Master's degree presentation - Electrical doping of PECVD a-SiC:H films

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    Master's degree presentation - Electrical doping of PECVD a-SiC:H films - Presentation Transcript

    1. ALESSANDRO RICARDO DE OLIVEIRA
      • ´´Dopagem Elétrica de filmes finos de Carbeto de Silício Amorfo Hidrogenado (a-SiC:H) obtido por PECVD´´ ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
      • LABORATÓRIO DE MICROELETRÔNICA
      • Orientador: Prof. Dr. Marcelo N. P. Carreño
    2. Introdução
      • Novos materiais semicondutores para utilização em ambientes onde o Si possui aplicações limitadas:
      • - altas temperaturas, potências, freqüências e ambientes corrosivos
      • c-SiC possui propriedades pertinentes as tais aplicações:
      • - alto gap
      • - alta condutância térmica
      • - alta dureza mecânica
      • - resistência a corrosão
      • Limitação: obtenção altas temperaturas (>1500ºC)
      • - incompatibilidade com processos anteriores
      • - incompatibilidade com substratos sensíveis a temperatura
    3. Introdução
      • Método alternativo: PECVD a-SiC:H
      • - produzido entre 200 – 400ºC
      • - composição variável (Si-C-H) e alta concentração de defeitos
      • GNMD – bom entendimento sobre as propriedades do a-SiC:H
      • - obtido em condições apropriadas:
      • ordem química e estrutural semelhante ao c-SiC
      • material estequiométrico ( a-Si 0,5 C 0,5 :H ) baixa concentração de poros baixa incorporação de hidrogênio átomos Si ligando-se preferencialmente com átomos de C
      • Desenvolvimento de dispositivos a base de novos materiais
      • - controle das principais etapas de processos
      • - dopagem tipo P e tipo N
    4. Antecedentes
      • Dopagem em a-SiC:H em trabalhos anteriores
      • - Nitrogênio, Fósforo e Boro
      • Implantação iônica sem simulação do perfil de dopagem
      • - Literatura do a-Si:H
      • Difusão térmica em 350 e 450 ºC
    5. Objetivos do trabalho
      • Estudo sistemático de dopagem com diferentes concentrações
      • - I/I tipo N nitrogênio e fósforo, tipo P boro
      • - difusão térmica tipo P alumínio
      • Simulação dos perfis de I/I
      • Otimização do tratamento térmico pós-implantação
      • Difusão térmica em diferentes tempos e temperaturas
    6. Técnicas Experimentais
      • Obtenção das películas – PECVD: baixas temperaturas
      • - SiH 4 + CH 4
      • - condições de deposição pré-estabelecidas – estudos anteriores
      • Dopagem
      • - I/I – determinadas concentrações em regiões desejadas
      • - difusão – método alternativo – Al - melhor dopante tipo P
      • Espectroscopia de absorção na região de infravermelho – FTIR
      • - Forma em que os elementos se incorporam no material
      • Absorção óptica
      • - gap óptico
      • -
      • Caracterização elétrica: medidas de condutividade elétrica
    7. Resultados e Discussão  
      • Amostras não - dopadas
      Tipo de Amostra Fluxo de SiH 4 (sccm) [CH 4 ] % Fluxo de H 2 (sccm) Potência r.f. (Watts) Tempo de Deposição (Horas) Espessura (Å) ± 10% Gap Óptico (eV) ± 5% C3680 3,6 80 - 20 2:00 5400 2,4 C3690H 3,6 90 200 100 2:30 6180 3,1
    8. Resultados e Discussão
      • Medida de Condutividade somente em elevadas temperaturas
      • Comportamento termicamente ativado
      • Nível de Fermi próximo do meio do gap
    9. Amostras Dopadas por I/I: Simulações
      • A dopagem por Implantação Iônica é a principal técnica de dopagem seletiva quando se trata de SiC, tanto para o amorfo como para o cristalino
      • Simulação – Poderosa ferramenta para o processo de I/I
      • - ajustar parâmetros – perfil de dopagem desejado
      • Objetivos - estudo do perfil de dopagem
      • - concentração constante ao longo da profundidade
      • As simulações foram realizadas para o Boro, Nitrogênio e Fósforo
      • Perfil de concentração obtido da simulação de implantações de nitrogênio em a-Si 0,5 C 0,5 :H estequiométrico para obter uma concentração constante de 10 20 impurezas/cm 3 até uma profundidade de ~300 nm.
      • Os parâmetros das implantações (doses e energias) foram otimizados para o a-SiC:H
      Simulações
    10. Simulações Fósforo Boro
    11. Etapas de processos - Implantação
    12. Dopagem por I/I de Boro
      • Implantação teste, devido instabilidades apresentadas em trabalhos anteriores
      • Durante a medida a condutividade decrescia com o aumento da temperatura
      • Repetir implantação com perfil otimizado para o a-SiC:H e observar comportamento
      Concentração Energia (keV) Dose (átomos/cm 2 ) Amostra B20 10 D 1 = 4,98 10 14 C= 1.10 20 átomos/cm 3 30 D 2 = 9,96 10 14   65 D 3 = 1,49 10 15
    13. Dopagem por I/I de Boro
      • Tratamento térmico realizado durante a medida
    14. Dopagem por I/I de Boro Tipo de Amostra Gap Óptico (eV ± 5%) Energia de Ativação (eV ± 5%) C3680 2,20 0,24 C3690H 2,40 0,15
    15. Tratamento térmico pós-implantação
      • Ativar impurezas implantadas e reestruturação da rede
      • Duas temperaturas: 350 e 550ºC, por 1 e 3 Horas
      • Amostras implantadas com Nitrogênio e Fósforo
      Concentração Energia (keV) Doses (átomos/cm 2 ) Amostra N21 C= 1.10 21 átomos/cm 3 10 D 1 - 3,06 10 15 30 D 2 - 5,28 10 15 63 D 3 - 8,98 10 15 100 D 4 - 1,27 10 16 Concentração Energia (keV) Doses (átomos/cm 2 ) Amostra P21 C= 1.10 21 átomos/cm 3 15 D 1 = 2,18 10 15 40 D 2 = 4,69 10 15 75 D 3 = 8,13 10 15 130 D 4 = 1,50 10 16
    16. Tratamento térmico pós-implantação
      • Valores de condutividade referentes a diferentes tempos de recozimento pós-implantação de nitrogênio, sendo (O) sem tratamento térmico, (  ) 350 ºC por 1 hora e (  ) 350 ºC por 3 horas.
    17. Tratamento térmico pós-implantação
      • Valores de condutividade referentes a diferentes temperaturas de recozimento pós-implantação de nitrogênio, sendo (O) sem tratamento térmico, (  ) 350 ºC por 1 hora e (  ) 550 ºC por 1 hora
    18. Tratamento térmico pós-implantação
      • Valores de condutividade referentes a diferentes temperaturas de recozimento pós-implantação de fósforo, sendo (O) sem tratamento térmico, (  ) 350 ºC por 1 hora e (  ) 550 ºC por 1 hora
    19. Dopagem por I/I de Nitrogênio Amostra Concentração Energias (keV) Doses (átomos/cm 2 ) N21 C = 10 21 átomos/cm 3 10 D 1 = 3,06 10 15     30 D 2 = 5,28 10 15     63 D 3 = 8,98 10 15     100 D 4 = 1,27 10 16 N20 C = 10 20 átomos/cm 3 10 D 1 = 3,06 10 14     30 D 2 = 5,28 10 14     63 D 3 = 8,98 10 14     100 D 4 = 1,27 10 15 N19 C = 10 19 átomos/cm 3 10 D 1 = 3,06 10 13     30 D 2 = 5,28 10 13     63 D 3 = 8,98 10 13     100 D 4 = 1,27 10 14 N18 C = 10 18 átomos/cm 3 10 D 1 = 3,06 10 12     30 D 2 = 5,28 10 12     63 D 3 = 8,98 10 12     100 D 4 = 1,27 10 13
    20. Dopagem por I/I de Nitrogênio
      • Cada amostra apresenta um patamar de  bem definido
      • Amostras do tipo C3690H apresentam melhores resultados
    21. Dopagem por I/I de Nitrogênio
      • Baixos valores de E A para elevadas concentrações de dopantes
      • Melhor resultado ~ 0,2 eV
    22. Dopagem por I/I de Nitrogênio
      • Baixos valores de condutividade
    23. Dopagem por I/I de Nitrogênio
      • Diminuição do gap com o aumento da concentração de dopantes
      • Mais acentuado para amostra tipo C3690H
    24. Dopagem por I/I de Fósforo Amostra Concentração Energias (keV) Doses (átomos/cm 2 ) P21 C = 10 21 átomos/cm 3 15 D 1 = 2,18 10 15     40 D 2 = 4,69 10 15     75 D 3 = 8,13 10 15     130 D 4 = 1,50 10 16 P20 C = 10 20 átomos/cm 3 15 D 1 = 2,18 10 14     40 D 2 = 4,69 10 14     75 D 3 = 8,13 10 14     130 D 4 = 1,50 10 15 P19 C = 10 19 átomos/cm 3 15 D 1 = 2,18 10 13     40 D 2 = 4,69 10 13     75 D 3 = 8,13 10 13     130 D 4 = 1,50 10 14 P18 C = 10 18 átomos/cm 3 15 D 1 = 2,18 10 12     40 D 2 = 4,69 10 12     75 D 3 = 8,13 10 12     130 D 4 = 1,50 10 13
    25. Dopagem por I/I de Fósforo
      • Cada amostra apresenta um patamar de  bem definido
      • Amostras do tipo C3690H apresentam melhores resultados
    26. Dopagem por I/I de Fósforo
      • Baixos valores de E A para elevadas concentrações de dopantes
      • Melhor resultado ~ 100 meV, comparável ao c-SiC
    27. Dopagem por I/I de Fósforo
      • Elevados valores de condutividade
      • Melhores resultados com altas concentrações (P21)
    28. Dopagem por I/I de Fósforo
      • Diminuição do gap com o aumento da concentração de dopantes
      • Mais acentuado para amostra tipo C3690H
    29. Dopagem por Difusão Térmica de Al
      • Processo muito conhecido na tecnologia do Silício
      • Não é aplicado em c-SiC - baixo coef. de difusão,
      • necessita de altas temperaturas ( > 1800ºC)
      • 550, 750 e 1000 ºC por 2 e 4 horas
    30. Dopagem por Difusão Térmica de Al
    31. Dopagem por Difusão Térmica de Al
      • Experimentos não foram bem sucedidos
      • Amostras de a-SiC:H crescidas sobre SiO 2 trincaram
      • Problemas com SiO 2 - sobre Si não trincaram
      Amostras Tipo C3680 – DIFUSÃO AL 550 ºC e 750 ºC por 2 Horas Amostra Tipo C3690H - DIFUSÃO AL 550 ºC e 750 ºC por 2 Horas 550 ºC – 2 Hs 550 ºC – 2 Hs 750 ºC 2 Hs 750 ºC 2Hs
    32. Dopagem por Difusão Térmica de Al
      • Medidas elétricas 2 amostras: 550 ºC por 2 horas
      Tipo de Amostra Gap Óptico (eV ± 5%) Energia de Ativação (eV ± 5%) C3680 2,20 0,37 C3690H 2,40 0,24
    33. Dopagem por Difusão Térmica de Al
      • Sem alumínio por 4 horas
      C3680 C3690H
    34. Dopagem por Difusão Térmica de Al
      • Com alumínio por 4 horas
      C3680 C3690H
    35. Conclusões
      • Viabilidade de dopar eficientemente filmes de a-SiC:H
      • I/I com boro não apresentaram instabilidades
      • Melhor temperatura de recozimento: 550 ºC
      • Melhores resultados em altas concentrações
      • Dopagem tipo N – melhores resultados em I/I com fósforo
      • Difusão com alumínio: resultados promissores
      • Amostras C3690H se comportaram melhores que C3680
      • Análise FTIR: C3680 comportamento diferente da C3690H: amorficidade e
      • incorporação de hidrogênio tem papel importante sobre as propriedades
    36. I/I com Boro
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