Alexandre Honório da Silva   alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
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Hacer Clic                                    Capítulo 2 - “A Interface e suas metáforas”                                 ...
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Por quê tudo muda com o Mac?                                        Alexandre Honório da Silva   alexandre.honorio@ufpe.br...
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A interface e suas metáforas         O capítulo analisa as quatro metáforas apontadas pelo autor e delimita suas         c...
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As metáforas                                    Alexandre Honório da Silva   alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de...
As metáforas         Em um primeiro momento o autor procura apresentar as definições existentes         em torno do que si...
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A metáfora conversacional                                     Alexandre Honório da Silva   alexandre.honorio@ufpe.brsegund...
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A metáfora superficial                                    Alexandre Honório da Silva   alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-fe...
A metáfora superficial         • A interface é a instância onde se encontram dois agentes; um ponto de           contato e...
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A metáfora espacial                                    Alexandre Honório da Silva   alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira...
A metáfora espacial         • Segundo esta metáfora, a interface é o lugar das interações; o espaço           onde se dão ...
A metáfora espacial         • Segundo esta metáfora, a interface é o lugar das interações; o espaço           onde se dão ...
As metáforas em resumo                                    Alexandre Honório da Silva   alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-fe...
As metáforas em resumo                              Metáfora Instrumental                             S                   ...
As metáforas em resumo                              Metáfora Instrumental           Metáfora Conversacional               ...
As metáforas em resumo                              Metáfora Instrumental           Metáfora Conversacional               ...
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Por uma crítica da razão instrumental                                                 Alexandre Honório da Silva   alexand...
Por uma crítica da razão instrumental         Para Scolari, as diversas metáforas que teorizam sobre a relação entre      ...
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Por uma crítica da razão instrumental         Para Scolari, as diversas metáforas que teorizam sobre a relação entre      ...
Semiotizar as interações                                    Alexandre Honório da Silva   alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-...
Semiotizar as interações         Compreender o que cada uma destas metáforas indicam é, conforme         podemos perceber ...
Semiotizar as interações         Compreender o que cada uma destas metáforas indicam é, conforme         podemos perceber ...
Semiotizar as interações         Compreender o que cada uma destas metáforas indicam é, conforme         podemos perceber ...
Alexandre Honório da Silva   alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
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Fim                                          Alexandre Honório da Silva   alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de ag...
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Hacer Clic, de Carlos Scolari (Capítulo 2)

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Hacer Clic, de Carlos Scolari (Capítulo 2)

  1. 1. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  2. 2. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  3. 3. Hacer Clic Capítulo 2 - “A Interface e suas metáforas” Carlos Scolari Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  4. 4. Discutindo as interfaces e suas configurações Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  5. 5. Discutindo as interfaces e suas configurações Em Hacer Clic, Scolari propõe um itinerário acerca do conceito de interface. Entretanto, não pretende apenas a análise do que significa uma interface, mas um roteiro de interpretação das manifestações possíveis do termo. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  6. 6. Discutindo as interfaces e suas configurações Em Hacer Clic, Scolari propõe um itinerário acerca do conceito de interface. Entretanto, não pretende apenas a análise do que significa uma interface, mas um roteiro de interpretação das manifestações possíveis do termo. Para o autor, é necessário compreender a evolução dos suportes interativos observando-os a partir das correlações estabelecidas entre interfaces digitais e extradigitais; entre usuários e suportes. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  7. 7. Discutindo as interfaces e suas configurações Em Hacer Clic, Scolari propõe um itinerário acerca do conceito de interface. Entretanto, não pretende apenas a análise do que significa uma interface, mas um roteiro de interpretação das manifestações possíveis do termo. Para o autor, é necessário compreender a evolução dos suportes interativos observando-os a partir das correlações estabelecidas entre interfaces digitais e extradigitais; entre usuários e suportes. Propõe ainda desfazer um mito: que as interfaces que nos rodeiam são transparentes - que estas são neutras no interagir de seus usuários. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  8. 8. Compreender as interações digitais Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  9. 9. Compreender as interações digitais Para Scolari, a compreensão dos macro processos que envolvem as diversas interfaces contribuem para a construção do que chama sociosemiótica das interações digitais. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  10. 10. Compreender as interações digitais Para Scolari, a compreensão dos macro processos que envolvem as diversas interfaces contribuem para a construção do que chama sociosemiótica das interações digitais. Ele acrescenta que tal noção não tem por objetivo o estabelecimento de um roteiro com melhorias às interfaces ou algo do gênero. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  11. 11. Compreender as interações digitais Para Scolari, a compreensão dos macro processos que envolvem as diversas interfaces contribuem para a construção do que chama sociosemiótica das interações digitais. Ele acrescenta que tal noção não tem por objetivo o estabelecimento de um roteiro com melhorias às interfaces ou algo do gênero. Scolari propõe com tal sociosemiótica conceber modelos teóricos que possibilitem compreender quais dinâmicas culturais e tecnológicas são estabelecidas quando da interação entre usuários e suportes digitais. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  12. 12. A interface em sua essência Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  13. 13. A interface em sua essência Para Scolari, tudo muda com o surgimento de um equipamento que revolucionaria o conceito de interface e, de quebra, os límites dos usos dos suportes digitais. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  14. 14. A interface em sua essência Para Scolari, tudo muda com o surgimento de um equipamento que revolucionaria o conceito de interface e, de quebra, os límites dos usos dos suportes digitais. A mudança tinha nome: Apple Macintosh 1984 Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  15. 15. Por quê tudo muda com o Mac? Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  16. 16. Por quê tudo muda com o Mac? Para Scolari, de modo semelhante àquele defendido por Manovich em The Language of New Media, a maneira como nos relacionamos com os dispositivos digitais fora reorganizado e novos usos possíveis emergiram. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  17. 17. Por quê tudo muda com o Mac? Para Scolari, de modo semelhante àquele defendido por Manovich em The Language of New Media, a maneira como nos relacionamos com os dispositivos digitais fora reorganizado e novos usos possíveis emergiram. Assim, mais que compreender o que a percepção do que uma interface implica, mais urgente seria a construção de uma gramática da interação; algo capaz de lançar novas luzes sobre usuários, suportes digitais e seus usos. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  18. 18. Por quê tudo muda com o Mac? Para Scolari, de modo semelhante àquele defendido por Manovich em The Language of New Media, a maneira como nos relacionamos com os dispositivos digitais fora reorganizado e novos usos possíveis emergiram. Assim, mais que compreender o que a percepção do que uma interface implica, mais urgente seria a construção de uma gramática da interação; algo capaz de lançar novas luzes sobre usuários, suportes digitais e seus usos. Mas a construção de tal gramática em um primeiro momento implica refletir sobre as diversas metáforas construídas em torno do conceito de interface e que procuravam dar conta da complexidade. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  19. 19. A interface e suas metáforas Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  20. 20. A interface e suas metáforas O capítulo analisa as quatro metáforas apontadas pelo autor e delimita suas características. Para Scolari, cada uma delas representa “um exercício retórico que evidencia algumas propriedades do objeto interface e esconde outras”. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  21. 21. A interface e suas metáforas O capítulo analisa as quatro metáforas apontadas pelo autor e delimita suas características. Para Scolari, cada uma delas representa “um exercício retórico que evidencia algumas propriedades do objeto interface e esconde outras”. As metáforas auxiliam segundo o autor na interpretação das várias cosmovisões acerca das interfaces e as apresentam como "territórios teóricos específicos". Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  22. 22. A interface e suas metáforas O capítulo analisa as quatro metáforas apontadas pelo autor e delimita suas características. Para Scolari, cada uma delas representa “um exercício retórico que evidencia algumas propriedades do objeto interface e esconde outras”. As metáforas auxiliam segundo o autor na interpretação das várias cosmovisões acerca das interfaces e as apresentam como "territórios teóricos específicos". Entretanto, não servem para superar o instrumentalismo que as envolvem por isso, para Scolari, a necessidade de adoção de uma "sociosemiótica da interação" Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  23. 23. As metáforas Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  24. 24. As metáforas Em um primeiro momento o autor procura apresentar as definições existentes em torno do que significa uma interface. Scolari explora as definições mais estritas até as mais amplas do que uma interface é e do quão amplo este conceito se tornou. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  25. 25. As metáforas Em um primeiro momento o autor procura apresentar as definições existentes em torno do que significa uma interface. Scolari explora as definições mais estritas até as mais amplas do que uma interface é e do quão amplo este conceito se tornou. Para Scolari, o termo interface se transformara, dada sua diversa aplicação, em um conceito guarda-chuvas aplicável às mais variadas manifestações, suportes e usos. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  26. 26. As metáforas Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  27. 27. As metáforas Scolari propõe a análise de quatro metáforas que envolvem a percepção contemporâneas da idéia de interface: Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  28. 28. As metáforas Scolari propõe a análise de quatro metáforas que envolvem a percepção contemporâneas da idéia de interface: • conversacional; Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  29. 29. As metáforas Scolari propõe a análise de quatro metáforas que envolvem a percepção contemporâneas da idéia de interface: • conversacional; • instrumental; Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  30. 30. As metáforas Scolari propõe a análise de quatro metáforas que envolvem a percepção contemporâneas da idéia de interface: • conversacional; • instrumental; • superficial; Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  31. 31. As metáforas Scolari propõe a análise de quatro metáforas que envolvem a percepção contemporâneas da idéia de interface: • conversacional; • instrumental; • superficial; • espacial; Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  32. 32. A metáfora conversacional Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  33. 33. A metáfora conversacional • A interação entre indivíduos e dispositivos digitais é visto sob uma abordagem dialógica: projetar uma interface significa estabelecer condições para o diálogo entre homem e máquinas; Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  34. 34. A metáfora conversacional • A interação entre indivíduos e dispositivos digitais é visto sob uma abordagem dialógica: projetar uma interface significa estabelecer condições para o diálogo entre homem e máquinas; • A interface é vista, portanto, como um interpretador de comandos; como um interpretador dos usos possíveis da relação entre sujeito e dispositivos digitais. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  35. 35. A metáfora instrumental Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  36. 36. A metáfora instrumental • Segundo Scolari, as extensões, como compreendia McLuhan, ampliam as possibilidades de interação influenciando/contaminando os processos. O cerne da metáfora instrumental, portanto, é que a interface se transformara em meio de informação; Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  37. 37. A metáfora instrumental • Segundo Scolari, as extensões, como compreendia McLuhan, ampliam as possibilidades de interação influenciando/contaminando os processos. O cerne da metáfora instrumental, portanto, é que a interface se transformara em meio de informação; • A noção de uma interface transparente como proposta por Scolari recorre à oposição criada com o surgimento do Macintosh 1984: uma interface ideal deve ser acessível a todos e não apenas àqueles detentores de conhecimento especializado. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  38. 38. A metáfora superficial Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  39. 39. A metáfora superficial • A interface é a instância onde se encontram dois agentes; um ponto de contato entre dois modelos submetidos a realidades distintas. Na abordagem proposta pela metáfora superficial, a interface é um tecido interconectando percepções distintas dos usos; Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  40. 40. A metáfora superficial • A interface é a instância onde se encontram dois agentes; um ponto de contato entre dois modelos submetidos a realidades distintas. Na abordagem proposta pela metáfora superficial, a interface é um tecido interconectando percepções distintas dos usos; • Esta abordagem aponta na direção da interface enquanto aparato de tradução, de articulação e como processo de transformação dos usos como resultado da percepção da interface como agente; Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  41. 41. A metáfora espacial Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  42. 42. A metáfora espacial • Segundo esta metáfora, a interface é o lugar das interações; o espaço onde se dão das transformações dos usos: para Scolari, os espaços representados pelas máquinas digitais têm sido convertidos em pontos de encontro das experiências compartilhadas; Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  43. 43. A metáfora espacial • Segundo esta metáfora, a interface é o lugar das interações; o espaço onde se dão das transformações dos usos: para Scolari, os espaços representados pelas máquinas digitais têm sido convertidos em pontos de encontro das experiências compartilhadas; • A metáfora espacial compreende sa interfaces como linguagem; compreende as interfaces como espaços onde se desenrolam processos de interação contínuos e regidos pelos usos dos dispositivos/sujeitos compreendidos como parte de uma geografia interespacial; Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  44. 44. As metáforas em resumo Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  45. 45. As metáforas em resumo Metáfora Instrumental S O O usuário manipula os objetos apresentados na tela (interage com eles diretamente) Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  46. 46. As metáforas em resumo Metáfora Instrumental Metáfora Conversacional S O S O O usuário manipula os objetos O usuário dialoga com os apresentados na tela (interage suportes digitais (emprega com eles diretamente) uma “língua comum” para isso) Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  47. 47. As metáforas em resumo Metáfora Instrumental Metáfora Conversacional S O S O O usuário manipula os objetos O usuário dialoga com os apresentados na tela (interage suportes digitais (emprega com eles diretamente) uma “língua comum” para isso) Metáfora Superficial S O O usuário reconhece o que deixa a tela; percebe e interage com a tela Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  48. 48. As metáforas em resumo Metáfora Instrumental Metáfora Conversacional S O S O O usuário manipula os objetos O usuário dialoga com os apresentados na tela (interage suportes digitais (emprega com eles diretamente) uma “língua comum” para isso) Metáfora Superficial Metáfora Espacial S O S O S O usuário reconhece o que O usuário interage com outros deixa a tela; percebe e sujeitos e objetos mediado por interage com a tela um espaço virtualizado Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  49. 49. Por uma crítica da razão instrumental Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  50. 50. Por uma crítica da razão instrumental Para Scolari, as diversas metáforas que teorizam sobre a relação entre sujeitos e suportes digitais apresentam um problema comum: articulam uma visão parcial na qual objeto se sobrepõe a outras visões que incluem o mesmo objeto; Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  51. 51. Por uma crítica da razão instrumental Para Scolari, as diversas metáforas que teorizam sobre a relação entre sujeitos e suportes digitais apresentam um problema comum: articulam uma visão parcial na qual objeto se sobrepõe a outras visões que incluem o mesmo objeto; A simples adoção de metáforas, segundo Scolari, não é suficiente para demonstrar as diversas manifestações do que se dá como resultado das interações entre suportes e indivíduos; Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  52. 52. Por uma crítica da razão instrumental Para Scolari, as diversas metáforas que teorizam sobre a relação entre sujeitos e suportes digitais apresentam um problema comum: articulam uma visão parcial na qual objeto se sobrepõe a outras visões que incluem o mesmo objeto; A simples adoção de metáforas, segundo Scolari, não é suficiente para demonstrar as diversas manifestações do que se dá como resultado das interações entre suportes e indivíduos; A partir da desconstrução das metáforas e suas limitações, Scolari propõe interpretar as representações, interpretações e o espaço que separa suportes e usuário; Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  53. 53. Semiotizar as interações Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  54. 54. Semiotizar as interações Compreender o que cada uma destas metáforas indicam é, conforme podemos perceber no capítulo, reconhecer as particularidades dos usos e efeitos que cada uma delas parecem indicar como resultado da relação entre usuários e suportes digitais; Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  55. 55. Semiotizar as interações Compreender o que cada uma destas metáforas indicam é, conforme podemos perceber no capítulo, reconhecer as particularidades dos usos e efeitos que cada uma delas parecem indicar como resultado da relação entre usuários e suportes digitais; Para Scolari, uma sociosemiótica da interação deve pretender a superação de uma visão instrumental dos usos e a percepção de que existem complexos processos que igualmente resultam dos usos. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  56. 56. Semiotizar as interações Compreender o que cada uma destas metáforas indicam é, conforme podemos perceber no capítulo, reconhecer as particularidades dos usos e efeitos que cada uma delas parecem indicar como resultado da relação entre usuários e suportes digitais; Para Scolari, uma sociosemiótica da interação deve pretender a superação de uma visão instrumental dos usos e a percepção de que existem complexos processos que igualmente resultam dos usos. Somente assim será possível reconhecer as descontinuidades e reconstruções simbólicas resultado da interação e dos usos das interfaces. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  57. 57. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  58. 58. Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12
  59. 59. Fim Alexandre Honório da Silva alexandre.honorio@ufpe.brsegunda-feira, 20 de agosto de 12

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