Plano municipal a social 2012

1,537
-1

Published on

Published in: News & Politics
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
1,537
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
29
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Plano municipal a social 2012

  1. 1. DENTIFICAÇÃO DO ÓRGÃO GESTORNome do Órgão Gestor: SECRETARIA MUNICIPAL DA ASSISTENCIA SOCIAL E-mail: sas@sarandi.pr.gov.brData de Preenchimento: 17/04/2012 Resp. pelo Órgão: JANAINA CLAUDIA SANTORO DE PAULA Escolaridade: SUPERIOR Formação: FONOAUDIOLOGIA Preenchido por: RAQUEL ALVES FERREIRA DOS SANTOS Escolaridade: SUPERIOR Formação: SERVICO SOCIAL DIAGNÓSTICO Questionário Vulnerabilidade e riscos sociais Criancas e adolescentes em situacao de violencia, em uso de entorpecentes, em acolhimento institucional, mulher em situacao de violenciadomestica; falta de qualificacao profissional (desemprego), familias em situacao de pobreza, morador de rua, idoso em situacao de maus tratos; Familiasobrevivendo com renda exclusivamente de beneficios sociais ou de trabalhos exporadicos; Familias em condicao de descumprimento decondicionalidades de programas sociais Familias residindo em bairros com ausencia ou insuficiencia de infra-estrutura publica Pessoas e familias, idosose pessoas com deficiencia em situacao de vulnerabilidade e risco em isolamento no domicilio por abandono, negligencia, maus tratos, abusos ediferentes formas de violencia; Idosos, deficientes e doentes mentais em situacao de abandono familiar em acolhimento institucionalizado, cujos
  2. 2. vinculos familiares encontram-se fragilizados e/ou rompidos, Familias com Adolescentes em cumprimento ou descumprimento de medidas socio- educativas Fonte: programas e servicos de Protecao Social Basica e Especial e Cadastro Unico, IBGE, Conselho Tutelar Potencialidades Atendimeto a familia, aquisicao de cursos para qualificacao profissional, implantacao do servico de acolhimento institucional municipal, Reducao de registro de criancas em situacao de trabalho infantil (Fonte: PETI), Criacao da Secretaria da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer, contratacao da equipe tecnica dos CRAS e CREAS Implantacao dos servicos de fortalecimento de vinculos; Rede socioassistencialcomplementar Questionário Questionário não respondido DIAGNÓSTICO DE EXECUÇÃO Equipamentos Nº Qtd Demanda Sem Identificação Rede Exec. Onde o Serviço é Nº Equip Dificuldade Usuário Acompanhamento Cobertura Prestado CENTRO DESERVIÇO DE PROTEÇÃO E REFERÊNCIAATENDIMENTO ESPECIALIZADOESPECIALIZADO A Pública DE 01 20 Falta de adesao da familia. FAMÍLIAFAMÍLIAS INDIVÍDUOS - ASSISTÊNCIAPAEFI SOCIAL - CREAS CENTRO DESERVIÇO DE PROTEÇÃO REFERÊNCIAESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIALIZADO Numero de tecnicosCOM DEFICIÊNCIA, Pública DE 01 20 insuficientes para executar o IDOSOIDOSOS(AS) E SUAS ASSISTÊNCIA servico. –FAMÍLIAS SOCIAL - CREASSERVIÇO DE PROTEÇÃO CENTRO DE Falta do cumprimento integralSOCIAL A ADOLESCENTES REFERÊNCIA das medidas e inexistencia deEM CUMPRIMENTO DE ESPECIALIZADO decreto/convenio que autorize Pública 1 108 ADOLESCENTEMEDIDA SOCIOEDUCATIVA DE as secretarias municipais a(LA) E DE PRESTAÇÃO DE ASSISTÊNCIA receberem os adolescentesSERVIÇO À SOCIAL - para o cumprimento das
  3. 3. COMUNIDADE(PSC) CREAS medidas. Falta de efetivacao por concurso publico de membros para compor a equipe de apoio. Falta de atrativo para estabelecer vinculos com esse publico e morosidade nosSERVIÇO DE processos burocraticos paraCONVIVÊNCIA E aquisicao deFORTALECIMENTO DE ADOLESCENTE DE Pública CRAS 02 50 equipamentos(computadores)VÍNCULOS PARA 15 A 17 ANOS para implantacao da oficina deADOLESCENTES E informatica educativa eJOVENS DE 15 A 17 ANOS tambem a baixa adesao dos participantes nessa faixa etaria. Dificuldade de adesao da familia. Em razao do bloqueio para realizacao de chamadasSERVIÇO DE para aparelhos de celular osCONVIVÊNCIA E tecnicos de um dos CRAS CRIANÇA DE ATÉ 6FORTALECIMENTO DE Pública CRAS 02 20 responsaveis pelo servico ANOSVÍNCULOS PARA ficam sem saber asCRIANÇAS DE ATÉ 6 ANOS justificativas da ausencia da crianca ate o momento da realizacao de nova visita domiciliar. A maior dificuldade para atendimento dessa demanda e a morosidade na aquisicao de equipamentos, contratacao de instrutores, visto que para ampliar as possibilidades deSERVIÇO DE adesao desse publico, oCONVIVÊNCIA E municipioatraves da ProtecaoFORTALECIMENTO DE CRIANÇA E Social Basica, estaraVÍNCULOS PARA Pública CRAS 02 20 ADOLESCENTE DE investindo na aquisicao deCRIANÇAS E 6 A 15 ANOS computadores paraADOLESCENTES DE 6 A 15 implantacao de oficina deANOS informatica educativa para favorecer o interesse dos participantes como ainda estara contratando orientador social que ficara sob a orientacao e supervisao dos
  4. 4. Tecnicos do CRAS para trabalhar diretamente com essa faixa etaria visando a prevencao dos riscos sociais e pessoais. Falta de profissional no orgao gestor que seja destinado exclusivamente para a elaboracao de editais de licitacao visando a contratacao de oficineiros e aquisicao dosSERVIÇO DE materiais necessarios para aCONVIVÊNCIA E implementacao dos grupos. Pública CRAS 02 50 IDOSOFORTALECIMENTO DE Falta de entendimento deVÍNCULOS PARA IDOSOS alguns profissionais que atividades de lazer, cultura e esporte naosaoservicos/atividades ofertados pela assistencia social e sim pela Secretaria de cultura, esporte e lazer.SERVIÇO DE PROTEÇÃO EATENDIMENTO INTEGRAL Pública CRAS 2 300 FAMÍLIA 50À FAMÍLIA - PAIF OUTROS - Dificuldades na transicao deSERVIÇO DE PROTEÇÃO passagem de Organizacaonao CRIANÇA EACOLHIMENTO Pública 01 20 SOCIAL governamental para servico ADOLESCENTEINSTITUCIONAL ESPECIAL publico municipal. OUTROS -SERVIÇO ESPECIALIZADO Numero de Tecnicos PROTEÇÃO PESSOAS EMPARA PESSOAS EM Pública 01 20 insuficientes para atendimento SOCIAL SITUAÇÃO DE RUASITUAÇÃO DE RUA da demanda. ESPECIAL Embora o Programa em seu Projeto menciona oCENTRO DE OUTROS - atendimento mensal de 25ATENDIMENTO A CRIANÇA PROTEÇÃO CRIANÇA E Pública 01 25 criancas e adolescentes,E AO ADOLESCENTE SOCIAL ADOLESCENTE atualmente se atende umVITIMA DE VIOLENCIA ESPECIAL publico entre 34 a 40 criancas e adolescentes.CENTRO DE REFERENCIA Pública OUTROS - 01 20 Necessidade de MULHERES
  5. 5. ESPECIALIZADA DA PROTEÇÃO Capacitacaocontinuada para aMULHER SOCIAL Equipe Tecnica do ESPECIALPROGRAMA DE OUTROS - Falta de Equipe de CRIANÇA EERRADICAÇÃO DO PROTEÇÃO Trabalho:Pedagogo, Pública 01 94 ADOLESCENTE DETRABALHO INFANTIL - SOCIAL Psicologo, Assistente Social e 6 A 15 ANOSPETI ESPECIAL Educadores. Embora a (APMI) entidade nao governamental que desenvolve tal projeto tenha OUTROS - sido aprovado para celebracaoABRINDO HORIZONTES Privada PROTEÇÃO 01 80 ADOLESCENTE 10 de convenio/subvencao, nao SOCIAL BASICA houve a visita in loco por parte do CMAS para analise da tipificacao do servico. Embora a entidade Lar Nossa Senhora da Esperanca ter tido seu projeto "Criando e Construindo" aprovado peloCRIANDO E OUTROS - CRIANÇA E CMAS e celebradoCONSTRUINDO/PROJETOS Privada PROTEÇÃO 01 120 ADOLESCENTE DE convenio/subvencao financeiraE OFICINAS SOCIAL BASICA 6 A 15 ANOS para financiamento do referido projeto, nao houve por parte do CMAS visita in loco para analise da tipificacao. Embora a entidade ACESA responsavel pelo projeto INOVACAO com o objetivo de atender pessoas com OUTROS - deficiencia visual tenha tido PESSOAS COMINOVAÇÃO - ACESA Privada PROTEÇÃO 01 15 seu projeto aprovado pelo DEFICIÊNCIA SOCIAL BASICA CMAS e celebrado convenio/subvencao financeira, nao houve por parte do CMAS visita in loco para analise da tipificacao. A entidade APAE que OUTROS - desenvolve o projetoQUEBRANDO BARREIRAS - PESSOAS COM Privada PROTEÇÃO 01 140 Quebrando Barreiras teve seuAPAE DEFICIÊNCIA SOCIAL BASICA projeto aprovado pelo CMAS com celebracao de
  6. 6. convenio/subvencao financeira, nao houve por parte do CMAS visita in loco para analise da tipificacao. Tal servico ofertado e realizado na sede do orgao gestor, anexado as dependencias do Cadastro Unico. Apenas um profissional de Servico Social realiza os atendimentos em razao de que SEDE DO sua localidade facilita oATENDIMENTO SOCIAL Pública ÓRGÃO 01 300 atendimento a bairros INDIVÍDUOPARA INDIVÍDUOS GESTOR proximos. O ideal seria que um CRAS fosse implantado, o que acontecera ainda neste ano, visto que o municipio foi contemplado com uma Praca dos Esportes e da Cultura cuja edificacao contempla a construcao de um CRAS. Embora seja a equipe dos CRAS que realizam os encaminhamentos e agendamentos junto ao sistema 135 e INSS, nao ha mensurado o numero de pessoas que estao recebendo o Beneficio como tambemnao ha uma central de atendimento para acompanhamento dos casos que foramBENEFÍCIO DE PESSOAS COM encaminhados e nao foramPRESTAÇÃO Pública CRAS 02 DEFICIÊNCIA E concedidos.CONTINUADA(BPC) IDOSO Outros servicos como CAPS II e DST/AIDS(servicos de saude) que apresentam assistente social no quadro de funcionariostambem realizam agendamento e encaminhamento para BPC, portanto como nao ha uma central ou nucleo de atendimento/acompanhamento
  7. 7. para BPC nao ha um controle sistematizado sobre tal beneficio. Em razaoda equipe ter sido efetivada somente em meados de marco de 2012, ate o momento, nao foi possivel realizar o levantamento da demanda que precisa do beneficio eventual da cesta basica e do gas de cozinha e que nao conseguem acesso.BENEFÍCIOS EVENTUAIS Pública CRAS 02 340 Os demais beneficios como FAMÍLIA passagem, auxilio funeral, auxilio natalidade estaoestao sendo informados nos grupos socioeducativos, portanto ainda nao ha um protocolo de atendimento aprovado pelo CMAS, visto que a Lei foi aprovada somente no 2o trimestre deste ano. Esse atendimento recebe mensalmente o numero de 170 cestas basicas e 07 cotas para gas de cozinha, o que segundo o profissional que realiza o atendimento refere e que o numero de concessao ainda e insuficiente para atender a demanda, portanto, SEDE DO nao ha mensurado o numeroBENEFÍCIOS EVENTUAIS Pública ÓRGÃO 01 170 exato sobre a demanda INDIVÍDUO GESTOR reprimida. Os demais beneficios eventuais como auxilio natalidade e auxilio funeral ainda estao timidamente sendo implantados, visto que o CMAS ainda nao aprovou os formularios quanto ao protocolo de atendimento e concessao.ESTRUTURA NÃO SE APLICA falta de equipamentos:
  8. 8. ADMINISTRATIVA Computadores, impressoras, fax, veiculos; falta de estrutura fisica: ausencia de salas individuais para tecnicos; falta de atualizacao de organograma da Secretaria Municipal de Assistencia Social; Funcionamento da central de cadastro unico anexo a sede do orgao gestor e ao atendimento social. Nao foi implantado o servi]coGESTÃO DA de monitoramento e avaliacao,INFORMAÇÃO, pois ainda nao existe no NÃO SE APLICAMONITORAMENTO E organograma da SecretariaAVALIAÇÃO Municipal de Assistencia Social. Nao e realizado o servico porGESTÃO DA QUALIDADE NÃO SE APLICA falta de profissional. Nao a dificuldade naGESTÃO DE MATERIAIS E NÃO SE APLICA realizacao na gestao deDO PATRIMÔNIO materiais e do patrimonio. falta de comprometimento deGESTÃO DO TRABALHO NÃO SE APLICA alguns servidores; falta de politica de recursos humanos. Nao ha dificuldades na relacao entre contador e Secretaria Municipal de AssistenciaGESTÃO FINANCEIRA NÃO SE APLICA Social e existe facilidade e participacao na elaboracao da LDO, LOA e PPA. Ausencia do plano municipal;PROCESSO DE Equipe tecnica reduzida; Falta NÃO SE APLICAPLANEJAMENTO de reunioes sistematizadas entre a gestao e os servicos. Nao foi implantado o servico de vigilancia social, pelo fatoVIGILÂNCIA SOCIAL NÃO SE APLICA que nao consta no organograma da Secretaria
  9. 9. Municipal de Assistencia Social. Necessidade de tecnico comESTRUTURA atividades e dedicacao NÃO SE APLICAADMNISTRATIVA exclusivas ao CMAS; Falta de dotacaoorcamentariapropria; Ausencia de sede propria para o desenvolvimento dos trabalhos do CMAS; falta de equipamentos e insumos; falta de veiculo exclusivo para usoINFRA-ESTRUTURA NÃO SE APLICA do CMAS na utilizacao de funcoes como fiscalizacao de entidades, participacao em capacitacao em localides regionais; Dificuldade de adequacao e compreensao das entidades quanto a Tipificacao Nacional dos Servicos Socioassistenciais; Falta de organizacao de um trabalho sistematizado da comissao deINSCRIÇÃO DE fiscalizacao e inscricao das NÃO SE APLICAENTIDADES entidades; Pouca compreensao da maioria dos conselheiros sobre a politica de assistencia social; Ausencia de grupos de trabalho/estudo compartilhada com as entidades/orgao gestor / outras politicas publicas; Atualmente nao ha dificuldades para a organizacao do trabalho do CMAS, visto que foi colocado a disposicao do CMAS umORGANIZAÇÃO DO NÃO SE APLICA profissional tecnico paraTRABALHO realizar os trabalhos da Secretaria Executiva. Portanto ainda ha a necessidade de profissional exclusivo para esta funcao; Falta de apoio
  10. 10. logistico para a distribuicao das convocacoes, informacoes e expedientes desenvolvidos nos trabalhos da plenaria; Ausencia de uma aproximacao direta dos usuarios dos servicos, projetos, programas e beneficios, podendo ser superada a partir de uma participacao efetiva dos mesmos atraves de conselhos locais (de assistencia social) nos CRAS e CREAS e usuarios do Programa Bolsa Familia, o que proporcionaria propostas dos usuarios a ser discutida em grupos socio- educativos e apresentadas em pauta nas discussoes do CMAS. Nao ha um plano sistematizado de acompanhamento dos servicos das entidades nao- governamentais como tambemPROCESSO DE dos servicos executados pelo NÃO SE APLICAACOMPANHAMENTO poder publico; Ausencia de protocolo ou modelo de relatorios para acompanhamento da rede socioassistencial e complementar. Atualmente nao ha dificuldade quanto aregulacao e as deliberacoes do CMAS, portanto ainda percebe-se oPROCESSO DE desconhecimento dasDELIBERAÇÃO E NÃO SE APLICA atribuicoes legais por parte deREGULAÇÃO alguns conselheiros o que torna o trabalho moroso; Pouca capacitacoes no decorrer do mandato;PROCESSO DE Falta de conhecimento da NÃO SE APLICAFISCALIZAÇÃO maioria dos conselheiros
  11. 11. sobre a politica de assistencia social e da Tipificacao dos Servicos, mesmo com o inicio do processo de capacitacao a estes membros ja realizada no primeiro trimestre de 2012; Ausencia de grupos de trabalhos/estudo pelo CMAS; Ausencia de termos de parcerias junto ainstituicoes de ensino da regiao metropolitana de Maringa quanto ao suporte, apoio e assessoria as necessidades do CMAS. Esta funcionando em sedeABRIGO alugada, com equipe deINSTITUCIONAL trabalho quase completa.CENTRO DEREFERÊNCIAESPECIALIZADO O CREAS nao temDE equipamento proprio.ASSISTÊNCIASOCIAL -CREAS O CRAS da regiao norte (CRAS Independencia) esta funcionando em predio alugado e naoesta obrigatoriamente localizado em territorio de maior vulnerabilidade social, pois outros bairros ao redor encontram-se mais vulneraveis, portanto, osCRAS imoveis dos demais bairros nao proporcionariam estrutura fisica que oferecacondicoes de atendimento aos usuarios da assistencia social, alem de nao haver imoveldisponivel para aluguel, os que estaodisponiveissao inapropriados. Alem disso, existem bairros, que em razao
  12. 12. da distancia do CRAS Independenciaja comportariam um outro equipamento publico mais proximo daquela regiao. Tambemnao possui um veiculo proprio para uso exclusivo do CRAS. O CRAS da regiao sul (CRAS ESperanca) esta localizado em regiao considerada vulneravel em razao do trafico de drogas e da pobreza identificada no territorio de abrangencia do CRAS. Portanto, ainda esta em imovel alugado, sendo que em razao de uma mudanca recente de predio, este esta sendo aos poucos adequado para o atendimento da populacao e a implantacao de alguns gruposCRAS socioeducativos. O CRAS nao tem veiculo proprio, tendo que a agenda do veiculo ser dividida com outros dois servicos que atendem aos usuarios da assistencia social, o que dificulta a implantacao da busca ativa, a implantacao sistematizada de visita domiciliar e institucional, o que torna dificil a articulacao com a rede de servicos. O CRAS tambemnao realiza a gestao de beneficios. Poucos tecnicos para atuar diretamente na gestao. Nao ha a implantacao do monitoramento e avaliacao,SEDE DO vigilancia social e tambemnaoÓRGÃO ha um tecnicoresponsavelGESTOR exclusivamente para atuar na gestao da informacao. A Central de Cadastro Unico e uma estrutura anexa ao orgao
  13. 13. gestor e conta apenas com uma funcionaria efetiva, sendo os demais funcionarios ocupantes de cargo em comissao e estagiarios de ensino medio. Tambem existe o atendimento social anexo a Central de Cadastro Unico que conta com uma assistente social (servidora efetiva) que realiza atendimento pontual a individuos que residem distante das duas unidades CRAS. PLANEJAMENTO Equip/Unidade Custo da Custo da Data Inicial da Data Final da Identificação Ação Meta 2012 Meta 2013 Executora Ação 2012 Ação 2013 Implantação Implantaão Implementacao de acoes referenciadas ao PAIF, como oficina de informatica para adolescentesSERVIÇO DE entre 12 e 17 anosPROTEÇÃO E que estejam emATENDIMENTO CRAS acompanhamento 48 96 5.160,00 10.320,00 01/06/2012 31/12/2013INTEGRAL À pelo servico deFAMÍLIA - PAIF fortalecimento de vinculos e em descumprimento das condicionalidades do Programa Bolsa FamiliaSERVIÇO DE Implementacao deCONVIVÊNCIA E atividades no ServicoFORTALECIMENTO de Fortalecimento de CRAS 40 80 5.000,00 10.000,00 01/05/2012 31/05/2013DE VÍNCULOS PARA Vinculos comoCRIANÇAS DE ATÉ Teatro de fantoches,6ANOS elaboracao de
  14. 14. cantigas de rodas com gravacao de CD e elaboracao de Revista Personalizada sobre o respectivo ServicoPROGRAMA BOLSA 3833 384.436,00 0,00FAMÍLIA - PBFPROGRAMA DEERRADICAÇÃO DO 19 1.080,00 0,00TRABALHOINFANTIL - PETI Aquisicao de umBENEFÍCIO DE veiculo para iniciar aPRESTAÇÃO busca ativa no 50 100 30.000,00 0,00 01/05/2012 31/12/2013CONTINUADA(BPC) territorio de referencia do CRAS Implantacao doGESTÃO DA servico de gestao daINFORMAÇÃO, informacao, 13.800,00 27.600,00 01/07/2012 31/12/2013MONITORAMENTO E monitoramento eAVALIAÇÃO avaliacao. Implantacao doVIGILÂNCIA SOCIAL Servico de Vigilancia 0,00 27.600,00 01/01/2013 31/12/2013 Social Consolidar o projetoESTRUTURA de governo que visa 0,00 1.000,00 10/01/2013 10/01/2013ADMNISTRATIVA a implantacao da casa dos conselhos Adquirir equipamentos, insumos, e todos os materiais deINFRA-ESTRUTURA 2.000,00 2.500,00 01/06/2012 31/12/2013 expediente necessarios ao funcionamento do CMASPROCESSO DE Iniciar processo 0,00 0,00 01/06/2012 31/12/2013
  15. 15. FISCALIZAÇÃO sistematizado de capacitacao continuada para o CMASPROCESSO DE Implantar grupos de 0,00 0,00 01/06/2012 31/12/2013FISCALIZAÇÃO trabalho ou estudo Instituir termo dePROCESSO DE parceria com 0,00 0,00 01/06/2012 31/12/2013FISCALIZAÇÃO institucoes de ensino superior Garantir a publicacaoPROCESSO DE das deliberacoes doDELIBERAÇÃO E 1.000,00 1.500,00 01/06/2012 31/12/2013 mandato do CMASREGULAÇÃO 2012/2013 Elaborar um plano sistematizado de acompanhamento dos servicos das entidades nao- governamentais como tambem dosPROCESSO DE servicos executados 0,00 0,00 01/06/2012 31/12/2013ACOMPANHAMENTO pelo poder publico; Elaborar protocolo ou modelo de relatorios para acompanhamento da rede socioassistencial e complementar. Implantacao de grupos deINSCRIÇÃO DE trabalho/estudo 0,00 0,00 01/06/2012 31/12/2013ENTIDADES quanto as necessidades do CMAS Implementacao daINSCRIÇÃO DE Resolucao 016/2010 0,00 0,00 01/03/2012 31/12/2013ENTIDADES do CNAS
  16. 16. Realizacao de Capacitacao paraINSCRIÇÃO DE suprir duvidas 2.565,00 1.000,00 01/03/2012 31/12/2013ENTIDADES levantadas pelo CMAS Garantir capacitacaoINSCRIÇÃO DE ao CMAS quando 2.565,00 0,00 01/03/2012 31/12/2013ENTIDADES este julgar necessarioINSCRIÇÃO DE Garantir apoio 0,00 0,00 01/03/2012 31/12/2013ENTIDADES tecnico as comissoes Realizacao da ConferenciaCONFERÊNCIA 0,00 3.000,00 01/01/2013 31/12/2013 Municipal de Assistencia Social Realizacao de pre-CONFERÊNCIA conferencias 0,00 0,00 01/01/2013 31/12/2013 descentralizadas ABRIGO construcao de sede 300.000,00 0,00 01/06/2012 20/12/2012 INSTITUCIONAL propria ELABORACAO DE CENTRO DE PROJETO PARA REFERÊNCIA AQUISICAO DE ESPECIALIZADO 0,00 350.000,00 05/01/2013 20/12/2013 IMOVEL PROPRIO DE ASSISTÊNCIA OU CONSTRUCAO SOCIAL - CREAS DE SEDE PROPRIA FINANCIAMENTO Municipal Estadual Federal Privado Municipal Estadual Federal Privado Identificação Total 2012 Total 2013 2012 2012 2012 2012 2013 2013 2013 2013 PROTEÇÃO SOCIAL 873.100,00 0,00 865.574,12 0,00 1.738.674,12 920.000,00 0,00 450.000,00 0,00 1.370.000,00 BÁSICA
  17. 17. PROTEÇÃO SOCIAL 710.870,00 0,00 607.475,23 0,00 1.318.345,23 750.000,00 0,00 310.000,00 0,00 1.060.000,00 ESPECIALTEMÁTICAS - CONTROLE 0,00 0,00 8.391,00 0,00 8.391,00 0,00 0,00 9.000,00 0,00 9.000,00 SOCIALTEMÁTICAS - GESTÃO 2.506.659,96 0,00 0,00 0,00 2.506.659,96 2.631.992,96 0,00 0,00 0,00 2.631.992,96 SUAS MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO Tipo Identificação Objeto Instrumentos Periodicidade Responsável Atraves do levantamento Avaliar a efetivacao das de servicos atualmenteNÃO SE CONFERÊNCIA propostas elencadas na desenvolvidos com as ANUALMENTE CMASAPLICA ultima conferencia propostas expostas na ultima conferencia O funcionamento GESTOR DA adequado de todos os Atraves de questionariosNÃO SE ESTRUTURA POLITICA DE setores internos da aplicados junto aos SEMESTRALMENTEAPLICA ADMINISTRATIVA ASSISTENCIA Secretaria Municipal de funcionarios SOCIAL Assistencia Social Dificuldades enfrentadas Atraves das solicitacoesNÃO SE ESTRUTURA pelo CMAS na efetivacao SECRETARIA feitas pelo CMAS ao orgao MENSALMENTEAPLICA ADMNISTRATIVA de suas atribuicoes e EXECUTIVA gestor responsabilidades legais Atraves da analise de RESPONSAVEL Avaliar o comprimento das documentos: - Livro ponto PELONÃO SE atribuicoesespecificas do - Quantidade de atestado - GESTÃO DO TRABALHO MENSALMENTE DEPARTAMENTO DEAPLICA trabalho de cada Aplicandoquestionario RECURSOS funcionario. para avaliar o nivel de HUMANOS satisfacao dos funcionariosNÃO SE Condicoes de Atraves das INFRA-ESTRUTURA TRIMESTRALMENTE CMASAPLICA funcionamento do CMAS solicitacoesfeitas pelo
  18. 18. CMAS ao orgao gestor. Atraves de visita Avaliar se os Servicos das institucional; Atraves da CONSELHO DE entidades nao analise de relatorios de ASSISTENCIANÃO SE INSCRIÇÃO DE governamentais estao atividades da comissao de TRIMESTRALMENTE SOCIAL EAPLICA ENTIDADES adequados a Tipificacao inscricao e SECRETARIA Nacional dos Servicos fiscalizacaoAtraves de EXECUTIVA Socioassistenciais grupos de trabalho/estudo do CMAS Atraves da analise de documentos do CMASNÃO SE ORGANIZAÇÃO DO A efetividade das COMISSAO MISTA como atas, resolucoes, TRIMESTRALMENTEAPLICA TRABALHO acoes/atividades do CMAS DO CMAS convocacao e lista de presenca. Relatorios de visitas as Atraves da analise dos entidades naoNÃO SE PROCESSO DE relatorios das atividades governamentais e aos BIMESTRALMENTE CMASAPLICA ACOMPANHAMENTO da comissao de inscricao e servicos executados pelo fiscalizacao poder publico Avaliar as publicacoes das PROCESSO DE Atraves da analise dasNÃO SE deliberacoes feitas quanto SECRETARIA DELIBERAÇÃO E atas e confericao da BIMESTRALMENTEAPLICA as pautas discutidas pelo EXECUTIVA REGULAÇÃO publicacao das resolucoes CMAS Avaliar as acoes do CMAS quanto as suas Atraves da analise responsabilidades legais documental propria e daNÃO SE PROCESSO DE no processo de observancia das SECRETARIA BIMESTRALMENTEAPLICA FISCALIZAÇÃO fiscalizacao dos servicos, resolucoes EXECUTIVA projetos, programas e correspondentes do beneficios da politica de CNAS, CEAS, CIB e CIT assistenciaSocial Avaliar a efetizacao das GESTOR DENÃO SE PROCESSO DE acoes planejadas dentro atraves de relatorio de SEMESTRALMENTE POLITICAAPLICA PLANEJAMENTO da politica de assistencia tarefa executada ASSISTENCIA social Utilizacao correta doPROTEÇÃO BENEFÍCIO DE beneficio favorecendo o ASSISTENTESOCIAL PRESTAÇÃO atendimento das visita domiciliar BIMESTRALMENTE SOCIAL DO CRASBASICA CONTINUADA(BPC) necessidades do beneficiario
  19. 19. PROTEÇÃO Condicao de Analise da efetivacao do ASSISTENTESOCIAL BENEFÍCIOS EVENTUAIS vulnerabilidade social da Plano de BIMESTRALMENTE SOCIAL DO CRASBASICA familia Acompanhamento Familiar SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E Mudanca na relacao do Atraves de relatorioPROTEÇÃO FORTALECIMENTO DE adolescente com seus elaborado pelo profissional COORDENADOR(A)SOCIAL BIMESTRALMENTE VÍNCULOS PARA familiares e com os demais responsavel pela DO CRASBASICA ADOLESCENTES E participantes do servico execucao do servico JOVENS DE 15 A 17 ANOS SERVIÇO DE Atraves da analise dos CONVIVÊNCIA E relatorios emitido peloPROTEÇÃO Mudanca quanto ao FORTALECIMENTO DE profissional que COORDENADOR(A)SOCIAL fortalecimento na relacao TRIMESTRALMENTE VÍNCULOS PARA desenvolve o servico de DO CRASBASICA familiar CRIANÇAS DE ATÉ 6 fortalecimento de viculos ANOS para este publico SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E Atraves de relatoriosPROTEÇÃO FORTALECIMENTO DE elaborados pelo COORDENADOR(A)SOCIAL VÍNCULOS PARA Melhora na relacao familiar profissional que TRIMESTRALMENTE DO CRASBASICA CRIANÇAS E desenvolve o servico para ADOLESCENTES DE 6 A este publico 15 ANOS Atraves da analise dos SERVIÇO DE PROTEÇÃO relatorios dePROTEÇÃO Mudanca nas condicoes de E ATENDIMENTO acompanhamento do PAF COORDENADOR(A)SOCIAL vida das familias TRIMESTRALMENTE INTEGRAL À FAMÍLIA - - Plano de DO CRASBASICA acompanhadas pelo PAIF. PAIF Acompanhamento Familiar. Analise da sintese dos CACAVV CENTRO DE relatorios objetivosPROTEÇÃO ATENDIMENTO A A superacao da situacao elaborados pelo COORDENADOR(A)SOCIAL CRIANÇA E AO BIMESTRALMENTE de violencia sofrida profissional que atende DO CREASESPECIAL ADOLESCENTE VITIMA diretamente a referida DE VIOLÊNCIA demanda Avaliar as acoes CENTRO DE desenvolvidas no Plano dePROTEÇÃO REFERENCIA DE superacao da situacao de Atendimento Familiar para COORDENADOR(A)SOCIAL BIMESTRALMENTE ATENDIMENTO A violencia oferecer condicoes DO CREASESPECIAL MULHER objetivas concretas para a superacao de violencia
  20. 20. Atraves da analise da PROGRAMA DE Superacao da condicao dePROTEÇÃO frequencia escolar e da ERRADICAÇÃO DO exposicao ao trabalhoSOCIAL participacao efetiva nas BIMESTRALMENTE Equipe Tecnica TRABALHO INFANTIL - infantil e da situacao deESPECIAL oficinas desenvolvidas PETI risco pessoal pelo Programa PETI Atraves da analise daPROTEÇÃO SERVIÇO DE Superacao da situacao de efetivacao do PlanoSOCIAL ACOLHIMENTO ameaca e violacao de BIMESTRAL EQUIPE TECNICA Individual de AtendimentoESPECIAL INSTITUCIONAL direitos. - (PIA) SERVIÇO DE PROTEÇÃO Atraves dos relatorios dePROTEÇÃO E ATENDIMENTO Superacao da situacao de acompanhamento familiar COORDENADOR DOSOCIAL ESPECIALIZADO A ameaca ou violacao de elaborado por profissional BIMESTRAL CREASESPECIAL FAMÍLIAS INDIVÍDUOS - direitos. responsavel pela PAEFI execucao do servico. SERVIÇO DE PROTEÇÃO Atraves de relatorios de SOCIAL A acompanhamento ADOLESCENTES EM elaborados pelosPROTEÇÃO CUMPRIMENTO DE Cumprimento das Medidas Educadores Sociais EQUIPE TECNICASOCIAL MEDIDA MENSAL Socioeducativa La e PSC. quanto aaplicacao das DO PROGRAMA.ESPECIAL SOCIOEDUCATIVA (LA) E medidas e lista de DE PRESTAÇÃO DE presenca dos SERVIÇO À adolescentes. COMUNIDADE(PSC) CONSIDERAÇÕES FINAIS
  1. A particular slide catching your eye?

    Clipping is a handy way to collect important slides you want to go back to later.

×