de los retos en la definición, enseñanza, debate, o in-fundamentales. cluso conversación sobre valores y criterios, consiste en que el lenguaje utilizado para expresarlos sea a menudo muy general y muy poco «basado-en-los-sentidos». Valores y criterios básicosCriterios y juicios son a menudo expresados con palabras tales c o m o «éxito», «se- guridad», «amor», «integridad», etc. Esta clase de palabras, co-En PNL, los valores son a menudo equiparados con lo que se co- nocidas en PNL c o m o nominalizaciones, suele ser notablementenoce como «criterios», aunque ambos conceptos no sean del todo «resbaladiza». Como etiquetas, tienden a estar mucho más aleja-sinónimos. Los valores están relacionados con lo que queremos o das de cualquier experiencia sensorial específica que otras comodeseamos. Los criterios, en cambio, lo están con los estándares y «silla», «correr», «sentarse», «casa», etc. Ello hace que sean mu-las pruebas que aplicaremos para tomar decisiones y formular jui- cho más susceptibles de sufrir los procesos de generalización,cios. El término proviene de la palabra griega krites, que significa supresión y distorsión. No es raro ver a dos personas proclaman-«juez o arbitro». Nuestros criterios definen y moldean la clase de do los mismos valores y actuando de forma diferente e n situa-estados deseados que buscaremos, y determinan las pruebas que ciones similares, y ello debido a la enorme diferencia entre susutilizaremos para evaluar nuestro éxito y nuestro progreso en re- respectivas definiciones subjetivas de esos mismos valores.lación con estos estados deseados. Por ejemplo, aplicar el criterio Por supuesto, también suele ocurrir que las personas actúende «estabilidad» a un producto, una organización o una familia, desde valores distintos. Puede que una persona o un grupo bus-conducirá a determinados juicios y conclusiones. Aplicar en cam- quen «estabilidad» y «seguridad», mientras que otras aspiran abio el criterio de «capacidad de adaptación» llevará a otra clase de «crecimiento» y «autodesarrollo». Reconocer que las personasjuicios y conclusiones sobre ese mismo producto, esa misma or- tienen diferentes valores y criterios es fundamental para la reso-ganización o esa misma familia. lución de conflictos y el manejo de la diversidad. El contacto en- Los criterios pueden ser aplicados a cualquier clase de nive- tre culturas, las fusiones entre organizaciones y las transicionesles de experiencia. Podemos tener criterios medioambientales, e n la vida de las personas plantean, a menudo, cuestiones rela-conductuales e intelectuales, al mismo tiempo que criterios ba- cionadas con las diferencias entre criterios y valores.
  • 104 El. PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 105 Los principios y patrones de El poder de la palabra p u e d e n trar recncuadres q u e «encadenen» los d o s criterios iniciales d eser utilizados d e varios m o d o s para ayudar a resolver cuestiones forma que éstos p u e d a n ya ser compatibles.y problemas relacionados con los valores y los criterios: Por ejemplo: 1. « E n c a d e n a n d o » criterios y valores por m e d i o d e su rede- finición. Profesionalidad > integridad personal Autoexpresión < Libertad 2. F r a g m e n t a n d o hacia abajo para definir «equivalencias de Criterio 1 Reencuadre 1 Reencuadre 2 Criterio2 criterio». 3. F r a g m e n t a n d o hacia arriba para identificar y utilizar «je- Procura ahora e n c o n t r a r reencuadres que a y u d e n a encade- rarquías» d e valores y criterios. nar los dos criterios siguientes: Atención ~*— A u m e n t oRedefinir valores y criterios para encadenarlos al cliente d e beneficios Criterio 1 Reencuadre l Reencuadre 2Se presentan a m e n u d o situaciones en las que parece que haya Criterio 2diferencias entre los valores o criterios fundamentales d e perso- Escribe ahora t u s p r o p i o s ejemplos de Criterio 1 y Criterio 2nas o grupos. U n a empresa, p o r ejemplo, p u e d e tener la «globa- en los espacios habilitados y busca reencuadres simples q u e ayu-lización» c o m o valor fundamental. Para algunas d e las personas den a establecer el vínculo entre a m b o s .de esa empresa, sin embargo, tal vez el valor fundamental sea la«seguridad». Si n o son atendidas d e la forma adecuada, esta cla-se d e diferencias a p a r e n t e m e n t e fundamentales p u e d e n generar Criterio 1-»> Reencuadre 1 Reencuadre 2 Criterio 2conflictos y disensiones. U n m o d o de tratar con los conflictos percibidos entre valo-res consiste en utilizar el p a t r ó n d e redefinición de El poder de la Criterio 1 Reencuadre l Reencuadre 2 Criterio 2palabra para crear u n vínculo o «cadena» que u n a estos criteriosdivergentes. Por ejemplo, el t é r m i n o «globalización» p u e d e ser Encadenar criterios es u n a m o d a l i d a d d e «fragmentaciónfácilmente r e e n c u a d r a d o c o m o «trabajar j u n t o con personas di- lateral» orientada a la u n i ó n d e valores a p a r e n t e m e n t e contra-versas». «Seguridad», en «la confianza de formar parte de un dictorios. O t r a posibilidad p a r a evitar o resolver las limitacionesg r u p o » . En m u c h o s aspectos, «trabajar j u n t o con personas di- y los conflictos p o t e n c i a l e s , susceptibles d e surgir del lenguajeversas» y «formar parte de un grupo» s o n conceptos parecidos. utilizado para expresar valores, consiste en «fragmentar haciaDe este m o d o , estos sencillos reencuadres verbales consiguen su- abajo» los valores y las afirmaciones para convertirlos en expre-perar el abismo entre dos criterios que parecían incompatibles. siones m á s específicas o, l o q u e es lo m i s m o , e n equivalencias de Prueba a hacerlo tú m i s m o utilizando los espacios habilita- criterio.dos más abajo. Anota dos criterios a p a r e n t e m e n t e opuestos enlos espacios titulados Criterio 1 y Criterio 2. Reencuádralos lue-go utilizando palabras o frases compatibles c o n esos criterios,pero q u e p r o p o r c i o n e n u n a perspectiva distinta. Trata de encon-
  • 106 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 107Fragmentar hacia ahajo para definir genes, sonidos, palabras y sensaciones internas. Para explorar al-«equivalencias de criterio» gunas de tus equivalencias d e criterio, p r u e b a lo siguiente:«Equivalencia d e criterio» es el t é r m i n o que utiliza la PNL para 1. Piensa en algún valor o criterio que sea i m p o r t a n t e para tidescribir las evidencias específicas y observables q u e las perso- satisfacer (calidad, creatividad, singularidad, salud, etc.)nas utilizan para decidir si d e t e r m i n a d o criterio ha sido o n o sa- 2. ¿Cómo p o d r á s saber, d e forma específica, que has conse-tisfecho. Los «criterios» están relacionados con objetivos y valo- guido satisfacer ese valor o criterio? ¿Es algo q u e verás,res. Las «equivalencias de criterio» están relacionadas con las que oirás, q u e sentirás? ¿Sabes si se basa exclusivamenteexperiencias y las n o r m a s que las personas utilizan para evaluar en tu propia evaluación, o necesitarás p o r el contrario ve-su éxito en la satisfacción de d e t e r m i n a d o s criterios. Los valores rificación externa ( p o r ejemplo, de otra persona o d e u n ay los criterios suelen ser de carácter m u y general, abstracto y am- m e d i c i ó n objetiva)?biguo. Pueden presentar formas y aspectos m u y diversos. Lasequivalencias de criterio son las d e m o s t r a c i o n e s u observacionessensoriales o conductuales específicas utilizadas para saber si u n Las percepciones sensoriales q u e conforman nuestras equiva-criterio está o n o siendo satisfecho. Las equivalencias de criterio lencias de criterio influyen en gran medida en el m o d o en que pen-s o n el resultado de los procedimientos de prueba. U n procedi- samos y sentimos acerca d e algo. Considera el m o d o en q u e tusmiento de prueba une el porqué (los criterios y los valores) con el percepciones sensoriales influyen sobre tu grado d e motivación.cómo (las observaciones y las estrategias utilizadas para tratar de Recuerda, p o r ejemplo, algún anuncio en la televisión q u e tesatisfacer los criterios). haya hecho apetecer la posesión del p r o d u c t o a n u n c i a d o . ¿Qué fue lo que te estimuló a desear adquirir ese producto? ¿El color, El tipo d e evidencia sensorial, o d e equivalencia d e criterio, la luz, la música, las palabras, el tono d e la voz, el movimiento?que u n a persona utiliza para evaluar u n a idea, u n p r o d u c t o o u n a Estas características particulares se c o n o c e n en P N L con el n o m -situación determinará en gran m e d i d a si éstos serán juzgados bre de «submodalidades», y j u e g a n a m e n u d o u n papel significa-c o m o interesantes, deseables, exitosos, etc. Las personas suelen tivo en las estrategias d e motivación d e las personas.diferir en c u a n t o a s u s canales sensoriales, su nivel d e detalle y Explóralo tú m i s m o c o n el ejercicio siguiente:las perspectivas que utilizan para evaluar su éxito en la satisfac-ción de s u s criterios. La persuasión eficaz, p o r ejemplo, implica 1. Imagina que ya has alcanzado u n objetivo o u n resultadola capacidad para identificar y satisfacer los criterios fundamen- q u e se c o r r e s p o n d e con los criterios que acabas d e defi-tales d e la otra persona, igualando para ello su equivalencia de nir, y q u e ya los estás disfrutando.criterio. Establecer criterios y equivalencias d e criterio constitu-ye asimismo u n aspecto i m p o r t a n t e para la construcción de 2. Ajusta las cualidades sensoriales d e tu experiencia internaequipos, para la creación y el m a n t e n i m i e n t o d e u n a cultura or- de m o d o que se haga más motivadora y atractiva. ¿Sucedeganizacional y para la planificación estratégica. eso c u a n d o añades m á s color, más brillo, m á s sonido, más Definir equivalencias d e criterio implica preguntar: « ¿ C ó m o palabras, más movimiento? ¿Qué pasa c u a n d o alejas op o d e m o s saber si d e t e r m i n a d a c o n d u c t a o consecuencia cumple acercas la imagen? ¿Qué sucede si subes o bajas el volu-c o n d e t e r m i n a d o criterio o valor?» E n el ámbito personal, m a n - m e n de los sonidos y las palabras? ¿Qué experimentastenemos o nos representamos la «estructura más profunda» de c u a n d o aceleras o retardas el movimiento? Identifica quén u e s t r o s valores de forma n o lingüística bajo el aspecto d e imá- cualidades te hacen sentir mejor esa experiencia.
  • 108 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 109Estrategias de realidad tu campo de visión? ¿Es u n a más clara q u e la otra? ¿Es u n a de ellas u n a película y la otra u n a i m a g e n fija? ¿ Q u é h a y d e las cua-Las equivalencias d e criterio están estrechamente relacionadas lidades o sensaciones asociadas con cada u n a de ellas?c o n la estrategia de realidad de la persona. Las estrategias de rea- La calidad d e la información percibida por los sentidos está,lidad involucran la secuencia de p r u e b a s mentales y los criterios de algún m o d o , codificada con mayor precisión si la experienciai n t e r n o s q u e la p e r s o n a aplica p a r a evaluar si u n a experiencia o es real q u e si es imaginada. Ahí reside la diferencia. Dispones deu n acontecimiento particulares son o n o «reales» o « h a n sucedi- una «estrategia de realidad» que te permite distinguir entre lasd o en realidad». Se trata esencialmente d e la estrategia por la que dos experiencias.distinguimos la «fantasía» de la «realidad». Muchas personas tratan de cambiar o «reprogramarse» vi- E s propio d e la infancia pretender que ha sucedido algo q u e , sualizándose a sí mismas en posesión del éxito. A quienes usenen realidad, n o fue más que un s u e ñ o o u n a fantasía. Incluso mu- esta estrategia de forma natural les funcionará de maravilla. Enchos n o están del todo seguros de si alguna experiencia fuerte de cambio, para quienes utilicen una voz interior que les diga «¡Túsu infancia fue real o imaginada. Otra experiencia corriente del puedes!», esa misma estrategia n o funcionará. Si deseo conven-m i s m o fenómeno sucede c u a n d o estamos absolutamente seguros certe de algo, o hacer que u n a cosa parezca real para ti, tendré quede haberle dicho algo a alguien, pero esa persona lo niega en re- hacerlo d e tal m o d o que encaje con tu propia estrategia de reali-d o n d o y más tarde nos d a m o s cuenta de que, en efecto, lo plantea- dad. Tengo que conseguir que sea consistente con las cualidadesm o s en nuestra m e n t e pero n u n c a lo llegamos a expresar. requeridas para tus imágenes, sensaciones y sonidos internos, es Desde la perspectiva de la PNL, nunca podemos estar seguros decir, tus submodalidades. Así pues, si quiero ayudarte de algúnde dónde está la realidad, porque nuestro cerebro nunca conoce modo a cambiar tu c o m p o r t a m i e n t o , deberé a s e g u r a r m e d e que elrealmente la diferencia entre la experiencia vivida y la imaginada. resultado encaje contigo c o m o persona. Identificando tu propiaLo cierto es q u e , para representar ambas experiencias, utilizamos, estrategia de realidad podrás determinar con precisión cómo ne-las mismas células del cerebro. No existen partes específicas del ce- cesitas representarte u n cambio d e c o m p o r t a m i e n t o para que terebro que hayan sido diseñadas para la «fantasía» o para la «reali- convenzas d e q u e se trata d e algo q u e p u e d e s conseguir.dad». Debido a ello, necesitamos disponer d e alguna estrategia que En m u c h o s aspectos, la PNL consiste en el estudio del m o d onos confirme que la información recibida p o r los sentidos supera en que creamos nuestros propios m a p a s d e la realidad, d e qué esdeterminadas verificaciones que la imaginada n o puede superar. lo que mantiene esa realidad o ese m a p a de forma estable, de Prueba u n p e q u e ñ o e x p e r i m e n t o . Piensa en algo que pudie- cómo se desestabiliza y q u é es lo q u e hace q u e un mapa sea o n oras haber h e c h o ayer, pero que en realidad n o hiciste. Por ejem- eficaz. La PNL p r e s u p o n e la existencia de tres realidades distin-plo, ir d e c o m p r a s , a u n q u e d e s p u é s d e t o d o n o fuiste. Luego tas, expresadas en n u e s t r o s m a p a s del m u n d o .piensa en algo q u e sí hiciste, c o m o p o r ejemplo ir a trabajar o Tanto el sistema o las estrategias de la realidad q u e creamos,verte con u n amigo. Contrasta a m b a s experiencias en tu mente. como el m o d o en que ese sistema interactúa para formar nuestros¿ C ó m o d e t e r m i n a s q u e n o hiciste lo u n o e hiciste lo otro? Puede mapas de la realidad, h a n sido objeto d e la atención de la Progra-q u e la diferencia sea sutil, pero las cualidades de tus imágenes in- mación Neurolingüística desde sus inicios. Las estrategias de rea-ternas, los s o n i d o s y las sensaciones cinestésicas de a m b a s expe- lidad son el adhesivo q u e m a n t i e n e u n i d o s nuestros m a p a s delriencias diferirán p r o b a b l e m e n t e de algún m o d o . Contrasta tu mundo, constituyen el m o d o en q u e «sabemos» q u e algo es loexperiencia imaginada c o n tu experiencia real y c o m p r u e b a tus M e es. Considera el siguiente ejemplo de averiguación d e la es- urepresentaciones internas. ¿Están situadas en el m i s m o lugar dej trategia de realidad de una persona a partir de su n o m b r e :
  • ] 10 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 111 Pregunta: ¿ C ó m o te llamas? «una chimenea», etc. Al preguntarle si podía silenciar aquella voz, Lucy: Lucy. se mostró reticente a hacerlo porque temía que iba a perder el con- P: ¿Y c ó m o sabes que te llamas asi? tacto con la realidad, tal como él la conocía. Al preguntarle si ha- L: Bueno, así m e h a n llamado toda mi vida. bía algo más que pudiera hacer para desprenderse sin problemas P: ¿Y c ó m o sabes, estando ahí sentada, q u e así es c o m o te de sus voces internas respondió: «Necesito algo a lo que agarrar- h a n llamado «toda tu vida»? ¿Acaso oyes voces? me». Se le instruyó a tener agarrada u n a cuchara y m a n t e n e r d e L: Sí, oigo u n a voz que m e dice: «Me llamo Lucy». este m o d o el contacto con la realidad de forma cinestésica. Al ha- P: Si n o tuvieras ésa voz q u e te dice que te llamas Lucy, cerlo, p u d o expandir su estrategia de realidad y abrirse literalmen- ¿ c ó m o sabrías q u e ése es tu n o m b r e ? te a una nueva forma «no verbal» de experimentar la realidad. L: Veo u n cartel ante mis ojos con la palabra «Lucy» escrita en él. P: Si n o pudieras ver ese cartel, o si estuviera tan borroso Ejercicio de estrategia de realidad que n o pudieses leer el n o m b r e , ¿cómo p o d r í a s saber que te llamas Lucy? Parte I: L: No podría saberlo. a) Elige algo trivial que hayas h e c h o ayer, j u n t o c o n algo que P: Y si vieras m u c h o s carteles c o n n o m b r e s distintos, podrías haber h e c h o pero n o hiciste. Asegúrate de q u e lo ¿ c ó m o sabrías q u e el que lleva escrito «Lucy» es el tuyo? que podrías haber h e c h o pero n o hiciste sea algo que esté L: Es u n sentimiento. por completo d e n t r o de tu ámbito d e c o m p o r t a m i e n t o . No pienses en p o n e r manteca d e cacahuete a tu helado Este ejemplo ilustra algunas características c o m u n e s c o m o c u a n d o n o te gusta el helado con m a n t e c a de cacahuete,«estrategia d e realidad». La persona «sabe» que Lucy es real- p o r q u e n u n c a lo hubieras h e c h o . Mejor elige c o m o ejem-m e n t e su n o m b r e p o r q u e dispone de múltiples sistemas de re- plo algo q u e ya hayas h e c h o antes, c o m o cepillarte lospresentación «cruzados». En última instancia, «Lucy» tiene u n dientes o tomarte u n a taza de té. La única diferencia ess e n t i m i e n t o asociado c o n su n o m b r e . Si p u d i e r a hacer algo para que ayer, precisamente, hiciste «realmente» u n a de laslibrarse de ese sentimiento, resultaría interesante ver c ó m o se las dos cosas. Por ejemplo, te cepillaste los dientes, pero n oarreglaba para seguir sabiendo su n o m b r e . Si este m i s m o ejerci- te tomaste u n a taza de té (a pesar d e que te la podrías ha-cio se lleva lo suficientemente lejos, la persona p u e d e llegar in- ber t o m a d o perfectamente).cluso a d u d a r d e algo tan básico c o m o su propio n o m b r e . C u a n d o alguien comienza a llegar realmente a la raíz d e su es-trategia de realidad p u e d e sentirse algo desorientado, e inclusoasustado. Pero también está abriendo la puerta a nuevos descubri-mientos y enseñanzas. C o m o ejemplo, un psicoanalista que estu-diaba PNL se mostró m u y interesado por descubrir su estrategiad e realidad. Primero averiguó que tenía u n diálogo interior cons-tante consigo m i s m o . Luego se percató de que etiquetaba verbal-mente para sí m i s m o todas sus experiencias. Por ejemplo, al entrar Explora tu estrategia de realidad contrastando un recuerdo de algoen u n a habitación comenzaba a decirse: «un cuadro», « u n sofá», sucedió ayer con algo que podría haber sucedido pero no sucedió. a e
  • 112 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 113 b) Determina c ó m o conoces la diferencia entre lo que hicis- 4) Continuidad — La correspondencia d e u n recuerdo con- te y lo que n o hiciste pero podrías haber h e c h o . Lo que se creto (su «flujo lógico») c o n el recuerdo d e otros sucesos te ocurra primero será p o r lo general tu verificación más i n m e d i a t a m e n t e anteriores y posteriores al que estamos obvia de la realidad. P u e d e q u e tengas u n a imagen de lo p r e s t a n d o nuestra atención. Si algo n o «encaja» con u n o pero n o de lo otro. U n a vez que hayas c o n s t r u i d o esa n u e s t r o s d e m á s recuerdos, nos parecerá m e n o s «real». imagen, tal vez observes otras cosas. C o m p r u e b a , p o r ejemplo, las diferencias d e s u b m o d a l i d a d . Quizás u n a sea 5) Probabilidad - La probabilidad es u n a evaluación d e la u n a película y la otra u n a foto fija. Tal vez u n a tenga m á s posibilidad de q u e algo ocurra, sobre la base d e que brillo y más color que la otra. Para explorar capas cada vez d i s p o n e m o s de c o m p o r t a m i e n t o s anteriores. E n ocasio- m á s profundas de tu estrategia d e realidad, toma cada nes percibimos algo c o m o n o «real» p o r q u e nos parece u n a de las distinciones que descubras y aplícala al re- «improbable» o poco viable q u e haya o c u r r i d o , habida c u e r d o de lo q u e «no sucedió» realmente. Es decir, haz cuenta del resto d e la información d e la que ya dispone- que las cualidades sensoriales del h e c h o q u e n o sucedió mos. (Eso comienza a s u p e r p o n e r s e con nuestra creencia se parezcan cada vez m á s a las del q u e sí sucedió. ¿ C ó m o de estrategias convincentes.) sigues sabiendo que u n o sucedió y el otro n o ? C o n t i n ú a 6) Contexto - El grado d e detalle en relación con el e n t o r n o haciendo q u e el recuerdo d e lo q u e «no sucedió» real- o los antecedentes d e algún recuerdo constituyen otros m e n t e se parezca cada vez m á s al d e lo q u e «sí sucedió», indicadores de lo «real» que p u e d e o n o ser. A m e n u d o , hasta q u e n o encuentres ya diferencia alguna. las experiencias manufacturadas eliminan detalles del contexto circundante, debido a q u e n o se consideran i m - La siguiente relación incluye algunos de los m e d i o s p o r los portantes.q u e las personas «saben» q u e algo ha sucedido «realmente»: 7) Congruencia — El grado en el q u e alguna experiencia en- caja con nuestras creencias en relación con nuestros pro- 1) Tiempo — ¿ Q u é a c u d e a tu m e n t e en p r i m e r lugar? A me- pios hábitos y valores influye también en nuestra percep- n u d o d e t e r m i n a m o s que u n a experiencia es «real» por- ción d e su «realidad». Es m e n o s probable que percibamos q u e se trata d e la primera asociación que h a c e m o s cuan- c o m o «real» el recuerdo d e alguna posible acción que p u - d o se n o s pide que p e n s e m o s e n ello. diéramos haber realizado si ésta n o es congruente con 2) Implicación de múltiples sistemas de representación - En nuestras creencias sobre nosotros mismos. otras palabras, hay vistas, sonidos, sensaciones, gustos y 8) «Meta» recuerdo — La persona tendrá a m e n u d o el re- olores asociados con la experiencia. Por lo general, cuan- cuerdo d e haber creado o m a n i p u l a d o la experiencia ima- tos m á s sentidos estén involucrados en u n recuerdo, más ginaria. Estos procesos d e «meta» recuerdo p u e d e n ser «real» nos parecerá. e x p a n d i d o s e n s e ñ a n d o a la p e r s o n a implicada c ó m o 3) Submodalidades - La cualidad sensorial d e u n a experien- «marcar» las experiencias internas que hayan sido fabri- cia interna constituye u n a d e las estrategias de realidad cadas o m a n i p u l a d a s , p o r ejemplo, colocando u n m a r c o a más c o m u n e s . C u a n d o u n a imagen mental está asociada, su alrededor. es intensa, clara, de t a m a ñ o real, etc., parece m á s «real». 9) Claves de acceso - U n a parte crucial de m u c h a s estrate-
  • 114 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 115 gias de realidad, q u e queda n o r m a l m e n t e fuera del á m b i - presentarla c o m o la q u e sí tuviste. El objeto del ejercicio n o con- to de la conciencia d e las personas, consiste en la fisiolo- siste en confundir t u s estrategias d e realidad, sino en averiguar gía asociada al recuerdo. Los recuerdos van a c o m p a ñ a d o s cuáles son tus verificadores para la realidad. Recuerda que tu o b - por lo general de u n m o v i m i e n t o ocular hacia arriba y jetivo es averiguar cuál es tu estrategia de realidad, n o desbara- hacia la izquierda (para diestros), mientras que las fan- tarla. Si el proceso empieza a sobrecogerte (lo que a veces p u e d e tasías lo están d e u n m o v i m i e n t o ocular hacia arriba y suceder), quizás oigas u n a especie d e z u m b i d o o tal vez te sien- hacia la derecha. A u n q u e las personas n o sean normal- tas u n poco mareado. E n estos casos, lo m á s adecuado y ecológi- m e n t e conscientes de estos indicadores sutiles, p u e d e n co es detenerse u n rato. aprender a utilizarlos para distinguir la realidad d e la fan- La confusión acerca de la propia estrategia d e realidad puede tasía. conducir a u n a profunda incertidumbre. De hecho, la incapaci- dad para distinguir lo imaginado de la «realidad» está considera-Parte II: da como u n o d e los síntomas d e la psicosis y de otros desórdenes mentales severos. Por consiguiente, comprender, enriquecer y re- c) Elige dos cosas que hayan sucedido d u r a n t e tu infancia y forzar la propia estrategia de realidad es u n a fuente importante d e t e r m i n a c ó m o sabes q u e fueron reales. Descubrirás que para incrementar la propia salud mental. resulta u n poco difícil determinar q u é es lo que sucedió El valor de conocer tu propia estrategia d e realidad reside en por aquel entonces. En la Parte 1 tomaste algo ocurrido que podrás utilizarla para a c o m p a ñ a r en el futuro nuevas expe- m e n o s de 2 4 horas antes, y cambiaste tu percepción d e la riencias, de m o d o q u e te parezcan ya «reales». Personas c o m o realidad sobre ello. C u a n d o consideras algo q u e s u c e d i ó Leonardo da Vinci, Nicolás Tesla o Wolfgang Mozart creaban hace más d e 2 4 años, el proceso d e decisión se vuelve a ú n fantasías en s u s m e n t e s y, haciéndolas encajar con s u s respecti- más interesante, p o r q u e t u s imágenes n o serán tan claras vas estrategias de realidad, las convertían en realidades. También y probablemente estarán distorsionadas. De h e c h o , con podrás servirte de ella para desarrollar u n sentido más fuerte d e los recuerdos lejanos s u c e d e a veces q u e las personas dis- tu propio p u n t o d e vista y a u m e n t a r la claridad d e tus propios tinguen lo que ocurrió en realidad p o r q u e aparece más pensamientos y experiencias. borroso q u e lo fabulado. C u a n d o s e aplica a las generalizaciones y creencias c o m o d ) Piensa ahora en algo que n o haya sucedido en tu infancia uno de los p a t r o n e s de El poder de la palabra, la e x p l o r a c i ó n de pero que, d e h a b e r sucedido, h u b i e r a ejercido u n i m p a c - las estrategias d e realidad sirve para a y u d a r a fragmentar hacia to p o d e r o s a m e n t e positivo sobre tu vida. Crea u n a repre- abajo y d e s c u b r i r las r e p r e s e n t a c i o n e s y p r e s u p o s i c i o n e s (a m e - sentación interna d e este acontecimiento. Luego haz que n u d o i n c o n s c i e n t e s ) s o b r e las q u e h e m o s c o n s t r u i d o d e t e r m i - las s u b m o d a l i d a d e s y d e m á s cualidades de esta fantasía nada creencia o generalización. Ello p u e d e a y u d a r a reafirmar encajen con las que utilizas en tu estrategia d e realidad. o bien a c u e s t i o n a r la validez d e ese j u i c i o , generalización o ¿Cómo cambia eso tu experiencia del pasado? creencia. Ayuda a la p e r s o n a a r e c o n o c e r q u e s u s creencias s o n , en efecto, «creencias», e n o p o s i c i ó n a «realidades», lo cual Tanto en la Parte I c o m o en la II d e este ejercicio, trata de lle- puede a u m e n t a r de i n m e d i a t o las opciones d i s p o n i b l e s y servirgar a u n p u n t o en el q u e realmente d u d e s d e cuál d e las expe- a m o d o d e «meta marco» e n t o r n o a la creencia. La p e r s o n ariencias fue real. Sin embargo, ten cuidado c u a n d o comiences a queda e n t o n c e s liberada p a r a p r e g u n t a r : «¿Es eso r e a l m e n t e locambiar las cualidades d e la experiencia q u e n o tuviste para re- que quiero creer?», «¿Es ésa r e a l m e n t e la única generalización
  • 116 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 117que puedo extraer de estas representaciones y experiencias?», 1. Dime algo que podrías hacer pero no haces. ¿Por qué?«¿Estoy en realidad tan seguro de las experiencias a partir de Por ejemplo: «Nunca entraría en un aseo para el otrolas cuales nace esta creencia c o m o para aferrarme a ella con sexo, porque va contra las normas». Criterio = «Seguirtanta fuerza?» las normas». 2. ¿Qué podría ocurrir para que lo hicieras, a pesar de todo? Fragmentar hacia arriba para identificar y utilizar (Contraejemplo)jerarquías de valores y criterios Por ejemplo: «Entraría si realmente no hubiera otra op- ción y lo necesitara con urgencia». Criterio superior =También es posible fragmentar valores y criterios hacia arriba «Solucionar una crisis».con el objetivo de identificar sus niveles más profundos, es decir,s u jerarquía. La jerarquía de criterios de una persona o de un gru- Como este ejemplo ilustra, la identificación de contraejem-p o es, en esencia, el orden de prioridades que aplicarán a la hora plos puede ayudar a desvelar criterios de «nivel superior», quede decidir c ó m o actuar frente a determinada situación. Las jerar- prevalecen sobre los demás. Para hacerte una idea de tu propiaquías de valores y criterios están relacionadas con el grado de im- jerarquía de criterios mediante la búsqueda de contraejemplos,portancia o significado que cada cual atribuye a diferentes accio- responde a las preguntas siguientes:nes y experiencias. Un ejemplo de «jerarquía de criterios» sería el de la persona 1. ¿Qué es lo que te motivaría a probar algo nuevo?que valora más la «salud» que el «éxito económico». Esta perso-na tenderá a poner su salud «delante», y estructurará probable- 2. ¿Qué te haría dejar de hacer algo, aunque eso que estu-mente su vida en torno a actividades físicas más que sobre opor- vieras haciendo satisficiera tu respuesta a la pregunta 1?tunidades profesionales. Otra persona, en cambio, cuya jerarquía (Contraejemplo A).de criterios sitúe el «éxito económico» por encima de la «salud»,tendrá un estilo de vida diferente. Estará dispuesta a sacrificar la 3. ¿Qué te haría reanudar de nuevo esa acción, a pesar desalud y el bienestar físico con tal de «salir adelante» financiera- haberla dejado por las razones que has identificado en lamente. pregunta 2? (Contraejemplo B). Clarificar las jerarquías de valores de las personas es impor- 4. ¿Qué te haría volver a dejar de hacerlo? (Contraejemplo C).tante para el éxito en la mediación, la negociación y la comuni-cación. Las jerarquías de valores juegan asimismo un papel im- A medida que avanzas e n las respuestas, observa qué crite-portante en la persuasión y la motivación. rios van surgiendo, así c o m o en qué orden y en qué prioridad. Uno de las formas más útiles para dilucidar la jerarquía de Tal vez desees hacer algo que sea «creativo», «emocionante» ovalores de una persona consiste en descubrir lo que se conoce «divertido». Ése sería tu primer nivel de criterios. Pero quizá de-como «contraejemplos», que son, fundamentalmente, «excep- jaras de hacer algo creativo, excitante o divertido si con ellociones a la regla». La siguiente serie de preguntas utiliza el pro- comprendieras que estabas siendo irresponsable con tu familiaceso de descubrir contraejemplos para desvelar la jerarquía de (Contraejemplo A). En este caso, el criterio «responsabilidad»criterios de una persona: Pasaría por delante de los criterios «creatividad», «emoción» o «diversión». Sin embargo, también podría suceder que volvieras
  • 118 E L PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 119 a hacer eso tan «irresponsable» si llegaras a la conclusión de que compra, ¿verdad? ¿Ha c o m p r a d o alguna otra marca algu- era necesario para tu «crecimiento como persona». (Contrae- na vez? (Búsqueda de contraejemplo.)j e m p l o B). E n tu jerarquía d e valores, el «crecimiento c o m o per- R: Claro, algunas veces.sona» estaría p o r encima d e los criterios de «responsabilidad», P: ¿Qué fue lo que le decidió a c o m p r a r esa otra marca, a «creatividad», «emoción» y «diversión». Descendiendo a u n ni- pesar d e n o estar familiarizado con ella? (Identificación devel a ú n m á s profundo, tal vez descubrirías que p o d r í a s dejar de criterio de nivel superior, en relación con el contraejemplo.)hacer eso tan «necesario para tu crecimiento c o m o persona» si R: Estaba de oferta, con u n descuento i m p o r t a n t e sobre suc o n ello «comprometías tu seguridad y la de tu familia». (Con- precio habitual. (Criterio 2 = Ahorro.) traejemplo C). Así p u e s , la «seguridad» ocuparía el lugar más P: Claro, ahorrar p u e d e venir m u y bien a veces. Me estabaalto en tu «escala» de criterios. p r e g u n t a n d o , ¿habrá c o m p r a d o en alguna ocasión algu- Por cierto, otra forma d e identificar contraejemplos (y por na otra marca que n o conociera, a u n q u e n o estuviera deconsiguiente, jerarquías de criterios) consiste en preguntar: oferta? (Búsqueda del siguiente contraejemplo.) R: Sí, para agradecer a u n o s amigos su ayuda c u a n d o me 1. ¿Qué es lo q u e te. motivaría a probar algo nuevo? m u d é d e casa. (Criterio 3 = Demostrar agradecimiento a los demás.) Por ejemplo: « Q u e fuera seguro y fácil». P: Los b u e n o s amigos n o a b u n d a n . Vale la p e n a demostrar- 2. ¿Qué es lo q u e te motivaría a probar algo n u e v o , aunque les nuestro aprecio. ¿Hay alguna otra razón q u e le m o t i - no satisficiera la respuesta a la pregunta anterior? (Es de- vara a c o m p r a r u n a cerveza desconocida, a u n q u e n o es- cir, q u e no fuera n i seguro ni fácil.) tuviese de oferta o n o tuviese que agradecer u n favor? (Búsqueda del siguiente contraejemplo.) Por ejemplo: « Q u e hacerlo me permitiera a p r e n d e r mu- cho». R: Sí, claro, h e c o m p r a d o cervezas caras c u a n d o h e salido c o n los c o m p a ñ e r o s d e trabajo. ¡No soy u n r o ñ o s o ! (Cri- Las jerarquías de criterios constituyen u n a d e las fuentes prin- terio 4 = Impresionar a los demás.)cipales de diferencias entre personas, grupos y culturas. Jerarquías P: Claro, s u p o n g o q u e habrá s i t u a c i o n e s e n las q u e la cla-d e criterios parecidas, en cambio, son la base d e la compatibilidad se d e cerveza q u e u n o c o m p r a habla de las p r i o r i d a d e sentre grupos e individuos. Las jerarquías de criterios constituyen que u n o tiene. Pero s i e n t o m u c h a c u r i o s i d a d p o r saberu n aspecto clave para la motivación y el marketing. Considera, por si h a y algo q u e le hiciera c o m p r a r u n a cerveza d e s c o n o -ejemplo, el siguiente caso hipotético de utilización del proceso de cida, m á s cara, sin q u e h u b i e r a n a d a q u e agradecer n iaveriguación de contraejemplos para desvelar la jerarquía de crite- q u e d e m o s t r a r c o n ello. (Búsqueda del siguiente contrae-rios d e u n cliente a la hora de elegir su cerveza: jemplo.) R: Supongo que lo haría, si quisiera r e c o m p e n s a r m e real- Pregunta: ¿Qué marca de cerveza suele comprar? m e n t e a mí m i s m o por haber h e c h o algo difícil (Criterio Respuesta: Bueno, n o r m a l m e n t e compro XYZ. 5 = Autoaprecio.) P: ¿Por q u é XYZ? R: Es la q u e siempre h e c o m p r a d o . Supongo q u e estoy acos- D a n d o p o r sentado que esta p e r s o n a sea representativa de t u m b r a d o a ella. (Criterio 1 = Familiaridad.) u n a población más extensa d e potenciales compradores d e cer- P: Cierto, es i m p o r t a n t e conocer d e a n t e m a n o lo que uno veza, el entrevistador h a logrado descubrir una jerarquía de cri-
  • 120 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criíerios 121terios a la que apelar para vender una cerveza desconocida y cara H: ¿Se le ocurre algo que pudiera motivarla?a quienes, en condiciones normales, no la comprarían. M: Bueno, tal vez si hiciera algo o estuviera involucrado en Este proceso para desvelar jerarquías de criterios por medio alguna actividad única o excitante podría sentirme inte-de la identificación de contraejemplos, resulta asimismo de ayu- resada.da para la persuasión eficaz. Al invitar a la persona a responder H: ¿Alguna otra cosa?esta clase de preguntas, la puedes ayudar a romper con su forma M: Que yo le importara realmente y me ayudara a entrar enhabitual de pensar y aprender algo acerca del modo en que orde- contacto conmigo misma c o m o persona, o supiera en-na sus valores. contrar algo especial e n mí. La información así obtenida puede entonces ser utilizada H: ¿Y cómo podría saber que le importaba realmente?para superar límites que a menudo se daban por sentados. Comoejemplo, se les enseñó este método a un grupo de hombres que Este diálogo demuestra de qué modo podemos utilizar unasn o se atrevían a dirigirse a las mujeres porque creían que no te- preguntas sencillas para ir desde las creencias superficiales hastanían nada que ofrecerles. Se les instruyó para ir en busca de mu- las creencias y valores más profundos, susceptibles de expandirjeres e interrogarlas, con el objetivo de identificar e n ellas valo- la flexibilidad y el abanico de opciones de una persona.res que les pudieran ayudar a darse cuenta del mayor número de Reconocer que cada cual tiene sus propios criterios (y suopciones sociales disponibles. La secuencia siguiente es uni propia jerarquía de criterios) es esencial para la resolución deejemplo de esta clase de entrevista: conflictos y el manejo de la diversidad. Algunos individuos y culturas valoran más el «cumplimiento de tareas» que la «pre- Hombre: ¿Con qué clase de hombre le gustaría salir? servación de relaciones». Otros, en cambio, tienen unas priori- Mujer: Con uno rico y guapo, por supuesto. dades del todo opuestas. H: ¿Ha salido alguna vez con alguien que no fuera ni rico ni La jerarquía de criterios constituye un patrón clave en El po- guapo? der de la palabra, que implica reevaluar (o reforzar) una genera- M: Sí, había uno que era realmente gracioso. Me hacía reír lización, de acuerdo con un criterio que sea más importante que casi con todo. los que dicha generalización está atendiendo. H: ¿Sale sólo con ricos y guapos o graciosos, o también con- Veamos a continuación una técnica que aplica este patrón sideraría la posibilidad de salir con otra clase de hombre? para identificar y superar conflictos relacionados con distintos M: Sí, bueno, también salí con otro que era muy inteligente. niveles de criterio. Parecía saber de todo. H: ¿Y qué la animaría a salir con alguien que n o fuera rico y guapo, gracioso ni que la deslumhrara con su inteligencia? Técnica de jerarquía de criterios M: Hubo uno que me gustaba mucho, aunque no tenía nin- guna de esas cualidades. Pero parecía que sabía lo q u e Los criterios situados en niveles distintos de la propia «jerarquía quería de la vida y tenía la determinación necesaria para de criterios» suelen oscilar entre «uno mismo» y «los demás», conseguirlo. aproximándose cada vez más a los valores fundamentales a me- H: ¿Y ha salido alguna vez con alguien que no fuera apues- dida que descienden hacia niveles de experiencia más «profun- to, adinerado, gracioso, inteligente o determinado? dos». E n palabras, criterios al nivel de comportamiento o t r a s M: N o , no que recuerde ahora. (por ejemplo, «hacer o conseguir algo para los demás») son a
  • 122 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 123menudo superados por otros relacionados con las capacidades 2. Colócate en la localización 2 e identifica el criterio que te(por ejemplo, «aprender algo para mí mismo»). Los criterios al motiva para desear este comportamiento.nivel de las capacidades son a su vez superados por otros, situa- Por ejemplo: Quiero practicar ejercicio para «estar sano» ydos al nivel de las creencias y los valores (por ejemplo, «ser res- «tener buen aspecto».ponsable ante los demás» o «seguir las normas»). Sin embargo,las creencias y los valores son también superados por los crite- Identifica la representación sensorial o «equivalencia derios correspondientes al nivel de identidad (por ejemplo, «ser criterio» utilizada para determinar ese criterio.cierta clase de persona» o «mantener la integridad personal»). Por ejemplo: lina imagen de mí mismo en el futuro con sa- Los diferentes niveles de criterios son asociados con fre- lud y buen aspecto.cuencia a sistemas de representación o cualidades de submodali-dad concretos, relacionados con sus «equivalencias de criterio». 3. Pasa a la localización 3 y averigua los criterios que te im-Conocer estos distintos aspectos de los criterios te puede ayudar piden llevar a cabo ese comportamiento.a «acompañar y conducir» o «igualar» diferentes niveles de cri-terios, con el objetivo de superar conflictos y alcanzar los objeti- (NOTA: Ésos serán los criterios de nivel superior por-vos deseados con mayor eficacia. El procedimiento siguiente uti- que, por definición, superan a los de motivación.)liza la ubicación espacial y el proceso de contraejemplos para Por ejemplo: No me ejercito de forma constante porque «noidentificar diferentes niveles de criterios, así c o m o sus corres- tengo tiempo» y «duele».pondientes características representacionales, para ayudar a su-perar la resistencia interna al establecimiento de un nuevo pa- Identifica la representación sensorial de la «equivalenciatrón de comportamiento. de criterio» utilizada para determinar ese criterio. Antes de comenzar, prepárate cuatro localizaciones distin- Por ejemplo: Una sensación de estrés y tensión asociada contas, una al lado de otra, como muestra el diagrama siguiente. no disponer de tiempo y sentir dolor. 4. Pasa a la localización 4 y encuentra un criterio de nivel superior que sea más importante que los criterios limi- tadores del paso 3. Localización Por ejemplo: «¿Qué sería suficientemente importante como Localización para que encontrara siempre tiempo para practicar ejercicio 3 Localización 2 y lo practicara aunque doliera? ¿Qué valor lo satisfaría para 1 que fuera más importante que el tiempo y las molestias?» Por ejemplo: «Responsabilidad para con mi familia». Disposición espacial para la técnica de jerarquía de criterios Identifica la representación sensorial de la «equivalencia de criterio» utilizada para determinar ese criterio. 1. En la localización 1 identifica un comportamiento que desees realizar, pero que te abstienes de llevar a cabo. Por ejemplo: Una sensación de estrés y tensión asociada con no disponer de tiempo y sentir dolor. Por ejemplo: Practicar ejercicio deforma constante.
  • 124 EL PODER DE LA PALABRA Por ejemplo: Visualízate a ti mismo rebosante de salud y con excelente aspecto, contempla a tu familia segura y feliz, siéntete bien con todo ello y repítete a ti mismo lo importan- Localización te que es todo eso para ti. Localización 4 Localización 3 Localización A c o m p a ñ a m i e n t o d e los c r i t e r i o s l i m i t a d o r e s - Pasa de Identidad 2 Creencia 1 • la localización 2 a la localización 3 y explora las opciones Capacidad Comportamiento! que te permitirán alcanzar el comportamiento deseado, queNivel superior ¿Qué te detiene? Criterios Comportamiento igualarán los criterios de los tres niveles sin violar los cri-de criterio motivadores que deseas pero terios limitadores.que supera a los para el que no realizascriterios comportamiento Por ejemplo: «¿Existe alguna clase de programa de ejerciciolimitadores continuado que no requiera demasiado tiempo, que no pro- voque molestias dolorosos y en el que pueda involucrar a mi familia?». Secuencia de pasos de la técnica de jerarquía de criterios 5. Ahora ya estás listo para utilizar la siguiente secuencia de técnicas: a. A p a l a n c a m i e n t o - Manten en m e n t e tu criterio de más alto nivel y regresa a la localización 1, pasando por alto las localizaciones 2 y 3 . Aplica este criterio de más alto nivel al c o m p o r t a m i e n t o deseado para superar con él las obje- ciones limitadoras. Por ejemplo: «Puesto que mi comportamiento es un modelo para mi familia, ¿no demostraría más responsabilidad ha- cia ella encontrando tiempo para mantener la salud y el buen aspecto?» b. Utilización d e la «equivalencia de criterio» del criterio s u p e r i o r - Colócate en la localización 2 y ajusta las cua- lidades de la representación interna de los criterios aso- ciados con el c o m p o r t a m i e n t o deseado, d e m o d o que igualen la «equivalencia d e criterio» que utilizas para de- terminar tu criterio de m á s alto nivel.
  • 5Creencias y expectativas
  • Creencias y sistemas de creenciasAdemás de ios valores y los criterios, u n a d e las formas más fun-damentales en las que enmarcamos nuestra experiencia y le otor-gamos significado es a través de nuestras creencias. Las creenciasconstituyen otro d e los componentes clave de nuestra «estructuraprofunda». En gran medida, crean las «estructuras superficiales»de nuestros pensamientos, palabras y acciones y les dan forma.Determinan cómo conferimos significado a los acontecimientos yconstituyen el núcleo d e la motivación y la cultura. Nuestrascreencias y nuestros valores proporcionan el refuerzo (motivacióny permiso) que apoya o inhibe determinados comportamientos ycapacidades. Las creencias y los valores están relacionados con lapregunta, «¿Por qué?» Las creencias son básicamente juicios y evaluaciones sobrenosotros mismos, sobre los d e m á s y sobre el m u n d o q u e nos ro-dea. En PNL, las creencias se consideran c o m o generalizacionesfirmemente aferradas acerca d e 1) causalidad, 2) significado y 3)límites en a) el m u n d o que nos rodea, b) nuestro comporta-miento, c) nuestras capacidades y d ) nuestra identidad. Las afir-maciones «El m o v i m i e n t o d e las placas continentales provocalos terremotos» y «La ira divina provoca los terremotos», porejemplo, reflejan creencias distintas acerca del m u n d o que nosrodea. Afirmaciones c o m o «El polen causa alergia», «No es éticoocultar información», «Un h u m a n o n o p u e d e correr u n a millaen menos de cuatro m i n u t o s » , «Nunca tendré éxito p o r q u eaprendo despacio» o «Detrás de todo c o m p o r t a m i e n t o hay u n amtención positiva», representan creencias de u n a u otra índole. Las creencias funcionan a un nivel distinto q u e el comporta-miento y la percepción, e influyen sobre nuestra experiencia e
  • 130 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 131interpretación de la realidad, c o n e c t a n d o esta experiencia con ne s distintas c u a n d o creen en lo que dicen que c u a n d o «simple-nuestros sistemas d e valores o criterios. Para a u m e n t a r el signifi- mente» p r o n u n c i a n las palabras c o m o u n a forma m á s d e com-cado práctico, p o r ejemplo, los valores deben ser conectados a portamiento ( c o m o el actor q u e recita su p a p e l ) , m i e n t e n o s o nlas experiencias p o r m e d i o d e las creencias. Las creencias rela- incongruentes.cionan los valores c o n el medio, con los c o m p o r t a m i e n t o s , c o n También es esa íntima relación entre creencias y funcioneslos pensamientos y las representaciones, o con otros valores y psicológicas profundas lo q u e hace posible que u n a s y otras in-creencias. Las creencias definen la relación entre los valores y s u s fluyan de manera tan poderosa en el c a m p o d e la salud y la sana-causas, s u s «equivalencias d e criterio» y s u s consecuencias ción, c o m o se demuestra c o n el efecto placebo. Las creencias( c o m o veremos en m á s detalle en el Capítulo 6). U n a afirmación tienden a tener u n efecto autoorganizador o «autocumplidor»d e creencia típica liga d e t e r m i n a d o valor a determinada parte d e sobre n u e s t r o c o m p o r t a m i e n t o a múltiples niveles, desviando lanuestra experiencia. La afirmación de creencia «El éxito requie- atención hacia d e t e r m i n a d a área en d e t r i m e n t o d e otras. U n are trabajo d u r o » , p o r ejemplo, relaciona el valor «éxito» con, persona que d e verdad crea que tiene u n a enfermedad incurablecierta clase de actividad («trabajo d u r o » ) . Según sean s u s creen- comenzará a organizar su vida y s u s actos en t o r n o a dicha creen-cias, cada cual adoptará u n planteamiento distinto ai tratar d e cia, t o m a n d o m u c h a s decisiones sutiles, a m e n u d o de forma in-conseguir el éxito. Es m á s , el m o d o en que u n a situación, u n a ac- consciente, que reflejarán esa creencia. Otra persona, en cambio,tividad o u n a idea encaje (o n o ) con las creencias y los sistemas que crea firmemente que se curará d e su enfermedad, tomará de-d e valores d e u n individuo o g r u p o d e individuos, determinará cisiones m u y distintas. Y p u e s t o q u e las expectativas generadasc ó m o serán éstas recibidas e incorporadas. por nuestras creencias afectan a nuestra neurología más profun- Neurológicamente, las creencias están asociadas con el siste- da, p r o d u c i r á n también efectos fisiológicos espectaculares. Es elm a límbico y el h i p o tálamo del cerebro m e d i o . El sistema límbi- caso de la mujer que a d o p t ó a u n bebé y, convencida d e q u e lasco ha sido relacionado con las e m o c i o n e s y con la m e m o r i a a lar- «madres» tenían que a m a m a n t a r a s u s hijos, ¡comenzó a p r o d u -go plazo. Si b i e n el sistema límbico es, en m u c h o s aspectos, u n a cir realmente leche en cantidad suficiente para alimentar al bebée s t r u c t u r a más «primitiva» que el córtex del cerebro, sirve para adoptado!integrar la información procedente del córtex, así c o m o para re-gular el sistema nervioso autónomo, que controla a su vez funcio-nes corporales básicas c o m o el r i t m o cardíaco, la t e m p e r a t u r a El poder de las creenciascorporal, la dilatación de las pupilas, etc. Debido a que s o n pro-d u c i d a s por las estructuras m á s profundas del cerebro, las creen- Las creencias ejercen u n a p o d e r o s a influencia sobre nuestra vida.cias provocan cambios en las funciones fisiológicas fundamenta- Asimismo, resultan n o t a b l e m e n t e difíciles de cambiar p o r medioles del c u e r p o , siendo responsables de m u c h a s d e n u e s t r a s de las n o r m a s tradicionales de p e n s a m i e n t o lógico o racional.respuestas inconscientes. De hecho, u n o d e los m e d i o s p o r los Existe sobre esto u n a vieja anécdota, narrada p o r el psicólogoq u e sabemos que creemos realmente en algo es p o r q u e activa en humanista A b r a h a m Maslow, acerca d e u n paciente q u e estabanosotros reacciones fisiológicas: hace q u e nuestro corazón «lata siendo tratado p o r u n psiquiatra. Aquella persona rehusaba to-acaloradamente», que nos «hierva la sangre» o que s i n t a m o s u n mar bocado o cuidar de sí misma, a d u c i e n d o q u e era u n cadáver.«escalofrío», efectos todos ellos q u e n o p o d r í a m o s provocar El psiquiatra pasó largas horas a r g u m e n t a n d o con aquel pacien-c o n s c i e n t e m e n t e . Ésa es la razón p o r la que el polígrafo p u e d e te, para intentar convencerlo d e q u e n o era u n cadáver. Por fin ledetectar q u e u n a persona «miente». Las personas tienen reaccio- preguntó si los cadáveres sangraban, a lo q u e el enfermo respon-
  • 132 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 133dio: «Por s u p u e s t o q u e no; todas sus funciones corporales se h a n lo. Las entrevistas d e m o s t r a r o n que n i n g ú n tratamiento sobresa-d e t e n i d o » . E n t o n c e s el psiquiatra le convenció para realizar j u n - lía como más eficaz que los d e m á s . Algunos pacientes habían se-tos u n p e q u e ñ o e x p e r i m e n t o : le pincharla levemente con una guido el tratamiento tradicional de quimioterapia y/o radiación,aguja y verían si sangraba o n o . El paciente se m o s t r ó d e acuer- otros habían a d o p t a d o u n enfoque nutricional, otros habían se-d o . Después de t o d o , era u n cadáver. El psiquiatra procedió a guido un c a m i n o espiritual, otros se habían c o n c e n t r a d o en lospincharle en el brazo con u n a aguja hipodérmica y, p o r supues- aspectos psicológicos e incluso algunos n o habían h e c h o n a d ato, c o m e n z ó a sangrar. C o n u n a mirada d e e n o r m e sorpresa y en absoluto. La única característica c o m ú n a todos ellos consis-a s o m b r o , el paciente exclamó: «¡Que me aspen..., los cadáveres tía en que estaban convencidos q u e su opción funcionaría.SANGRAN!» El de «la milla en cuatro m i n u t o s » constituye otro b u e n La sabiduría p o p u l a r tiene claro q u e , c u a n d o alguien cree ejemplo del p o d e r d e las creencias, tanto para limitarnos c o m oq u e p u e d e hacer algo, lo h a c e , mientras q u e si está convencido para potenciarnos. Con anterioridad al 6 de mayo d e 1954, se te-d e que n o es posible, n i n g u n a cantidad de esfuerzo lo convence- nía la absoluta certeza de q u e los cuatro m i n u t o s eran u n a barre-rá d e lo contrario. Es lamentable que m u c h a s personas enfermas, ra infranqueable, que era el t i e m p o m í n i m o que u n h u m a n o p o -p o r ejemplo de cáncer o afecciones cardíacas, insistan ante sus día tardar en recorrer u n a milla. En los nueve años anteriores a lmédicos y sus amistades c o n la m i s m a creencia d e la anécdota.. día histórico en q u e Roger Bannister r o m p i ó la marca de los cua-Creencias c o m o «Ya es demasiado tarde», «De todos modos no hay tro minutos, nadie había conseguido ni siquiera aproximarse anada que yo pueda hacer» o «Soy una víctima... Me ha tocado a ese tiempo. Seis semanas d e s p u é s d e la proeza de Bannister, elmí», limitan a m e n u d o la plenitud de recursos del paciente. corredor australiano J o h n Lundy situó el récord u n s e g u n d o másN u e s t r a s creencias sobre nosotros m i s m o s , así c o m o sobre lo que abajo. N u e v e a ñ o s después, casi doscientas personas habían rotoes posible en el m u n d o a n u e s t r o alrededor, influyen con fuerza aquella barrera, q u e otrora pareciera insuperable.en nuestra eficacia cotidiana. Cada u n o d e nosotros tiene creen- Efectivamente, parece que todos estos ejemplos demuestrancias que actúan c o m o recursos, j u n t o c o n otras que nos limitan. que nuestras creencias pueden moldear, afectar e incluso deter- El poder de las creencias q u e d ó d e m o s t r a d o p o r un estudio minar nuestro grado de inteligencia, nuestra salud, nuestras rela-esclarccedor, en el q u e u n g r u p o de n i ñ o s de inteligencia media ciones, nuestra creatividad, e incluso n u e s t r o nivel d e felicidad yfueron divididos aleatoriamente en d o s g r u p o s d e igual número. éxito personal. Así pues, si es cierto que las creencias tienen tantoU n o d e los g r u p o s fue asignado a u n maestro al que se le dijo que poder sobre nuestra vida, ¿cómo p o d e m o s controlarlas, para quesus a l u m n o s eran «superdotados». El otro g r u p o fue puesto al no nos controlen ellas a nosotros? Muchas de estas creencias noscargo d e otro maestro, al que se le dijo que se trataba de alumnos fueron implantadas en la infancia p o r padres, maestros, e n t o r n o«lentos». A final de curso se sometió a los dos g r u p o s a test de social y medios de comunicación, m u c h o antes de q u e fuéramosinteligencia. C o m o era d e esperar, la m a y o r parte d e los alumnos conscientes de su impacto o d e que pudiésemos decidir sobre«superdotados» p u n t u a r o n mejor que al c o m e n z a r el curso, e üas. ¿Es posible reestructurar, desaprender o cambiar esas viejasmientras que los «lentos» lo hacían p o r debajo de sus registros creencias, que tal vez nos estén limitando, e incorporar otras nue-anteriores: las creencias d e s u s respectivos maestros habían afec- ras, susceptibles de expandir nuestro potencial m u c h o más allátado la capacidad d e aprendizaje de los a l u m n o s . o que hoy p o d r í a m o s imaginar? Y si lo es, ¿cómo hacerlo? e En otro estudio, cien «supervivientes» de cáncer (pacientes La Programación Neurolingüística y El poder de la palabra cuyos síntomas habían desaparecido d u r a n t e más de diez años) ecen algunas herramientas, nuevas y poderosas, con las q u e fueron entrevistados acerca de lo q u e habían hecho para lograr- r ernodelar y transformar creencias potencialmente limitadoras.
  • Creencias y expectativas 135 134 EL PODER DE LA PALABRA O b v i a m e n t e , las creencias más p e n e t r a n t e s son aquellas q u eCreencias limitadoras ge relacionan c o n nuestra identidad. He aquí algunos ejemplos ¿e creencias limitadoras relacionadas con la identidad: «Soy unLas tres áreas m á s c o m u n e s d e creencias l i m i t a d o r a s se centran ¡nútil/no valgo nada/soy una víctima», «No merezco tener éxito»,e n t o r n o a las cuestiones relacionadas c o n la desesperanza, la im- «5Í consigo lo que deseo perderé alguna otra cosa», «No tengo per-potencia y la ausencia de mérito. Estas tres g r a n d e s áreas de creen- miso para tener éxito».cias p u e d e n ejercer u n a e n o r m e influencia respecto a la salud Las creencias limitadoras o p e r a n a veces c o m o «virus m e n -m e n t a l y física d e las personas. tales», con u n a capacidad de destrucción parecida a la de u n vi- rus biológico o informático. U n «virus mental» es u n a creencia 1. D e s e s p e r a n z a : Creencia d e q u e el objetivo deseado n o es limitadora q u e llega a convertirse e n u n a «profecía que se c u m - alcanzable, sean cuales sean n u e s t r a s capacidades. ple por sí m i s m a » , y a interferir con n u e s t r o s esfuerzos y con la 2. I m p o t e n c i a : Creencia d e que el objetivo deseado es al- capacidad p a r a sanar o mejorar (la estructura y la influencia d e canzable, pero n o s o m o s capaces d e lograrlo. los virus m e n t a l e s se analizan c o n m á s detalle en el Capítulo 8 ) . 3. A u s e n c i a d e m é r i t o : Creencia d e q u e n o m e r e c e m o s el Los virus m e n t a l e s contienen suposiciones y presuposiciones n o objetivo deseado d e b i d o a algo q u e s o m o s o h e m o s (o n o verbalizadas, lo q u e las hace a ú n más difíciles de identificar y hemos) hecho. combatir. F r e c u e n t e m e n t e , las creencias m á s influyentes están fuera del alcance d e nuestra conciencia. La d e s e s p e r a n z a se da c u a n d o alguien n o cree q u e determi- Las creencias limitadoras y los virus mentales suelen pre-n a d o objetivo apetecido sea ni siquiera alcanzable. Se caracteriza sentarse c o m o «obstáculos», en apariencia insuperables, e n elp o r el s e n t i m i e n t o d e q u e «Haga lo que haga nada cambiará. proceso de c a m b i o . En estas situaciones la persona sentirá: «LoLo que deseo es inalcanzable. Está fuera de mi alcance. Soy una víc- he intentado todo para cambiar y nada funciona». Tratar c o n efi-tima» . cacia con estos obstáculos implica descubrir la creencia limita- La i m p o t e n c i a se da c u a n d o , a u n c r e y e n d o q u e el objetivo dora que está en su n ú c l e o y tratarla d e la manera adecuada.existe y es alcanzable, la p e r s o n a n o se siente capaz d e lograrlo.P r o d u c e el s e n t i m i e n t o d e q u e «Eso está al alcance de otros, perono de mí. No soy lo bastante bueno o capaz para conseguirlo». Transformar las creencias limitadoras La a u s e n c i a d e m é r i t o está p r e s e n t e c u a n d o , a u n q u e la per- En última instancia, transformamos las creencias limitadoras ys o n a crea que el objetivo deseado es alcanzable y q u e d i s p o n e de nos « i n m u n i z a m o s » a los «virus mentales» c u a n d o e x p a n d i m o sla capacidad p a r a lograrlo, r e n u n c i a a él p o r q u e cree q u e n o y enriquecemos n u e s t r o m o d e l o del m u n d o , y percibimos c o nm e r e c e conseguir aquello q u e t a n t o desea. Se caracteriza p o r el mayor claridad nuestra identidad y n u e s t r a s misiones. Las creen-s e n t i m i e n t o d e q u e «Soy un fraude. No pertenezco aquí. No me- cias limitadoras, p o r ejemplo, s o n a m e n u d o desarrolladas con elrezco ser feliz o estar sano. Hay algo fundamentalmente malo en mí objetivo de c u m p l i m e n t a r algún propósito positivo, c o m o el d ecomo persona. Merezco el dolor y el sufrimiento que estoy experi- protegerse, establecer límites, dotarse de p o d e r personal, etc. Re-mentando». conociendo estas intenciones profundas y actualizando nuestros Para tener éxito, las personas necesitan c a m b i a r esta clase de mapas m e n t a l e s para incluir otras formas, m á s eficaces, d e c u m -creencias limitadoras p o r otras q u e i m p l i q u e n e s p e r a n z a e n e | plimentarlas, las creencias p u e d e n ser a m e n u d o cambiadas c o nfuturo, s e n s a c i ó n d e c a p a c i d a d y r e s p o n s a b i l i d a d y s e n t i d o d e u mínimo d e esfuerzo y sufrimiento. nvalía y p e r t e n e n c i a .
  • 136 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 137 M u c h a s creencias limitadoras surgen c o m o consecuencia de Debido a q u e la identidad y la misión forman el marco mayorpreguntas sin responder sobre el « c ó m o » . Es decir, c u a n d o una¡ que circunda n u e s t r a s creencias y nuestros valores, establecer opersona n o sabe cómo cambiar su c o m p o r t a m i e n t o , es fácil que cambiar relaciones significativas p u e d e ejercer u n a fuerte in-elabore la creencia d e q u e «Este c o m p o r t a m i e n t o no p u e d e cam- fluencia sobre las creencias. Por consiguiente, clarificar o alterarbiarse». Si u n a persona n o sabe c ó m o c u m p l i r determinada tarea relaciones clave, así c o m o los mensajes recibidos en el contextoo función, lo m á s probable es q u e desarrolle la creencia de que de esas relaciones, suele facilitar d e forma espontánea cambios«Soy incapaz d e completar esta tarea con éxito». Así p u e s , tam- en las creencias. Establecer n u e v a s relaciones es a m e n u d o partebién resulta a m e n u d o i m p o r t a n t e p r o p o r c i o n a r las respuestas a importante en la p r o m o c i ó n d e u n cambio d e creencias perdura-u n a serie d e preguntas sobre el «cómo» para ayudar a la persona ble, sobre todo c u a n d o se trata de relaciones q u e p r o p o r c i o n a na transformar s u s creencias. Por ejemplo, para tratar con u n a soporte positivo al nivel de identidad. (Éste es precisamente u n ocreencia c o m o «Es peligroso m o s t r a r mis emociones», debere- de los principios básicos d e la técnica de cambio d e creencias de-m o s responder a la pregunta: «¿Cómo p u e d o m o s t r a r mis e m o - nominada r e i m p r o n t a , d e la Programación Neurolingüística.)ciones y m a n t e n e r al m i s m o tiempo la seguridad?» En r e s u m e n , las creencias limitadoras p u e d e n ser actualiza- das y transformadas mediante: Intención positiva • Identificación y reconocimiento de la intención positiva subyacente.Creencia • Nuevas respuestas Creencia • Identificación de cualquier presuposición o suposición n olimitadora acerca de preguntas actualizada verbalizada o inconsciente, que sirva de base para la sobre «cómo» creencia limitadora. • Expansión d e la percepción d e las cadenas d e causa y efecto o d e las «equivalencias de criterio» relacionadas Suposiciones con la creencia limitadora. y presuposiciones • Aportación de información sobre «cómo» en relación c o n las alternativas para el c u m p l i m i e n t o de la intención posi- Las creencias limitadoras pueden ser transformadas o actualizadas tiva o el propósito d e la creencia limitadora. mediante la identificación de la intención positiva y de las presuposiciones subyacentes en la creencia y proporcionando • Clarificación o actualización d e las relaciones clave que alternativas y nuevas respuestas a preguntas sobre el «cómo» d a n forma al propio sentido de misión y propósito, j u n t o con la c o r r e s p o n d i e n t e recepción d e apoyo al nivel d e identidad. Las creencias, tanto las potenciadoras c o m o las limitadoras,s o n a m e n u d o construidas m e d i a n t e la realimentación y el re-fuerzo procedentes d e otras personas significativas para n o s o -tros. Nuestros sentidos de identidad y misión, p o r ejemplo, vie- Expectativasn e n a m e n u d o definidos p o r otras personas i m p o r t a n t e s , o«mentores», q u e n o s sirven c o m o p u n t o s d e referencia para los Las creencias, tanto las limitadoras c o m o las potenciadoras, es-sistemas mayores de los que n o s percibimos c o m o m i e m b r o s . tán relacionadas con n u e s t r a s expectativas. Expectativa significa «anhelo o deseo» d e q u e se p r o d u z c a u n resultado o u n aconte-
  • 138 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 139cimiento. Según el diccionario Webster, implica « u n alto grado Estas creencias y expectativas d e t e r m i n a n a m e n u d o la can-d e certeza, hasta el p u n t o de realizar preparativos o anticipar tidad de esfuerzo q u e la persona está dispuesta a invertir, asíciertas cosas, acciones o sentimientos». Las expectativas influ- como la d u r a c i ó n d e su esfuerzo c u a n d o se e n c u e n t r e c o n situa-yen sobre n u e s t r o c o m p o r t a m i e n t o de diferentes m o d o s , depen- ciones difíciles o estresantes. En las actividades autogestionadas,d i e n d o d e hacia d o n d e se dirijan. Sigmund Freud (1893) seña- por ejemplo, las personas que se sienten escépticas acerca d e laló que: posibilidad d e que se p r o d u z c a el resultado, o d e s u s capacidades para lograrlo, tienden a m i n a r s u s p r o p i o s esfuerzos c u a n d o se Algunas ideas comportan un sentimiento de expectativa. aproximan a s u s límites. Por lo general, la falta d e expectativa d e Tales ideas son de dos clases: ideas sobre mí haciendo esto resultado c o n d u c e a u n s e n t i m i e n t o d e «desesperanza» que hace o aquello, que denominamos intenciones, e ideas sobre que que la p e r s o n a se a b a n d o n e a la apatía. La ausencia de expectati- me suceda tal o cual cosa, que denominamos expectativas. va de eficacia propia, p o r su parte, c o n d u c e a u n s e n t i m i e n t o d e El sentimiento a ellas unido depende de dos factores: en inadecuación que hace que la persona se sienta «impotente». primer lugar, del grado de importancia que el resultado Las expectativas fuertemente positivas, en cambio, p u e d e n tenga para mí; en segundo lugar, del grado de íncertidum- llevar a la persona a invertir u n esfuerzo extra y a liberar capaci- bre inherente en la expectativa sobre ese resultado. dades dormidas. El f e n ó m e n o conocido c o m o «efecto placebo» constituye u n b u e n ejemplo d e expectativas consistentes. E n Las creencias y las expectativas de las personas sobre los re- este caso, se le suministra al paciente u n «falso» fármaco, sinsultados, así c o m o sobre s u s propias capacidades personales, ningún ingrediente t e r a p é u t i c a m e n t e activo. Sin embargo, si esaj u e g a n u n p a p e l i m p o r t a n t e en s u capacidad para alcanzar esta- persona cree que el fármaco es «real» y espera mejorar con él, a dos deseados. La distinción d e Freud entre «intenciones» y «ex- menudo comienza a evidenciar mejoría física real. De h e c h o , al- pectativas» se refiere a lo q u e , en psicología cognitiva m o d e r n a gunos estudios sobre el efecto placebo hablan de resultados fran- (Bandura 1 9 8 2 ) , se conoce c o m o expectativa d e «eficacia pro- camente espectaculares. En estos casos, la expectativa de la per- pia» y expectativa d e «resultado». La expectativa de resultado es sona activa capacidades d e c o m p o r t a m i e n t o latentes, pero n u n c a fruto d e la estimación personal de que d e t e r m i n a d o comporta- antes utilizadas. m i e n t o c o n d u c i r á a d e t e r m i n a d o resultado. La expectativa de efi- Con respecto al cambio y el aprendizaje, la expectativa de cacia propia está relacionada con la convicción d e q u e es posible resultado está relacionada c o n el grado en q u e la persona espera desarrollar con éxito el c o m p o r t a m i e n t o necesario para que se que las capacidades y los c o m p o r t a m i e n t o s que está aprendien- p r o d u z c a el resultado esperado. do o en los que se está implicando lleguen realmente a p r o d u c i r los beneficios deseados, d e n t r o del e n t o r n o sistémico q u e cons- Persona — ¡ — C o m p o r t a m i e n t o — A > Resultado tituye su realidad. La expectativa d e eficacia propia se relaciona con el grado de confianza que u n o m i s m o tiene e n su propia efi- cacia o capacidad para a p r e n d e r las nuevas habilidades, o bien Expectativa de Expectativa de Para incorporar los c o m p o r t a m i e n t o s necesarios para alcanzar el eficacia propia resultado s u l t a d o deseado. re Conseguir los resultados codiciados en situaciones difíciles Relación entre expectativa de eficacia propia P°r medio de u n a actuación eficaz, contribuye a reforzar la con- y expectativa de resultado riza de u n o m i s m o en las capacidades q u e ya tiene. Ello se
  • EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 141debe a que, a u n p o s e y e n d o las capacidades necesarias, p o r lo ge- cionar sus evaluaciones de d e t e r m i n a d o s sucesos y situaciones.neral n o desarrollamos n u e s t r o pleno potencial. Sólo bajo condi- Veamos, p o r ejemplo, a l g u n o s c o m e n t a r i o s d e Adolf Hitler en suciones q u e p o n g a n a prueba n u e s t r o s límites descubriremos lo Mein Kampf.que s o m o s capaces de hacer. Las expectativas relacionadas con los resultados esperados La capacidad receptiva de las grandes masas es tan sólodel propio c o m p o r t a m i e n t o constituyen la fuente primordial de muy limitada. Su capacidad de comprensión es corta. Sumotivación. Desde este p u n t o d e vista, lo q u e hace la persona y capacidad para el olvido es, en cambio, grande. Como con-el m o d o en que siente d e p e n d e r á n del valor que otorguen y de secuencia de ello, toda propaganda eficaz tiene que limi-las causas que atribuyan a las consecuencias anticipadas. Unas tarse a unos pocos puntos repetidos como eslóganes hastaexpectativas d e resultado fuertes y «positivas», por ejemplo, mo- la saciedad, hasta que el último de los hombres sea capaztivarán a la persona a desarrollar u n esfuerzo adicional con la es- de entender lo que se quiere decir con cada una de esas po-peranza d e alcanzar algún estado deseado. Por otro l a d o , las con- cas palabras. Tan pronto como uno sacrifica este principiosecuencias esperadas y percibidas c o m o «negativas» conducirán fundamental y trata de ser versátil, el efecto desaparece ya la abstención y a la apatía. las masas nunca podrán digerir ni recordar el material que Desde la perspectiva de la Programación Neurolingüística, se les ha ofrecido. Por consiguiente, el resultado quedarálas expectaüvas constituyen u n ejemplo clásico de la relación en- debilitado y finalmente eliminado.tre mapa y territorio, así c o m o d e la influencia d e los m a p a s sobreel c o m p o r t a m i e n t o . Según la PNL, la «expectativa» es u n mapa Cuanto más complejo sea el argumento de su representa-mental que relaciona acciones y consecuencias futuras. Ese mapa ción, más minuciosamente deberán ser diseñadas las tácti-reflejaría nuestro c o m p o r t a m i e n t o , los resultados de nuestro cas desde el punto de vista psicológico.c o m p o r t a m i e n t o o acontecimientos que nos pueden suceder.C u a n d o estos mapas son m u y fuertes, son capaces de influir so- Por ejemplo (durante la Primera Guerra Mundial), fue unbre nosotros con más fuerza q u e la propia realidad que nos rodea. grave error ridiculizar al enemigo, tal como hacía la pro- Todos creamos expectativas y esperamos que el m u n d o se paganda austríaca y alemana en publicaciones cómicas.adapte a ellas. Las diferencias entre el m u n d o en general y las ex- Fue una estrategia fundamentalmente errónea porque,pectativas q u e c o n s t r u i m o s c o n respecto a él s o n la base d e mu- cuando el combatiente se enfrentaba al adversario real, re-chos d e los q u e b r a n t o s d e nuestra vida. C o m o señala Richard cibía una impresión completamente distinta, lo cual pasóBandler, cofundador de la PNL, «los contratiempos requieren su terrible factura puesto que el soldado alemán, ante lau n a planificación adecuada». Anticiparse a u n a perspectiva de impresión directa de la resistencia del enemigo, se sintióéxito o fracaso constituye, asimismo, la base para lo que se co- engañado por quienes hasta aquel momento habían tenidonoce c o m o «profecías q u e se c u m p l e n » . la responsabilidad de informarle, con lo que, en lugar de Vemos p u e s que las expectativas actúan c o m o otro tipo mas ver reforzada su combatividad e incluso su firmeza, ocu-de poderoso «marco» e n t o r n o a nuestras experiencias, que in- rrió todo lo contrario. El hombre se desesperó.fluyen o d e t e r m i n a n d e m u c h a s formas las creencias y los juiciosq u e extraemos de esas mismas experiencias. El conocimiento del En cambio, la propaganda de los británicos y los norte-impacto d e las expectativas ha sido utilizado d u r a n t e siglos p a r a americanos fue acertada. Al presentar a los alemanes anteinfluir sobre las percepciones de la gente, así c o m o para condi- pueblo como bárbaros y hunos, preparó al soldado indi- s u
  • Creencias y expectativas 143142 EL PODER DE LA PALABRA Las expectativas sobre el apoyo, p o r ejemplo, ejercen u n a in- vidual para los horrores de la guerra y lo preservó del de- fluencia sobre el c o m p o r t a m i e n t o m a y o r que el propio apoyo. sengaño. El arma más terrible que se pudiera emplear con- Experimentos realizados c o n estudiantes que habían sido re- tra él, no seria ya más que la prueba de la información que compensados p o r realizar d e t e r m i n a d o s c o m p o r t a m i e n t o s , de- previamente había recibido, lo cual venía a reafirmar su mostraron q u e el esfuerzo aplicado a dicha realización disminuía creencia en la veracidad de las afirmaciones de su gobier- notablemente c u a n d o supieron q u e n o iban a recibir recompen- no, reforzando por otro lado su furia y su odio hacia el ene- sa alguna p o r hacer lo m i s m o en el futuro, tanto si al final la re- migo atroz. Y es que el efecto cruel del arma de su enemi- cibían c o m o si n o . Así p u e s , las creencias y las expectativas acer- go, que tuvo que conocer por propia experiencia, le iba ca del a p o y o futuro influyen m á s sobre el c o m p o r t a m i e n t o q u e el apareciendo gradualmente como la evidencia de laya pro- hecho objetivo d e q u e ese m i s m o c o m p o r t a m i e n t o haya recibido clamada brutalidad de los hunos del bárbaro enemigo, sin apoyo en el p a s a d o . percatarse en cambio, ni por un instante, de que tal vez, o incluso probablemente, sus propias armas tuvieran un efec- La fuerza de u n a expectativa está en función de la solidez d e to aún más terrible. la representación de la consecuencia anticipada. Desde la pers- pectiva de la PNL, c u a n t o más p u e d e u n a persona ver, oír y sen- tir en su imaginación alguna consecuencia futura, más fuerte De este modo el soldado británico nunca a llegó a tener, ni será la expectativa correspondiente. Por consiguiente, las expec- por un instante, la impresión de que su país le había enga- tativas p u e d e n ser intensificadas mediante el enriquecimiento d e ñado, lo cual sí sucedió por desgracia entre los combatien- las sensaciones, las imágenes y los sonidos internos, asociados tes alemanes, hasta el extremo de que acabaron por recha- con una posible acción o consecuencia futura. De forma pareci- zar todo lo que viniera de su propio bando como «engaños» da, las expectativas se debilitarían si disminuyera la calidad o la y «palabrería» (Krampf). intensidad de las representaciones internas asociadas c o n las po- sibles consecuencias futuras. No cabe duda de que b u e n a parte d e la influencia de Hitlerc o m o líder procede d e su visión, c o m p r e n s i ó n y aplicación de los Como demuestra el e x p e r i m e n t o c o n los estudiantes antesprincipios subyacentes en El poder de la palabra. P o r fortuna, ha mencionado, la intensidad de u n a expectativa está también con- dicionada por las creencias subyacentes sobre causa y efecto. Sipasado a la historia c o m o u n ejemplo arquetípico del mal uso de los estudiantes creen que «el e x p e r i m e n t o ha t e r m i n a d o » , ya n oestos principios. Las declaraciones q u e acabamos de leer ilustran esperarán recibir la recompensa por realizar las mismas tareasel i m p a c t o d e las expectativas c o m o «marcos», q u e influyen so- por las que fueron previamente reforzados. E n este sentido, lasbre las conclusiones q u e las personas extraen de s u s experien- expectativas s o n a m e n u d o reflejo de las creencias subyacentes.cias. Los soldados alemanes se sintieron contrariados, engañados Si creemos que «el trabajo d u r o c o m p e n s a » esperaremos ver re-y d e s c o r a z o n a d o s a l d e s c u b r i r q u e s u s adversarios n o eran los es- compensados n u e s t r o s esfuerzos. Si creemos q u e «Fulanita est ú p i d o s bufones que se les había i n d u c i d o a esperar. La expe- U n a buena estudiante», esperaremos d e ella que saque b u e n a sriencia directa de los soldados británicos, en cambio, confirmaba notas.s u s expectativas d e que se iban a enfrentar a h u n o s brutales, 1°cual «reforzó su furia y su odio» hacia el enemigo. Las creencias subyacentes p u e d e n asimismo generar resisten- cias o «contraexpectativas», que se hacen patentes en forma de re- Nuestras expectativas ejercen, p u e s , u n fuerte impacto, tan- Presentaciones de interferencia. Freud lo describió c o m o sigue:to sobre nuestra motivación c o m o sobre las conclusiones que de-rivamos d e nuestra experiencia.
  • 144 El. PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 145 La incerüdumbre subjetiva, la contraexpectativa, está re- los juicios, a u n q u e el juicio sea en sí m i s m o negativo o limitador presentada por un conjunto de ideas a las que daré el nom- (una aplicación del principio d e que «el fin justifica los m e - bre de «ideas antitéticas perturbadoras»... En el caso de dios» )• ¿Cuántas veces h a b r á s oído decir: «Sólo lo digo (o lo una intención, estas ideas antitéticas se despliegan del bago) por tu bien»? modo siguiente: «No triunfaré en llevar a cabo mis inten- Por s u p u e s t o , las consecuencias negativas cuestionaran las ciones porque esto o aquello es demasiado difícil para mí y generalizaciones y las p o n d r á en tela d e juicio. no estoy preparado para ello. También sé que otros han fra- El patrón de consecuencia d e El poder de la palabra está re- casado en una situación parecida». El otro caso, el de la ex- I lacionado c o n la presuposición d e P N L q u e dice q u e : pectativa, no precisa de comentarios: la idea antitética consiste en enumerar todas las cosas que podrían pasarme, Ninguna r e s p u e s t a , experiencia o c o m p o r t a m i e n t o tie- a excepción de la que deseo que me suceda. nen s e n t i d o fuera del c o n t e x t o en el q u e fueron esta- blecidos, o d e la r e s p u e s t a siguiente q u e s u s c i t e n . Así pues, las expectativas p u e d e n ser «positivas» o «negati- Todo c o m p o r t a m i e n t o , experiencia o r e s p u e s t a p u e -vas», es decir, p u e d e n apoyar los resultados deseados o bien den actuar c o m o r e c u r s o o c o m o limitación, s e g ú noponerse a ellos. Las expectativas contradictorias suelen crear cómo encajen con el r e s t o del s i s t e m a .confusión o conflicto interno. La Programación Neurolingüísti-ca proporciona una serie de h e r r a m i e n t a s y estrategias para ayu- Por consiguiente, las consecuencias anticipadas operan adar a desarrollar expectativas positivas y manejar las expectati- modo de marco respecto a otras experiencias. Identificar u n avas negativas. El p l a n t e a m i e n t o fundamental de la PNI. para el consecuencia positiva constituye o t r o m o d o d e restablecer u nestablecimiento o el cambio de expectativas implica una de estas marco-objetivo con respecto a los juicios o generalizaciones ne-dos estrategias: gativos y limitadores. En el ejemplo del psiquiatra y el paciente que aseguraba ser a ) Trabajar directamente sobre las representaciones senso- un «cadáver», que h e m o s visto en este m i s m o capítulo, p o d e m o s riales internas asociadas con la expectativa. ver una buena muestra d e la aplicación de este p a t r ó n . Pinchan- b) Trabajar sobre las creencias subyacentes que constituyen do el brazo del paciente para q u e sangre, el psiquiatra trata de uti- la fuente de la expectativa. lizar la lógica para convencer al paciente de q u e n o es u n cadáver. Los esfuerzos del psiquiatra, sin embargo, se m u e s t r a n estériles cuando el paciente exclama, sorprendido, «¡Que me a s p e n . . . , losLas expectativas y el patrón de consecuencias de cadáveres SANGRAN!...El p o d e r d e la p a l a b r a Si ese psiquiatra hubiera estado familiarizado c o n el p a t r ó n de consecuencia de El poder de la palabra, así c o m o c o n los prin-El p a t r ó n d e consecuencia d e El poder de la palabra utiliza las ex- cipios que hemos analizado hasta este p u n t o del t e x t o , en lugarpectativas bien para reforzar, bien para cuestionar las generaliza- ^ quedarse atascado con su paciente, podría haber sacado parti- eciones y las creencias. Este patrón c o m p o r t a dirigir la atención c° de los comentarios d e éste. Por ejemplo, podría haberle di-hacia u n efecto potencial (positivo o negativo) resultante de un «Bueno, si los cadáveres p u e d e n sangrar, me p r e g u n t o q u écreencia o d e la generalización definida p o r ella. Las consecuen- ^ Podran hacer. Tal vez puedan cantar, bailar, reír, digerir comi-cias positivas anticipadas fortificaran y reforzaran las creencias y uicluso aprender. Probemos también algunas de esas cosas. e
  • 146 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 147A lo mejor descubre que p u e d e llevar u n a vida bastante buena «¿Sabe? Ha intentado d u r a n t e toda su vida librarse d e esas mos-c o m o cadáver (algunos lo h a c e n ) , sin dejar d e m a n t e n e r los be- cas. Ha tratado d e sacárselas de encima y a h u y e n t a r l a s . Tal vezneficios que obtiene siendo u n cadáver». En lugar de tratar de ese n o sea el m o d o adecuado de tratar c o n ellas. ¿Ha sido ustedatacar y cuestionar la creencia, ésta pueda ser reencuadrada des- tratada alguna vez para su alergia "real imaginaria" a las moscasd e u n p r o b l e m a a u n a ventaja. ( C o m o Einstein señaló, n o s e p u e - "reales imaginarias"?».de solucionar u n problema con la m i s m a forma de pensar q u e lo Acto seguido le expliqué que su situación presentaba todoscreó.) los síntomas de u n a alergia. Algunas personas, p o r ejemplo, tie- Yo m i s m o he aplicado con éxito este p a t r ó n a una mujer con nen alergia al polen. No lo p u e d e n ver, pero se les mete p o r la na-u n diagnóstico d e «obsesiva compulsiva». Estaba convencida de riz al respirar y las enferma. En lugar d e tenerse q u e ocultar delque tenía insectos p o r todo el cuerpo. Ella les llamaba «moscas polen, de lavarse c o n t i n u a m e n t e , o tratar d e alejarlo, estas per-reales imaginarias»: «imaginarias», p o r q u e nadie aceptaba que sonas toman m e d i c a m e n t o s para q u e su sistema inmunológicofueran reales; «reales», p o r q u e para ella lo e r a n m u c h o . N o p o - reduzca los síntomas d e alergia.día ignorarlas, le provocaban una terrible sensación de ser «in- Entonces saqué u n frasco que contenía u n placebo y le dije:vadida». «Esto son pildoras "reales imaginarias". Son "imaginarias" porque Aquella mujer dedicaba u n a gran parte d e su t i e m p o a pro- no contienen n i n g ú n fármaco, pero s o n "reales" p o r q u e curarántegerse de las «moscas». Tenía setenta y dos pares de guantes di- su alergia y cambiarán lo q u e siente». Utilizando lo q u e habíaferentes: para conducir, para cocinar, para vestirse, etc. Compra- averiguado acerca de sus equivalencias d e criterio y s u s estrate-ba siempre vestidos d e talla superior a la suya, para que le gias de realidad, le describí c ó m o actuarían los placebos y d e quéc u b r i e r a n t o d o el c u e r p o y n o le q u e d a r a expuesta n i n g u n a zona modo la iban a hacer sentir diferente. Le expliqué cuidadosa-d e piel. Se lavaba y se frotaba c o n s t a n t e m e n t e para sacarse de en- mente el poder del «efecto placebo» y le cité u n a serie de estu-cima las moscas, hasta el p u n t o de q u e su piel estaba todo el dios en los que los placebos habían sido utilizados c o n éxito parat i e m p o enrojecida y erosionada. tratar reacciones alérgicas. Habida cuenta de q u e esta explica- El h e c h o d e q u e las moscas fueran «imaginarias» le propor- ción encajaba a la perfección c o m o consecuencia d e su p r o p i ocionaba algunas opciones interesantes. P o r ejemplo, todo el sistema de creencias, n o p u d o presentar objeción alguna a m i ló-m u n d o las tenía, pero u n a s personas m á s q u e otras, en particu- gica y se mostró d e acuerdo en tomar las pildoras.lar s u s p a d r e s , a l o s q u e a m a b a m u c h o , p e r o c o n los q u e pasaba Curiosamente, c u a n d o volvió a mi consulta la s e m a n a si-m u y poco tiempo p o r q u e estaban llenos d e ellas. Puesto que guiente estaba m u y asustada, p o r q u e aquellas «pildoras realeseran imaginarias, las moscas podían llegar incluso a través del te- imaginarias» habían funcionado. Se sentó delante mí y c o m e n z óléfono, de m o d o que cada vez que s u s padres la telefoneaban, del a preguntarme: « ¿ C ó m o sabré q u é r o p a c o m p r a r ? ¿ C ó m o sabréreceptor c o m e n z a b a n a salir moscas a m o n t o n e s , lo cual la obli- cómo relacionarme con mis padres? ¿Cómo sabré a quién debogaba a colgar. dejar que me toque? ¿ C ó m o sabré qué hacer o a d o n d e ir en el Aquella mujer estaba en la treintena y llevaba mas de quin- "uando que me rodea?» C o n aquellas palabras, lo que en realidadce a ñ o s batallando c o n su c o m p u l s i ó n . P o r s u p u e s t o , muchas estaba diciendo era q u e su creencia había reemplazado a u n a se-personas habían tratado, sin éxito, de convencerla de lo absurdo n de estrategias d e toma d e decisiones, q u e n u n c a había llegado ed e su creencia. Me t o m é tiempo para entrar en sintonía con ella» a desarrollar. C o m o ya he señalado antes, las creencias limitado-así c o m o para averiguar s u s «equivalencias de criterio» y sus es- son con frecuencia el resultado de preguntas sobre el «cómo» 1 3 5trategias de realidad. Luego, en d e t e r m i n a d o m o m e n t o , le dije- contestar. S U l
  • 148 EL PODER DE LA PAI.ABRA Creencias y expectativas 149 U n a vez q u e la mujer c o m e n z ó a creer q u e podía librarse miento produzca d e t e r m i n a d o resultado, d e n t r o de d e t e r m i n a d orealmente d e las «moscas», ya n o podía evitar tener q u e enfren- sistema.tarse con s u s creencias sobre s u s propias capacidades. Una «ex- Manejar el c a m b i o y lograr resultados requiere d i s p o n e r d epectativa de resultado» nueva la obligaba a reevaluar su «expec- los mapas cognitivos, las experiencias d e referencia, las herra-tativa de eficacia propia». C o n ayuda, aquella mujer aprendería mientas y el a p o y o d e las relaciones necesarios para establecer lau n a serie de estrategias de toma de decisión eficaces y se libraría clase más adecuada d e presuposiciones y expectativas respecto adefinitivamente de su obsesión. determinado objetivo, tarea o situación. Para explorar t ú m i s m o el patrón d e consecuencia, idenüñ- Nuestras expectativas, p o r ejemplo, influyen en gran medi-ca u n a creencia o generalización limitadora q u e te impida actuar da en el grado d e confianza q u e t e n d r e m o s acerca de la obten-c o n la eficacia q u e sabes q u e podrías. Enriquece tu percepción ción de un resultado. Las cuestiones d e creencias básicas q u ed e esta situación o experiencia planteándote: «¿Cuál es el efecto surgen en relación con el logro de objetivos provienen de expec-positivo de la creencia o de la generalización definida por ella?» tativas, relacionadas a su vez con u n a serie d e c o m p o n e n t e s del(Un m o d o de hacerlo consiste e n considerar el problema o la di- cambio fundamentales:ficultad desde m á s de u n marco temporal. P o r ejemplo, imaginarla situación d e n t r o de u n a hora, de u n día, de u n a semana, de un 1. Lo deseable q u e sea el resultado.mes, d e u n a ñ o y de m u c h o s años.) 2. La confianza e n q u e las acciones especificadas produci- rán el resultado apetecido. Por ejemplo, creencia limitadora: M e siento c o m o un cobar- 3. La evaluación sobre lo apropiado y lo difícil de ese com- de c u a n d o tengo miedo ante situaciones difíciles. portamiento ( c o n i n d e p e n d e n c i a d e q u e se crea o n o q u e Consecuencia positiva: El m i e d o evita q u e la gente se preci- vaya a p r o d u c i r el resultado deseado). pite, lo cual le permite actuar de forma m a s ecológica. 4. La creencia d e poder p r o d u c i r los c o m p o r t a m i e n t o s n e - Por consiguiente, el miedo n o es tan m a l o , habida cuen- cesarios para completar el plan q u e c o n d u c e al objetivo. ta que hace q u e las personas sean más p r u d e n t e s y actúen 5. El sentido de responsabilidad, valía propia y permiso q u e de forma m á s ecológica. A largo plazo, tu miedo hará de uno tenga e n relación con los c o m p o r t a m i e n t o s necesa- ti u n a persona m á s sabia y determinada. rios y con el resultado final. Merecedor ApropiadoCartografiar creencias y expectativas clave teponsablc C a P a z Ecológico P 0 S < W e D " e a b fEn líneas generales, las personas cambian su c o m p o r t a m i e n t o aladquirir nuevas experiencias de referencia y nuevos mapas que l | I I Iles permitan formar u n «plan». Sin embargo, un m i s m o compor- Comportamiento Resultadotamiento n o siempre produce resultados idénticos. Determina- Plan Itinerariodos factores, c o m o el «itinerario» hasta el resultado, el grado de Cuestiones de creencias relacionadas con el cambioapoyo p o r parte d e las relaciones q u e u n o reciba, el grado de va-riabilidad del sistema y las h e r r a m i e n t a s de q u e u n o disponga ¿ e C ° n s i d e r e m o s , p o r ejemplo, a alguien q u e trata d e curarse,d e t e r m i n a r á n la probabilidad d e q u e d e t e r m i n a d o comport* aprender algo n u e v o o d e triunfar e n u n proyecto empresarial.
  • 150 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 151Las cuestiones de creencias pueden presentarse con cada uno de cabo las acciones necesarias. Tal vez piense: «No soy lo suficien-los elementos del cambio arriba mencionados. te hábil/perseverante/inteligente/centrado/etc, para hacer lo que Una primera cuestión tiene que ver con lo deseable que sea hace falta para alcanzar mi resultado deseado».el resultado. ¿Hasta qué punto esta persona quiere realmente es- E incluso, en el caso de que la persona desee el resultado,tar sana, aprender o triunfar? En las mismas condiciones, no hay piense que es posible, crea que el camino propuesto es el ade-duda de que todos deseamos las tres cosas. Pero raramente las cuado para lograrlo y n o dude de sus capacidades para llevar acondiciones son las mismas, y lo cierto es que estar sano, apren- cabo las acciones necesarias, también e s posible que se cuestioneder o triunfar en los negocios no siempre está en cabeza de la je- si es o no responsabilidad suya realizar las acciones que conduz-rarquía de criterios de la persona. Alguien podría decir: «En es-i can a la consecución del objetivo. Puede que se diga: «No es res-tos momentos, la salud no es prioritaria para mí», «Tengo tantas ponsabilidad mía estar más sano/aprender/tener éxito. Eso escosas que atender, que aprender algo nuevo no me resulta tan trabajo de los expertos. Quiero delegar en otros». O tal vez dudeimportante», u «Otros m e necesitan, seria egoísta por mi parte de merecer estar sano, aprender o tener éxito. Aquí topamos conconcentrarme únicamente en mi éxito». una cuestión de autoestima. En ocasiones, ocurre que la persona Incluso si la persona desea con todas sus fuerzas tener salud, se siente indigna de tener salud, inteligencia o éxito. Cuando al-aprender o alcanzar el éxito, puede suceder que se pregunte si lo- guien cree que no merece alcanzar el objetivo deseado, o no segrarlos es posible. Tal vez se diga: «Haga lo que haga, no me pon- considera responsable de hacer lo necesario para lograrlo, dadré bien», «Un perro viejo no aprende trucos nuevos» o «Mejor igual que tenga las capacidades necesarias, que conozca cuál esque no me haga ilusiones de triunfar. Nada de lo que yo haga el camino adecuado y que lo desee.cambiará las cosas». Otra persona tal vez desee intensamente un resultado, e inclu-so crea que es posible alcanzarlo, pero dude que determinado com- Evaluar la motivación para el cambioportamiento sea el más adecuado para ello Es probable que sediga: «Creo que es posible alcanzar mi objetivo, pero no con este Para poder ayudar a otros o a nosotros mismos a alcanzar los ob-plan/técnica/programa/etc.» Otra quizá piense que determinado jetivos deseados es importante que consigamos evaluar todo estecamino sea el adecuado, pero no esté dispuesta a asumir los esfuer- sistema de creencias. Los planes y las acciones n o puede ser lle-zos y sacrificios que ese camino exige, o bien le preocupen las con- vados a cabo con eficacia si hay conflicto o duda en exceso. Porsecuencias para otras áreas de su vida. Por ejemplo, aunque esté otro lado, y como demuestra el efecto placebo, las creencias y lasconvencida de que hacer ejercicio y mejorar su dicta la ayudaría a presuposiciones potenciadoras pueden liberar capacidades yestar más sana, no está dispuesta a hacer el esfuerzo de cambiar dfl «competencias subconscientes», inherentes en la persona o elestilo de vida. Otra quizá crea que determinado curso la puede p u p o , pero que no habían sido movilizadas con anterioridad.ayudar a aprender algo importante, pero no sabe encontrar el tiem- Un modo de determinar la motivación de la persona o delpo necesario. De forma parecida, tal vez alguien cica que un nuevo P u p o consiste en lormular una afirmación de las cinco creenciastrabajo lo conduciría al éxito, pero duda porque le preocupa el im- clave que hemos identificado como significativas para el procesopacto que este cambio pudiera ejercer sobre su familia. * b i o . Las creencias pueden ser evaluadas formulando una c a r n También suele ocurrir que la persona desee el resultad* aclaración espci ilica de cada una de ellas, c o m o e n l o s siguien-piense que es posible y crea que el camino propuesto es el adejj ^ ejemplos:cuado para lograrlo, pero dude de sus capacidades para llevar^
  • 152 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 153 1. Lo deseable del resultado. Hoja de evaluación de creencias Declaración: «El objetivo es deseable y vale la p e n a » . Describe en u n a frase el objetivo o el resultado a lograr: 2. Seguridad en que el resultado es alcanzable. Declaración: «Es posible alcanzar ese objetivo». Objetivo/resultado: . 3. Evaluación de lo apropiado o lo difícil de los comporta- Puntúa en las siguientes casillas tu grado de creencia e n re- mientos necesarios para alcanzar el resultado deseado (con lación con el objetivo o el resultado a lograr, indicando c o n el 1 independencia de que se crea o n o que lo producirán). el grado más bajo y con el 5 el m á s alto. Declaración: «Lo q u e hay que hacer para alcanzar el ob- jetivo es apropiado y ecológico». a. «El objetivo e s deseable y vale la pena.» 4. Creer e n la propia capacidad para p r o d u c i r los comporta- "T"| |~2~| [~3~~| |~4~| I^T m i e n t o s requeridos. Declaración: «Tengo/tenemos las capacidades necesarias para alcanzar el objetivo deseado». b. «Es posible alcanzar ese objetivo.)» 5. Sentido de la propia valía o permiso para realizar los c o m p o r t a m i e n t o s requeridos y alcanzar el resultado de- i m • • • LI c. «Lo que hay que hacer para alcanzar el objetivo es apro- seado. piado y ecológico.» • •• • Declaración: «Tengo/tenemos la responsabilidad de al- canzar ese objetivo y m e / n o s lo merezco/merecemos». U n a vez establecidas estas creencias el interesado puede ca- d. «Tengo/tenemos las capacidades necesarias para alcanzarlibrar su grado d e conformidad c o n cada u n a de ellas en una es- el objetivo deseado.»cala del 1 al 5, lo cual producirá de inmediato u n interesante per-fil d e áreas potenciales de problemas de motivación y seguridad.Las p u n t u a c i o n e s bajas indicarán posibles áreas de resistencia ointerferencia, q u e requerirán ser de algún m o d o atendidas. e. «Tengo/tenemos la responsabilidad de alcanzar ese obje- La hoja de evaluación de creencias de la página siguiente V ° v e / n o s lo merezco/merecemos.» mproporciona u n a h e r r a m i e n t a sencilla pero eficaz para evaluar X |con rapidez las áreas de creencia relevantes en relación con de-t e r m i n a d o objetivo o plan.
  • 154 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 155Construye seguridad y refuerza las creencias ción presente d e los c o n s t r e ñ i m i e n t o s d e la realidad y utilizar la imaginación c o n m a y o r plenitud. Activa nuestra capacidad inna-U n a vez que hayas evaluado el grado de seguridad y congruencia ta para imaginar y suponer. También n o s ayuda a liberarnos d een relación con esas áreas clave de creencias, podrás reforzar las las limitaciones de nuestra historia personal, de n u e s t r o s siste-creencias en áreas de duda considerando las preguntas siguientes: mas de creencias y d e n u e s t r o «ego». En realidad, n o s ayuda a 1. ¿Qué más hace falta saber o añadir al objetivo o creer identificar y utilizar la noción d e «Yo» c o m o función en lugar d e como rígida nominalización. para ser más c o n g r u e n t e y seguro? Muchos d e los procesos y técnicas d e la Programación Neu- 2. ¿Quién es el mejor m e n t o r para esa creencia? rolingüística aplican el marco « c o m o si». En el proceso d e crea- 3. ¿Qué mensaje o consejo daría ese m e n t o r ? ción de objetivos, resultados y s u e ñ o s , p o r ejemplo, a c t u a m o s primero «como si» fueran posibilidades. Creamos imágenes d e ellos y las visualizamos con los ojos d e la m e n t e , d a n d o a esas imágenes las cualidades q u e deseamos q u e tengan. Luego c o -Utilizar el marco «como si» para reforzar creencias y menzamos a darles vida « c o m o si» ya estuviéramos experimen-expectativas tando y practicando los c o m p o r t a m i e n t o s específicos q u e se co- rresponden con esos s u e ñ o s y objetivos.El marco «como si» es u n proceso p o r m e d i o del cual u n indivi- El marco « c o m o si» es d e gran importancia para la creaciónd u o o u n g r u p o a c t ú a n «como si» el objetivo o el resultado de- de un espacio en el q u e sea posible comenzar a estimular la n e u -seados h u b i e r a n sido ya alcanzados, o p o r m e d i o del cual un in- rología que p u e d e apoyar la consecución de n u e s t r o s deseos.dividuo o u n g r u p o a c t ú a n «como si» fueran otra persona o Milton Erickson solía repetir que «Puedes imaginar y d o m i n a r loentidad. El m a r c o « c o m o si» constituye u n m e d i o p o d e r o s o para que quieras».ayudar a las personas a identificar y enriquecer su percepción del El marco « c o m o si» constituye u n a h e r r a m i e n t a clave param u n d o , así c o m o sus estados futuros deseados. Constituye tam- mentores y consejeros. El ejercicio siguiente aplica el marcobién u n m e d i o útil para ayudarlas a superar las resistencias y li- «como si» considerándolio u n m e d i o para ayudar a la supera-mitaciones propias d e su m a p a actual del m u n d o . ción de creencias limitadoras. El marco « c o m o si» se utiliza a m e n u d o para cuestionarcreencias limitadoras p o r m e d i o d e la creación d e contraejem-plos y alternativas. Por ejemplo, si u n a persona nos dice: «No Ejercicio «Como si»p u e d o hacer X» o «Es imposible hacer X», aplicaríamos el mar-c o « c o m o si» y le p r e g u n t a r í a m o s : « ¿ Q u é pasaría si pudieras ha- 1. El explorador pensará en algún objetivo o situación acer-cer X?», «Actúa c o m o si pudieras hacer X. ¿ C ó m o sería?» o «Si ca de los cuales tenga alguna d u d a . Expresará verbal-(ya) pudieras hacer X, ¿qué estarías haciendo?» Por ejemplo, si m e n t e la creencia limitadora a s u mentor. P o r ejemplo:el ejecutivo d e u n a compañía n o fuera capaz de describir cuál se- «No es posible para m í . . . » , «No soy capaz d e . . . » , «Noría su estado deseado en relación c o n d e t e r m i n a d o proyecto, un me merezco...»m e n t o r le podría preguntar: Imagina que h a n pasado cinco años.¿Qué ha cambiado? 2 - El m e n t o r animará respetuosamente al explorador a de- Actuar « c o m o si» nos permite d e s p r e n d e r n o s de la percep- cir cosas tales c o m o :
  • 156 EL PODER DE LA PALABRA «¿Qué sucedería si eso fuera posible/fueras cerlo/lo merecieras?» «Actúa "como si" eso fuera posible/fueras lo/lo merecieras. ¿Cómo sería?» capaz de ha- capaz de hacer- i 6 La estructura básica de las creencias «Imagina que ya has tratado con todas las cuestiones rela- cionadas con tu creencia de que eso no es posible/no eres capaz de hacerlo/no lo mereces. ¿Qué pensarías, harías o creerías deforma diferente?» 2. Si surgen otras objeciones o interferencias p o r parte del explorador, el m e n t o r seguirá p r e g u n t a n d o : «Actúa "como si" y a hubieras tratado con esa objeción/in- terferencia. ¿Cómo responderías defonna diferente?»
  • Estructura lingüística de las creenciasEl propósito principal de n u e s t r a s creencias y de n u e s t r o s siste-mas de creencias es vincular valores fundamentales con otraspartes de nuestra experiencia y con n u e s t r o s m a p a s del m u n d o .Como ya h e señalado a n t e r i o r m e n t e , la declaración d e la creen-cia en que «El éxito requiere trabajar duro» vincula el valor «éxi-to» con una clase concreta d e actividad («trabajar d u r o » ) . Encambio, la afirmación de que «El éxito requiere buena suerte»vincula el m i s m o valor con otra causa («buena suerte»). C o m odemuestran ambas afirmaciones, las creencias s o n básicamentedeclaraciones sobre las relaciones entre diversos elementos denuestra experiencia. Lingüísticamente h a b l a n d o , las creencias se expresan p o r logeneral en forma de patrones verbales conocidos c o m o «equiva-lencias complejas» y «causas-efectos». Las equivalencias comple-jas son afirmaciones lingüísticas que implican «equivalencias» entre distintos aspectos de nuestra experiencia. («A=B» o «A sig- nifica B»). Esta clase de patrón d e lenguaje es n o r m a l m e n t e uti- lizado para formular definiciones de valores, así c o m o para es- tablecer evidencias destinadas a d e t e r m i n a r si los valores h a n sido satisfechos o violentados. «Un corazón que late en reposo a 0 Pulsaciones p o r m i n u t o es u n corazón sano», «Tener m u c h o "ero significa que has alcanzado el éxito» o «Amar significa n o tener que decir n u n c a "lo s i e n t o » son ejemplos d e equivalenciasCorn p l e j a s que reflejan creencias.bra ~ ^ aS ^ a de causa-efecto (caracterizadas p o r pala- r m a c o n e sen> ° °C u s a » , «hace», «obliga», «conduce a», «resulta m < < c a tc.) vinculan causalmente valores con otros aspectos de e
  • 160 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 161nuestra experiencia. Estas estructuras lingüísticas se utilizan terio, por ejemplo, p o d r á revestir la forma d e alguna otra gene-para definir las causas y las consecuencias del logro de determi- ralización o nominalización.n a d o s valores. «Pronto a la cama y p r o n t o en pie hacen al hom- En la afirmación «Está mal de salud. Debe odiarse realmen-bre s a n o , rico y sabio», la frase clásica d e Benjamín Franklin te a sí m i s m o » , q u i e n la formula implica que «mala salud» es, d econstituye u n a afirmación de factores causales que c o n d u c e n al algún m o d o , s i n ó n i m o de «odiarse a sí m i s m o » . En su m a p a dellogro de d e t e r m i n a d o s valores. Los d i c h o s d e q u e «el p o d e r co- mundo, ambas experiencias s o n en cierta m e d i d a «lo m i s m o »rrompe» o «el a m o r sana» constituyen afirmaciones relaciona- (a pesar de que p r o b a b l e m e n t e n o tengan relación alguna en rea-das con las consecuencias d e la expresión de d e t e r m i n a d o s va-j lidad). Las siguientes afirmaciones serían otros ejemplos d elores. «equivalencias complejas»: «Pensar o actuar fuera de las n o r m a s sociales significa que eres m e n t a l m e n t e inestable», «Seguridad causas significa tener p o d e r para luchar contra fuerzas hostiles», o «Si Trabajo d u r o hablas poco, eso tiene que significar que tienes poco que decir». Éxito O Toda declaración establece u n a especie d e «equivalencia» M u c h o dinero Causa o evidencia Valor o criterio entre dos términos. Definidos tal vez m á s acertadamente c o m o Medios «equivalencias simplistas», el peligro d e estas declaraciones con- siste en q u e , en ellas, u n a relación compleja, d e estructura p r o - Las creencias vienen por lo general expresadas funda, se sobresimplifica hasta el nivel d e estructura superficial. en forma de equivalencias complejas o causas-efectos. Como sentenció Einstein: «Todo debe simplificarse tanto c o m o s e a posible, pero u n p o c o m e n o s » . Las equivalencias complejas y las generalizaciones acerca de Nuestras «interpretaciones» de acontecimientos y experien-causa y efecto constituyen estructuras fundamentales a partir cias proceden del establecimiento y de la aplicación d e paquetesd e las cuales c o n s t r u i m o s n u e s t r o s m a p a s del m u n d o . de equivalencias completas. E n el lado positivo, las conexiones establecidas p o r a l g u n a s interpretaciones a y u d a n a simplificar o explicar relaciones complejas. En el lado problemático, las equi-Equivalencia compleja valencias complejas distorsionan o sobresimplifican relaciones sistémicas. Los pacientes (así c o m o s u s familias), p o r ejemplo,La equivalencia compleja implica hablar d e dos o m á s experien- tienden a interpretar s u s s í n t o m a s de forma m u y negativa, o d ecias c o m o si se trataran d e lo m i s m o , es decir, c o m o si fueran un m o d o q u e contribuye al m a n t e n i m i e n t o del síntoma.«equivalentes». Las equivalencias complejas están lejanamente Desde la perspectiva d e El poder de la palabra, la cuestión n oe m p a r e n t a d a s con las equivalencias d e criterio, a u n q u e son dis- estriba tanto en si u n o ha e n c o n t r a d o o n o la equivalencia com-tintas d e ellas. Las equivalencias d e criterio se establecen en for- pleja «correcta», sino en si u n o consigue o n o e n c o n t r a r inter-ma d e evidencias basadas en los sentidos para d e t e r m i n a d o valor pretaciones susceptibles d e ofrecer u n a nueva perspectiva, u no criterio. Implican «fragmentar hacia abajo», hacia indicadores nuevo mapa del m u n d o o Lina nueva forma d e p e n s a r que difie-específicos d e algún valor o criterio. U n a equivalencia compleja ra de la que ha creado y m a n t i e n e el problema de q u e se trate.es más u n a «definición» q u e u n «procedimiento de evidencia».El proceso se asemeja más a u n a fragmentación lateral q u e haciaabajo. Una equivalencia compleja para d e t e r m i n a d o valor o en-
  • 162 E L PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 163Causa y efecto chos fenómenos s o n el resultado d e causas múltiples, más q u e d e una sola.La p e r c e p c i ó n d e c a u s a y efecto es la base d e n u e s t r o m o d e l o del Además d e t o d o ello, cada u n o d e los elementos implicadosm u n d o . El a n á l i s i s , la i n v e s t i g a c i ó n y el m o d e l a d o eficaz d e cual- en una cadena d e causa-efecto p u e d e tener su propia «energíaq u i e r t i p o r e q u i e r e n la i d e n t i f i c a c i ó n d e las causas q u e subyacen colateral», es decir, q u e cada u n o d e ellos tiene su propia fuentee n los f e n ó m e n o s o b s e r v a b l e s . Las c a u s a s s o n los e l e m e n t o s sub- de energía y n o r e s p o n d e de forma p r e d e t e r m i n a d a . Eso hace quey a c e n t e s r e s p o n s a b l e s d e la c r e a c i ó n y el m a n t e n i m i e n t o d e de- los sistemas sean m u c h o m á s complejos, d a d o q u e la energía n ot e r m i n a d o f e n ó m e n o o s i t u a c i ó n . La r e s o l u c i ó n exitosa de con- fluye a través d e ellos d e forma d e t e r m i n a d a y mecánica. Gregoryflictos, p o r e j e m p l o , s e b a s a e n e n c o n t r a r y tratar la(s) causa(s) de Bateson señaló q u e si le das u n p u n t a p i é a u n a pelota, p o d r á sd e t e r m i n a d o s í n t o m a o c o n j u n t o d e s í n t o m a s . Lo q u e identifica- calcular con bastante exactitud d o n d e irá a caer, en función delm o s c o m o c a u s a d e u n e s t a d o d e s e a d o o d e u n e s t a d o problema ángulo de i m p a c t o , de la fuerza del m i s m o , de la fricción del sue-d e t e r m i n a d ó n d e a p l i c a r e m o s n u e s t r o s esfuerzos. lo y del aire, etc. Si, p o r el contrario, le das u n p u n t a p i é a u n pe- P o r e j e m p l o , si c r e e s q u e d e t e r m i n a d a alergia está causada rro con el m i s m o á n g u l o , la m i s m a fuerza, sobre el m i s m o terre-p o r u n « a l é r g e n o » e x t e r n o , t r a t a r á s d e evitarlo. Si crees q u e la no, etc., resultará m u c h o m á s difícil p r e d e t e r m i n a r cuál será elalergia s e d e b e a la d e s c a r g a d e « h i s t a m i n a s » , t o m a r á s «antihis- resultado, y es q u e el perro tiene su propia «energía colateral».t a m í n i c o s » . Si c r e e s q u e la c a u s a d e esa alergia es el «estrés», tra- Las causas s o n a m e n u d o m e n o s evidentes y a m p l i a s y m á st a r á s d e r e d u c i r l o . Y así s u c e s i v a m e n t e . sistémicas en su naturaleza q u e el s í n t o m a o el f e n ó m e n o parti- N u e s t r a s c r e e n c i a s s o b r e causa y efecto están reflejadas en el cular que es e x p l o r a d o o estudiado. Un descenso en los benefi-p a t r ó n l i n g ü í s t i c o d e «causa-efecto», e n el cual está implícita o ex- cios o en la p r o d u c t i v i d a d , p o r ejemplo, p u e d e ser el resultado d eplícita la r e l a c i ó n c a u s a l e n t r e d o s experiencias o fenómenos con algo relacionado con la competencia, la organización, el lideraz-d e s c r i p c i ó n v e r b a l . C o m o s u c e d e c o n las equivalencias complejas, go, los cambios en el mercado, los cambios en la tecnología, lostales r e l a c i o n e s p u e d e n o n o ser acertadas o válidas al nivel de es- canales de c o m u n i c a c i ó n o c u a l q u i e r otra cosa.t r u c t u r a p r o f u n d a . P o r e j e m p l o , en la afirmación «Criticarle le I Ocurre lo m i s m o en el caso de m u c h a s de nuestras creenciash a r á r e s p e t a r l a s r e g l a s » n o está n a d a claro d e q u e m o d o , en con- relacionadas con la realidad física. N o p o d e m o s ver, oír o sentirc r e t o , la a c c i ó n d e criticarle hará que el criticado desarrolle respe- las partículas atómicas interactuando entre sí, c o m o tampocot o p o r l a s reglas. Tal a c c i ó n p o d r í a t a m b i é n tener c o m o resultado percibimos directamente las fuerzas «gravitacional» o «electro-el efecto e x a c t a m e n t e c o n t r a r i o . Esta clase de afirmación deja sin "wgiética». Tan solo p o d e m o s percibir y medir s u s resultados,especificar m u c h o s e s l a b o n e s i m p o r t a n t e s e n potencia. ostulamos el c o n c e p t o imaginario «gravitación» para explicar P o r s u p u e s t o , c o n ello n o q u i e r o decir q u e n i n g u n a declara- °s efectos. C o n c e p t o s tales c o m o «gravedad», «electromagnetis- c i ó n d e c a u s a y efecto sea valida. Algunas son válidas, pero in- o». «átomos», «causa y efecto», «energía», e incluso «tiempo» c o m p l e t a s . O t r a s t i e n e n v a l i d e z , p e r o solo en ciertas condiciones. «espacio» son, en gran medida, elaboraciones arbitrarias que De h e c h o , l a s d e c l a r a c i o n e s d e causa y efecto son modalidades fgieron de nuestra imaginación (y no del m u n d o exterior) para v e r b a l e s s i n especificar. El principal peligro con ellas consiste en •^egorizai- y poner orden a nuestra propia experiencia sensorial. la i m p l i c a c i ó n d e q u e la relación q u e esta siendo definida sea A bert Einstein escribió: f r a n c a m e n t e s i m p l e y m e c á n i c a . Habida cuenta de que los siste m a s c o m p l e j o s e s t á n f o r m a d o s p o r n u m e r o s o s vínculos m u t u a ^ ° claramente que ciertos conceptos, como el de U m e v m e n t e c a u s a l e s ( p o r e j e m p l o , el sistema nervioso h u m a n o ) . 11111 usalidad, no pueden ser deducidos de la experiencia ma- Ca
  • 164 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 165 terial por medio de métodos lógicos... Todos los conceptos, Tipos de causas incluso los más próximos a la experiencia, proceden del punto de vista de convenciones lógicas libremente elegidas. Según el filósofo g r i e g o Aristóteles (Últimos analiticos) hay cua- tro tipos básicos d e c a u s a s a ser t o m a d a s en consideración en Lo que Einstein n o s dice es que nuestros sentidos n o perci- cualquier i n v e s t i g a c i ó n y análisis: 1) causas «antecedentes»,b e n realmente las cosas c o m o «causas», p u e s t o q u e lo único que «necesarias» o « p r e c i p i t a n t e s » ; 2 ) c a u s a s «constrictivas» o «efi-p u e d e n percibir es que primero sucede u n acontecimiento e in- cientes»; 3) causas «finales» y 4) causas «formales».m e d i a t a m e n t e s u c e d e otro. Por ejemplo, p o d e m o s percibir unasecuencia de acontecimientos c o m o : «Un h o m b r e corta u n árbol 1. C a u s a s p r e c i p i t a n t e sc o n u n hacha» y luego «el árbol cae», o «Una mujer le dice algo Sucesos p a s a d o s , acciones o decisiones que influyen en ela u n niño» y luego «el niño comienza a llorar», o «Hay un eclip- estado p r e s e n t e del sistema a través de u n a cadena linealse d e Sol» y luego « u n terremoto el día siguiente». Según Eins- de a c c i ó n - r e a c c i ó n .tein, p o d e m o s decir que «el h o m b r e hizo que el árbol cayera»,q u e «La mujer hizo llorar al n i ñ o » , o q u e «El eclipse causó el te- Pasado Presenter r e m o t o » , pero lo q u e es percibido es tan sólo la s e c u e n c i a de los C a d e n a lineal deacontecimientos. La «causa» es u n a elaboración interna libre- a c o n t e c i m i e n t o s que c o n d u c e Causam e n t e elegida q u e aplicamos a la relación que h e m o s percibido. al presente precipitantePor ejemplo, t a m b i é n p o d r í a m o s decir: «La gravedad causa quelos árboles caigan», «Las expectativas n o c u m p l i d a s del niño lehicieron llorar» o «Las fuerzas i n t e r n a s d e la Tierra causaron el Causa precipitanteterremoto», d e p e n d i e n d o d e qué marco d e referencia decidamoselegir. 2. C a u s a s c o n s t r i c t i v a s El a r g u m e n t o de Einstein consiste en que las reglas básicas Relaciones p r e s e n t e s , presuposiciones y condiciones cir-q u e utilizamos para operar en el m u n d o , así c o m o las reglas se- c u n d a n t e s q u e m a n t i e n e n el estado presente del sistemag ú n las cuales el p r o p i o m u n d o opera, n o son observables en el ( i n d e p e n d i e n t e m e n t e d e c ó m o haya llegado allí).c o n t e n i d o d e nuestra experiencia. C o m o él m i s m o señaló, «Unateoría p u e d e ser c o m p r o b a d a p o r la experiencia, pero n o hay Presentem o d o de formular u n a teoría a partir de la experiencia». Condiciones I Presuposiciones Este mismo dilema es de aplicación con igual rigor a la psico- circundanteslogía, a la neurología y probablemente a cualquier otra área de acti-vidad humana. C u a n t o más nos aproximamos a las relaciones yn o r m a s primarias que determinan y rigen nuestra experiencia, mas Estadolejos estamos d e cualquier cosa que sea directamente perceptible Causas V PresenteNo podemos experimentar físicamente los principios y las normas constrictivas Relacionesq u e generan nuestro comportamiento y nuestras experiencias, sinotan sólo sus efectos. Por ejemplo, si el cerebro trata de percibirsesí mismo, habrá inevitablemente algunos p u n t o s ciegos. Causas constrictivas
  • 166 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 167 3 . C a u s a s finales cimos que «nuestro universo fue causado p o r el Big Bang, q u e Objetivos futuros, resultados o visiones que guían o in- ocurrió hace miles de millones de años», q u e «el SIDA está cau- fluyen en el estado presente del sistema y confieren sen- sado por un virus que penetra en el c u e r p o y actúa sobre el sis- tido, relevancia y propósito a las acciones en curso. tema inmunitario», o q u e «esta organización tiene éxito p o r q u e dio los pasos concretos en los m o m e n t o s precisos». Se trata d e Presente Futuro esclarecimientos sin d u d a útiles e i m p o r t a n t e s , pero q u e n o ne- cesariamente nos c u e n t a n toda la historia d e los fenómenos a los que se refieren. Estado Influencia n o lineal q u e Identificar causas constrictivas implica e x a m i n a r q u é m a n - presente j c o n d u c e al estado presente tiene la estructura presente del f e n ó m e n o , con i n d e p e n d e n c i a de lo que lo haya llevado hasta ahí. P o r ejemplo, ¿cómo es que m u - chas de las personas infectadas p o r el virus del SIDA n o m a n i - fiestan ningún síntoma? Si el universo se ha estado e x p a n d i e n d o después del Big Bang, ¿qué es lo q u e d e t e r m i n a e l r i t m o al q u e se Causa final está expandiendo en la actualidad?, ¿qué es lo que le impedirá seguir expandiéndose? ¿Cuáles s o n las restricciones (o la ausen- 4. C a u s a s formales cia de ellas) que p o d r í a n provocar la caída o el despegue d e u n a Definiciones y percepciones d e algo, p o r ejemplo, presu- organización, con i n d e p e n d e n c i a de su historia? posiciones básicas y m a p a s mentales. Buscar causas finales implica explorar l o s objetivos o fines potenciales de esos fenómenos con respecto al resto d e la Natura- Buscar causas precipitantes nos c o n d u c e a ver el problema o leza. Por ejemplo, ¿es el SIDA simplemente u n azote, u n a lecciónel resultado c o m o consecuencia d e acontecimientos y experien- o un proceso evolutivo? ¿Juega Dios a los dados c o n el universo,cias del pasado. Buscar causas constrictivas nos c o n d u c e a percibir o se dirige éste hacia alguna parte? ¿Cuáles s o n las visiones y losel problema o el resultado c o m o algo fruto d e las condiciones en objetivos que hacen q u e u n a organización tenga éxito?curso, dentro de las cuales ocurre la situación actual. Considerar Identificar las causas formales del «universo», de una «orga-causas finales nos lleva a percibir el problema o el resultado como nización exitosa» o del «SIDA» implicaría examinar muestras pre-consecuencia de los motivos y las intenciones de los implicados. suposiciones e intuiciones básicas sobre el fenómeno en cuestión.Tratar d e descubrir las causas formales d e u n problema o resulta- ¿A qué nos referimos exactamente al hablar d e «universo», «orga-d o nos conduce a verlo c o m o u n a función de las definiciones y nización» o «SIDA»? ¿ Q u é estamos p r e s u p o n i e n d o acerca d e supresuposiciones que estamos aplicando a la situación. estructura y su «naturaleza»? (Ésta fue la clase d e preguntas que Claramente, lo m á s probable es que tomar cualquiera de es- ó a Albert Einstein a reformular p o r completo nuestra percep- e vtas causas c o m o la explicación única y completa del producto fi- o n del tiempo, del espacio y d e la estructura del universo.) clnal c o n d u z c a a u n a imagen incompleta. En la ciencia de nuestrosdías t e n d e m o s a buscar causas mecánicas, a las que Aristóteles se ^ afluencia de ¡as causas formalesrefería c o m o causas «antecedentes» o precipitantes. Cuando es-t u d i a m o s científicamente u n fenómeno, t e n d e m o s a buscar la n varios aspectos, nuestro lenguaje, nuestras creencias y nuestroscadena lineal d e causa y efecto que lo produjo. Por ejemplo- d e °s del m u n d o funcionan c o m o «causas formales» de núes- e
  • 168 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 169tra realidad. Las causas formales están relacionadas con nuestras nes e intuiciones acerca d e ese problema o resultado. Identificardefiniciones fundamentales de un fenómeno o u n a experiencia. El jas causas formales d e l «liderazgo», d e u n a «organización exito-m i s m o concepto d e «causa» es u n a modalidad d e «causa formal». sa» o de la «alineación» implicaría examinar nuestras definicio- C o m o el p r o p i o t é r m i n o implica, las «causas formales» es- nes, presuposiciones e intuiciones acerca d e esos fenómenos.t á n a s o c i a d a s m á s b i e n c o n la «forma» q u e c o n el c o n t e n i d o . La •Qué es lo que q u e r e m o s decir, exactamente, al hablar d e «lide-«causa formal» d e u n f e n ó m e n o es la q u e da la definición d e su razgo», de «organización exitosa», o d e «alineación»? ¿ Q u é esta-c a r á c t e r esencial. P o d r í a m o s decir q u e la «causa formal» de u n mos p r e s u p o n i e n d o acerca de su estructura y de su «naturaleza»?ser h u m a n o , p o r e j e m p l o , s o n las relaciones d e estructura pro- El investigador q u e quería entrevistar a personas que habíanfunda codificadas e n el ADN. Las causas formales están también experimentado «remisiones» de cánceres terminales, para descu-í n t i m a m e n t e relacionadas con el lenguaje y c o n los m a p a s men- brir patrones en su proceso de sanación, constituye u n b u e n ejem-tales e n los q u e c r e a m o s n u e s t r a s realidades y que conceptuali- plo de la influencia de las causas formales. Consiguió permiso d e lasz a n y e t i q u e t a n n u e s t r a experiencia. autoridades locales para recopilar datos del centro regional de re- P o r ejemplo, a la estatua de b r o n c e d e u n animal con crines, gistro de datos médicos. Sin embargo, c u a n d o se presentó ante lac u a t r o patas, cascos y cola la l l a m a m o s «caballo», p o r q u e exhibe operadora del o r d e n a d o r para obtener los nombres de las personasla forma o las características «formales» que hemos asociado con la en remisión, ésta le dijo que n o le podía facilitar aquella informa-p a l a b r a y el c o n c e p t o d e «caballo». Decimos que «la bellota se ha ción. El investigador le aseguró que disponía de la autorizaciónc o n v e r t i d o en u n r o b l e » , p o r q u e definimos c o m o «roble» a algo pertinente, a lo q u e ella le respondió que ése no era el problema.q u e tiene tronco, r a m a s y hojas de d e t e r m i n a d a forma. En con- Lo que sucedía era q u e el ordenador n o tenía u n a categoría paras e c u e n c i a , i n d a g a r e n las c a u s a s formales constituye u n o d e los «remisiones». E n t o n c e s él le preguntó si le podía facilitar la rela-m e c a n i s m o s p r i m a r i o s d e El poder de la palabra. ción de todas las p e r s o n a s a las que se hubiera diagnosticado u n Las causas formales d i c e n en realidad m á s acerca de quien cáncer terminal d u r a n t e los diez o doce años anteriores, a lo que lap e r c i b e q u e sobre el f e n ó m e n o q u e está s i e n d o percibido. Identi- operadora le respondió que sí. Luego le pidió si le podía facilitarficar causas formales implica desvelar n u e s t r a s presuposiciones la relación de personas fallecidas de cáncer d u r a n t e el m i s m o perio-y n u e s t r o s m a p a s m e n t a l e s básicos acerca del tema de que se tra- do. La comparación d e ambas listas p u s o en evidencia que habíate. C u a n d o u n artista c o m o Picasso coloca el manillar d e una bi- varios centenares de personas a las que se había diagnosticado u ncicleta j u n t o al sillín p a r a c o n s t r u i r la cabeza d e u n «toro», recu- cáncer terminal, pero q u e n o habían m u e r t o . Tras eliminar a quie-r r e a las «causas formales» d e b i d o a q u e está t r a t a n d o con los nes habían cambiado de domicilio o habían m u e r t o p o r otras cau-e l e m e n t o s esenciales d e la forma de algo. sas, el investigador acabó con u n a relación de más de doscientas Esta clase d e causa está relacionada c o n lo que Aristóteles de- personas en «remisión», pero que habían escapado a los filtros deln o m i n ó «intuición». Antes d e q u e p o d a m o s comenzar a investi- centro de registro de dalos simplemente p o r q u e n o se había esta-g a r algo c o m o el «éxito», la «alineación» o el «liderazgo», debe- ecido una categoría para ellas. Debido a que estas personas n or e m o s tener clara la idea de que ese fenómeno tal vez n o exista. tenían «causa formal», n o existían para el ordenador del centro.P o r e j e m p l o , identificar «líderes eficaces» q u e m o d e l a r implica Algo parecido s u c e d i ó con otro g r u p o d e investigadores, in-t e n e r la intuición d e q u e tales individuos son, en realidad, ejem- teresados en estudiar el fenómeno d e la remisión. Entrevistaronp l o s para lo q u e estamos b u s c a n d o . j ^ ° - c o s para averiguar n o m b r e s e historiales d e p e r s o n a s q u e e Buscar las causas formales d e u n problema o resultado, p o r j n remitido d e a l g u n a enfermedad terminal. Sin e m b a r g o , l e r aejemplo, implica e x a m i n a r n u e s t r a s definiciones, presuposicio- médicos insistían en que n o tenían pacientes así. Al princi-
  • 170 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 171pió, los investigadores se resignaron a creer q u e tal vez la remi- 3. «¿Qué consecuencias o resultados producirá ese valor?»sión fuera u n incidente de m u c h o m e n o r cuantía d e la q u e ellos «¿Adonde conduce?» ( C a u s a s finales.)creían, hasta q u e a u n o de ellos se le ocurrió p r e g u n t a r a los mé-dicos si tenían pacientes que h u b i e r a n e x p e r i m e n t a d o «recupe- 4. «¿De q u é m o d o , en concreto, sabes q u e determinado com-raciones notables» en vez de «remisiones», a lo q u e respondie- portamiento o experiencia encaja con u n criterio o valorron de i n m e d i a t o : «¡Oh, sí, t e n e m o s m u c h o s de ésos!» particular?» «¿Qué valores y experiencias específicos Las causas formales son en ocasiones las m á s difíciles de acompañan a ese criterio o valor?» (Causas constrictivas.)identificar, p o r q u e pasan a formar parte de las presuposiciones y Por ejemplo, u n a persona p u e d e definir el «éxito» c o m opremisas subconscientes desde las q u e o p e r a m o s , c o m o el agua «logro» y «autosatisfacción». La persona tal vez crea q u e el «éxi-en la q u e n a d a el pez. to» proviene de «dar lo mejor de s í » , y q u e c o n d u c e a la «segu- ridad» y al «reconocimiento p o r parte d e otros». La persona sa- brá que ha alcanzado el éxito c u a n d o «note cierta sensación» enEl p o d e r d e la p a l a b r a y la estructura de las creencias su «pecho y estómago».En resumen, las equivalencias complejas y las declaraciones de (Causas formales)causa-efecto constituyen los elementos básicos d e construcción Por e j e m p l o , « L o g r o » , «Autosatisfacción»de n u e s t r a s creencias y d e n u e s t r o s sistemas de creencias. Son labase a partir de la cual decidimos n u e s t r a s acciones. Afirmacio- Definiciónnes c o m o «si X = Y, haz Z» implican iniciar u n a acción causal, Qué es ¿Conbasada en la percepción d e u n a equivalencia. Es esta clase de es- qué mas setructuras la q u e , en última instancia, d e t e r m i n a de q u é modo relaciona? (Causas precipitantes)aplicamos d e forma concreta lo q u e sabemos. Valores (Causas finales) De acuerdo a los principios de El poder de la palabra, para que o«estructuras profundas» c o m o los valores (más abstractos y subje- criterios |Definidón^>tivos) lleguen a alcanzar el entorno tangible en forma de compor- Por e j e m p l o .tamientos concretos, deben estar vinculadas a través d e las creen- Éxito ¿Adonde conduce?cias a procesos y capacidades cognitivos específicos. En algún ¿Qué lo causa? Por ejemplo,nivel, debe ser atendida cada u n a de las causas aristotélicas. Por e j e m p l o , Evidencias «Seguridad» «Dar lo m e j o r d e s í » ¿Cómo sabes «Reconocimiento Así p u e s , las creencias s o n respuestas a preguntas como: que has p o r parte d e otros» llegado? 1. « ¿ C ó m o , e n concreto, defines la cualidad o la entidad Por e j e m p l o , que valoras?» «¿Con q u é otras cualidades, criterios y v a «Una sensación en el lores está relacionada esta cualidad o entidad?» (Causas c o r a z ó n y en el e s t ó m a g o » formales.) (Causas constrictivas) 2. «¿Qué es lo q u e causa o crea esta cualidad?» (Causas Las creencias conectan valores precipitantes.) a diversos aspectos de nuestra experiencia
  • E L PODER DE LA PALABRA Líi estructura básica de las creencias 173 Para que u n valor s e convierta en operativo, todo el sistema En el modelo de El poder de la palabra, una «declaración dede creencias debe ser especificado en un grado u otro. Por ejem- creencia» completa debe contener, c o m o m í n i m o , una afirma-p l o , para que un valor c o m o la «profesionalidad» se materialice ción de equivalencia completa o de causa-efecto. Por ejemplo,e n u n c o m p o r t a m i e n t o , es necesario construir creencias acerca una verbalización c o m o «No les importo a los demás» n o c o n s -de l o que es la profesionalidad (los «criterios» para la profesio- tituye una plena «declaración de creencia». Es una generaliza-n a l i d a d ) , de c ó m o sabes q u e está s i e n d o materializado (las ción relacionada c o n el valor de «importar», pero n o llega a re-«equivalencias de criterio»), qué l o causa y adonde conduce. En velar las creencias asociadas con ella. Para averiguar las creenciasla d e t e r m i n a c i ó n del m o d o e n que actuará la persona, estas relacionadas c o n esta generalización d e b e r e m o s preguntar:creencias s o n tan significativas c o m o el propio valor. «¿Cómo sabes que a los demás no les importas?», «¿Qué hace que Por e j e m p l o , d o s personas p u e d e n compartir el valor «segu- te ignoren?», «¿Cuáles son las consecuencias de que n o les im-ridad». Una de ellas, sin embargo, tal vez crea que la seguridad portes a l o s demás?», «¿Qué significa q u e n o l e s importes a losproviene de «ser más fuerte que tus enemigos», mientras que la demás?»otra p i e n s e q u e este valor e s consecuencia de «comprender y res- Tales creencias son a menudo desveladas por medio de ex-p o n d e r a las i n t e n c i o n e s positivas de quienes n o s amenazan». presiones «conectivas», c o m o «porque», «siempre q u e » , «si»,A m b a s personas buscarán la seguridad por caminos m u y distin- «después de que», «por consiguiente», etc. Por ejemplo: « N o lest o s . I n c l u s o e s probable q u e s u s planteamientos parezcan contra- importo a los demás porque...», « N o les importo a los d e m á sdictorios. La primera buscará la seguridad por m e d i o de la acu- si...», «No les importo a los demás, por consiguiente...»m u l a c i ó n de poder, tratando de tener un «palo más grande» que Una vez más y desde la perspectiva de la Programación N e u -el d e q u i e n e s percibe c o m o s u s e n e m i g o s . La otra, e n cambio, tra- rolingüística, la cuestión n o es tanto que u n o haya dado o n o c o ntará de satisfacer el m i s m o valor a través de la comunicación, de la creencia de causa-efecto «correcta», c o m o qué clase de resul-la recopilación de información y de la búsqueda de opciones. tados prácticos es u n o capaz de alcanzar actuando « c o m o si» esa Está claro q u e las creencias del individuo e n relación con sus equivalencia o esa relación causal existieran realmente.valores fundamentales determinarán su «mapa mental» con res-p e c t o a e s o s valores y, por consiguiente, c o n el m o d o e n que esap e r s o n a tratará de manifestarlos. Para poder enseñar o establecer Auditoría de valoresv a l o r e s a d e c u a d a m e n t e , para que las personas actúen dentro deu n sistema de forma coherente con los valores fundamentales El propósito de nuestras creencias consiste e n guiarnos e n áreasd e é s t e , deberán compartir en cierta medida determinadas creen- en las que n o c o n o c e m o s la realidad. Ésta es la razón por la cualcias y valores. las creencias ejercen una influencia tan profunda en nuestras Los patrones de Eí poder de la palabra pueden ser considera- Percepciones y en nuestras visiones de futuro. Para alcanzar re- d o s c o m o operaciones verbales que cambian o reencuadran los di- sultados y manifestar nuestros valores, d e b e m o s creer que algo versos elementos y vínculos que c o n s t r i ñ e n las equivalencias Puede suceder, aunque n o estemos seguros de ello. complejas y las causas-efectos, que dan forma a las creencias y a I a5 La Auditoría de valores es una herramienta que aplica co- declaraciones de creencias. Todos los patrones de El poder de I V a a c j lingüísticos para ayudar a definir y establecer creencias a v V o s labra giran en torno a una utilización del lenguaje encaminada^ ^ l i o n a d a s con el establecimiento y la manifestación de V a c r e a c relacionar y vincular diversos aspectos de nuestra experiencia y liza ^ ^ * 0 l e s . El proceso de «auditoría» de valores uti- U n c a m e n t a nuestros mapas del m u n d o c o n los valores fundamentales. sugerencias verbales y palabras clave para garantizar que se
  • 174 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creenciashaya explorado p o r c o m p l e t o el sistema sustentador de las Lingüísticamente h a b l a n d o , los distintos tipos de causascreencias necesarias para p o n e r los valores en acción. aristotélicas están reflejados en algunas expresiones clave c o n o - C o n s t r u i m o s y reforzamos nuestras creencias y nuestros va- cidas c o m o «conectivos», es decir, palabras o frases que u n e nlores b a s á n d o n o s en m a p a s cognitivos, experiencias referentes, una idea con otra, tales c o m o :apoyo relacional y d e m á s herramientas disponibles. Todo elloconstituye las «razones» por las q u e creemos de entrada en algo. porque antes de después deTanto para reforzar n u e s t r a s propias creencias con respecto a mientras siempre que de modo quen u e s t r o s valores y objetivos, c o m o para influir sobre las creen- en el sí a pesar decias d e otras p e r s o n a s , necesitaremos identificar esas «buenas lo mismo que por consiguienterazones» para creer en esos valores y objetivos. C u a n t a s más ra-zones tengamos para creer en algo, m á s probable será que crea- Conectivosm o s en ello. Esto implica descubrir y facilitar las respuestas a va-rias preguntas i m p o r t a n t e s sobre el « c ó m o » : A través d e esta clase de palabras «conectivas», relaciona- mos unas ideas con otras, así c o m o valores con experiencias. Por a) ¿Es eso deseable? ¿Por q u é es deseable? ejemplo, si tuviésemos que formular u n a declaración de valor como «aprender es i m p o r t a n t e » , d e b e r í a m o s ir más allá y averi- b ) ¿Es posible conseguirlo? ¿Por q u é es posible? guar alguna «causa» q u e nos Heve a esa conclusión. Podríamos c) ¿Cuál es el c a m i n o que debe seguirse para conseguirlo? decir, por ejemplo: «Aprender es i m p o r t a n t e p o r q u e te ayuda a ¿Por qué es ése el c a m i n o adecuado? crecer y a sobrevivir». En este caso, s e h a establecido u n v í n c u l o importante entre u n a consecuencia (o «causa final») relacionada d ) ¿Soy ( s o m o s ) capaz (capaces) de completar ese camino? con el aprendizaje. ¿Por qué soy (somos) capaz (capaces) de completarlo? Es posible utilizar distintas palabras conectivas para explorar e) ¿Merezco (merecemos) completar ese c a m i n o y conse- o «auditar» las distintas «causas» relacionadas c o n d e t e r m i n a d o guir lo q u e d e s e o (deseamos)? ¿Por que lo merezco (me- valor o criterio. Un m é t o d o sencillo consiste en elegir cualquier recemos)? valor y recorrer sistemáticamente con él todos los conectivos, con el fin de descubrir cualquier otra asociación o presuposición de apoyo. Según Aristóteles, r e s p o n d e r a esta clase d e preguntas impli- Por ejemplo, si u n a persona quisiera reforzar su creencia yca descubrir las «causas» subyacentes relacionadas con diversas su compromiso con el valor «salud», el proceso comenzaría concuestiones. En otras palabras, se trata d e descubrir: la afirmación de ese valor: «La salud es i m p o r t a n t e y deseable». Manteniendo constante esa afirmación, la persona pasaría en- a) Qué causa q u e sea deseable. °nces por cada u n o d e los conectivos p a r a explorar d e este b) Qué causa q u e sea posible. modo todas las r a z o n e s d e apoyo. c) Qué causa q u e ese c a m i n o sea el a d e c u a d o . En este caso sería i m p o r t a n t e c o m e n z a r cada nueva frase su- d) Qué m e ( n o s ) hace capaz (capaces). gerida por el conectivo con el p r o n o m b r e «Yo», lo cual contri- e) Qué m e (nos) hace merecedor (merecedores). 3 a garantizar q u e esa p e r s o n a p e r m a n e z c a asociada c o n la " encia, así c o m o a evitar que se limite a formular «raciona- r
  • 176 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 177lizaciones». Así pues, las series d e nuevas afirmaciones podrían La salud es i m p o r t a n t e y deseable, aunque yo tengo otros o b -ser creadas c o m o sigue: jetivos y otras responsabilidades que atender. La salud es i m p o r t a n t e y deseable, del mismo modo que yoLa salud es i m p o r t a n t e y deseable, necesito las bases y los recursos necesarios para alcanzarporque yo mis s u e ñ o s .La salud es i m p o r t a n t e y deseable, Tras haber c o m p l e t a d o las nuevas afirmaciones, resulta inte-por consiguiente, yo resante leer cada u n a d e ellas s u p r i m i e n d o las palabras de suge- rencia, a excepción de « a u n q u e » . (Es i m p o r t a n t e prestar aten-La salud es i m p o r t a n t e y deseable, ción a ese «aunque» o a cualquier otra respuesta q u e parezcasiempre que yo negativa.) Las series d e respuestas formarán entonces u n a afir- mación completa, s o r p r e n d e n t e m e n t e coherente y valiosa, de lasLa salud es i m p o r t a n t e y deseable, razones para c o m p r o m e t e r s e con el valor fundamental seleccio-de modo que y o _ nado:La salud es i m p o r t a n t e y deseable, La salud es importante y deseable. Necesito fuerza y ener-si y o gía para crear y sobrevivir. Comenzaré a dar los pasos ade- cuados para cuidar de ella. Quiero estar preparado para elLa salud es i m p o r t a n t e y deseable, futuro. Puedo disfrutar de mí mismo y ser un buen modelo* aunque yo para los demás. Quiero ser feliz y productivo. Aunque ten- go otros objetivos y otras responsabilidades que atender,La salud es i m p o r t a n t e y deseable, necesito las bases y los recursos necesarios para alcanzardel mismo modo que y o mis sueños. Veamos u n ejemplo d e c ó m o podría alguien completar estas Como p u e d e s comprobar, se crea u n conjunto coherente defrases: ideas y afirmaciones que ayuda a la persona a reforzar su com- promiso y su creencia con el valor d e la salud. El párrafo anterior La salud es i m p o r t a n t e y deseable porque yo necesito fuerza define elementos d e u n c a m i n o q u e expresa el valor, proporcio- y energía p a r a crear y sobrevivir. na motivación e incluso maneja posibles objeciones. Debido a La salud es i m p o r t a n t e y deseable, por consiguiente, yo voy a que el conjunto de afirmaciones identifica múltiples razones (o dar los pasos a d e c u a d o s para cuidar de ella. causas) y las expresa en palabras, se convierte en u n a fuente p o - La salud es i m p o r t a n t e y deseable, siempre que yo quiera es- derosa de afirmaciones positivas. Proporciona u n a explicación tar preparado para el futuro. general que justifica el c o m p r o m i s o con el valor, al m i s m o tiem- La salud es importante y deseable, de modo que yo pueda dis- po que ofrece u n a rica fuente d e ideas para tratar c o n las d u d a s . frutar d e mí m i s m o y ser u n b u e n ejemplo para los demás. Prueba este proceso con alguno d e tus valores c o m p l e t a n d o La salud es i m p o r t a n t e y deseable, si yo quiero ser feliz y °s pasos siguientes y remitiéndote a la Hoja d e auditoría d e va- lores. productivo.
  • 178 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 179 1. Identifica u n valor fundamental que sea i m p o r t a n t e para C u a n d o hayas c o m p l e t a d o todas las afirmaciones, lee cada ti establecer o reforzar. Escribe el valor en el espacio re- una de ellas s u p r i m i e n d o las palabras d e sugerencia (a excepción s e r v a d o al efecto c o m p l e t a n d o así la declaración d e valor. de la palabra « a u n q u e » , que conviene retener para q u e esa res- puesta concreta n o q u e d e formulada en negativo) y c o m e n z a n d o 2. En cada palabra «sugerente», lee primero tu declaración con la palabra «Yo». d e valor, añade luego la palabra y completa la frase con lo primero que acuda «espontáneamente» a tu pensa- miento. Auditoría de creencias 3. C u a n d o hayas t e r m i n a d o , lee tus respuestas j u n t a s y ob- serva q u é es lo q u e ha c a m b i a d o y ha q u e d a d o reforzado. El proceso de «auditoria» m e d i a n t e conectivos lingüísticos p u e - de ser asimismo aplicado al refuerzo d e creencias estableciendo «creencias sobre creencias», las cuales servirán c o m o justifica-Hoja de auditoría de valores ciones adicionales y apoyo para m a n t e n e r la confianza en deter- minada creencia.Valor: es i m p o r t a n t e y deseable. Como ejemplo, s u p o n g a m o s que u n a persona duda acerca¿Cudl es el valor que es importante para ti establecer o reforzar? de si se merece ser saludable y atractiva. Aplicar el proceso d e Auditoría d e creencias implicaría repetir esta creencia, añadien-porque yo do diferentes conectivos al final de cada afirmación. Llenar los¿Por qué es deseable y apropiado tener esto como valor? huecos creados c o n la adición d e conectivos sirve para establecer vínculos entre esa creencia y otras creencias y expectativas, asípor consiguiente, yo . como para «reencuadrar» posibles interferencias.¿Cudl es la consecuencia conductual de tener este valor? Pruébalo tú m i s m o utilizando el procedimiento siguiente.siempre que yo —___ — Procedimiento de «Auditoría de creencias»¿Cuál es la situación o condición clave para tener este valor? 1. Identifica u n a creencia q u e necesites p a r a lograr u n o b -de modo que yo jetivo d e s e a d o , pero sobre la q u e tengas d u d a s (refiérete¿Cuál es el propósito positivo de este valor? a la Hoja d e evaluación de creencias del Capítulo 5). Es- cribe la creencia en el espacio reservado al efecto másaunque yo — ~ abajo.¿Qué alternativas o restricciones existen en relación con este valor. 2. En cada palabra «sugerente», repite primero la frase que expresa la creencia, añade luego la palabra y completa lasi yo __ frase c o n lo p r i m e r o q u e a c u d a «espontáneamente» a t u¿Qué limitaciones o resultados se relacionan con este valor? pensamiento.del mismo modo que yo 3- C u a n d o hayas t e r m i n a d o , lee tus respuestas j u n t a s y o b -¿Qué otro valor parecido ya tienes? serva qué es lo que ha cambiado y ha q u e d a d o reforzado.
  • 180 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 181Creencia:. Tampoco pasa nada si dejas alguna respuesta en blanco. No obs- tante, descubrirás que las respuestas que parecen más difícilesporque yo/tú - - - - — suelen c o n d u c i r a algunos de los resultados más s o r p r e n d e n t e s y¿Porquées (soy/eres) deseable/posible/apropiado (capaz/merecedor penetrantes.de/responsable de) tener esto como valor? Auditar una creencia desde una perspectiva diferentepor consiguiente, yo/tú¿Cuál es el efecto o la exigencia de esta creencia? En ocasiones resulta difícil o infructuoso auditar una creencia desde nuestra propia perspectiva. De h e c h o , surgen a m e n u d odespués que yo/tú dudas p o r q u e nos q u e d a m o s atascados en nuestro p u n t o de vis-¿Qué tiene que suceder para apoyar esta creencia? ta y no percibimos n i n g u n a opción. Otra forma de utilizar el proceso d e Auditoría de creenciasmientras que yo/tú. consiste en hacerlo desde el p u n t o d e vista d e otra persona o¿Qué mas sucede al mismo tiempo que esta creencia? «mentor». C o n ello p o d e m o s abrir u n n u e v o «espacio percepti- vo» que nos ayudará a eliminar obstáculos inconscientes a n u e s -siempre que yol tú . — ua creatividad. También p u e d e a y u d a r n o s a descubrir presuposi-¡Cuál es la condición clave en relación con esta creencia? ciones subconscientes o innecesarias. Esta modalidad d e Auditoria d e creencias p u e d e hacersede modo que yol tú identificando u n a persona, real o hipotética, que tenga plena¿Cuál es la intención de esta creencia? confianza en la creencia d e la q u e d u d a m o s . Entonces u n o mis- mo, o un c o m p a ñ e r o , p u e d e ponerse en la piel de esa otra p e r s o -si yo/tú. na e «interpretar su papel» r e s p o n d i e n d o a cada una d e las pala-¿Qué limitaciones o resultados se relacionan con esta creencia? bras sugerentes. Para facilitar la interpretación del rol, hay q u e substituir «Yo» p o r «Tú» al r e s p o n d e r a las sugerencias.*aunque yo/tú Para c o m p r o b a r la influencia de esta otra perspectiva sobre¿Qué alternativas o restricciones existen en relación con esta creen- tu propio nivel d e confianza, p u e d e s repetir luego las respuestascia? generadas p o r el otro p u n t o d e vista s u b s t i t u y e n d o «Tú» p o r «Yo». A m e n u d o ayuda que otra persona te lea primero las res-del mismo modo que yo/tú puestas, de m o d o q u e p u e d a s hacerte u n a idea d e la afirmación¿Qué otra creencia parecida ya tienes? desde ambos p u n t o s de vista. Por ejemplo, si la declaración generada desde la otra pers- A m e d i d a q u e a v a n c e s e n este p r o c e s o c o n alguna d e tus pectiva es: «Tú te mereces estar sano y ser atractivo p o r q u e túcreencias, te darás cuenta d e q u e algunas de las palabras suge- eres un producto precioso de la Naturaleza», repetirás la mismarentes son m á s fáciles de responder que otras. También es posi- frase en primera persona, es decir: «Yo merezco estar sano y serble que te resulte más fácil o más apropiado responder en otro atractivo p o r q u e yo soy u n p r o d u c t o precioso de la Naturaleza».orden distinto del propuesto. Por s u p u e s t o , p u e d e s hacerlo enel orden q u e a ti o al g r u p o o s resulte m á s natural y cómodo.
  • 182 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 183Utilizar contraejemplos para reevaluar las creencias creencias y las críticas se t o m a n limitadoras c u a n d o se formulanlimitadoras en términos de «universalidad», caracterizadas por expresiones como «todos», «cada», «nunca», «ninguno», «nadie», etc. No esLas auditorías d e valores y de creencias aplican principios de lo mismo decir que «No tengo éxito p o r q u e me falta la experien-Programación Neurolingüística y de El poder de la palabra para cia necesaria», a decir que «Nunca tendré éxito p o r q u e me falta laa y u d a r n o s a estar más abiertos a creer en n u e s t r o s objetivos, en experiencia necesaria». De forma parecida, las implicaciones y lasn u e s t r o s valores, en nuestras capacidades y en nosotros mismos. expectativas relacionadas con «Estoy enfermo porque tengo cán-Se trata d e procesos simples, pero p o d e r o s o s , que nos ayudan a cer» n o son las mismas q u e las q u e asociaríamos con «Siempreestablecer nuevas y consistentes creencias. estaré enfermo p o r q u e tengo cáncer». Las creencias formuladas Sin embargo, hay m o m e n t o s en los que tal vez nos enfrente- en términos universales tienen a m e n u d o u n mayor impacto so-m o s a interferencias procedentes d e creencias limitadoras. En s e - bre nuestras expectativas y nuestra motivación.mejantes situaciones, también es importante disponer d e herra- Por s u p u e s t o , para u n a afirmación que fuera realmente uni-mientas que nos ayuden a estar más abiertos a dudar de esos juicios versal seria necesario que no p u d i é r a m o s encontrar contraejem-y generalizaciones que nos limitan. Procesos como la búsqueda de plos para ella. Con relación a El poder de la palabra, establecer u nla intención, fragmentar hacia abajo, fragmentar hacia arriba o contraejemplo implica dar con u n ejemplo que n o encaje con lasidentificar criterios de nivel superior nos ofrecen diversos méto- declaraciones d e causa-efecto o de equivalencia compleja quedos para suavizar y reencuadrar las creencias limitadoras. Otro pa- construyen la creencia o el sistema de creencias y que modifiquetrón m u y poderoso, que trabaja con la estructura de las creencias, y enriquezca nuestra percepción d e la generalización o del juicioconsiste en descubrir «contraejemplos» p a r a las creencias. que se expresa. Así, si alguien n o s dice: «Todos los empleados U n contraejemplo es u n ejemplo, u n a experiencia o un frag- desconfían d e s u s jefes», buscaremos ejemplos de empleados quem e n t o d e información que n o encaja en determinada generaliza- confíen en s u s jefes. Quizá también descubramos que hay jefes d eción sobre el m u n d o . Los contraejemplos son, básicamente, e x J quienes desconfían otras personas distintas a s u s empleados.cepciones a la regla. Por ejemplo, u n a persona p u e d e decir: Descubrir un contraejemplo n o significa que la afirmación de«Todos los masai son ladrones de ganado» y expresar una gene- creencia sea «errónea». Por lo general quiere decir que el sistemaralización acerca de u n g r u p o de personas. Para cuestionar esta 0 el fenómeno que es explorado o estudiado es más complejo derepresentación, p o d r í a m o s buscar ejemplos q u e n o encajaran en lo que se había percibido o que s u s elementos más fundamentalesella, tal vez alguna ocasión en q u e u n masai le hubiera devuelto no han sido a ú n descubiertos, lo cual abre el potencial para otrasa alguien u n a res extraviada. perspectivas y posibilidades. Descubrir contraejemplos constituye u n m o d o sencillo, C o m o ya ha q u e d a d o d i c h o , la estructura d e las declaracio-pero p o d e r o s o , d e evaluar y cuestionar creencias potencialmente nes de creencias adopta p o r lo general alguna d e las siguienteslimitadoras, así c o m o de profundizar en la comprensión de las formas:d e m á s creencias. Los contraejemplos n o necesariamente desacreditan una afir- A significa B (equivalencia compleja): Por ejemplo: Fruncirmación de creencia, pero cuestionan su «universalidad» y con el entrecejo significa que no estás contento.frecuencia la sitúan en u n a perspectiva m á s amplia. ( P o r ejemplo, 1 oen el Capítulo 4 utilizamos contraejemplos para identificar jerar- C causa D (causa-efecto): Por ejemplo: Los alérgenos causanquías de criterios.) C o m o ya he m e n c i o n a d o con anterioridad, las alergias.
  • 184 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 185 Para buscar c o n t r a e j e m p l o s , p r e g u n t a r í a m o s primero: Algunos marcos verbales para desvelar afirmaciones de creencias limitadoras ¿Ocurre alguna vez A sin B? Por ejemplo: ¿Frunce alguna vez el entrecejo alguien cuan- para practicar la b ú s q u e d a d e contraejemplos para las creencias do está contento? limitadoras necesitarás d i s p o n e r de a l g u n o s ejemplos d e éstas. o Para generar afirmaciones de creencias limitadoras, utilizaremos ¿Hay algún m o m e n t o en que C esté presente, pero no cause D? sugerencias verbales parecidas a las aplicadas en las auditorías de Por ejemplo: ¿Puede estar la gente junto a un alérgeno y no valores y de creencias. sufrir alergia? Como sucede c o n cualquier creencia y con su correspon- diente verbalización, las creencias limitadoras a d o p t a n p o r lo ge- También es posible invertir o «convertir» los términos, pre- neral la forma d e declaraciones de «causa-efecto» o d e «equiva- guntando: lencia compleja». Es decir, que creemos q u e u n a cosa es resultado o consecuencia d e otra, o que algo es evidencia o significado d e algo ¿Ocurre alguna vez B sin A? más. Las siguientes sugerencias utilizan estas formas verbales Por ejemplo: ¿Puede alguien estar enfadado, aunque no como medio para explorar y desvelar g r u p o s de creencias limita- doras relacionadas c o n el sentido de desesperanza, impotencia, o frunza el entrecejo? ausencia de mérito. C o m p l e t a n d o los espacios en blanco en rela- o ción con determinada situación o área d e tu vida, en las q u e te ¿Existe algún D que n o esté causado por E? sientas atascado o en u n «callejón sin salida», p o d r á s descubrir Por ejemplo: ¿Puede alguien tener una reacción alérgica, importantes creencias limitadoras, c o n las que p o d r á s luego tratar aunque no esté presente ningún alérgeno? con la ayuda de los distintos patrones de E¡ poder de la palabra que hemos estado estudiando a lo largo de este libro. Descubrir contraejemplos c o n d u c e a m e n u d o a u n a com-prensión más profunda del fenómeno que estamos considerandoy n o s ayuda a enriquecer n u e s t r o «mapa» del territorio. A me- Si consigo lo que quiero, entoncesn u d o hay cierta validez superficial en algunas generalizaciones ¿Qué podría salir mal, o qué podrías perder, si lograras lo que de-( c o m o en el caso d e la relación entre fruncir el entrecejo y el en- seas?fado o entre la alergia y el alérgeno), pero los procesos a los quese refieren son, en realidad, m u c h o más complejos. Conseguir lo que quiero significaría N o olvides q u e , p u e s t o q u e las creencias están ligadas al ni- ¿Qué significado negativo tendría, para ti o para otros, lograr lo quevel neurológico profundo, cualquier cambio en ellas por medio deseas?del hallazgo de u n contraejemplo podrá a m e n u d o producir efec-t o s i n m e d i a t o s y espectaculares. E n c o n t r a r contraejemplos cons- ~ hace q u e las cosas sigan c o m o están.tituye, p o r ejemplo, el núcleo de la Técnica para la alergia de la ¿Qué es lo que impide que las cosas cambien?PNL, la cual implica e n c o n t r a r algo tan parecido c o m o sea posi-ble al alérgeno, pero q u e n o p r o d u z c a la reacción alérgica. Conseguir lo q u e quiero hará que ¿Qué problemas podrían surgir si lograras lo que deseas?
  • 186 E l . PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 187La situación n u n c a cambiará p o r q u e Por ejemplo: (A) No soy capaz de aprender porque (B) no soy¿Qué impedimentos u obstáculos hacen que las cosas sigan como es- una persona orientada a la técnica.tán? Descubrir contraejemplos implicaría 1) buscar caso de AN o p u e d o conseguir l o q u e deseo p o r q u e __ pero n o de B, p o r ejemplo, casos en los que personas sin forma- ción técnica hayan a p r e n d i d o a utilizar u n ordenador.¿Qué es lo que te impide lograr lo que deseas? También p u e d e s identificar contraejemplos 2) b u s c a n d o ca- sos de B p e r o n o d e A, p o r ejemplo, situaciones en las q u e per-No m e es posible conseguir lo que deseo p o r q u e sonas con alguna formación técnica n o hayan logrado a p r e n d e r a utilizar u n ordenador.¿Qué es lo que hace que lograr lo que deseas te resulte imposible? He aquí u n par d e ejemplos más:N o soy capaz d e conseguir lo que deseo p o r q u e Nunca triunfaré académicamente porque tengo dificultades para aprender.¿Qué deficiencia personal te impide lograr lo que deseas? 1. ¿Existen ejemplos de personas que n o triunfaran acadé-Las cosas n u n c a mejorarán p o r q u e micamente, a pesar d e n o tener n i n g u n a dificultad para¿Qué es lo que siempre te impedirá triunfar realmente? aprender? ( p o r ejemplo, p e r s o n a s que n o sacaran prove-Siempre tendré este problema p o r q u e cho d e las o p o r t u n i d a d e s q u e se les ofrecían).¿Qué es lo que te impide lograr lo que deseas y que nunca podrá ser 2. ¿Existen ejemplos de personas c o n dificultades paracambiado? aprender ( c o m o Albert Einstein) q u e , a pesar d e ello, triunfaran académicamente?Querer ser diferente está mal p o r q u e¿Qué es lo que hace que querer cambiar sea malo o inapropiado? No me merezco conseguir lo que quiero porque no me he esfor- zado lo suficiente.No me merezco lo q u e deseo p o r q u e •¿Qué es lo que has hecho, o no has hecho, para que no seas merece- 1. ¿Se te o c u r r e algún ejemplo d e personas que n o se me-dor de conseguir lo que deseas? rezcan lograr lo que desean, a pesar de haber realizado m u c h o s esfuerzos para conseguirlo? (Por ejemplo, ladro- nes o asesinos que p o n e n m u c h o e m p e ñ o en preparar yGenerar contraejemplos realizar s u s crímenes.) 2. ¿Se te o c u r r e algún individuo que n o haya h e c h o n i n g ú nElige u n a creencia (equivalencia compleja o causa-efecto) con b esfuerzo ( c o m o u n bebé recién nacido) y q u e , a pesar d eque trabajar y escríbela en los espacios en blanco. ello, merezca lograr lo q u e desea?(A). p o r q u e (B). Puedes buscar contra ejemplos tanto entre las experiencias x propia vida c o m o en los logros y éxitos d e otros. Las accio-
  • 188 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 189nes y los logros de otras personas suelen convencernos de que |je». En este caso, el contraejemplo se establece «fragmentandoalgo es posible o deseable. Los contraejemplos extraídos de hacia arriba», a m p l i a n d o el marco y s e ñ a l a n d o los éxitos d en u e s t r a s propias experiencias nos convencen de que tenemos las otros. Eso servirá para construir la confianza del chico, o su «ex-capacidades para lograr lo que deseamos y de q u e n o s lo mere- pectativa d e r e s u l t a d o » , e n q u e , a u n q u e al principio te caigascemos. muchas veces, a p r e n d e r a m o n t a r en bici es posible. Ello lo ayu- G e n e r a l m e n t e , e n c o n t r a r a u n q u e sea u n a sola persona que dará a d u d a r de que caer signifique que u n o n o aprenderá.haya logrado realizar algo que se consideraba imposible, cons- Ambos contraejemplos a y u d a n a reubicar la generalizacióntruye n u e s t r o s e n t i m i e n t o de esperanza y d e «expectativa de re- limitadora — « N u n c a aprenderé a m o n t a r en esta bicicleta. Siem-s u l t a d o » , reforzando nuestra confianza en que eso q u e deseamos pre me caigo»— en u n marco de realimentación en lugar d e u nes posible. E n c o n t r a r ejemplos en nuestra propia vida va u n paso marco de fracaso.más allá, puesto que intensifica nuestra confianza, n o sólo enque eso es posible, sino también en q u e ya s o m o s capaces encierta medida de lograrlo, es decir, fortalece nuestra expectativade autoeficacia. Una vez e n c o n t r a d o u n contraejemplo p o d e r o s o , puede serpresentado ante la p e r s o n a que se debate con la creencia limita-dora. Recuerda que el propósito d e descubrir contraejemplos, asíc o m o de Eí poder de la palabra en general, n o consiste en atacaro humillar a alguien p o r tener u n a creencia limitadora, sino ayu-darlo a e n s a n c h a r y enriquecer su mapa del m u n d o , así como acambiar u n marco-problema o u n marco-fracaso p o r u n marco-objetivo o u n marco-realimentación. Por ejemplo, si u n niño dice: « N u n c a aprenderé a montar enesta bicicleta. Me caigo siempre», s u s padres p u e d e n responder-le: «Has a g u a n t a d o el equilibrio casi tres metros ahora mismo,así que n o siempre te caes. Si sigues practicando, verás que cadavez te aguantas m á s tiempo». Este contraejemplo procede de«fragmentar hacia abajo» la experiencia del chaval, así comod e reducir el t a m a ñ o del marco para concentrarlo en los mo-m e n t o s d e éxito. Puesto q u e está extraído d e la propia experien-cia del n i ñ o , lo más probable es que le ayude a reforzar su creen-cia en el desarrollo d e sus propias capacidades. Eso lo ayudara aabrirse a la creencia d e que realmente p u e d e a p r e n d e r a mante-n e r el equilibrio. Los padres también p o d r í a n decir: «¿Recuerdas que tu her-m a n a se caía siempre c u a n d o aprendía a m o n t a r en bicicleta-Ahora m o n t a perfectamente. Caerse es sólo parte del aprendiz 3
  • El proceso natural de cambio de creenciasEl propósito de la totalidad d e los patrones de El poder de la pala-bra que h e m o s visto hasta aquí es a y u d a r n o s a estar más abiertosa nuestros objetivos, a nuestros valores, a nuestras capacidades ya nosotros mismos. También p u e d e n a y u d a r n o s a «reencuadrar»generalizaciones negativas, estimulándonos a estar más abiertos adudar de las evaluaciones y los juicios que nos limitan. Los pa-trones de El poder de la palabra son estructuras verbales, simplespero eficaces, q u e contribuyen al establecimiento de creenciasnuevas y potenciadoras, así c o m o al cambio de creencias limita-doras. Constituyen, en s u m a , herramientas poderosas para elcambio de creencias a través de la conversación. A m e n u d o las personas piensan q u e los procesos de cambiode creencias tienen q u e ser difíciles y requieren esfuerzo, asícomo que forzosamente tienen que ir a c o m p a ñ a d o s d e luchas yconflictos. Sin embargo, lo cierto es q u e , a lo largo d e nuestravida, todos descartamos d e m a n e r a automática cientos, miles, decreencias. Tal vez la dificultad surge c u a n d o tratamos de hacerlode manera consciente, c u a n d o lo h a c e m o s de u n m o d o q u e n orespeta el ciclo natural de c a m b i o de creencias. Tratamos d e cam-biarlas «reprimiéndolas», desaprobándolas o atacándolas. Sin em-bargo, suele ser m u y fácil cambiar d e creencias si respetamos yacompañamos este proceso natural. He dedicado m u c h o t i e m p o a estudiar y m o d e l a r el proceso e m b i o natural de creencias. A lo largo de los últimos veinte c aarios he trabajado con m u c h a s p e r s o n a s , tanto individual c o m o ectivamente en seminarios, y h e sido testigo de las conse-
  • 194 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 195cuencias, a veces milagrosas, que resultan c u a n d o las personas Eí ciclo de cambio de creenciaslogran liberarse d e viejas creencias limitadoras y las c a m b i a n porotras nuevas y potenciadoras. Esta transición p u e d e ser a menu- El ciclo natural de cambio de creencias p u e d e compararse con eldo tanto rápida c o m o suave. cambio de estaciones. U n a nueva creencia es c o m o la semilla que He visto también a m i s d o s hijos (de diez y o c h o a ñ o s de plantamos en primavera. Crece d u r a n t e el verano y c u a n d o ma-edad al escribir estas líneas) cambiar m u c h a s , m u c h a s creencias dura se hace fuerte y echa raíces. Durante su proceso de creci-limitadoras a lo largo de s u s cortas vidas y establecer en su lugar miento, la semilla debe a veces c o m p e t i r p o r la supervivenciaotras m u c h o más enriquecedoras. Quizá m á s i m p o r t a n t e a ú n , lo con otras plantas o c o n la maleza q u e crece en el m i s m o huerto.hicieron sin necesidad de psicoterapia o medicación (si bien es Para salir adelante, la nueva semilla necesitará la ayuda del agri-cierto que algo d e tutoría y de Eí poder de la palabra resultó de cultor, que la fertilizará y la protegerá de la maleza.a y u d a ) . Estas creencias limitadoras abarcaron diversos temas y C o m o las cosechas e n o t o ñ o , las creencias sirven su p r o p ó -actividades, c o m o : sito, comienzan a pasarse y se marchitan. Sin embargo, los «fru- tos» de la creencia (las intenciones y los propósitos positivos que N u n c a a p r e n d e r é a m o n t a r en bici. hay tras ella) son preservados o «recolectados» y separados de No soy b u e n o en matemáticas. las parles q u e ya n o resultan imprescindibles. Finalmente, en in- N o soportaré este dolor. vierno las partes de la creencia que ya n o se necesitan s o n aban- Me cuesta d e m a s i a d o a p r e n d e r a esquiar. donadas a la descomposición, p e r m i t i e n d o así q u e el ciclo vuel- Aprender a tocar el piano (o esta canción) es difícil y abu- va a comenzar. rrido. A m e d i d a q u e nos p r e p a r a m o s para las dislintas etapas d e N o soy u n b u e n j u g a d o r d e béisbol. nuestra vida o d e n u e s t r a carrera, v a m o s r e p i t i e n d o el m i s m o No logro aprender a batear yo solo. ciclo m u c h a s veces: a) c o m e n z a m o s «queriendo creer» q u e se- remos capaces d e m a n e j a r cada n u e v o reto c o n r e c u r s o s y c o n E n algún m o m e n t o d e s u vida, m i s hijos h a n expresado afir- éxito. Al entrar en esta etapa d e la vida y a p r e n d e r las leccionesmaciones c o m o éstas. El grado en que creían s u s propias pala- que precisamos para ese m a n e j o , b) nos «abrimos a creer» q u ebras amenazaba su motivación para seguir a p r e n d i e n d o . Cuando podemos, r e a l m e n t e , tener las c a p a c i d a d e s necesarias para lo-tales creencias llegan a d e t e r m i n a d o e x t r e m o , la persona aban- grar los r e c u r s o s y el éxito. C u a n d o n u e s t r a s capacidades sed o n a , e incluso p u e d e ocurrir que deje de disfrutar c o n estas ac- confirman, c) c o n f i a m o s en n u e s t r a «creencia» d e alcanzar lostividades o que deje de intentar realizarlas para el resto de su recursos y el éxito, así c o m o de q u e e s t a m o s h a c i e n d o lo q u evida. nos conviene. El proceso a través del cual mis hijos cambiaron sus creen- A veces s u c e d e q u e u n a n u e v a convicción e n t r a e n conflictocias ocurrió según u n ciclo natural, en el que se fueron sintiendo con creencias que interfieren y contradicen la nueva generaliza-cada vez más abiertos a dudar d e sus creencias limitadoras, y cada ción o el nuevo juicio que estamos tratando d e establecer. A m e -vez más abiertos a creer q u e podían lograr sus objetivos. Todo nudo, estas creencias o interferencias son generalizaciones q u eello m e ha m o v i d o a formular lo que he d e n o m i n a d o Ciclo de snvieron para a p o y a r n o s o p r o t e g e r n o s en algún m o m e n t o del cambio de creencias (ver Estrategias del Genio, v o l u m e n III. pasado, al establecer límites y prioridades percibidas c o m o nece- 1995). Para la seguridad o la supervivencia en aquel m o m e n t o d e S a r i a s nuestra vida. A medida que n o s percatamos d e que n o s adentra-
  • 196 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 197m o s en u n a nueva etapa de nuestra vida o de nuestra actividad 2. Abiertos a creerc o m e n z a m o s a d) estar más «abiertos a dudar» d e que las limita-ciones y las decisiones asociadas a aquella etapa anterior sigan «Abrirse a creer» constituye u n a experiencia e s t i m u l a n t e y ge-siendo realmente lo que más importa, lo prioritario, lo más neradora q u e viene a c o m p a ñ a d a a m e n u d o p o r u n a s e n s a c i ó n«cierto». de libertad y exploración. C u a n d o estamos «abiertos a creer» C u a n d o p o r fin logramos pasar a la siguiente etapa d e nues- todavía n o e s t a m o s c o n v e n c i d o s de q u e la nueva creencia seatra vida o de nuestra profesión, p o d e m o s echar la vista atrás y completamente válida, sino q u e r e c o p i l a m o s y s o p e s a m o s p r u e -c o m p r o b a r que aquello que para nosotros fue i m p o r t a n t e y ver- bas que la validen. Estar abierto a creer implica estar p l e n a m e n -d a d e r o ya n o lo es. R e c o n o c e m o s q u e e) «solíamos creer» que te inmersos e n el marco resultado, en el m a r c o realimentación yé r a m o s de d e t e r m i n a d a m a n e r a y q u e ciertas cosas eran impor- en el marco « c o m o si». Sabemos que a ú n n o lo c r e e m o s , perotantes. Ello n o n o s i m p i d e retener las creencias y las capacidades pensamos: «Tal vez sea posible», «Podría s e r » , « ¿ C ó m o sería miq u e nos ayudan en la etapa actual, pero sin dejar d e d a r n o s cuen- vida si adoptara esta creencia?», « ¿ Q u é tendría yo q u e ver, oír ota d e que nuestros valores, nuestras prioridades y nuestras creen- sentir para c o n v e n c e r m e de que esa n u e v a creencia es válida ycias ya n o s o n las m i s m a s . útil?» Para e n c o n t r a r a b u n d a n t e s ejemplos d e este ciclo, sólo tie-nes que reflexionar sobre los procesos d e cambio que has atrave- 3. Creyendo yasado desde tu infancia, pasando p o r tu adolescencia, hasta tus di-versas etapas d e m a d u r e z . A medida q u e e n t r a m o s y pasamos por Las generalizaciones q u e «ya creemos» construyen n u e s t r o sis-distintas relaciones, e m p l e o s , amistades, asociaciones, etc., desa- tema de creencias en vigor. Cuando creemos en algo (tanto si es p o -rrollamos creencias y valores q u e n o s sirven, pero que abando- sitivo c o m o si es negativo, tanto si es potenciador c o m o si es li-n a m o s c u a n d o d e n u e v o transitamos hacia u n a nueva etapa del mitador), nos c o m p r o m e t e m o s p l e n a m e n t e con esa creencia, y lac a m i n o d e nuestra vida. consideramos nuestra «realidad» presente. Actuamos c o n con- Los pasos fundamentales de este ciclo s o n los siguientes: gruencia «como si» esa creencia fuera cierta para nosotros. Es en este m o m e n t o d o n d e la creencia c o m i e n z a a adquirir las propie-1. Querer creer dades de « a u t o c u m p l i m i e n t o » asociadas a la fe en algo ( c o m o con el «efecto placebo»). C u a n d o creemos p l e n a m e n t e en algo,«Querer creer» está relacionado c o n n u e s t r a s expectativas y mo- en nuestra m e n t e n o hay preguntas ni d u d a s .tivaciones para el establecimiento de u n a nueva creencia. Cuan- Ocurre c o n frecuencia q u e , al tratar de incorporar u n a n u e -d o « q u e r e m o s creer» algo, se debe h a b i t u a l m e n t e a que pensa- va creencia, ésta entra en conflicto c o n otra ya existente. U n n i ñ om o s que la nueva creencia producirá efectos positivos sobre 0 una niña que quiere creer q u e « p u e d o m o n t a r en bicicleta»nuestra vida. «Querer creer» algo implica asimismo el reconoci- debe a m e n u d o luchar c o n s u s generalizaciones previas, deriva-m i e n t o de que a ú n n o «lo creemos», de q u e la nueva creencia das de la experiencia d e caerse n u m e r o s a s veces en s u s intentosa ú n n o supera nuestra «estrategia d e realidad» o las «equivalen- anteriores. De forma parecida, u n niño que quiera creer quecias de criterio» necesarias para que s e p a m o s que la h e m o s in- "cruzar la calle solo es seguro» deberá antes tratar adecuada-c o r p o r a d o p l e n a m e n t e a nuestro presente m o d e l o del m u n d o . mente y a b a n d o n a r la creencia, establecida con anterioridad p o r padres, de que «no p u e d e s cruzar la calle sin la ayuda d e u n S l l s adulto».
  • 198 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 199 N o es infrecuente que se p r e s e n t e n tales conflictos entre que solíamos creer, sino que m á s bien cambia espectacularmen-creencias c u a n d o c o m e n z a m o s a considerar con seriedad la posi- te el efecto emocional y psicológico q u e esa creencia tenía en n o -bilidad de creer en algo n u e v o o diferente. Así p u e s , el intento de sotros. Recordamos lo que «solíamos» creer, pero a sabiendas d ea d o p t a r u n a creencia nueva d e s e n c a d e n a a m e n u d o conflictos y que ya n o ejerce n i n g u n a influencia significativa sobre n u e s t r o sresistencias con respecto a otras creencias, ya establecidas como pensamientos o n u e s t r a conducta. Tan sólo ya n o encaja c o nparte d e n u e s t r o sistema d e creencias existente. nuestros criterios para la «realidad». C u a n d o c a m b i a m o s realmente u n a creencia, n o necesitamos4. Abiertos a dudar realizar n i n g ú n esfuerzo para negarla o eliminarla. Nuestra rela- ción con ella se asemeja a la experiencia de visitar un m u s e o dePara reevaluar y descartar viejas creencias que interfieran con el historia. C u a n d o v e m o s a r m a s medievales e i n s t r u m e n t o s d e tor-establecimiento d e otra nueva, d e b e r e m o s «abrirnos a la duda» tura en la vitrina de u n m u s e o tal vez nos sintamos curiosos y re-sobre la creencia existente. La experiencia de estar abierto a la flexivos, pero ciertamente n o e x p e r i m e n t a r e m o s m i e d o , enfadod u d a es el c o m p l e m e n t o d e estar abierto a creer. En lugar d e pen- o disgusto. Sabemos que otras p e r s o n a s , en otros tiempos, utili-sar que alguna nueva creencia tal vez sea cierta, c u a n d o estamos zaron todo aquello, pero ahora e s t a m o s m u y lejos d e t o d o ello.«abiertos a d u d a r » lo estamos a considerar q u e , quizás esa creen- De hecho, es i m p o r t a n t e recordar los errores y las creencias limi-cia que h e m o s m a n t e n i d o tanto tiempo, n o sea cierta. Pensamos: tadoras de n u e s t r o s antepasados, para tratar de n o repetirlos.«Quizá n o sea válida, o haya dejado d e serlo», «Ya h e cambiado En relación con nuestras creencias descartadas s u c e d e algode creencias otras veces», «Tal vez n o sea tan i m p o r t a n t e o nece- parecido. Sabemos que «solíamos creerlas», pero ya n o las cree-sario creer eso», «¿De q u é contraejemplos dispongo para cues- mos. La creencia en Papá Noel es u n ejemplo paradigmático d etionar esa creencia?», «Si me lo miro d e s d e u n a perspectiva más esta clase de experiencia. En las culturas que celebran la Navi-amplia, ¿qué otras posibilidades percibo?» o «¿Cuál es el propó- dad, la mayoría de a d u l t o s r e c o r d a m o s cómo, siendo n i ñ o s ,sito positivo al que esta creencia ha servido? ¿Existen otros me- creíamos que este personaje vivía en el Polo Norte y q u e , en N o -dios para lograr ese m i s m o propósito de forma m e n o s limitado- chebuena, volaba p o r los cielos e n su trineo m á g i c o a l r e d e d o rra y más enriquecedora?» del m u n d o para llevar regalos a los niños. C u a n d o alguien deja Abrirnos a la d u d a implica por lo general reencuadrar creen- de creer en Papá Noel, n o necesita negar airada y vehemente-cias formuladas en función de marco problema o marco fracaso, mente la existencia d e este personaje imaginario, sino que le bastade m o d o que q u e d e n d e n u e v o en u n m a r c o resultado o en un con mirar en retrospectiva con nostalgia, y recordar la intenciónm a r c o realimentación. Los patrones d e Eí poder de la palabra positiva de aquella creencia, consistente en crear u n sentimientop r o p o r c i o n a n h e r r a m i e n t a s verbales poderosas p a r a ayudarnos a de magia y excitación.a b r i r n o s a la duda sobre creencias existentes interferentes, así De forma parecida, así es c o m o r e c o r d a m o s las viejas creen-c o m o a reencuadrarlas. cias de las que nos h e m o s d e s p r e n d i d o . Recordamos y decimos: *Solía creer q u e n o podía m o n t a r e n bici o cruzar la calle solo,5. Eí «Museo de historia personal». establecer u n p a t r ó n d e c o m p o r t a m i e n t o saludable o merecer el Recordar lo que «solíamos» creer U o , etc., pero ya n o lo creo. Esa creencia ya n o forma parte de ex realidad. Ahora tengo otras formas de satisfacer la intención 1C u a n d o dejamos de creer en algo, a m e n u d o n o g e n e r a m o s a. Positiva y el propósito de aquella vieja creencia».nesia p o r esa creencia, n i olvidamos d e m a n e r a automática
  • Estados internos y cambio natural de creencias 201200 El. PODER DE LA PALABRA6. Confianza Cambio de creencias y estados internosEn m u c h o s aspectos, la confianza constituye la piedra angular Como p o n e n de relieve los pasos del ciclo natural de cambio dedel proceso n a t u r a l d e cambio d e creencias. El diccionario Me- creencias, nuestro estado interno representa u n a influencia im-rriam-Webster define la confianza c o m o la «fiabilidad asegurada portante para el cambio d e creencias. Nuestros estados internosacerca del carácter, capacidad, fuerza o autenticidad d e algo o al- son, en m u c h o s aspectos, los contenedores de nuestras creencias.guien». Así p u e s , la confianza se caracteriza p o r u n a fe o creen- Si uno se encuentra en u n estado positivo y optimista, le resulta-cia e n «algo futuro y probable». Confiamos, p o r ejemplo, en que rá m u c h o más difícil aferrarse a creencias negativas y limitadoras.u n a p e r s o n a «será fiel a su palabra» o en q u e «las cosas mejora- Por el contrario, n o resulta fácil m a n t e n e r la congruencia conrán». creencias positivas y potenciadoras c u a n d o nuestro estado inter- no es de frustración, disgusto o temor. Emocionalmente h a b l a n d o , la confianza está relacionadacon la esperanza. Ésta es u n a función de nuestra creencia en que El estado interno d e la persona está relacionado c o n la expe-algo es posible. La persona que tiene esperanzas d e recuperarse riencia fisiológica y emocional que tiene en u n m o m e n t o deter-d e u n a enfermedad grave debe creer que tal recuperación es po- minado del t i e m p o . Los estados i n t e r n o s d e t e r m i n a n en gransible. Sin embargo, el sentimiento d e confianza suele ser más medida nuestra elección d e c o m p o r t a m i e n t o y d e respuesta.fuerte que el de esperanza. Más q u e c o n la s i m p l e creencia de Funcionan, a la vez, c o m o u n a especie de filtro de n u e s t r a s per-que algo sea posible, está relacionado c o n la expectativa de que cepciones y c o m o puerta d e acceso a d e t e r m i n a d o s recuerdos,suceda realmente. capacidades y creencias. Así p u e s , el estado i n t e r n o d e u n a per- sona ejerce u n a e n o r m e influencia sobre su «visión del m u n d o » De h e c h o , la confianza constituye a m e n u d o algo en lo que presente.a p o y a r n o s c u a n d o n o t e n e m o s pruebas. En este s e n t i d o , la con-fianza se extiende m á s allá d e la creencia, hasta el nivel de la; Un viejo, a u n q u e m u y relevante, proverbio de Nueva Gui-identidad o incluso d e la experiencia espiritual. E n el ciclo natu- nea asegura: «El conocimiento es tan sólo un rumor, hasta que estáral d e cambio de creencias, la «confianza» se tipifica p o r u n es- en el músculo». U n a creencia (positiva o negativa) n o es m á s q u etado qLie n o s permite acceder, m á s allá d e n u e s t r a s creencias, al un «rumor» hasta q u e está «en el m ú s c u l o » . Es decir, hasta queestado en q u e éstas se forman. no hayamos incorporado s o m á t i c a m e n t e d e t e r m i n a d o valor o creencia, y sintamos y e x p e r i m e n t e m o s e m o c i o n a l m e n t e s u s im- La experiencia d e «confiar» en algo q u e está m á s allá de plicaciones, seguirá siendo tan sólo u n conjunto disociado d en u e s t r a s creencias, o d e confiar en u n sistema m a y o r que uno conceptos, palabras o ideas. Las creencias y valores activan sum i s m o , p u e d e ayudar a q u e el proceso d e c a m b i o de creencias «poder» sólo c u a n d o se conectan a nuestra fisiología y a nues-sea más suave, más c ó m o d o y m á s ecológico. tros estados i n t e r n o s . C u a n d o se utilizan d e forma selectiva, los p a t r o n e s d e El p°der de la palabra sirven c o m o h e r r a m i e n t a s verbales q u e nos ayu- De forma parecida, el estado físico, el psicológico y el e m o -d a n a apoyar este ciclo n a t u r a l de c a m b i o d e creencias y u ° s cional en el q u e nos e n c o n t r e m o s ejercerán u n a gran influenciac o n d u c e n a u n a m a y o r apertura a la d u d a sobre las creencias y sobre los tipos de creencias q u e estaremos inclinados a incorpo-generalizaciones que nos están limitando. [ - Considera, p o r ejemplo, la influencia sobre tu experiencia de ar as siguientes listas d e estados:
  • 202 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 203 Estados i n t e r n o s Estados i n t e r n o s muscular, el t i e m p o d e reacción, la respuesta galvánica d e la epi- «positivos» «negativos» dermis, etc., a c o m p a ñ a n a los cambios en el estado i n t e r n o de la persona e influyen en g r a n medida en su capacidad p a r a p e n s a r Tranquilo Enfadado y para actuar. Así p u e s , el estado i n t e r n o del individuo ejerce in- Relajado Tenso fluencias i m p o r t a n t e s sobre su capacidad de actuación en cual- Flexible Rígido quier situación. Fluido Atascado Nuestros estados internos están relacionados c o n la parte Centrado Ansioso «neurológica» de la Programación Neurolingüística. El estado de Confiado Frustrado nuestra fisiología y de nuestra neurología actúa a m o d o de filtro Optimista Dubitativo para establecer d ó n d e c e n t r a m o s la atención y, p o r consiguien- Atento Distraído te, qué oímos (y dejamos d e oír) y c ó m o interpretamos lo que Receptivo Cerrado oímos. Seguro Temeroso Reconocer los estados i n t e r n o s de la persona, responder a ellos e influir en los m i s m o s , constituye u n a d e las habilidades C o m o p u e d e s d e d u c i r fácilmente d e tu propia experiencia, importantes para utilizar eficazmente El poder de la palabra.es m u c h o más fácil estar «abierto a creer» y asociarse a creenciaspositivas y potenciadoras c u a n d o el estado i n t e r n o es positivo Reconocer estados internos e influir sobre ellosq u e c u a n d o n o lo es. U n a de las premisas básicas d e la Programación Neurolin- A medida q u e a v a n z a m o s en los diferentes contextos y experien-güística consiste en q u e el cerebro h u m a n o funciona de forma cias de nuestra vida, cambiamos d e estados i n t e r n o s y accede-parecida a u n o r d e n a d o r , es decir, ejecutando «programas» o es- mos a diversidad de ellos. Para la mayoría de nosotros, estostrategias m e n t a l e s , c o m p u e s t a s de secuencias o r d e n a d a s de ins- cambios h a n q u e d a d o en g r a n m e d i d a fuera d e n u e s t r a elección.t r u c c i o n e s o representaciones i n t e r n a s . Ciertas estrategias o Respondemos a estímulos (anclas) que s o n a la vez internos yp r o g r a m a s s o n más a d e c u a d o s que otros para resolver determi- externos a nosotros, c o m o si funcionáramos p o r m e d i o d e u nn a d a s tareas y son, p o r consiguiente, la estrategia que el indivi- «piloto automático».d u o utilice la q u e d e t e r m i n a r á , en gran medida, la mediocridad Sin embargo, es posible aprender c ó m o elegir n u e s t r o pro-o la excelencia d e su d e s e m p e ñ o . La eficacia y la facilidad con pio estado. Poder influir y dirigir n u e s t r o s estados internos in-que u n p r o g r a m a m e n t a l se ejecuta viene d e t e r m i n a d a , en gran crementa en gran medida nuestra flexibilidad individual, y cream e d i d a , p o r el e s t a d o psicológico del i n d i v i d u o . Evidentemen- una probabilidad m a y o r d e m a n t e n e r creencias y expectativaste, si u n o r d e n a d o r tiene u n chip defectuoso o la corriente que positivas, así c o m o d e alcanzar los resultados apetecidos. La ca-lo alimenta n o es estable, n o p o d r á ejecutar los programas con pacidad para reconocer estados útiles, así c o m o d e acceder in-eficacia. tencionalmente a ellos en determinadas situaciones, nos propor- C o n el cerebro h u m a n o sucede lo m i s m o . El grado de aten- ciona más opciones sobre c ó m o experimentarlas y reaccionarción, receptividad, estrés, etc., del individuo determinará la efi- ante ellas. En PNL, los términos «selección de estado» y «mane-cacia con la que podrá ejecutar sus propios programas mentales- j o de estados» se refieren a esta capacidad para elegir el estadoProcesos fisiológicos profundos, c o m o el ritmo cardíaco, el ritm° ™as apropiado para cada situación o desafío y acceder a él. U n orespiratorio, la postura corporal, la presión sanguínea, la tensión e los objetivos d e la Programación Neurolingüística es ayudar-
  • 204 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 205nos a crear u n a «biblioteca» de estados útiles y llenos d e recur- ajustes necesarios c u a n d o el estado en el q u e estamos interfierasos. con nuestra capacidad para alcanzar los objetivos d e s e a d o s . Al ser más conscientes d e los patrones y d e los estímulos que Un ejemplo. Mientras lees este párrafo, ahora m i s m o , p o ninfluyen sobre los estados internos, p o d e m o s incrementar el n ú - tus h o m b r o s en tensión, siéntate desequilibrado, levanta losmero d e opciones disponibles para responder a d e t e r m i n a d a si- hombros hasta las orejas. U n estado fisiológico típico del estrés.tuación. U n a vez conocidos los factores q u e definen e influyen ¿Cómo respiras? ¿Estas c ó m o d o e n ese estado? ¿Te p a r e c e indi-en las características de n u e s t r o s estados internos, p o d e m o s se-, cado para aprender? ¿Dónde está tu atención? ¿ Q u é creenciasleccionarlos y «anclarlos» para que nos resulte más fácil recurrir acerca del aprendizaje mantienes en ese estado?a ellos. Entre los m é t o d o s utilizados en P N L para seleccionar y Ahora cambia de posición. Muévete u n p o c o , p u e d e s levan-anclar estados i n t e r n o s cabe citar la localización espacial, las tarte y volver a sentarte. Busca una postura c ó m o d a y equilibra-s u b m o d a l i d a d e s (colores, sonidos, brillo, etc.) y los estímulos no da. Recorre tu c u e r p o y elimina cualquier exceso d e tensión.verbales. Respira profunda y tranquilamente. ¿ D ó n d e está tu a t e n c i ó n en Para reconocer y c o m p r e n d e r mejor nuestros estados inter- ese estado? ¿Qué creencias acerca del aprendizaje c o n e c t a s c o nnos, así c o m o para ayudar a desarrollar nuestra capacidad de él? ¿Cuál de los dos estados c o n d u c e mejor al aprendizaje?«selección» y «manejo» de los m i s m o s , es necesario a p r e n d e r á C o m o este sencillo ejercicio d e m u e s t r a , los e s t í m u l o s n ohacer inventario d e n u e s t r o s procesos neurológicos. La Progra- verbales constituyen a m e n u d o u n o de los aspectos m á s relevan-mación Neurolingüística ofrece tres m é t o d o s para ello: inventa- tes e influyentes en el control y el manejo d e estados i n t e r n o s . Esrio d e fisiología, inventario d e s u b m o d a l i d a d e s e inventario de importante reconocer la influencia del c o m p o r t a m i e n t o , i n c l u s oemociones. de los más sutiles aspectos de la fisiología, sobre los e s t a d o s in- Un inventario de fisiología implica prestar atención a la pos- ternos de las personas. Diferentes estados o actitudes se e x p r e s a ntura corporal, a los gestos, a la posición de los ojos, a la respira- por medio de patrones d e lenguaje y c o m p o r t a m i e n t o s d i s t i n t o s .ción y a los patrones de m o v i m i e n t o . Un inveníarío de submodalidades implica percatarse de lassubmodalidades sensoriales más notorias en nuestro estado inter- Ejercicio: Acceder a un estado y anclarlono, c o m o el brillo, el color, el t a m a ñ o y la posición de las imáge-nes mentales; el t o n o , el timbre y el volumen d e voces y sonidos; Los peculiaridades y los estímulos cognitivos y físicos identifica-la temperatura, la textura, la superficie, etc., de las sensaciones ci- dos por la P N L p u e d e n ser utilizados para acceder de m a n e r a sis-nes tésicas. temática y movilizar diferentes partes de n u e s t r o sistema n e r v i o - U n inventario de emociones implica prestar atención a la so. Los ejercicios siguientes ilustran a l g u n a s formas d e u s a r lasconstelación d e c o m p o n e n t e s que constituyen n u e s t r o s estados herramientas básicas d e la PNL para a y u d a r n o s a seleccionar yemocionales. manejar mejor nuestros estados internos. Estos tres tipos d e inventario están relacionados con nues- El anclaje constituye u n a de las herramientas más sencillas ytras equivalencias de criterio y n u e s t r a s estrategias de realidad. P°derosas para la selección y el acceso a estados i n t e r n o s . AnclarDesarrollar la capacidad para inventariar en los tres ámbitos nos miplica establecer indicadores o desencadenantes para cada estadolleva a u n a mayor flexibilidad, a c o m p a ñ a d a del agradable bene- mterno. Por ejemplo, los pasos siguientes c o n d u c e n al estableci-ficio colateral d e a u m e n t a r n u e s t r o d o m i n i o sobre los estados miento de dos tipos d e «anclas» importantes y útiles:psicológicos en que o p e r a m o s . Ello nos permitirá realizar los
  • 206 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 207 1. Selecciona u n espacio en el suelo ante ti, para designarlo o maestro. La tutoría, la acción del m e n t o r (sobre todo en u n c o m o ancla «espacial» para el estado interno al que de- rnarco ocupacional), enfatiza el aspecto relacional informal del seas acceder, ahora o en el futuro (por ejemplo, «estar aprendizaje y de la actuación tanto c o m o el d o m i n i o de la tarea. abierto a creer») y colócate en ese espacio. La tutoría p u e d e asimismo incluir el proceso de patrocinio y apoyo a otra persona, ayudándola a establecer creencias poten- 2. Recuerda alguna ocasión en la que experimentaras el es- ciadoras, así c o m o a reencuadrar las creencias limitadoras. tado q u e deseas anclar. Recupera p l e n a m e n t e ese estado. El m e n t o r tiene semejanzas con el maestro o el formador, Ve a través de tus ojos, oye p o r t u s oídos y experimenta aunque n o es exactamente lo m i s m o . El maestro instruye, el for- las m i s m a s sensaciones, patrones de respiración, etc. mador proporciona realimentación específica en c u a n t o al com- q u e en aquella ocasión. portamiento, para ayudar a la persona a a p r e n d e r o crecer. El 3 . Haz inventario d e los indicadores físicos, d e las submo- mentor, en cambio, nos c o n d u c e al d e s c u b r i m i e n t o de nuestras dalidades (cualidades d e las imágenes, sonido y sensacio- competencias inconscientes, a m e n u d o mediante su propio ejem- nes) y de las sensaciones emocionales asociadas con ese plo. Como sugiere el ejemplo mitológico d e Mentor, la tutoría estado. incluye también la posibilidad de aconsejar y guiar a u n nivel su- perior. Esta clase d e tutoría acaba a m e n u d o siendo interiorizada 4. Selecciona algún color, símbolo o cualquier otro indica- por el individuo c o m o parte d e sí m i s m o , d e m o d o que la pre- d o r visual, algún s o n i d o y/o palabra, o alguna sensación sencia e x t e m a del m e n t o r deja de ser necesaria. P o d e m o s llevar interna que te sirvan c o m o recordatorio (es decir, como dentro de nosotros « m e n t o r e s internos» q u e n o s aconsejen y nos ancla «interna») para ese estado. guíen en m u c h a s situaciones d e nuestra vida. 5. Sal del espacio elegido y d e s p r é n d e t e del estado que aca- En Programación Neurolingüística, el t é r m i n o mentor se uti- bas d e anclar. Ahora c o m p r u e b a que tus anclas funcio- liza para referirse al personaje que nos ayuda a moldear o influir n e n e n t r a n d o de n u e v o en el espacio y utilizando tu an- en nuestra vida d e forma positiva haciendo q u e «resuene» algo cla interna p a r a recuperar el estado deseado. muy profundo e n n o s o t r o s , liberándolo o desvelándolo. Entre los mentores p u e d e n haber niños, maestros, mascotas, personas a las 6. Repite los pasos del 1 al 4 hasta que tengas u n acceso fá- que jamás h e m o s conocido personalmente, pero sobre las q u e he- cil y claro a ese estado. mos leído, fenómenos naturales ( c o m o el océano, las m o n t a ñ a s , etc.), e incluso partes d e u n o m i s m o . Es posible utilizar el recuerdo de mentores importantes enTutoría y mentores internos nuestra vida para que nos ayuden a acceder de nuevo al conoci- miento, a los recursos o a capacidades inconscientes. La forma bá-El proceso n a t u r a l de cambio de creencias es también a menudo sica de utilizar u n «mentor interno» consiste en imaginar la pre-facilitado p o r «mentores». En la mitología griega, Mentor es el sencia de esa persona o entidad y colocarse acto seguido ensabio y fiel consejero del héroe Ulises. Encarnada como Mentor, «segunda posición», es decir, en su perspectiva o en «su piel». Esola diosa Atenea se erigió en guardiana y maestra de Telémaco, n o s permite acceder a las cualidades presentes e n nosotros, perohijo d e Ulises, c u a n d o éste estaba a u s e n t e en s u s viajes. Corn° n ° ° n o c i d a s o incluidas como parte d e nuestro mapa d e la si- r e cconsecuencia de ello, el concepto de «mentor» ha acabado signi- tuación (o de nosotros mismos). Representando estas cualidades,ficando el proceso de a) avisar y aconsejar y b) servir como g u , a mentor interno n o s ayuda a darles vida en nuestro comporta-
  • 208 til POI5I-.R DI LA PALABRA Estados infernos y cambio natural de creencias 209miento en curso (cuando nos asociamos a la perspectiva del men- La experiencia de «confiar» en algo, más allá de nuestrastor). Una vez que hemos experimentado estas cualidades desde la creencias, se sitúa en el centro del círculo para servir c o m o «me-posición del mentor, podemos incorporarlas a nuestra propia po- taposición» y «verificador ecológico» para el resto del proceso.sición perceptiva dentro de una situación concreta y aplicarlas. Para «anclar» los estados, aplica el proceso que seguiste en el ejercicio de «anclaje», colocándote tanto como te sea posible en la experiencia, fisiológicamente asociado con cada uno de es-Procedimiento del ciclo de creencias tos aspectos del ciclo de cambio de creencias, «andándolas» a su correspondiente localización espacial:El procedimiento siguiente es una técnica que desarrollé con elpropósito de ayudar a guiar a la persona a través del ciclo natu- 1. «Quiero creer» en algo nuevo.ral de cambio de creencias. Comporta la utilización del anclaje y 2. La experiencia de estar «abierto a creer» algo nuevo.de mentores internos para acompañar a la persona a través de la [Nota: Puedes identificar a algún «mentor» que te hayasecuencia de estados que completan el ciclo: 1) querer creer, ayudado a estar más «abierto a creer» «resonando» con-2) abrirse a creer, 3 ) creer, 4 ) abrirse a la duda, 5) la experiencia tigo, liberando o desvelando algo oculto en tu interior.de recordar algo que solíamos creer y 6) confianza. Luego crea un espacio físico para el mentor, próximo a El procedimiento implica establecer localizaciones separa- la localización correspondiente a «abierto a creer». Losdas para cada estado, y anclar luego el correspondiente estado a mentores pueden ser niños, maestros, mascotas, personascada localización. Sitúa los estados del ciclo de acuerdo con el si- a las que jamás has conocido personalmente, pero sobreguiente patrón: las que has leído, fenómenos naturales (como el océano, las montañas, etc.), e incluso tú mismo.] 3. Las creencias que «crees ahora», incluyendo cualquier creencia limitadora que entre e n conflicto con la nueva que quisieras sentir con más fuerza. 4. La experiencia de estar «abierto a dudar» de algo que creíste largo tiempo. (Identifícate de nuevo con algún otro «mentor» que te haya ayudado a estar más abierto a dudar de algo que te es- taba limitando.) / 5. Las creencias que «solías creer» pero que ya no crees. (Éste es el espacio que he denominado «museo de histo- 5 . i / ria personal».) Solía Quiero creer creer 6. Una experiencia de «confianza» profunda, tal vez alguna ocasión e n la que ya n o sabías qué creer, pero confiabas plenamente e n ti o en algún otro poder. Patrón d e localizaciones para el ciclo d e c a m b i o d e creencias
  • 210 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 211 ( P u e d e resultarte d e g r a n ayuda incorporar mentores q u e El procedimiento es el siguiente: te hayan ayudado antes a generar esta experiencia de confianza.) 1. Colócate en el espacio correspondiente a «Quiero creer» y piensa en la «nueva creencia» en la que desearías confiar Estos estados y estos m e n t o r e s n o tienen p o r q u é tener nin- más. Mantenía en m e n t e y pasa al espacio correspondien-g u n a relación con la cuestión d e creencias q u e tratas de resolver. te a «Abierto a creer». (Si has elegido algún «mentor» para ese estado, p o n t e «en su piel» en este m o m e n t o . Ob- sérvate a ti m i s m o a través d e los ojos de tu mentor. Tal vez p u e d a s darle algún consejo o apoyo útil a ese otro tú, que está «abierto a creer».) 2. Siente c ó m o es eso d e estar más abierto a creer esa nueva creencia. C u a n d o i n t u i t i v a m e n t e creas q u e es el m o m e n - to o p o r t u n o , desplázate a la localización correspondiente a «Creo a h o r a » , y c o n c é n t r a t e en esa nueva creencia q u e deseas tener. 3. Si mientras estás en ese espacio se presenta alguna creen- cia confhctiva o limitadora, m a n t e n í a en tu m e n t e y des- plázate c o n ella al espacio correspondiente a «Abierto a d u d a r » . (De n u e v o , si has elegido algún m e n t o r para este espacio, p o n t e ahora «en su piel». Obsérvate a ti m i s m o a través d e los ojos de tu m e n t o r . Tal vez p u e d a s darle al- gún consejo o apoyo útil a ese otro tú q u e se está «abrien- do a d u d a r » . ) 4. C o m p r u e b a la ecología: desplázate a la localización co- r r e s p o n d i e n t e a «Confío» y reflexiona sobre las intencio- nes positivas y el propósito tanto d e la nueva creencia como d e cualquier otra confhctiva o limitadora. Consi- dera si hay algún cambio o revisión q u e desees incorpo- «Paisaje» de estados asociado con el ciclo de cambio de creencias rar a la n u e v a creencia. Considera también si hay alguna parte d e las viejas creencias q u e valdría la p e n a retener oImplementar el ciclo de cambio de creencias incorporar a la nueva.U n a vez dispuesto este paisaje, p u e d e ser utilizado de muchas 5- Enriquecido p o r tus d e s c u b r i m i e n t o s en el espacio co-formas distintas. U n a de las más c o m u n e s consiste en que la pef" rrespondiente a «Confío», regresa a las viejas creenciass o n a piense en la nueva creencia que desearía reforzar y s i m p l e conflictivas o limitadoras q u e dejaste aparcadas en la lo-m e n t e la haga «circular» a través d e los pasos del ciclo natural- calización c o r r e s p o n d i e n t e a «Abierto a d u d a r » y llévate-
  • 212 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 213 las al espacio c o r r e s p o n d i e n t e a «Solía creer» (Tu «mu- labras bien colocadas, en el m o m e n t o o p o r t u n o , q u e facilitan e n seo d e historia personal»). gran medida el logro de a l g u n o de esos estados o el m o v i m i e n t o ente ellos, es decir, pasar p o r ejemplo d e «quiero creer» a «abier- 6. Vuelve a «Creo ahora» y concéntrate en la nueva creen- to a creer». cia que deseas reforzar. E x p e r i m e n t a esa nueva sensación Además de la fisiología, de las respuestas emocionales y d e de seguridad y verbaliza cualquier inspiración o lección las representaciones y s u b m o d a l i d a d e s internas, el lenguaje ejer- que hayas descubierto en el proceso. ce una influencia poderosa sobre n u e s t r o s estados i n t e r n o s . La 7. C o m p r u e b a la ecología: vuelve a colocarte en el espacio técnica del E n c a d e n a d o de creencias demuestra c ó m o se utilizan c o r r e s p o n d i e n t e a «Confío» y reflexiona sobre los cam- algunos patrones simples de Eí poder de la palabra (Intención y bios que acabas d e realizar. No olvides q u e , gracias a este Definición) para estimular y apoyar d e t e r m i n a d o s estados inter- ciclo natural, orgánico e incesante, el p r o c e s o p u e d e se- nos, así c o m o para fortalecer la experiencia d e estar «abierto a guir e v o l u c i o n a n d o , así c o m o q u e , en el futuro, siempre creer» o «abierto a d u d a r » . p o d r á s realizar los ajustes que precises para que se adap- En Programación Neurolingüística, el t é r m i n o «encadenado» te a lo que para ti sea más apropiado y ecológico. se refiere a u n a modalidad de anclaje en el q u e las experiencias se unen en determinada secuencia que c o n d u c e del estado de parti- Para m u c h a s personas, el mero h e c h o de recorrer estas loca- da al estado deseado. El elemento clave para el establecimiento delizaciones (o incluso de hacerlo m e n t a l m e n t e ) y d e reexperi- una «cadena» eficaz consiste en la selección de los estados inter-m e n l a r l o s estados e s suficiente p a r a c o m e n z a r a cambiar con medios elegidos para u n i r a m b o s estados extremos. Estos estadossuavidad d e creencias. de transición funcionan c o m o «peldaños» q u e a y u d a n a la perso- [Nota: Para que u n a creencia q u e d e p l e n a m e n t e instalada na a desplazarse con mayor facilidad hacia el estado deseado. A(es decir, «en el m ú s c u l o » ) tal vez sea necesario repetir el ciclo menudo resulta difícil cubrir el h u e c o entre el estado actual y elcon cada u n a d e las cinco creencias fundamentales que hemos deseado. Supongamos, p o r ejemplo, q u e u n a persona se e n c u e n -visto e n el Capítulo 5, es decir, creer q u e algo es 1) deseable, 2) tra atascada en un estado de frustración y quiere sentirse motiva-posible, 3) a p r o p i a d o , 4) que estás en condiciones de lograrlo y da para aprender algo nuevo. Cambiar de frustración a motivación5) q u e lo mereces.] así como así n o es tarea fácil. Tratar de forzar el salto de un esta- do a otro crearía sin d u d a tensión o conflicto. E n c a d e n a r implica- ría establecer dos o m á s pasos o estados intermedios entre la frus- tración y la motivación.Encadenado de creencias Las cadenas más eficaces son las que acompañan y c o n d u c e nEl propósito ú l t i m o d e los diferentes patrones de bl poder de la de forma progresiva desde el estado problema hasta el estado de-palabra consiste en ayudar lingüísticamente a c o n d u c i r a la per- seado. Si el estado problema es negativo y el estado deseado es po-sona a través d e los estados incluidos en el ciclo de cambio de sitivo, será necesario desplazarse progresivamente desde el prime-creencias. C o m o técnica, el ciclo d e cambio d e creencias no re- ro hasta otro algo m e n o s negativo, c o m o p o r ejemplo confusión.quiere necesariamente del uso del lenguaje. El proceso puede Desde ese estado algo m e n o s negativo p o d e m o s dar u n paso pe-realizarse tan sólo estableciendo la localización de las anclas para queño pero significativo hacia otro estado algo más positivo, comocada u n o d e los estados i n t e r n o s y recorriéndolas e n la secuencia curiosidad por lo q u e está p o r venir. Entonces resulta ya m u c h oapropiada. Hay, sin embargo, ocasiones en las que u n a s pocas pa* fácil pasar de ese estado al de motivación deseado. Por su- 1 1 1 3 5
  • EL PODLR Dli LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 215214puesto, según sea la distancia fisiológica y emocional entre los es- procedimiento básico de encadenado de creenciastados extremos, serán necesarios más o m e n o s pasos intermedios. Es más fácil establecer la secuencia d e estados de u n a misma ca- Estado Estados Estado dena, así c o m o vincular u n estado y o t r o , mediante el proceso d eproblema transitorios deseado anclaje. Históricamente, la técnica de PNL de «Encadenar an- clas» ha venido utilizando anclas cinestésicas. Un m o d o de crear Algo un Algo Algo una cadena d e creencias consiste en añadir distinciones lingüís- Al 20 un poco negativo »- poco menos positivo ticas, c o m o los patrones de Eí poder de la palabra, a la secuencia negativo positivo de anclas cinestésicas. ejemplo: ejemplo: ejemplo: ejemplo: Por ejemplo, para tratar con u n a creencia limitadora p u e d e sFrustración Confusión Curiosidad Motivación designar cuatro espacios para formar c o n ellos u n a cadena q u e para aprender vaya desde el estado p r o b l e m a (la creencia limitadora) al estado deseado (creencia potenciadora) con dos pasos intermedios: Acompañar ^- C o n d u c i r a. Localización 1: La creencia limitadora (estado proble- Encadenado de estados. De frustración a motivación ma). b. Localización 2: La intención positiva de la creencia limi- Al seleccionar los estados para u n a cadena, lo más aconseja- tadora.ble es q u e los estados contiguos se solapen e n cierto grado fisio- c. Localización 3 : U n a redefinición d e a l g ú n aspecto d e lalógica, cognitiva o emocionalmente. La frustración y la confu- declaración d e la creencia limitadora, que la haga en cier-sión, p o r ejemplo, c o m p a r t e n algunas características. De forma ta medida positiva.parecida la confusión y la curiosidad se s u p e r p o n e n en ciertos d. Localización 4: U n a creencia potenciadora que sea con-aspectos, p o r ejemplo, ambas implican i n c e r ú d u m b r e acerca del secuencia tanto de la intención positiva c o m o d e la rede-resultado. También la curiosidad y la motivación se asemejan en finición (estado deseado).q u e a m b a s implican v o l u n t a d d e ir e n u n a misma dirección. Abierto a la duda — Abierto a creer — Localización Localización Localización Localización 1 2 3 4 Los estados contiguos de una misma cadena Estado p r o b l e m a Estado deseado deberían superponerse en algún grado Localizaciones para crear una cadena de creencias básicas
  • 216 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 217 1. Colocado en la localización del estado problema, elig e m e n t e tus sensaciones c o n respecto a la creencia ( p o r u n a creencia limitadora con la que quieras trabajar (por ejemplo: «Me cuesta prestar atención a los idiomas cuando ejemplo: «Me resulta difícil a p r e n d e r idiomas p o r q u e me me confundo y me aburro, porque tan sólo presto atención confundo y m e a b u r r o con las palabras»). Presta aten- a las palabras y no a mis sentimientos y relaciones con otras ción al estado interno asociado c o n esta creencia limita- personas»). dora. Luego sal de la localización y «sacúdete» el efecto asociado con la creencia limitadora. 6. Avanza d e n u e v o , esta vez hasta la localización del estado deseado, y formula u n a declaración d e creencia positiva 2. Colócate ahora en la localización correspondiente al es- que incorpore la intención positiva d e la creencia limita- tado deseado y entra en u n estado i n t e r n o en el que te dora, pero q u e sea enriquecedora y potenciadora. Asegú- sientas «alineado» y «sabio». No es necesario de mo- rate de n u e v o de que las palabras estimulen realmente m e n t o conocer la creencia p o t e n c i a d o r a que acompañará sentimientos positivos c u a n d o las p r o n u n c i e s ( p o r ejem- a la creencia, basta con e x p e r i m e n t a r el estado interno plo: « C u a n d o estoy asociado y conectado a mis senti- positivo q u e estará asociado con ella. m i e n t o s y relaciones c o n otras personas m i e n t r a s escu- 3 . Regresa a la localización c o r r e s p o n d i e n t e al «estado pro- cho las palabras, p u e d o disfrutar realmente a p r e n d i e n d o blema» y desplázate físicamente a través d e los demás pa- idiomas»). s o s d e la cadena, para e x p e r i m e n t a r así el movimiento 7. Recorre la cadena varias veces, repitiendo las afirmacio- desde el estado presente al estado deseado. Recuerda que nes c o r r e s p o n d i e n t e s a cada localización, hasta q u e se trata tan sólo de q u e te hagas u n a idea d e los cambios sientas q u e h a y u n flujo fácil y s u a v e d e s d e el e s t a d o en el estado i n t e r n o . Todavía n o hace falta que te fijes en presente al d e s e a d o , tanto lingüística c o m o a n e s t é s i c a - los cambios en la propia creencia. mente. 4. Regresa al espacio correspondiente a la creencia limita- dora y pásate a c o n t i n u a c i ó n a la de «intención positiva». Explora el propósito positivo d e tu creencia limitadora, La influencia de la comunicación no verbal p r o b a n d o distintas palabras hasta d a r c o n u n a expresión q u e cambie realmente tu sensación y tu estado interno a El impacto del c a m b i o de estados internos, así c o m o de la utili- algo más positivo (por ejemplo: «Sentirme asociado y co- zación del anclaje espacial en el c a m b i o d e creencias, p o n e tam- n e c t a d o c o n lo que estoy a p r e n d i e n d o » ) . bién de relieve la importancia d e la c o m u n i c a c i ó n n o verbal. Los mensajes verbales o palabras s o n t a n s ó l o u n a d e l a s m o d a l i d a d e s 5. Avanza de n u e v o , ahora hasta el espacio correspondiente a través de las cuales las personas se c o m u n i c a n e influyen u n a s a la «redefinición». Expresa de. n u e v o la creencia limita- en otras. Existen m u c h a s otras formas n o verbales en que las per- dora, pero redefiniendo las palabras clave d e la misma de sonas interactúan y se envían mensajes, c o m o establecer contac- m o d o que reflejen lo q u e has descubierto acerca de su in- to visual, asentir con la cabeza, llorar, señalar c o n el d e d o o su- tención positiva. Explora c ó m o los diferentes reencuadres brayar con el t o n o d e voz. La c o m u n i c a c i ó n n o verbal e s t a n verbales te p u e d e n ayudar a a d o p t a r perspectivas distintas importante, si n o m á s , q u e la c o m u n i c a c i ó n verbal. sobre la creencia. U n a vez más, prueba diferentes pala- Según Gregory Bateson, a p r o x i m a d a m e n t e tan sólo u n 8 p o r bras, hasta que des con alguna que cambie significativa- ciento de la información c o m u n i c a d a en u n a interacción está a
  • 218 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 219cargo de las palabras, c o m p o n e n t e «digital» de esta interacciónEl 9 2 por ciento restante es c o m u n i c a d o de forma n o verbal, através del sistema «analógico». Entre estos aspectos analógicosd e la c o m u n i c a c i ó n cabe citar el lenguaje corporal, así como elc o m p o n e n t e tonal correspondiente a la parte audible de la inte-racción: tono d e voz, t e m p o y v o l u m e n . Por ejemplo, el modo enque se cuenta u n chiste — l a e n t o n a c i ó n , las expresiones facialeslas pausas, e t c . — es a m e n u d o tanto o más i m p o r t a n t e que laspropias palabras para q u e el chiste sea más o m e n o s «gracioso». >1 Tono de voz La c o m u n i c a c i ó n n o verbal incluye indicios y señales como Los aspectos no verbales de nuestra comunicaciónla expresión facial, los gestos, la postura, los cambios en el tono tienden a reflejar n u e s t r o e s t a d o i n t e r n o e n m a y o r mediday el t e m p o de la voz, y el m o v i m i e n t o ocular. Los indicadores no q u e la c o m u n i c a c i ó n verbalverbales son a m e n u d o «metamensajes», es decir, mensajes acer-ca del c o n t e n i d o verbal que u n o está expresando. C o n frecuen- De este m o d o , el tono d e voz que utilizamos al hablar concia d e t e r m i n a n el m o d o en que la c o m u n i c a c i ó n verbal será reci- otras personas ejerce un g r a n impacto sobre c ó m o va a serbida e interpretada. Si u n a persona dice: «Ahora presta mucha «oído» y «recibido» el mensaje. Decirle a alguien «Tú n o p u e d e sa t e n c i ó n » , al m i s m o t i e m p o que señala a s u s propios ojos, el hacer eso» c o n t o n o d e irritación o con tono d e frustración pue-mensaje será radicalmente diferente a si p r o n u n c i a las mismas de hacer tanto p o r estimular la duda c o m o p o r inspirar confian-palabras señalando a s u s oídos. Si alguien dice «Fantástico» con za o creencia.u n tono d e sarcasmo, de forma n o verbal está enviando u n men-saje c o m p l e t a m e n t e contrario a lo que significan s u s palabras. Mensaje enviado Las señales n o verbales, c o m o la expresión de la cara y eltono de voz, tienen u n impacto más bien emocional, y determi- Mensaje verbal: Idea cognitiva:n a n los «sentimientos» que suscitará lo que la persona dice. De «Sigue «No p u e d oh e c h o , los mensajes n o verbales tienden a reflejar e influir en intentándolo» hacerlo»n u e s t r o estado i n t e r n o , mientras que los mensajes verbales estánm á s asociados con el proceso cognitivo. La comunicación noverbal es más «primitiva» y constituye la modalidad primordialque utilizan los d e m á s animales para comunicarse entre sí (y no- Tono vocal Estadosotros con ellos). Si p r o n u n c i a m o s las palabras «¡Perrito bue- de frustración interno de duda:no!» en u n tono d e voz irritado y amenazador, n o hay duda de «Metamensaje» «Debo estarq u e la respuesta primaria del can atenderá m á s al tono que al no verbal i haciendo algo mal»c o n t e n i d o d e nuestras palabras. Mensa/e recibido Los metamensajes no verbales influyen en gran medida e n los e s t a d o s i n t e r n o s y la interpretación del receptor del mensaje verbal
  • 220 EL PODER DE LA PALABRA 8 En general, solemos fijarnos preferentemente en los aspec-tos verbales d e la comunicación, y nos pasa inadvertida la parten o verbal de ésta. Al trabajar con El poder de la palabra es funda-mental prestar atención al metamensaje n o verbal que acompañaa las palabras. Las palabras correctas, p r o n u n c i a d a s con el tono Virus mentalesde voz inapropiado, o con la expresión facial inadecuada, suelenp r o d u c i r el efecto contrario del deseado. y la metaestructura de creencias El grado d e congruencia entre n u e s t r o s mensajes n o verba-les y nuestras palabras procede, en primera instancia, de nuestrapropia congruencia con lo q u e estemos diciendo, es decir, de lacongruencia entre el «mensaje» y el «mensajero». Por consi-guiente, el estado i n t e r n o en el que estemos c u a n d o hablamos estan importante c o m o el d e quien nos escucha. Aprender a obser-var los indicadores n o verbales, así c o m o a prestar más atencióna n u e s t r o propio estado interno, p u e d e a y u d a r n o s a incrementaren g r a n medida nuestra eficacia al utilizar El poder de ¡a palabrapara influir positivamente e n otras personas.
  • Metaestructura de creenciasA lo largo d e este libro h e m o s explorado u n a serie d e d i m e n s i o -nes de nuestra experiencia sobre las q u e nuestras creencias in-fluyen, y que a su vez están implicadas en la formación y el man-tenimiento de creencias. Nuestra e x p e r i e n c i a sensorial es la q u e nos proporciona lasmaterias primas c o n las que c o n s t r u i m o s n u e s t r o s m a p a s delmundo. Las creencias s o n generalizaciones extraídas de los datosde nuestra experiencia, p o r lo general actualizadas y corregidaspor la propia experiencia. Necesariamente, en su calidad de m o -delo para nuestra experiencia, las creencias s u p r i m e n y distor-sionan los aspectos d e la experiencia para cuya representaciónhan sido desarrolladas. Ello les confiere el potencial tanto paralimitarnos c o m o para p o t e n c i a r n o s . Los valores d a n sentido a nuestras creencias y a nuestra ex-periencia. Constituyen las «intenciones positivas» d e m á x i m o ni-vel para cuyo apoyo o reflejo h a n sido establecidas las creencias.Las creencias conectan los valores c o n la experiencia a través dedeclaraciones d e «causa-efecto» y de «equivalencia compleja». Las expectativas p r o p o r c i o n a n la motivación necesaria parael mantenimiento de d e t e r m i n a d a generalización o creencia. Lasconsecuencias concretas q u e u n a creencia o generalización pro-duce determinan su utilidad. El estado i n t e r n o actúa c o m o filtro, tanto para la experien- como para el ímpetu de nuestras acciones. Nuestros estadosp e r n o s son a m e n u d o la base sobre la que se apoya determina- creencia o generalización, d e t e r m i n a n d o la energía emocional ruda en el m a n t e n i m i e n t o de la creencia.
  • 224 EL PODER DE LA PAIAISRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 225 Las interconexiones entre estos diversos c o m p o n e n t e s cons- Las creencias saludables m a n t i e n e n su conexión c o n todastituyen lo q u e Richard Bandler d e n o m i n a el «tejido de la reali- estas dimensiones. Nuestras creencias c a m b i a n y se actualizan adad» . La función de n u e s t r a s creencias consiste en proporcionar sí mismas a medida q u e e x p e r i m e n t a m o s cambios en los valores,los vínculos fundamentales entre estos distintos elementos que las expectativas, los estados internos, así c o m o a m e d i d a q u e vi-conforman n u e s t r o mapa del m u n d o . vimos nuevas experiencias. C o n s i d e r e m o s el caso del niño que aprende a m o n t a r en bi- Las creencias limitadoras p u e d e n surgir como resultado delcicleta. Una creencia potenciadora c o m o , p o r ejemplo, «Puedo cambio d e u n o cualquiera d e estos c o m p o n e n t e s a u n a formula-aprender» sirve para u n i r valores clave asociados c o n el aprendi- ción negativa o «marco-problema». Una vez establecidas, laszaje — c o m o «diversión» y «mejora de. sí m i m o » — con u n esta- creencias limitadoras ejercen su influencia sobre otro c o m p o -d o i n t e r n o de «confianza» y c o n la expectativa d e q u e «cada vez nente o sobre todos ellos. Por ejemplo, s u p o n g a m o s que el cha-lo h a r é mejor». Todo ello proporciona al n i ñ o la motivación y el val que está a p r e n d i e n d o a m o n t a r en bici tiene u n a h e r m a n aí m p e t u necesarios para seguir p r o b a n d o , a u n q u e al principio se que ya sabe. Si b i e n ese ejemplo p u e d e constituir para él u n acaiga a m e n u d o . A m e d i d a que experimenta períodos cada vez fuerte motivación, también p u d e s u c e d e r q u e le m u e v a a desa-m á s largos d e m a n t e n i m i e n t o del equilibrio antes de caerse, se rrollar expectativas exageradas. Habida cuenta d e que su actua-refuerza en él la generalización d e que « p u e d o a p r e n d e r » , junto ción no se corresponderá c o n estas expectativas, tal vez el chicocon el estado d e confianza, la expectativa d e mejora y los valores pase a u n marco problema o a u n marco fracaso, q u e lo conduci-d e diversión y mejora de sí m i s m o . rán a u n estado interno d e frustración. Además de p r o d u c i r sen- timientos i n c ó m o d o s , ese estado i n t e r n o negativo afectará al ren- dimiento del m u c h a c h o , haciendo que se caiga más a m e n u d o . Puede que entonces el chaval comience a construir la expectati- va de que «me volveré a caer», a l i m e n t a n d o de este m o d o u n a profecía que se refuerza a sí misma. P o r fin, para evitar las reite- radas incomodidades y frustraciones, es probable que establezca la creencia de q u e « n u n c a p o d r é m o n t a r en bici» y deje de ha- cerlo para siempre. de equilibrio I antes de caerse w Experiencia (Estímulo sensorial) Nuestras creencias son generalizaciones que u n e n experiencias,v a l o r e s , e s t a d o s i n t e r n o s y e x p e c t a t i v a s , f o r m a n d o a s í n u e s t r o tej" d e la realidad
  • 226 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 227 Deseo de evitar éxito continúa, acabará invirtiendo su anterior creencia negativa, mas frustración e incomodidad reencuadrándola d e forma natural. Cada vez estará m á s «abierto f Valores a creer» q u e p u e d e a p r e n d e r a m o n t a r en bici, así c o m o m á s ( (Intenciones ) «abierto a d u d a r » de las limitaciones percibidas con anterio- ^ positivas) y ridad. Virus mentales Creencias Las creencias limitadoras surgen de las generalizaciones, las su- ExpectativasS (Generalizaciones) presiones y las distorsiones q u e h a n sido colocadas en u n «mar- (Consecuencias) «Nunca podré anticipadas) co-problema», u n «marco-fracaso» o u n «marco-imposibilidad». montar bici» Tales creencias se t o r n a n a ú n m á s limitadoras y difíciles d e cam- «Me volveré a caer» biar cuando estamos separados de las experiencias, d e los valo- Supresión res, de los estados internos y de las expectativas d e las q u e en ori- Distorsión gen dichas creencias derivaron. C u a n d o eso sucede, la creencia llega a ser percibida c o m o u n a especie d e «verdad» disociada Experiencia acerca de la realidad. Ello c o n d u c e a la p e r s o n a a c o m e n z a r a ver (Estímulo sensorial) la creencia c o m o «el territorio», en lugar d e c o m o u n mapa más cuyo propósito consiste en a y u d a r n o s a transitar p o r u n a parte Caerse y hacerse daño de nuestro c a m p o d e experiencias. Esta situación se vuelve a ú n Las creencias limitadoras crean un «marco-problema» más exagerada c u a n d o la creencia limitadora n o la h e m o s cons- truido nosotros a partir d e nuestra experiencia, sino q u e n o s ha C u a n d o las creencias y las generalizaciones limitadoras per- sido impuesta p o r otros.m a n e c e n conectadas a las intenciones y las experiencias a partir Una presuposición fundamental en Programación Neurolin-de las cuales fueron establecidas, las supresiones y las correccio- güística consiste en q u e cada cual tiene su p r o p i o mapa del m u n -nes se actualizan y corrigen c o m o resultado de n u e v a s experien- do. Los m a p a s de las personas s o n m u y distintos entre sí, segúncias, d e cambios en el estado i n t e r n o y de la revisión de expecta- sean sus antecedentes, su sociedad, su cultura, su formación pro-tivas. Los n u e v o s d a t o s o «contraejemplos» q u e n o encajen con fesional y su historia personal. En g r a n medida, la PNL se ocupala generalización conducirán a la persona a reconsiderar la vali- de cómo tratar el h e c h o de q u e , efectivamente, cada cual tiene sudez de su creencia Imitadora. propio mapa del m u n d o . U n o d e los retos m á s i m p o r t a n t e s d e Si u n chaval q u e ha consolidado la generalización de q u e nuestra vida consiste en coordinar n u e s t r o mapa del m u n d o con«nunca p o d r é m o n t a r en bici» es estimulado y apoyado par 2 s de los d e m á s . l oc o n t i n u a r p r o b á n d o l o (y logra percibir su «fracaso» como una Por ejemplo, las personas tienen distintas creencias acerca«realimentación»), llegará en su m o m e n t o a m a n t e n e r el equiü" de las capacidades sanadoras del c u e r p o , así c o m o sobre q u é sebrío y c o m e n z a r á a tener algunos éxitos. Por lo general, eso le «debería hacer» y q u é « n o se debería hacer» en relación c o n lahará pensar: «Bueno, tal vez d e s p u é s de todo sí aprenderé». S i e l u d de u n o m i s m o y d e los d e m á s . Tienen s u s p r o p i o s S a mapas
  • 228 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 229acerca d e lo q u e es posible en relación con la sanación física y v S de la creencia limitadora típica, que p u e d e ser actualizada o co-ven su vida de a c u e r d o con esos m a p a s . En ocasiones estos ma- rregida c o m o resultado d e la experiencia, los virus mentales sepas resultan m u y limitadores, y c o n d u c e n a confrontaciones y basan en presuposiciones n o explicitadas q u e , p o r lo general,conflictos entre creencias. suelen ser otras creencias limitadoras. C u a n d o eso sucede, el vi- C o n s i d e r e m o s , p o r ejemplo, a u n a mujer q u e , tras descubrir rus mental se convierte en su propia y única «realidad» de vali- q u e tiene u n cáncer d e m a m a metastásico, comienza a averiguar dación, en lugar d e servir a u n a realidad mayor. qué p u e d e hacer para ayudar m e n t a l m e n t e a su propia curación. Su m é d i c o le ha dicho: «Todas esas historias sobre la sanación / Valores c u e r p o - m e n t e n o s o n m á s que palabrerías», y q u e , probablemen- ( (Intenciones ) te, acabarán p o r «volverla loca». N o se trata, evidentemente, de >positivas) J una creencia a la q u e la paciente haya llegado p o r su propia ex- periencia, pero tratándose de su m é d i c o , las creencias de éste ejercen u n a gran influencia sobre las decisiones que ella t o m e enrelación con su propia salud. Tanto si le gusta c o m o si n o , se ten- drá que c o n t e n t a r c o n la creencia del m é d i c o c o m o factor d e sup r o p i o sistema d e creencias, del m i s m o m o d o q u e cualquiera tendría q u e asumir estar expuesto a los gérmenes si estuvieraj u n t o a u n a persona afectada p o r alguna enfermedad infecciosa. Observa que la creencia expresada p o r el m é d i c o está expre-sada en u n marco problema y n o está conectada c o n n i n g u n a in-tención positiva, dato sensorial, estado i n t e r n o , n i consecuenciaesperada o deseada en relación c o n la aceptación de la misma. (Estímulo sensorial)Está tan sólo presentada c o m o «así s o n las cosas». Por consi-guiente, n o resulta fácil examinar la validez o la utilidad de esacreencia. La mujer queda en u n a posición en la q u e o b i e n se Un «virus del pensamiento» es una creencia que ha quedadom u e s t r a d e a c u e r d o c o n su m é d i c o (aceptando, p o r consiguien- desconectada de los demás procesos cognitivos y empíricos a partirte, la creencia limitadora) o bien se enfrenta a él, lo cual proba- de los cuales fue construidablemente p r o d u c i r á consecuencias negativas en s u s esfuerzos oen los de otras personas para que su salud mejore. Así p u e s , n o es fácil corregir o actualizar los virus mentales Esta clase de creencia, sobre todo c u a n d o se presenta como el mediante datos o contraejemplos n u e v o s , p r o c e d e n t e s d e las ex-«mapa correcto del m u n d o » , acaba convirtiéndose en lo que de- periencias. En lugar de ello, hay q u e recurrir a identificar y trans-n o m i n a m o s u n «virus mental», que n o es sino u n a clase particu- formar las d e m á s creencias y presuposiciones en las que se basalar de creencias limitadoras, susceptibles d e interferir seriamente el virus (y q u e lo m a n t i e n e n en su sitio). Sin embargo, estas otrasc o n los esfuerzos p r o p i o s o ajenos para sanar o mejorar. creencias y presuposiciones n o s o n a m e n u d o evidentes e n la es- En esencia, u n virus mental ha p e r d i d o toda c o n e x i ó n con la tructura superficial de la creencia.«metaestructura» circundante, que proporciona el contexto y el S u p o n g a m o s que la paciente d e n u e s t r o ejemplo trabajarapropósito a la creencia y d e t e r m i n a su «ecología». A diferencia como enfermera de u n m é d i c o generalista y q u e éste, en lugar d e
  • 230 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 231decirle, c o m o el especialista, q u e está h a c i e n d o el t o n t o , le dice ma de matarlo. N o se le p u e d e e n v e n e n a r o destruir p o r q u e n oen privado: «¿Sabe? Si d e veras le i m p o r t a su familia n o debería está vivo. Penetra en las células del «anfitrión» q u i e n , si n o estádejarla sin prepararla». A u n q u e en principio esta amonestación inmunizado contra él, le ofrece sin saberlo u n «hogar» e inclusoparezca m e n o s violenta q u e decirle que todo eso «no son más lo ayuda a reproducirse y a generar más virus.que palabrerías», e n realidad refleja m u c h o más u n potencial vi- (Todo ello contrasta con el caso de las «bacterias», que sírus mental. Debido a que u n a b u e n a parte del significado del son células vivas que p u e d e n ser destruidas, p o r ejemplo, c o nmensaje es implícito y n o expresado, resulta a ú n más difícil de antibióticos. Sin embargo éstos resultan inútiles contra los virus.reconocer q u e «no es m á s que su opinión». Tal vez la mujer Habida cuenta d e q u e las bacterias son células q u e se autolimi-piense: «Sí, me importa mi familia, y n o , n o la pienso dejar sin tan, no «invaden» n i asaltan las células de nuestro c u e r p o . Algu-prepararla». Pero lo que n o está en la superficie, lo que n o está nas de ellas s o n parasitarias y llegan a ser perjudiciales si su n ú -explícitamente expresado, es q u e ese «dejarla» significa en reali- mero rebasa ciertas proporciones, pero gran parte d e ellas sond a d «usted va a morir». La implicación d e la frase consiste en que beneficiosas y d e h e c h o necesarias para el c u e r p o , p o r ejemplo,«debería dejarse d e tonterías y prepararse para morir», o de lo para poder digerir n u e s t r o s alimentos.)contrario todavía se lo p o n d r í a más difícil a su familia. Si de ve- Un «virus informático» se parece a u n virus biológico enras le importa su familia, n o vaya p o r ahí tratando de ponerse que n o es u n p r o g r a m a completo en sí m i s m o . N o tiene «cono-bien, p o r q u e eso la dejaría sin preparar. cimiento» acerca d e d ó n d e pertenece en el o r d e n a d o r o d e qué Lo que convierte esto d e tal m o d o en un virus mental po- partes de la m e m o r i a están libres y accesibles para él, n o tiene nitencial es que implica q u e el m o d o «correcto» y único de ser una idea de la «ecología» del o r d e n a d o r q u e invade n i n i n g u n a per-m a d r e y esposa b u e n a y amorosa consiste en aceptar q u e te vas a cepción de su identidad con respecto al resto de la p r o g r a m a c i ó nm o r i r y en prepararte a ti m i s m a y a tu familia para esa realidad del equipo. Su ú n i c o propósito consiste tan sólo en reproducirseinevitable. Implica que tratar de recuperar la salud cuando la sin parar y hacerse cada vez mayor. Puesto que n i reconoce nipropia m u e r t e es tan i n m i n e n t e significa, en esencia, ser egoísta respeta los límites de los programas y datos del ordenador, escri-y n o preocuparse p o r la familia. Hacerlo generaría falsas espe- be sobre ellos i n d i s c r i m i n a d a m e n t e , b o r r á n d o l o s y reemplazán-ranzas, podría malgastar recursos financieros y acabaría provo- dolos por sí m i s m o . Eso causa q u e el o r d e n a d o r funcione mal yc a n d o frustración y tristeza. provoque graves errores. Tales «virus mentales» p u e d e n «infectar» la m e n t e y el sis- El «virus mental» es, pues, parecido a los otros tipos de virus.t e m a nervioso, exactamente igual que los virus en el cuerpo o en No es una idea completa y coherente que encaje con el sistema ma-u n sistema informático los infectan y provocan confusión y mal yor de ideas y creencias d e la persona y los apoye orgánicamente defuncionamiento. Del m i s m o m o d o q u e la programación de un forma saludable. Es u n a creencia o u n pensamiento concreto sus-o r d e n a d o r o d e u n c o n j u n t o d e ordenadores p u e d e ser dañado ceptible de generar confusión o conflicto. Los pensamientos y lasp o r u n «virus informático», n u e s t r o s sistemas nerviosos son per- creencias individuales n o tienen «poder» p o r sí mismos. Sólo co-fectamente susceptibles d e ser «infectados» y dañados por los bran «vida» cuando alguien actúa sobre ellos. C u a n d o u n a persona«virus mentales». decide actuar según una determinada creencia, o dirigir sus accio- En términos biológicos, u n «virus» es en realidad u n frag- nes según u n determinado pensamiento, esa persona les infundem e n t o de material genético. Nuestro código genético constituye «vida». Es entonces c u a n d o se «autorrealizan».n u e s t r o programa «físico». U n virus es u n a porción i n c o m p l e 13 Por ejemplo, la mujer del caso real antes citado vivió doced e «programa». No es realmente u n ser vivo, p o r eso n o hay f ° r a n o s más de lo q u e s u s médicos habían pronosticado, en gran
  • 232 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 233medida gracias a que decidió no interiorizar las creencias limita- entre las células sanas del cuerpo.) Las creencias limitadoras ydoras de los facultativos. El médico para el que trabajaba le los virus mentales deben ser tratados de forma parecida a la queanunció que, con suerte, podría vivir unos dos años, aunque el cuerpo emplea con los virus físicos, o el ordenador con los in-se lo dijo en términos de meses e incluso semanas. La mujer dejó formáticos: reconociéndolos, inmunizándose ante ellos y no de-de trabajar para él y vivió muchos años más libre de síntomas de jándoles espacio en el sistema.cáncer. Sin embargo, unos años después de que hubiera abando- Los virus no sólo afectan a las personas y a los ordenadoresnado a su anterior jefe, éste enfermó gravemente, aunque el es- «débiles», «estúpidos» o «malos». El «anfitrión» es en principiotado de su enfermedad no era tan avanzado como el de su anti- «engañado» por el virus porque éste aparenta encajar en el siste-gua enfermera. La respuesta de aquel médico consistió en ma o bien ser inofensivo. Por ejemplo, nuestro «código» genéti-quitarse la vida. Por si fuera poco, convenció a su mujer para que co es una especie de programa que funciona algo más o menoshiciera lo propio, o tal vez lo hizo él con sus propias manos (el así: «Cuando haya A y B, haz C» o, «Si algo tiene la estructuracaso nunca llegó a aclararse del todo). ¿Por qué? Porque estaba "AAABACADAEAF", entonces pertenece a esta localización».convencido de que su muerte era inminente e inevitable y no la Una de las funciones del sistema inmunitario consiste e n verifi-quería «dejar sin prepararla». car los códigos de diversas partes de nuestro cuerpo, así c o m o Lo cierto es que un virus mental puede conducir a la muer- todo lo que entra en él para garantizar su salubridad y su perte-te con tanta certeza c o m o el del SIDA. Puede matar a su «anfi- nencia al conjunto. En caso contrario, el agente extraño es «ex-trión» y contaminar a quienes éste pueda «infectar». Piensa si no pulsado» o reciclado. Si el cuerpo y su sistema inmunitario sone n cuántas personas han sido asesinadas en tantas «limpiezas ét- «engañados» por un virus c o m o el del SIDA, por ejemplo, esnicas» y «guerras santas». Es incluso posible que la forma de ma- porque la estructura de éste se asemeja e n m u c h o s aspectos allar del virus del SIDA sea a través de los virus mentales que lo código de nuestras propias células (una modalidad de «acompa-acompañan. ñamiento y conducción» a nivel celular). De hecho, los huma- nos y los chimpancés son las únicas criaturas cuya estructura ge- Lo relatado no implica que aquel médico fuera bajo ningún nética se asemeja lo suficientemente a la del virus del SIDA c o m oconcepto una mala persona. Desde la perspectiva de la Progra- para poder ser infectada («acompañada») por el virus.mación Neurolingüística, el problema no era él, sino su creencia,su «virus». En realidad, el hecho de que se quitara la vida puede Como ejemplo, supongamos que el código genético de unaentenderse c o m o un acto final de integridad para alguien con persona tiene el patrón «AAABACADAEAF» y el de un virus esaquella creencia. Lo que hay que enjuiciar críticamente son las «AAABAOAPEAF», que parece en ciertas partes similar al del in-creencias, no las personas. dividuo. Si se verifican únicamente las primeras letras, el código Un virus mental no puede ser destruido, tan solo ser reco- parece idéntico y al organismo se le permite la entrada en elnocido y neutralizado o filtrado fuera del sistema. No puedes cuerpo. Otra forma que el virus tiene de engañar al sistema in-matar una «idea» o una «creencia» porque no están vivas. Por munitario consiste en revestirse de una envoltura de proteínasotro lado, matar a la persona que ha actuado en función de una uiocuas, algo así c o m o el caballo de Troya, en cuyo caso el siste-idea o de una creencia tampoco las destruye. Siglos de guerra y ma inmunitario no percibe entonces nada alarmante.de persecución religiosa lo demuestran. (La quimioterapia fun- En cierta medida, todo eso se asemeja a la afirmación delciona en cierto m o d o c o m o la guerra. Destruye células infecta- médico de que «Si de veras le importa su familia no debería de-das, pero ni sana el cuerpo ni lo protege contra el virus. Además, jar de prepararla». En apariencia no hay nada obviamente perju-inflige un numero relativamente considerable de «bajas civiles» dicial en ella; de hecho, parece que encaja con los valores positi-
  • 234 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 235vos de «importar» y «estar preparado». Sin embargo, el contex- rus con m a y o r extensión y profundidad. Por ejemplo, h e m o sto en el que se p r o n u n c i a y lo q u e n o se dice, pero se presupone conseguido eliminar virtualmente la viruela de la faz del planeta,o se a s u m e , la convierten en letal. pero n o lo h e m o s logrado d e s t r u y e n d o al virus causante d e esa Es i m p o r t a n t e recordar que u n virus (biológico, informático enfermedad. Éste sigue presente en el m e d i o . Tan sólo le h e m o so m e n t a l ) n o tiene ni inteligencia ni i n t e n c i ó n respecto al siste- enseñado a n u e s t r o sistema i n m u n i t a r i o sistemas para reconocerma en el que penetra. Una declaración d e creencia, p o r ejemplo, a ese virus. Te p o n e s la vacuna y de r e p e n t e tu c u e r p o dice:n o es más q u e u n conjunto d e palabras hasta que le damos «Mira, ese virus n o m e pertenece», y eso es todo. Repito que las«vida» a través de los valores, los estados internos, las expectati- vacunas no m a t a n virus, sino que a y u d a n al organismo a r e c o n o -vas y las experiencias que relacionamos con estas palabras. De cer con mayor claridad lo que es tuyo y lo q u e n o lo es, qué es loforma parecida, u n virus biológico sólo resulta perjudicial cuan- que pertenece al c u e r p o y qué es lo que n o le pertenece.d o el c u e r p o le permite la entrada y lo confunde consigo mismo. De forma parecida, seleccionar u n archivo en el disco duroLa infección vírica n o es ni automática ni inevitable. Iodos he- del ordenador y m a n d a r l o «a la papelera» para ser eliminadom o s pasado s e g u r a m e n t e p o r experiencias en las que hemos constituye u n a solución final, pero n o tan violenta c o m o «lu-estado «expuestos» a los virus de la gripe o del resfriado, sin in- char» con el virus y «matarlo». Es algo q u e h a c e m o s n o tan sólofectarnos p o r q u e n u e s t r a s defensas estaban «en guardia». La va- para proteger n u e s t r o s equipos, sino también para actualizar yc u n a c i ó n contra u n v i r u s específico consiste, e n esencia, en en- reemplazar c o n n u e v a s versiones los p r o g r a m a s que se van que-señar al sistema i n m u n i t a r i o a reconocer el virus y a reciclarlo o dando anticuados.a expulsarlo del cuerpo. El sistema i n m u n i t a r i o n o aprende a Obviamente, lo dicho n o constituye u n a invitación a salir pormatar el virus p o r q u e éste n o es u n ser vivo. (Es cierto que las ahí a «borrar» t o d o s los p e n s a m i e n t o s limitadores. De hecho, eld e n o m i n a d a s «células T asesinas» del sistema i n m u n i t a r i o hu- énfasis prioritario estriba en tomarse el tiempo necesario para ex-m a n o s o n capaces de destruir células y tejidos de n u e s t r o cuerpo plorar la c o m u n i c a c i ó n o la intención positiva del síntoma. Mu-infectados p o r u n virus, p e r o , c o m o e n el caso d e la quimiotera- chas personas tratan simplemente de librarse de sus síntomas, ypia, su acción atiende más al síntoma que a su causa. En una in- experimentan en ello grandes dificultades tan sólo p o r q u e n o ha-m u n i z a c i ó n completa, las células s i m p l e m e n t e n o llegan a infec- cen ningún esfuerzo p o r prestar atención a su situación y com-tarse n u n c a . ) Por ejemplo, u n programa informático «antivirus» prenderla. Reconocer y distinguir u n «virus» requiere a m e n u d on o destruye partes del ordenador, sino que reconoce el programa una buena dosis de sabiduría.vírico y lo b o r r a de la m e m o r i a del disco d u r o . A m e n u d o , lo que Sanar u n «virus mental» implica profundizar y enriquecerhacen estos programas es expulsar el disco c o n t a m i n a d o al de- nuestros m a p a s m e n t a l e s para conseguir de este m o d o más o p - tectar algún virus, de manera q u e el o r d e n a d o r n o sufra ningún ciones y perspectivas. La sabiduría, la ética y la ecología n o deri-riesgo. van de estar en posesión del mapa del m u n d o «exacto» o «co- De forma parecida, al i n m u n i z a r s e ante d e t e r m i n a d o virus, rrecto», sencillamente p o r q u e ningún h u m a n o p u e d e aspirar ael sistema i n m u n i t a r i o del c u e r p o mejora su «educación» p a r a eso- El objetivo consiste en crear u n mapa lo más rico posible,reconocer y seleccionar ese virus. Del m i s m o m o d o q u e una niña que respete la naturaleza sistémica y la ecología, tanto d e noso-o u n niño q u e a p r e n d e n a leer s o n cada vez más capaces d e dis- tros mismos c o m o d e l m u n d o en el q u e vivimos. A medida q u ecriminar patrones de letras, el sistema i n m u n i t a r i o mejora su ca- nuestro m o d e l o del m u n d o se e x p a n d e y enriquece, lo hace tam-pacidad de reconocimiento y selección de los distintos patrones n la percepción q u e t e n e m o s de nuestra identidad y d e n u e s - l een los códigos genéticos de los virus. Verifica el programa del vi- ra misión. El sistema i n m u n i t a r i o del c u e r p o es su m e c a n i s m o
  • 236 EL PODER DE LA PAI-ABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 237para clarificar y m a n t e n e r la integridad de su propia identidad fí- procede del latín y significa literalmente «poner debajo», de subsica. El p r o c e s o d e i n m u n i z a c i ó n implica sobre todo q u e este sis- («debajo») y poneré ( « p o n e r » ) .tema aprenda más acerca d e lo q u e forma parte de nuestro ser fí- Las presuposiciones lingüísticas se p r o d u c e n c u a n d o , parasico y lo que no. De forma parecida, la i n m u n i z a c i ó n ante un que una afirmación concreta tenga sentido, cierta información ovirus mental implica la clarificación, la congruencia y la alinea- determinadas relaciones tienen que ser aceptadas c o m o verdade-ción del sistema d e creencias de cada cual, en relación c o n nues- ras. Por ejemplo, para c o m p r e n d e r la afirmación: «Tan p r o n t otra identidad y nuestra misión, tanto en el aspecto fisiológico como dejes d e sabotear n u e s t r o s esfuerzos terapéuticos, estare-c o m o en el «espiritual». mos en condiciones de lograr algo más d e progreso», h a y que C o m o conclusión, las técnicas d e El poder de la palabra nos asumir que la persona a la que se dirige esta afirmación ha esta-permiten tratar con las creencias limitadoras y los virus mentales do, en efecto, tratando de sabotear los esfuerzos terapéuticos d ed e u n m o d o que se asemeja más a la vacunación que a la quimiote- quienes la atienden. La afirmación p r e s u p o n e también que serapia. Muchos d e los principios y técnicas d e Programación Neuro- está intentando alguna clase de esfuerzo terapéutico, así c o m olingüística — c o m o los que incluyen los patrones de El poder de la que se ha logrado al m e n o s algún grado de progreso. De formapalabra— pueden considerarse como una modalidad de «vacuna» parecida, la afirmación: «Puesto que n o nos dejan otra alternati-que ayuda a las personas a inmunizar sus «sistemas de creencias» va, tendremos q u e recurrir a la violencia», p r e s u p o n e que real-frente a determinados «virus mentales». Diluyen las creencias limi- mente n o existe otra alternativa, así c o m o que s o n «ellos» quie-tadoras y los virus mentales restableciendo su conexión con los va- nes determinan q u e la h a y a o n o .lores, las expectativas, los estados internos y las experiencias, si- Las verdaderas presuposiciones lingüísticas deben ser con-tuándolos d e nuevo en el contexto d e m o d o que pueden ser trastadas con las suposiciones y las inferencias. Una presuposi-actualizados de forma natural. ción lingüística es algo q u e está abiertamente expresado e n el propio cuerpo d e la declaración y que debe ser «supuesto» o aceptado para que la frase o el p r o n u n c i a m i e n t o tengan sentido.Presuposiciones Por ejemplo, en la pregunta: «¿Has dejado d e practicar ejercicio con regularidad?», la utilización de la palabra dejado implica que Uno de los principales factores que i m p i d e n que u n virus mental el preguntado ya practicaba ejercicio regularmente antes. La pre- sea actualizado o corregido de forma natural por datos y contra- gunta, en cambio: «¿Practicas ejercicio c o n regularidad?», n o ejemplos nuevos, procedentes d e nuestra experiencia, es que contiene esa presuposición. partes significativas d e la creencia se p r e s u p o n e n y n o son explí- Conclusiones c o m o «El q u e habla cree que el ejercicio es c i t a m e n t e expresadas en la creencia. Para q u e el virus mental sea unportantc» o «El que habla n o está familiarizado con los hábi- actualizado o corregido, será necesario identificar, hacer que tos de ejercicio del p r e g u n t a d o » n o están p r e s u p u e s t a s p o r las afloren a la superficie y examinar las d e m á s creencias y presupo- preguntas. Son suposiciones e inferencias que p o d r í a m o s extraer siciones en las q u e el virus se basa. e la pregunta, pero que n o están implícitas en ella misma. Las presuposiciones están relacionadas con las u c e n c i a s in- Considera las siguientes afirmaciones: conscientes o suposiciones, embebidas en la estructura d e un p r o n u n c i a m i e n t o , d e u n a acción o de otra creencia, y son nece- Los autoridades impidieron que los manifestantes marcha- sarias para q u e éstas tengan sentido. Según el diccionario, presu- " porque temían la violencia. ra p o n e r significa «suponer de a n t e m a n o » . El t e r m i n o «suponer»
  • 238 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 239 Las autoridades impidieron que los manifestantes marcha- rectamente. Es decir, la interlocutora podría responder: «No son ran porque predicaban la violencia. palabrerías, y no m e v a n a volver loca». En la s e g u n d a afirmación, la generalización y el juicio fun- A m b a s frases tienen exactamente la m i s m a estructura, a ex- damentales n o aparecen en la estructura superficial d e la frase,cepción de las palabras «temían» y «predicaban». Sin embargo, por lo q u e n o p u e d e n ser negadas o refutadas directamente. Parasegún cuál d e las dos utilicemos, asumiremos q u e el sujeto que hacerlo habría q u e decir algo así: «No m e importa mi familia y«teme» o «predica» son las «autoridades» o los «manifestantes». no la voy a p r e p a r a r » , lo cual sonaría bastante raro y, d e todosEs más probable q u e p e n s e m o s que sean las autoridades las que modos, n o trataría c o n las suposiciones e inferencias q u e real-teman la violencia y los manifestantes quienes la prediquen, pero mente hacen d e la afirmación u n a creencia limitadora (a saber,eso n o está en absoluto p r e s u p u e s t o p o r la propia afirmación, que te vas a m o r i r y que lo mejor q u e p u e d e s hacer es preparar-sino q u e es a s u m i d o p o r q u i e n e s la oímos. Lo ú n i c o que ambas te para ello y acabar c u a n t o antes para n o molestar a los d e m á s ) .frases p r e s u p o n e n es que u n o s manifestantes querían desfilar. Para tratar d e u n a m a n e r a eficaz con esta s e g u n d a afirma-Eso es todo. ción, lo primero que hay que hacer es sacar a la superficie s u s La inferencia relacionada con a m b a s frases podría ser que presuposiciones, s u s suposiciones y s u s inferencias. Tan sólo«los manifestantes y las autoridades eran g r u p o s diferentes de cuando éstas hayan sido cuestionadas y se hayan e x a m i n a d o s u spersonas». La inferencia está relacionada c o n las conclusiones intenciones positivas, s u s expectativas, s u s estados interiores ylógicas realizadas sobre la base de la información proporcionada las experiencias a partir d e las cuales la creencia se formó, p o -p o r la afirmación. Habida cuenta de que las presuposiciones, las drán ser exploradas, evaluadas y «reencuadradas».s u p o s i c i o n e s y las inferencias n o aparecen e n la e s t r u c t u r a su- En el caso d e los dos médicos, la paciente fue aconsejada p o rperficial d e determinada afirmación o creencia, se hace más difí- una practicante d e PNL, que trató de dilucidar las intencionescil identificarlas y tratarlas directamente. Consideremos las creen- positivas de ambas afirmaciones, en lugar d e centrarse en ellascias de los dos médicos mencionados en el ejemplo de la paciente mismas. Llegó a la conclusión de que la intención positiva d e lade cáncer: primera afirmación («Todas esas historias sobre la sanación cuer- po-mente no son más que palabrerías que, probablemente, acabarán «Todas esas historias sobre la sanación cuerpo-mente no por volverla loca») consistía en «no ser t o n t a » . F o r m u l a d a en po- son más que palabrerías que, probablemente, acabarán por sitivo, la misma intención se convertía en «actuar sabiamente, volverla loca.» inteligentemente y s a l u d a b l e m e n t e » . La paciente r a z o n ó que no tomar todos los c a m i n o s posibles d e sanación q u e se le presenta- «Si de veras le importa su familia no debería dejar de pre- ran n o sería ni sabio, n i inteligente n i saludable, sobre todo si ha- pararla. » cerlo n o interfería con los d e m á s tratamientos. También se per- cató de q u e , probablemente, el facultativo n o hablaba p o r su En la primera d e ellas, los juicios y las generalizaciones propia experiencia, p o r haber probado y rechazado él m i s m o losesenciales se e n c u e n t r a n en la estructura superficial de la frase, métodos « c u e r p o - m e n t e » , sino que lo más probable es que lo hi-a u n c u a n d o la intención, las experiencias, las expectativas y el ciera a través de s u s filtros mentales c o m o licenciado en medici-estado i n t e r n o d e los q u e derivan la generalización y los juicios na. Se dio cuenta d e que, en realidad, su m é d i c o se sentía com-h a n sido s u p r i m i d o s . Las declaraciones de «equivalencia com- pletamente p e r d i d o c o n esos m é t o d o s . De m o d o que concluyópleja» y d e «causa-efecto» p u e d e n ser negadas o rechazadas di- que explorar los m é t o d o s de sanación c u e r p o - m e n t e con sabidu-
  • 240 El. PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 241ría, podría realmente dar respuesta a la intención positiva n o ex- C o m o ya h e m e n c i o n a d o , el otro facultativo acabó suicidán-plicitada del facultativo, oculta tras la creencia en apariencia ne- dose al verse enfrentado a u n a enfermedad grave pocos a ñ o s des-gativa de éste. pués d e haber p r o n u n c i a d o su famosa frase, víctima d e s u s pro- La paciente respondió d e forma parecida a la afirmación del pio virus m e n t a l y d e s u s presuposiciones.otro médico. D e t e r m i n ó q u e su i n t e n c i ó n positiva de su creencia E n r e s u m e n , c u a n t a s más presuposiciones contenga la frase,(«Si de veras le importa su familia no debería dejar de prepararla») más potencial tiene para convertirse en u n «virus». Sin embargo,consistía en última instancia en aceptar su destino y actuar eco- es i m p o r t a n t e recordar que n o todos los virus s o n perjudiciales.lógicamente con respecto a su familia. También reconoció que su De hecho, la ingeniería genética m o d e r n a utiliza incluso virusdestino estaba en m a n o s d e Dios y de ella m i s m a y q u e (a pesar especiales para «empalmar» genes. De forma parecida, las presu-d e lo que él pudiera p e n s a r de sí m i s m o ) el m é d i c o n o era Dios y posiciones y las inferencias también p u e d e n transmitir mensajesq u e , p o r consiguiente, n o podía conocer su destino. La mujer positivos. Lo que sucede es q u e las presuposiciones lingüísticasconcluyó q u e u n a d e las mejores maneras en q u e podía «prepa- reducen s i m p l e m e n t e el potencial para el análisis directo.rar» a s u s hijos para tratar con u n a enfermedad grave consistía Recordemos el comentario del m é d i c o citado en el Capítu-en ser ella misma u n b u e n m o d e l o de c ó m o abordar la salud con lo 1, c u a n d o le dice a su paciente que «El resto es cosa suya»,congruencia y o p t i m i s m o , sin dejarse vencer p o r la desespera- afirmación que t a m b i é n implica presuposiciones e inferencias.ción o p o r la apatía. En este caso, sin embargo, la presuposición es: «Puede hacerse C o m o ya h e señalado con anterioridad, la paciente acabó algo más para promover su recuperación, y usted tiene la capaci-p o r tener u n a espectacular recuperación, sobrepasando c o n mu- dad y la responsabilidad de hacerlo». Esta presuposición ejerce-cho las expectativas d e cualquiera de los implicados. rá una influencia positiva sobre las acciones del paciente. Dados los comentarios anteriores sobre virus mentales y pre- En Patterns of the Hypnotic Techniques of Milton H. Ericksonsuposiciones, resulta interesante observar que el médico que for- M.D. (1975) los cofundadores d e la Programación Neurolingüís-muló la primera d e las dos afirmaciones volvió a ver a la paciente tica, Richard Bandler y J o h n Grinder, describen c ó m o empleabavarios meses después. Q u e d ó francamente s o r p r e n d i d o p o r su es- este legendario h i p n o t e r a p e u t a las presuposiciones lingüísticastado de salud y le dijo: «¡Válgame el Cielo, parece usted más sana para inducir estados d e trance en s u s pacientes y ayudarlos a ma-q u e yo! ¿Qué ha hecho?» Sabía que n o podía ser n a d a médico, nejar más eficazmente s u s síntomas. El ejemplo incluido en elp o r q u e su estado se había considerado demasiado avanzado para Capítulo 1, en el que el psiquiatra le dice al paciente que creía sereso. La mujer le respondió: «Ya sé que usted dijo que n o creía en Jesús «Tengo e n t e n d i d o q u e tienes experiencia c o m o carpinte-la sanación c u e r p o - m e n t e , pero decidí probar d e todos m o d o s y ro», constituye u n ejemplo del m o d o en que Erickson se servíah e pasado m u c h o tiempo m i r a n d o en mi interior y visualizando de las presuposiciones lingüísticas. Solía formular a m e n u d ocómo me curaba». A lo que el facultativo respondió: «Bueno, la afirmaciones o sugerencias q u e p r e s u p o n í a n d e t e r m i n a d o s com-tendré q u e creer p o r q u e sé que nosotros n o h e m o s hecho nada». portamientos o respuestas en s u s pacientes, c o m o :Nueve años más tarde, el m i s m o médico atendió a la misma pa-ciente para u n a cuestión de cirugía menor. Aquella mujer (que no «¿Quiere hablarme ahora mismo de lo que le molesta, oera otra que mi m a d r e ) contó q u e , al verla, el médico reaccionó prefiere esperar un poco?» (Se da por sentado que la per-c o m o si se encontrara ante u n a aparición. Después d e practicarle sona dirá qué es lo que le molesta, la única cuestión esu n c h e q L t e o realmente exhaustivo, le puso la m a n o en el h o m b r o cuándo.)y le dijo: «Manténgase lejos d e los médicos».
  • 242 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 243 «Ahora no se relaje demasiado deprisa.» (Se da por senta- generados internamente. U n ejemplo de percepción «autorrefe- do que ya se está relajando, la única cuestión es el ritmo al renciada» consistiría en colocarse entre dos espejos y ver nuestra que lo hace.) imagen en u n espejo que la refleja sobre el otro, creando así la ex- periencia d e «verse a u n o m i s m o viéndose a sí mismo». «Cuando sus síntomas hayan desaparecido, observará lo Los procesos autorreferenciales p u e d e n contrastarse con fácil que le resultará mantener los cambios que ha hecho en aquellos que disponen d e referencias externas. Los procesos d e su estilo de vida.» (Se da por sentado que los síntomas de- referencia externa operan en respuesta a reglas y realimentaciones saparecerán, del mismo modo que se da por hecho que procedentes sobre todo del exterior, o que son ajenas al propio mantener los cambios que ha hecho en su estilo de vida es proceso o sistema. Por lo general, los sistemas saludables mantie- fácil. La única cuestión estriba en darse cuenta de ello.) nen u n equilibrio entre «autorreferencia» y «referencia externa» (u «otra» referencia). C u a n d o u n sistema o proceso es en exclu- «Puesto que se lo va a pasar tan bien aprendiendo un nue- siva autorreferencial, p u e d e provocar patologías y paradojas. Por vo nivel, ya puede anticipar el placer ahora mismo.» (Se ejemplo, las personas que sólo son autorreferenciales, parecen da por sentado que se lo va a pasar bien y que va a apren- centradas en sí mismas y arrogantes. El cáncer constituye u n der, así como que tiene ganas de que llegue el momento. La ejemplo biológico de u n sistema (o d e u n a parte del sistema) que única cuestión es cuándo comenzar.) se ha vuelto autorreferencial en exceso. Crece y se extiende hasta un p u n t o e n el que resulta destructivo para el resto del sistema. Practica tú m i s m o la elaboración d e declaraciones de presu-posiciones c o n las siguientes fórmulas, llenando los espacios en Argumentos circularesblanco c o n algún c o m p o r t a m i e n t o o respuesta que desees: Las afirmaciones autorreferenciales p r o d u c e n a m e n u d o u n a es-¿Quieres ahora o u n poco más tarde? pecie de lógica circular. Por ejemplo, el comentario d e q u e «DiosN o es necesario demasiado deprisa. existe p o r q u e la Biblia nos dice que así es, y sabemos que lo q u eC u a n d o hayas t e r m i n a d o d e te darás cuenta la Biblia dice tiene q u e ser verdad p o r q u e es la palabra reveladad e lo fácil que es de Dios» se refiere a su misma afirmación c o m o evidencia d e suPuesto que , también podrías (comenzar/ter- validez, creando d e este m o d o u n a r g u m e n t o circular. Otro ejem- plo sería la historia de aquel ladrón q u e repartía siete perlas ro-minar) badas. Le dio dos al ladrón d e su derecha y otras dos al d e su iz- quierda.Autorreferencia —Yo —dijo e n t o n c e s — m e quedaré c o n tres.Un segundo factor clave que p u e d e hacer que u n a creencia se con- El de la derecha le preguntó:vierta en u n virus mental se presenta c u a n d o la creencia se vuelve —¿Y eso p o r qué?circular o autorreferencial. Decimos que u n proceso es autorrefe- — P o r q u e soy el líder — r e s p o n d i ó el ladrón.rencial c u a n d o se refiere a sí m i s m o u opera sobre sí mismo. Los —¿Y c ó m o es que eres el líder? —insistió el otro.sistemas sociales o psicológicos autorreferenciales o autoorganiza- — P o r q u e soy el que más perlas tiene.dores construyen su propia realidad aplicando principios y reglas
  • 244 El. PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 245 De n u e v o , la mitad del a r g u m e n t o utiliza la otra mitad para la»? ¿Tiene e n realidad algo que ver con el control? ¿Y q u é hayvalidarse a sí m i s m o . de la curiosidad, d e la c o s t u m b r e o d e la estrategia? Una vez m á s , En ocasiones, las afirmaciones autorreferenciales p u e d e n es- el hecho de q u e la frase n o esté conectada a n i n g ú n tipo d e me-tar disfrazadas al redefinir ligeramente en ellas alguna palabra taestructura la convierte en autovalidante.clave, c o m o en el caso de la afirmación d e q u e «Restringir la li-bertad d e expresión tiene que ser b u e n o para la sociedad, por- paradojas y dobles lazosq u e conviene a los intereses de ésta que la expresión tenga ciertoslímites». Lo que la declaración realmente dice es que «Restringir Las declaraciones autorreferenciales t a m b i é n p u e d e n invalidarsela libertad d e expresión es b u e n o para la sociedad, p o r q u e res- a sí mismas, c u a n d o p r o d u c e n paradoja a d e m á s de circularidad.tringir la libertad de expresión es b u e n o para la sociedad». Sin La paradoja lógica clásica «Esta afirmación es falsa», por ejem-embargo, n o resulta así de evidente p o r q u e «restringir la libertad plo, constituye u n caso claro d e afirmación autorrefencial quede expresión» ha sido redefinido c o m o «ciertos límites a la liber- produce una conclusión paradójica. Si la afirmación es cierta, estad d e expresión» y « b u e n o para la sociedad» ha pasado a ser falsa, luego es cierta, y así hasta el infinito. Otro b u e n ejemplo es«conveniente para los intereses de la sociedad». Esta clase de el del barbero del p u e b l o q u e afeita a todos los q u e n o se afeitan.afirmaciones autorreferenciales está desconectada de la «metaes- ¿Se afeita él también? Si lo hace, n o pertenece a la categoría d et r u c t u r a » , es decir, del resto de las experiencias, valores, conse- los que n o se afeitan y por consiguiente, n o puede, ser afeitadocuencias y estados internos, q u e podrían d e t e r m i n a r su ecología por el barbero. Pero si n o se afeita, pasa a pertenecer a la catego-o s u utilidad. ría de los que n o se afeitan y tiene q u e ser afeitado p o r el barbe- C u a n d o la autorreferencia se c o m b i n a c o n las creencias, la ro, es decir, p o r sí m i s m o .mezcla resultante p u e d e dar pie al nacimiento de u n n u e v o virus U n tercer ejemplo de paradoja autorreferencial sería la pre-verbal. Veamos la frase siguiente: gunta «Puesto q u e Dios es t o d o p o d e r o s o , ¿ p u e d e crear u n a roca tan grande q u e n i él m i s m o p u e d a mover?» «Te tengo bajo mi control porque tienes que leer mi final.» U n «doble lazo» es u n a clase especial d e paradoja q u e crea una situación d e «nadie gana», es decir, u n a situación en la q u e Eso es lo q u e los psicolingüistas d e n o m i n a n «frase vírica» «maldito si lo haces, m a l d i t o si n o lo haces». N u m e r o s o s dobles(emparentada, pero n o idéntica, al «virus m e n t a l » ) . Observa que lazos implican procesos a distintos niveles, de m o d o que aquellocontiene u n a serie d e presuposiciones y suposiciones interesan- que tienes q u e hacer en u n nivel para sobrevivir (estar seguro,tes. U n a d e las características de estas «frases víricas» consiste en mantener tu integridad, etc.) a m e n a z a tu supervivencia (tu se-q u e s o n autorreferenciales y autoconfirmadoras. El ú n i c o terri- guridad, tu integridad, etc.) en otro nivel. Según el antropólogotorio referido p o r la frase es el d e sí misma. N o hay n i n g u n a otra Gregory Bateson, que fue quien definió inicialmente el dobleinformación c o n la q u e verificarla. Parece tener cierta validez lazo, tales conflictos están en la raíz tanto d e la creatividad c o m op o r q u e , para c o m p r e n d e r la afirmación d e causa-efecto q u e pro- de la psicosis, s e g ú n u n o sea capaz de trascender el doble lazo o,p o n e , tenemos que leer el final d e la frase, pero ¿nos tiene en rea- por el contrario, quedarse atrapado e n él.lidad bajo su control? ¿Quién es ese «yo» q u e n o s está contro- En este sentido, los dobles lazos están relacionados con lolando? Ciertamente, la frase n o es u n ser con i d e n t i d a d propia, que ha acabado p o r conocerse c o m o «Catch-22». El t é r m i n osino tan sólo u n conjunto de palabras. P u e d e incluso q u e quien proviene de la novela d e m i s m o n o m b r e [Trampa 22] escrita p o rla haya escrito esté m u e r t o . ¿Es esa persona quien n o s «contro- Joseph Heller ( 1 9 6 1 ; película, 1970). El a r g u m e n t o d e esta n o -
  • 246 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 247vela, p e n s a d o con la intención d e ser u n a sátira negra pero h blema q u e surgen de la paradoja autorreferencial y d e la circula-morística sobre la burocracia militar, sitúa la acción en u n a base ridad. Según Gregory Bateson (Sieps to an Ecology of Mind, pág.de las fuerzas aéreas estadounidenses d u r a n t e la segunda guerra 202) (Una u n i d a d sagrada: pasos ulteriores hacia u n a ecología d em u n d i a l . La trama a r g u m e n t a l narra las vicisitudes del aviador la m e n t e ) . «La tesis central [de la teoría d e tipos] consiste en q u eYossarian en sus intentos p o r escapar a los h o r r o r e s d e la guerra. existe u n a d i s c o n t i n u i d a d entre u n a clase y s u s m i e m b r o s . LaEn su e m p e ñ o por lograrlo, queda atrapado en la «Catch-22», clase n o p u e d e ser u n m i e m b r o d e sí m i s m a ni p u e d e ser u n o deu n a misteriosa regulación que es, en esencia, u n a r g u m e n t o cir- los m i e m b r o s d e la clase, puesto que el t é r m i n o utilizado paracular. Yossarian descubre q u e p u e d e conseguir que dictaminen clase pertenece a otro nivel de abstracción — a u n tipo lógico dis-q u e no es apto para volar con la c o n d i c i ó n de que demuestre que tinto— del t é r m i n o e m p l e a d o para miembros». Por ejemplo, laestá loco. Sin embargo, para q u e le d e n de baja del servicio mili- clase de las patatas n o es e n sí misma u n a patata. Así p u e s , las re-tar p o r locura, primero tiene q u e pedir ser d a d o de baja. La tram- glas y las características q u e son de aplicación a los m i e m b r o s depa estriba en que si alguien pide ser d a d o d e baja, es señal de que determinada clase n o tienen p o r q u é serlo a la propia clase: p u e -está c u e r d o , p o r q u e nadie en su sano juicio desearía seguir ju- des pelar o chafar u n a patata, pero n o p u e d e s hacer lo m i s m ogándose la vida. C o n su misma voluntad d e n o volar, Yossarian con «la clase patatas».d e m u e s t r a estar perfectamente cuerdo. Los dobles lazos n o sólo exhiben a m e n u d o la doble cuali- Todas las afirmaciones Incluir unad a d de paradoja y circularidad q u e ilustra el ejemplo d e «Catch- afirmación sobre la de este recuadro son falsas.22», sino q u e c o n d u c e n a la misma sensación d e confusión e im- clase como un todopotencia. C o n s i d e r e m o s , p o r ejemplo, los juicios d e Salem, en como si uno de sus miembros produjeralos que en u n a de las pruebas para d e t e r m i n a r si u n a persona era 2 + 2 = 5 una paradojao n o bruja se la ataba y se la echaba al agua. En caso d e que flo- Los osos polares son animales tropicales.tara y sobreviviera, se consideraba q u e aquello era u n a prueba La Luna está hecha de queso azul.evidente d e brujería, p o r lo que se la llevaba al patíbulo. Si, por Las ratas son una clase de pájaros.el contrario, se h u n d í a y se ahogaba, quedaba liberada d e la acu-sación d e brujería, a u n q u e de poco le servía p o r q u e de todos mo-dos ya estaba muerta. Resumiendo, la autorreferencia constituye una fuente tanto Todas las afirmacionesd e creatividad c o m o d e confusión, según c o m o sea su equilibrio de este recuadro son falsas.c o n los d e m á s procesos del sistema. Puede producir tanto pato-logía como confusión, dependiendo de cómo se estructure y se 2+2 =5utilice. Los osos polares son animales tropicales. La Luna está hecha de queso azul. Las ratas son una clase de pájaros.La teoría de los tipos lógicosEl filósofo y matemático Bertrand Russell desarrolló u n a «teoría Se g u n la teoría de tipos únicos de Russell, convertir la clase en und e tipos lógicos» para tratar de ayudar a resolver la clase de pr°" miembro de sí misma produce paradoja
  • 248 El- PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 249 El principio d e los tipos lógicos d e Russell constituye u n esta misma creencia, qLie n o es m á s q u e otro m a p a , d e m o d o q u eejemplo del establecimiento de u n m e c a n i s m o de regulación au- no caigáis en la t r a m p a d e creer q u e es la "realidad"».torreferencial a u n «nivel» operativo distinto. Esta clase de me- A m e n u d o , el proceso d e aplicar a sí m i s m a u n a creencia li-canismo se ha convertido en el objeto d e estudio de lo que se co- mitadora crea u n a paradoja, que sirve para sacar a la luz aquellasnoce c o m o «cibernética de s e g u n d o o r d e n » , q u e trata a menudo áreas en las q u e la creencia n o es útil. Es u n a forma d e aplicarlec o n bucles y procesos «recurrentes», c o m o los implicados en los el viejo adagio d e que a veces hay que combatir «el fuego c o nsistemas autopoiésicos y autoorganizadores. La recursión o repe- fuego», volviéndola contra sí misma.tición es u n a modalidad concreta de bucle de realimentación, en el Un b u e n ejemplo de utilización del p a t r ó n d e «Aplicar a síque la operación o el procedimiento s o n autorreferenciales, es de- mismo» para tratar con u n potencial virus m e n t a l , es el d e aquelcir, aluden a sí mismos c o m o parte del procedimiento. «Comunicar hombre que se debatía c o m o participante en u n seminario d eacerca d e la comunicación», «observar al observador», «proporcio- PNL. Estaba interesado e n desarrollar la flexibilidad d e su tononar realimentación sobre la realimentación», etc. constituyen ejem- vocal, pero seguía e n c o n t r á n d o s e con u n a e n o r m e resistencia in-plos de procesos autorreferenciales recurrentes. terna. Una parte d e sí m i s m o sabía que era «apropiado» ser más flexible con su voz, pero p o r otro lado se sentía «ridículo» al tra- tar de hacer algo distinto. Ese conflicto i n t e r n o hacía que estu-Aplicación a sí misma de una creencia viera c o n s t a n t e m e n t e p e n d i e n t e de sí m i s m o y q u e se atascarao una generalización cada vez que trataba d e realizar u n ejercicio. Sus dificultades con los ejercicios hacían que se sintiera cada vez m á s frustrado, n oEl p a t r ó n d e El poder de la palabra conocido c o m o «Aplicar a sí sólo por sí m i s m o , sino también p o r los otros participantes q u emismo» constituye u n ejemplo de aplicación verbal del proceso trataban de realizar los ejercicios c o n él.de autorreferencia para a y u d a r a alguien a reflexionar sobre afir- Los problemas de aquel h o m b r e llegaron a conocimiento d emaciones d e creencias, así c o m o para evaluarlas. Aplicar una los dos formadores de PNL que dirigían el seminario, que deci-creencia a sí misma implica evaluar la afirmación d e la creencia dieron utilizar u n a clase de técnica de confusión para i n t e r r u m p i rs e g ú n la generalización o l o s criterios definidos p o r ella misma. aquel patrón de resistencia. Sacaron al h o m b r e c o m o sujeto paraPor ejemplo, si alguien expresa u n a creencia c o m o : «No puedes la demostración de u n ejercicio d e flexibilidad vocal. C o m o defiarte d e las palabras», la creencia p u e d e ser aplicada a sí misma costumbre, tan p r o n t o como comenzó a tratar de realizar el ejer-diciendo: «Puesto que n o te puedes fiar d e las palabras, supongo cicio, comenzaron también a manifestarse la resistencia y el con-que n o te p u e d e s fiar de lo que acabas de decir». Otro ejemplo, flicto. Llegados a este p u n t o , u n o d e los formadores le dijo: «Ten-s u p o n g a m o s q u e alguien n o s dice: «No está b i e n generalizar», le go entendido que considera apropiado desarrollar flexibilidad enp o d e m o s preguntar: «¿Estás seguro de que está bien que hagas su voz, pero que le preocupa hacer el ridículo intentándolo. Miesta generalización?» pregunta es si lo que quiere es ser apropiadamente ridículo o ridi- El propósito de aplicar u n a creencia o u n a generalización a culamente apropiado». Aquella pregunta cogió desprevenido alsí m i s m a consiste en descubrir si la creencia es o n o u n ejemplo alumno y se q u e d ó sin contestar, ocasión que el otro formadorc o n g r u e n t e d e su propia generalización, e n u n a especie d e «regla aprovechó para añadir: «Es apropiado que se sienta confundidod e oro» que diría: «Una generalización es válida para los demás Por esta pregunta, habida cuenta d e lo ridicula que es». A lo quee n la m e d i d a q u e lo pueda ser para sí m i s m a » . Por ejemplo, S u p a ñ e r o respondió: «Pero ¿no es ridículo q u e sea apropiado C o r nc u a n d o alguien dice: «El mapa n o es el territorio... incluyendo res P o n d e r de este m o d o a u n a pregunta tan ridicula?» Pero el otro
  • 250 El. PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 251n o cejó: «Sí, pero es apropiado hacer u n a pregunta ridicula cuan- Veamos a c o n t i n u a c i ó n otro ejemplo, t o m a d o del Evangeliodo la situación es tan ridicula c o m o parece que es ésta», a lo que según San J u a n (8:3-11), en el que el p a t r ó n d e «Aplicar a sí mis-el otro siguió: «Es ridículo decir eso. Creo que es apropiado que es- mo» de El poder de la palabra fue utilizado para salvarle la vida atemos en u n a situación tan ridicula, y m e parece necesario q u e una mujer:respondamos a ella de la forma apropiada». Lejos de amilanarse,el segundo formador insistió: «Ya sé q u e lo que estoy diciendo es y los escribas y los fariseos llevaron a su presencia a unaridículo pero creo q u e , para actuar d e forma apropiada, tengo que mujer sorprendida en adulterio, y cuando la tuvieron anteser ridículo. De h e c h o , y dada la situación, sería ridículo actuar de sí le dijeron: «Maestro, esta mujer ha sido sorprendida enforma apropiada». Volviéndose hacia el a l u m n o , los dos formado- el mismo acto de adulterio. Moisés en su ley ordena queres le p r e g u n t a r o n entonces: «¿Usted qué opina?» una mujer así debe ser lapidada, pero ¿tú qué dices?» El h o m b r e , c o m p l e t a m e n t e a n o n a d a d o , se q u e d ó en blancou n o s instantes. Luego soltó u n a carcajada, ante lo que los forma- Así dijeron, tratando de tentarle para tener de qué acusar-dores dijeron: «Pues v a m o s a hacer el ejercicio». Aquel joven le luego. Pero Jesús se inclinó hacia delante y escribió conp u d o ya completar el ejercicio sin n i n g u n a clase de interferencia su dedo en el polvo, como si no les oyera.interna. En cierta medida, la técnica d e confusión sirvió para de-sensibilizarle con respecto a la interpretación problemática de Así que, cuando siguieron inquiriéndole, finalmente se le-determinadas palabras, lo cual le dejó libre para elegir su reac- vantó y les dijo: «Que aquel de entre vosotros que esté libreción sobre la base de criterios diferentes. En lo sucesivo, cada vez de pecado tire la primera piedra». Tras lo cual se sentó aque salía a la luz cualquier cuestión relacionada c o n lo «apropia- escribir de nuevo sobre el polvo.do» o lo «ridículo» d e su c o m p o r t a m i e n t o , se reía p o r q u e ya sesentía en condiciones d e tomar s u s decisiones sobre la base de Y aquellos que lo escucharon, convictos por sus propiasu n a estrategia distinta y m á s eficaz. conciencias, se fueron yendo uno tras otro, comenzando Otro ejemplo es el del h o m b r e que tenía dificultades con su por el más viejo y hasta el último y allí quedó jesús solo,negocio. Sin saber m u y bien c ó m o , siempre acababa desbordado con la mujer frente a él.p o r el n ú m e r o d e a s u n t o s q u e atender. Al averiguar su estrategiad e motivación, se descubrió que si u n cliente o u n amigo le pe- Tras levantarse y ver que nadie había más que la mujer, dijo:día alguna tarea o algún favor, c o m e n z a b a inmediatamente a «Mujer, ¿dónde están quienes te acusaban? ¿Te ha condena-construirse u n a imagen mental de sí m i s m o h a c i e n d o lo que se le do alguien?» «Nadie, Señor», respondió ella y Jesús le dijo:pedía. Si podía verse haciéndolo, entonces se decía que tenía que «Tampoco yo te condeno, ve en paz y no vuelvas a pecar».hacerlo y se ponía m a n o s a la obra, a u n q u e aquello interfirieracon los d e m á s a s u n t o s en los que estuviera implicado. La frase de J e s ú s «Que aquel de entre vosotros que esté libre Se le pidió entonces q u e se visualizara a sí m i s m o no hacien- de pecado tire la primera piedra» constituye u n ejemplo clásicod o aquello que podía visualizarse h a c i e n d o . A medida que «gira- de aplicación d e los valores expresados p o r u n a declaración deba sobre sí mismo» m e n t a l m e n t e , pareció q u e el joven entraba creencia a la m i s m a creencia. Para hacerlo, J e s ú s p r i m e r o «frag-en trance, estado q u e el practicante d e PNL que le atendía apro- mentó hacia arriba» «adulterio» en «pecado», invitando acto se-vechó para ayudarle a desarrollar algunos tests y operaciones guido a los presentes a aplicar el m i s m o criterio y las mismasmás eficaces en relación con su estrategia d e motivación. consecuencias a su propio c o m p o r t a m i e n t o .
  • 252 El. PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 253 creencia? ¿De qué m o d o podría ser u n ejemplo (o n o serlo) d e su propia afirmación? Que aquel de e n í n r vosotros que esté Por ejemplo: ¿ C u á n t o t i e m p o te costó a p r e n d e r la idea de libre de pecado tire que eso significa que eres lento a p r e n d i e n d o ? la pr i piedra Tal vez si te t o m a r a s el tiempo necesario para c o m p r e n d e r realmente hasta q u é p u n t o esta creencia te limita innecesa- riamente, estarías más abierto a interiorizar algunas nuevas ideas sobre c ó m o aprender. En ocasiones es necesario pensar d e forma n o lineal y n o li- teral para p o d e r aplicar la creencia a sí m i s m a . Por ejemplo, si al- Ha pecado Merece ser guien dice: «No p u e d o p e r m i t i r m e ese p r o d u c t o p o r q u e es de- (ha cometido castigada (lapidada masiado c a r o » , tal vez t e n g a m o s q u e h a c e r la «aplicación a s í adulterio) hasta morir) mismo» de forma más bien metafórica. Eso se podría hacer di- Por consiguiente ciendo: «¿Está seguro de que p u e d e permitirse m a n t e n e r c o n tanta fuerza esta creencia? Podría impedirle sacar partido de oportunidades importantes» Aplicación por Jesús del patrón De forma parecida, si alguien nos dice: «Un diagnóstico de «Aplicar a sí mismo» para salvarle la vida a una mujer cáncer es c o m o recibir u n a sentencia d e m u e r t e » , esa afirmación podría ser aplicada a sí m i s m a contestando: «Esa creencia se ha Observa que Jesús n o cuestiona la creencia, sino que la «de- estado extendiendo c o m o u n cáncer d u r a n t e años. Tal vez les e n c u a d r a » , obligando al g r u p o a cambiar de posición percepti- haya llegado ya la hora d e extinguirse».va y a ampliar su mapa d e la situación, para incluir en él el com-p o r t a m i e n t o d e los d e m á s . Prueba este patrón con alguna de tus propias creencias. Para Metamarcoscomenzar, asegúrate de formularla en u n a afirmación de causa-efecto o de equivalencia compleja: Aplicar a sí misma u n a generalización c o n d u c e a m e n u d o a la persona a u n a metaposición en relación con s u s propios pensa- Creencia: soy/es/son . porque mientos y creencias. En Programación Neurolingüística, el con- cepto de «metaposición» es u n m e d i o de aplicación de u n p r o - ceso autorreferencial para facilitar el cambio psicológico y el Por ejemplo: Soy lento aprendiendo p o r q u e me toma tiempo crecimiento personal. En metaposición, nos disociamos p r i m e r o comprender las nuevas ideas. de nuestros p e n s a m i e n t o s , acciones e interacciones, y luego re- s o n a m o s sobre todo ello para obtener n u e v a s ideas y com- ¿Cómo p u e d e s evaluar la propia declaración de creencia se prensiones que nos a y u d a r á n a actuar d e forma más eficaz. Esog ú n la generalización o los criterios definidos p o r la misma n ° a c e ver que la creencia es, en efecto, u n a «creencia» y n o s n
  • 254 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentalesy la metaestructura de creencias 255necesariamente la única interpretación posible d e la realidad. Le hice ver que, lógicamente, no debía considerarse a sí U n a de las formas m á s directas d e alcanzar u n a metaposi- mismo como responsable de aquellos rasgos de su carácter,ción c o n respecto a la creencia consiste en utilizar lo que se co- porque todos aquellos impulsos reprensibles tenían su ori-noce c o m o « m e t a m a r c o » , cuya aplicación consiste en evaluar la gen en la infancia y no eran más que derivaciones de su ca-creencia desde el m a r c o d e u n contexto fluyente y orientado ha- rácter infantil que sobrevivían en su subconsciente, asícia lo personal, es decir, establecer una creencia sobre la creencia. como que debía saber que la responsabilidad moral no esP o d e m o s creer, p o r ejemplo, que alguna otra creencia es errónea de aplicación a los niños.o estúpida. La frase: «Lo dices sólo para hacerme sentir bien»constituye u n ejemplo c o m ú n del m o d o en que se p u e d e usar un Freud reencuadra los p e n s a m i e n t o s y los «impulsos repren-metamarco para descartar una a f i r m a c i ó n o evaluación positiva sibles» del h o m b r e c o m o derivados del «carácter infantil que so-hecha p o r otra persona. brevive en el subconsciente». Luego implica que «la responsabi- La diferencia entre aplicar la creencia a sí m i s m o y metaen- lidad moral n o es d e aplicación a los niños», p o r l o q u e elcuadrar consiste en q u e , c u a n d o u n a creencia es aplicada a sí mis- paciente n o debe culpabilizarse a sí m i s m o de s u s compulsiones.ma, su contenido (es decir, los valores y las generalizaciones que Metaencuadrar difunde a m e n u d o el i m p a c t o d e u n a creen-la creencia expresa) es utilizado para evaluar la propia creencia. cia limitadora, c a m b i a n d o la perspectiva de la persona p o r la deEn el metaencuadre, en cambio, la creencia sobre la otra creencia un observador de sus procesos mentales.p u e d e tener u n contenido c o m p l e t a m e n t e diferente al d e la creen- Explora este patrón con t u s propias creencias. Piensa en al-cia a la que se refiere. gún juicio, creencia o generalización q u e te esté limitando. ¿Qué P o r ejemplo, consideremos la generalización siguiente: «Tie- creencia sobre esta creencia podría cambiar o enriquecer tu per-nes q u e ser fuerte para sobrevivir». Aplicar la creencia a sí misma cepción d e la misma?implicaría decir algo así c o m o : «Me pregunto si esta creencia serálo suficientemente fuerte c o m o para sobrevivir hasta el próximo Creencia:milenio». Para metaencuadrar la creencia, e n cambio, podríamos Tengo esta creencia porque:decir: «Esta creencia parece más bien u n a reflexión desde unp u n t o d e vista relativamente estrecho y masculino, q u e deja sin C o m o los d e m á s patrones de El poder de la palabra, el de me-reconocer la importancia d e la cooperación y la flexibilidad con taencuadrar p u e d e ser también utilizado para apoyar o reforzarrespecto a la supervivencia». alguna creencia potenciadora. C o m o ejemplo, s u p o n g a m o s que Metaencuadrar constituye u n a estrategia c o m ú n en psicote- alguien desee establecer la creencia de q u e «Mi inteligencia y mirapia y asesoría para trabajar con las creencias, en la que el clien- capacidad d e c o m u n i c a c i ó n hacen d e m í un superviviente». U nte es a c o m p a ñ a d o al metamarco d e su historia personal o de metamarco d e apoyo podría ser: «Tienes esta creencia p o r q u e re-otras influencias sociales. La técnica d e psicoanálisis d e Sigmund conoces que la era d e la información ha c a m b i a d o para siempreFreud constituye u n ejemplo clásico de aplicación de m e t a m a r °s factores necesarios para la supervivencia».co. F r e u d explicaba y «enmarcaba» c o n s t a n t e m e n t e las quejas deSLIS pacientes colocándolas d e n t r o del marco de s u s teorías. Veam o s la siguiente cita, extraída d e su informe sobre el trabajo conu n paciente obsesionado c o n fantasías sobre ratas (el casollamado «Raiman»):
  • 256 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 257Niveles lógicos que n o hay que tomarse en serio lo que van a hacer. Sus mordis- cos son mordiscos j u g u e t o n e s , n o reales. Los estudios realizadosLos patrones d e El poder de la palabra d e «Aplicación a sí mis- con h u m a n o s reflejan asimismo la utilización de mensajes espe-m o » y de «Metamarco» estimulan por lo general u n cambio de cíficos para avisar a los d e m á s de q u e están j u g a n d o , d e formanuestra atención hacia u n nivel distinto de p e n s a m i e n t o . Hacen muy parecida a c o m o lo hacen los animales. P u e d e n «metaco-q u e s e a m o s m á s conscientes d e lo que Bertrand Russell denomi- municarse» v e r b a l m e n i e , a n u n c i a n d o que «Es sólo u n j u e g o » , on ó «tipos lógicos», así c o m o del h e c h o de que n o p o d e m o s tra- reír, dar u n suave codazo, o hacer algo extraño para demostrartar a la clase y a s u s m i e m b r o s c o m o si perteneciesen a u n mis- sus intenciones.m o nivel. El a n t r o p ó l o g o y teórico d e la comunicación Gregory Bateson asegura que m u c h o s p r o b l e m a s y conflictos tienenBateson aplicó la teoría d e tipos lógicos d e Russell c o m o medio como causa la confusión o la mala interpretación de esos m e n s a -para contribuir a la explicación y a la resolución d e u n a serie de jes. Cabe citar c o m o ejemplo de ello las dificultades q u e tienencuestiones relacionadas c o n la c o n d u c t a , el aprendizaje y la co- las personas de c u l t u r a s diferentes para interpretar las sutilezasm u n i c a c i ó n . Según Bateson, el concepto d e tipos lógicos distin- no verbales d e la otra parte.tos es fundamental para la c o m p r e n s i ó n del j u e g o , del aprendi- De h e c h o , en Epidemiology of a Schizofrenia ( 1 9 5 5 ) , Batesonzaje d e alto nivel y d e los p a t r o n e s de p e n s a m i e n t o patológicos. mantiene que la explicación de m u c h o s c o m p o r t a m i e n t o s apa-Bateson asegura que la confusión entre tipos lógicos es en gran rentemente psicóticos o «locos» residía en la incapacidad paramedida responsable de lo q u e h e m o s estado denominando reconocer e interpretar correctamente metamensajes, así c o m o«creencias limitadoras» y «virus mentales». para distinguir entre diferentes clases o tipos lógicos de compor- C o m o ejemplo, Bateson señalaba q u e el «juego» implica dis- tamiento. Bateson cita el ejemplo de u n paciente mental joven,tinguir entre diferentes tipos lógicos de c o m p o r t a m i e n t o y de que se p e r s o n ó en la farmacia del hospital. La enfermera encar-mensajes. Según él, c u a n d o los animales y los h u m a n o s se impli- gada le preguntó: «¿En q u é p u e d o ayudarlo?», pero el pacientecan e n el «juego», e x h i b e n a m e n u d o los m i s m o s comporta- no conseguía discernir si esa p r e g u n t a se trataba d e u n a a m e n a -m i e n t o s asociados con la agresión, la sexualidad y otros aspectos za, de u n a proposición sexual, d e u n a bronca p o r estar d o n d e n omás «serios» de la vida ( c o m o c u a n d o los animales j u e g a n a «pe- debía, d e u n a p r e g u n t a sincera, etc.learse» o los n i ñ o s a «médicos»). Sin embargo, tanto los unos Según Bateson, c u a n d o alguien n o está en condiciones de rea-c o m o los otros saben distinguir, en su m a y o r p a r t e , que el com- lizar estas distinciones, acabará probablemente actuando de formap o r t a m i e n t o exhibido e n el j u e g o es de otra clase que el «de ver- mapropiada para la situación. Bateson compara esta situaciónd a d » . Según Bateson, distinguir entre clases d e comportamiento con la d e u n sistema telefónico que n o consiguiera discriminarrequiere t a m b i é n diferentes tipos d e mensajes, que él denomina entre el código de país, el de ciudad y el n ú m e r o local. El resul-«metamensajes» — m e n s a j e s acerca de los mensajes—, señalan- tado sería que interpretaría los n ú m e r o s d e código d e país c o m od o q u e también ellos pertenecen a u n «tipo lógico» distinto del s i fueran parte del n ú m e r o del teléfono, o viceversa. Las conse-contenido d e la c o m u n i c a c i ó n d e q u e se trate. En opinión de Ba- cuencias serían q u e , con demasiada frecuencia, el que marcara seteson, estos mensajes «de nivel superior» (habitualmente comu- encontraría con la respuesta de «se ha equivocado d e n ú m e r o » alnicados d e forma n o verbal) s o n cruciales para q u e tanto anima- °tro lado del teléfono. Incluso a pesar d e que todos los n ú m e r o sles c o m o h u m a n o s se c o m u n i q u e n e interactúen c o n eficacia. (el contenido) fueran correctos, su clasificación (el contexto) se- P o r ejemplo, los animales avisan que «voy a jugar» menean- n confusa y provocaría problemas. ad o la cola, d a n d o saltos o h a c i e n d o alguna otra cosa para indicar En The Logical Categories of Learning and Communication
  • 258 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 259(1964), Bateson utiliza la noción de tipos lógicos para explicar «... se puede estimular a una rata (positiva o negativa-distintas clases y f e n ó m e n o s de aprendizaje y comunicación. De- mente) cuando investiga algún objeto extraño, con lo quefine dos tipos o niveles fundamentales d e aprendizaje, a conside- aprenderá a acercarse o a alejarse de él. Pero el propósitorar en cualquier proceso d e cambio: «Aprendizaje I» (tipo de mismo de la exploración consiste en reunir informaciónc o n d i c i o n a m i e n t o estímulo-respuesta) y «Aprendizaje II» o deu- para determinar a qué objetos hay que acercarse y a cuálesteroaprendizaje (aprender a reconocer el contexto mayor en que no. El descubrimiento de que determinado objeto es peli-el estímulo ocurre, d e m o d o q u e su significado p u e d a ser enten- groso es, por consiguiente, un éxito del esfuerzo por reunirdido correctamente). El ejemplo más elemental de fenómeno de información. Este éxito no desanimará a la rata de ulterio-aprendizaje II es el del p r e d e t e r m i n a d o , c u a n d o u n animal res exploraciones de otros objetos extraños»aprende a resolver pruebas, es decir, c u a n d o u n animal d e labo-ratorio aprende cada vez m á s deprisa n u e v a s tareas q u e corres- La capacidad de explorar, a p r e n d e r u n a tarea discriminato-p o n d e n a la m i s m a clase d e actividad, lo cual está relacionado ria o ser creativo constituye u n nivel d e aprendizaje s u p e r i o r alc o n a p r e n d e r clases d e c o m p o r t a m i e n t o s , más que comporta- de las tareas específicas que c o m p o n e n estas capacidades. Asi-m i e n t o s aislados. mismo, las dinámicas y las reglas del c a m b i o correspondientes a Por ejemplo, u n animal condicionado para evitar aprenderá este nivel superior son distintas.distintos tipos de c o m p o r t a m i e n t o i n h i b i d o r cada vez más apri- Debido al p a p e l y a la influencia d e Bateson e n el alumbra-sa. Sin embargo, será m á s lento en a p r e n d e r c o m p o r t a m i e n t o s de miento de la Programación Neurolingüística, el concepto d e tiporespuesta ( p o r ejemplo, salivar al oír u n timbre) q u e otro que lógico es i m p o r t a n t e en PNL. E n la década de 1980 adapté lashaya sido c o n d i c i o n a d o a n t e r i o r m e n t e para esta clase de com- ideas de Russell y Bateson para formular los conceptos de «nive-p o r t a m i e n t o s . E n otras palabras, a p r e n d e r á r á p i d a m e n t e a iden- les lógicos» y «niveles neuro-lógicos» en el c o m p o r t a m i e n t o y eltificar y rechazar objetos que p r o v o q u e n descargas eléctricas, cambio h u m a n o s . Inspirándose en Bateson, el m o d e l o de nivelespero le costará m á s a p r e n d e r a salivar al oír el timbre q u e anun- propone q u e d e n t r o d e u n i n d i v i d u o o g r u p o existe u n a j e r a r q u í acia la llegada de la comida. Por otro lado, u n animal entrenado natural de niveles, que funcionan c o m o diferentes tipos lógicosen el c o n d i c i o n a m i e n t o de Pavlov a p r e n d e r á r á p i d a m e n t e a sali- de procesos. Cada nivel sintetiza, organiza y dirige una clasevar ante otros estímulos (colores, s o n i d o s , etc.), pero será más concreta de actividad en el nivel i n m e d i a t o inferior. C a m b i a rlento e n a p r e n d e r a evitar objetos electrificados. algo en u n nivel s u p e r i o r «irradiará» necesariamente hacia aba- Bateson señala que esta capacidad para a p r e n d e r patrones o jo, precipitando el c a m b i o en los niveles inferiores. Sin embargo,reglas d e u n a m i s m a categoría de procedimientos d e condiciona- habida cuenta de q u e cada nivel sucesivo pertenece a u n tipo ló-m i e n t o c o r r e s p o n d e a u n «tipo lógico» d e aprendizaje distinto y gico de proceso diferente, cambiar algo en u n nivel inferior n on o funciona según las secuencias del simple refuerzo d e estímu- afectará p o r fuerza a los niveles p o r encima del m i s m o . Laslo-respuesta utilizado para enseñar c o m p o r t a m i e n t o s específicos creencias, p o r ejemplo, se forman y se c a m b i a n según n o r m a saislados. Bateson observa, p o r ejemplo, que el estímulo a la «ex- distintas a las q u e rigen los c o m p o r t a m i e n t o s reflejos. Recom-ploración» (un medio de aprender a aprender) en las ratas es de na- pensar o castigar d e t e r m i n a d o c o m p o r t a m i e n t o n o cambiará p o rturaleza distinta al de «probar» u n objeto (el contenido d e apren- fuerza las creencias que lo provocan p o r q u e , tanto a escala m e n -dizaje d e la exploración). En Steps to an Ecology ofMind (pág. 282) tal como neurológica, los sistemas de creencias pertenecen a u n[Una unidad sagrada: pasos ulteriores hacia u n a ecología de I a upo de proceso distinto al d e las creencias.mente] escribe: Según el modelo de niveles neuro-lógicos, las influencias del
  • 260 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y ¡a metaestructura de creencias 261medio determinan las condiciones externas en las que tiene lugar milia, a la c o m u n i d a d y a los sistemas globales. Respondeel comportamiento. Sin embargo, en ausencia de u n mapa interno a las p r e g u n t a s relacionadas c o n p a r a q u i é n y p a r a q u é .de u n plan o de u n a estrategia que los guíe, los comportamientoss o n c o m o reflejos en la rodilla, hábitos o rituales. En el nivel de ca- Desde la perspectiva d e la Programación Neurolingüística,pacidad p o d e m o s seleccionar, alterar y adaptar u n a clase de com- cada u n o de estos procesos implica u n nivel d e organización dis-portamiento a u n conjunto más amplio de situaciones externas. tinto y activa la movilización y la entrega de «circuitos» n e u r o -En el nivel de creencias y valores p o d e m o s estimular, inhibir o ge- lógicos cada vez más profundos.neralizar determinada estrategia, plan o forma de pensar. La iden- Resulta interesante señalar q u e a l g u n o s d e los estímulos detidad, p o r supuesto, consolida sistemas completos de creencias y este modelo surgieron m i e n t r a s se enseñaban los patrones de Elvalores en u n sentido del propio ser. La experiencia al nivel espiri- poder de la palabra. C o m e n c é a d a r m e cuenta d e que algunas cla-tual está relacionada con el sentir que nuestra identidad es parte de ses de afirmaciones les resultaban a las personas más difíciles d ealgo más grande que nosotros mismos, y con nuestra visión de los manejar q u e otras, a pesar de q u e la clase d e juicio que se afir-sistemas mayores a los que pertenecemos. A medida que cada ni- maba fuera esencialmente la misma. C o m p a r e m o s , p o r ejemplo,vel se abstrae cada vez más d e las especificidades del comporta- las siguientes afirmaciones:miento y d e la experiencia sensorial, crece la amplitud de su efec-to sobre nuestro comportamiento y nuestra experiencia. Ese objeto e n tu m e d i o es peligroso. Tus acciones en ese contexto concreto fueron peligrosas. * Los factores del medio determinan las oportunidades o res- Tu incapacidad para j u z g a r a d e c u a d a m e n t e es peligrosa. tricciones externas a las que el sujeto debe reaccionar. Lo que tu crees i m p o r t a n t e y valoras c o m o tal es peligroso. Atienden a las preguntas relacionadas con d ó n d e y cuán- Eres u n tipo peligroso. do. * El comportamiento se construye c o n acciones y reacciones En cada caso, el juicio expresado es d e q u e algo es «peligro- específicas tomadas del m e d i o . Atiende a las preguntas re- so». De forma intuitiva, sin embargo, la mayoría d e personas lacionadas c o n q u é . sienten que el «espacio» o el «territorio» implicado en cada u n a * Las capacidades c o n d u c e n y orientan las acciones del de las frases se vuelve cada vez m á s amplio, e x p e r i m e n t a n d o u n c o m p o r t a m i e n t o a través d e u n m a p a m e n t a l , p l a n o es- efecto emocional creciente con cada u n a d e ellas. trategia. Atienden a las preguntas relacionadas c o n cómo. Que alguien te diga que d e t e r m i n a d o c o m p o r t a m i e n t o fue * Las creencias y los valores p r o p o r c i o n a n el apoyo (motiva- peligroso es m u y distinto a que te diga que tú eres « u n tipo peli- ción y permiso) q u e afirma o niega las capacidades. Atien- groso». Observé q u e si m a n t e n í a constante u n juicio y simple- d e n a las p r e g u n t a s relacionadas con p o r q u é . mente substituía u n t é r m i n o para medio, c o m p o r t a m i e n t o , capa- * Los factores d e identidad d e t e r m i n a n el propósito general cidades, creencias y valores e identidad, m i interlocutor se sentía (la m i s i ó n ) y m o l d e a n las creencias y los valores a través cada vez más ofendido o halagado, s e g ú n la naturaleza del juicio d e n u e s t r o s e n t i d o del ser. Atienden a las preguntas rela- mera negativa o positiva. cionadas con q u i é n . Pruébalo tú m i s m o . Imagina q u e alguien te dice cada u n a de * Las cuestiones d e nivel espiritual se relacionan con el he- las frases siguientes: cho d e que s o m o s parte de u n sistema mayor, que va mas allá d e u n o m i s m o c o m o individuo, para abarcar a la fa- Tu medio es estúpido/feo/excepcional/hermoso.
  • 262 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 263 El m o d o en q u e te comportaste en esa situación fue estúpi- gado a d o m i n a r todos los elementos necesarios para el éxito». D e do/feo/ excepcional/hermoso. nuevo, eso resitúa el juicio d e identidad limitador en el á m b i t o Realmente tienes la capacidad d e ser estúpido/feo/excepcio- de u n marco m á s productivo y resoluble. nal/hermoso. Los reencuadres de estas características p u e d e n diseñarse Eso q u e crees y valoras es estúpido/feo/excepcional/hermoso. realizando los pasos siguientes: Eres estúpido/feo/excepcional/hermoso. a) Identifica el juicio de i d e n t i d a d negativo: Observa u n a vez m á s q u e las evaluaciones expresadas en Soy (Por ejemplo:cada afirmación s o n idénticas. Lo q u e cambia en cada frase es el «Soy una carga para los demás»).aspecto particular de la persona al q u e se refiere. b) Identifica u n a capacidad o u n c o m p o r t a m i e n t o específi- co q u e esté relacionado con el estado presente o bien conCambio de n i v e l e s lógicos el estado deseado, implicado en el juicio de i d e n t i d a d ne- gativo:Una d e las tácticas de El poder de la palabra m á s c o m u n e s y efica- Capacidad paraces consiste en volver a categorizar u n a característica o experien-cia desde un nivel lógico a otro, p o r ejemplo, separar la identidad (Por ejemplo: «Capacidad para resolver los problemas pord e u n a persona de sus capacidades o de su comportamiento. Los jui- mí mismo»).cios de identidad negativos son a m e n u d o el resultado de inter- c) Reemplaza el juicio de identidad negativo p o r la capaci-pretar comportamientos específicos, o bien la incapacidad para dad o el c o m p o r t a m i e n t o :producir determinados resultados del comportamiento entendidac o m o una manifestación d e la identidad d e la persona. Devolver Tal vez no es que tú seasu n juicio de identidad negativo a su lugar de manifestación de (Identidad negativa, por ejemplo: «una carga para los de-comportamiento o capacidad reduce en gran medida el impacto de m á s » ) , sino simplemente que todavía no has desarrollado laese juicio sobre la persona, tanto mental c o m o emocionalmente. capacidad de (capacidad P o r ejemplo, tal vez u n a persona se sienta deprimida por te- o c o m p o r t a m i e n t o específico, p o r ejemplo: «resolver losn e r cáncer y se refiera a sí misma c o m o u n a «víctima del cán- p r o b l e m a s p o r ti m i s m o » ) .cer». Sin embargo, eso podría ser «reencuadrado» con la res-puesta: « N o eres u n a víctima del cáncer, sino u n a persona normal Por s u p u e s t o , ese proceso también p u e d e ser invertido paray corriente q u e todavía n o ha desarrollado su capacidad de sacar- promover creencias potenciadoras. Se p u e d e elevar un c o m p o r -le todo el partido a la conexión entre cuerpo y mente». Esto ayuda- tamiento o u n a capacidad al nivel de manifestación de identidad.rá a esa persona a cambiar su relación con la enfermedad, a abrir- Por ejemplo, p o d r í a m o s decir: «Tu capacidad para mostrartese a otras posibilidades y a verse a sí m i s m a c o m o partícipe de su creativo en esta situación demuestra q u e eres u n a persona crea-propio proceso d e sanación. trva». Otros ejemplos d e lo m i s m o serían: sobrevivir super- El m i s m o tipo de reencuadre podría hacerse con u n a creen- viviente, sanar p e r s o n a sana, tener éxito - » * triunfador/a,cia c o m o , p o r ejemplo: «Soy u n fracaso». Se podría observar c Esta clase de reformulación sirve para profundizar o reforzar e tq u e : « N o es q u e tú seas u n "fracaso", sino q u e todavía n o has H e k percepción d e u n a persona hacia s u s p r o p i o s recursos.
  • Definición y ejemplos de patrones de El poder de la palabraA lo largo de este libro hemos examinado u n a serie de patrones es-pecíficos d e Eí poder de la palabra, j u n t o con los principios y losmétodos que proporcionan la capacidad para generarlos y utilizar-los. El propósito del presente capítulo consiste en resumirlos amodo de sistema de conceptos que puedan ser empleados por igualen la conversación, en la consulta o en el debate para ayudar a laspersonas a ser más «abiertas a dudar» d e sus creencias limitadoras,así como más «abiertas a creer» en otras más potenciadoras y úti-les. Existen catorce patrones distintos d e El poder de la palabra,cada uno de los cuales ayuda a cambiar el foco de la atención o aampliar el mapa d e la persona en diferentes direcciones. Consideremos la creencia de q u e «Tengo esta creencia desdehace tanto tiempo, que me será difícil cambiar». Se trata de u n acreencia realmente c o m ú n , con la que se tienen q u e debatir m u -chas personas c u a n d o tratan d e hacer algún cambio en su vida.Si bien es reflejo de u n a perspectiva válida, p u e d e resultar seruna creencia m u y limitadora si se toma en sentido literal y se in-terpreta de forma rígida o estrecha. También resulta particular-mente peligrosa p o r tratarse d e u n a creencia n o tan sólo sobreotras creencias, sino también sobre el proceso m i s m o d e cambiode creencias. Esta calidad «autorreferencial» incrementa la posi-bilidad d e que se t o r n e circular, así c o m o d e q u e acabe p o r con-vertirse en u n «virus mental». Aplicar los distintos patrones deEí poder de la palabra contribuirá a añadir nuevas perspectivas, como a «ampliar el mapa» asociado con esta creencia.a s i
  • 268 EL PODER DE LA PAIAÜRA Aplicar los patrones como un sistema 269 2. Redefinición: Substituir u n a d e las palabras utilizadas en Tengo esta Me será la declaración de creencia p o r otra nueva que signifique creencia difícil algo parecido, pero q u e tenga implicaciones distintas. desde hace tiempo cambiar (Ver Capítulo 2, págs. 70-74.) Causas Por ejemplo: «Efectivamente, puede resultar difícil des- Estructura de la afirmación de una creencia limitadora prenderse de algo a lo que has estado tan apegado». acerca del cambio «tener desde hace tiempo» = > «tan apegado» «difícil d e cambiar» = > «poco fácil» Veamos a c o n t i n u a c i ó n algunos ejemplos y definiciones so-bre c ó m o aplicar los catorce patrones d e El poder de la palabra a «Estoy de acuerdo en que, inicíalmente, puede parecer ex-esta creencia en concreto. Recordemos u n a vez más que el pro- traño traspasar los límites conocidos»pósito de El poder de la palabra n o consiste en atacar a la perso- «creencia» = > «límite conocido»na o a su creencia, sino en reencuadrar la creencia y ampliar el «difícil de cambiar» = > «inicíalmente extraño de traspasar»mapa del m u n d o de esa persona, de m o d o que la intención posi-tiva que subyace e n su creencia sea satisfecha p o r m e d i o de otrasopciones. Me será Tengo esta 1. I n t e n c i ó n : Dirigir la a t e n c i ó n al propósito o a la inten- creencia difícil c i ó n s u b y a c e n t e e n la creencia. (Ver Capitulo 2, págs. 62- desde hace tiempo cambiar Causas 70.] Por ejemplo: «Admiro m u c h o y a p o y o tu deseo de ser h o n e s t o contigo m i s m o » . difícil de cambiar creencia = Intención positiva = «honestidad» límite conocido sentirse inicialmeníe Redefinir extraño «Es muy importante ser realista en relación con el cam- Redefinir y bio de las propias creencias. Miremos deforma realista esta creencia y lo que haría falta para cambiarla.» Redefinir Intención positiva = «ser realista» Tengo esta Me será Honestidad Ser realista creencia desde difícil Intención hace tiempo cambiar Intención
  • 270 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 271 3. C o n s e c u e n c i a : Dirigir la atención hacia u n efecto (posi- 4. F r a g m e n t a r h a c i a abajo: Reducir los elementos d e la tivo o negativo) d e la creencia o de la generalización de- creencia en porciones más p e q u e ñ a s , d e m o d o q u e cam- finida p o r la creencia que la cambia o refuerza. (Ver Ca- bie (o refuerce) la generalización definida p o r la creencia. pítulo 5, págs. 144-148.) (Ver Capítulo 3, págs. 83-85.) Por ejemplo: «Anticipar que algo va a ser difícil hace que pa- Por ejemplo: «Puesto que tener la creencia tan sólo un bre- rezca a menudo mucho más fácil cuando lo haces realmente». ve período de tiempo haría que cambiarla fuera más fácil, «Admitir de verdad nuestras inquietudes nos permite apar- tal vez puedas recordar cuándo la formulaste e imaginar que tarlas para centrar la atención en lo que queremos» la cambiaste entonces». « m u c h o tiempo» = > «poco tiempo» «laf vez si en lugar de tratar de cambiar toda la creencia de Me será Reconocer las una vez la modificaras por partes, te resultaría más fácil e Tengo esta inquietudes facilita creencia desde difícil incluso divertido.» centrarse en los hace tiempo Causas cambiar objetivos «cambiar la creencia» = > «modificarla p o r partes» Consecuencia Consecuencia Me será Tengo esta creencia desde difícil hace tiempo Causas cambiar
  • 272 EL PODER DE IA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 273 5. F r a g m e n t a r hacia arriba: Generalizar u n elemento de la Analogía: E n c o n t r a r u n a relación análoga a la definida creencia hasta u n a clasificación superior que cambie (o p o r la creencia que cuestione (o refuerce) la generaliza- refuerce) la generalización definida p o r la creencia. (Ver ción definida p o r la creencia. (Ver Capítulo 3 , págs. 8 7 - Capítulo 3 , págs. 86-87.) 91.) Por ejemplo: «Una creencia es como una ley. incluso leyes Por ejemplo: «El pasado no siempre predice con exactitud muy antiguas pueden ser cambiadas con rapidez si un nú- el futuro. El conocimiento evoluciona con rapidez cuando se mero suficiente de personas vota por otra nueva». reconecta con los procesos naturales que lo actualizan», i «difícil de cambiar» = > «futuro» «cambio» = > reconec- «Una creencia es como un programa informático. La cues- tado c o n los procesos naturales que lo actualizan». tión no es si es viejo o nuevo, sino si conocemos o no el len- guaje de programación.» «Todos los procesos de cambio tienen un ciclo natural que no puede precipitarse. La pregunta es: ¿Cuánto dura el ciclo vi- «Los dinosaurios quedaron probablemente muy sorprendi- tal natural de tu particular creencia?» dos de lo rápido que cambiaba su mundo, a pesar de todo el «difícil de cambiar» = > «no se p u e d e precipitar el ciclo tiempo que llevaban existiendo.» natural» «tienes la creencia mucho tiempo» = > «duración del ciclo vital de la creencia» Tengo esta Me será creencia desde difícil hace tiempo Causas cambiar Tengo esta Me será creencia desde difícil hace tiempo Causas cambiar 7 Una creencia es como una ley. fcam-y di- Una creencia es bio de flcü de creencia como un programa cambiar • informático. = forma de conocimiento y desconectado naturi Analogía ciclo de cambio del Fra, mentar hacia amt Fragmentar haría arriba F r a g m e n t a r hacia a r r i b a Analogía
  • 274 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 275 7. C a m b i o del t a m a ñ o del marco: Reevaluar (o reforzar) |g 8. O t r o r e s u l t a d o : C a m b i a r a otro objetivo distinto al que implicación de la creencia en el contexto de u n marco atiende o implica la creencia, para cuestionar (o reforzar) temporal m a y o r (o m e n o r ) , d e u n m a y o r n ú m e r o de per- la relevancia d e ésta. (Ver Capítulo 2, págs. 49-53.) sonas (o de u n a sola p e r s o n a ) o d e una perspectiva más o m e n o s amplia. (Ver Capítulo 2, págs. 56-59.) Por ejemplo: «No es necesario cambiar de creencia, sino tan sólo actualizarla». Por ejemplo: «Probablemente no eres ni el primero ni el único en tener esta creencia. Tal vez cuantas más personas «La cuestión no es tanto cambiar las creencias, como cons- consigan cambiarla, más fácil será para las demás cambiar truir un mapa del mundo que sea congruente con quien tú esta clase de creencia en el futuro». eres ahora.» «Dentro de unos años, probablemente te resultará difícil re- cordar siquiera que tuviste esa creencia.» Tengo esta Me será | creencia desde | difícil «Estoy seguro de que tus hijos se sentirán felices de que ha- hace tiempo Causas ^cambiar. Objetivo real: yas realizado el esfuerzo necesario para cambiar esa creen- actualizar las creencias, más que cia, en lugar de traspasársela a ellos.» cambiarlas, y ser congruente con quien tú eres ahora. Otro objetivo Tus hijos se sentirán felices de que hayas Otro objetivo Otros han tenido y realizado el esfuerzo cambiado creencias necesario para parecidas cambiarla Cambio de tamaño del Cambio de tamaño marco del marco Tengo esta Me sera creencia desde difícil hace tiempo Causas cambiar Cambio del tamaño del marco
  • 276 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 277 9. M o d e l o del m u n d o : Reevaluar (o reforzar) la creencia lO.Estrategia d e realidad: Reevaluar (o reforzar) la creen- desde el marco d e u n m o d e l o diferente del m u n d o . (Ver cia, teniendo en cuenta que las personas o p e r a n desde Capítulo 2, págs. 74-78.) percepciones cognitivas del m u n d o para construir s u s creencias. (Ver Capítulo 4, págs. 110-117.) P o r ejemplo: «Estás de suerte, muchas personas ni siquiera se dan cuenta de que sus limitaciones son función de creen- Por ejemplo: «¿Cómo, en concreto, sabes que tienes esta cias que pueden ser cambiadas por completo. Les llevas mu- creencia "desde hace tiempo"?» cha delantera». «¿Qué cualidades concretas de lo que ves o escuchas cuando «Los artistas suelen usar sus luchas internas como fuente piensas en cambiar esa creencia hacen que eso te parezca de inspiración para la creatividad. Me pregunto qué clase de "difícil"?» creatividad hará surgir en ti tus esfuerzos por cambiar esa creencia.» ¿Qué f personas ni recuerdos o representaciones siquiera se dan internas te hacen cuenta de que sus | pensar que cambiar esa | limitaciones proceden I creencia va a ser de creencias L difícil? Modelo del mundo / » Estrategia de f > realidad Tengo esta Me será Tengo esta Me será creencia desde difícil creencia desde difícil hace tiempo Causas cambiar hace tiempo Causas cambiar ^ J / Modelo del mundo Estrategia de realidad
  • 278 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 279 1 1 . C o n t r a e j e m p l o : Encontrar u n ejemplo o u n a «excepción 1 2 . J e r a r q u í a d e criterios: Reevaluar (o reforzar) la creencia de la regla» q u e cuestione (o enriquezca) la generaliza- de a c u e r d o c o n u n criterio que sea m á s i m p o r t a n t e que ción definida p o r la creencia. (Ver Capítulo 6, págs. 182- cualquier otro atendido p o r la creencia. (Ver Capítulo 4 , 187.) págs. 118-124.) Por ejemplo: «Parece que la mayoría de los procesos men- Por ejemplo: «El grado en el que la creencia encaja con tales (como los viejos recuerdos) se vuelven menos intensos nuestra visión y nuestra misión y las apoya es más impor- y más sujetos a la distorsión y al cambio cuanto más tiempo tante que el tiempo durante el que hemos estado mantenien- hace que los tenemos, en lugar de hacerse más fuertes. ¿Qué do la creencia». hace a las creencias tan diferentes?» «La congruencia y la integridad personales compensan cualquier esfuerzo que uno haga por alcanzarlas.» «He visto muchas creencias establecidas cambiar de forma instantánea cuando la persona tiene acceso a las experien- cias y el apoyo necesarios.» Congruencia e integridad personales Tengo esta Me será La mayor creencia desde difícil parte de los hace tiempo Causas cambiar ~demás procesos | mentales se dijuminan con | Tengo esta el tiempo, en creencia desde Jerarquía de vez de volverse hace tiempo Causas criterios más fuertes Contraejemplo Esfuerzo para Contraejemplo cambiar Jerarquía de criterios
  • 280 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 281 13.Aplicar a sí m i s m o : Evaluar la propia afirmación de 14.Metamarco: Evaluar la creencia desde el marco d e u n creencia, d e acuerdo c o n la relación o los criterios defini- contexto presente, d e orientación personal, es decir, esta- dos p o r ella. (Ver Capítulo 8, págs. 248-253.) blecer una creencia sobre la creencia. (Ver Capítulo 8, págs. 253-258.) Por ejemplo: «¿Cuánto hace que tienes la opinión de que la dificultad para cambiar de creencias es, fundamentalmente P o r ejemplo: «Tal vez tienes la creencia de que las creencias una cuestión de tiempo?» son difíciles de cambiar, debido a que te han faltado ¡as he- rramientas y la comprensión necesarias para cambiarlas «¿Cuan difícil crees que sería cambiar tu creencia de que las con facilidad». generalizaciones mantenidas largo tiempo son difíciles de cambiar?» «¿Se te ha ocurrido que tal vez tu creencia de que esta creen- cia concreta será difícil de cambiar constituye una buena jus- tificación para quedarte como estás? Tal vez haya algo que te guste, o que le guste a alguna parte de ti, del modo en que ahora eres.» ¿Cuánto tiempo ¿Cuan ai), has mantenido seria cambiar esta creencia? esa creencia? Tal vez tengas esa creencia porque te han faltado las herramientas adecuadas para el cambio, y de algún modo Aplicar a sii ^Aplicar a sí no se encuentran disponibles en el camino en el que ahora ~~~ mismo , mismo mismo te encuentras. METAMARCO Tengo esta Me será Tengo esta Me será creencia desde difícil creencia desde i difícil hace tiempo cambial- hace tiempo cambiar Causas Causas es y Aplicar a sí mismo Metamarco
  • 282 EL PODER DE IA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 283Los patrones de El p o d e r d e la p a l a b r a Utilizar E p o d e r d e la p a l a b r a comocomo sistema de intervenciones verbales n sistema de u patronesC o m o ilustra el diagrama siguiente, los catorce patrones de El po_ ,A estas alturas del libro h e m o s e x a m i n a d o de q u é m o d o p u e d eder de la palabra c o m p o n e n u n sistema d e intervenciones q U e ser aplicado cada u n o de los patrones de El poder de la palabrap u e d e n ser aplicadas a la afirmación d e causa-efecto o de equi- para ayudar a estar m á s «abierto a d u d a r » de las creencias y ge-valencias complejas q u e se e n c u e n t r a e n la base d e la creencia de neralizaciones limitadoras, así c o m o a estar m á s «abierto aque se trate, con el objetivo de volverse m á s «abierto a dudar» o creer» en las potenciadoras. A m e n u d o , u n a sola afirmación de«abierto a creer» esa generalización concreta. El poder de la palabra contribuye en gran medida al cambio de la actitud y las respuestas de la persona. Consideremos el ejemplo de la mujer a la q u e le acababan d e c o m u n i c a r q u e tenía u n a va- riante «inusual» de cáncer y q u e , p o r consiguiente, los médicos no estaban m u y seguros de c ó m o tratarlo. Temiendo lo peor, se sentía ansiosa y desconcertada por la situación. Consultó a u n practicante d e PNL quien, «aplicando a sí mismo» la generaliza- ción, observó: «Ante circunstancias inusuales, p u e d e n suceder cosas inusuales». Este simple comentario la a y u d ó a cambiar de perspectiva, hasta el p u n t o de percibir la incertidumbre n o ya por fuerza c o m o u n p r o b l e m a , sino c o m o u n a posible ventaja. Comenzó a implicarse m á s p e r s o n a l m e n t e en la acción, lo q u e a su vez motivó q u e sus médicos le ofrecieran m á s opciones, habi- da cuenta de lo «inusual» d e su situación. La mujer c o m e n z ó a mejorar a ojos vista (algo asimismo «inusual») con u n a m í n i m a intervención de s u s m é d i c o s , llegando a recuperar p l e n a m e n t e la salud. Sin embargo, las i n t e r v e n c i o n e s d e El poder de la palabra re- quieren a m e n u d o la aplicación de m á s de u n solo p a t r ó n para atender diversos aspectos d e u n a m i s m a creencia. Ello es cierto sobre todo c u a n d o n o s e n c o n t r a m o s ante u n «virus mental». De «echo, los p r o p i o s virus mentales se m a n t i e n e n en su lugar p o r k aplicación i n c o n s c i e n t e de p a t r o n e s de El poder de la palabra que actúan a m o d o d e e s c u d o ante c u a l q u i e r i n t e n t o d e cam- biarlos. C o m o ejemplo, m i p r i m e r r e c o n o c i m i e n t o consciente de la Patrones de El poder de la palabra ^ t r u c t u r a de a l g u n o s d e los patrones d e El poder de la palabra El sistema de patrones de El poder de la palabra al compleí ^Hgió en el a ñ o 1980, m i e n t r a s participaba en u n seminario en ashington a cargo d e Richard Bandler, cofundador d e la Pro-
  • 284 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 285gramación Neurolingüística. Bandler analizaba, entre otros, el fe- nes, posibilidades o r a z o n a m i e n t o s que Bandler le p r o p o n í a paran ó m e n o conocido c o m o cruzar el umbral. Este fenómeno se pro- que cambiara d e o p i n i ó n acerca d e la chica y de la relación. Bend u c e c u a n d o u n a persona, q u e ha estado implicada en u n a rela- estaba convencido de que su m a p a mental d e la situación era c o -ción intensa y significativa c o n otra d u r a n t e u n período dilatado rrecto, y aseguraba q u e lo había c o m p r o b a d o u n a y mil veces.de tiempo, r o m p e d e r e p e n t e esa relación c o n el otro individuo En lugar de sentirse frustrado, Richard decidió «dar la v u e l -d e t e r m i n a d a a no volver a saber m á s de él. Eso suele ocurrir ta a la tortilla» y colocar metafóricamente a Ben y al resto de losc o m o resultado d e cruzar u n a especie de línea, que podríamos participantes en la posición d e la novia, p a r a ver si d e ese m o d od e n o m i n a r la «última barrera» c o n respecto a la relación. Para resolvían el problema.t e r m i n a r «definitivamente» de forma c o n g r u e n t e c o n la relación, El seminario se desarrollaba en la sala d e u n hotel. C o m oel que decide romperla necesita d e algún m o d o s u p r i m i r o reen- suele suceder en estos casos, Richard y Ben estaban sobre u n en-cuadrar las n u m e r o s a s experiencias positivas c o m p a r t i d a s con la tarimado temporal, c o m p u e s t o p o r varias tarimas elevadas másotra persona. En u n p r o c e s o q u e Bandler d e n o m i n a «cambio de pequeñas puestas j u n t a s para formar u n a superficie mayor. Laimágenes», realizará u n a especie d e reencuadre negativo con res- pata de u n a d e esas tarimas estaba algo suelta, d e m o d o quepecto a sus recuerdos del pasado. Todos los recuerdos, atributos cuando Bandler pisó allí p o r primera vez, la plataforma se incli-y hábitos negativos d e la otra persona, antes relegados a u n se- nó e hizo que se tambaleara. U n o d e los participantes, al que lla-g u n d o p l a n o , pasarán ahora a p r i m e r a línea, al m i s m o tiempo maremos «Vic», saltó en ayuda de Richard y trató de arreglar laque todo lo positivo se difuminará en el trasfondo. pata suelta. Por desgracia, la pata seguía d a n d o p r o b l e m a s y Este proceso tiene u n a estructura parecida a la del «virus cuando Bandler volvió a pisar sobre ella mientras interactuabam e n t a l » , e n el sentido de que n o resulta fácil que la experiencia con Ben, la plataforma volvió a balancearse, y d e n u e v o se tam-o el r a z o n a m i e n t o consigan darle la vuelta. La persona implicada baleó.dedicará g r a n cantidad d e esfuerzos para m a n t e n e r s u s recuerdos C u a n d o vio q u e Vic volvía a tratar d e arreglar la dichosad e la relación d e n t r o de u n «marco p r o b l e m a » . Bandler comen- pata, Richard, que tiene u n instinto n a t u r a l para lo grotesco, per-zó a explorar la posibilidad d e «invertir» ese proceso u n a vez ya cibió u n a o p o r t u n i d a d para crear u n a situación ridicula, paralelamanifestado, con el objetivo de crear la posibilidad d e u n a nue- a la que Ben estaba viviendo en relación c o n su novia. Richardva relación, m á s sana. comenzó a crear u n a especie d e escenario «paranoide», en el q u e U n a persona, a la que llamaremos «Ben», se prestó volunta- aparentaba sentirse deliberadamente agredido por Vic. Parario para el experimento. La relación con su novia n o iba por mantener su «virus mental» paranoide, Bandler p u s o en funcio-b u e n c a m i n o y se planteaba romperla. Ben trataba de echarle la namiento varios d e los principios y técnicas verbales de reencua-culpa a su novia d e todos los problemas de la relación, y parecía dre que h e m o s analizado en este libro, orientados al «marco p r o -d e t e r m i n a d o a dejarla. Bandler ( q u e p o r aquel entonces tenía blema».problemas en su m a t r i m o n i o ) estaba interesado en a y u d a r a Ben La obra de teatro improvisada fue más o m e n o s c o m o sigue:a resolver s u s dificultades salvando así, a ser posible, la relacióncomprometida. La realidad d e m o s t r ó q u e n o era tan fácil convencer a Benpara q u e diera a su novia y a la relación otra o p o r t u n i d a d . A pe-sar d e querer colaborar activamente en la demostración, Benhizo gala d e u n a gran creatividad a la hora d e rebatir las opcio-
  • 286 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 287 Transcripción RB: ¿Ah, n o ? ¿Entonces para qué lo hiciste?Richard Bandler: La persona Bandler establece la creencia q u e arregló esta pata q u e limitadora en forma de causa- Vic: M m m , la... la arreglé, y Tratando de «seguir el juego», salga i n m e d i a t a m e n t e d e efecto y afirmaciones de equiva- ahora p u e d e s c o m p r o b a r Vic intenta de manera intuitiva la sala. N u n c a m á s podría lencia compleja, creando así un q u e está firme c o m o u n a vincular la generalización con confiar en ella. (A Bcn.) «marco-fracaso» y un «marco- roca. una consecuencia positiva. Tuvo su o p o r t u n i d a d y n o problema»: «Vic ha hecho algo lo hizo bien. N u n c a más que podía lastimarme varias ve- RB: ¿Y si n o lo está? ¿Qué pasa Bandler se centra en un contra- nte fiaré d e él. ¿Te das ees, y lo haría de nuevo. Eso ejemplo para la explicación de si m e r o m p o una pierna? cuenta? No le importa mi quiere decir que trata de lasti- Vic, exagerando el peligro poten- futuro. Es la única explica- marme y que no me puedo fiar cial. ción que p u e d o darle a lo de él». sucedido. Le i m p o r t a u n Vic: N o , está bien, firme c o m o c o m i n o que m e r o m p a la u n a roca. p i e r n a , ¿verdad? Pues n o le voy a dar otra o p o r t u - RB: De m o d o que lo q u e quie- Bandler «fragmenta hacia arri- nidad de h a c e r m e d a ñ o . res es que pise ahí, q u e ba», convirtiendo la consecuen- Quiero decir, ¿qué otra ex- ponga mi vida en peligro. cia de «lastimarme» o «romper- plicación le p o d e m o s d a r a me la pierna» en «poner mi vida q u e arregle la pata y cuan- en peligro». d o vuelvo a pasar p o r ahí, p o r p o c o m e lastimo? 0 Vic: Arriesgaré y o mi vida pri- Vic ensaya una versión de «apli- es u n tonto i n c o m p e t e n t e m e r o , ¿de acuerdo? car a sí mismo». o lo ha h e c h o a d r e d e . E n cualquiera d e los dos casos n o quiero tener nada que RB: ¿Tienes alguna idea d e Bandler amplía el «tamaño del ver c o n ese tipo. Acabaría cuántas veces más tengo marco» para mantener el «mar- lastimándome. Si no es eso, que pasar p o r ese p u n t o co-problema» y restablecer la ¿qué es entonces? ¿Por q u é más que tú? Ya sabes que posibilidad de un contraejemplo. querrá h a c e r m e eso a mí? lo p r o b é la última vez y (Dirigiéndose a Vic.) aguantó, p e r o c u a n d o vol- ¿Por q u é quieres lastimar- ví a pasar p o r ahí ¡Boom!, me? ¿Eh? otra vez. Otra vez p o r el suelo.Vic: Eso n o es cierto. v c : Pisaste sobre el lado dere- Tratando de «sacar del marco»
  • 288 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 289 cho. Esa parte está un el contraejemplo, Vic «fragmen- (Dirigiéndose a Ben.) poco mal. ta hacia abajo», asegurando q Ue ¿Ves? Él (señalando a Hom- el problema se circunscribe sólo bre 1) sí que está d e mi par- a una parte del entarimado. te ¿Mmm? Ben:(captando la metáfora): TalRB: Sí q u e lo está. Simplemen- Bandler fragmenta hasta la tota- vez... todavía no estoy m u y te, n o lo c o m p r e n d o . Para lidad de la secuencia de la inte- seguro. mí n o tiene n i n g ú n senti- racción, centrándose en la «in- do. No me cabe en la cabe- tención» de Vic, lo cual tiene RB: Bueno, tal vez me aconseje Bandler continúa centrándose en za que alguien quiera ha- como efecto cambiar el «resulta- ir demasiado lejos, pero el patrón de «buenas intenciones» cerme u n a cosa así. Al do» sobre el que se centraba el sus intenciones s o n b u e - frente a «malas intenciones». principio creí que eras al- argumento. ñas. El tipo ése, Vic, en guien sincero, que d e ver- cambio, trata d e q u e vaya dad trataba de a y u d a r m e . ahí a lastimarme, ¿no le Parecía otra cosa, amabili- has escuchado? Pretende dad y todo eso. N o tenía ni q u e vaya ahí a p r o b a r d e idea d e lo que realmente nuevo. tratabas d e h a c e r m e . BemBueno, me s o r p r e n d e u n Ben acompaña también el marcoH o m b r e 1: A condición de que Hombre 1 acompaña el «marco- poco que n o haya ido ya a problema de Bandler, señalando evites pasar p o r ahí en el problema» de Bandler y su frag- probar él m i s m o . que el comportamiento de Vic es futuro, todo irá bien. mentación general. un contraejemplo de sus protes- tas de buenas intenciones, asíRB: ¿Veis? Él sí que trata d e Bandler toma el comentario de como de sus afirmaciones de que a y u d a r m e . De ese otro (se- Hombre 1 como confirmación de la tarima está «firme como una ñalando a Vic) n o me p u e - su marco problema y de su creen- roca». d o fiar. Lo ú n i c o q u e me cia limitadora, y amplía el «ta- aconseja es que «pruebe maño del marco» para incluir a RB: Exacto, y o también m e he Bandler utiliza la confirmación de n u e v o » , ¿no es así? Ése, otros que también tengan «mala dado cuenta. No se me ha- de Ben de la creencia limitadora en c a m b i o (señalando a intención». bía o c u r r i d o a n t e s sacar la para «fragmentar hacia arriba» H o m b r e 1), m e dice d ó n d e maldita plataforma. Ahora aún más la intención negativa de tengo q u e vigilar. Pero se- sí q u e veo bastante claro Vic de «hacerme daño» a «tratar g u r a m e n t e eso n o es d e lo que lo q u e quiere es q u e de asesinarme», trasladándola ú n i c o q u e m e tengo que me haga daño. ¿Qué te pa- al nivel de «identidad». preocupar, p u e d e q u e haya rece? Viene a mi seminario otros peligros. a tratar d e asesinarme. E
  • 290 EL PODER DE LA PAIABRA Aplicar los patrones como un sistema 291 intenta c o n v e n c e r m e de Mujer 1: Sí, pero si n o piensa Mujer 1 trata de utilizar la res- que no es u n a trampa. en lo que p u e d e ocurrir en puesta de Bandler como un posi- el futuro, tal vez n o lo ble contraejemplo de su creenciaBen:Ya le has dado m u c h a s Bcn continúa «acompañando» la haya h e c h o deliberada- acerca de la intención negativa oportunidades de demos- declaración de i neiu ia de Band- mente. de Vic. trar q u e n o va a p o r ti. ler, «fragmentando hacia arriba» el «contraejemplo" para cuestio- RB: Si n o ha pensado antes en Para mantener el marco proble- nar la afirmación de Vic de que mi futuro, tampoco lo hará ma, Bandler cambia el foco de la no tiene malas intenciones. la p r ó x i m a vez y me mete- atención de la «intención» a las rá en alguna situación d e «consecuencias». la que saldré realmente es-RB: Ya lo creo que sí, u n a opor- Bandler sigue fragmentando ha- caldado. t u n i d a d tras otra d e tratar cia arriba. de hacer algo positivo. Hombre 2: Pero sólo tienes un Hombre 2 trata de encontrar ejemplo, así que n o lo p u e - un contraejemplo «fragmentan-Ben: Y ahí lo tienes, sentado y El contraejemplo es leencuadrado des saber con seguridad. do hacia abajo». sin hacer nada. como «consecuencia», que confir- ma la creencia negativa de Band- RB: ¡Lo ha h e c h o d o s veces! Y Bandler vuelve a fragmentar ha- ler. le di u n m o n t ó n d e o p c i o - cia arriba —asegurando haberle nes sobre c ó m o hacer algo ofrecido a Vic «un montón de op-H o m b r e 2: ¿Por q u é crees que Hombre 2 trata de «metaencua- para d e m o s t r a r m e q u e n o ciones»— y «redefine» la falta p e n s ó que tenía que volver drar» parte de la creencia limi- estaba t r a t a n d o d e lasti- de respuesta de Vic como una a colocar ese trozo, en vez tadora de Bandler, para tratar de m a r m e . Ofreció pisar y demostración de que «no le im- de sacarlo? indicar una posible presuposi- «arriesgar su vida» p r i m e - porta», conectándola de nuevo ción. ro, pero ¿lo ha h e c h o ? N o , con una consecuencia negativa. n o lo ha h e c h o . Le sugerí (Bandler obvia el hecho de que leRB: No sé por qué lo ha hecho. Bandler mantiene el marco pro- que sacara ese trozo y ha dicho a Vic que su oferta de Quizá n o le gusto. Quizá blema, ampliando las causas po- t a m p o c o lo ha h e c h o . Es pisar primero la tarima no era quiere lastimarme. Tal vez sibles del comportamiento de Vic que n o le i m p o r t o . Le doy «prueba» suficiente de sus inten- n o sabe qué más hacer en el desde su «¡mención negativa», igual. Ahí lo va a dejar ciones.) futuro para hacerme daño. para incluir también su «modelo hasta q u e consiga que m e O quizá nunca se le ocurrió del mundo limitado». caiga. pensar el daño que me po- día hacer. En todo caso, n o quiero estar cerca de nadie M u J e r 1: ¿Por qué n o le dais la Mujer 1 trata de establecer un con esas intenciones. vuelta a esa plataforma en- «marco-realimentación» coope- tre los dos y os aseguráis rativo y cambiar de resultado:
  • 292 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 293 que está bien? Q u e trabaje «comprobar» la plataforma para quería es que se volviera a blema, cambiando el marco al contigo para comprobarlo. asegurarse de que «está bien». instalar esa tarima. Ahora pasado. ya es demasiado tarde.RB: De m o d o que lo que pre- Bandler amplia de nuevo el ta- tendes es que m e ponga a maño del marco (más allá del Mujer 2: ¿No le vas a d a r otra Mujer 2 hace otro intento direc- trabajar con él, q u e le de- presente hasta «los dos o tres oportunidad? to, en esta ocasión para estable- m o s la vuelta a la tarima, y días siguientes»), para descalifi- cer un marco realimentación. luego q u e sea yo el que se car de este modo la solución po- pasee sobre ella los dos o tencial. Acto seguido «metaen- RB: Ya tuvo su o p o r t u n i d a d . Y Bandler vuelve a «fragmentar tres días siguientes. Tú es- cuadra» el intento de la mujer no sólo una, sino q u e le di hacia arriba», extendiendo las tás de su lado. Lo sabía por encontrar una solución y lo u n m o n t ó n d e ellas y no consecuencias de su creencia pa- desde el principio. ¿No te convierte en una prueba de que aprovechó n i n g u n a . Sim- ranoica. das cuenta? ¡Si hasta te conspira con Vic, utilizando el plemenie n o le importa. has s e n t a d o en el m i s m o hecho de que se sienten en el mis- ¿Qué otra explicación p o - lado de la sala que él! mo lado de la sala como conse- dría haber si no? C ó m o cuencia confirmadora. podía yo imaginar q u e iba a caerme. C ó m o podía yoMujer 1: Bueno, pues lo p u e d o Mujer 1 se da cuenta de que una imaginar q u e (Vic) iba a hacer y o con é l . . . ¡Ah, n o ! de las consecuencias del «me- venir antes que nosotros a No te fías de mí p o r q u e tamarco» de Bandler consiste torcer esa pata. N o sé qué piensas que s o m o s cóm- en que descarta potcncialmente más va a tratar d e hacer- plices. cualquier intento que ella pueda me. Sacadlo d e la sala aho- hacer para cuestionar su creen- ra m i s m o . cia. Hombre 1: Creo q u e es mejor Hombre 1 acompaña el marcoRB: Vaya, ahora tratas de h a - Bandler profundiza el marco pro- que te vayas tú, podría es- problema de Bandler (junto con c e r m e parecer paranoico blema, señalando una consecuen- conderse y esperarte afue- su afirmación acerca de la inten- ¿Eh? (Vic) Te ha prepara- cia negativa de la afimación de ta, ción negativa de Vic), amplián- d o para eso ¿no? Mujer l. dolo para incluir también el comportamiento futuro del sos- pechoso.Mujer 2: Entonces ¿qué es lo Mujer 2 hace un intento directo que quieres ahora mismo? por establecer un marco resulta- RB: Tal vez debería ocultarme. do, centrándose en el futuro in- mediato ombre 3: (Señalando a H o m - Hombre 3 cambia a «otro objeti- bre 1) ¿Y qué te hace pen- vo», cuestionando la autentici-RB: N o quiero nada. Lo q u e n o Bandler reafirma el marco sar que p u e d e s fiarte de él? dad de Hombre 1.
  • 294 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 295RB: Bueno, él haría lo m i s m o dos personas se enfrenten y que yo. que las d e m á s tengan que tomar partido.H o m b r e 3: Quizá (Vic) sea u n Hombre 3 propone una meta- s e ñ u e l o . E s u n a posibili- marco más «positivo» para el Hombre 4: Tiene q u e ser con- Hombre 4 sugiere un cambio de dad. comportamiento de Vic. d e n a d a m e n t e listo para lo- foco de atención. grarlo c o n t a n t o s r o d e o s .RB: ¿Por qué le buscas excu- Bandler «redefine» el metam sas? ( M i r a n d o a las perso- co de Hombre .5 c o m o una «excu- RB: No te q u e p a d u d a d e q u e nas con las q u e n o está d e sa» para el comportamiento de L lo es. acuerdo.) Todos s e n t a d o s Vic, y continua expandiendo el en p r i m e r a fila, ¡qué ca- marco-problema paranoide. Hombre 4: ¿Crees q u e p o d e - Hombre 4 trata de desplazar la sualidad! mos ser m á s listos q u e él? atención hacia el futuro y hacia un marco objetivo.Mujer 2: Es u n a acción en Mujer 2 trata de «fragmentar masa. La c h u s m a ataca. hacia arriba» y ampliar el tama- RB: No l o sé. Ya m e pilló u n a Bandler cambia el marco tempo- ño del marco, para exagerar la vez. Y m e volvió a pillar. ral al pasado, ampliando el mar- crcenciay llamar la atención so- Sólo Dios sabe a c u á n t o s co problema para incluir a otras bre la generalización. más habrá pillado. personas, a d e m a s de sí m i s m o .RB: ¡Vaya! Otra que trata d e ha- Bandler coloca un «metamarco» Hombre 4: Si vas c o n precau- Hombre 4 trata de redefinir la «in- cerme parecer paranoico. en torno al comemaño de Mujer ción, tal vez p u e d a s utili- tención negativa» de Vic como 2, afirmando que tiene una in- zar su genio diabólico. «genio diabólico», colocándola en tención negativa. él marco resultado de «utilizarlo».Mujer 2: N o , sólo me p r e o c u p a Mujer 2 trata de redefinir en po- RB: No vale la p e n a . Tan sólo Para restablecer un marco-pro- q u e pienses que toda esta sitivo su intención. aspiro a estar c o n gente y a blema, Bandler pasa a «otro ob- gente está contra ti. sentirme u n p o c o más se- jetivo» en relación con su propia guro acerca de lo que pasa «seguridad» en lugar de con elRB: No me vengas con esas. (A Bandler amplia de nuevo el mar- a mi alrededor. ¿Sabes? La «genio» de Vic. Vic) ¿Te das cuenta del lío co, centrando de n u e v o la aten- vida está llena d e cosas que has armado? (A la sala.) ción sobre Vic. reafirmando l<¡ b u e n a s aparte d e esa clase Ya os dije que ése quería que intención negativa de éste " s d e porquería. ¿ Q u é p u e d o la gente se hiciera d a ñ o en- consecuencias negativas de SU hacer? tre sí. (A Vic.) ¿Qué clase comportamiento. de ser h u m a n o eres? Mira lo Hombre 4: Bueno, m i e n t r a s Para satisfacer el objetivo «se- que has conseguido, que esté aquí lo p u e d e s vigilar. guridad», Hombre 4 trata de es-
  • 296 EL PODP.R DI= LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 297 trechar el tamaño del marco tando que la conclusión de éste temporal hasta la situación en se basa en una experiencia limi- curso. tada.RB: Ya lo vigilo. Me. p r e g u n t o Bandler expande el marco más RB; Pero n o quiero tener nin- Bandler «colapsa» el metamarco c u á n d o acabará todo esto. allá del presente, lo cual implica guna clase d e interacción aplicando su conclusión a los que volverá a sentirse amenaza- con él. términos de éste, y crea así una do más adelante. especie de «argumento circular», a saber: «No me fío porque no heVic: Voy a sacar esa tarima. (Y Vic trata de crear un contra- tenido con él la adecuada inte- comienza a retirar la tari- ejemplo a la generalización de racción. Además, no quiero tener m a estropeada.) Bandler, cumpliendo con su re- ninguna clase de interacción con quisito de retirar la tarima estro él porque no me fío». peada. Hombre 1: No te critico por ello.RB: Ahora intenta hacerme pa- Bandler metaencuadra la acción recer estúpido. ¿Veis? Aho- de Vic como un intento de desa- RB: Quiero decir... a u n q u e lle- Bandler vuelve a cambiar el ta- ra trata de hacer ver que n o creditarle a él y de aparentar que varais u n a tarima nueva, maño del marco para incluir en ha p a s a d o nada, así podrá no corre ningún peligro. Bandler tan sólo estaría seguro u n él consecuencias negativas en el hacerlo otra vez c u a n d o se utiliza este marco como confir- tiempo. Tal vez corte u n a futuro, descartando cualquier so- le antoje. Dirá a los d e m á s mación de la intención negativa pata del otro e x t r e m o , lución en el presente. que la arregló y la volvió a de Vic, así como a modo de justi- ¿quién sabe? colocar, y que todo está ficación para la falta de confian- bien. ¿Qué p u e d o hacer? za respecto a Vic y a las poten- Mujer 3: ¿ C ó m o sabes que lo Mujer 3 trata de determinar con No me fío de él. ¿Debería ciales consecuencias futuras. preparó d e a n t e m a n o ? qué «estrategia de realidad» ha cortar p o r lo sano y n o vol- formado Bandler su generaliza- ver a c o m u n i c a r m e n u n c a ción acerca de la intención nega- más con él? Tal vez sea lo tiva de Vic. mejor, ¿eh? Podría tratar d e h a c e r m e lo m i s m o de RB: Bueno, n o sé, pero ésa no En lugar de atender a la pregun- n u e v o . N o hay más que. es la cuestión. La cuestión ta, Bandler cambia de inmediato verle, sigue sentado en el es que n o sólo dejó que me a «otro objetivo», centrándose en m i s m o sitio. sucediera a mí, sino que lo las consecuencias negativas del volvió a disponer todo para comportamiento de Vic sobre suMujer 3: Pero n o has tenido la Mujer 3 trata de establecer otro que m e sucediera lo m i s m o estado interno (de Bandler), más adecuada interacción con metamarco alrededor de la gene- de nuevo. Incluso a u n q u e que en la intención negativa de él para fiarte. ralización de Bandler, argumen- n o lo hiciera adrede, lo Vic.
  • 298 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 299 cierto es que sucedió. Él es los seis meses últimos he Bandler fragmenta hacia arriba quien me hace sentir mal. cambiado m u c h o . y amplía el tamaño del marco, ¿Veis? ¡Estoy aterrado! (Dirigiéndose a la sala.) ¿Qué redefiniendo la situación como vais a hacer?, ¿dejarme de relacionada con «ayudarme», enMujer 3: ¿De qué m o d o te hace Mujer 3 trata de nuevo de «frag- este m o d o ? P o r q u e si n o lugar de tratar de las acciones sentir así? mentar hacia abajo» la «estruc- sois capaces d e a y u d a r m e de Vic. tura» de la generalización de m e t e n d r é q u e marchar. causa-efecto, estableciendo las N o voy a p o d e r dar semi- «equivalencias» o estrategias in- narios hoy, m a ñ a n a n i ternas que Bandler aplica para n u n c a . Es capaz de volver construir su generalización. d e n u e v o c o n otro n o m - bre. Ni siquiera quiero vol- Bandler desplaza el foco de la ver a tener participantesRB: La cuestión no es ésa. Lo atención de la generalización en mis seminarios. ¿Santo que importa es que eso es causa-efecto a las consecuencias cielo! ¡No m e dejéis así! lo q u e siento. Si él n o h u - biera h e c h o todas esas co- relacionadas con su estado in- sas, y o n o m e sentiría así. terno. Mujer 3: ¿Así es c o m o quieres Mujer 3 realiza otro intento de A h o r a n o p u e d o dejar d e que sea? establecer directamente un mar- sentirme de este m o d o . co objetivo, orientado hacia un Traté d e darle u n a o p o r t u - futuro más positivo. nidad para hacer algo al respecto, pero me decep- RB: No, n o quiero q u e sea así. Bandler vuelve a un marco pro- cionó. Quiero ser c o m o era antes. Mema y traslada el marco al pa- sado.Mujer 4: ¿Puedes recordar co- Mujer 4 trata de conducir a sas que hayas disfrutado Bandler a identificar contraejem- Mujer 3: ¿Y c ó m o eras? C u é n - Mujer 3 trata de utilizar el pa- h a c i e n d o c o n él? Q u i e r o plos positivos del pasado, rela- tamelo. sado como recurso para estable- decir, a u n q u e ahora te dis- cionados con su estado interno y cer un marco objetivo. guste. sus interacciones con Vic.RB: Sí, claro, todo eso está ahí, Bandler cambia el marco a su es- RB: Solía ser confiado y feliz. P a r a mantener el marco proble- pero n o podría ser lo mis- tado interno negativo presente, Me gustaba la gente y con- ma, Bandler pasa del pasado al m o en el futuro. Al n o sen- asi como a las consecuencias ne- fiaba en ella. Ahora ya n o presente, tir lo que siento ahora, eso gativas que es de esperar que di- soy así. ¿Veis lo que me ha sería imposible. N o p o d r é cho estado tenga para su futuro hecho? (Señalando a Vic.) volver a ser la misma per- (cambia del nivel de comporta- ¿Veis lo que m e estáis ha- sona con él nunca más. E n miento al de identidad). ciendo? (A la sala.) Pero n o
  • 300 El. PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un s i s t e m a 301 p u e d o hacer nada más por- estoy. Ahora me h e dado que n o queréis ayudarme. cuenta de que hay perso- nas que harían cualquierMujer 3: ¿Quieres decir q u e n o Mujer 3 trata de redefinir «no cosa para herirme. Real- p u e d e s hacer nada m á s o puedo» como «no quiero», im- mente n o vale la pena. que n o quieres hacer n a d a plicando que Bandler tiene más ¿Puede alguien ayudarme? más ? opciones de las que admite al ni- vel de capacidad.RB: ¿Qué m á s da? No sé q u e Bandler utiliza una modalidad hacer. de «jerarquía de criterios», ase- gurando que no importa las op- ciones que uno taiga si «no sabe qué hacer».H o m b r e 4: Lo q u e quería es Hombre 4 trata de redefinir (o p o n e r t e en el estado e n «encadenar») el «problema» de q u e te e n c u e n t r a s . Bandler, desde el nivel de identi- dad («no soy como era») al de respuesta de comportamiento («él estado en que te encuentras»).RB: Ya lo sé. Quiere sentirse su- [Bandler vuelve a colocar el pro- perior a mí. Hay m u c h o s blema en el nivel de identidad asesinos de líderes c o m o (Vic es un asesino de líderes) y él. Puedo cuidar de mí mis- lo utiliza como medio para res- m o y defenderme, pero la tablecer y expandir firmemente, gente te puede p o n e r tram- o «fragmentar hacia airiba», su pas como ésa. Solía ser la marco problema. clase de persona que pien- sa que todos tienen buenas intenciones. Solía pensar bien de todo el m u n d o , pero ahora ya he aprendido la lección. Me he lastimado más d e lo que nunca h u - biera pensado. Mira c ó m o
  • 302 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 303Crear y mantener un «virus mental» utilizando También m e percaté de que Bandler utilizaba sistemática-El p o d e r de la p a l a b r a mente ( a u n q u e d e m a n e r a intuitiva) los patrones lingüísticos que yo había estado percibiendo c o m o resultado de mi estudio sobreEsta clase d e diálogo e n t r e Bandler y los participantes d u r ó aú personajes históricos importantes, c o m o Sócrates, J e s ú s , Karlu n b u e n rato, sin n i n g u n a clase d e progreso. Estaba claro que la Marx, A b r a h a m Lincoln, Hitler y G a n d h i , entre otros, que seráni n t e n c i ó n p r i m o r d i a l d e la d e m o s t r a c i ó n d e Bandler consistía en presentados e n el Volumen II d e la presente obra. Estaba clarom a n t e n e r a toda costa el m a r c o problema. Sus respuestas n o ver- para mí que estos patrones podían ser empleados tanto para de-s a b a n r e a l m e n t e sobre el c o n t e n i d o de la creencia que había ele- fender c o m o para cuestionar creencias y generalizaciones.g i d o . Conseguía « d e s e n c u a d r a r » cada u n a de las intervenciones Esta nueva comprensión me llevó al umbral de lo que se cono-q u e se le planteaban c o m o i n t e n t o de ayudarle a e n c o n t r a r algu- ce como fase de «disparadero inconsciente» del modelado en Pro-na solución. gramación Neurolingüística. El siguiente paso consistió en tratar M i e n t r a s consiguiera m a n t e n e r el «marco», podría seguir de formalizar los patrones que había c o m e n z a d o a intuir. Perod e t e r m i n a n d o el resultado d e la interacción. Consiguió colocara antes de hacerlo, tenía q u e probar a propósito los patrones yolos p a r t i c i p a n t e s e n u n lazo doble m á s o m e n o s c o m o éste: «Si mismo, para ver si lograba emular en cierta m e d i d a la actuacióntratáis d e a y u d a r m e , m a l o . Pero si n o tratáis de ayudarme, malo de Bandler. Una condición clave del m o d e l a d o eficaz en P N Lt a m b i é n » . Para a l g u n o s resultaba a t o r m e n t a d o r , para otros frus- consiste en q u e , antes de formalizarla en conceptos relevantes, est r a n t e . (De h e c h o , a n t e la reiterada súplica d e Bandler d e «¿Pue- necesario interiorizar la capacidad q u e se esté m o d e l a n d o . Ded e alguien a y u d a r m e ? » , u n a d e las mujeres presentes respondió otro m o d o nos limitaríamos a formular t a n sólo u n a descripción,f i n a l m e n t e : «¿Quieres q u e t e traiga u n p o c o d e caldo d e galli- que reflejaría la «estructura superficial» del proceso en lugar d ena?») construir u n m o d e l o d e las nociones m á s profundas necesario C o m o , a pesar d e t o d o , las interacciones continuaban, me para generar la capacidad de que se trate.percaté d e q u e lo q u e Richard hacía tenía u n a estructura que yo La o p o r t u n i d a d se me presentó u n mes más tarde, en un pro-p o d í a repetir. Me di c u e n t a d e q u e , si bien el c o n t e n i d o de la in- grama avanzado d e PNL en Chicago. En el tercer día del progra-t e r a c c i ó n era distinto, al nivel de «estructura profunda» se trata- ma, decidí informar al g r u p o de que les iba a mostrar un nuevoba d e u n diálogo c o n el q u e m e había e n c o n t r a d o ya numerosas conjunto revolucionario de patrones. Veamos a continuaciónv e c e s en m u c h a s p e r s o n a s . Se trataba de u n m o d o de establecei una transcripción c o m e n t a d a de mi propia versión del dramay m a n t e n e r u n «virus m e n t a l » , m e d i a n t e el reencuadre negativo «irónico», modelada sobre la de Bandler:o el « d e s e n c u a d r e » d e c u a l q u i e r i n t e n t o d e resituar la creencia li-m i t a d o r a en u n m a r c o objetivo, e n u n m a r c o realimentación, o Robert: ¿Quién m e ha puesto ese micrófono? ¿Jim? ¿Dóndee n u n m a r c o « c o m o si». está Jim? Va a p o r mí. ¿Está en el baño? Seguro que esta- M e d i cuenta, p o r ejemplo, de q u e Bandler cambiaba siste- rá allí, t r a m a n d o algo contra mí. Me ha p u e s t o estam á t i c a m e n t e el marco y el t a m a ñ o del marco, para cebarse en cosa... y t o d o s habéis visto ya q u e tropiezo a cada m o -c u a l q u i e r cosa que el participante que planteara una opción deja- m e n t o con eso. Seguro que quiere que me caiga y me las-ra al m a r g e n d e ella. También era obvio que, cada vez que alguien time, q u e pierda mi credibilidad c o m o profesor y que ostrataba d e « a c o m p a ñ a r » el m a r c o problema, o la formulación ne- riáis d e mí. No hay d u d a d e q u e va a p o r mí. Es obvio,gativa d e la intención tras la creencia, en su intento de establecer ¿no? ¿Me va a a y u d a r alguien? Dentro de poco estará«sintonía» c o n él, Bandler lo metía e n u n lío más gordo. aquí de n u e v o . (Establece creencia limitadora: «Jim ha
  • 304 EL PODER DE LA PALABRA Aphcar los patrones como un sistema 305 hecho algo que ha provocado que me haga daño y me sienta me. Necesito ayuda urgentemente. ¡Haz algo ahora mis- humillado. Puesto que ya ha sucedido antes, volverá a suce- mo! (Consecuencia: «Puesto que estás de acuerdo con- der de nuevo. Trata de lastimarme y estoy en peligro».) • migo, deberías hacer algo al respecto ahora mismo».) Participante 1: ¿Por qué dejaste que te lo pusiera, si sabias P2: ¿Qué crees que Jim trata de hacer? (Intento de descubrir que iba a por ti? (Contraejemplo: Inconsistencia entre las la intención positiva.) consecuencias lógicas de la creencia manifestada de R y R: ¡Ya te he dicho lo que quiere hacer! ¡Va a por mí! (Se cen- su comportamiento.) tra de nuevo sobre la intención negativa.) R: Porque sabe que estáis todos aquí, y si trato de impedirle P2: ¿Cuál crees que es su propósito? (Sigue fragmentando que me coloque el micrófono, todos pensaréis eme soy un hacia arriba en busca de la intención positiva.) paranoico y él habrá conseguido desacreditarme ante vo- sotros. (Metamarco: «Parecería raro que tratara de dete- R: Ya te lo he dicho, quiere lastimarme. Quiere que quede nerle». Consecuencia: «Pensaríais que soy un paranoi- c o m o un tonto. (Fragmenta hacia arriba la intención ne- co».) gativa hasta una consecuencia al nivel de identidad: «Ha- cerme quedar como un tonto».) Pl: Así que si no te hubieras dejado poner el micro te habría hecho aparecer c o m o un tonto, ¿no? (Fragmenta hacia P2: ¿Y que gana él con eso? (Búsqueda de la intención posi- arriba y redefine «tropezar con el cable y perder credibi- tiva cambiando a otro objetivo.) lidad» en «aparecer como un tonto». Trata de estimular R: No sé lo que gana con ello. Está claro que está loco. Tal una reevaluación de la creencia manifestando una conse- vez su mapa del mundo consista en perjudicar a los de- cuencia de la declaración de creencia redefinida: «Puesto más para elevarse a sí mismo. (Utiliza el marco de un que colocarte el micrófono es lo que te hace aparecer modelo del mundo diferente para encadenar una inten- como un tonto, si no te lo pones no parecerás un tonto».) ción positiva.) R: ¿Por qué haces tantas preguntas? (Al resto de participan- P2: Bueno, entonces quizá deberíamos avisar al hospital. (Se tes.) ¿Sabéis qué? Lleva camisa azul y vaqueros del mis- centra e n la consecuencia del juicio «loco» para tratar de mo color, igual que Jim. ¿Acaso estás de su parte? Me es- establecer un marco objetivo.) toy comenzando a poner nervioso con todas esas preguntas que me hace... Vamos, tenéis que ayudarme, la R: Bueno, no te quedes ahí dándome consejos, hazme el fa- conspiración está creciendo. (Metamarco: Pones todas vor de llamar al hospital para que se lo lleven. (Versión esas preguntas y tratas de cuestionar mi creencia porque sutil de aplicación de la creencia a sí misma, dirigiendo la conspiras con Jim.) consecuencia de la declaración de creencia a quien la ma- nifiesta. También sirve para desviar el marco objetivo de P2: Estoy de acuerdo contigo. Lo más probable es que esté vuelta a quien habla, de modo que R puede mantener el tratando de ponerte en ridículo ante todas estas perso- marco problema.) nas. (Acompaña el marco problema.) P2: Llamemos los dos. (Trata de ampliar el marco para in- R: ¡Lo hace! Y puesto que eres lo suficientemente listo como cluir en él a R.) para darte cuenta de lo peligroso de la situación, ayúda-
  • EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones corno un sistema 307R: N o , tendrás q u e hacerlo tú p o r mí. Si aviso yo al hospital prueba! (R m u e s t r a el cable del micro a la sala.). ¿Lo ves? pensarán q u e estoy loco. Tú m e c o m p r e n d e s , estoy segu- No me negarás q u e es u n a p r u e b a a b r u m a d o r a , ¿verdad? ro de que me ayudarás llamándoles en mi lugar. (Meta- Aquí está. Ayudadme. (Afirmando la presuposición d e marco: U n a tercera parte tiene m á s credibilidad. Creerán q u e J i m va a p o r él, R fragmenta hacia abajo para cen- q u e soy paranoico c u a n d o les cuente lo que m e pasa.) trarse en el cable del micrófono c o m o prueba.)P2: ¿Por qué tendrían q u e pensar q u e estás loco? (Pasa al P6: Bueno, primero sácate ese micro y luego ve a hablar c o n m o d e l o del m u n d o de «ellos» y fragmenta hacia abajo, J i m del a s u n t o . Necesitas alivio i n m e d i a t o , ¿no es así? t r a t a n d o d e e n c o n t r a r opciones posibles o contraejem- (Trata de establecer un marco objetivo en relación con el plos.) cable del micrófono y c o n la i n t e n c i ó n d e J i m . )R: N o m e fastidies, ¡sabes perfectamente p o r q u é lo pensa- R: Si m e saco el micro hará alguna otra cosa. Eso sería tratar rán! (Reafirma el metamarco en forma de presuposición: s i m p l e m e n t e el s í n t o m a . M e h a p u e s t o u n a y otra vez esa « T ú ya sabes p o r q u é » . ) cosa cada día. ¿ Q u é te hace pensar que sacarme el micro le detendría? (Cambia el t a m a ñ o del marco e x p a n d i e n d oP2: Yo n o creo que estés loco. (Tratando d e proporcionar un el marco t e m p o r a l para centrar d e n u e v o la atención so- contraejemplo en curso.) bre el marco problema y las consecuencias de la «inten-R: Esto está fuera d e lugar. ¡Yo necesito ayuda ahora! (Pasa ción negativa» d e J i m . ) a otro objetivo: «Necesito ayuda ahora».) P5: ¿Qué necesitas para saber que n o va a p o r ti? (Trata d eP3: ¿Y qué pasaría si dejaras de j u g u e t e a r c o n el cable del fragmentar hacia abajo, para definir la estrategia d e reali- micrófono? (Utiliza la generalización d e causa-efecto d a d de la creencia acerca d e la intención d e J i m y buscar afirmada p o r la creencia para atraer la atención a la in- posibles contraejemplos.) fluencia del c o m p o r t a m i e n t o del p r o p i o R.) R: ¿Por q u é sigues tratando de convencerme de que n o va a R: ( C o n suspicacia.) ¿Y p o r q u é m e p r e g u n t a s eso ahora? por mí? Ya h e demostrado que va a por mí. No quiero que (Metamarco: «Tu implicación d e q u e debería cambiar mi nadie me convenza de q u e n o es así. Eso me metería en pro- c o m p o r t a m i e n t o significa que estás contra mí».) blemas. (Metamarco: «Tratar de cambiar m i creencia de que va a por mí me acarrearía consecuencias negativas».) P4: (Riéndose.) Está loca, yo en tu lugar también la vigilaría a ella. P7: ¿Qué quieres q u e te a y u d e m o s a conseguir? (Intenta es- tablecer d e forma directa u n marco objetivo.) R: S í . . . J i m lleva gafas y ella también. ¿Qué voy a hacer? ¿Nadie va a ayudarme? (Amplía el marco.) R: Sólo quiero s e n t i r m e p r o t e g i d o . . . saberme a salvo d e él. Y eso n o lo p u e d o hacer por mí m i s m o . Necesito ayuda. P5: ¿Qué tendría que hacer J i m para que n o pensaras que va (Utiliza u n a formulación ligeramente distinta al objetivo a p o r ti? (Busca u n a base para contraejemplos de la para m a n t e n e r intacto el marco problema.) creencia limitadora acerca d e J i m . ) P8: ( C o n vehemencia.) Sí, pero todo el tiempo has sabido R: No quiero cambiar mi forma de sentir hacia él. Sólo q u e que ese cable estaba ahí. ¡Lo p r i m e r o q u e p u e d e s hacer ro librarme d e él. Sé que va a p o r mí. ¡Mira! ¡Aquí está la
  • 308 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 309 p o r tu seguridad es quitártelo! (Utiliza u n a consecuencia (A P9.) Me s o r p r e n d e que estés loca... Venga, se s u p o n e de la creencia d e R para tratar de establecer u n marco q u e sois practicantes de PNL. ¿Por q u é n o me ayudáis? realimentación — a p l i c a n d o indirectamente la creencia a (Sitúa de lleno la atención sobre la intención negativa d e sí m i s m a — y colocar a R en u n a posición de «víctima».) J i m c o m o causa del «peligro». Establece u n a «equivalen- cia compleja» entre el estado i n t e r n o de R — « E s t o y con- R: Me p o n e realmente nervioso que alguien m e grite. (Meta- f u n d i d o » — y u n juicio sobre la otra persona — « D e b e s marco del c o m e n t a r i o para llamar la atención sobre la d e estar loca»—. Asimismo, R descarga sobre los partici- consecuencia sobre su estado i n t e r n o de la parte no ver- p a n t e s la responsabilidad de su estado problema.) bal d e la declaración.) P6: (Riéndose.) E s e j i m comienza a asustarme a mí también. P7: ¿Cómo sabrías q u e ya estás a salvo de Jim? (Tratando de establecer u n marco objetivo y u n marco realimentación, R: Y con razón. (A la sala.) Ése es el ú n i c o entre lodos voso- fragmentando hacia abajo y estableciendo el criterio de tros q u e tiene algo de cerebro. M e va a librar d e J i m . equivalencia para «seguridad».) (Afirma u n a consecuencia p r o b l e m a d e la aceptación d e su marco problema.) R: No p u e d o sentirme seguro mientras él ande por ahí. Li- b r a d m e d e él ahora m i s m o . (Fragmenta d e nuevo hacia PÍO: Si te ata c o n eso e s q u e va a p o r ti, p o r c o n s i g u i e n t e . . . arriba, reafirmando el marco problema y s u s consecuen- (Redefine el p r o b l e m a con el micrófono c o m o «estar ata- cias.) do».) P9: ¿Para qué te sirve q u e sigas con el cable p u e s t o , a pesar R: N o , n o te das cuenta de lo que pasa. N o me «ata». Sabe d e q u e crees que es u n peligro? (Fragmenta de nuevo ha- perfectamente q u e , a lo largo del programa, acabaré tro- cia abajo y cambia el foco de atención, d e Jim al «cable», p e z a n d o con el cable. (Cuestiona la redefinición.) y trata d e averiguar la intención de R para establecer u n PÍO: ¿Y el ú n i c o m o d o en que p u e d e s detener eso es librán- m a r c o objetivo. «No seguro» es asimismo redefinido dote d e él? (Busca contraejemplos.) c o m o «peligroso».) R: ¡Exacto! R: El micrófono sólo es peligroso c u a n d o m e muevo. La cuestión es que ése es tan sólo u n m o d o más de J i m para PÍO: Siendo así, tal vez n o sea mala idea q u e le ates c o n ese pillarme. (Metaencuadra y cambia el t a m a ñ o del marco cable d e m o d o que n o enloquezcas y le mates. (Redefine para desviar la atención desde el cable del micrófono has- «librarte de él» c o m o «matarle» y trata de establecer u n a ta la intención negativa d e J i m . ) consecuencia positiva con respecto al cable.) P9: ¿De m o d o que es el cable lo que te indica que Jim va a R: ¡Yo n o quiero matarle! Sólo quiero sentirme protegido d e p o r ti? (Fragmenta hacia abajo para verificar la estrategia él. ¿Qué tratas de hacer? ¿Convertirme en u n asesino? d e realidad que relaciona el cable del micrófono con la ¿Veis? Lo q u e J i m ha estado haciendo para desacreditar- mala intención de Jim.) m e está d a n d o frutos. Ha conseguido que penséis que soy yo quien va a p o r ÉL. (Metamarco: «Tu redefinición d e R: Ese cable n o me indica nada. Ya sé q u e va a p o r mí. ¿Aca- "librarte de él" c o m o "matarle" refuerza mi creencia limi- so tratas de confundirme? (A la sala.) Creo que está loca. tadora y mi m a r c o problema».)
  • 310 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 311 C o m o la transcripción ilustra, conseguí recapitular en cierta grado de variación y adaptabilidad. Las células cancerígenas cam-m e d i d a lo que Bandler había h e c h o en aquel seminario d e Wash- bian con rapidez y son capaces de adaptarse rápidamente a entor-ington D. C. Fue a la vuelta de mi seminario d e Chicago cuando nos diferentes. El cáncer se convierte en u n a amenaza mortalformulé explícitamente los catorce patrones de £/ poder de la pa- cuando nuestro sistema i n m u n e n o consigue producir la variedadlabra, b a s á n d o m e en lo q u e ya había conseguido interiorizar in- reguladora necesaria para identificar y «absorber» las células can-tuitivamente de la d e m o s t r a c i ó n de Bandler. cerosas q u e proliferan. El c a m p o d e la oncología se h a visto atas- cado en sus esfuerzos p o r tratar el cáncer debido a que las células cancerígenas tienen u n a variedad requerida mayor q u e la d e losEl p o d e r d e la p a l a b r a y la Ley de variedad requerida poderosos venenos químicos y la de los tratamientos de radiación que se u s a n p a r a tratar d e destruirlas. Al principio del tratamien-Estas experiencias iniciales con El poder de ¡a palabra me confir- to, estos métodos consiguen e n efecto destruir n u m e r o s a s célulasmaron q u e la capacidad para m a n t e n e r o desencuadrar determi- cancerígenas, por desgracia j u n t o a otras m u c h a s sanas. Sin em-n a d a creencia constituye, e n esencia, u n a aplicación d e la Ley de bargo, las variaciones en las células d a ñ i n a s llegan a hacerlas re-variedad requerida de los sistemas d e creencias. Según esta ley, si sistentes a esos tratamientos, lo cual desemboca en la recurrenciadeseas firmemente alcanzar u n objetivo, debes incrementar el de los síntomas. Se p o n e n en juego entonces tratamientos cadan ú m e r o de opciones disponibles para lograrlo, en proporción al vez más fuertes, hasta el p u n t o de que éstos amenazan la propiagrado d e variabilidad potencial (incluyendo posibles resisten- vida del paciente, y a h í se acaba lo m é d i c a m e n t e posible.cias) del sistema. Es decir, q u e es i m p o r t a n t e d i s p o n e r d e varian- El virus del SIDA p r o d u c e problemas parecidos. C o m o en eltes para las operaciones utilizadas para alcanzar objetivos —aun- caso del cáncer, el virus del SIDA es e x t r e m a d a m e n t e flexible yque dichas operaciones hayan tenido éxito en el pasado—, habida adaptable, lo cual dificulta su tratamiento p o r m e d i o s químicos.cuenta de la tendencia de los sistemas al cambio y a la variación. El propio virus afecta al sistema i n m u n e r e d u c i e n d o su flexibili- Se dice a m e n u d o que «si haces lo que siempre has hecho, dad. Es necesario señalar q u e el virus del SIDA n o destruye p o rconseguirás lo q u e siempre h a s conseguido». Pero ni siquiera es completo el sistema i n m u n i t a r i o de su víctima, sino que se limi-necesariamente cierto que consigas «lo que siempre has conse- ta a influir sobre parte de él. Las víctimas de SIDA siguen recha-guido». Hacer lo m i s m o n o siempre produce el mismo resultado, zando m u c h a s infecciones y enfermedades cada día. Ese virus ensi el sistema circundante cambia. Es evidente que, si en la carre- realidad afecta a la adaptabilidad del sistema inmunitario d e latera que tomas cada día para acudir al trabajo hay un atasco de persona. Estudios recientes d e m u e s t r a n q u e en el cuerpo de unacirculación o u n a s obras, n o conseguirás llegar a tiempo «hacien- persona sana a p r o x i m a d a m e n t e la m i t a d d e las células del siste-d o lo que siempre has h e c h o » . Para lograrlo tendrás que buscar ma inmunitario están «preprogramadas» para actuar frente a en-rutas alternativas. Los taxistas de las grandes ciudades disponen fermedades específicas. La mitad restante n o lo está, q u e d a n d ode varias posibilidades para llegar al aeropuerto o a determinada disponible para responder a nuevos desafíos. En el c u e r p o de lascalle, para el caso d e que la ruta habitual esté bloqueada. Personas afectadas p o r SIDA, esta proporción cambia hasta apro- Probablemente sea e n la biología básica de nuestro cuerp ximadamente u n 8 0 p o r ciento de células preprogramadas, y tan d o n d e m á s evidente resulta la necesidad de la «variedad r e q u e n Sólo el 20 p o r ciento restante está libre para a p r e n d e r y adaptar- da». Los asesinos biológicos que nos asolan hoy no son p e l i g r0 se a situaciones nuevas. Las células afectadas p o r el virus del sos p o r su fuerza, sino por su «variedad requerida» y p o r nuestra SIDA son las únicas q u e le confieren al sistema i n m u n i t a r i o su falta de ella para regularlos. Lo q u e hace peligroso al cáncer es v a r i e d a d requerida».
  • 312 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 313 U n a de las implicaciones d e la Ley d e variedad requerida zación d e El poder de la palabra c o m o m e d i o para tratar más efi-consiste en que estas dos enfermedades p o d r í a n ser tratadas con cazmente c o n el «virus mental» paranoide q u e h e m o s utilizadomayor eficacia si se a u m e n t a r a la variedad del sistema inmunita- como ejemplo en el presente capítulo. La esencia d e la creenciario. Un sistema i n m u n e sano es, en esencia, u n a organización ca- limitadora, base de ese virus mental, es la siguiente:paz d e a p r e n d e r con eficacia. De hecho, parece que las personascon i n m u n i d a d natural ante el virus del SIDA poseen u n sistema La persona X ha hecho algo que ha provocado que me las-inmunitario que ya dispone de la «variedad requerida» necesaria time más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, vol-para tratar con el virus. Por consiguiente, la cuestión n o estriba verá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme ytanto en la «fuerza» del sistema, sino en su grado de flexibilidad estoy en peligro.para la respuesta. E x t e n d i e n d o la analogía al c o n c e p t o d e «virus mental», co- U n o de los mejores m o d o s tanto d e a p r e n d e r c o m o d e apli-m e n z a m o s a d a m o s c u e n t a d e q u e la persona con la mayor flexi- car El poder de la palabra consiste en considerar las preguntasbilidad será la que dirija la interacción. Así p u e s , los patrones de clave relacionadas con cada uno d e s u s patrones. En ciertoEl poder de la palabra p r o p o r c i o n a n un m e d i o para incrementar modo, cada u n o d e los patrones de El poder de la palabra p u e d ela «variedad requerida» de q u i e n e s deseen ayudar a transformar ser considerado c o m o una respuesta a preguntas clave, c o n d u -o sanar creencias limitadoras y virus mentales, asi c o m o a refor- centes a distintas perspectivas y posiciones perceptivas. Loszar y p r o m o v e r creencias potenciadoras. Los patrones de El po- ejemplos siguientes ilustran de qué m o d o explorar esas respues-der de la palabra p r o p o r c i o n a n un m e d i o para incrementar la tas puede ser de utilidad para identificar y construir reencuadresflexibilidad d e n u e s t r o «sistema inmunitario» psicológico. Nos de El poder de la palabra. El objetivo d e esos n u e v o s encuadresa y u d a n a c o m p r e n d e r mejor la e s t r u c t u r a del sistema d e creen- consiste en e n c o n t r a r un m o d o de reafirmar al p o s e e d o r de lacias que m a n t i e n e en su lugar al «virus d e p e n s a m i e n t o » , así creencia limitadora al nivel de su identidad y de su intención p o -c o m o a g e n e r a r de forma más creativa las respuestas y los reen- sitiva, reformulando al m i s m o tiempo la creencia para convertir-cuadres q u e nos a y u d e n a «absorber» y t r a n s l o r m a r esas creen- la en u n marco objetivo y en u n m a r c o resultado.cias limitadoras. Creencia l i m i t a d o r a : La persona X ha hecho algo que ha provocado que me lasti-Reencuadrar y «sacar del marco» un virus mental me más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, volve-utilizando El poder de la palabra rá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme y es- toy en peligro.Una vez familiarizados c o n el sistema d e creencias que mantieneen su lugar, por ejemplo, a un «virus mental» potencial, estamos en 1. Intención: ¿Cuáles son la intención o el p r o p ó s i t o positi-mejores c o n d i c i o n e s d e e n c o n t r a r reencuadres eficaces que nos vos de esta creencia?a y u d e n a situar de n u e v o la creencia limitadora en u n marco ob-jetivo y e n u n marco realimentación. Los diversos patrones de El Hay muchas formas de comenzar a desarrollar un sentido de poder y control cuando te preocupa tu seguridad.poder de la palabra n o s p e r m i t e n enfocar el sistema de creencias ( I n t e n c i ó n = «comenzar a desarrollar u n s e n t i d o d e p o -limitadoras d e forma m e n o s reaccionaria y m á s estratégica. der y control».) C o n s i d e r e m o s el m o d o en que p o d e m o s utilizar la formali-
  • 314 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 315 Es muy importante dar todos los pasos posibles para asegu- Para tratar eficazmente con la situación, es importante de- rarte que la gente actúe éticamente y haga ¡o adecuado terminar si el grado de peligro aumenta con cada tentativa ( I n t e n c i ó n = «dar t o d o s los pasos q u e p u e d a s para asegu- de agresión o si, por el contrario, estás en el mismo nivel de rarte q u e la gente actúe éticamente y haga lo adecuado» ) peligro ahora que la primera vez que saliste lastimado. 2. Redefinición: ¿Qué palabra que signifique algo parecido a Cuando dices que la persona X «trata» de lastimarte, ¿sig- alguna de las que c o m p o n e n la declaración de creencia nifica eso que esta persona se forma una imagen mental de p u e d e substituirla, pero con implicaciones más positivas? hacerte daño? Si es así, ¿qué parte de esa imagen es más pe- ligrosa? ¿Cómo actúa esta persona en esa imagen? ¿Qué Creo que deberías hacer todo lo que estuviera a tu alcance crees que fue lo que colocó esa imagen en la mente de X? para evitar ser una víctima. («La persona X trata d e d a ñ a r m e y estoy en peligro» => 5. F r a g m e n t a r hacia arriba: ¿Qué elementos o fragmentos «Soy u n a víctima».) de mayor tamaño están implicados en la creencia, pero tienen u n a relación más rica o positiva que los que con- Es la clase de reto que hay que enfrentar con valor, apoyoy tiene la declaración d e creencia? sabiduría. («Estar en peligro» => « u n reto».) Las sensaciones intensas son siempre la base de nuestra mo- tivación para el cambio. Como dijera Cari G.Jung, «No hay conciencia sin dolor». C r e e n c i a limitadora: («daño» => «sensaciones intensas», «dolor».) La persona X ha hecho algo que ha provocado que me lasti- Tratar con la incomodidad que experimentamos al enfren- me más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, volve- tarnos con los riesgos de la vida es uno de los caminos para rá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme y es- convertirnos en seres humanos más fuertes y competentes. toy en peligro. («daño» => « i n c o m o d i d a d » ; «peligro» => «riesgos d e la 3. C o n s e c u e n c i a : ¿Cuál es el efecto positivo d e la creencia vida») o d e la relación p o r ella definida? 6 . Analogía: ¿Qué otra relación existe que sea análoga a la Ahora que ya sabes reconocer las situaciones de peligro y definida por la creencia (una metáfora para ella), pero pedir ayuda, en el futuro será mucho mas difícil que te lasti- que tenga implicaciones distintas? men. Ése es el primer paso para transfonnarte de victima en Aprender a dominar las relaciones interpersonales es como héroe. saber levantarse cuando aprendemos a montar en bicicleta, Sabiendo lo que ahora ya sabes resultara más difícil que al- dejando atrás el hecho de habernos pelado las rodillas y guien vuelva a sacar ventaja de ti. manteniendo la determinación de seguir probando hasta lo- grar mantener el equilibrio. Enfadarse con la bicicleta por 4. F r a g m e n t a r hacia abajo: ¿Que elementos o fragmentos habernos lastimado no nos llevará muy lejos. más pequeños están implicados en la creencia, pero " t i e n e u n a relación más rica o positiva que los que contiene Tratar con las intenciones de otros se parece un poco a to- declaración de creencia? rear. Para mantener la seguridad, debemos saber qué es lo
  • EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 317 que atrae la atención del toro hacia nosotros, dirigir su aten- Los sociobiólogos sugerirían que la fuente de tu peligro no es ción y apartarse de su camino cuando comienza a cargar. lo que tú o esa persona creéis que es su intención consciente, sino el desarrollo evolutivo de sus hormonas. Imagina todas esas personas que, en todo el mundo, tienenCreencia limitadora: que soportar constantemente la realidad de la opresión so- La persona X ha hecho algo que ha provocado que me lasti- cial en forma de racismo o de persecución religiosa. Pro- me más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, volve- bablemente estarían encantadas de encontrarse en una si- rá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme y es- tuación en la que únicamente tuvieran que enfrentarse a toy en peligro. las intenciones negativas de una persona única e identifi- cable.7. C a m b i o d e t a m a ñ o del marco: ¿Qué marco temporal mayor (o m e n o r ) , que cantidad de personas mayor (o lO.Estrategia d e r e a l i d a d : ¿Qué percepciones cognitivas del m e n o r ) o q u é perspectiva mayor (o m e n o r ) podría hacer m u n d o h a n sido necesarias para la construcción d e esa m á s positivas las implicaciones de la creencia? creencia? ¿ C ó m o habría que percibir el m u n d o para q u e esa creencia tuviera fundamento? Cómo tratar con el sufrimiento a manos de otros sigue sien- do una de las cuestiones más complicadas, sin resolver aún Cuando piensas en las ocasiones en que te has lastimado, por nuestra especie. A menos que lo logremos hacer con sa- ¿las ves por separado o todas juntas? ¿Las recuerdas desde biduría y compasión, continuará habiendo violencia, guerra una perspectiva asociada o más bien las ves como si estuvie- y genocidio, tanto a nivel global como individual. ran editadas, como en una especie de documental de tu vida? Todos tenemos que aprender a tratar con el lado oscuro de ¿Qué es lo que más te hace sentir en peligro, tus recuerdos de nuestros semejantes. Estoy seguro de que cuando recuerdes acontecimientos pasados o lo que imaginas sobre los que este incidente al final de tu vida lo verás como un pequeño pueden o no suceder en el futuro? bache en el camino.8. O t r o objetivo: ¿ Q u é otro objetivo o resultado podría ser Creencia limitadora: m á s relevante q u e el que expresa o implica la creencia? La persona X ha hecho algo que ha provocado que me lasti- El objetivo no es tanto evitar ser lastimado por determinada me más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, volve- persona, como desarrollar las capacidades necesarias para rá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme y es- estar seguro, hagan lo que hagan los demás. toy en peligro. Para mí, la cuestión no es tanto cuál ha sido la intención de 1 1 . C o n t r a e j e m p l o : ¿Qué ejemplo o experiencia constituyen la persona, sino qué hace falta para que cambie esa inten- u n a excepción a la regla definida p o r esa creencia? ción. Si tan sólo fuese cierto que no tuviéramos que preocuparnos9. M o d e l o del m u n d o : ¿Qué m o d e l o del m u n d o distinto de que algo suceda sólo porque no ha ocurrido antes... El proporcionaría u n a perspectiva m u y distinta sobre es& mayor peligro proviene seguramente de lo que aún no ha su- creencia?
  • 318 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 319 cedido, por lo que deberíamos trabajar para prepararnos en las que hemos salido lastimados puede generar tanto do- para cualquier posibilidad. lor como una persona ajena con intenciones negativas. Para estar del todo seguros es importante reconocer que 14. M e t a m a r c o : ¿ Q u é creencia sobre esta creencia podría probablemente, corremos el mismo peligro en relación con cambiar o enriquecer nuestra percepción de la creencia? las personas bien intencionadas y que no nos han dañado Las investigaciones demuestran que lo natural es que las nunca antes. Piensa si no en la cantidad de gente que mata a personas sientan temor de los demás y de sus intenciones, otra persona sin querer en accidente de tráfico. Como dice el hasta que desarrollan suficientemente su autoestima y la refrán: «El camino hacia el infierno está pavimentado con confianza en sus propias capacidades. buenas intenciones». Mientras sigas centrado en permanecer en un «marco pro- 12. J e r a r q u í a d e criterios: ¿Qué criterio n o ha sido todavía blema» acerca del comportamiento y de las intenciones de la c o n s i d e r a d o y es p o t e n c i a l m e n t e m á s i m p o r t a n t e que los persona X, seguirás condenado a sufrir las consecuencias. q u e atiende la creencia? Cuando estés dispuesto a pasar a un «marco objetivo» co- Siempre he creído que pensar qué recursos necesito para menzarás a descubrir numerosas soluciones posibles. completar con éxito el camino que he elegido y con el que me he comprometido es más importante que preocuparme por los efectos temporalmente dañinos de las intenciones de Practicar El p o d e r d e la p a l a b r a otras personas. ¿No crees que es más importante evitar ser esclavo de nues- Practica tú m i s m o estas preguntas de El poder de la palabra. La hoja tros propios miedos que eludir la realidad inevitable de que de trabajo siguiente te ofrece ejemplos de preguntas susceptibles de alguna vez saldremos lastimados? ser uülizadas para identificar y formar los reencuadres d e El poder de la palabra. Comienza escribiendo una declaración de creencia li- 13. Aplicar a sí m i s m o : ¿ C ó m o p u e d e s evaluar la propia de- mitadora sobre la que quieras trabajar. Asegúrate de que sea una claración de creencia de acuerdo con la relación de crite- declaración «completa», en forma de u n a equivalencia compleja o rios definidos p o r ella? de una afirmación de causa-efecto. Veamos una estructura típica: Puesto que las intenciones negativas pueden ser tan dañinas y peligrosas, es muy importante que seamos extremadamen- Referente (soy/es/son) j u i c i o p o r q u e razón te claros en cuanto al modo en que entendemos nuestras Yo malo equivalencia compleja propias intenciones y actuamos según ellas. Cuando utiliza- Tú incapaz causa-efecto mos nuestras creencias sobre ¡as intenciones negativas de Ellos despreciables otra persona como justificación para tratarla del mis" 10 Ello imposible modo que ella nos trata a nosotros, nos volvemos como elle- Puede ser igual de peligroso pensar que solo corremos pd* Recuerda q u e el propósito d e t u s respuestas consiste en rea- gro por quienes nos han perjudicado anteriormente. Man e irrnar la identidad y la intención positiva de la persona que tie- ner creencias que nos hagan revivir una y otra vez ocasión n e la creencia, al m i s m o t i e m p o q u e se reformula la creencia ha- C l a marco objetivo o u n marco realimentación. u n
  • 320 El. PODER DE LA PAI.ABRA Aplicar los patrones como un sistema 321Hoja de trabajo de El poder de la palabra ñ o r ) o q u é perspectiva m a y o r (o m e n o r ) podría hacer más positivas las implicaciones de la creencia? C r e e n c i a limitadora: _ — significa/causa 8. O t r o objetivo: ¿Qué otro objetivo o resultado podría ser 1 . I n t e n c i ó n : ¿Cuáles son la intención o el propósito positi- más relevante que el que expresa o implica la creencia? vos d e esta creencia? 9. M o d e l o del m u n d o : ¿Qué m o d e l o del m u n d o distinto 2 . Redefinición: ¿Qué palabra que signifique algo parecido a proporcionaría u n a perspectiva m u y distinta sobre esta alguna de las que c o m p o n e n la declaración de creencia creencia? p u e d e substituirla, pero c o n implicaciones más positivas? lO.Estrategia d e r e a l i d a d : ¿Qué percepciones cognitivas del 3. C o n s e c u e n c i a : ¿Cuál es el efecto positivo de la creencia m u n d o h a n sido necesarias para la construcción de esa o de la relación p o r ella definida? creencia? ¿ C ó m o habría que percibir el m u n d o para que esa creencia tuviera fundamento? 4. F r a g m e n t a r h a c i a abajo: ¿Qué elementos o fragmentos más p e q u e ñ o s están implicados en la creencia, pero tie- 1 1 . C o n t r a e j e m p l o : ¿ Q u é ejemplo o experiencia constituyen n e n u n a relación m á s rica o positiva que los que contiene u n a excepción a la regla definida p o r esa creencia? la declaración de creencia? 1 2 . J e r a r q u í a d e criterios: ¿Qué criterio n o ha sido todavía 5. F r a g m e n t a r hacia arriba: ¿Qué elementos o fragmentos considerado y es potencialmente más importante que los d e m a y o r t a m a ñ o están implicados en la creencia, pero que atiende la creencia? tienen u n a relación m á s rica o positiva que los que con- tiene la declaración d e creencia? 1 3 . Aplicar a sí m i s m o : ¿ C ó m o p u e d e s evaluar la propia d e - claración d e creencia, de a c u e r d o c o n la relación d e cri- 6. Analogía: ¿Qué otra relación existe que sea análoga a la terios definidos p o r ella? definida p o r la creencia ( u n a metáfora para ella), p e r 0 q u e tenga implicaciones distintas? • M e t a m a r c o : ¿Qué creencia sobre esta creencia podría cambiar o enriquecer nuestra percepción d e la creencia? 7. C a m b i o d e t a m a ñ o del marco: ¿Qué marco temporal y o r (o m e n o r ) , qué cantidad de p e r s o n a s mayor (o
  • 322 El. PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 323Un ejemplo sistema i n m u n i t a r i o s o n c o m o u n rebaño de ovejas. Si el estrés, la falta de ejercicio, la mala alimentación, etc., re-T o m e m o s u n a creencia limitadora c o m ú n : «El cáncer causa la d u c e n la cantidad de ovejas, la hierba crece en exceso ym u e r t e » . Los ejemplos siguientes ilustran el m o d o en que estas da paso a la maleza. Si logras incrementar el n ú m e r o depreguntas p r o d u c e n distintas intervenciones d e El poder de la pa- ovejas, p o d r á n m a n t e n e r d e n u e v o el c a m p o en u n equi-labra, susceptibles d e ofrecernos otras perspectivas. Recuerda librio ecológico.q u e el efecto final d e u n a afirmación determinada d e El poder de 7. C a m b i o del t a m a ñ o del m a r c o - Si todos tuvieran esala palabra dependerá fuertemente del tono de voz en que se pro- creencia nadie se curaría n u n c a . ¿Es ésa u n a creencia quen u n c i e , así c o m o del grado de sintonía existente entre quien ha- quisieras que tus hijos tuvieran?bla y quien escucha. 8. O t r o objetivo - La verdadera cuestión n o es tanto q u é esCreencia: «El cáncer causa la muerte». lo q u e causa la m u e r t e , sino qué es lo que hace q u e la vida merezca la pena d e ser vivida. 1. I n t e n c i ó n - Sé que tu intención consiste en prevenir las 9. M o d e l o del m u n d o - M u c h o s profesionales d e la medici- falsas expectativas, pero de este m o d o tal vez estés exclu- n a creen q u e todos tenemos células m u t a n t e s todo el y e n d o toda razón d e esperanza. tiempo, así c o m o q u e sólo c u a n d o n u e s t r o sistema i n m u - 2. Redefinición - En última instancia, n o es el cáncer el que nitario se debilita comienzan los problemas. Aseguran causa la m u e r t e , sino el colapso del sistema inmunitario. q u e la presencia d e u n desarrollo maligno es tan sólo u n o B u s q u e m o s el m o d o d e mejorar el sistema inmunitario. d e entre m u c h o s factores — i n c l u y e n d o la alimentación, Nuestras percepciones en relación con el cáncer pueden la actitud personal, el estrés, el tratamiento apropiado, ciertamente causar t e m o r y pérdida de esperanza, lo que e t c . — que d e t e r m i n a n la duración de la vida. hará que la vida sea más difícil. 10.Estrategia d e r e a l i d a d - ¿ C ó m o te representas, en con- 3. C o n s e c u e n c i a - P o r desgracia, las creencias como ésta creto, esta creencia? ¿Te imaginas al cáncer c o m o u n in- tienden a convertirse en profecías a u t o c u m p l i d o r a s por- vasor con inteligencia propia? ¿ Q u é represeniaciones in- que la persona afectada deja d e buscar otras opciones y ternas tienes del m o d o en q u e el c u e r p o responde? ¿Ves posibilidades. al c u e r p o y al sistema i n m u n i t a r i o c o m o más inteligentes que el cáncer? 4. F r a g m e n t a r hacia abajo - A m e n u d o me he preguntado cuánta «muerte» contiene cada célula cancerosa. 11. C o n t r a e j e m p l o - Cada vez a u m e n t a el n ú m e r o de casos d e p e r s o n a s que tenían cáncer y que sobrevivieron con 5. F r a g m e n t a r h a c i a a r r i b a - ¿Me estás diciendo que cual- b u e n a salud d u r a n t e m u c h o s años. ¿ C ó m o explica esa quier cambio o m u t a c i ó n d e u n a p e q u e ñ a parte del siste- creencia estos casos? m a causará siempre la destrucción de lodo el sistema? 12. J e r a r q u í a d e c r i t e r i o s - Tal vez sea más i m p o r t a n t e cen- 6. Analogía - El cáncer es c o m o u n c a m p o d e hierba que co- trarse en el propósito y la misión d e nuestra vida que en mienza a caer bajo la influencia de la maleza porque no lo larga que ésta vaya a ser. se ha atendido a d e c u a d a m e n i e . Las células blancas de W
  • 324 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 325 13. Aplicar a s í m i s m o - Esta creencia se ha extendido como u n cáncer en los años pasados, pero es u n a creencia cier- tamente mortífera d e mantener. Sería interesante ver qué pasaría si esa creencia muriera. 1 4 . M e t a m a r c o - U n a creencia simplificada en exceso como ésta surge c u a n d o carecemos de u n m o d e l o que nos per- mita explorar y c o m p r o b a r todas las variables complejas q u e contribuyen a los procesos de la vida y d e la muerte.
  • 10Conclusión
  • ConclusiónEste primer v o l u m e n de El poder de la palabra se centra en la«magia del lenguaje», así c o m o en el p o d e r d e las palabras paramoldear n u e s t r a s percepciones y nuestra actitud acerca de nues-tro propio c o m p o r t a m i e n t o y del m u n d o que nos rodea. Partien-do del principio d e q u e el mapa no es el territorio, h e m o s explo-rado el impacto que el lenguaje tiene sobre nuestra experiencia,así c o m o sobre las generalizaciones y las creencias (tanto limita-doras c o m o potenciadoras) que derivan de nuestra experiencia.Hemos e x a m i n a d o las formas en que d e t e r m i n a d o s tipos de pa-trones d e palabras p u e d e n enmarcar y «reencuadrar» n u e s t r a spercepciones, e x p a n d i e n d o o limitando las opciones q u e percibi-mos c o m o accesibles. También h e m o s analizado con profundidad la estructuralingüística de las creencias, y h e m o s establecido que p o r creen-cias limitadoras e n t e n d e m o s aquellas q u e e n m a r c a n nuestra ex-periencia en c u a n t o a problemas, fracaso e imposibilidad. C u a n d otales creencias se convierten en el marco principal sobre el queconstruimos n u e s t r o s modelos del m u n d o , p u e d e n acarrear u nsentimiento de impotencia y ausencia d e mérito con respecto anuestra vida y a nuestras acciones. En este aspecto, el objetivo dela aplicación de los patrones d e El poder de la palabra consiste enayudar a las personas a desplazar su atención: 1. de un marco «problema» a u n marco «objetivo». 2. de u n marco «fracaso» a u n marco «realimentación». 3. de u n marco «imposibilidad» a u n marco «como si».
  • 330 E L PODER DE LA PALABRA Conclusión 331 Los patrones de El poder de la palabra están incluidos en ca- La estrategia fundamental q u e h e m o s seguido para utilizartorce patrones verbales d e «reencuadre» distintos. El propósito los patrones d e El poder de la palabra implica, en p r i m e r lugar,d e estos patrones es reconectar nuestras generalizaciones y nues- identificar las intenciones positivas tras las creencias limitado-tros m o d e l o s mentales del m u n d o con nuestra experiencia y con ras, j u n t o con los valores q u e las motivan, para buscar acto se-los d e m á s aspectos que conforman la «metaestructura» de nues- guido formas m á s a p r o p i a d a s y útiles d e satisfacer estas i n t e n -tras creencias: estados internos, expectativas y valores. El libro ciones positivas. Los diversos patrones d e El poder de la palabraproporciona definiciones y ejemplos específicos d e cada patrón, nos a y u d a n a hacerlo i n c i t á n d o n o s a:así c o m o del m o d o en que todos ellos p u e d e n ser utilizados enconjunto c o m o u n sistema. Los patrones p u e d e n ser aplicados • «Repuntuar» y «refragmentar» nuestras percepciones.para c u m p l i r objetivos tales c o m o reencuadrar la crítica, nivelar • Identificar y apreciar diferentes perspectivas y modelosjerarquías d e criterios para generar motivación, reforzar las del m u n d o alternativos.creencias potenciadoras a c t u a n d o «como si» y facilitar la «aper- • Descubrir las estrategias i n t e r n a s p o r medio de las cualestura a d u d a r » de las creencias limitadoras descubriendo nuevas evaluamos la «realidad», y a través de las cuales forma-perspectivas más enriquecedoras. mos y actualizamos n u e s t r a s creencias. • Explorar las formas en que c o n s t r u i m o s nuestros m a p a s mentales a través d e los que formamos expectativas, de- Valores t e r m i n a m o s causas y conferimos sentido a nuestra expe- (Intenciones riencia y al m u n d o q u e nos rodea. positivas) • Reconocer la influencia de n u e s t r o s estados i n t e r n o s so- Marco objetivo bre nuestras creencias y n u e s t r a s actitudes. Rcencuadre • A c o m p a ñ a r el proceso n a t u r a l d e cambio d e creencias Jerarquía de • C o m p r e n d e r mejor el impacto del lenguaje y de las creen- cias sobre diferentes niveles de nuestra experiencia. • A u m e n t a r nuestra conciencia de los potenciales «virus Creencias Expectativas mentales», así c o m o de n u e s t r a s suposiciones y p r e s u p o - (Generalizaciones) Marco (Consecuencias) ¿Supresión? anticipadas) siciones. «Como si» ¿Distorsión? -* Marco En m u c h o s aspectos, lo q u e este libro presenta n o es más realimentación que el principio de las potenciales aplicaciones de los patrones Fragmentar hacia de El poder de la palabra. Estos modelos constituyen u n podero- arriba y hacia abajo so sistema de patrones de lenguaje q u e p u e d e n ser aplicados para Contraejemplos producir cambios profundos y d e largo alcance. Estos patrones Experiencia h a n v e n i d o s i e n d o utilizados a lo largo d e la historia d e la H u - (Estímulo sensorial) manidad c o m o m e d i o primordial para estimular y dirigir el cam- bio social, así c o m o para evolucionar n u e s t r o s modelos colecti- Los patrones de El poder de la palabra nos ayudan a actualizar vos del m u n d o . El p r ó x i m o v o l u m e n d e El poder de la palabra, nuestras creencias conectándolas a las experiencias, los valores, las por ejemplo, examinará el m o d o en que figuras históricas ( c o m o expectativas y los estados internos
  • 332 EL PODER DE LA PALABRASócrates, J e s ú s , Lincoln, G a n d h i y Einstein, entre otros) hanaplicado los p a t r o n e s de El poder de la palabra para moldear lossistemas religiosos, científicos, políticos y filosóficos que danforma a n u e s t r o m u n d o m o d e r n o . Analizará c ó m o estos perso-najes trataron de atender y «sacar del marco» a los virus menta- Epílogoles q u e subyacen en el racismo, la violencia, la opresión econó-mica y política, etc. El Volumen 11 de El poder de la palabra definirá asimismo es-trategias básicas para utilizar g r u p o s y secuencias d e patrones deEl poder de la palabra, así c o m o para explorar la estructura de las Espero que hayas disfrutado con esta exploración a El poder de laestrategias d e creencias o d e «convicción» por m e d i o de las que palabra. Si estás interesado en profundizar en estos patrones o e nf o r m a m o s y e v a l u a m o s sistemas d e creencias, c o m o los patrones otros aspectos de la Programación Neurolingüística, existen otrosde «injerencia plausible» de George Polya. También estudiará el recursos disponibles para desarrollar y aplicar c o n m a y o r a m p l i -m o d o en que los principios, las distinciones y los patrones que tud los conceptos, las estrategias y las habilidades descritas en es-h e m o s analizado en este libro p u e d e n a y u d a r n o s a: a) identificar tas páginas.y tratar a d e c u a d a m e n t e las falacias lógicas, las creencias limita- La NLP University es u n a organización dedicada a propor-d o r a s y los virus mentales, b ) manejar las expectativas y la «Cur- cionar formación d e m á x i m a calidad en habilidades de PNL bá-va d e B a n d u r a » , c) tratar con lazos dobles, y m u c h o más. sicas y avanzadas, así c o m o a promover el desarrollo de n u e v o s modelos y aplicaciones d e la P N L en los á m b i t o s d e la salud, los negocios, la organización, la creatividad y el lenguaje. Cada ve- rano, la NLP University ofrece s u s p r o g r a m a s en la Universidad de California en Santa Cruz, con cursos residenciales sobre las habilidades d e PNL q u e incluyen p a t r o n e s lingüísticos avanza- dos c o m o los de El poder de la palabra. Para más información, contacta p o r favor con: NLP U n i v e r s i t y P.O. Box 1112 Ben L o m o n d , California 9 5 0 0 5 Teléfono: ( 8 3 1 ) 3 3 6 - 3 4 5 7 Fax: (831) 336-5854 Correo electrónico: Teresanlp@aol.com Página web: www.nlpu.com Además de mis programas en la NLP University, viajo p o r todo el m u n d o p r e s e n t a n d o seminarios y p r o g r a m a s específicos sobre u n a variedad de temas relacionados con la PNL y El poder
  • 334 EL PODER DE LA PALABRAde la palabra. Asimismo, he escrito otros libros y he desarrolladoprogramas informáticos y cintas de audio, basados e n los princi-pios y los conceptos de la PNL. Por ejemplo, recientemente he completado varias herra-mientas informáticas basadas e n mi modelado de estrategias del Bibliografíagenio: Vision to action, Imagineering Strategy y Journey to GeniusAdventure. Para más información sobre estos programas, sobre mi agen-da de seminarios y sobre otros productos y recursos relacionadoscon la PNL, contacta por favor con: Bandler, R., Using Your Brain, Real People Press, Moab, Utah, Journey to Genius 1985. P.O. Box 6 7 4 4 8 y Grinder, J., The Structure ofMagic, vols. 1 y 11, Science and Scotts Valley CA 9 5 0 6 7 - 7 4 4 8 Behaviour Books, Palo Alto, California, 1975-1976. Teléfono: ( 8 3 1 ) 4 3 8 - 8 3 1 4 y Grinder, J., Patterns of the Hypnotic Techniques ofMilton H. Fax: ( 8 3 1 ) 4 3 8 - 8 5 7 1 Erickson, M.D., vols. I y II, Meta Publications, Capitola, Ca- Correo electrónico: info@journeytogenius.com lifornia, 1975-1977. Página web: www.journeytogenius.com , y Grinder, J., Frogs into Princes, Real People Press, Moab, Utah, 1979. , y Grinder, J., Reframing, Real People Press, Moab, Utah, 1982. y LaValle, J., Persuasión Engineeering, Meta Publications, Capitola, California, 1996. Bateson, G., Steps to an Ecology of Mind, Ballantine Books, Nue- va York, 1972. , Mind and Nature, E. R Dutton, Nueva York, 1979. Cameron-Bandler, L., Solutions (They Lived Happily Exer After), FuturePace, San Rafael, California, 1978. Chomsky N., Syntactic Structures, Mouton, La Haya, 1957. , Language and Mind, Harcourt Brace Jovanovich, Inc., Nue- va York, 1968. DeLozier, J., y Grinder, J., Turtles All The Way Down, Grinder, De- Lozier & Associates, Santa Cruz, California, 1987. Dilts, R.; Grinder, J., y DeLozier, J., Neurologic Programming: The Study of the Structure of Subjective Experience, vol. I, Meta Publications, Capitola, California, 1980. ——; DeLozier, J., y Epstein, T , The Encyclopedia of Systemic
  • 336 EL PODER DE LA PALABRA Bibliografía 337 NLP, NLP University Press, Ben L o m o n d , California, 1999. Selected Papers of Milton H. Erickson, M. D., J. Haley, ed.. , Modeling With NLP, Meta Publications, Capitola, Califor- G r u ñ e & Stratton Inc., Nueva York, 1967. nia, 1998. Gordon, D., Therapeutic Metaphor, Meta Publications, Capitola, Visionary Leadership Skills: Creating a World to Which Peo- California, 1978. pie Want to Belong, Meta Publications, Capitola, California Haley, J., Uncommon Therapy; The Psychiatric Techniques of Mil- 1996. ton H. Erickson, M. D., W. W. N o r t o n & Co., Inc., Nueva , The Law ofRequisite Variety, NLP University Press, Ben Lo- York, 1973. m o n d , California, 1998. Korzybski, A., Science and Sanity, T h e International Non-Aristo- , Effective Presentation Skills, Meta Publications, Capitola, telian Library Publishing Company, Lakeville, C N , 1980. California, 1994. Laborde, G., Influencing With Integrity: Management Skills for , con Bonissone, G., Skills for the Future: Managing Creativity Communication and Negotiation, Syntony Inc., Palo Alto, Ca- and Innovation, Meta Publications, Capitola, California, lifornia, 1982. 1993. Lofland, D., Thought Viruses, H a r m o n y Books, N u e v a York, , Changing Belief Systems with NLP, Meta Publications, Capi- 1997. tola, California, 1990. McMaster, M, y Grinder, J., Precisión: A New Approach to Com- , Hallbom, T., y Smith, S., Beliefs: Pathways lo Health and munication, Precisión, Los Ángeles, California, 1 9 8 1 . Well-Being, M e t a m o r p h o u s Press, Portland, Oregon, 1990. Moine, D., «Patterns of Persuasión», en Personal Selling Journal, , Applications of NLP, Meta Publications, Capitola, Califor- 1 (4), 1981, p . 3. nia, 1 9 8 3 . OConnor, J., y Seymour, J., Introducing Neurolinguistic Program- , y Epstein, T, Dynamic Learning, Meta Publications, Capito- ming, Aquarian Press, Cornualles, 1990. la, California, 1 9 9 5 . , Straíegies qf Genius, vols. I, II y III, Meta Publications, Ca- pitola, California, 1994-1995. , NLP and Self-Organization Theory, A n c h o r Point, j u n i o de 1995, A n c h o r Point A s s o c , Salt Lake City, Utah. , NLP, Self-Organization and Strategies of Change Manage- ment, A n c h o r Point, j u l i o d e 1995, A n c h o r Point A s s o c , Salt Lake City, Utah. , «Let N L P W o r k for You»; e n Real State Today, febrero de 1982, vol. 15, n ú m . 2.Dilts, R. B.; Epstein, T., y Dilts, R. W , Toolsfor Dreamers: Strate- gies of Creativity and the Structure of Innovation, Meta Publi- cations, Capitola, California, 1 9 9 1 .Eicher, J., Mahing the Message Clear: Communicatingfor Business, Grinder, DeLozier & Associates, Santa Cruz, California, 1987.Erickson, M. H., Advanced Techniques of Hypnosis and Therapy,
  • Glosario de PNL y de habilidades de formaciónA través del Through time Estar fuera del «ahora» d e n u e s t r atiempo línea de t i e m p o . Representación disociada del t i e m p o , n o r m a l m e n t e m e d i a n t e una linea q u e pasa p o r delante de nosotros, con el p a s a d o a la izquierda y el futuro a la derecha.Acceder a l o s Accessing Extraer y utilizar los recursos yrecursos del audience estados d e aprendizaje de lospúblico resources a l u m n o s o del auditorio.Acompaña- Pacing Igualar el c o m p o r t a m i e n t o , p o s t u r a ,miento, lenguaje y p r e d i c a d o s de otraseguimiento p e r s o n a , para conseguir sintonía con ella. Proceso de utilizar y realimentar i n d i c a d o r e s clave de la otra p e r s o n a , t a n t o los verbales c o m o los n o verbales, para igualar su m o d e l o o visión del m u n d o , a n t e s d e c o n d u c i r l e hacia algo distinto. Se trata d e u n p r o c e s o i m p o r t a n t e para m u c h o s de los aspectos esenciales d e la c o m u n i c a c i ó n , tales c o m o el establecimiento de sintonía y confianza, q u e implica d i s p o n e r d e la flexibilidad necesaria para t o m a r el vocabulario y el c o m p o r t a m i e n t o d e otras
  • 340 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 341 personas, e incorporarlos a los Alineamiento Alignment Emular o emparejar el nuestros propios. comportamiento o la experiencia Al «acompañar», internamos de otra persona, colocándose en su ponernos en la piel del otro, para mismo ángulo de visión y/o experimentar su modelo del pensamiento. mundo. Ello nos permite comunicar con él en su propio Ambigüedad Punctuation Ambigüedad creada uniendo dos lenguaje y a través de su propia en la ambtguity proposiciones separadas en una forma de pensar. puntuación sola persona. Podemos acompañar comportamiento, valores, creencias Ambigüedad Phonological Palabras que al oído suenan iguales e identidad. fonética ambiguity pero que son diferentes, como por ejemplo: Va a ver. Va a haber.Administración TimeJrame Utilización del tiempo de la formadel marco management más provechosa durante una Ambigüedad Syntactic Frase ambigua, como por ejemplo:temporal formación, de manera que las sintáctica ambiguity «El burro de Pedro». ¿Es Pedro un actividades no se prolonguen ni se burro o tiene un burro? abrevien innecesariamente. Análogo Analogue Algo que varía continuamente dentroAgudeza Sensory El desarrollo de una capacidad cada de determinados límites, como unsensorial acuity vez más refinada para detectar regulador de voltaje eléctrico. diferencias sutiles en lo que vemos oímos y sentimos. Es parte Ancla Anchor Un estimulo específico —visión, importante en la interpretación sonido, palabra, olor o sensación Lenguaje corporal táctil— que evoca automáticamente La capacidad aprendida de observar un determinado recuerdo y un escuchar y percibir estado corporal y mental. El Cincstésicamente, las mismas estímulo extemo se conecta con el claves o pistas que otra persona estado interno. Por ejemplo, ofrece en su analogía. «nuestra canción». Las anclas pueden formarse tanto espontánea Ajuste de Dovetailing Proceso de combinar distintos como deliberadamente. objetivos outeomes objetivos, con el fin de crear la mejor situación, en la que ambas Anclado de Resource Proceso sencillo para traer estados de partes salgan beneficiadas. Es la recursos anchoring plenitud de recursos al momento base de los acuerdos y las presente, cada vez que sean negociaciones. Parte de la tarea del necesarios. formador consiste en ajustar los distintos objetivos de la formación- Anclado; Anchoring Establecer determinada asociación Anclaje entre un estímulo y una respuesta.
  • 342 EL PODER DE LA PAIABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 343 Proceso de crear asociaciones el ancla, se lleva la sensación atrás mediante anclas. Ver Ancla. en el tiempo, hasta anteriores ocasiones en que la persona hayaAprendizaje Leaming Proceso de adquisición de experimentado esa misma conocimientos, habilidades, sensación. experiencias o valores, por medio del estudio, la experiencia o la Calibrar Calibrating Reconocer con precisión el estado de formación. otra persona o de un grupo, mediante la interpretaciónAscender / des- Stepping Cambiar las percepciones, consciente de señales no verbales.cender up/down ascendiendo o descendiendo Por ejemplo, observas que cuando no respecto a determinado nivel está de acuerdo contigo, tu lógico. Ascender consiste en interlocutor tensa el lado derecho considerar un nivel que engloba a de su cara. La próxima vez que lo lo que se está tratando; por haga, sabrás que no está conforme ejemplo, considerar la intención con lo que le estás diciendo. que motiva determinada pregunta, descender consiste en pasar a u n Calidad de la Voice quality El segundo canal de comunicación e nivel inferior, desde el cual voz influencia en las presentaciones, considerar un elemento o por orden de importancia. Segün fragmento especifico de lo que se los estudios realizados al respecto, está tratando; por ejemplo, utilizar representa el 39 por ciento del una forma de expresión positiva impacto total de la comunicación. para formular un objetivo. Callejón sin Impasse Una cortina de humo. La persona seAsociado Associated Vinculado a la experiencia. salida queda en blanco, se bloquea, o Experimentarla con el propio experimenta confusión. cuerpo y verla con los propios ojos. Ver también Primera Posición. Cambiar la Change Proceso de Anclado de PNL, que Contrastar con Disociado y Tercera historia personal añade recursos a situaciones Posición. personal history pasadas en las que éstos faltaron.Auditiva Auditory Modalidad sensorial de escucha y Campo Unifiedfield Encuadre unificador de la PNL. habla, incluyendo sonidos y unificado Matriz tridimensional formada por palabras. Ver Sistemas de los niveles neurológicos, las Representación. posiciones perceptivas y el tiempo. Búsqueda Transderivati Denominada habitualmente Canales Sensory Nuestros seis sentidos, en tanto que transderivacio- onal (T-D) «búsqueda T-D». Proceso en el cual sensoriales chunnels canales de comunicación con el nal search se ancla una sensación y, utilizan mundo exterior: vista oído, olfato,
  • 344 El- PODER DE LA PAI.ABRA Glosario de PNL y de habilidades de formación .345 gusto, tacto y cinestésico. Ver Claves de Eye-accessing Movimientos oculares inconscientes Sistemas de representación. acceso ocular cues que denotan el procesado interno de información, y que nosCapacidad Capabiliíy Conjunto de estrategia y recursos permiten saber si una persona está adecuados para realizar viendo imágenes internas, determinada tarea. Es uno de los escuchando sonidos internos, o niveles tieurológicos. experimentando emociones. Ver Claves de Acceso, Sistemas deCiclo de Learning Etapas del aprendizaje en la Representación y Modalidadesaprendizaje cyck adquisición de habilidades Sensoriales. automáticas: incompetencia inconsciente, seguida de Comillas Quotes «Modelo lingüístico en el cual incompetencia consciente, seguida expresamos nuestro mensaje como de competencia consciente y por su fuera el de otra persona.» último, competencia inconsciente. Compartir Pacing Ver Acompañamiento.Cinestésico Kinesthetic Relativo a la sensación del propio cuerpo. Competencia Conscious La tercera etapa del ciclo de Sentido por el que se percibe el consciente competence aprendizaje, en la que todavía se equilibrio, el movimiento necesita la plena atención muscular, la posición, el peso, etc., consciente para desempañar una del propio cuerpo. actividad. La habilidad no está aún plenamente integrada, ni esClaves de Accessing Formas de utilizar nuestra fisiología automática.acceso cues como, por ejemplo, adoptar determinada postura, manera de Competencia l/nconscious La cuarta etapa del ciclo de respirar o movimiento ocular, que inconsciente competence aprendizaje, en la que la habilidad nos facilitan el acceso a ya ha sido plenamente integrada y determinada manera de pensar. es automática. Normalmente, no somos conscientes de nuestras claves de Comporta- Behaviour Cualquier actividad que realizamos, acceso. miento incluidos los procesos mentales. Comportamientos inconscientes Constituye uno de los niveles —incluyendo respiración, gestos y neurológicos. movimientos de cabeza y ojos— Cualquier activación muscular, que indican qué modalidades incluyendo movimientos sensoriales específicas están siendo micromusculares tales como las utilizadas para pensar, o para el Claves de Acceso procesado interno de información.
  • 346 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades de formación 347Comporta- Externa! El comportamiento aparente, visible a Consciente Conscious Todo aquello de lo que se tienemiento externo Behavior todos. consciencia en el momento presente.Condiciones Well-Formed Las cinco condiciones que debende un Objetivo Goal darse para que un sueño o un Contenido Contení El quién y el qué de una situación.Bien Formado Conditions deseo sea un objetivo alcanzable Contrastar con Proceso. son: (1) formulado en positivo; (2) iniciado y mantenido por uno Contexto Context El cuándo y el dónde de una mismo; (3) basado en los sentidos; situación.