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Gestão de Riscos (2012) - Aula 3

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  • 1. Alessandro Almeida | www.alessandroalmeida.com
  • 2. Definição do PMBoK, 4ª edição: Um evento ou condição incerta que, se ocorrer, provocará um efeito positivo ou negativo nos objetivos de um projeto
  • 3. Envolve incertezaFato! Os riscos sempre estarão lá, independente de você conhecê-los e gerenciá-los Gestão de riscos é um tema que sempre está na moda!O risco está sempre presente em nosso dia-a-dia... ...até mais do que imaginamos
  • 4. Fonte da foto: http://variedadesnovaral.blogspot.com/2009/12/biblioteconomia-e-reinvencao-da-roda.html
  • 5. Gestão de Riscos Corporativos
  • 6. Gestão de Riscos – Princípios e Diretrizes
  • 7. NBR ISO 31000 Gestão de Riscos – Princípios e DiretrizesPublicada em 2009Visa a harmonização das normas queenvolvem Gestão de RiscosConsidera que todas as organizaçõesgerenciam o risco de alguma forma Por isso, estabelece um número de princípios que precisam ser atendidos para tornar a Gestão de Riscos eficaz
  • 8. Aplicável a qualquer tipo de empresa Abordagem genéricaNão tem como objetivo a certificaçãoRecomenda o desenvolvimento de umframework que contemple todo o ciclo devida da Gestão de Riscos Propõe a inserção da cultura de Gestão de Riscos no DNA da empresa
  • 9. Princípios
  • 10. De acordo com a ISO 31000:2009
  • 11. Cria e protege valorParte integrante de todos os processosorganizacionaisParte da tomada de decisõesAborda explicitamente a incertezaÉ sistemática, estruturada e oportuna
  • 12. Baseia-se nas melhores informaçõesdisponíveisÉ feita sob medidaConsidera fatores humanos e culturaisÉ transparente e inclusivaÉ dinâmica, iterativa e capaz de reagir amudançasFacilita a melhoria contínua da organização
  • 13. De acordo com a ISO 31000:2009
  • 14. Mandato e Comprometimento Concepção da Estrutura para Gerenciar Riscos Melhoria ImplementaçãoContínua da da Gestão de Estrutura Riscos Monitoramento e Análise Crítica da Estrutura
  • 15. Patrocínio!Alinhamento entre objetivos de Gestão deRiscos com os objetivos e estratégias daempresaAssegura que os recursos necessários sejamalocados para a Gestão de Riscos
  • 16. Entendimento da organização e seu contextoEstabelecimento da política de Gestão deRiscosResponsabilizaçãoIntegração nos processos organizacionaisRecursosEstabelecimento de mecanismos decomunicação e reporte internos e externos
  • 17. Implementar Estrutura para gerenciar riscos Processo de Gestão de Riscos
  • 18. Análise crítica da eficácia do frameworkConsiderando o contexto interno e externo,realizar a avaliação periódica de desempenho Políticas Planos Processos Etc.
  • 19. Considerando dados levantados nomonitoramento e análise crítica,implementar melhorias no framework
  • 20. De acordo com a ISO 31000:2009
  • 21. Deve acontecer durante todas as fases doprocesso de Gestão de Riscos!Auxilia que os riscos sejam identificadoscorretamenteReúne diferentes áreas de especialização emconjunto para análise de riscosAprimora a gestão de mudanças durante oprocesso de Gestão de Riscos
  • 22. Detalhamento do contexto identificado naConcepção da Estrutura para Gerenciar Riscos(framework)Estabelecer os contextos externo e interno Recomendação de leitura: Leading Outside the Lines http://www.strategy-business.com/article/10204
  • 23. Definição das regras do jogo Critérios de risco Metodologias Papéis e Responsabilidades Metas Etc.
  • 24. Identificação de Riscos Quais são as fontes de risco? Considerar todos os riscos (mesmo aqueles que não são controlados pela empresa) Reações em cadeia (efeitos cumulativos e em cascata provocados pelos riscos)
  • 25. Fonte: http://riskreport.weforum.org/
  • 26. Análise de Riscos Desenvolver a compreensão dos riscos Apreciação das causa e as fontes de risco (análise de causa e efeito) Análise das consequências positivas e negativas (e a probabilidade de ocorrer) Classificação dos riscos Análise quantitativa e / ou qualitativa
  • 27. Avaliação de Riscos Considerando as informações levantadas, o que faremos? Quais riscos necessitam de tratamento? Qual será a prioridade na implementação do tratamento? Importante: A avaliação pode sugerir que o risco não seja tratado, somente monitorado.
  • 28. Seleção e implementação de uma ou maisopções para modificar os riscosProcesso cíclico: Avaliação do tratamento de riscos já realizado Decisões se os níveis de risco residual são toleráveis ▪ Não? Definir e implementar novo tratamento Avaliação da eficácia desse tratamento
  • 29. As opções podem incluir: Tomada ou aumento do risco (aproveitando uma oportunidade) Remoção da fonte de risco Alteração da probabilidade Alteração das consequências Compartilhamento do risco
  • 30. Seleção das opções de tratamento de riscos Envolve equilíbrio (custos e esforços X benefícios decorrentes) Qual é a ordem de prioridade em que os tratamentos devem ser implementados?Monitoramento!!!!! Um risco pode gerar outros riscos
  • 31. Planejamento! Quais os benefícios do tratamento escolhido? Ações Responsabilidades Cronograma Medição de desempenho Etc. Plano integrado com o processo e apresentado aos stakeholders
  • 32. Garantir que os controles sejam eficazes eeficientesObter informações adicionais para melhoraro processo de avaliação dos riscosLições aprendidas! Analisar os eventos, mudanças, tendências, sucessos e fracassosIdentificar riscos emergentesDetectar mudanças no contexto
  • 33. O que a ISO 31000:2009 proporciona?
  • 34. Princípios =Governança Corporativa dos Riscos
  • 35. Recomendação de leitura: Governança Corporativa dos Riscos do Banco do Brasil: http://bit.ly/fJ1Iek
  • 36. Atividade
  • 37. Em grupo, discutir e listar as práticascorporativas de Gestão de Riscos utilizadasem suas empresasProcurar associar as práticas identificadaspelo grupo com as práticas discutidas durantea aulaComo a ISO 31000 poderia ajudar?
  • 38. alessandro.almeida@uol.com.br

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