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Canteiro de obras

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  • 1. Canteiro de ObrasEngº Luiz Alexsandro Lima Cavalcanti
  • 2. 1. Conceitos2. Fases do canteiro3. Elementos para projeto do canteiro4. Segurança e Saúde do Trabalhador5. Gestão de resíduos6. Equipamentos e instalaçõesBibliografiaSumário
  • 3. Canteiro de trabalho segundo NormaRegulamentadora 18 NR18 do Ministério doTrabalho e EmpregoÁrea de trabalho fixa e temporária, onde sedesenvolvem operações de apoio e execuçãode uma obra1. Conceitos
  • 4. Canteiro de obras segundo NBR12.284Área de vivência em canteirosConjunto de áreas destinadas àexecução e apoio dos trabalhos daindústria da construção, dividindo-seem áreas operacionais e áreas devivência1. Conceitos
  • 5. 1. Conceitos•Os canteiros de obra, são setores da produção,formados por uma célula em constante transformação,modificando-se à medida que avançam as fases da obra.- Projeto orientado à produção em canteiro:- impede a ociosidade de equipamentos/mão-de-obra;- diminui os tempos de deslocamento;- racionaliza e organiza as atividades e uso dosespaços;- impede operações repetidas em locais diferentes;- minimiza interferências;- garante a segurança dos trabalhadores;- garante o boa convivência com vizinhos;
  • 6. AUT186 - 20091. ConceitosCanteiro com tecnologia artesanal
  • 7. AUT186 - 20091. ConceitosCanteiro com tecnologia mecanizada e industrial
  • 8. Inicial: serviços que interferem com a implantação do canteiro• demolições• movimentos de terra• obras de contenção• obras de drenagem• fundações2. Fases do canteiro
  • 9. Intermediária: caracterizada pelo grande volume de serviços eatividades• estrutura• vedos• cobertura• instalações• pavimentos2. Fases do canteiro
  • 10. Final: grande diversidade de serviços e atividades• paramentos/revestimentos• vãos (caixilhos)• acabamentos2. Fases do canteiro
  • 11. Condicionantes• Sondagem e levantamento planialtimétrico: conhecer o terreno e otipo de solo;• Edificações/construções do terreno e da vizinhança:acautelamento contra danos às edificações existentes;• Vias de acesso e códigos de trânsito locais: planejamento darecepção/retirada de materiais e equipamentos;• Infra-estrutura urbana;• Código de obras e edificações do município: adequar o canteiroàs restrições legais;• Processos e métodos construtivos• Nível de ruído3. Elementos para o projeto do canteiro
  • 12. • Seção 5.1-CANTEIRO DE OBRASO canteiro de obras compreenderá a área destinada àexecução e desenvolvimento das obras, serviçoscomplementares, implantação de instalações temporáriasnecessárias à sua execução, tais como alojamento,escritório de campo, depósitos, estande de vendas eoutros.5.1.1-Durante a execução das obras será obrigatória amanutenção do passeio desobstruído e em perfeitascondições, conforme legislação municipal vigente, sendovedada sua utilização, ainda que temporária, comocanteiro de obras ou para carga e descarga de materiaisde construção, salvo no lado interior dos tapumes queavançarem sobre o logradouro.3. Elementos para o projeto do canteiroCódigo de obras e edificações do Município de São Paulo
  • 13. • Seção 5.1-CANTEIRO DE OBRAS5.1.2-Nenhum elemento do canteiro de obras poderáprejudicar a arborização da rua, a iluminação pública, avisibilidade de placas, avisos ou sinais de trânsito, eoutras instalações de interesse público.5.A.1-A implantação do canteiro de obras deverá atender àNorma Regulamentadora 18 (NR18) da Consolidaçãodas Leis do Trabalho relativa à Segurança e Medicina doTrabalho (NR) no que for pertinente, e às seções 5.1 e5.2. do COE, inclusive quando se instalar em localdiverso ao da obra.3. Elementos para o projeto do canteiro
  • 14. • Seção 5.1-CANTEIRO DE OBRAS5.A.2-A implantação de canteiro de obras em local diverso ao daobra, ou de estande de vendas de unidades autônomas decondomínio a ser erigido no próprio imóvel, dependerão desolicitação de Alvará de Autorização, nos termos da seção3.5. do COE e do Anexo 3 deste Decreto.5.A.3-Será permitida a implantação, em balanço, dealojamentos e escritório do canteiro de obras, desde que:a) a projeção avance, no máximo, até metade do passeio;b) seja mantido pé-direito mínimo igual a 2,50m (dois metrose cinqüenta centímetros) sob a projeção;c) seja solicitado Alvará de Autorização para avanço detapume, nos termos do item 3.F.1 "V" deste Decreto.3. Elementos para o projeto do canteiro
  • 15. 3. Elementos para o projeto do canteiroElementos de infra-estrutura do canteiro• instalações provisórias:– energia elétrica– água/esgoto• armazenamento demateriais (perecíveis e nãoperecíveis)• almoxarifado• refeitório• sanitários/vestiários• alojamento• ambulatório• armazenagem emanipulação de resíduos:• escritório• garagem• oficina de manutenção• área de descanço/lazer
  • 16. 3. Elementos para o projeto do canteiroElementos relacionados à produção• Central de concreto• Central de argamassa• Central de preparo dearmaduras• Central de produção defôrmas• Central de produção depré-moldados• Oficina de montagemde instalações ecaixilhos
  • 17. 3. Elementos para o projeto do canteiro• Para sua implantação deve-se considerar o planodefinitivo da obra envolvendo suas fases dedesenvolvimento.• Organização do canteiro – considera-se ainstalação principal e posteriormente osequipamentos, de maneira que o fluxo de operaçõesnão apresente cruzamentos, conflitos.
  • 18. AUT186 - 2009
  • 19. AUT186 - 2009
  • 20. AUT186 - 20093. Elementos para o projeto do canteiro
  • 21. • As inúmeras soluções que podem ser obtidas para determinada obra,levam a construtora a estudar, projetar e implantar o canteiro para atender odesenvolvimento pleno das obras, evitando a improvisação.• O Sistema construtivo em metal, possibilita a organização de um canteiromais racional e limpo, resultando numa otimização do trabalho da obra emgeral.• O mesmo ocorre quando se utiliza componentes pré-moldados deconcreto e outros materiais.• O canteiro, por ser um lugar, onde trabalham seres humanos, torna-seresponsabilidade de todos aqueles participantes no processo de produção doedifício, tornando-o local mais humano, dotado de Segurança e Saúde doTrabalho..3. Elementos para o projeto do canteiro
  • 22. 3. Segurança e Saúde do TrabalhadorÉ necessário um programa de necessidades para o projetodo canteiro de obrasPCMAT – Programa de Condições e Meio Ambiente deTrabalho – ligado à NR-18, é específico, obrigatório paraqualquer obra com mais de 20 operários do total,independente de serem ou não da mesma empresa.• Os riscos de acidentes dos trabalhadores acompanhamesse processo, exigindo acompanhamento pontual eperiódico, seguindo as Normas Reguladoras (NR’s),estabelecidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
  • 23. 4. Segurança e Saúde do TrabalhadorPara atingir a eficácia da prevenção de acidentes, alémdas NR’s, há necessidade que as construtorasimplementem programas específicos como:• PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais•PCMSO – Programa de Controle Médico de SaúdeOcupacional – que compreende as seguintes etapas:1. Responsabilidade2. Treinamento3. Avaliação dos Riscos;4. Comunicações5. Monitoramento e Medições6. Requisitos Legais7. Atendimento às emergências
  • 24. 4. Segurança e Saúde do TrabalhadorNR18 – Norma Regulamentadora18.1.1. Esta Norma Regulamentadora - NR estabelecediretrizes de ordem administrativa, de planejamento e deorganização, que objetivam a implementação de medidas decontrole e sistemas preventivos de segurança nosprocessos, nas condições e no meio ambiente de trabalhona Indústria da Construção.18.1.2. Consideram-se atividades da Indústria da Construçãoas constantes do Quadro I, Código da Atividade Específica,da NR 4 - Serviços Especializados em Engenharia deSegurança e em Medicina do Trabalho e as atividades eserviços de demolição, reparo, pintura, limpeza emanutenção de edifícios em geral, de qualquer número depavimentos ou tipo de construção, inclusive manutenção deobras de urbanização e paisagismo.
  • 25. 4. Segurança e Saúde do Trabalhador• Para tanto, para melhorar as condições e o Meio Ambiente do Trabalho,há necessidade que a obra tenha o devido planejamento e treinamento,conforme segue:• O Planejamento – abrange o cumprimento das Normas Ambientais, apreservação de danos nas edificações vizinhas, e todos os procedimentosque assegurem a segurança e a saúde dos operários (trabalhadores).• O Treinamento – a NR-18 determina que todos os operários recebamtreinamento dentro do seu horário de trabalho. Antes de iniciar suas tarefas,deve ser informado sobre as condições e riscos de sua função e as medidascoletivas e individuais adotadas.• Para atingir esses objetivos as empresas construtora devem fornecer:- vestimenta e EPI (Equipamento de Proteção Individual);- cinto de segurança tipo pára-quedista
  • 26. 4. Segurança e Saúde do Trabalhador- adoção de bandeja – para prédios com mais de 4 pavimentos,ou altura equivalente (~12m)-guarda-corpo – proteção contra quedas de altura (telas e/ou).- elevador de cargas – com capacidades previstas•Áreas de Vivência (lavanderia, alojamentos e área de lazer)quanto houver trabalhadores alojados- Ambulatório – quando houver 50 ou mais trabalhadores naobra;- Instalações Sanitárias/vestiários – um vasosanitário/mictório/lavatório para cada 20 operários e 1 chuveiropara cada 10;- Refeitório – mesas com tampos laváveis, idem para os pisos;1m2/trabalhador; não ficar situado em subsolos ou porões; não tercomunicação com instalações sanitárias; pé direito mínimo2,80m;- Alojamentos – dormitórios confortáveis e arejados, pé-direito2,5m cama simples e 3,0m beliche; é proibido instalá-los emsubsolos ou porões;
  • 27. 4. Segurança e Saúde do Trabalhador•O atendimento das determinações da NR-18 e a adoção dosProgramas enfatizados minimizam e/ou evitam as doençasocupacionais na construção civil, conforme segue:- Perdas de audição – exposição prolongada a ruídos acima de85 dB;- Conjuntivite por Radiação - exposição à radiação UV ou IV- LER (Lesões por Esforço Repetitivo) – por longos períodos;- Embolia gasosa – trabalho embaixo d’água (condiçõeshiperbáricas);- Reumatismo - exposição à umidade excessiva;- Pneumocomioses (silicose, asbestose) – inalação departículas.- Lombalgia – carregamento de peso de forma inadequada;- Dermatite de contato – exposição ao cimento, cal, gesso- Insolação – exposição prolongada ao calor do sol.Outros causadores de doenças ocupacionais referem - se àsexposições: vibrações constantes, radiações (Raio X, Gama),agentes químicos e biológicos (tintas, solventes).
  • 28. • LEI DE CRIMES AMBIENTAIS: LEI DE CRIMESAMBIENTAIS:Estabelece que a disposição de resíduos sólidosem desacordo com a legislação é crime ambiental• RESOLUÇÃO CONAMA 307 (Conselho Nacionaldo Meio Ambiente):Disciplina o gerenciamento dos resíduos sólidos daconstrução civil, atribuindo responsabilidades aosgrandes geradores e ao poder público municipal• LEIS MUNICIPAIS:Tornam aplicáveis localmente as diretrizes daresolução CONAMA 3074. Gestão de resíduos
  • 29. Jan/2005:Projeto deGerenciamento deResíduos deve seraprovado comos demais projetosResponsabilidades–caracterização–selação/triagem–condicionamento–transporte–destinaçãoResolução CONAMA 307 (05/07/2002)Gestão dos Resíduos da Construção Civil4. Gestão de resíduos
  • 30. 4. Gestão de resíduosSeleção/triagem– Sinalização e ordenaçãode fluxos– Treinamento das equipes– Dispositivos de transportee captação diferenciada– Arranjo físico do canteiroadequado aos novos fluxosDestinação– Orientação parareuso/reciclagem– Destinação adequadaf(tipo de resíduo)– Aproveitamento em obra:argamassas, concretos,blocos, metais, madeira...
  • 31. 4. Gestão de resíduosPadrão de cores(Resolução CONAMA275/2001)•BRANCO: resíduosambulatoriais e deserviços de saúde;•ROXO: resíduosradioativos;•MARROM: resíduosorgânicos;•CINZA: resíduo geral nãoreciclável ou misturado, oucontaminado não passívelde separação.•AZUL: papel/papelão;•VERMELHO: plástico;•VERDE: vidro;•AMARELO: metal;•PRETO: madeira;•LARANJA: resíduosperigosos;
  • 32. Classificação e destinação dos resíduos(NBR15.114 e Resolução CONAMA 307 e 348)• Classe A : concreto, alvenaria, argamassa, solosreutilizados ou reciclados na forma de agregadosou dispostos em Aterros de Resíduos deConstrução Civil• Classe B: plásticos, papéis, metais, madeirareutilizados, reciclados ou encaminhados aarmazenamento temporário4. Gestão de resíduos
  • 33. Classificação e destinação dos resíduos(NBR15.114 e Resolução CONAMA 307 e 348)• Classe C: resíduos sem tecnologias derecuperação: gessodestinados conforme norma técnica específica• Classe D: perigosos: tintas, solventes, resíduosde instalações radiológicas, industriais, amiantodestinados conforme norma técnica específica4. Gestão de resíduos
  • 34. • muitas cidades já têm implantado, ou em fase deimplantação, um Plano Integrado deGerenciamento de Resíduos de Construção Civil,que tornam possível o correto tratamento aoRCD, por providenciarem locais adequados paraa destinação dos seus diferentes materiaiscomponentes.• o município de São Paulo conta com 34 EcoPontos – locais de entrega voluntária depequenos volumes de entulho (até 1 m³),grandes objetos (móveis, poda de árvores etc.) eresíduos recicláveis.4. Gestão de resíduos
  • 35. • para receber volumes maiores, existem até omomento cinco ATTs (Áreas de Transbordo eTriagem) licenciadas;• o transporte até os locais de deposição e/oureciclagem autorizados deve ser realizado porempresas credenciadas, para tanto deve serexigido da empresa transportadora o certificadode transporte de resíduos - CTR (instituído peloDecreto nº 45.959, de 6 de junho de 2005)4. Gestão de resíduos
  • 36. 5. Equipamentos e instalações• A tecnologia da construção, está vinculada àorganizações especializadas em cada técnica quecomparecem no canteiro como sub-empreiteiras.• Estas trazem seu próprio equipamento, cabendo noentanto à empresa empreiteira, responsável principalpela obra, o fornecimento do equipamento básico ecomplementar.• Dentre os equipamentos destacam-se:• Betoneiras, vibradores, armazenagem dos insumosbásicos;• Transporte de materiais5.1. Equipamentos e máquinas
  • 37. • Máquinas – em função do método construtivo,convencional ou industrializado compreendem:- Máquinas fixas – de cortar ferro, serrascirculares, transformadores, centrais de concreto,complementam os equipamentos já citados.- Máquinas móveis – betoneiras, montacarga,galeotas ou giricas, vibradores, serras manuais,furadeiras etc.- Máquinas para processo industrializado deconstrução – autogruas, gruas, pórtico ou cavalete,já enfatizados nos equipamentos. Sua escolhadepende do tamanho das peças, materiais a seremtransportados.5. Equipamentos e instalações
  • 38. Caminhão betoneira5. Equipamentos e instalações
  • 39. AUT186 - 2009Guindaste móvel de lança e caboGuincho de Andaimes5. Equipamentos e instalaçõesGuindaste
  • 40. 5. Equipamentos e instalaçõesGrua
  • 41. AUT186 - 2009•Carga amnhecida5. Equipamentos e instalaçõesGrua
  • 42. Posicioamento da gruaFonte: SOUZA; FRANCO, 1997
  • 43. Andaime fixode madeiraAndaime fixo de açoAndaime móvel(balancim)5. Equipamentos e instalações
  • 44. 5. Equipamentos e instalaçõesRetroescavadeira
  • 45. 5. Equipamentos e instalaçõesPá carregadora
  • 46. 5. Equipamentos e instalaçõesGirica
  • 47. 5. Equipamentos e instalaçõesCompactadormecânico(sapo)
  • 48. 5.2. Armazenamento de materiais•Materiais perecíveis- cimento/cal/gesso – deve ter depósito específico,isento de umidade, ventilado, empilhado sobretablado de madeira elevado do solo. Em construçõesde grande porte, são armazenados em silos.• Materiais especiais – deterioram com facilidade, esão caros (tintas, ferragens, fiação, canalização,madeira) armazenagem específica•Materiais de acabamento – azulejos, peçassanitárias, podem ser armazenadas posteriormente(após os vedos) em local apropriado.5. Equipamentos e instalações
  • 49. - pedra e areia – armazená-los em locais próprios,evitando evasão, desperdício. Localizar próximos àbetoneira e ao preparo das argamassas.- tijolos – empilhados por meio de amarração(fiadas), área de 0,25m2 para 250 unidades, altura de1,65m.- blocos de concreto – idem tijolos, empilhados empaletes próximos às gruas.- madeira - para fôrmas e telhado, classificada porbitolas e tabicadas (área de 6m de comprimento por1m para cada m3 de madeira).- armaduras (barras de aço) – área de 15m x 0,50mpara cada tonelada (prever área para bancada paradobragem).5. Equipamentos e instalações5.2. Armazenamento de materiais não perecíveis
  • 50. 5. Equipamentos e instalações5.2. Áreas aproximadas para armazenamento de materiaisFonte: SOUZA; FRANCO, 1997
  • 51. • é dada em função do número de trabalhadores, evitandoque sejam contíguas à obra, evitando aberturas voltadasaos ventos predominantes.• Escritórios – posição que permita o controle visual daobra, independente dos vestiários e/ou, separando doEngo / Arquiteto residente dos mestres.• Almoxarifados – 0,20 a 0,60m2 por trabalhador,depende da obra. O canteiro em aço exige espaçosreduzidos, regra geral as peças chegam e já sãomontadas rapidamente.• Carpintaria – espaço compatível quando a tecnologiafor concreto armado.5. Equipamentos e instalações5.3 Instalações
  • 52. •Vestiários, Sanitários – superfície de 1 a 2m2 portrabalhador; e 1 a 2 sanitários para cada 50 operários,conforme já exposto• Oficinas – de acordo com os componentes a seremproduzidos (pré-moldados e/ou).• Alojamentos – indispensável para obras fora doperímetro urbano (aluguel de casas próxima à obra)5. Equipamentos e instalações5.3 Instalações
  • 53. BibliografiaASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT.Área de vivência em canteiros de obras. NBR 12.284. Rio deJaneiro: ABNT, Set 1991, 12p.______. Resíduos sólidos na construção civil – áreas dereciclagem – diretrizes para projeto, implantação eoperação. NBR 15.114. Rio de Janeiro: ABNT, junho 2004, 7p.MUNICÍPIO DE SÃO PAULO. Lei n° 11.288 de 04 de julho de1992. Código de obras e edificações. Dispõe sobre as regrasgerais e específicas a serem obedecidas no projeto,licenciamento, execução, manutenção e utilização de obras eedificações, dentro dos limites dos imóveis. Diário Oficial doMunicípio, São Paulo, 1992.
  • 54. BibliografiaSOUZA, Ubiraci E. Lemes. Projeto e implantação do canteiro.São Paulo: Editora O Nome da Rosa. 2ª Edição. ColeçãoPrimeiros passos da qualidade no canteiro de obras. 2002.96p.SOUZA, Ubiraci E. Lemes; FRANCO, L. S. Definição do layoutdo canteiro de obras. São Paulo, Boletim Técnico oDepartamento de Engenharia de Construção Civil daEPUSP, 1997. BT/PCC/177, 16p.FERRO, Sérgio. O desenho e o canteiro. São Paulo: ProjetoEditores Associados Ltda. 2ª Edição, 1982.
  • 55. BibliografiaBRASIL. Lei n. 9.605 de 12 de fevereiro de 1998. Dispõesobre as sanções penais e administrativas derivadas decondutas e atividades lesivas ao meio ambiente e dáoutras providências. Diário Oficial da União.MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO – MTE. Normaregulamentadora 18 - NR 18 Condições e MeioAmbiente de Trabalho na Indústria da Construção.MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – MMA. Resolução n°307, de 05 de julho de 2002 do Conselho Nacional doMeio Ambiente – CONAMA. Diário Oficial da União em17/jul/2002.
  • 56. BibliografiaMINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – MMA. Resolução n° 348de 16 de agosto de 2004 do Conselho Nacional do MeioAmbiente – CONAMA. Altera a Resolução CONAMA no307, de 5 de julho de 2002, incluindo o amianto na classede resíduos perigosos." Diário Oficial da União em17/ago/2004.MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – MMA. Resolução n° 275de 24 de abril de 2001 do Conselho Nacional do MeioAmbiente – CONAMA. Estabelece código de cores paradiferentes tipos de resíduos na coleta seletiva. Diário Oficialda União em 19/jun/2001
  • 57. BibliografiaPINTO, Tarcísio de Paula (coordenador) Gestão ambientalde resíduos da construção civil: a experiência doSindusCon-SP. São Paulo: Obra Limpa: I&T:SindusCon-SP, 2005. (publicação SindusCon-SP).

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