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2º artigo de abordagem primária
 

2º artigo de abordagem primária

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    2º artigo de abordagem primária 2º artigo de abordagem primária Document Transcript

    • A assistência de enfermagem ao paciente politraumatizadoALEX DE OLIVEIRA VASCONCELOS(1)DANIEL RAMOS OLCERENKO(2)(Orientadores)INTRODUÇÃO:O Atendimento Pré-Hospitalar (APH) é uma modalidade de assistênciaespecializada, fora do âmbito hospitalar, cuja finalidade de atendimento visa àmanutenção da vida e/ou minimização das seqüelas. No Brasil, os recursos deespecialização em enfermagem ou APH ainda são recentes, o enfermeiro vemse qualificando nessa área por meio de recursos de especialização ememergência ou APH, atendendo as diretrizes do Ministério da Educação e doConselho Federal de Enfermagem.Triagem é a classificação das vítimas em categorias, não apenas relativas àgravidade, mas sim às situações em que mais se beneficiarão do socorroprestado. A triagem do paciente politraumatizado diminui o fluxo interno depacientes em unidade de emergência reduzindo o tempo de duração deste naunidade.Quanto à avaliação do nível de consciência, em pacientes atendidos no serviçode emergência, também pode ajudar a reduzir o tempo de permanência. Paraesta avaliação é utilizado a Escala de Coma de Glasgow (GCS) nos pacientescríticos com traumatismo. A palavra trauma apresenta se como um substantivosinônimo de traumatismo, ou conjunto das perturbações causadas por umferimento seja ele de qualquer natureza.O enfermeiro do pronto socorro deve estar presente no recebimento dopaciente na sala de emergência, fazendo a admissão do mesmo, asprescrições, evoluções de enfermagem e planos de alta dos pacientesinternados desenvolvendo sistemas de triagem como parte integrante dosserviços de emergência, possibilitando assim, a melhora na qualidade daassistência e a diminuição dos riscos decorrentes da espera para oatendimento na unidade.OBJETIVO:Verificar a assistência de enfermagem ao paciente com politraumatismo, emtodos os níveis da atuação sobre o mesmo; sejam pré-hospitalares ouhospitalares. A fim de esclarecer e orientar a assistente de enfermagem, deforma didática e ordenada.METODOLOGIA:A presente pesquisa é uma referencia bibliográfica realizada por meio deliteratura exploratória das pesquisas publicadas, de 1991 a 2005, relativa aotrauma, APH, Assistência de enfermagem, Emergência e a triagem dospacientes politraumatizados onde foram utilizadas como fontes bibliográficas aBase de Dados da Enfermagem (BDENF), Literatura Latino-Americana e doCaribe em Ciências da Saúde (LILACS), Scientific Eletronic LibraryOnline(SciELO).RESUMO:Analisando a realidade atual, a multiplicação da violência e da quantidade deveículos automotores e a explosão demográfica, vêm aumentandoprogressivamente as patologias traumáticas nas unidades de urgência eemergência, admitem que "o trauma atingiu o primeiro lugar como etiologia napopulação de 0 a 39 anos". Porém, somente o conhecimento sobre essesnúmeros não é suficiente, pois o enfermeiro que atende o politraumatizado nasunidades de urgência e emergência, deve saber associar as lesões ortopédicascom as possíveis complicações sistêmicas. A presença de trauma de grandeenergia pode levar ao acometimento grave do sistema musculoesquelético
    • atingindo outros órgãos e tecidos adjacentes, colocando em risco a vida dopaciente em alguns casos.Em alguns casos, as lesões podem comprometer outros sistemas, gerandoriscos de vida ou sequelas incapacitantes a vítima, como por exemplo, nafratura de coluna onde a instabilidade ocasionada pela falta de imobilizaçãoadequada pode levar a uma lesão de medula espinhal e, consequentemente, asequela neurológica gravíssima e irreversível como a tetraplegia ou aparaplegia. Outro comprometimento específico pode ocorrer nas fraturas eluxações de membros superiores e inferiores, no qual o estado neurovascularpróximas a essas lesões devem sempre ser avaliados pelo enfermeiro, umavez que o desvio anatômico dos ossos pode levar às lesões de artérias e denervos periféricos. Em relação a técnicas de imobilização o enfermeiro deve terconhecimento desses equipamentos a fim auxiliar o médico na sua instalação eorientar o paciente sobre os cuidados de manutenção e esclarecimento depossíveis complicações com o seu uso.O enfermeiro como coordenador do atendimento ao politraumatizado eresponsável pelo funcionamento adequado das unidades de urgência eemergência, deve ser dotado de extenso conhecimento dos aspectos queenvolvem os cuidados do paciente com o trauma. Para o sucesso doatendimento ao politraumatizado nas unidades de urgência, é absolutamentenecessário que o enfermeiro desta unidade esteja ciente de todos os aspectosque envolvem a assistência, inclusive os de origem jurídica, pois uma fraturagrave tratada de modo negligente e imprudente pelos profissionais de saúdepode levar a complicações posteriores à vítima e, como consequência, a umpossível processo penal.O enfermeiro tem como responsabilidade e o dever de exercer a profissão comjustiça, compromisso, equidade, resolutividade, dignidade, competência,responsabilidade, honestidade e lealdade. São características que devemservir como parâmetros para o enfermeiro, garantindo assim, a melhorassistência prestada.O SERVIÇO DE APHA equipe de profissionais envolvida no atendimento do serviço de APH podeser constituída pelo auxiliar ou técnico de Enfermagem em um atendimentoprimário (unidade móvel de Suporte Básico a Vida) ou pelo Enfermeiro eMédico no atendimento secundário (unidade móvel de Suporte Avançado aVida).O chamado é atendido por um técnico na central de regulação que identifica aemergência e imediatamente transfere o telefonema para o médico regulador.Esse profissional faz o diagnóstico da situação e indica o atendimento nomesmo instante, orientando o paciente ou a pessoa que fez o contato, sobre asprimeiras ações e designa uma ambulância de suporte básico de vida, comuxiliar de enfermagem e socorrista para o atendimento no local ou então, deacordo com a gravidade do caso envia uma UTI móvel com médico eenfermeiro.O tempo médio de atendimento para a ambulância se deslocar é de um a doisminutos após receber a comunicação do acidente com vítima, de cinco a oitominutos para chegar ao local, de dois a oito minutos para o atendente prestaros primeiros socorros e de 6 a 13 minutos para que a vítima seja atendida emum pronto socorro.ATENDIMENTO HOSPITALARA restrição do tempo, em virtude da gravidez das lesões, às vezes impede autilização de recursos propedêuticos sofisticados e as indicações dosprocedimentos terapêuticos baseiam-se no exame clinico inicial. Apesar dacomplexidade do quadro, o politraumatizado deve ser encarado como portador
    • de uma entidade única e, portanto, atendido, examinado e tratado deformaglobal.Em todos os pacientes traumatizados, as prioridades de avaliação e condutaestabelecidas baseiam-se nos sinais e lesões que impedem a função vital.Para facilitar a compreensão, pode-se dividir o atendimento hospitalar emavaliação e tratamento inicial, avaliação secundária e tratamento definitivo.Essa classificação tem caráter didático, entretanto, com frequência as trêsfases são executadas simultaneamente, dependendo da gravidade do estadodo paciente e da equipe que presta o atendimento.A assistência de Enfermagem na sala de emergência o enfermeiro da sala deemergência deve ouvir o relatório da equipe da ambulância e informar aomedico as condições de entrada do paciente estado geral e a pontuaçãoatingida na GCS, para reavaliar o paciente, puncionar o pacienta caso omesmo não tenha um acesso prévio parar a administração das medicaçõesque serão prescritas e direcionar o paciente para os serviços de apoio adiagnostico logoapós a avaliação neurológica, prescrever individualmente cadapaciente informado os cuidados que devem ser tomados com cada lesão assimmantendo, monitorizarão e avaliando o paciente constantemente.A triagem é feita pelo Enfermeiro na sala de emergência através do examefísico e fazendo a Sistematização de Assistência de Enfermagem onde omesmo aplica a GCS o mesmo identifica e informa ao Medico os resultados daGCS com essa triagem o Enfermeiro faz com que o paciente politraumatizadoseja examinado com maior rapidez pelo medico. Pois os tipos de traumaatendidos na sala de emergência são de diversas naturezas no atendimento deemergência pode dar entrada tanto traumas fechados como abertos, emgrande parte o APH traz pacientes vitimas de acidentes de transito e por seremtraumas causados por pancada portando o paciente geralmente apresenta umtrauma fechado e um trauma aberto.ATENDIMENTO INICIALO atendimento nos primeiros 20 minutos deve-se ter muita atenção com oprimeiro curativo, utilizando-se de preferência material estéril ou limpo. Esseprocesso pode diminuir em ate 15% o risco de contaminação. Um breve examefísico e obtenção de dados vitais são de grande importância para avaliaçãoinicial e identificação do risco de vida no local do evento. O atendimento inicialé especificado através das condições em que se encontra o paciente e anuladose os riscos a segurança da equipe que presta o socorro e os riscos imediatode vida ao paciente são identificadas e tratadas ao mesmo tempo.AVALIAÇÃO DA CENA, SITUAÇÃO E SEGURANÇA (APH)Avaliação da cena é o estudo rápido dos diferentes fatores relacionados àocorrência e indispensáveis para a tomada de decisão. Riscos e proteçãoindividual: existe riscos aos quais estamos expostos ao socorrer uma pessoafora do ambiente hospitalar. Um bom socorrista deve conhecer tais riscos, osprincipais itens de proteção individual e os passos para a avaliação correta esegura da cena onde ocorre determinada situação de emergência.É fundamental evitar contato direto com substâncias que possam transmitirdoenças infecciosas como sangue, urina, fezes, vômito, saliva, muco, esgoto,água, roupas ou superfícies contaminadas etc.Para tanto, o socorrista deve utilizar itens de proteção individual: luvas, óculos,máscaras, roupas adequadas, máscara para RCP (barreiras faciais), entreoutros.Para que o socorro siga de forma segura, antes mesmo de se examinar avítima, o local deve ser cuidadosa e sistematicamente avaliado. Por isso éfundamental fazer a "avaliação da cena".
    • A avaliação deve ser constante e não apenas no primeiro momento, pois osfatores podem alterar-se com facilidade e rapidez.CONTROLE, COMANDO E COMUNICAÇÃOÉ importante frisar e definir que o sistema de atendimento pré-hospitalar é umserviço médico. Assim, sua coordenação, regulação e supervisão direta e adistância deve ser efetuada unicamente por médico. Na urgência-emergênciadeverá haver uma ação integrada com outros profissionais, não-médicos,habilitados para prestar atendimento de urgência-emergência em nívelpréhospitalar, sob supervisão e coordenação médica.Transporte uma Central de Regulação, de fácil acesso ao público, onde omédico-coordenador, quando pertinente, despachará o atendimento àemergência para a unidade que esteja mais próxima, colhendo aindainformações adicionais que poderão exigir a presença do médico no local.A chamada "Regulação Médica" das Emergências, é o elemento ordenador eorientador da atenção pré-hospitalar, faz o enlace com o nível hospitalar eabarca duas dimensões de competência: a decisão técnica em torno aospedidos de socorro e a decisão gestora dos meios disponíveis definindo oveiculo destinado a este chamado assim define-se ambulância como umveículo (terrestre, aéreo ou hidroviário) que se destine exclusivamente aotransporte de enfermos.START E AS CORES DE IDENTIFICAÇÃO:No processo de triagem para iniciar o socorro no local do desastre, um dosmétodos mais utilizados é o START-Simple Triage And Rapid Treatment queidentifica as vítimas por fitas coloridas ou etiquetas (tarjetas) coloridas oucartões de triagem.Vitimas classificada com a Cor vermelha: socorro imediato, primeira prioridadeou prioridade imediata são vítimas que requerem atenção imediata no local outem prioridade no transporte.Vitimas classificada com a Cor amarela: segunda prioridade ou prioridadesecundária - socorro deve ser rápido, mas deve aguardar vítimas com maiorprioridade. São vítimas sem indicativo de que virão a morrer nos próximosminutos se não forem socorridas estão orientadas, deambulando, conseguindocumprir ordens simples.Vitimas classificada com a Cor verde: terceira prioridade ou prioridade tardia -vítimas deambulando, com lesões menores e que não requerem atendimentoimediato. Não devem ser consideradas isentas de lesão. Apenas não sãoprioritárias naquele momento.Vitimas classificada com a Cor preta: prioridade zero ou última prioridade -vítimas consideradas em morte óbvia ou em situações de grande dificuldadepara reanimação.ABORDAGEM PRIMARIA EXAME FISICOA Abordagem Primária tem como objetivo identificar e tratar lesões que possamlevar uma pessoa a morte, ou seja, ameaçam a vida de forma imediata.Está dividida em A, B, C, D e E, ou seja, A de abertura de vias aéreas comcontrole cervical, B de verificação de Respiração, C de controle de GrandesHemorragias com verificação de Pulso, D de Avaliação do Nível deConsciência e E de Exposição da vítima com Controle Térmico.A. O primeiro objetivo na obordagem primária é estabelecer uma via aéreaestável e desobstruída. Ao abordar as vias aéreas, o enfermeiro deverá utilizaras manobras de levantamento da mandíbula (Jaw Trust), retirada de corposestranhos (Heilimch), e suplementação de oxigênio via ambu com máscara,para fornecer um conduto de oxigênio para a correção da hipoxemia alveolar.
    • Nesse momento, uma atenção à coluna cervical deve ser dada, como autilização de colar cervical e a ausência de movimentos excessivos com opescoço, para não comprometer ou levar a vítima a uma lesão medular.B. que é o da respiração devem-se checar as ventilações da vitima através datécnica VER, OUVIR e SENTIR, devendo o enfermeiro, se necessário, preparartodos os materiais - cânulas, fio guia, laringoscópio e outros para que sejapromovido a entubação endotraqueal pelo médico emergencialista nospolitraumatizados não responsivos.C. verificar batimentos cardíacos da vítima, a fim de perceber se a mesmaencontra-se em parada cardíaca associada à parada respiratória. Para tantoverificar pulso central, ou seja, na artéria carótida, localizada entre o músculoesternocleidomastóideo e a traqueia.D. tem como objetivo identificar o estado neurológico da vítima é realizado logoapós o controle hemodinâmico. Nesse momento, o exame neurológico deveser preciso e enfocar o estado de alerta da vítima, as repostas a estimulaçõesverbais, as respostas a estimulações dolorosas e o estado de consciência.Dessa forma, a escala de coma de Glasgow deverá ser utilizada peloenfermeiro para direcioná-lo a uma informação mais precisa e universal doestado neurológico do politraumatizado.E. devemos expor a vítima apenas em locais de suspeita de fraturas e lesõesimportantes, e, além disso, cobri-la com manta térmica para manter o seuaquecimento.ABORDAGEM SECUNDARIAO enfermeiro emergencialista começa o exame secundário e suas intervençõesquando tenham sido garantidas a via aérea, a respiração e a circulação, eenvolve uma avaliação da cabeça aos pés, combinada com os diagnósticosdefinitivos e tratamento das lesões.Esta avaliação compreende a realização de um exame físico geral, iniciandopela observação detalhada da cabeça e identificação de lesões cortantes ouperfurantes, hematomas e crepitações. Os olhos devem ser avaliados quanto àabertura, diâmetro e reatividade pupilar, hemorragias, edema e hematoma. Nopescoço o alinhamento da traqueia a simetria dos músculos e as jugularesdevem se avaliados.No tórax se observa a expansibilidade torácica, palpar a clavícula para verificara presença de deformidades. No abdome palpar cuidadosamente cadaquadrante analisando a sensibilidade e rigidez da pele. Na pelve palpar asasas ilíacas e teste cuidadosamente a mobilidade da pelve. Palpar o monte dopubes. No períneo observar a presença de hemorragias pela uretra, vagina ouânus. Palpar em busca de hematomas ou deformidades. Nas extremidadesInspecionar cada um dos membros superiores e inferiores, observando a cor ea integridade da pele, o alinhamento, a simetria e a presença de deformidadesou aumento de volume. Palpar cada uma das extremidades em busca decrepitação ou instabilidade; avaliar tônus muscular.No Dorso Mobilizar cuidadosamente a vítima pela técnica de rolamento a 90o,se sua situação assim o permitir. Inspecionar o dorso, observando a cor e aintegridade da pele e a presença de deformidades ou aumento de volume.Palpar a coluna nas suas porções torácica, lombar e sacral, em busca dedeformidades ou crepitação.
    • CONCLUSÃO:Vimos por meio deste trabalho, que o paciente politraumatizado sempreencontra uma equipe de profissionais de saúde com o intuito de prestar oatendimento para o restabelecimento de suas funções vitais a fim de afastar osriscos que colocam em questão a sua vida. A enfermagem é parte integrante efundamental dessa equipe e o enfermeiro é o principal gestor de cuidadosimediatos e qualitativos à vítima politraumatizada. Ele tem a função primordialde organizar e coordenar toda assistência de enfermagem ao paciente quenecessita do serviço de urgência e emergência.É fundamental que o enfermeiro tenha uma bagagem científica rica emanatomia, fisiologia e terminologia básica do sistema locomotor, além depossuir informações relacionadas às principais patologias ortopédicas e suasassociações de lesões com os outros sistemas, para que a equipe deenfermagem colabore com o sucesso do prognóstico do paciente, direcionadasa uma recuperação mais rápida e com o mínimo de sofrimento.REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:1.Ministério da Saúde (BR). Regulamento técnico dos Sistemas estaduais deurgência e emergência. Portaria n° 2048/GM de 5 de novembro de2002.Brasília: Ministério da Saúde; 2002.2. Prado C. Ensino-aprendizagem da Escala de Coma de Glasgow: análise deduas técnicas em enfermeiros do serviço de emergência [dissertação]. SãoPaulo: Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo; 2001.3. Pavelqueires S. Manobras avançadas de suporte ao trauma - MAST. 3ª ed.Ribeirão Preto: Legis Summa Ltda; 1997.________________________________________________________________¹Aluno do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade de Enfermagemda Universidade de Santo Amaro. São Paulo, SP.² Enfermeiro. Professor Adjunto da Faculdade de Enfermagem da Universidadede Santo Amaro. São Paulo, SP.