O Modelo mps.Br

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O Modelo mps.Br - Presentation Transcript

  1. O modelo mps.Br Alessandro Almeida
  2. Agenda
    • Objetivo
    • Motivação
    • Processo
    • O modelo mps.Br
    • Uma empresa que poderia ser a sua
  3. Objetivo
    • Apresentar o modelo mps.Br e como ele pode colaborar com a melhoria dos processos de software em nossas empresas.
    • Compartilhar experiência na definição de processos para empresas de software.
  4. Motivação
  5. Motivação
    • Sucesso em projetos
    Somente 29% dos projetos verificados foram bem sucedidos, ou seja, saíram conforme o planejado.
  6. Motivação
    • Sucesso em projetos (a evolução)
    Evolução de 13% em 10 anos!?!
  7. Motivação
    • Considerando as informações anteriores, podemos pensar:
    • Ahhhh... Mas estes dados são antigos (2004). Além disso, tratam de projetos do mundo inteiro.
    • Com certeza os projetos brasileiros são melhores!
      • Somente nós temos o “jeitinho brasileiro”!
  8. Motivação
    • A fonte dos slides a seguir é o Estudo de Benchmarking em Gerenciamento de Projetos Brasil 2007 (Anexo 1 – Perspectiva por Setor)
      • Disponível para download no endereço www.pmi.org.br
    • Realizado pelos capítulos brasileiros do PMI (Project Management Institute)
    • 184 empresas participaram (~60 da área de TI)
  9. Motivação
  10. Motivação
  11. Motivação
  12. Motivação
  13. Motivação Somente 30% das organizações da área de TI dizem não apresentar desvio relevante no orçamento.
  14. Motivação
    • Além disso, temos outros problemas...
      • Problemas de comunicação
      • Escopo não definido adequadamente (além de mudar sempre)
      • Recursos humanos insuficientes
      • Riscos não avaliados corretamente
      • Falta de uma metodologia de apoio
      • E outros que não cabem no slide, mas foram apontados na pesquisa
  15. Motivação
    • Agora, o que deve ser a principal motivação:
    • E na minha empresa, como é?
    • Enfrentamos problemas com prazo, custo, qualidade, satisfação do cliente, etc.?
  16. Motivação
    • Conclusão:
    • Temos um problema!
    • (Como resolver?)
  17. Pontos de Influência
  18. Pontos de influência Pessoas Processos Tecnologia
  19. Pontos de influência
    • Sobre as pessoas...
      • Nosso pessoal está motivado!
        • (Será?)
      • Investimos em capacitação.
        • (Será?)
      • A remuneração está adequada.
        • (Será?)
      • Etc.
        • (Será?)
  20. Pontos de influência
    • Sobre a tecnologia...
      • Investimos pesado!
        • (Será?)
      • Utilizamos o que há de melhor.
        • (Será?)
      • Etc.
        • (Será?)
  21. Pontos de influência
    • Sobre os processos...
      • ZZZZZZZZZZZzzzzzzzzzzzz
      • Ééééé... Não temos processo.
      • Mas... O que é processo?
  22. Processo
  23. Processo
    • O que é?
    • “Um conjunto de atividades inter-relacionadas ou interativas, que transforma insumos (entradas) em produtos (saídas) [ABNT, 2001].”
  24. Processo
  25. Processo
    • Para que serve?
      • CONHECER e institucionalizar o fluxo de trabalho;
      • Identificar oportunidades de melhoria;
      • Definir papéis e responsabilidades;
      • “Unir” pessoas e tecnologia;
      • Colocar a casa em ordem;
      • Potencializar os “heróis”;
      • Etc.
  26. Processo
    • E as empresas que não possuem processos definidos?
  27. Processo
    • E as empresas que não possuem processos definidos?
      • As coisas simplesmente acontecem;
      • O “sucesso” nos projetos acontece “por acaso”;
        • “ Por acaso, temos alguns heróis...”
        • “ Por acaso, o cliente era mais desorganizado...”
      • É normal estouro de prazo e custos (entre outros problemas);
      • Ambiente sem controle (caos);
      • Grande dependência dos heróis (mas não é qualquer herói...)
  28. Jack Bauer O herói das empresas sem processos
  29. Jack Bauer O herói das empresas sem processos
    • Está sempre sob pressão;
    • Nunca tira férias;
    • Anda sempre estressado;
    • Nunca tem tempo para os amigos;
    • Nunca se diverte;
    • Sempre tem que trabalhar 24 horas direto;
    • Até consegue terminar o projeto, mas...
  30. Processo
    • Legal, mas o que posso considerar ao definir um processo para desenvolvimento de software?
  31. MPS.BR [o programa]
  32. MPS.BR [o programa]
    • MPS.BR
      • Acrônimo de “Melhoria de Processo do Software Brasileiro”
    • Objetivo
      • “ Uma das metas do MPS.BR é definir e aprimorar um modelo de melhoria e avaliação de processo de software, visando preferencialmente as micro, pequenas e médias empresas , de forma a atender as suas necessidades de negócio e ser reconhecido nacional e internacionalmente como um modelo aplicável à indústria de software.”
  33. MPS.BR [o programa]
  34. MPS.BR [o programa]
    • Coordenação
      • SOFTEX [Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro]
    • Apoio
      • MCT [Ministério da Ciência e Tecnologia]
      • FINEP [Financiadora de Estudos e Projetos]
      • BID [Banco Interamericano de Desenvolvimento]
  35. MPS.BR [o programa]
    • Um pouco sobre a SOFTEX [www.softex.br]
      • Organização da Sociedade Civil de Interesse Público que visa aumentar a competitividade da indústria de software brasileira por meio de ações em três áreas-fim:
        • Capacitação e Inovação
        • Mercado
        • Qualidade e Competitividade
      • Coordena as ações de 22 Agentes SOFTEX, em 15 UF, com mais de 1.000 empresas associadas (cerca de 70% são micro e pequenas empresas)
  36. MPS.BR [o programa]
    • Estruturas de apoio
      • FCC [Fórum de Credenciamento e Controle]
        • Assegurar que as IIs e IAs sejam submetidas a um processo adequado de credenciamento e que suas atuações não se afastem dos limites éticos e de qualidade esperados;
        • Avaliar e atuar sobre o controle dos resultados obtidos pelo MPS.BR.
      • ETM [Equipe Técnica do Modelo]
        • Atua sobre os aspectos técnicos do MR-MPS e MA-MPS
  37. MPS.BR [o modelo]
  38. MPS.BR [o modelo]
  39. MPS.BR [o modelo]
    • MR-MPS [Modelo de Referência]
      • Contém os requisitos que os processos das unidades organizacionais devem atender para estar em conformidade com o MR-MPS;
      • Contém as definições dos níveis de maturidade, processos e atributos do processo.
  40. MPS.BR [o modelo]
    • MA-MPS [Modelo de Avaliação]
      • Contém o processo e o método de avaliação MA-MPS, os requisitos para os avaliadores líderes, avaliadores adjuntos e Instituições Avaliadoras (IA).
  41. MPS.BR [o modelo]
    • MN-MPS [Modelo de Negócio]
      • Descreve regras de negócio para:
        • Implementação e avaliação do MPS;
        • Organização de grupos de empresas para implementação e avaliação do MPS;
        • Certificação de consultores de aquisição e programas anuais de treinamento por meio de cursos, provas e workshops.
  42. MPS.BR [o modelo]
    • Está descrito por meio de documentos em formato de guias:
      • Guia Geral;
      • Guia de Aquisição;
      • Guia de Avaliação;
      • Guia de Implementação.
    • Todos disponíveis no site www.softex.br/mpsbr
  43. MPS.BR [o modelo]
    • Guia Geral
      • Contém a descrição geral do MPS.BR e detalha o Modelo de Referência (MR-MPS), seus componentes e as definições comuns necessárias para seu entendimento e aplicação
      • [base para esta apresentação]
  44. MPS.BR [o modelo]
    • Guia de Aquisição
      • Descreve um processo de aquisição de software e serviços correlatos. É descrito como forma de apoiar as instituições que queiram adquirir produtos de software e serviços correlatos apoiando-se no MR-MPS
  45. MPS.BR [o modelo]
    • Guia de Avaliação
      • Descreve o processo e o método de avaliação MA-MPS, os requisitos para avaliadores líderes, avaliadores adjuntos e Instituições Avaliadoras (IA)
  46. MPS.BR [o modelo]
    • Guia de Implementação
      • Composto de 7 partes, cada uma delas descrevendo como implementar um determinado nível do MR-MPS
  47. MPS.BR [o modelo]
    • Base Técnica para a definição do mps.Br
      • ISO/IEC 12207
        • Ciclo de Vida de processos de software
      • ISO/IEC 15504
        • Avaliações de processos de software
      • CMMI-DEV
        • Modelo de maturidade mantido pelo Software Engineering Institute
  48. MPS.BR [o modelo]
  49. Níveis de Maturidade
  50. Nível de Maturidade
    • Grau de melhoria de processo para um predeterminado conjunto de processos no qual todos os resultados esperados do processo e dos atributos dos processos são atendidos
    • O modelo mps.Br possui 7 níveis de maturidade
  51. Níveis de Maturidade do mps.Br
    • G [Parcialmente Gerenciado] ;
    • F [Gerenciado] ;
    • E [Parcialmente Definido] ;
    • D [Largamente Definido] ;
    • C [Definido] ;
    • B [Gerenciado Quantitativamente] ;
    • A [Em Otimização] .
  52. Processos do mps.Br
  53. Processos do mps.Br
    • As práticas do modelo mps.Br estão distribuídas em 19 áreas de processo
  54. Processos do mps.Br
    • Gerência de Projetos [GPR]
    • Gerência de Requisitos [GRE]
    • Aquisição [AQU]
    • Gerência de Configuração [GCO]
    • Garantia da Qualidade [GQA]
  55. Processos do mps.Br
    • Medição [MED]
    • Avaliação e Melhoria do Processo Organizacional [AMP]
    • Definição do Processo Organizacional [DFP]
    • Gerência de Recursos Humanos [GRH]
  56. Processos do mps.Br
    • Gerência de Reutilização [GRU]
    • Desenvolvimento de Requisitos [DRE]
    • Integração do Produto [ITP]
    • Projeto e Construção do Produto [PCP]
    • Validação [VAL]
  57. Processos do mps.Br
    • Verificação [VER]
    • Análise de Decisão e Resolução [ADR]
    • Desenvolvimento para Reutilização [DRU]
    • Gerência de Riscos [GRI]
    • Análise de Causas de Problemas e Resolução [ACP]
  58. Capacidade do Processo
  59. Capacidade do Processo
    • É representada por um conjunto de atributos de processo descrito em termos de resultados esperados
    • Expressa o grau de refinamento e institucionalização com que o processo é executado
    • Conforme evolui nos níveis de maturidade, um maior nível de capacidade para desempenhar o processo deve ser atingido pela organização.
  60. Capacidade do Processo
    • O atendimento aos atributos do processo (AP), pelo atendimento aos resultados esperados dos atributos do processo (RAP) é requerido para todos os processos no nível correspondente ao nível de maturidade
    • Os níveis são cumulativos
    • A capacidade do processo no MPS possui 9 atributos de processos (AP)
  61. Capacidade do Processo
  62. Atributos de Processos
  63. [AP 1.1] O processo é executado
    • Este atributo é uma medida do quanto o processo atinge o seu propósito
  64. [AP 2.1] O processo é gerenciado
    • Este atributo é uma medida do quanto a execução do processo é gerenciada
  65. [AP 2.2] Os produtos de trabalho do processo são gerenciados
    • Este atributo é uma medida do quanto os produtos de trabalho produzidos pelo processo são gerenciados apropriadamente
  66. [AP 3.1] O processo é definido
    • Este atributo é uma medida do quanto um processo padrão é mantido para apoiar a implementação do processo definido
  67. [AP 3.2] O processo está implementado
    • Este atributo é uma medida do quanto o processo padrão é efetivamente implementado como um processo definido para atingir seus resultados
  68. [AP 4.1] O processo é medido
    • Este atributo é uma medida do quanto os resultados de medição são usados para assegurar que o desempenho do processo apóia o alcance dos objetivos de desempenho relevantes como apoio aos objetivos de negócio definidos
  69. [AP 4.2] O processo é controlado
    • Este atributo é uma medida do quanto o processo é controlado estatisticamente para produzir um processo estável, capaz e previsível dentro de limites estabelecidos
  70. [AP 5.1] O processo é objeto de inovações
    • Este atributo é uma medida do quanto as mudanças no processo são identificadas a partir da análise de causas comuns de variação do desempenho e da investigação de enfoques inovadores para a definição e implementação do processo
  71. [AP 5.2] O processo é otimizado continuamente
    • Este atributo é uma medida do quanto as mudanças na definição, gerência e desempenho do processo têm impacto efetivo para o alcance dos objetivos relevantes de melhoria do processo
  72. Juntando tudo
  73. Juntando tudo
    • Falamos em “Níveis de Maturidade”, “Processos” e “Capacidade do Processo” (representada pelos APs).
    • Como essa coisa toda se integra?
  74. Juntando tudo
  75. Detalhando os processos
  76. Detalhando os processos
    • Os processos são descritos em termos de propósito e resultados
    • O propósito descreve o objetivo geral a ser atingido durante a execução do processo.
    • Os resultados esperados do processo estabelecem os resultados a serem obtidos com a efetiva implementação do processo. Estes resultados podem ser evidenciados por um artefato produzido ou uma mudança significativa de estado ao se executar o processo.
  77. Detalhando os processos
  78. Detalhando os processos
    • Propósito do processo
      • O objetivo geral da execução do processo. Convém que a implementação do processo forneça benefícios tangíveis aos envolvidos [ISO/IEC 12207:1995/Amd 1:2002]
    • Resultado esperado do processo
      • Um resultado observável do sucesso do alcance do propósito do processo [ISO/IEC 12207:1995/Amd 1:2002]
      • Exemplos: Um artefato produzido, uma mudança de estado, etc.
  79. Processos do nível G
  80. Gerência de Projetos [GPR]
    • Propósito
      • Estabelecer e manter planos que definem as atividades, recursos e responsabilidades do projeto, bem como prover informações sobre o andamento do projeto que permitam a realização de correções quando houver desvios significativos no desempenho do projeto
    • O propósito evolui à medida que a organização cresce em maturidade
    • 25 resultados esperados
      • Sendo que alguns são específicos para determinado nível de maturidade
  81. Gerência de Requisitos [GRE]
    • Propósito
      • Gerenciar os requisitos dos produtos e componentes do produto do projeto e identificar inconsistências entre os requisitos, os planos do projeto e os produtos de trabalho do projeto
    • 5 resultados esperados
  82. Processos do nível F
  83. Aquisição [AQU]
    • Propósito
      • Gerenciar a aquisição de produtos e/ou serviços que satisfaçam a necessidade expressa pelo adquirente
    • 9 resultados esperados
  84. Gerência de Configuração [GCO]
    • Propósito
      • Estabelecer e manter a integridade de todos os produtos de trabalho de um processo ou projeto e disponibilizá-los a todos os envolvidos
    • 7 resultados esperados
  85. Garantia da Qualidade [GQA]
    • Propósito
      • Assegurar que os produtos de trabalho e a execução dos processos estejam em conformidade com os planos e recursos predefinidos
    • 4 resultados esperados
  86. Medição [MED]
    • Propósito
      • Coletar, analisar e relatar os dados relativos aos produtos desenvolvidos e aos processos implementados na organização e em seus projetos, de forma a apoiar os objetivos organizacionais
    • 7 resultados esperados
  87. Processos do nível E
  88. Avaliação e Melhoria do Processo Organizacional [AMP]
    • Propósito
      • Determinar o quanto os processos padrão da organização contribuem para alcançar os objetivos de negócio da organização e para apoiar a organização a planejar, realizar e implantar melhorias contínuas nos processos com base no entendimento de seus pontos fortes e fracos
    • 10 resultados esperados
  89. Definição do Processo Organizacional [DFP]
    • Propósito
      • Estabelecer e manter um conjunto de ativos de processo organizacional e padrões do ambiente de trabalho usáveis e aplicáveis às necessidades de negócio da organização
    • 7 resultados esperados
  90. Gerência de Recursos Humanos [GRH]
    • Propósito
      • Prover a organização e os projetos com os recursos humanos necessários e manter suas competências consistentes com as necessidades do negócio
    • 10 resultados esperados
  91. Gerência de Reutilização [GRU]
    • Propósito
      • Gerenciar o ciclo de vida dos ativos reutilizáveis
    • 5 resultados esperados
  92. Gerência de Projetos [GPR]
    • A partir do nível E a gerência de projetos passa a ser realizada com base no processo definido para o projeto e nos planos integrados
  93. Processos do nível D
  94. Desenvolvimento de Requisitos [DRE]
    • Propósito
      • Estabelecer os requisitos dos componentes do produto, do produto e do cliente
    • 8 resultados esperados
  95. Integração do Produto [ITP]
    • Propósito
      • Compor os componentes do produto, produzindo um produto integrado consistente com o projeto, e demonstrar que os requisitos funcionais e não-funcionais são satisfeitos para o ambiente alvo ou equivalente
    • 9 resultados esperados
  96. Projeto e Construção do Produto [PCP]
    • Propósito
      • Projetar, desenvolver e implementar soluções para atender aos requisitos
    • 8 resultados esperados
  97. Validação [VAL]
    • Propósito
      • Confirmar que um produto ou componente do produto atenderá a seu uso pretendido quando colocado no ambiente para o qual foi desenvolvido
    • 7 resultados esperados
  98. Verificação [VER]
    • Propósito
      • Confirmar que cada serviço e/ou produto de trabalho do processo ou do projeto atende apropriadamente os requisitos especificados
    • 6 resultados esperados
  99. Processos do nível C
  100. Análise de Decisão e Resolução [ADR]
    • Propósito
      • Analisar possíveis decisões usando um processo formal, com critérios estabelecidos, para avaliação das alternativas identificadas
    • 7 resultados esperados
  101. Desenvolvimento para Reutilização [DRU]
    • Propósito
      • Identificar oportunidades de reutilização sistemática na organização e, se possível, estabelecer um programa de reutilização para desenvolver ativos a partir de engenharia de domínios de aplicação
    • 9 resultados esperados
  102. Gerência de Riscos [GRI]
    • Propósito
      • Identificar, analisar, tratar, monitorar e reduzir continuamente os riscos em nível organizacional e de projeto
    • 9 resultados esperados
  103. Gerência de Reutilização [GRU]
    • Evolução em um dos resultados (GRU 3) para adequar esse processo aos resultados do processo Desenvolvimento para Reutilização [DRU]
  104. Processos do nível B
  105. Gerência de Projetos [GPR]
    • No nível B a gerência de projetos passa a ter um enfoque quantitativo, refletindo a alta maturidade que se espera da organização
  106. Processos do nível A
  107. Análise de Causas de Problemas e Resolução [ACP]
    • Propósito
      • Identificar causas de defeitos e de outros problemas e tomar ações para prevenir suas ocorrências no futuro
    • 5 resultados esperados
  108. Juntando tudo
  109. Grandes vantagens do mps.Br
  110. Grandes vantagens do mps.Br
    • Modelo brasileiro
      • A questão do idioma influencia muito
    • 7 níveis de maturidade
      • Os resultados podem ser visualizados no “curto prazo”
    • Custo baixo
      • Comparado com o CMMI
    • Foca a realidade brasileira
      • Micros, pequenas e médias empresas
  111. Grandes vantagens do mps.Br
    • Participação da comunidade no desenvolvimento
      • Empresas, acadêmicos
    • Conformidade com padrões estabelecidos
      • CMMI
      • ISO 122007
      • ISO 15504
  112. Complicado? Depende do ângulo...
  113. Demonstração Uma empresa que poderia ser a sua...
  114. Cenário
    • Nome da empresa: UCT
    • Nº de funcionários: ~120
    • Tipo: Fábrica de software e projetos
    • Situação: Jack Bauer é gerente de projetos na UCT, ele anda um pouco estressado, pois nenhum dos projetos possui um cronograma confiável. Além disso, o cliente muda de idéia toda hora, solicitando alterações direto para os desenvolvedores. Sem contar outros problemas que não cabem aqui...
  115. O diagnóstico Alô... Bill? Tem um minuto?
  116. O diagnóstico Prossiga, Jack.
  117. O diagnóstico Fiz um levantamento em nossos projetos e percebi que 95% são concluídos fora do prazo e custo...
  118. O diagnóstico Além disso, 80% dos projetos teve desvio de pelo menos 70% do prazo e 55% do custo.
  119. O diagnóstico Por isso, acredito que devemos fazer algo. Posso coordenar este trabalho?
  120. O diagnóstico Vá em frente, Jack.
  121. O diagnóstico
    • Não temos uma forma de estimar o tamanho, esforço e nem o custo dos projetos;
    • O cliente não se compromete com o planejado, pois nada é planejado, simplesmente realizamos uma reunião entre desenvolvedor e cliente e “saímos fazendo”;
    • Os riscos não são levantados, consequentemente não temos gestão de riscos;
  122. O diagnóstico
    • O monitoramento é feito em conversas de corredor, o humor do cliente conta muito nas ações que serão tomadas;
    • Os desenvolvedores trocam muitas idéias entre si, mas as lições aprendidas não são registradas.
  123. Vamos ajudar o Jack?
  124. O que fazer?
  125. O que fazer? Alô... Chefe? Tem um minuto?
  126. O que fazer? Fala, aspirante!
  127. O que fazer? Precisamos da sua ajuda...
  128. O que fazer? Diagnosticamos sérios problemas na gestão dos projetos, mas não sabemos “O QUE” fazer...
  129. O que fazer? Então, aspira, por que vocês não dão uma olhada no modelo mps.Br?
  130. O que fazer? Lá vocês podem verificar pelo menos os processos do nível G, que focam o planejamento e o monitoramento dos projetos.
  131. O que fazer? Além disso, o nível G também comtempla a Gerência de Requisitos, problema que vocês também precisam resolver, né?
  132. O que fazer? É mesmo... Valeu! E não me chama de aspira!
  133. O que fazer? Ok! Boa sorte, aspira!
  134. Como fazer?
  135. Como fazer?
  136. Como fazer?
  137. O resultado Bill, nossa iniciativa foi um sucesso! O processo que definimos já está em uso e ajudando na redução dos desvios de custo e prazo.
  138. O resultado Inclusive percebi que nosso processo está aderente aos resultados esperados no nível G do modelo mps.Br.
  139. O resultado Obtendo sucesso em uma avaliação oficial poderíamos atender novos clientes.
  140. O resultado O que acha de realizarmos um diagnóstico de aderência e aproveitarmos a oportunidade de negócio?
  141. O resultado Jack, parabéns! Pode ir em frente com a sua idéia.
  142. Avaliando o trabalho
  143. Avaliando o trabalho
    • A avaliação só pode ser feita por uma IA (Instituição Avaliadora)
      • IA: Instituição autorizada, mediante convênio com a SOFTEX, como avaliadora seguindo o MA-MPS
    • O processo de avaliação está definido na Guia de Avaliação
      • Disponível no site da SOFTEX
  144. Mitos
  145. “ Esses processos acabam com os heróis!”
    • Errado!
    • Se o trabalho for feito da forma correta, a partir do nível G temos um novo herói...
  146. James Bond O herói potencializado
  147. James Bond O herói potencializado
    • Herói potencializado;
    • Consegue planejar seus projetos;
    • Tem os recursos definidos, de acordo com o projeto;
    • Tem tempo para estudar e utilizar novas tecnologias;
    • Tem tempo para os amigos;
    • Consegue se divertir e até namorar...
  148. Outros mitos
    • “ Esse negócio de melhoria de processo é só para ‘inglês ver’.”
    • “ mps.Br é sinônimo de burocracia.”
    • “ mps.Br bloqueia a criatividade.”
  149. Compartilhando experiências
  150. Compartilhando experiências
    • O diagnóstico deve ser muito bem feito
      • Foto da situação atual
    • Saiba onde você deseja chegar
      • Quais são as metas?
      • “ Por que estamos iniciando esta empreitada?”
    • A iniciativa deve estar alinhada com a estratégia da empresa
    • Alguém “forte” na organização deve ser o padrinho do projeto
    • Normalmente envolve mudança cultural
      • Traga o pessoal de RH para o projeto
  151. Compartilhando experiências
    • Conte com os “integradores”
    • TODOS devem participar (desde analistas até diretores)
      • Alguém deve gerenciar a iniciativa
    • Seja “subversivo”
      • Sempre questionem!
      • “ Por que fazer assim se podemos fazer diferente?”
    • Seja um “herege”
      • Cuidado com os “religiosos”!
      • “ Misture” práticas, metodologias, ferramentas e etc.
    • Comunique!
  152. Compartilhando experiências
    • O mps.Br deve ser um dos resultados da mudança
      • Cuidado com aqueles que só estão preocupados com o “diploma” na parede
    • Aproveite a oportunidade
      • Mude de “Meu cliente exige que eu tenha mps.BR.” para “O que posso oferecer de diferente utilizando o processo que criamos?”
  153. Aguardo sua visita!
    • www.AlessandroAlmeida.com
      • Bate-Papo de Buteco
      • Blog do Alessandro
      • Células de Estudo
      • Quality|Process
  154. Muito obrigado! [email_address]
  155. APÊNDICE
  156. Navegando pelo site da SOFTEX
  157. Adoção do mps.Br
  158. Adoção do mps.Br

+ Alessandro AlmeidaAlessandro Almeida, 10 months ago

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