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Realidade Saúde Pública de Sarandi/Pr

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  • Senhor Ilustríssimo Prefeito de Sarandi, Paraná, queremos recapeamento e tapagem dos buracos na Rua Duque de Caxias na altura dos números 1112 a 1118, pois os mesmos estão destruindo os nossos veículos e causando mau cheiro.Esperamos sermos atendidos.
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  • 1. GESTÃO MUNICIPAL DO SUS EM SARANDI 15ª RS / DEZEMBRO 2012.
  • 2. 15ª Regional de Saúde Diretor: Kazumichi Koga Divisão de Atenção e Gestão em Saúde: Lucia T. Shimazaki - Seção de Ações Estrat. e Rede de Atenção: Norico M. Misuta - Seção de Atenção Primária: Rosângela R. Forestiero - Seção de Insumos Estratégicos: Marcil Pires Machado - Seção de Reg. Contr. Avaliação e Auditoria: Joslei M. Marin Divisão de Vigilância em Saúde: Valdemi da Silva Lima - Seção de Vigilância Epidemiológica: Marcela C.P.Pelloso - Seção de Vig. Sanit. Amb. e Saúde do Trabalhador: Dirceu Vedovello Filho Unidade de Farmácia Especial: Jovelina G. B. Morante Unidade de Regulação de Leitos: Adelson G. dos Santos Unidade de Suporte Avançado de Vida: Marcos Bellato Comissão de Procura de Órgãos e Tecidos- Gislaine Fusco Duarte Divisão de Administração Regional- Fabrícia Pagani Seção de Gestão do Trab. E Ed. em Saúde- Lucilia Xavier dos Santos Seção de Orçamento e Finanças- Hélio Ap. Ferrareze Seção de Materiais,Patrimônio e Serv. Gerais- õão Carlos Menin.
  • 3. SARANDI População: 84 573 hab (IBGE 2012) Prefeito:Carlos Alberto de Paula Secretário Municipal de Saúde: Jair Carneiro Presidente do Conselho Municipal de Saúde: Alan Márcio Vieira Silva
  • 4. Sarandi- Rede Assistencial Pontos de Atenção Unidade Básica de Saúde – 7 ( Alvamar, Bela Vista, Independência, Universal, Vale Azul, Verão e NIS III ) Clínica Materno Infantil- 1 Centro Odontológico - 1 Centro de Atenção Psicossocial- CAPS -1 Serviço de apoio diagnóstico e terapia – 7 UPA- 1 Hospital Geral – 1Dados: CNES – dezembro 2012.
  • 5. MORTALIDADE INFANTIL EM SARANDI, 15ªRS E PARANÁ - 2005 A 2012 20 18 16 14 12 Sarandi 10 15. RS 8 PR 6ONRVP01 4 2 0 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012
  • 6. Fragilidade na Atenção Primária Valorização excessiva da atenção secundária e terciária. UBS - estrutura física inadequada e insuficiente Condições de trabalho inadequada- escassez de apoio ao diagnóstico, falta de materiais e equipamentos básicos. Atendimento a demanda espontânea- atenção as condições agudas, sem território definido, sem vinculação à UBS/equipe. Assistência centrada no médico- falta de profissionais de saúde Alta demanda na U/E, na rede secundária e terciária . Inexistência de política de Educação Permanente em Saúde.
  • 7. Fragilidade na Gestão Não conta com equipe gestora central para coordenar, monitorar e avaliar as ações; Falta agilidade na captação de recursos ( academia da saúde, construção de UBS); Não há aplicação dos recursos financeiros conforme finalidade proposta ( Custeio da Atenção Primária, CAPS, Especificidade Regional); SARGSUS aprovado porém com 45 ressalvas. O PMS e PAS não são norteadores das ações de saúde.
  • 8. COBERTURA DAESF/ACS TETO MÁXIMO 209 ACS e 35 ESF CREDENCIADO PELO MS 64 ACS e 4 ESF 8,24% DE COBERTURA ATUANDO 12 DE ACS E ACS e 1 ESF 4,12% DE ESF
  • 9. Compromisso de expansão ESF NA ADESÃO AO APSUS – MÍNIMO DE 70%2012 – 2 ESF 9 ESF = 42,5%2013 – 6 ESF2014 – 6 ESF2015 – 4 ESF NA IMPLANTAÇÃO DA UPA – MÍNIMO DE 50%
  • 10. POSSIBILIDADES Expansão no número de ACSs conforme já é credenciado pelo MS (64). Adesão ao PMAQ em 2013 das Equipes implantadas. Implantação de equipes de Núcleo de Apoio à Saúde da Família Credenciamento de Equipes Transitórias de Saúde da Família (até no máximo de 07) conforme Pt 2488/2011. – 2 médicos X 20 hs = 1ESF recebe 85% do incentivo. – 1 medico X 20 hs = 1 ESF recebe 60% do incentivo. – 2 médicos X 30hs = 1 ESF recebe 100% do incentivo
  • 11. INCENTIVOS FINANCEIROS/PAB VARIÁVEL- MS ESF - CUSTEIO  PMAQ - Programa paraEquipe Saúde da Família – R$ Melhoria do Acesso e 7.130,00 Qualidade da Atenção BásicaACS – R$ 871,00 Avaliação da EquipeESBucal 1 – R$ 2.230,00 – ÓTIMA - + R$ 8.500,00ESBucal 2 – R$ 2.980,00. – Boa - + R$ 6.600,00 (60%) – Regular - + 1.700,00 (20%) NASF- – EQUIPES COM SAÙDEImplantação- Parc única.= custeio BUCALCusteio – ÓTIMA - + R$ 2.500,00>= 200h/prof.- 20.000,00 – Boa - + R$ 1.500,00>= 120h/prof. – 8.000,00 – Regular - + R$ 500,00
  • 12. PROGRAMA DE REQUALIFICAÇÃO DAS UBS - REFORMA 1ª PROJ.UBS VALOR PARCELA APROV. – Dez 2011Jd Verão 55.877,01 NãoJd Indep. 47.831,05 Não 88.936,11Jd Universal 82.900,87 NãoNISS III 258.071,63 NãoTotal 444.680,56
  • 13. PROGRAMA DEREQUALIFICAÇÃO DAS UBS -AMPLIAÇÃO 1ª PROJ.UBS VALOR PARCELA APROV. – Jun 2012Bela Vista 70.050,00 NãoVale Azul 78.750,00 48.660,00 NãoAlvamar 94.050,00 NãoTotal 242.850,00
  • 14. Incentivo da SESA- APSUS Custeio – Jul a dez de 2012 - R$ 90.000,00 Compromisso – Expandir a ESF no mínimo 70% = 14 equipes Construção UBS – R$500.000,00
  • 15. Fragilidades na Saúde Mental Atenção Básica Falta de diretriz municipal em Saúde Mental Profissionais psicólogos fazem atendimento clínico na UBS (4) desarticulados com os da especificidade regional (2) e com a equipe de CAPS(2). Baixa cobertura da população com ESF. Não há serviço para atendimento a demanda infanto- juvenil e aos casos de usuário de AD.
  • 16. Fragilidades na Saúde Mental Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Estrutura física precária e inadequada- infiltrações, rachaduras, cozinha interditada pela ViSA, número de salas reduzida e sem condição de sigilo, espaço insuficiente para realização de oficinas e grupos. Material de artesanato insuficiente . Alimentação oferecida aos usuários repetitiva. Recursos financeiros específico do CAPS, provenientes do MS não aplicados no serviço.
  • 17. Possibilidades Instituir uma Coordenação de Saúde Mental – definir a diretriz na SM, integrar as ações APS, Psicólogos do Projeto de Especificidades Regionais, ESF e CAPS II. Viabilizar mudanças na estrutura física do CAPS II - mudança, construção ou reforma do espaço atual. Garantir a aplicação dos recursos do CAPS II repassados pelo MS ( R$ 33.086,25/mês) para a compra de material de artesanato e de alimentação para os usuários. Implantar CAPS AD e CAPS i, considerando a alta demanda para usuários de álcool e outras drogas, bem como na faixa etária infanto-juvenil . Elaborar Plano de Aplicação em SM dos recursos financeiros recebidos do MS do Projeto de Especificidades Regionais ( R$ 186.964,13): referente ao repasse dos anos de 2008, 2009, 2010 e 2011, quando não havia profissional contratado
  • 18. Fragilidades no Sistema de Vigilância Alimentar eNutricional - SISVAN e Programa Bolsa Família SISVANMeta: 6.079 crianças < de 5 anosResultado = 30,2% - 1.836 crianças acompanhadas Bolsa FamíliaMeta da 1ª vigência 2012 (janeiro a junho): 2544 famíliasResultado: 31,6% - 804 famílias acompanhadasMeta da 2ª vigência 2012 (julho até 31 dezembro)- : 2.967 famíliasResultado : 21,3%.
  • 19. POSSIBILIDADES – PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA e SISVAN Melhorar a cobertura de ESF ou EACS; Disponibilizar equipamentos de informática e internet com bom desempenho; Atuar de forma intersetorial ( Secretaria da Assistência Social, Educação e demais) nas ações do acompanhamento as famílias PBF e na segurança alimentar e nutricional; Participar na Comissão Municipal do PBF para planejar, avaliar e propor ações em conjunto;
  • 20. Fragilidades doConselho Municipal deSaúde Inexistência de sala própria do CMS - a sala deve ter condições para realização de reuniões e capacitação dos Conselheiros Equipamento de informática disponibilizado pelo MS não instalado: Secretária do CMS desempenha outra atividade
  • 21. Assistência Farmacêutica Fragilidades: O município possui apenas duas farmacêuticas. As atendentes de farmácia ( 4 ) são auxiliares de serviços gerais, que não possuem treinamento para realizar a dispensação de medicamentos. A média de atendimento é de 500 atendimentos/dia. Possibilidade Contratação de mais farmacêuticos e auxiliares de farmácia Potencialidade Processo de instalação do HÓRUS ( sistema de gerenciamento de controle de estoque e dispensação) na farmácia central e posteriormente nas demais unidades.
  • 22. Impacto das fragilidades Sistema de saúde ineficiente e de alto custo. Alta taxa de morbidade e mortalidade. Alta taxa de mortalidade materna e infantil. Insatisfação dos profissionais e população.
  • 23. Levantamento situacional daVigilância Em Saúde de Sarandi Seção de Vigilância Sanitária, Ambiental e de Saúde do Trabalhador - SCVSAT: Dirceu Vedovello Filho
  • 24. Vigilância Sanitária PROBLEMATIZAÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE MUNICIPAIS. UPA: Iniciou atividades sem realização de inspeção sanitária. Numero suficiente de funcionários ? Falta de protocolos sistematizados de atendimento.UBS: Projetos sofreram uma primeira analise, entretanto nãohouve retorno das adequações. Ausência de inspeções sanitárias e devidas adequaçõesfísicas, de pessoal, materiais e equipamentos.IMPACTO Qualidade no atendimento
  • 25. Vigilância Sanitária.CENTRAL DE ESTERILIZAÇÃO: Interditada, não tendo outra área adequada para tal fim; VISA Estadual desconhece onde esta sendo realizado este processo, o acordado foi realizar temporariamente no Hospital Metropolitano..LAVANDERIA: Instalada no prédio do antigo PA (desativada?)IMPACTO: Não garantia da qualidade da esterilização de todos os produtos que passam por este processo e qualidades das desinfecções das roupas de todo município.
  • 26. Saúde do Trabalhador. Ausência de treinamento de funcionários em áreas de atuação..Ausência de implementação Programa de Prevenção de Risco Ambientais PPRA.Ausência de implementação Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.Ausência de implementação da NR 32 -Biossegurança
  • 27. Vigilância Ambiental.SISTEMA MUNICIPAL DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA Não realiza os parâmetros de acordo com a legislação .físico-químico e microbiológico( quantitativo) .Metal pesado e agrotóxico(não realizam)IMPACTO: Implicando na garantia da qualidade da água, uma vez que não são realizados os testes necessários para tal finalidade. Ausência de funcionário especifico para desempenhar tarefa de monitoramento da água.
  • 28. Levantamento situacional da Vigilância Epidemiológica de Sarandi Equipe da SCVGE/15ªRS-SESA Marcela Castilho Peres scvge15rs@sesa.pr.gov.br
  • 29. V.E.M. de Sarandi, 2012. Ausência de responsabilidade técnica/administrativa na VEM pela exoneração de cargos da administração pública (sem chefia e sem estagiária); Fragilidade do serviço pela equipe muito reduzida para o porte municipal (1 enfermeira de 30 hs e 1 administrativo), que diante de licença saúde/outros, a população fica sem este atendimento (investigação epidem. e intervenção); A não permanência da estagiaria técnica em enfermagem com atribuições no P.C.T.B. compromete a realização do T.D.O. em domicilio e as ações pactuadas na Delegacia – prejuízo aos usuários
  • 30. V.E.M. de Sarandi, 2012. Comprometimento do suporte de investigação epidemiológica dos agravos de transmissão vertical pela redução dos exames da rotina APN (sorologias gestantes); Recurso humano insuficiente para gerenciar os sistemas de informação dentro dos prazos de oportunidade pactuados; Persistência dos sepultamentos no cemitério municipal sem o devido registro civil do óbito;
  • 31. 15ª Regional de Saúde Fragilidade da gestão financeira do PAM DST/Hiv/Aids, concedido desde 2007 e reformulado em 2011, cujas ações programadas não foram executadas na íntegra, por rotatividade da coordenação e pelo atraso na disponibilização dos recursos transferidos (orçado/não executado/fora do programado);
  • 32. V.E.M. de Sarandi, 2012. A despeito do envolvimento da equipe, a ausência de chefia na VEM para implantar a Vigilância Sentinela da Síndrome Respiratória Aguda (UPA) e Síndrome Respiratória Aguda Grave (Hospital Metropolitano), inviabiliza a gerencia e execução do projeto contemplado pelo MS - recursos na ordem de R$ 50 mil para implantar e R$ 40 mil quadrimestral já depositado em conta corrente-bloco do TFVS;
  • 33. PROPOSTAS PARA GESTAO DA V.E.M.1. FIXAR RESPONSAVEL TECNICO GERAL PELA V.E.M. , FORTALECENDO –A PELA CONTRATACAO DE EQUIPE, CONFERINDO IDENTIDADE PARA VIGILANCIA COMO REFERENCIA PARA A GESTAO, A.P.S., LABORATORIO, UPA, HOSPITAL E SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA;2. ARTICULAR COM O EXECUTIVO/LEGISLATIVO PARA ELABORAR PORTARIA CRIANDO NUCLEOS DE EPIDEMIOLOGIA HOSPITALAR, FORTALECENDO A C.C.I.H. E VIG. SENTINELA SRA/SRAG (UPA/METROPOLITANO);3. INTERAGIR COM O CONTROLE E REGULACAO PARA ACOMPANHAMENTO DA DISPONIBILIDADE DOS EXAMES LABORATORIAIS OFERTADOS;4. FORTALECER A ARTICULACAO COM A CONTABILIDADE PARA VIABILIZAR O GASTO DOS RECURSOS TRANSFERIDOS NO T.F.V.S. (NÃO ESPECIFICOS / MOBILIDADE), DENTRO DAS REGRAS DO FMS E PROJETOS ESPECIFICOS;5. DAR VISIBILIDADE CONTABIL AOS TECNICAOS E AO C.M.S. DAS DESPESAS EMPENHADAS/GASTAS NA FONTE.
  • 34. Possibilidade na Assistência Farmacêutica Especializada A UFE/15ª Regional de Saúde- atende 6226usuários/ mês e aproximadamente 680 usuáriossão de Sarandi. A Portaria nº 2981 GM/MS de 2009-permite a descentralização- cadastro deprocessos, renovação e a dispensação damedicação junto à rede dos serviçospúblicos dos municípios.
  • 35. Fragilidade da Assistência Farmacêutica Especializada O CEAF ainda não foi descentralizado para o município de Sarandi por ausência de alguns requisitos: – Ausência de computador e impressora; – Ausência de ponto de acesso à internet;
  • 36. OUVIDORIA DA SAÚDE Inexistência de serviço de ouvidoria no Município de Sarandi demandando as queixas dos usuários à ouvidoria da 15ªRS; Principais demandas do munícipes de Sarandi à ouvidoria da 15ªRS. - Queixas quanto ao mau atendimento por parte de servidores municipais- UBS , UPA e prestador de serviço hospitalar - Queixas de demora para o agendamento de consultas especializadas e para a realização de exames complementares;
  • 37. UNIDADE DE REGULAÇÃO DE LEITOS MACRO NOROESTEFragilidades: UPA 24 HS- Dificuldade em estabelecer o fluxo de paciente da UPA para a referência hospitalar via URL/15ªRS: - encaminhamento direto, - cadastro inconsistente, - falta de atualização clinica diária , - grande número de cancelamento de pedidos.
  • 38. 15ª Regional de Saúde de Maringá. dir15rs@sesa.pr.gov.br Telefone: 3261 6200.