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Se excluyen expresamente actividades en el sector agrícola/pes-quero (excepto de transformación), turístico, inmobiliario,...
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No existen limitaciones en los importes a asegurar, siendo objeto dela cobertura tanto grandes como pequeñas inversiones. ...
Además de las pérdidas patrimoniales derivadas del acaecimiento delos riesgos mencionados, el seguro también puede cubrir ...
2.1.	 ANDALUCÍA: EXTENda, Agencia Andaluza	 de Promoción Exterior. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ....
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I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )DELAADMINISTRACIÓNAUTONÓMICA64ANDALUCÍA:AGENCI...
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La empresa pública Aragón Exterior (AREX), adscrita al Departa-mento de Economía, Hacienda y Empleo del Gobierno de Aragón...
Icex apoyos financieros públicos
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apoyos financieros públicos a la implantación e inversión
de la empresa española en el exterior

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Icex apoyos financieros públicos

  1. 1. INSTITUTOESPAÑOLDE COMERCIOEXTERIORINSTITUTOESPAÑOLDE COMERapoyosfinancieros públicosa la implantación e inversiónde la empresa españolaen el exterior2011
  2. 2. Edita:Instituto Español de Comercio Exterior, ICEXPaseo de la Castellana, 14-1628046 MadridTeléfono: 902 349 000Primera edición: junio 2006Segunda edición: octubre 2007Tercera edición: mayo 2008Cuarta edición: mayo 2009Quinta edición: junio 2010Sexta edición: junio 2011NIPO: 705-11-036-0
  3. 3. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 11. DE LA ADMINIStrACIÓN CENTRAL 52. DE LA ADMINIStrACIÓN AUTONÓMICA 613. ANEXO: PORTALES Y PÁGINAS WEB 87apoyosfinancieros públicosa la implantación e inversiónde la empresa españolaen el exterior20113ÍNDICE
  4. 4. a p o y o s f i n a n c i e r o s p ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 11ÍNDICEDE LAADMINISTRACIÓNCENTRAL 1DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL151.1. Instituto Español de Comercio Exterior (ICEX). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 1.1.1. Programa de Apoyo a Proyectos de Inversión.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 1.1.2. Participación en Licitaciones Internacionales .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 1.1.3. Línea de Apoyo al Establecimiento Exterior. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 141.2. SECRETARÍA DE ESTADO DE COMERCIO EXTERIOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16 1.2.1. FIEM.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 171.3. COFIDES, Compañía Española de Financiación DEL Desarrollo. . . . . 19 1.3.1. Financiación con cargo a los recursos propios de COFIDES.. . . . . . . . 24 1.3.2. FIEX. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 1.3.3. FONPYME. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28 1.3.4. Líneas PAÍS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 1.3.5. Línea EFP. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 1.3.6. ICCF. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33 1.3.7. Productos comerciales de COFIDES. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 351.4. ICO, Instituto de Crédito Oficial. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42 1.4.1. Línea ICO-Internacionalización 2011. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 1.4.2. Acuerdo ICO-ICEX.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45 1.4.3. ICODIRECTO.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47 1.4.4. ICO-SGR. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 1.4.5. Financiación corporativa.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50 1.4.6. Financiación estructurada.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 511.5. CDTI, centro para el desarrollo tecnológico industrial.. . . 52 1.5.1. RED EXTERIOR CDTI. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53 1.5.2. INNTERNACIONALIZA.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 541.6. CESCE, CompañíaEspañoladeSEGUROSDECRÉDITOALAEXPORTACIÓN. . . 56 1.6.1. Póliza de Seguro de Inversiones en el Exterior.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57
  5. 5. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1ICEX1.17DELAADMINISTRACIÓNCENTRALEl ICEX es una entidad pública empresarial adscrita al Ministerio deIndustria, Turismo y Comercio a través de la Secretaría de Estadode Comercio Exterior. Presta sus servicios a las empresas españolascon la finalidad de impulsar y facilitar su proyección internacionaly desarrolla su labor conforme a las siguientes líneas de actuación,establecidas en el Plan Estratégico 2009-2012:• Incrementar la base de empresas que se inician en la internacio-nalización, vía exportación o inversión mediante la sensibilizaciónsobre las oportunidades empresariales que proporciona la inter-nacionalización; el asesoramiento a pymes sin experiencia en elexterior; y la actuación sobre áreas esenciales de competitividadde las pymes para facilitar su inicio en la internacionalización.• Facilitar a las empresas el máximo aprovechamiento de las opor-tunidades que ofrecen los mercados exteriores, impulsando losnuevos factores de competitividad empresarial a través de la ca-pacitación del capital humano para el sector exterior; el desarrollode nuevos factores de competitividad en la empresa con planesde empresa; la prospección, detección de oportunidades y acceso1.1. ICEXINSTITUTO ESPAÑOL DE COMERCIO EXTERIOR Paseo de la Castellana, 14-16. 28046 Madrid 902 349 000 www.icex.es informacion@icex.es
  6. 6. DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL1.1ICEXI n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )8a nuevos mercados exteriores no tradicionales, con énfasis enmercados estratégicos y con la colaboración de las asociacionesvía planes sectoriales; el apoyo a la implantación de la empre-sa en mercados exteriores, y el impulso de alianzas, consorcios,clusters y redes empresariales entre empresas españolas y consocios locales.• Mejorar el conocimiento e imagen en el exterior de los bienes yservicios españoles: difundiendo información en el exterior sobrela oferta española de bienes y servicios; promocionando la ima-gen de los mismos y el conocimiento de las marcas y empresasespañolas, potenciando las relaciones institucionales en merca-dos estratégicos.• Impulsar la cooperación institucional para la internacionaliza-ción: con los organismos de promoción exterior de las Comunida-des Autónomas, las asociaciones sectoriales, el Consejo Superiorde Cámaras y las Cámaras de Comercio, los distintos órganos de laAdministración General del Estado y otras instituciones.• Potenciar la orientación a los clientes y a los resultados para con-solidarse como referente en internacionalización.
  7. 7. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1ICEXPROGRAMASDEAPOYOAPROYECTOSDEINVERSIÓNPAPI1.1.19DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL1.1.1. PAPIPROGRAMA DE APOYO A PROYECTOS DE INVERSIÓNGestiona INSTITUTO ESPAÑOL DE COMERCIO EXTERIOR (ICEX)OBJETIVO PROCESOS DE INTERNACIONALIZACIÓN Y MEJORA DECOMPETITIVIDAd DE EMPRESAS ESPAÑOLAS EN EL EXTERIORcon proyectos de INVERSIón productivaDestino Todos los PAÍSESEste programa tiene como objetivo promover los procesos de inter-nacionalización y mejora de la competitividad de las empresasespañolas con proyectos de inversión productiva o cooperaciónempresarial en el exterior que tengan vocación de permanencia.El programa se centra en las fases de preparación y de puesta enmarcha de estos proyectos, mediante la financiación parcial de loscostes derivados de la realización de actividades de preinversión(fase de preparación) y de las actividades de asistencia técnica, for-mación y otros gastos (fase de puesta en marcha del proyecto).Puede ser aplicable en los siguientes supuestos:1. Proyectos de establecimientos productivos nuevos, así como deampliación, modernización, rehabilitación o adquisiciones deempresas existentes en el exterior.2. Proyectos de carácter productivo, tanto industriales como aque-llos que supongan la creación de empresas de servicios en el exte-rior, que exijan una importante inversión en activos materiales.3. Proyectos emprendidos por empresas españolas de forma indivi-dual o con la participación futura de socios locales.La actividad del proyecto objeto de apoyo deberá correspondersecon la actividad principal que desarrolla la empresa solicitante enEspaña. Además, el programa está enfocado preferiblemente a lapyme por su papel central en la economía española y por ser fuentede capacidades empresariales, innovación y empleo.
  8. 8. Se excluyen expresamente actividades en el sector agrícola/pes-quero (excepto de transformación), turístico, inmobiliario, tecnolo-gías de la información, consultoría e ingeniería, así como oficinas dedesarrollo de proyectos a través de adjudicaciones por concesiones,licitaciones o esquemas similares.El programa apoya proyectos en todos los países excepto en laUE-15. Son considerados prioritarios los proyectos que pretendanacometerse en los países contenidos en el Plan Integral de Desarro-llo de Mercados (PIDM): Argelia, Brasil, China, Corea del Sur, EE.UU.,India, Japón, Marruecos, México, Rusia, Turquía y países del Consejode Cooperación del Golfo (EAU, Kuwait, Bahrein, Qatar, Arabia Saudíy Omán).Las actividades objeto de apoyo, en la fase de preparación del pro-yecto, son la selección del socio local, la negociación con autorida-des, la búsqueda de financiación y la elaboración de estudios lega-les y de viabilidad técnica, económica y financiera, apoyándose losgastos de viaje del personal propio y de consultorías externas.En la puesta en marcha se apoyan las actividades de asistencia téc-nica a la misma, al montaje del proyecto, a la gestión inicial, a laformación del personal, a la constitución de la sociedad en el exte-rior y a la protección de la propiedad industrial. Los gastos elegiblesen esta etapa serán viajes, dietas y honorarios de personal propioo externo, salario de personal expatriado, gastos de constitución yconsultoría externa, registro de patentes y marcas, defensa jurídicade la marca y homologación de productos.En cuanto al tipo de apoyo también existe una diferenciación enfunción de la fase en la que se encuentre el proyecto. En la fasede preparación consistirá en una contribución no reembolsablede hasta el 50% de los gastos elegibles, con un máximo de 30.000euros por empresa y año. Dentro de estos límites, la empresapodrá recibir ayuda por un máximo de seis desplazamientos, enun plazo de seis meses, para llevar a cabo las actividades con-templadas en el programa.DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL101.1.1ICEXPROGRAMASDEAPOYOAPROYECTOSDEINVERSIÓNPAPII n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )
  9. 9. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 11.1.1ICEXPROGRAMASDEAPOYOAPROYECTOSDEINVERSIÓNPAPI11DELAADMINISTRACIÓNCENTRALEn la fase de puesta en marcha el apoyo se materializa tambiéncomo contribución no reembolsable de hasta el 50% de los gastoselegibles, con un máximo de 100.000 euros por proyecto y 150.000euros por empresa y año (para dos proyectos). En este caso, el plazoque comprende la puesta en marcha se estima en dieciocho mesesa partir de la solicitud.Para proyectos en países ACP (África, Caribe y Pacífico) el apoyo esde hasta el 66%.La convocatoria se mantiene abierta todo el año. Además, con elobjetivo de incentivar la internacionalización de la empresa espa-ñola, la ayuda se solicitará con antelación al desarrollo de las activi-dades objeto de apoyo.Para ampliar información:Instituto Español de Comercio ExteriorDepartamento de Apoyo a Proyectos de InversiónTeléfono: 902 349 000Página web: www.icex.es
  10. 10. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL1.1.212ICEXPARTICIPACIÓNENLICITACIONESINTERNACIONALESEs un programa del Instituto Español de Comercio Exterior (ICEX),cuyos beneficiarios son pequeñas y medianas empresas españo-las de ingeniería, consultoría y contratistas de proyectos civilese industriales (constructoras, fabricantes de bienes de equipo amedida, plantas llave en mano, etc.).Su objetivo es ofrecer apoyo a las empresas para fomentar su par-ticipación en proyectos en el exterior mediante la financiación departe de los gastos de preparación, presentación y seguimiento deofertas técnicas en concursos o licitaciones internacionales.Las empresas que accedan a este programa adquirirán el compro-miso de reintegrar la ayuda recibida, en caso de resultar adjudica-tarias del proyecto.No es aplicable a suministros estándar.A través de este programa se apoya el 25% de los costes ele-gibles de las actividades contenidas en el mismo (horas de ofi-cina técnica, bolsa de viaje, gastos de adquisición de pliegos,traducciones, asesoría externa, etc.), según el tipo de proyectoy fuente de financiación, de acuerdo con los criterios de valora-ción aprobados por el Comité Asesor de este programa. El topemáximo de ayuda por empresa y año asciende a 90.000 euros.Asimismo, hay un límite general de seis solicitudes por empresay año con un máximo de dos solicitudes por país y año. El límitede apoyo a una misma oferta, aunque se extienda a varios años,es de 110.000 euros.1.1.2. Participación en Licitaciones InternacionalesGestiona INSTITUTO ESPAÑOL DE COMERCIO EXTERIOR (ICEX)OBJETIVO APOYO A LA PARTICIPACIÓN DE EMPRESAS ESPAÑOLASEN LICITACIONES INTERNACIONALESDestino TODOS LOS PAÍSES
  11. 11. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL13ICEXPARTICIPACIÓNENLICITACIONESINTERNACIONALES1.1.2Las solicitudes pueden ser remitidas como mínimo 30 días antesde la presentación de la oferta técnica al cliente durante todoel año.Para ampliar información:Instituto Español de Comercio ExteriorDepartamento de Tecnología y ProyectosTeléfonos: 913 496 390/91Correo electrónico: prodindus.tecnologia@icex.esPágina web: www.icex.es
  12. 12. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL141.1.3ICEXLÍNEADEAPOYOALESTABLECIMIENTOEXTERIOR1.1.3. LÍNEA DE APOYO AL ESTABLECIMIENTO en el ExteriorGestiona INSTITUTO ESPAÑOL DE COMERCIO EXTERIOR (ICEX)OBJETIVO ESTABLECIMIENTO DE FILIALES DE EMPRESAS ESPAÑOLASDestino PAÍSES NO UNIÓN EUROPEALos beneficiarios de este programa son las empresas españolas conproducto o servicio y marca española que tengan como finalidad unproyecto de establecimiento (filiales) en mercados exteriores fuerade la Unión Europea y de Islandia, Noruega y Suiza.La empresa solicitante debe reunir los siguientes requisitos:• Laparticipacióndelamatrizespañolaenelcapitaldelafilialhadesersupe-rior al 50%, aunque podrán estudiarse participaciones inferiores cuandose produzcan por imperativo legal del país de implantación. Asimismo,se estudiarán aquellas filiales participadas en el capital por otra filial de laempresa en lugar de participación directa de la empresa matriz.• En el caso de filiales compartidas, la participación de las empresasespañolas deberá sumar un porcentaje superior al 50%. No obs-tante, podrán estudiarse participaciones inferiores cuando se pro-duzcan por imperativo legal del país de implantación.• Las compañías con filiales en el exterior deberán comunicar a la Ofi-cina Económica y Comercial de la Embajada de España (Ofecomes)correspondiente la apertura de su establecimiento comercial y losdatos identificativos del mismo, así como mantener un contactoperiódico que permita verificar la evolución de su actividad.• Los solicitantes deberán estar al corriente en el cumplimiento de susobligaciones fiscales y en materia laboral y de seguridad social.La empresa deberá presentar un proyecto explicando la estrategiade implantación que es objeto de apoyo.Si el proyecto es aprobado por el órgano competente del ICEX (ComitéPresupuestario), se le comunicará a la empresa indicando los concep-tos e importes, así como el procedimiento de justificación.
  13. 13. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1ICEXLÍNEADEAPOYOALESTABLECIMIENTOEXTERIOR1.1.315DELAADMINISTRACIÓNCENTRALLa duración máxima del programa es de 36 meses a partir de la fecha deconstitución, excepto para los constituidos con posterioridad a la fechalímite de presentación, en cuyo caso el período de apoyo comenzará apartir del 1 de enero del año siguiente. Se aprobará y renovará anual-mente, en función de la adecuada ejecución del plan de apoyo del añoanterior y de las disponibilidades presupuestarias del Instituto.Esta línea apoya una filial por mercado y cubre hasta el 25% de lossiguientes conceptos de gasto:• Gastos de constitución y primer establecimiento.• Gastos de promoción.• Defensa jurídica de la marca y homologación.Los planes de establecimiento en el exterior en los países conside-rados prioritarios (Argelia, Brasil, China, Corea del Sur, EE.UU., India,Japón, Marruecos, México, Rusia, Turquía y países del Consejo deCooperación del Golfo) disponen de un porcentaje de apoyo dehasta el 30%. Para países pertenecientes a África Subsahariana, elporcentaje podrá ascender hasta el 50%.El tope máximo de ayuda por empresa y año es de 65.000 euros.Todas las solicitudes deberán formalizarse a través del Portal de ICEXen Internet, en el que se puede consultar la documentación necesaria.Tanto las filiales de los Consorcios en Origen como los Consorcios enDestino se apoyarán dentro del Plan de Establecimiento en el Exterior.Para ampliar información:Instituto Español de Comercio Exterior, ICEXDirección General de PromociónTeléfono: 902 349 000Página web: www.icex.es
  14. 14. 1.2. Secretaria de Estadode Comercio ExteriorMinisterio de Industria, Turismo y Comercio Pº de la Castellana 160. 28046 Madrid 902 446 006 www.comercio.mityc.es secgcomex.sscc@comercio.mityc.esDELAADMINISTRACIÓNCENTRAL161.2SecretariadeEstadodeComercioExteriorI n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )Una de las misiones de la Secretaría de Estado de Comercio Exte-rior es la apertura de los mercados exteriores a las exportacionese inversiones españolas de bienes, servicios y capitales, a fin deincrementar sus oportunidades de negocio. Para la consecuciónde este objetivo, entre otros instrumentos, se creó en 2010 elFondo para la Internacionalización de la Empresa (FIEM) que here-daba y mejoraba la actividad del extinto Fondo de Ayuda al Desa-rrollo (FAD). El FIEM proporciona financiación para la ejecución deestudios de viabilidad, suministros, proyectos e inversiones, entreotras actividades, de empresas españolas en el exterior, siendodicha financiación de la inversión una de las principales noveda-des del nuevo instrumento FIEM frente al anterior FAD.
  15. 15. SecretariadeEstadodeComercioExteriorfiem1.2.117DELAADMINISTRACIÓNCENTRALa p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 11.2.1. FIEMGestiona Dirección General de Comercio e Inversiones del Ministerio de Industria, Turismo y Comercio OBJETIVO FINANCIACIÓN DE PROYECTOS de inversión PRIVADOS con interés españolDestino TODOS LOS PAÍSES DEL MUNDO, ESPECIAlmENTE PAÍSES EMERGENTESEl FIEM es un fondo gestionado por la Dirección General de Comer-cio e Inversiones del Ministerio de Industria, Turismo y Comercio quese nutre con las dotaciones que se consignan en las leyes de Presu-puestos Generales del Estado. A dicha dotación habrán de sumarselos recursos procedentes de los reembolsos o cesiones onerosas depréstamos y créditos concedidos, así como aquellos flujos económi-cos procedentes de las comisiones e intereses devengados y cobra-dos por la realización de dichos activos financieros.Entre las operaciones, proyectos y actuaciones financiables conel FIEM se encuentran inversiones de empresas españolas en elexterior, tal y como describe el RD 1797/2010, de 30 de diciem-bre, por el que se crea el Reglamento del FIEM.Serán susceptibles de obtener apoyo financiero del FIEM, com-plementario a otras fuentes de financiación públicas o privadas,aquellas operaciones o proyectos que impliquen la creación oparticipación en una sociedad o entidad de carácter productivoo concesionario tales como, entre otras, sociedades de propósitoespecífico, siempre que esta sociedad o entidad esté participada,en su totalidad o en parte, por una o varias empresas españolas,y cuando estos proyectos de inversión repercutan en beneficiode la internacionalización de la economía española.La financiación consistirá en préstamos reembolsables en condicionesde mercado. En todo momento se buscará fomentar la coinversión, lacoordinación de instrumentos de apoyo financiero y la catalización
  16. 16. DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL181.2.1SecretariadeEstadodeComercioExteriorfiemI n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )de recursos de carácter privado. La elegibilidad para la financiacióndel proyecto descansa en el concepto de interés español.Podrán beneficiarse del FIEM las empresas residentes en España,así como sus filiales, sucursales o participadas no residentes cuyocontrol efectivo sea de la empresa residente. En estos tres últimoscasos, el apoyo financiero con cargo al FIEM deberá, en todo caso,contribuir a la obtención de valor añadido para la sociedad resi-dente. Asimismo podrán ser adjudicatarios de proyectos financia-dos con cargo al FIEM consorcios de empresas con participación deempresa española, siempre que el proyecto financiado sea de inte-rés para la internacionalización de la economía española.Los beneficiarios de financiación reembolsable de apoyo a la inversióncon cargo al FIEM pueden ser: empresas, agrupaciones o consorciosde empresas públicas y privadas, tanto de países desarrollados comode países en vías de desarrollo, y siempre deberán garantizar las ope-raciones crediticias. Como las operaciones o proyectos de inversiónfinanciadas por el FIEM implican la creación o la participación en unasociedad o entidad de carácter productivo o concesionario, tales comosociedades de propósito específico, el gestor del FIEM deberá valorartanto las garantías aportadas para la devolución del préstamo, comolos posibles mecanismos de mitigación de riesgo que se aporten.Tras la presentación de las propuestas en la Dirección Generalde Comercio e Inversiones del Ministerio de Industria, Turismo yComercio, y el suministro de toda información requerida por dichadirección general, la aprobación de la financiación se decide por elComité FIEM, formado por vocales de diferentes ministerios y orga-nismos que, en su caso, elevará la propuesta para la aprobación delSecretario de Estado de Comercio Exterior.Para ampliar información:Secretaría de Estado de Comercio Exterior(Ministerio de Industria, Turismo y Comercio)Paseo de la Castellana 162, 28046 Madrid902 446 006www.comercio.mityc.es
  17. 17. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL191.3COFIDESEs una sociedad mercantil estatal creada en 1988 cuyos accionistasactuales son el Instituto Español de Comercio Exterior (ICEX), el Ins-tituto de Crédito Oficial (ICO), la Empresa Nacional de Innovación(ENISA), -juntos suman aproximadamente el 60% del capital social-y las entidades financieras BBVA, Banco Santander y Banco Sabadell,con el 40% del capital.Su objeto es facilitar financiación a proyectos privados viables deinversión en el exterior en los que exista algún tipo de interés espa-ñol, para contribuir con criterios de rentabilidad tanto al desarrollode los países receptores de las inversiones como a la internacionali-zación de la economía y de las empresas españolas.Para cumplir con esta doble finalidad COFIDES utiliza, por un lado,sus propios recursos para financiar proyectos de inversión en paí-ses emergentes o en desarrollo y, por otro, gestiona por cuenta delEstado los fondos FIEX y FONPYME, creados para financiar proyec-tos de inversión en cualquier país del mundo. También movilizarecursos de Instituciones Financieras Multilaterales, con las que tra-dicionalmente ha venido firmando acuerdos de cofinanciación con-tribuyendo, además, a facilitar retornos financieros de estas institu-1.3. COFIDESCompañía Española de Financiación del Desarrollo Príncipe de Vergara, 132 - 9º y 12º. 28002 Madrid 917 454 480/915 626 008 cofides@cofides.es www.cofides.es
  18. 18. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )20DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL1.3COFIDESciones. En total, posee una capacidad de movilización de recursossuperior a 900 millones de euros.En todo caso, ya sea con sus propios recursos o como gestora de losFondos FIEX y FONPYME, COFIDES actúa siempre bajo un principiode coinversión con los promotores con un criterio de riesgo com-partido. A través de los productos financieros ofrecidos la compañíapuede contribuir, con importes comprendidos entre 0,25 y 30 millo-nes de euros por proyecto, pero siempre de acuerdo a los siguientescriterios generales de evaluación:• Capacidad y experiencia empresarial de los inversores.• Viabilidad técnica, financiera, económica y jurídica del proyecto.• Rentabilidad y solidez económica del proyecto.• Compromiso de los inversores reflejado en una tasa de capitaliza-ción suficiente.• Clima favorable a la inversión extranjera en el país de destino.• Contribución del proyecto a la internacionalización de la econo-mía española.• Contribución del proyecto al desarrollo del país receptor.• Gestión adecuada del proyecto medioambiental y socialmente.• Buenas prácticas de gobierno corporativo.Por otro lado, la compañía no interviene en proyectos de sectorestales como el inmobiliario, defensa o los excluidos por su políticamedioambiental. En el caso particular de las infraestructuras u otrosservicios públicos, COFIDES está en condiciones de financiar estetipo de proyectos siempre y cuando éstos sean gestionados concriterios privados. Los recursos financieros gestionados no puedenutilizarse para la refinanciación de deudas preexistentes y en todoslos casos se exige un nivel suficiente de capitalización en los pro-yectos que apoya, de modo que la viabilidad técnica o comercial delos mismos no se vea afectada por la escasez de recursos propios.No son proyectos elegibles los que impliquen un desplazamiento o
  19. 19. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 11.321DELAADMINISTRACIÓNCENTRALCOFIDESsustitución de una instalación existente en España ni los que supon-gan un impacto ambiental o social desfavorable para el país recep-tor de la inversión.Los instrumentos de acción de la compañía son los siguientes:Participaciones en el capital de la empresa que se crea en el paísreceptor de la inversión. Estas participaciones de capital siempreson minoritarias y transitorias. Se pactan con el inversor españollas condiciones en que se producirá la salida de la compañía de lainversión. Normalmente no asume en ellas más del 40% del capitalsocial y su límite es el de la participación del propio inversor espa-ñol. Cuando COFIDES participa en el capital no interviene en la ges-tión diaria del proyecto, esta tarea corresponde a los socios promo-tores de la inversión. En todo caso, COFIDES se reserva el derechoa participar en el Consejo de Administración de la empresa creada,como lógica salvaguardia de sus intereses.Instrumentos de cuasi-capital. Denominación genérica que seotorga a instrumentos de préstamo, donde el prestamista asume unmayor riesgo que en un préstamo normal y/o participa de algunamanera de los resultados de la empresa. Se trata de préstamos decoinversión (con remuneración variable ligada a los resultados delproyecto), préstamos subordinados y préstamos participativos. Losplazos de amortización y carencia serán los que el proyecto precisey que negocien COFIDES y el inversor español.Préstamos a medio y largo plazo a la empresa que se crea en el paísreceptor. Los plazos están relacionados con el período de retornoprevisto para el proyecto, normalmente entre 3 y 10 años y períodosde carencia amplios en los primeros años de vida del proyecto. Tam-bién se pueden otorgar préstamos a medio y largo plazo al inversorespañol, para cubrir parcialmente el esfuerzo financiero que deberealizar en su aportación a los fondos propios de la empresa parti-cipada. COFIDES toma siempre garantías adecuadas para los prés-tamos que concede. Estas garantías se establecen caso por caso, enfunción de las características del proyecto.
  20. 20. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL221.3COFIDESAdemás, COFIDES ofrece las siguientes ventajas:Adicionalidad. Si bien la crisis actual ha venido a reforzar el papelde las instituciones financieras con contenido público otorgándolasun marcado carácter anticíclico, COFIDES debe actuar siempre bajoun principio de adicionalidad respecto a las entidades financierasprivadas. Sus apoyos suelen ser participaciones en capital e instru-mentos próximos al capital-inversión, que fortalecen la solvenciadel proyecto y facilitan su apalancamiento. El inversor, acompañadopor COFIDES, cuenta con un socio temporal que no interviene en lagestión diaria del proyecto, ahorrando recursos del promotor quepuede orientarlos a nuevas inversiones o a necesidades de activoscorrientes. En cualquier caso, las fórmulas que ofrece resultan ópti-mas en proyectos que precisan de una fuerte capitalización o enempresas en fase de alto crecimiento.Adaptabilidad. COFIDES estudia con el promotor el perfil financieromás adecuado a su proyecto y diseña junto a él productos de capi-tal, cuasi-capital o deuda -préstamos subordinados, convertibles ode coinversión (ligados a la evolución del negocio), así como présta-mos ordinarios, habitualmente con plazos amplios de vencimientoy carencia-. En todos los casos, la compañía tiene vocación de asu-mir riesgos en las fases críticas del proyecto y convertirse en unfinanciador del proceso de expansión internacional de sus clientes.Consecuencia de ello es una alta tasa de fidelización de sus clientes,que en los últimos años se ha mantenido en el ámbito del 35%-40%.Experiencia. La empresa ha aprobado a lo largo de sus 20 años devida alrededor de 500 proyectos en más de 60 países diferentes, enlos que ha comprometido en torno a 1.500 millones de euros. Susinversiones y préstamos están diversificados sectorial y geográfi-camente y benefician a empresas de tamaño muy diverso. Desdeconcesiones de infraestructuras a plantas industriales, pasandopor hoteles, redes comerciales o inversiones en activos inmateria-les que precisen, en todos los casos, financiación a medio o largoplazo. Esta dilatada experiencia confiere a COFIDES un valor aña-
  21. 21. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL231.3COFIDESdido fundamental en la estructuración de operaciones, en el aná-lisis de los proyectos, en la formalización jurídica y en el adecuadoseguimiento de la cartera de proyectos financiados.Interés español. En el año 2006, el objeto social de COFIDES seamplió para que pudieran financiarse todos los proyectos de inver-sión privados viables que se lleven a cabo en el exterior y que fue-ran de relevancia para la internacionalización de las empresas espa-ñolas, la política comercial o la economía del país.Se trata, por tanto, de proyectos en los que existe algún tipo deinterés español, que puede definirse en términos de la contribucióndel proyecto a la internacionalización de las empresas españolas,de manera que podrían ser considerados proyectos de inversióncon interés español aquéllos en los que existiese inversión españoladirecta, exportación española, operación de plantas por parte deempresas españolas, transferencia de tecnología, subcontrataciónpor empresas españolas, suministro a empresas españolas y fran-quicia u otros modos de penetración de marcas españolas. Tambiénpuede definirse en términos de su contribución a la economía espa-ñola, como los proyectos que supongan la obtención para Españade derechos de emisión de dióxido de carbono u otros de relevanciaen este ámbito.
  22. 22. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )24DELAADMINISTRACIÓNCENTRALfuentesderecursosFinanciaciónconCargoalosRecursosPropiosdeCOFIDES1.3.1La compañía puede financiar con sus propios recursos proyectos deinversión privados y viables que se lleven a cabo en países emer-gentes o en desarrollo en los que exista interés español. Puedenobtener financiación de COFIDES tanto las empresas mixtas comolas filiales de empresas españolas en países elegibles que lleven acabo un proyecto de creación de una nueva empresa, la compra deuna empresa existente o la ampliación de la actividad de la misma.Podrán recibir el apoyo aquellos promotores que sin ser españolesacometan proyectos de inversión cuyas consecuencias repercutanen beneficio de la internacionalización de la economía española.COFIDES puede financiar cualquier proyecto de inversión en el exte-rior, siempre y cuando el mismo suponga la incorporación de activosque requieran recursos financieros a medio/largo plazo. Los produc-tos financieros que ofrece con sus propios recursos son los siguientes:• Participaciones en el capital de la empresa que se crea en el paísde localización del proyecto.• Préstamos subordinados, participativos y de coinversión a medioy largo plazo a la empresa que se crea en el país de localizacióndel proyecto.• Préstamos a medio y largo plazo a la empresa que se crea en elpaís de localización del proyecto.• Préstamos a medio y largo plazo al inversor español.• Préstamos multiproyecto.1.3.1. Financiación con Cargo a los Recursos Propiosde COFIDESGestiona COMPAÑÍA ESPAÑOLA DE FINANCIACIÓN DEL DESARROLLO,COFIDES, S.A.OBJETIVO FINANCIACIÓN DE PROYECTOS de inversión PRIVADOS con interés españolDestino TODOS LOS PAÍSES DEL MUNDO,ESPECIAlmENTE PAÍSES EMERGENTES
  23. 23. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1 25DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL1.3.1fuentesderecursosFinanciaciónconCargoalosRecursosPropiosdeCOFIDESEl límite de la financiación por proyecto es de un máximo de cincomillones de euros y un mínimo de 250.000 euros. En todo caso,cuenta con una cifra de recursos propios superior a los 65 millonesde euros.La compañía no cobra comisión de estudio cuando financia concargo a sus propios recursos. En ocasiones repercute al cliente elcoste de estudios que deba realizar en el proceso de análisis de lasoperaciones planteadas, lo que es más habitual en participacionesen capital. El promotor del proyecto deberá abonar una comisión deformalización de un 0,8% de la inversión comprometida.Inversiones especiales:La propuesta es asumir en mayor medida el riesgo del proyectoen operaciones en las que el potencial de rentabilidad es especial-mente significativo, mediante una mayor vinculación de los benefi-cios de las inversiones al éxito de los proyectos.Condiciones particulares:Fijación de un margen variable asociado al éxito del proyecto entre100 y 1.000 puntos, eliminando o reduciendo de forma muy signifi-cativa el margen fijo.El importe de la financiación por proyecto no podrá superar750.000 euros.
  24. 24. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL261.3.2COFIDESFONDOPARAINVERSIÓNENELEXTERIORFIEX1.3.2. Fondo para Inversión en el Exterior (FIEX)Gestiona COMPAÑÍA ESPAÑOLA DE FINANCIACIÓN DEL DESARROLLO,COFIDES, S.A.OBJETIVO FINANCIACIÓN DE PROYECTOS de inversión PRIVADOS con interés españolDestino TODOS LOS PAÍSES DEL MUNDO,ESPECIAlmENTE PAÍSES EMERGENTESFIEX, el Fondo para Inversiones en el Exterior fue creado con elobjetivo de contribuir a las necesidades de recursos propios de losproyectos de inversión que lleven a cabo empresas españolas en elexterior.Se trata de un fondo fiduciario creado con recursos del Estado, através del presupuesto de la Dirección General de Comercio e Inver-siones del Ministerio de Industria, Turismo y Comercio, cuyos bene-ficiarios son las empresas constituidas en el exterior, productoras debienes y servicios o concesionarias de proyectos de infraestructurao servicios públicos.En la actualidad, el fondo persigue favorecer la internacionaliza-ción de la actividad de las empresas españolas y, en general, de laeconomía española, apoyando proyectos de inversión en mercadosexteriores, especialmente los de las economías emergentes, favore-ciendo así su desarrollo. No obstante, tras la reforma del fondo en2005 y las medidas de flexibilización adoptadas en 2009 para hacerfrente a la crisis, el FIEX puede financiar proyectos de inversión en elexterior en todos los países del mundo. La elegibilidad del proyectodescansa en el concepto de interés español, con independencia deque el inversor sea español o no.El apoyo financiero ofrecido consiste en participaciones en capi-tal y/o préstamos de coinversión subordinados o participativos amedio y largo plazo incluyendo, si es necesario, períodos de caren-cia. En participaciones en capital el límite del FIEX es el 40% delcapital social de la empresa en el extranjero, con pacto de recompra
  25. 25. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL27COFIDESFONDOPARAINVERSIÓNENELEXTERIORFIEX1.3.2y salida de la inversión preferiblemente entre los años 5º y 10º. Enpréstamos, el límite es el 50% del importe de la inversión.El promotor de la inversión deberá abonar las siguientes comisiones:1. de estudio: varía entre el 0% y el 0,8% del volumen de inversióndel FIEX, en función del producto, las garantías aportadas y laexistencia o no de Línea País.2. de formalización: 0,8% de la inversión comprometida por el fondo.El límite de la financiación es de 25 millones de euros por proyectoy el importe mínimo, de 1 millón de euros por proyecto.La dotación inicial del fondo FIEX, establecida en 1997, fue de 60millones de euros, aunque ha sido incrementada posteriormente.Para 2011, la dotación acumulada es de 723 millones de euros.Las solicitudes deben plantearse a COFIDES. La inversión se decidepor un Comité Ejecutivo formado por miembros de la Administra-ción y presidido por la Secretaría de Estado de Comercio Exterior,que analiza las propuestas de inversión presentadas y estudiadaspor COFIDES.Cofinanciación FIEX-COFIDESCofinanciación de operaciones con recursos del FIEX y de COFIDESpromovidos fundamentalmente por empresas medianas y grandes.Características de la financiación:• Los importes máximo y mínimo de financiación son de 30 millo-nes de euros y 1,25 millones de euros, repectivamente.• Se mantendrá el régimen de coinversión con los promotores,según los siguientes criterios:• En fórmulas de deuda, el límite máximo de financiación será del50% de la inversión total del proyecto.• En participaciones de capital, el límite máximo será del 40% delcapital social de la empresa del proyecto.
  26. 26. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )1.3.3COFIDESFONDOPARAOPERACIONESDEINVERSIÓNENELEXTERIORDELAPEQUEÑAYMEDIANAEMPRESAFONPYMEDELAADMINISTRACIÓNCENTRAL281.3.3. Fondo para Operaciones de Inversiónen el Exterior de la Pequeña y Mediana Empresa(FONPYME)Gestiona COMPAÑÍA ESPAÑOLA DE FINANCIACIÓN DEL DESARROLLO,COFIDES, S.A.OBJETIVO FINANCIACIÓN DE PROYECTOS de inversión de pymes en el exteriorDestinoTODOS LOS PAÍSES DEL MUNDO,ESPECIAlmENTE PAÍSES EMERGENTESEl Fondo para Operaciones de Inversión en el Exterior de la Pequeñay Mediana Empresa comparte con el FIEX idéntica finalidad: favore-cer la internacionalización de la actividad de las empresas españo-las, en este caso de las pymes y, en general, de la economía espa-ñola, apoyando proyectos de inversión en mercados exteriores,especialmente los de las economías emergentes, favoreciendo asísu desarrollo.La elegibilidad del proyecto descansa en el concepto de interésespañol con independencia de que el inversor sea español o no.Se trata de un fondo fiduciario gestionado en exclusiva por COFIDEScreado con recursos del Estado, a través del presupuesto de la Direc-ción General de Comercio e Inversiones del Ministerio de Industria,Turismo y Comercio y cuyos beneficiarios son las pymes constitui-das en el exterior, participadas mayoritariamente por inversoresespañoles y productoras de bienes y servicios. Según la normativaque regula el FONPYME, COFIDES debe incorporar recursos pro-pios que representen al menos el 25% de la financiación conjunta,excepto en proyectos en países desarrollados en los que COFIDESno puede intervenir. En estos casos la financiación otorgada podráprovenir 100% de FONPYME.El FONPYME +, aprobado en 2010, permite financiar un proyecto enun país en desarrollo o emergente 100% con recursos de FONPYME
  27. 27. a p o y o s f i n a n c i e r o s p ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 11.3.3DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL29COFIDESFONDOPARAOPERACIONESDEINVERSIÓNENELEXTERIORDELAPEQUEÑAYMEDIANAEMPRESAFONPYMEpor imposibilidad de COFIDES de participar con sus propios recur-sos, por la superación de límites de concentración de riesgo porpaís, sector o promotor u otras circunstancias coyunturales.El tipo de apoyo financiero consiste en participaciones en capitaly/o préstamos de coinversión subordinados o participativos a medioy largo plazo incluyendo, si es necesario, períodos de carencia. Enparticipaciones en capital el límite del FONPYME es el 49% del capi-tal social de la empresa en el extranjero, con pacto de recompra ysalida de la inversión preferiblemente entre los años 5º y 10º. Enpréstamos, el límite es el 70% del importe de la inversión.No existe comisión de estudio. El promotor de la inversión deberáabonar sólo una comisión de formalización de un 0,8% de la finan-ciación finalmente comprometida por el fondo.El importe máximo por operación de la financiación de FONPYMEes de 4 millones de euros, siendo el mínimo de 250.000 euros. Ladotación actual de este fondo asciende a 45 millones de euros.Las solicitudes deben plantearse a COFIDES y la inversión se decidepor un Comité Ejecutivo formado por miembros de la Administra-ción y presidido por la Secretaría de Estado de Comercio Exterior,que analiza las propuestas de inversión presentadas y estudiadaspor COFIDES.
  28. 28. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )30DELAADMINISTRACIÓNCENTRALLíneasyProductosComercialeslíneaspaís1.3.4Existen unas líneas especiales, con dotación de FIEX y FONPYME,que se han creado para determinadas áreas geográficas, con carac-terísticas particulares: África Subsahariana, China, Marruecos,México, Brasil, Países de la Ampliación, India, Estados Unidos, Rusiay Países del Consejo de Cooperación del Golfo, que amplían los lími-tes máximos de participación en capital (hasta el 49%) y de finan-ciación con productos próximos al cuasi-capital (hasta el 70% en elcaso de operaciones financiadas con cargo a FIEX y hasta el 80% enaquéllas financiadas con cargo al FONPYME).Además, para las operaciones financiadas con recursos del FIEX, lacomisión de estudio se reducirá al 0,5% o se suprimirá en determi-nados casos en función de las garantías aportadas.Las líneas podrán financiar inversiones productivas en cualquierrubro de actividad. No obstante, cada línea otorga prioridad adeterminados sectores. Para el período 2011-2013 se han renovadotodas las líneas. Además, se han creado nuevas para Estados Uni-dos, Rusia y los Países del Consejo de Cooperación del Golfo (Ara-bia Saudí, Bahrein, Emiratos Árabes Unidos, Kuwait, Omán y Qatar).También se ha incrementado el porcentaje máximo de financiaciónen préstamos con cargo al FONPYME (hasta el 80%, equiparándoloal límite previsto con recursos propios de COFIDES).1.3.4. Líneas PaísGestiona COMPAÑÍA ESPAÑOLA DE FINANCIACIÓN DEL DESARROLLO,COFIDES, S.A.OBJETIVO FINANCIACIÓN DE PROYECTOS de inversión PRIVADOS con interés españolDestino PAÍSES SEGÚN LÍNEA DE FINANCIACIÓN
  29. 29. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1 31DELAADMINISTRACIÓNCENTRALLíneasyProductosComercialeslíneaefp1.3.51.3.5. Línea EFPGestiona COMPAÑÍA ESPAÑOLA DE FINANCIACIÓN DEL DESARROLLO,COFIDES, S.A.OBJETIVO FINANCIACIÓN DE PROYECTOS de inversión PRIVADOS con interés españolDestino PAÍSES EMERGENTES o EN DESARROLLOEuropean Financing Partners es una institución creada en 2004 porel Banco Europeo de Inversiones (BEI) y las Instituciones Financierasde Desarrollo bilaterales europeas (IFD) para apoyar conjuntamenteproyectos de inversión productiva del sector privado en los paísesde África Subsahariana, Caribe y Pacífico (ACP).Las Instituciones Financieras de Desarrollo bilaterales miembros dela European Development Finance Institutions que participan enEFP son: BIO (Bélgica), CDC (Reino Unido), COFIDES (España), DEG(Alemania), FINNFUND (Finlandia), FMO (Holanda), IFU (Dinamarca),NORFUND (Noruega), OeEB (Austria), PROPARCO (Francia), SIFEM(Suiza) y SWEDFUND (Suecia).En este línea hay tres tramos a los que COFIDES, con cargo a suspropios recursos y con los del Fondo FIEX, ha contribuido con 30millones de euros. Estos tramos supusieron aportaciones conjuntasdel BEI (con recursos de la Facilidad de Inversiones del Conveniode Cotonou) y de las IFD europeas de 340 millones de euros y 230millones de euros respectivamente.El objetivo es la promoción del desarrollo de los países ACP a travésde la financiación de proyectos de inversión privados que sean via-bles en términos económicos, financieros, técnicos y medioambien-tales. También son elegibles los proyectos públicos en estos paísesque se gestionen en términos comerciales.Son susceptibles de recibir apoyo financiero de esta facilidad, através de COFIDES, las empresas establecidas en países ACP quereúnan las características antedichas, en las que participen inverso-
  30. 30. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )32DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL1.3.5LíneasyProductosComercialeslíneaefpres españoles. En la actualidad, 78 países firmantes del Convenio deCotonou son elegibles.Los recursos pueden aplicarse a través de participaciones en elcapital de las empresas participadas, instrumentos de cuasi-capital,tales como préstamos subordinados, participativos, condicionaleso convertibles y préstamos ordinarios a medio y largo plazo a laempresa del proyecto.Los límites de financiación por proyecto se encuentran entre 1 y 25millones de euros, con un máximo del 75% del volumen de inver-sión del proyecto, en euros o dólares de EE.UU.European Financing Partners delega en COFIDES y en el resto de Ins-tituciones Financieras de Desarrollo que forman parte de ella la cap-tación, análisis, formalización y seguimiento de las operaciones.Hasta enero de 2010, se han comprometido recursos por importe de280 millones de euros en 25 proyectos de 11 países ACP en sectorescomo el agroalimentario, financiero, comunicaciones, salud, hoste-lería, construcción, industria, infraestructura, energía y transporteaéreo. EFP actúa como vehículo de movilización de los fondos de laFacilidad de Inversiones del Convenio de Cotonou.
  31. 31. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1 33DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL1.3.6LíneasyProductosComercialesInteractClimateChangeFacility(ICCF)1.3.6. Interact Climate Change Facility (ICCF)Gestiona COMPAÑÍA ESPAÑOLA DE FINANCIACIÓN DEL DESARROLLO,COFIDES, S.A.OBJETIVO FINANCIACIÓN DE PROYECTOS de inversión PRIVADOS vincu-lados al cambio climático y a la eficiencia energéticaDestino PAÍSES EMERGENTES o EN DESARROLLOICCF es una facilidad financiera creada conjuntamente por la Agen-cia Francesa de Desarrollo (AFD), el Banco Europeo de Inversiones(BEI) y las Instituciones Financieras de Desarrollo europeas (entrelas que se encuentra COFIDES) para financiar proyectos privados enpaíses en desarrollo y emergentes vinculados al cambio climático ya la eficiencia energética.La facilidad cuenta con 300 millones de euros aportados por la AFD(100 millones de euros), el BEI (50 millones de euros y las Institucio-nes Financieras de Desarrollo europeas (150 millones de euros)En cuanto a países elegibles, se trata de los receptores de Ayuda Ofi-cial al Desarrollo. En la actualidad los que tienen una renta per cápitainferior a 11.455 USD, entre otros: Argelia, China, India, Marruecos,Brasil, México y Turquía, Argentina, Chile, Colombia, Costa Rica,Croacia, Cuba, República Dominicana, Ecuador, Egipto, El Salvador,Guatemala, Honduras, Indonesia, Jordania, Nicaragua, Perú, Serbia,Sudáfrica, Tailandia, Túnez, Uruguay.Por último, los sectores elegibles son:• Generación de energía a partir de fuentes renovables.• Producción de bienes duraderos o equipos para la generación deenergía renovable.• Inversiones dirigidas a favorecer la eficiencia energética que con-lleven una reducción de gases de efecto invernadero (GEI).• Proyectos de transporte que favorezcan la reducción de emisio-nes de GEI originadas por el tráfico terrestre o aéreo.• Proyectos de captura y almacenamiento de GEI.
  32. 32. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )34DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL1.3.6LíneasyProductosComercialesInteractClimateChangeFacility(ICCF)El importe máximo de financiación por proyecto, dependiendo delpaís destinatario, es de entre 40 y 75 millones de euros (cofinancia-ción ICCF, FIEX y COFIDES)Los productos financieros aplicables son instrumentos próximosal cuasi-capital como préstamos subordinados, participativos o decoinversión, garantías y préstamos ordinarios a medio y largo plazoa la empresa del proyecto.
  33. 33. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1 35DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL1.3.7LíneasyProductosComercialesproductoscomercialesdecofides1.3.7. Productos Comerciales de COFIDESGestiona COMPAÑÍA ESPAÑOLA DE FINANCIACIÓN DEL DESARROLLO,COFIDES, S.A.A lo largo de su desarrollo COFIDES ha ido configurando una seriede líneas de fuerte contenido comercial, concebidas para adaptarsu oferta financiera a las necesidades específicas de determinadossectores, ámbitos de actividad o factores de competitividad de lasempresas, como las marcas.Estas Líneas son:• Línea de Financiación de Inversiones en el Sector Servicios (FINSER)• Línea de Financiación de Inversiones del Sector Turismo (FINTUR)• Línea de Financiación de Inversiones de Empresas Españolas conMarca (FINBRAND)• Línea de Financiación de Inversiones de Empresas Españolas Fran-quiciadoras (FINFRANQUICIA)• Línea de Financiación de Inversiones del Sector Medioambiental (FINAM)• Línea de Financiación de Inversiones Generadoras de Derechos deEmisiones de CO2(FINCARBONO)• Línea de Financiación de Inversiones del Sector Electrónico y deTecnologías de la Información y Comunicación (FINTEC)• Línea de Financiación de Inversiones en el Sector de Concesionesde Infraestructuras (FINCONCES)• Línea de Financiación de Inversiones en el Sector de las EnergíasRenovables (FINER)Para ampliar información:Compañía Española de Financiación del Desarrollo, COFIDES, S.A.Príncipe de Vergara, 132 - plantas 9 y 12. 28002 MadridTeléfonos: 917 454 480/915 626 008Correo electrónico: cofides@cofides.esPágina web: www.cofides.es
  34. 34. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )36DELAADMINISTRACIÓNCENTRALLíneasyProductosComerciales1.3.7FUNCIONAMIENTO DE LOS RECURSOS PROPIOS Y FONDOS GESTIONADOS POR COFIDESFIEXFondo para Inversiones en el ExteriorProyectos elegibles Proyectos viables de carácter privado en el exterior enlos que exista interés españolÁmbito geográfico Todos los países en el exteriorEmpresas destinatarias Empresas constituidas en el exterior, productorasde bienes o servicios así como las concesionarias deproyectos de infraestructura y servicios públicosTipos de apoyo financieroque ofreceParticipaciones en capitalInstrumentos próximos al cuasi-capital tales comopréstamos de coinversión (con remuneración ligadaa los resultados del proyecto), subordinados yparticipativosFinanciación multiproyectoLímite de la financiaciónpor operación25 millones de eurosImporte mínimo por operación 1 millón de eurosDotación acumulada del Fondo(2010)720 millones de eurosPlazo Normalmente, entre 5 y 8 añosMáx % de financiaciónsobre el volumen de inversióndel proyectoCapital: 40% máx.Instrumentos próximos al cuasi-capital: 50% máx.Comisión de estudio 0,8% del volumen de apoyo solicitado. Este tipopuede reducirse o eliminarse en determinados casosComisión de formalización 0,8% de la inversión comprometida por el fondo
  35. 35. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1 37DELAADMINISTRACIÓNCENTRALLíneasyProductosComerciales1.3.7FONPYMEFondo para Operaciones de Inversión en elExterior de la Pequeña y Mediana EmpresaRECURSOS PROPIOS DE COFIDESProyectos viables de pymes en elexterior en los que exista interésespañolProyectos viables de carácter privado en elexterior en los que exista interés españolTodos los países en el exterior Países en desarrollo, emergentes o de EuropaCentral y Oriental no miembros de la UE-15Pymes constituidas en el exterior,productoras de bienes y serviciosEmpresas mixtas y filiales de empresasespañolas en países elegiblesEmpresas españolas promotoras del proyectoParticipaciones en capitalInstrumentos próximos al cuasi-capital tales como préstamos decoinversión (con remuneraciónligada a los resultados del proyecto),subordinados y participativosParticipaciones en capitalInstrumentos próximos al cuasi-capitaltales como préstamos de coinversión (conremuneración ligada a los resultados delproyecto), subordinados y participativosPréstamos ordinarios a medio y largo plazotanto a la empresa de proyecto como alinversor españolPréstamos multiproyecto4 millones de euros 5 millones de euros250.000 euros 250.000 euros45 millones de euros 65 millones de eurosNormalmente, entre 5 y 8 años Normalmente, entre 3 y 10 añosCapital: 49% máx.Instrumentos próximos al cuasi-capital: 70% máx.Capital: 49% máx.Préstamos: 80% máx.No existe No existe0,8% de la inversión comprometidapor el fondo0,8% de la inversión comprometida
  36. 36. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )38DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL1.3.7LíneasyProductosComercialesOTRAS LíNEAS DE FINANCIACIÓN GESTIONADAS POR COFIDESGestiona COMPAÑÍA ESPAÑOLA DE FINANCIACIÓN DEL DESARROLLO,COFIDES, S.A.COFIDES cuenta actualmente, dentro de las facilidades FIEX yFONPYME, con las siguientes Líneas País que ofrecen ventajas adi-cionales en los términos de financiación:VOLUMEN Y ORIGEN DE RECURSOS DISPONIBLES(millones de euros)LÍNEA PAÍS FIEX FONPYME TOTALEUROPAPaíses Ampliación UE 60 5 65Rusia* 50 5 55ÁFRICAÁfrica Subsahariana 30 5 35Marruecos 30 10 40AMÉRICABrasil 80 5 85México 60 10 70EE.UU.* 70 5 75ASIAChina 60 10 70India 60 5 65PCC Golfo* 30 5 35 Total 530 65 595(*) Nuevas Líneas
  37. 37. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1 39DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL1.3.7LíneasyProductosComercialesLas líneas país presentan una serie de características comunes:• Podrán financiar inversiones productivas en cualquier rubro deactividad, si bien cada línea otorga prioridad a determinados sec-tores.• Productos financieros: participaciones en capital e instrumentospróximos al cuasi-capital.• Límites por proyecto: entre 0,25 y 25 millones €.• Límite máximo de financiación: Hasta el 49% del capital social dela empresa del proyecto y hasta el 70% de la inversión total delproyecto en préstamos de coinversión (80% cuando el promotores una PYME).• Plazo: hasta 10 años.
  38. 38. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL40COFIDESFONDOPARAELFOMENTODELAINVERSIÓNESPAÑOLAENELEXTERIOROTRASLÍNEAS1.3.7productos comerciales PARA SECTORES ESPECÍFICOSPRODUCTO COMERCIAL SECTOR LÍMITES DE COMPROMISO POR PROYECTOFINBRAND Marcas españolas Entre 250.000 euros y 25 millones deeurosMáximo del 50% del volumen deinversión del proyecto (en algunoscasos puede llegar hasta el 80%)FINCARBONO Actividadesgeneradoras dederechos deemisión de CO2Normalmente, entre 1 y 25 millonesde eurosMáximo del 50% del volumen deinversión del proyectoFINAM Medio ambiente Normalmente, entre 1 y 15 millonesde eurosMáximo del 50% del volumen deinversión del proyectoFINFRANQUICIA Franquicias Entre 250.000 euros y 25 millones deeurosMáximo del 50% del volumen deinversión del proyecto (en algunoscasos este % puede llegar hasta el80%)FINTUR Turismo Normalmente, entre 1 y 25 millonesde eurosMáximo del 50% del volumen deinversión del proyectoFINSER Servicios Mínimo de 250.000 eurosMáximo del 50% del volumen deinversión del proyecto (en algunoscasos puede llegar hasta el 80%)FINTEC Electrónica ytecnologías dela información ycomunicaciónEntre 250.000 euros y 25 millonesde eurosMáximo del 50% del volumen deinversión del proyecto (en algunoscasos puede llegar hasta el 80%)FINCONCES Concesiones deinfraestructurasNormalmente, entre 1 y 25 millonesde eurosMáximo del 50% del volumen deinversión del proyectoFINER EnergíasrenovablesEntre 250.000 euros y 25 millonesde eurosMáximo del 50% del volumen deinversión del proyecto
  39. 39. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL41COFIDESFONDOPARAELFOMENTODELAINVERSIÓNESPAÑOLAENELEXTERIOROTRASLÍNEAS1.3.7PLAZO PRODUCTOS FINANCIEROSNormalmente, con un plazode amortización de hasta8 años, con periodo decarencia máximo de 3 años• Participaciones en capital• Instrumentos próximos al cuasi-capital• Préstamos ordinarios tanto a la empresa deproyecto como al inversor español• Préstamos multiproyectoNormalmente, con un plazode amortización entre 8 y15 años y un periodo decarencia máximo de 3 años• Participaciones en capital• Instrumentos próximos al cuasi-capital• Préstamos ordinarios a la empresa de proyectoNormalmente, con plazode amortización de hasta10 años, con un periodo decarencia máximo de 3 años• Participaciones en capital• Préstamos de coinversión• Préstamos ordinarios a la empresa de proyectoNormalmente, con un plazode amortización de hasta8 años, con periodo decarencia máximo de 3 años• Participaciones en capital• Instrumentos próximos al cuasi-capital• Préstamos ordinarios tanto a la empresa deproyecto como al inversor español• Préstamos multiproyectoNormalmente, con plazode amortización de hasta10 años, con un periodo decarencia máximo de 3 años• Participaciones en capital• Instrumentos próximos al cuasi-capitalNormalmente, con un plazode amortización de entre3 y 5 años, con periodo decarencia máximo de 1 año• Préstamos de coinversión• Préstamos ordinarios tanto a la empresa deproyecto como al inversor español• Préstamos multiproyectoNormalmente, con plazode amortización entre 3 y5 años, con un periodo decarencia máximo de 1 año• Participaciones en capital• Instrumentos próximos al cuasi-capital• Préstamos ordinarios tanto a la empresa deproyecto como al inversor español• Préstamos multiproyectoNormalmente, con plazode amortización entre 5 y15 años, con un periodo decarencia máximo de 3 años• Participaciones en capital• Instrumentos próximos al cuasi-capitalNormalmente, con plazode amortización entre 5 y12 años, con un periodo decarencia máximo de 3 años• Participaciones en capital• Instrumentos próximos al cuasi-capital• Préstamos ordinarios tanto a la empresa deproyecto como al inversor español• Préstamos multiproyecto
  40. 40. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL42ICO1.41.4. ICOInstituto de Crédito OficialEl Instituto de Crédito Oficial es una entidad pública empresarial,adscrita al Ministerio de Economía y Hacienda a través de la Secre-taría de Estado de Economía, que tiene consideración de agenciafinanciera del Estado. El ICO impulsa la presencia de las empresasespañolas en el exterior mediante la financiación de sus proyectosde inversión.Para ello, el Instituto cuenta en su catálogo de productos con variosinstrumentos destinados a financiar las inversiones realizadas porempresas españolas en otros países. Paseo del Prado, 4. 28014 Madrid 900 121 121 ico@ico.es www.ico.es
  41. 41. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL43ICOLÍNEAICO-INTERNACIONAL20101.4.11.4.1. Línea ICO-Internacional 2011Gestiona INSTITUTO DE CrÉDITO OFICIAL (ICo)OBJETIVO FINANCIACIÓN del proceso de internacionalizaciónde la empresa españolaDestino MERCADOS EXTERIORESCon el objetivo de respaldar y potenciar el proceso de internaciona-lización de la empresa española, el ICO vuelve a lanzar la Línea ICO-Internacionalización, puesta en macha por primera vez en 2002.Pueden solicitar financiación a través de este programa autóno-mos y entidades públicas y privadas (empresas, fundaciones, ONG,etc.) que acometan proyectos de inversión en el extranjero. En elapartado de empresas se incluye tanto a las domiciliadas en Españacomo aquellas que, estando domiciliadas en el extranjero, cuentencon mayoría de capital español.La tramitación de las operaciones se realiza directamente a travésde las entidades de crédito adheridas a la línea.Características:Inversiones financiables:• Adquisición de activos fijos productivos nuevos o de segunda mano.• Adquisición de empresas.• IVA o impuestos análogos siempre que se devengue y se liquidecomo soportado en España en la declaración del IVA a la Haciendaespañola.• Creación de empresas en el extranjero. En este caso se permitiráfinanciar el activo circulante, que deberá estar ligado al proyectode inversión y, en ningún caso, podrá superar el 20% del importetotal del proyecto.Importe de la operación: hasta un máximo de 10 millones de eurospor cliente y año en una o varias operaciones.
  42. 42. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )DELAADMINISTRACIÓNCENTRALModalidad: préstamo o leasing:Tipo de interés: en función de la cantidad solicitada:Tramo I: hasta 2 millones de euros.• Fijo, según cotización quincenal comunicada por el ICO, máshasta 1,15%.• Variable: euribor 6 meses más diferencial, según cotización quin-cenal comunicada por el ICO, más hasta 1,15%.Tramo II: a partir de 2 millones de euros y hasta un máximo de 8millones de euros.• Fijo, según cotización quincenal comunicada por el ICO, máshasta 1,50%.• Variable: euribor 6 meses más diferencial, según cotización quin-cenal comunicada por el ICO, más hasta 1,50%.Amortización y carencia: 3, 5, 7, 10, 12, 15 ó 20 años, con la posibili-dad de hasta 3 años de carencia.Comisiones: la entidad podrá aplicar una comisión de gestión.Garantías: a determinar por la entidad financiera con la que se tra-mite la operación.44ICOLÍNEAICO-INTERNACIONAL20111.3.1
  43. 43. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL45ICOacuerdoico-icex1.4.21.4.2. Acuerdo ICO-ICEXGestiona INSTITUTO DE CrÉDITO OFICIAL (ICo)OBJETIVO financiación de proyectos de implantaciÓn productiva en el exteriorDestino TODOS LOS PaísesEste acuerdo está dirigido a empresas que potencien su presenciaen el exterior, que pertenezcan al Club PIPE del ICEX o que tenganayudas aprobadas del programa PIPE o de cualquier otro programade empresa o proyecto de implantación productiva en el exterior.El objetivo de este convenio es facilitar el acceso a los avales emiti-dos por las Sociedades de Garantía Recíproca (SGR), para aquellasoperaciones cuya finalidad sea la financiación de las empresas queapuesten por potenciar su presencia en el exterior, que hayan sidoevaluadas técnicamente como positivas por el ICEX y que obten-gan financiación a través de la línea ICO Liquidez 2011.Para conseguir la valoración técnica del proyecto la empresa sedebe dirigir al ICEX. En la página web www.icex.es o en su teléfonode atención 902349000 se informa sobre el procedimiento a seguir.Características:¿Qué parte del préstamo recibido por ICO Liquidez 2011 podrábeneficiarse de la ayuda del ICEX?Para empresas que participan en programas de iniciación a laexportación del ICEX (empresas del programa PIPE y pertenecien-tes al Club PIPE), 125.000 euros.Para empresas en programas de implantación comercial o pro-ductiva en el exterior o consolidadas en mercados exteriores, elimporte máximo por empresa será de 400.000 euros.Garantías: cada entidad de crédito analiza la solicitud del prés-tamo y, en función de la solvencia del solicitante, determina las
  44. 44. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )46DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL1.4.2ICOacuerdoico-icexgarantías a aportar, que pueden ser hipotecarias, personales, ava-les mancomunados o solidarios.Las SGR pueden solicitar garantías adicionales a las requeridas porla entidad.Riesgo de las operaciones: para las operaciones formalizadas den-tro del Tramo A (fondos cofinanciados por ICO y la entidad) ICOasume el 50% del riesgo, la entidad de crédito el 25% y la SGR elotro 25%.Para las operaciones formalizadas dentro del tramo B (fondos100% ICO) la entidad de crédito asume el 50% del riesgo y la SGRel otro 50%.Solicitud del aval: una vez que el proyecto ha sido aprobado por elICEX, la empresa solicitará el aval.Solicitud de la financiación: se realizará en las oficinas de las prin-cipales entidades a la SGR del ámbito de su comunidad autónomao a la SGR de carácter sectorial que están acogidas a la línea ICOLiquidez 2011.Las solicitudes son estudiadas, aprobadas y formalizadas por lasentidades en las condiciones indicadas.
  45. 45. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1 47DELAADMINISTRACIÓNCENTRALicoicodirecto1.4.31.4.3. ICOdirectoGestiona INSTITUTO DE CrÉDITO OFICIAL (ICo)OBJETIVO Financiación DE proyectos de autónomos y pymes en sus inversiones en el exteriorDestino TODOS LOS PaísesEl ICO también ofrece la posibilidad a autónomos y pymes (con másde un año de antigüedad) de solicitar financiación por importe dehasta 200.000 euros para financiar sus inversiones en el exterior através de ICOdirecto.En este programa las solicitudes de financiación se presentan directa-mente al ICO a través de internet, www.facilitadorfinanciero.es, y es elInstituto el encargado del estudio y aprobación de las operaciones.Características:Inversiones financiables: financiación de inversiones (maquinaria,equipo informático, mobiliario, inmuebles, vehículos, adquisiciónempresas, etc) o liquidez.Importe de la operación: hasta el 100% de la inversión y un máximode 200.000 euros.Modalidad: préstamo o leasing.Tipo de interés: tipo de interés variable (Euribor 6 meses más 3,5%).Amortización y carencia: para inversión, 7 años con 2 de carencia ypara liquidez, 3 años con 1 de carencia.Comisiones: se cobrará una comisión de apertura del 0,5% sobre elimporte solicitado, con un mínimo de 60 euros.Garantías: el ICO realizará un análisis de cada solicitud y, en fun-ción de la solvencia del solicitante y de la viabilidad, determinará lasgarantías que considere.
  46. 46. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )48DELAADMINISTRACIÓNCENTRALicoico-sgr1.4.41.4.4. ICO-sgrGestiona INSTITUTO DE CrÉDITO OFICIAL (ICo)OBJETIVO Financiación de proyectos de autónomos, pymes y enti-dades sin ánimo de lucro en sus inversiones Destino TODOS LOS PaísesFinanciación orientada a autónomos, empresas y entidades sinánimo de lucro, con necesidades de financiación de inversiónen España o en el exterior y/o liquidez que cuenten o puedancontar con la consideración de socio partícipe de una de las SGRacogidas a la línea. El importe máximo de los préstamos solici-tados a través de esta línea es de 600.000 euros.Al igual que en ICOdirecto las solicitudes se presentan directa-mente al ICO a través de www.facilitadorfinanciero.es y es el Ins-tituto el encargado del estudio y aprobación de las operaciones.Características:• Inversiones financiables: se financian inversiones (maquinaria,equipo informático, mobiliario, inmuebles, vehículos, adquisi-ción empresas, etc) o liquidez.• Importe de la operación: hasta el 100% de la inversión y unmáximo de 600.000 euros.• Modalidad: préstamo o leasing.• Tipo de interés: variable, euribor 6 meses más 2,5%, más: hasta1% en concepto de coste de aval anual por saldo vivo y máshasta 4% de cuota social mutualista.• Amortización y carencia: para inversión, 7 años con dos de caren-cia y para liquidez, 3 años con uno de carencia.
  47. 47. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1 49DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL1.4.4icoico-sgr• Comisiones: se cobrará una comisión de apertura del 0,5%sobre el importe solicitado, con un mínimo de 60 euros.• Garantías: el ICO realizará un análisis de cada solicitud. En fun-ción de la solvencia del solicitante y de la viabilidad, determi-nará las garantías que considere y la SGR podrá solicitar en surevisión garantías adicionales a las solicitadas por el ICO.
  48. 48. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )50DELAADMINISTRACIÓNCENTRALicofinanciacióncorporativa1.4.51.4.5. Financiación CorporativaGestiona INSTITUTO DE CrÉDITO OFICIAL (ICo)OBJETIVO Préstamos para empresas que facturen más de 50 Millo-nes de euros que realicen inversiones en el exteriorDestino TODOS LOS PaísesPréstamos para empresas españolas que realicen inversiones produc-tivas en el exterior de más de 15 millones de euros. Esta financiaciónestá dirigida a empresas públicas y privadas españolas con una factu-ración superior a 50 millones de euros y unos activos totales de másde 43 millones de euros y a sus sociedades dependientes.La tramitación de las operaciones se realiza directamente en la Subdi-rección de Banca de Inversión Directa del Instituto de Crédito Oficial.Características• Importe financiación: la cuantía mínima del préstamo solicitado alICO es aproximadamente de 10 millones de euros o su contravaloren divisas.• Importe del proyecto: más de 15 millones de euros.• Modalidad: préstamo.• Tipo de interés: el tipo de interés de las operaciones es el de mer-cado. Pueden ir referenciadas a tipo fijo durante toda la vida dela operación o variable (EURIBOR), más un diferencial a asignar encada operación.• Amortización y carencia: estas operaciones se amortizan a largoplazo. El período concreto de amortización y carencia será objetode negociación con cada prestatario, considerando la generaciónde flujos de caja del proyecto financiado.• Comisiones: se les podrá aplicar las comisiones y gastos habitualesde acuerdo con el proyecto de que se trate.• Garantías: a determinar en función del tipo de proyecto y de lascaracterísticas de la empresa.
  49. 49. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1 51DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL1.4.6icofinanciaciónestructurada1.4.6. Financiación estructuradaGestiona INSTITUTO DE CrÉDITO OFICIAL (ICo)OBJETIVO Préstamos para empresas que realicen proyectos en el exterior en los sectores de medio ambiente, energía, gas,electricidad, infraestructuras y telecomunicaciones y que facturen más de 50 Millones de euros Destino TODOS LOS PaísesPréstamos para empresas españolas que realizan proyectos en el exterioren los sectores de medio ambiente, energía, gas, electricidad, infraestruc-turas y telecomunicaciones. Esta financiación está dirigida a empresasprivadas españolas con una facturación superior a 50 millones de euros yunos activos totales de más de 43 millones de euros y sociedades depen-dientes, incluidas las sociedades vehículo de proyectos (Project finance).La tramitación de las operaciones se realiza directamente en la Subdi-rección de Banca de Inversión Directa del Instituto de Crédito Oficial.Características• Importe financiación: la cuantía mínima del préstamo solicitado alICO es aproximadamente de 10 millones de euros o su contravaloren divisas.• Importe del proyecto: más de 20 millones para los proyectos que serealicen en el extranjero.• Modalidad: préstamo.• Tipo de interés: el tipo de interés de las operaciones es el de mercado.• Amortización y carencia: estas operaciones se amortizan a largoplazo. El período concreto de amortización y carencia será objetode negociación con cada prestatario, considerando la generaciónde flujos de caja del proyecto financiado.• Comisiones: se les podrá aplicar las comisiones y gastos habitualesde acuerdo con el proyecto de que se trate.• Garantías: a determinar en función del tipo de proyecto y de lascaracterísticas de la empresa.
  50. 50. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL521.5CDTI1.5. CDTICentro para el DesarrolloTecnológico IndustrialEl Centro para el Desarrollo Tecnológico Industrial (CDTI) es unaentidad pública empresarial que tiene como misión ayudar a lasempresas españolas a ser más competitivas elevando su nivel tec-nológico. Con el actual Ministerio de Ciencia e Innovación (MICINN)este organismo se ha convertido en el principal agente de financia-ción pública y de coordinación de la I+D+i empresarial de España yen ventanilla única de apoyo a las compañías innovadoras. Cid, 4. 28001 Madrid 915 815 500 www.cdti.esRed PI+D+i 902 347 434 www.redpidi.es
  51. 51. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL53CDTIredexteriorcdti1.5.1. Red Exterior CDTiGestiona CENTRO PARA EL DESARROLLO TECNOlÓGICO INDUSTRIALOBJETIVO MEJORA de la COMPETITIvidad y DEL NIVEL TECNOLÓGICODE LAS EMPRESAS españolasDestino NACIONAL E INTERNACIONALEstá constituida por agentes del CDTI establecidos de forma per-manente en distintos continentes con el objeto de prestar serviciosde apoyo a empresas españolas para la cooperación y la transfe-rencia de tecnología con diferentes países. Actualmente, el CDTItiene una oficina en Bruselas y representantes en Estados Unidos,México, Brasil, Chile, Marruecos, India, China, Corea del Sur y Japón.Ha firmado acuerdos con numerosas agencias de innovación y tec-nología internacionales, que facilitan a las empresas españolas labúsqueda de socios para el desarrollo de alianzas y proyectos decooperación tecnológica internacional.En los últimos años, el CDTI está impulsando con fuerza los proce-sos de internacionalización de las empresas españolas a través dela I+D+i. Tanto desde la vertiente de promoción internacional detecnologías desarrolladas en España como, sobre todo, a través deldesarrollo de productos, procesos y servicios innovadores en cola-boración con socios internacionales.Para hacer efectivo este apoyo, el CDTI ofrece a las empresas ayudasfinancieras para la promoción de la internacionalización de la I+D+i delas empresas españolas (INNTERCIONALIZA), así como asesoramiento yapoyo en la búsqueda de socios internacionales a través de sus Misio-nes Internacionales de Cooperación Tecnológica y de su Red Exterior.Todo ello con el objetivo de identificar proyectos de cooperación tec-nológica internacional con entidades de distintos continentes, dentrode los diferentes programas de cooperación tecnológica que gestiona,tanto a escala bilateral (Japón, China, Corea del Sur, India, Canadá ySudáfrica), como multilateral (Eurek/Eurostars e Iberoeka).1.5.1
  52. 52. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL541.5.2CDTIINNTERNACIONALIZA1.5.2. INNTERNACIONALIZAGestiona CENTRO PARA EL DESARROLLO TECNOlÓGICO INDUSTRIALOBJETIVO MEJORA de la COMPETITIvidad y DEL NIVEL TECNOLÓGICODE LAS EMPRESAS españolasDestino AUTONÓMICO, NACIONAL E INTERNACIONALLas Ayudas a la Internacionalización de los Resultados de la I+D(INNTERNACIONALIZA) tienen por objeto potenciar la explotacióninternacional de los resultados de las actividades de I+D realiza-das por las empresas españolas en la superación de las barrerasinherentes a un proceso de internacionalización de tecnologíapropia en los mercados exteriores. Los proyectos pueden abar-car tanto la transferencia de tecnología, como la adaptación de latecnología desarrollada a los requerimientos de mercados inter-nacionales y la promoción.La ayuda es para financiar los costes de los derechos de propie-dad industrial y para servicios de asesoramiento y apoyo a lainnovación. El beneficiario puede ser cualquier pyme españolaque quiera internacionalizar su tecnología que puede estar desa-rrollada por un proyecto CDTI anterior, por otra administración opor la propia empresa.Con una duración de entre 6 y 24 meses, el presupuesto financiablemínimo es de 150.0000 euros por los siguientes conceptos:Internacionalización de la propiedad industrial• Costes previos del derecho en la primera jurisdicción.• Costes asociados a la validación o concesión de derecho en otrasjurisdicciones.• Costes de defensa de la validez del derecho.
  53. 53. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL551.5.2CDTIINNTERNACIONALIZAServicios de asesoramiento y apoyo a la innovación• Actividades de asesoramiento orientadas a la adaptación de tec-nología para su internacionalización.• Asesoramiento sobre normativas de homologación y certificaciónque faciliten la internacionalización.• Servicios de apoyo a la innovación como centros de negocio, ban-cos de datos, bibliotecas técnicas, estudios de mercado…• La ayuda prevista es reembolsable hasta el 75% del presupuestoaprobado, con un presupuesto no reembolsable del 15%.Por último, los criterios de evaluación de los proyectos son los siguientes:• Impacto de las actividades del proyecto en la internacionalizaciónde la empresa.• Capacidad de la empresa para acometer las actividades de inter-nacionalización propuestas.• Mercado potencial de tecnología.• Nivel de tecnología objeto de internacionalización.
  54. 54. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL56CESCE1.61.6. CESCECOMPAÑÍA ESPAÑOLA DE SEGUROSDE CRÉDITO A LA EXPORTACIÓNCESCE es una sociedad anónima participada mayoritariamente porel Estado y por los principales bancos y empresas de seguros deEspaña. Su objeto social es asegurar a las empresas ante los ries-gos de impago derivados de las ventas de sus productos y servicios,tanto en el mercado interior como en el exterior, así como cubrir lasposibles pérdidas que pueda sufrir una empresa en su inversión enel exterior, derivadas de riesgos políticos. Velázquez, 74. 28001 Madrid 902 111 010 www.cesce.es
  55. 55. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL571.6.1CESCEPÓLIZADESEGURODEINVERSIONESENELEXTERIOR1.6.1. Póliza de Seguro de Inversiones en el ExteriorGestiona Compañía Española de Seguros de Crédito a la Exportación, CESCEOBJETIVO cubrir los riesgos de carácter político asociadosa las inversiones españolas en el exterior Destino TODOS LOS PaísesCESCE gestiona, por cuenta del Estado, la Póliza de Seguro de Inver-siones en el exterior, cuya finalidad es favorecer la internacionaliza-ción de las empresas españolas. Por ello ofrece un instrumento flexi-ble que les permite cubrir los riesgos de carácter político asociadosa las inversiones españolas en el exterior que, aún encontrándosefuera de la órbita de control del inversor o de su filial, pueden tenerun impacto importante en el resultado de su inversión extranjera.La compañía puede asegurar, a través de esta póliza, aquellas inver-siones de empresas españolas que se materialicen en creación deempresa nueva; adquisición parcial o total de empresas ya existen-tes; participación en ampliaciones de capital o en dotaciones patri-moniales de empresas; préstamos o avales sobre préstamos a cincoaños o más vinculados a una inversión española en el exterior; rein-versión en la inversión asegurada de sus rendimientos; y créditos afavor del asegurado resultantes de la venta de la empresa extran-jera o de su disolución o liquidación.Actualmente existen dos modalidades de seguro, según el tipo deinversión que se desee asegurar:• el seguro para inversores en la dotación patrimonial de la empresaextranjera (fondos propios, aportaciones permanentes…),• el seguro para financiadores dirigido a las entidades financieras osociedades que realicen un préstamo a la filial extranjera de unaempresa española para financiar un proyecto de inversión nuevo.Los avales sobre préstamos también se cubrirían a través de estamodalidad para financiadores.
  56. 56. No existen limitaciones en los importes a asegurar, siendo objeto dela cobertura tanto grandes como pequeñas inversiones. La única limi-tación impuesta a las distintas formas que puede tomar una inversiónes la legislación del país de destino. En consecuencia, para que CESCEpueda cubrir una inversión, es necesario que sea admitida como inver-sión extranjera por las autoridades del país receptor.En general, y dado que la filosofía de esta póliza es la de favorecer lapresencia a largo plazo de la empresa española en el extranjero, lacobertura de la póliza tiene una duración mínima de 5 años, y unaduración máxima de 20 años, aunque en ocasiones puede conside-rarse la cobertura por un período de tres años.Unavezaprobada la cobertura del seguro, el inversorrealizalaaportaciónalpatrimoniodelaempresaextranjera,financiandodeestemodosuinversiónmediante fondos propios y, en su caso, con financiación complementaria(préstamos directos del inversor español o avales o préstamos de terceros).CESCE puede cubrir las pérdidas derivadas de las siguientes situacionesde riesgo político:Limitaciones al derecho de la propiedad (expropiación, nacionalización,confiscacióndelaempresaextranjera),alcanzandoestacoberturaalosposi-bles cambios del marco jurídico-económico del país receptor que causendirectamente la inviabilidad de la empresa extranjera (riesgo regulatorio).La falta de convertibilidad o de transferencia de importes relacionadoscon la inversión, dividendos, amortización de créditos a largo plazo.La violencia política, incluyendo el terrorismo y otras alteraciones gra-ves del orden público (siempre derivados de un objetivo político).El incumplimiento de acuerdos o la ruptura de compromisos por partede las autoridades o empresas públicas del país receptor de la inversiónasegurada. La cobertura en este riesgo se limita al no cumplimiento deuna sentencia o laudo arbitral favorable al asegurado y derivado deun incumplimiento de compromisos contractuales de las autoridades/empresas públicas del país receptor de la inversión.DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL1.6.1CESCEPÓLIZADESEGURODEINVERSIONESENELEXTERIORI n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )58
  57. 57. Además de las pérdidas patrimoniales derivadas del acaecimiento delos riesgos mencionados, el seguro también puede cubrir la pérdida debeneficios, durante un período de hasta un año, que se produzca parael inversor por la paralización de actividades de la filial por causa deguerra o violencia política.Únicamente se cubren riesgos de naturaleza política, que puedenalcanzar a los compromisos adquiridos con la inversión por parte delestado receptor, organismos o subdivisiones administrativas de éste,así como empresas públicas. El porcentaje de cobertura máximo es del99% (salvo en el caso del riesgo regulatorio, cuya cobertura máximaesta limitada al 80%).La póliza de seguro de inversiones fue objeto de una importante revi-sión para adecuarse mejor a la realidad internacional y a las necesida-des de las empresas españolas que invierten en el extranjero con:• Mejor definición de los riesgos cubiertos: ampliación del alcancede la violencia política y cobertura de las pérdidas de beneficio porinterrupción de negocio; inclusión de los riesgos regulatorios enel ámbito de los riesgos de expropiación, nacionalización y confis-cación; ampliación del incumplimiento de compromisos por partede deudores soberanos a administraciones y empresas públicassubsoberanas, incluyendo en la cobertura la obstaculización a losprocesos arbitrales.• Adaptación del seguro a las diferentes condiciones del aseguradocon la creación de condicionados generales distintos para inversoresy entidades financieras.• Mejora de la protección del balance de la empresa española queinvierte en el exterior, al calcular el valor de la inversión a partir delos estados financieros auditados de la matriz en España.• Ampliación de la cobertura con la posibilidad de cubrir créditos,cualquiera que sea la forma en que se instrumenten, e incluyendo enla cobertura los intereses de demora, si se solicita.a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1CESCEPÓLIZADESEGURODEINVERSIONESENELEXTERIOR1.6.159DELAADMINISTRACIÓNCENTRAL
  58. 58. 2.1. ANDALUCÍA: EXTENda, Agencia Andaluza de Promoción Exterior. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63 2.1.1. Extenda-Implantación Exterior. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 632.2. ARAGÓN: arex, aragón Exterior.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66 2.2.1. Servicios Personalizados.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67 2.2.2. Programa teDex.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 682.3. CASTILLA Y LEÓN:. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69 2.3.1. Fundación Adeuropa.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70 2.3.2. ADE Financiación.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 712.4. CATALUÑA: ACC1Ó CIDEM/COPCA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 732.5. Galicia: igape, Instituto Gallego de Promoción Económica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 752.6. MADRID: PROMOMADRID. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 772.7. MURCIA: INFO, Instituto de Fomento de la Región de Murcia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 792.8. NAVARRA: SODENA, Sociedad de Desarrollo de Navarra. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 802.9. País vasco: SPRI, Sociedad para la Transformación Competitiva.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 822.10. VALENCIA: IVEX, Instituto Valenciano de la Exportación . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84a p o y o s f i n a n c i e r o s p ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 12ÍNDICEDE LAADMINISTRACIÓNAUTONÓMICADELAADMINISTRACIÓNAUTONÓMICA261
  59. 59. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1DELAADMINISTRACIÓNAUTONÓMICALa actividad de la Agencia Andaluza de Promoción Exterior (Extenda)se enmarca en el Plan Estratégico de Internacionalización de la Eco-nomía Andaluza 2010-2013, cuyo objetivo es incrementar la aperturainternacional de la economía andaluza, ofreciendo el servicio ade-cuado a las empresas andaluzas para el fortalecimiento del tejidoempresarial, generación de empleo, desarrollo sectorial y mayor pre-sencia en los mercados exteriores.En el año 2011, en base a los Fondos para la Internacionalización dela Economía Andaluza, EXTENDA pone a disposición de las empre-sas el Fondo para la Consolidación Internacional de la Empresa632.12.1.1ANDALUCÍA:AGENCIAANDALUZADEPROMOCIÓNEXTERIOREXTENDA2.1. ANDALUCÍAEXTENDAAgencia Andaluza de Promoción Exterior2.1.1. Fondos para la Consolidación Internacionalde la Empresa AndaluzaGestiona Extenda-Agencia Andaluza de Promoción ExteriorOBJETIVO ESTABLECIMIENTO DE EMPRESAS ANDALUZAS en el EXTERIORDestino TODOS LOS PaísesMarie Curie, 5. Edificio SueciaIsla de la Cartuja. 41092 Sevilla902 508 525902 508 535info@extenda.eswww.extenda.es
  60. 60. I n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )DELAADMINISTRACIÓNAUTONÓMICA64ANDALUCÍA:AGENCIAANDALUZADEPROMOCIÓNEXTERIOREXTENDA2.1.1Andaluza, un instrumento de apoyo que facilita financiación yasesoramiento técnico especializado a las empresas en proyec-tos de consolidación de internacionalización, movilizando recur-sos públicos para aportar liquidez. Los destinatarios son empre-sas y autónomos andaluces (domicilio social o centro operativoantes o durante el proyecto) de cualquier sector que presente unproyecto ligado a la internacionalización compatible con el IVPlan Estratégico de Internacionalización de la Economía Anda-luza 2010-2013.Todas las operaciones aprobadas a través de este servicio serealizarán en condiciones de mercado, es decir, en ningún casotendrán la consideración de subvenciones o ayudas públicasya que es un instrumento financiero reembolsable. Así pues, seincluyen en esta herramienta préstamos de inversión; préstamospara operaciones corrientes; pólizas de crédito y otorgamientode garantías.Estos fondos estarán gestionados por EXTENDA (garante técnicadel proyecto), con apoyo de IDEA (estudio viabilidad económico-financiera) y se caracterizan por su simplicidad administrativa(dos meses máximo para resolver), con la consiguiente reducciónde costes de formalización de operaciones.Los principales criterios de valoración serán la contribución del pro-yecto a los objetivos del IV Plan, a la generación y mantenimientode empleo y a una mayor rotación de los recursos del fondo.Los proyectos financiables serán para iniciación en internacio-nalización; cooperación empresarial hacia el exterior; promociónde productos y servicios; apertura de filiales comerciales; planesestratégicos internacionales de empresas exportadoras; prepa-ración, licitación o ejecución de proyectos de empresas de servi-cios en el exterior, para contratación pública o privada.
  61. 61. a p o y o s f i n a n c i e r o s p Ú b l i c o s a l a i m p l a n t a c i ó n e i n v e r s i ó n d e l a e m p r e s a e s p a ñ o l a e n e l e x t e r i o r 2 0 1 1ANDALUCÍA:fondosparalainternacionalizacióndeandalucíaEXTENDA2.1.1DELAADMINISTRACIÓNAUTONÓMICA65Cantidades y plazos:• Préstamos a la inversión (hasta el 100%): mínimo 60.000 euros,máximo 500.000 euros, a 3, 5 y 7 años, con 6 meses, 1 año ó 2 añosde carencia, respectivamente.• Préstamos para el circulante (hasta el 100%): mínimo 12.000 euros,máximo 500.000 euros, a 3, 5 y 7 años, con 6 meses y 1 año decarencia.
  62. 62. La empresa pública Aragón Exterior (AREX), adscrita al Departa-mento de Economía, Hacienda y Empleo del Gobierno de Aragón,tiene como objetivo específico impulsar la apertura exterior dela economía aragonesa. Promueve la internacionalización de lasempresas aragonesas y la implantación y consolidación de empre-sas extranjeras en Aragón.Aragón Exterior ofrece asesoramiento y apoyo a las empresas e ins-tituciones aragonesas en su proceso de internacionalización, a tra-vés de sus oficinas centrales en Aragón y su red internacional dedelegaciones y consultoras locales en más de 20 países.2.2. ARAGÓNAREXAragón ExteriorAlfonso I, 17-5ª Planta. 50003 Zaragoza976 221 571info@aragonexterior.eswww.aragonexterior.esDELAADMINISTRACIÓNAUTONÓMICA2.2Aragón:AragónExteriorAREXI n s t i t u t o e s p a ñ o l d e c o m e r c i o e x t e r i o r ( ICEX )66

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