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PROF.  ALCIDES
  ECONOMIA. RELAÇÕES INTERNACIONAIS <ul><li>PRIVATIZAÇÃO </li></ul><ul><li>A &quot;receita&quot; neoliberal ganhou força a...
A Bíblia neoliberal  <ul><li>1)  Disciplina fiscal  </li></ul><ul><li>2)  Priorização de gastos públicos (metas prioritári...
RELAÇÕES INTERNACIONAIS <ul><li>BLOCOS ECONÔMICOS </li></ul><ul><li>Bloco Europeu  </li></ul><ul><li>Bloco Americano  </li...
União Européia <ul><li>Principais objetivos: </li></ul><ul><li>circulação sem entraves de produtos;  </li></ul><ul><li>cir...
Questão Industrial na União Européia  <ul><li>ALEMANHA - desenvolveu-se, sobretudo na indústria siderúrgica e indústria qu...
O   Tratado de Maastricht  <ul><li>A primeira medida é chamar a Comunidade Européia (MCE) pelo seu novo nome: &quot;União ...
Outros blocos <ul><li>NAFTA  </li></ul><ul><li>MERCOSUL </li></ul><ul><li>ALCA  </li></ul><ul><li>APEC  - Cooperação Econô...
GLOBALIZAÇÃO E SUAS MEDIAÇÕES <ul><li>Eventos mais importantes neste contexto pós Guerra Fria:  </li></ul><ul><li>Reunião ...
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o Brasil possui cerca de um terço da biodiversidade mundial <ul><li>a  floresta amazônica; </li></ul><ul><li>a mata atlânt...
ECOLOGIA  <ul><li>O Protocolo de Kyoto  </li></ul><ul><li>O efeito estufa  </li></ul><ul><li>Do que trata o protocolo de K...
O Brasil e o protocolo  <ul><li>Em maio de 1997, o Brasil fez uma proposta de elementos para a elaboração do Protocolo, qu...
programas de desenvolvimento sustentável   <ul><li>Entre os Programas Relacionados com o Desenvolvimento Sustentável promo...
Meio ambiente e Investimento no Mercado de Capitais  <ul><li>Investimentos e práticas éticas, sociais e ambientais  </li><...
<ul><li>Fundação O Boticário de Proteção à Natureza  </li></ul><ul><li>Atuação: Conservação da Natureza, Educação e Motiva...
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  1. 1. PROF. ALCIDES
  2. 2.   ECONOMIA. RELAÇÕES INTERNACIONAIS <ul><li>PRIVATIZAÇÃO </li></ul><ul><li>A &quot;receita&quot; neoliberal ganhou força após novembro de 1989, em Washington, capital dos EUA. ( Congresso de Washington) </li></ul>
  3. 3. A Bíblia neoliberal <ul><li>1) Disciplina fiscal </li></ul><ul><li>2) Priorização de gastos públicos (metas prioritárias) </li></ul><ul><li>3) Reforma tributária </li></ul><ul><li>4) Liberalização financeira </li></ul><ul><li>5) Regime cambial (flutuante) </li></ul><ul><li>6) Liberalização comercial </li></ul><ul><li>7) Investimento direto estrangeiro </li></ul><ul><li>8) Privatização </li></ul><ul><li>9) Desregulação (inclusive legislação trabalhista) </li></ul><ul><li>10) Garantia à propriedade intelectual (Lei de Patentes) </li></ul>
  4. 4. RELAÇÕES INTERNACIONAIS <ul><li>BLOCOS ECONÔMICOS </li></ul><ul><li>Bloco Europeu </li></ul><ul><li>Bloco Americano </li></ul><ul><li>Bloco Oriental ou Bacia do Pacifico </li></ul>
  5. 5. União Européia <ul><li>Principais objetivos: </li></ul><ul><li>circulação sem entraves de produtos; </li></ul><ul><li>circulação sem entraves de pessoas; </li></ul><ul><li>circulação sem entraves de serviços; </li></ul><ul><li>circulação sem entraves de capitais. </li></ul>
  6. 6. Questão Industrial na União Européia <ul><li>ALEMANHA - desenvolveu-se, sobretudo na indústria siderúrgica e indústria química, com vastas parcerias entre Estado, empresários, sindicatos de trabalhadores, bancos e governos locais. </li></ul><ul><li>FRANÇA - desenvolveu-se em três áreas: aeronáutica informática e indústria nuclear. Houve forte participação do Estado e há uma política de subsídios muito grande. </li></ul><ul><li>GRÃ-BRETANHA - não modernizou seu parque industrial, sucateando grande parte da sua história participação no pioneirismo industrial. Adotou o liberalismo e promoveu a desnacionalização industrial com a atração de transnacionais para seu território. </li></ul>
  7. 7. O Tratado de Maastricht <ul><li>A primeira medida é chamar a Comunidade Européia (MCE) pelo seu novo nome: &quot;União Européia&quot;. </li></ul><ul><li>UEM - União Econômica e Monetária, com a criação de uma moeda única, que entra em circulação em papel moeda em 10 de janeiro de 2002. </li></ul><ul><li>Criação do Sistema Monetário Europeu, visando impedir a desvalorização das moedas e a criação do ECU (European Currency Unity) , sendo um valor referencial entre as moedas européias. Em 10 de janeiro de 1999, o euro (como valor de conversão) é oficialmente adotado por onze das quinze nações que formam a UE. </li></ul><ul><li>Criação do Conselho Europeu de Defesa, criando um Corpo de Exército Europeu, por pressão dos EUA, essa rede de defesa estará subordinada à OTAN. </li></ul><ul><li>Aprofundar estudos para uma política externa comum. </li></ul>
  8. 8. Outros blocos <ul><li>NAFTA </li></ul><ul><li>MERCOSUL </li></ul><ul><li>ALCA </li></ul><ul><li>APEC - Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico. </li></ul><ul><li>ASEAN - Associação das Nações do Sudeste Asiático. </li></ul><ul><li>CEI - Comunidade dos Estados Independente. </li></ul><ul><li>CARlCOM - Mercado Comum e Comunidade do Caribe. </li></ul>
  9. 9. GLOBALIZAÇÃO E SUAS MEDIAÇÕES <ul><li>Eventos mais importantes neste contexto pós Guerra Fria: </li></ul><ul><li>Reunião do G-8 - Alemanha, cidade de Colônia - junho de 1999 </li></ul><ul><li>Reunião da Organização Mundial do Comércio -Estados Unidos, cidade de Seattle - novembro de 1999 . </li></ul><ul><li>Fórum Econômico Mundial Suíça, cidade de Davos, janeiro de 2000 </li></ul><ul><li>Fórum Social Mundial (Anti Davos) Brasil cidade de Porto Alegre - janeiro de 2000 </li></ul>
  10. 10. ATENTADO AO WTC <ul><li>11 de setembro de 2001 </li></ul><ul><li>A Questão Palestina </li></ul><ul><li>Principais Pontos do Plano de Paz para o Oriente Médio </li></ul><ul><li>Guerra EUA - IRAQUE </li></ul>
  11. 11. ENERGIA x TECNOLOGIA <ul><li>AS MUDANÇAS GLOBAIS </li></ul><ul><li>ENERGIA </li></ul><ul><li>Após a Revolução Industrial, novas matrizes energética se tornaram mais freqüentes: carvão mineral, gás natural, petróleo, minérios radioativos e a água. </li></ul>
  12. 12. A energia e o risco de racionamento <ul><li>Energia nuclear </li></ul><ul><li>Petróleo </li></ul><ul><li>Gás natural </li></ul><ul><li>Álcool </li></ul><ul><li>Hidrelétricas </li></ul>
  13. 13. DESENVOLVIMENTO SUSTENTADO/SUSTENTÁVEL x ECOLOGIA. <ul><li>RESPONSABILIDADE SÓCIO-AMBIENTAL </li></ul><ul><li>São quatro os principais argumentos pela necessidade da conservação da biodiversidade: </li></ul><ul><li>1) A diversidade biológica contribui diretamente para a vida humana por meio da imensa quantidade de produtos alimentares, farmacêuticos e de uso industrial, derivados da fauna e da vegetação, que a humanidade já utiliza, e também garante o uso potencial de outros, hoje ainda desconhecidos. </li></ul><ul><li>2) A diversidade biológica participa da manutenção dos grandes ciclos ambientais da Terra, como o ciclo da água, dos climas, dos nutrientes e outros. </li></ul><ul><li>3) Conservando-se a diversidade biológica, estarão sendo conservados os valores estéticos paisagísticos, que atraem as pessoas por sua beleza e seu &quot;poder de fascinação&quot;, sentimento de admiração pela complexidade e variedade das inúmeras interligações das diferentes formas de vida. </li></ul><ul><li>4) E ainda justifica-se a necessidade da conservação da biodiversidade pelo valor intrínseco de cada espécie, isto é, seu valor por ela mesma e seu próprio direito de existir. </li></ul>
  14. 14. o Brasil possui cerca de um terço da biodiversidade mundial <ul><li>a floresta amazônica; </li></ul><ul><li>a mata atlântica; </li></ul><ul><li>os cerrados; </li></ul><ul><li>áreas úmidas e ambientes marinhos. </li></ul>
  15. 15. ECOLOGIA <ul><li>O Protocolo de Kyoto </li></ul><ul><li>O efeito estufa </li></ul><ul><li>Do que trata o protocolo de Kyoto: </li></ul><ul><ul><ul><li>Compromete os países industrializados a reduzir suas emissões em 5,2%, em relação aos níveis de 1990, para o período de 2008 - 2012. </li></ul></ul></ul>
  16. 16. O Brasil e o protocolo <ul><li>Em maio de 1997, o Brasil fez uma proposta de elementos para a elaboração do Protocolo, que pode ser dividida em duas partes: </li></ul><ul><ul><li>Estabelecer um critério objetivo que medisse a responsabilidade de cada país em causar o Efeito Estufa. </li></ul></ul><ul><ul><li>Criação de um fundo de desenvolvimento limpo que receberia recursos provenientes de multas aplicadas aos países que não cumprissem com suas metas estabelecidas no Protocolo. </li></ul></ul>
  17. 17. programas de desenvolvimento sustentável <ul><li>Entre os Programas Relacionados com o Desenvolvimento Sustentável promovidos pelo governo brasileiro, com importância particular para a implementação da Convenção do Clima, destacam-se: </li></ul><ul><ul><li>Programa Nacional de Álcool (Proálcool); </li></ul></ul><ul><ul><li>Programas de Conservação de Energia; </li></ul></ul><ul><ul><li>Programas de Expansão da Co-Geração e da Geração Elétrica por Biomassa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Hidrelétricas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Fontes de Energia Renováveis; </li></ul></ul><ul><ul><li>Programa de Transporte Coletivo movido a Hidrogênio (Projeto GEF); </li></ul></ul><ul><ul><li>Programa de Reciclagem; </li></ul></ul><ul><ul><li>PRODEEM - Programa de Desenvolvimento Energético de Estados e municípios; </li></ul></ul><ul><ul><li>Indústria Siderúrgica a Carvão Vegetal </li></ul></ul>
  18. 18. Meio ambiente e Investimento no Mercado de Capitais <ul><li>Investimentos e práticas éticas, sociais e ambientais </li></ul><ul><li>Empresas privadas e seus projetos </li></ul><ul><li>Fundação Bradesco </li></ul><ul><li>Atuação: Educação, possui 39 escolas no Brasil inteiro. Início: 1956 </li></ul><ul><li>Orçamento anual: R$ 129 milhões (2003) </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Fundação Banco do Brasil </li></ul><ul><li>Atuação: Educação, Saúde, Cultura, Assistência Social, Ciência e Tecnologia Início: 1988 </li></ul><ul><li>Orçamento anual: R$ 85 milhões </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Schering do Brasil </li></ul><ul><li>Atuação: Saúde Sexual e Reprodutiva Início: 1992 </li></ul><ul><li>Orçamento anual: R$ 2,6 milhões </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  19. 19. <ul><li>Fundação O Boticário de Proteção à Natureza </li></ul><ul><li>Atuação: Conservação da Natureza, Educação e Motivação Ambiental, mantendo programas e áreas naturais protegidas. Início: 1990 </li></ul><ul><li>Orçamento anual: R$ 2 milhões </li></ul><ul><li>Fundação C&A de Desenvolvimento Social </li></ul><ul><li>Atuação: Projetos nas áreas de Educação e Voluntariado Início: 1991 </li></ul><ul><li>Orçamento: R$ 6,5 milhões </li></ul><ul><li>Fundação Telefônica </li></ul><ul><li>Atuação: Inclusão Digital Início: 1999 </li></ul><ul><li>Orçamento anual: R$ 6 milhões </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Instituto de Oportunidades Social - Microsiga Software </li></ul><ul><li>Atuação: Inclusão Digital Início: 1998 </li></ul><ul><li>Orçamento anual: R$ 2,1 milhões. </li></ul>
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