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Fundamentação teorica sobre leitura
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Fundamentação teorica sobre leitura

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Aspectos teóricos sobre leitura

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  • Estou com muita saudade. Mãe está usando sonda para se alimentar,ela tornou sofrer outro derrame.Beijos fique com Deus.
    Adalício manda lembranças.
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    Estou com saudades,tb com vc e minha netinha?
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  • Primeiro solicitar que definam que é leitura?
  • De uma maneira muito simplificada o quadro busca sintetizar essa complexidade de capacidades envolvidas no conceito de alfabestimo.
  • Fazer a leitura do texto da Universidade de Cambrigde
  • 1ª as milhões de células receptivas que compõem a retina identificam as palavras impressas. 2ª, captadas, são transmitidas em formas de impulsos elétricos ao cérebro para sua identificação.
  • Assim, a leitura só ocorre durante as paradas do globo ocular.
  • Acima e meio das palavras.
  • Entregar o artigo “VÍCIOS DE LEITURA”
  • Leitura do texto Rapadura para verificar o níveis de leitura

Transcript

  • 1. “ Os livros não são capazes de mudar o mundo, quem muda o mundo são as pessoas, os livros só mudam pessoas” Mário Quintana
  • 2. Diálogo sobre a leitura
    • Objetivos:
      • Discutir a importância de se trabalhar a leitura numa nova perspectiva.
      • Refletir sobre:
        • Os processos de leitura,
        • Tipos de leitores,
        • Os níveis de leitura e
        • Vícios de Leitura.
  • 3. Que é leitura?
    • A leitura é um processo metacognitivo
      • O leitor não é uma entidade passiva e receptiva.
    • Produto pessoal, individual, determinada pelas condições sociais, culturais, históricas, afetivas e ideológicas do leitor. (DELL’ISOLA, 1996, p. 73).
  • 4.
    • Delmanto (2009) ressalta que a escola deve ter a preocupação cada vez maior com a formação de leitores.
    • A escola está conseguindo realizar essa tarefa?
    • O problema do ensino de leitura na escola não se situa no nível do método, mas na própria conceituação do que é leitura , da forma em que é avaliada pelas equipes de professores , do papel que ocupa nos Projetos Curriculares da escola , segundo Solé (1996, p.33).
    • PRÁTICAS METODOLOGICAS. ppt
    • MÉTODOS PRATICADOS. ppt
  • 5.
    • A concepção que o professor tem sobre a leitura, fará com que projete determinadas experiências educativas com relação a ela.
    • Isabel Solé, 1998, pg.90
    • Que concepção temos sobre leitura?
    • Segundo Kleimam, muitos concebem a leitura como:
    • Decodificação;
  • 6.
    • Para ela, essa concepção dá lugar a leituras dispensáveis, uma vez que nada modificam a visão de mundo do aluno.
    • A leitura como avaliação.
      • Esse é um outro tipo de prática que inibe, ao invés de promover, a formação de leitores.
  • 7.
    • Delmanto (2009) considera que devemos ensinar, além da:
      • decodificação,
      • a compreensão,
      • apreciação do texto,
      • assim como a relação do leitor com o texto.
  • 8.
    • Desse modo, vemos que é preciso adotar métodos, criar situações que possibilitem aos alunos a capacidade de desenvolverem diferentes capacidades de leitura. Delmanto (2009)
    • Que temos no Referencial Curricular?
  • 9. Referencial Curricular
    • De acordo com o Referencial Curricular:
      • Eixo para prática de Leitura.
      • Competência
        • Ser capaz de compreender e interpretar textos que circulam na sociedade e perceber as diferentes dimensões da leitura: o dever de ler, a necessidade de ler e o prazer de ler.
  • 10. Habilidades
    • Identificar informações relevantes para a compreensão dos Gêneros textuais: fábula, crônica, notícia, poema e regras de jogos, reportagem, nota de enciclopédia, verbete de dicionário, cartão postal e biografia conto, carta, manual de instrução, e-mail e entrevista, H.Qs, charge, cartum, propaganda e memórias literárias.
    • Identificar o tema e idéia central.
    • Reconhecer o tema e idéia central dos textos.
    • Competência e Habilidades - Prática de leitura 6º ano.doc
  • 11. Capacidades de leitura
    • Decodificar
    • Compreender
    • Interpretar
    • Estabelecer relações
    • Situar o texto em seu contexto
    • Criticar, replicar
  • 12. Decodificação ou percepção
    • As pesquisas indicam quatro passos ou estágios no reconhecimento de palavras:
      • Contorno vagamente percebido;
      • Partes específicas ou dominantes; Universidad de Cambridge.doc
      • Imagem auditiva estimuladora ou imagem kínestésica e
      • Surgimento do significado.
  • 13. Revendo os mecanismos de leitura
    • Ao ler empregamos duas fases:
    • 1ª a parte mecânica ou visual (uso dos olhos),
    • 2ª intelectual.
  • 14. Movimentos oculares
    • Segundo Emile Javal, os olhos se movimentam no percurso linear, não de forma continua e uniforme, mas fazemos pausa e pulos irregulares enquanto lemos.
      • Parada ocular
        • Tempo gasto durante a fixação
          • Leitura silenciosa entre dois a três décimos de segundo, leitura oral entre quatro e cinco décimos de segundo.
  • 15.
    • Ponto de Fixação
      • Lugar onde a vista se detém para ler.
    • Salto do olho
      • Movimento feito entre um ponto e outro ponto de fixação.
    • A leitura somente ocorre durante as paradas do globo ocular.
  • 16.
    • Em que parte da palavra impressa deve se fixar os olhos?
    • Laclair, pesquisador francês, descobriu em 1843, que as letras de origem fenícia são identificáveis apenas sua parte superior.
    Pergunta desenvolvimento *
  • 17. Hora de exercitar
    • Exercício 1
      • Aceleração do salto ocular
      • Tempo: Ritmo crescente
    * * * *
  • 18.
    • Exercício 2
      • Aceleração do salto ocular
      • Salto ocular horizontal
      • Tempo: Ritmo crescente
    * texto diário cabelo grande deve entregar * * Cantam bonito *
  • 19. Tipos de leitores
    • Mecânico
      • Move os lábios, língua ou cordas vocais enquanto lê (vocaliza é um leitor ineficiente)
    • Auditivo
      • Pronuncia na imaginação as palavras (subvocaliza também, é um leitor ineficiente)
    • Dinâmico
      • Vê os símbolos gráficos e evoca no cérebro a ideia correspondente.
  • 20.
    • O leitor eficiente estabelece o circuito:
    • O leitor silábico estabelece o circuito:
    • Leitura em escolas. wmv
    Livro olhos mente Livro olhos Aparelho fonador Aparelho auditivo mente
  • 21. NIVEIS DE ALFABETISMO 1- RUDIMENTAR Capacidade de localizar informações explicitas 2- BÁSICO Capacidade de localizar informações em textos curtos e médios Capacidade de ler textos longos realizando inferências e síntese 3- PLENO
  • 22. Hora de pesquisar
    • Na escola verificar
      • Habito de leitura dos alunos das turmas.
      • Tempo destinado para ler.
      • Tipos de leitor presentes em sala de aula.
    • Como?
      • Ficha de levantamento de habito e tempo.
      • Análise das práticas de leitura de alunos.doc
      • Agenda Semanal. ppt
      • Aula de leitura.
  • 23. Vícios de leitura
    • Comportamentos que o leitor possui que são prejudiciais ao rendimento na hora da leitura, como:
      • Movimentar a cabeça,
      • Regressar no texto, durante a leitura,
      • Ler palavra por palavra,
      • Vocalização,
      • Subvocalização e
      • Usar apoios.
  • 24. Níveis de Leitura
    • Leitura Elementar
      • Compreensão básica de vocabulário e frases
    • Leitura por Inspeção
      • Leitura rápida
    • Leitura Analítica
      • Leitura completa
    • Leitura Comparativa
      • Leitura de várias obras relacionadas
  • 25.
    • Leitura elementar
      • Diz respeito ao período de alfabetização.
    • Leitura por Inspeção
      • Dois tipos:
      • Folheamento sistemático,
      • Leitura superficial.
    • Praticando a leitura. ppt
  • 26. Folheamento Sistemático
    • Problema: Você desconfia que um livro pode ser bom e conter insights mas tem pouco tempo
    • Objetivos:
      • Descobrir se um livro merece leitura mais profunda
      • Mesmo que já saiba que merece, o folheamento ajuda a perceber a estrutura do livro
  • 27. Folheamento Sistemático
    • 1. Ler a página de título e o prefácio
      • Examinar os sub-títulos ou outras indicações do escopo ou objetivos do livro
      • Descubrir a visão especial que o autor traz ao assunto
    • 2. Estudar o índice analítico (Table of Contents)
      • Obtenha uma idéia da estrutura do livro
      • É como ler um mapa antes de viajar
  • 28. Folheamento Sistemático
    • 3. Verificar o índice remissivo (no fim)
      • Ver os itens que mais aparecem e leia alguns dos trechos citados
    • 4. Ler a propaganda
      • A maioria dos autores não resiste à tentação de sumariar o livro na contra capa
  • 29. Folheamento Sistemático
    • 5. Examinar os capítulos principais para o desenvolvimento do argumento
      • Prestar mais atenção ao início e fim dos capítulos: eles freqüentemente contêm sumários da argumentação
  • 30. Folheamento Sistemático
    • 6. Folhear o livro página a página, lendo um parágrafo aqui acolá, as vezes algumas páginas, nunca mais do que isso.
      • Procurar o “tchan” da argumentação
      • Escutar o “pulso” do livro
      • Prestar atenção a qualquer coisa em destaque: o escritor quer ajudá-lo!
      • Ler as últimas páginas do livro
  • 31. Folheamento Sistemático
    • Não passar mais do que 1 hora fazendo isso, as vezes muito menos
    • É suficiente para saber se o livro merece mais atenção
    • Essa leitura é muito ativa
      • O aluno é um detetive procurando pistas
      • Não dá para dormir!
  • 32. Leitura Superficial
    • Quantas vezes você desistiu de ler um livro porque era muito difícil?
    • Como fazer?
    • Ao ler um livro difícil pela primeira vez, leia até o fim sem parar para pensar sobre coisas que você não entende de primeira
    • Se você se deixar estancar, está perdido!
  • 33. Leitura Superficial
    • Por que isso funciona?
      • O aluno tem muito mais chances de entender na segunda leitura do que tentando entender tudo desde o início
      • As chances de desistir e ter lido nada no final das contas é muito menor
        • Pelo menos, o aluno vai ter lido tudo uma vez!
  • 34. Leitura Superficial
    • A leitura superficial é a essência da leitura por inspeção:
      • Corra na primeira leitura de um livro difícil!
      • O aluno estará pronto para ler bem na 2 a vez!
  • 35. A Essência da Leitura Ativa
    • Para ler ativamente:
    • MOTIVAR O ALUNO A FAZER PERGUNTAS ENQUANTO LÊ.
    • PERGUNTAS QUE ELE MESMO DEVE TENTAR RESPONDER!
  • 36. Leitura Analítica - Regra 1
    • O aluno deve saber que tipo de livro ele está lendo e deve sabê-lo antes de começar a ler
      • Livro prático, teórico, científico, história, sociologia, filosofia, etc.
      • Não é tão óbvio às vezes
        • Guerra e Paz é um livro de história? De sociologia? De ficção?
      • O motivo é que a abordagem da leitura depende do tipo de livro
  • 37. Leitura Analítica - Regra 2
    • Citar a unidade do livro inteiro em uma frase ou, no máximo, um parágrafo curto
      • O aluno deve descobrir o esqueleto do livro, sua estrutura
      • Se o aluno precisa de palavras demais, ele não viu a unidade, mas uma multiplicidade.
  • 38. Leitura Analítica - Regra 3
    • Citar as partes principais do livro e mostrar como essas são organizadas e têm dependência entre si para formar a unidade total do livro
      • Nem sempre essa divisão segue os capítulos do livro. Seria assim se o escritor fosse perfeito mas o mundo é cruel ... :-)
  • 39. Leitura Analítica - Regra 4
    • Definir o problema ou problemas que o autor quis resolver
      • O livro deve conter respostas a essas perguntas, portanto conhecer as perguntas é importante
    • As regras 1 a 4 servem para responder a primeira pergunta fundamental do leitor ativo: “O livro é sobre o quê?”
  • 40. A Leitura Comparativa
    • Após a leitura por Inspeção, o aluno escolheu as obras que interessam na comparação
    • 1. Localizar os trechos relevantes
    • 2. Construir um vocabulário comum
    • 3. Definir as perguntas adequadamente
    • 4. Identificar os respostas diferentes
    • 5. Análisar a discussão (o porquê das respostas e as ligações entre elas)
  • 41. Mundo Texto Documento Percepção Consciência do documento intencionalidade Constatação Cotejo Transformação Atribuição de significado Experiência dos horizontes do texto Existência do ser leitor Posicio- namento do ser no Mundo como leitor Abertura da consciência Compreensão Leitura Possibilidade de modificações do documento ou criação de novas derivações
  • 42.
    • Não basta decodificar, é preciso:
    No ato de ler inferir compreender interpretar criticar dialogar com o texto contrapor com o texto relacionar com o contexto produzir ler
  • 43. OFSTED (2004) Reading for Purpose and Pleasure. An evaluation of the teaching of reading in second schools
    • “ 8. Para aumentar os níveis de sucesso em leitura e melhorar as atitudes dos alunos, as escolas devem:
      • elevar as expectativas dos professores sobre os níveis que os alunos podem atingir em leitura;
      • explorar todo o leque de oportunidades de leitura ao longo do currículo;
      • melhorar o nível de conhecimentos dos professores sobre este assunto, nomeadamente ao nível da consciência fonológica e da decifração;
  • 44. OFSTED (2004) Reading for Purpose and Pleasure. An evaluation of the teaching of reading in second schools
    • Ensinar aos alunos desde muito cedo um vasto conjunto de estratégias, além das de decifração, para apoiar a descodificação e a interpretação;
    • Identificar desde muito cedo os alunos com dificuldades de leitura, intervir e monitorizar o impacto do apoio prestado, avaliando os seus progressos
    • Envolver activamente os pais no apoio à leitura dos seus filhos.”
  • 45.
    • Plano Nacional de Leitura -- Mª Emília Brederode . mpg
    • A leitura não é uma prática isolada, e para que ela ocorra de forma satisfatória, faz-se necessário que o leitor defina, no momento da leitura, os seus objetivos, e assim, possa chegar ao sentido do texto.
    • Toda leitura que fazemos é orientada pelos objetivos e finalidades que temos ao realizar a leitura, e estes objetivos determinam a escolha de procedimentos que tornarão o processo de leitura mais eficaz.
  • 46. Sugestões
    • Aula de leitura com objetivo de desenvolver e ampliar o gosto pela leitura:
      • A arte de contar histórias.
      • A história contada.
      • A história cantada.
      • A história lida.
      • Roda de leitura em sala ou biblioteca.
      • Hora do conto, do poeta.
  • 47.
    • Desenvolver uma aula de leitura com objetivo de se trabalhar a compreensão e interpretação.
      • Objetivo da aula.
      • Momento de ativação dos conhecimentos prévios.
      • Realização do leitura.
      • Temática e contexto social.
      • Questões de interpretação.
  • 48. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
    • DELMANTO, Dileta. A leitura em sala de aula. Construir Notícias , Recife, ano 08, n. 45, p. 24-26, mar./abril. 2009.
    • SOLÉ, L. Estratégias de Leitura . Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
    • MILHER, Euler. Curso dinâmico de leitura. Mp- net.
    • SILVA, Ezequiel T. da. O ato de ler: fundamentos pscicológicos para uma nova pedagogia da leitura.10. ed. São Paulo: Cortez, 2005.
  • 49. Praticando
  • 50. Objetivo de leitura
    • Diagnosticar o nível de leitura da turma
    • Desenvolver a oralidade
    • Explorar o tema transversal – ética / valores
    • Compreender e interpretar o texto
    • Analisar os recursos lingüísticos do texto
  • 51. Sequência Didática
    • Ativação dos conhecimentos prévios acerca da temática.
    • Realização da leitura (silenciosa, oral individual, oral coletiva, oral compartilhada).
    • Realização da leitura explorando as marcas lingüísticas do gênero: (ritmo, rima, musicalidade, entonação).
    • Retomada dos conhecimentos prévios com abordagem da temática dentro do texto.
    • Discussão com base em questões norteadoras abordando a temática do texto relacionando-a ao contexto social.
    • Realização de atividades explorando os recursos lingüísticos do texto ( identificar os marcadores de tempo, lugar, ações etc.)